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Congresso vota em 30 de abril veto de Lula a PL da Dosimetria

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O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para 30 de abril sessão do Congresso Nacional para analisar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Projeto de Lei da Dosimetria, que prevê redução de penas a condenados por atos antidemocráticos.

Alcolumbre divulgou a informação nesta quinta-feira (9), por meio de nota.

“Está convocada sessão do Congresso Nacional para o dia 30 de abril, com um único item na pauta: o veto nº 3 de 2023, referente ao chamado PL da Dosimetria.”

O Projeto de Lei (PL) 2162/2023 foi vetado integralmente por Lula no começo de janeiro. O anúncio foi feito durante ato, no Palácio do Planalto, que marcou os três anos dos ataques perpetrados por manifestantes apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro que, inconformados com o resultado das eleições, invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF).

“Todos eles tiveram amplo direito de defesa, foram julgados com transparência e imparcialidade. E, ao final do julgamento, condenados com base em provas robustas, e não com ilegalidades em série, meras convicções ou [apresentações de] Powerpoint fajutas”, disse Lula.

Aprovado em dezembro, o texto determina que os crimes de tentativa contra o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão no uso da pena mais grave em vez da soma de ambas as penas.

O foco do projeto é uma mudança no cálculo das penas, bem como a forma geral de cálculo das penas, reduzindo também o tempo para progressão do regime de prisão fechado para semiaberto ou aberto.

Além de Bolsonaro, tais mudanças poderão beneficiar réus como os militares Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil; e Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

O projeto de lei também reduziria o tempo de progressão de pena para alguns criminosos comuns, segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil.
 

Fonte: Agência Brasil

Luciana Barreto é homenageada no 4º Prêmio MOL de Jornalismo

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A apresentadora da TV Brasil e editora-chefe do Repórter Brasil Tarde, Luciana Barreto, foi homenageada durante a cerimônia do 4º Prêmio MOL de Jornalismo para a Solidariedade. A jornalista recebeu o Troféu Helaine Martins, reconhecimento que destaca sua trajetória comprometida com as questões sociais, raciais e de direitos humanos, além de sua contribuição para ampliar vozes e perspectivas no debate público.

“Esse foi o dia do jornalista mais especial da minha carreira. Receber o prêmio com o nome da Helaine Martins, uma jornalista que foi gigante, e ver um teatro lotado de outros profissionais da comunicação comprometidos com ética e humanismo encheu o ambiente de otimismo. Isso tudo se conecta muito com o jornalismo público que fazemos aqui na EBC. Todos nós ganhamos muito”, declarou Luciana.

O troféu foi criado em celebração ao legado de Helaine Martins, jornalista que idealizou o projeto Entreviste um Negro a partir de sua pesquisa sobre equidade racial na mídia. A iniciativa tem como objetivo ampliar a visibilidade de profissionais e fontes negras na imprensa.

Em atividade desde 2015, o projeto reúne um amplo banco de especialistas e já conectou centenas de profissionais a veículos de comunicação em todo o país.

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Reportagem da TV Brasil premiada

Além da homenagem a Luciana Barreto, a TV Brasil foi reconhecida na premiação. A jornalista Flávia Grossi e equipe conquistaram o segundo lugar na categoria “Jornalismo Tradicional – Vídeo” com o trabalho Egressos do cárcere, uma nova chance, exibido no programa Caminhos da Reportagem.

A matéria apresenta histórias de pessoas que deixaram o sistema prisional e buscam reconstruir suas vidas. O trabalho aborda iniciativas de reinserção social e destaca novas oportunidades após o cárcere.

Sobre o Prêmio MOL de Jornalismo para a Solidariedade

A premiação é uma iniciativa do Instituto MOL para reconhecer o trabalho de profissionais, estudantes da comunicação e comunicadores populares que contribuem para fortalecer a cultura de doação, a solidariedade e a atuação das organizações da sociedade civil, destacando a importância dos temas para o exercício da cidadania em nosso país.

Fonte: Agência Brasil

Fux diz que escândalos de corrupção não estão concentrados no Rio

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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira (9) que os escândalos de corrupção não estão concentrados no Rio de Janeiro.

Fux, que é carioca, se manifestou durante o julgamento no qual a Corte discute se as eleições para mandato-tampão de governador do estado serão diretas ou indiretas.

O ministro disse que o quadro de corrupção da política não pode ser generalizado.

“Há bons políticos no Rio, que representam o estado na Câmara dos Deputados. Se esses políticos tiverem que ir para o inferno, eles vão acompanhado de altas autoridades”, afirmou.

Sem citar nomes, Fux também rebateu falas de colegas da Corte sobre a questão.

“Essa perplexidade não seria tão grande se colegas tivessem participado do julgamento do mensalão, da Lava Jato, desse julgamento do INSS [fraudes] e do Banco Master, porque os escândalos não são concentrados no estado do Rio”, disse.
 

Durante o julgamento, ao justificar pedido de vista, o ministro Flávio Dino citou que diversos governadores, deputados e membros do Tribunal de Contas foram presos nos últimos anos por corrupção.

“Qual outro estado que acontece isso? Não dá para julgar burocraticamente aqui, porque isso foi assentado pelo TSE. Quem sublinhou a gravidade foi o TSE”, afirmou Dino, ao citar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que condenou o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro à inelegibilidade.

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Julgamento

Mais cedo, o pedido de vista de Dino suspendeu o julgamento sobre o mandato-tampão. O julgamento será retomado somente após a publicação do acórdão do julgamento do TSE. Não há previsão para a publicação do documento.

Fonte: Agência Brasil

Universidade do Mar se torna realidade no Rio de Janeiro

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O Movimento Baía Viva, o Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Nides/UFRJ) e a Petrobras apresentarão, na próxima sexta-feira (17), as ações do novo Centro de Formação em Economia do Mar Baía de Guanabara, com sede no Hangar Náutico da UFRJ, na Ilha do Fundão. 

O novo centro de formação capacitará moradores dos arredores da Baía de Guanabara e das cidades de Itaboraí, Magé, Maricá, São Gonçalo, Cachoeiras de Macacu, Duque de Caxias e Guapimirim.

Projeto dos fundadores do Movimento Baía Viva, desde sua criação, em 1984, o centro de formação representa a transformação em realidade do sonho de o país ter uma Universidade do Mar. 

O Centro de Formação em Economia do Mar funcionará como um espaço público destinado à capacitação prioritária de pessoas oriundas de grupos sociais em situação de vulnerabilidades socioeconômicas e socioambientais e de comunidades tradicionais, como pescadores, povos indígenas e quilombos, nas áreas da Economia Solidária, Economia do Mar e Sustentabilidade.

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O ecologista Sérgio Ricardo Lima, co-fundador do Movimento Baía Viva, e coordenador do centro de formação, lembra que o movimento pela Universidade do Mar ganhou força a partir de 2018, ao iniciar uma coalizão. 

“Nós conseguimos 104 cartas de apoio institucional de todas as reitorias do Rio de Janeiro”, disse à Agência Brasil.

Os apoios vieram da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é uma instituição científica, e de  dezenas de pesquisadores de vários grupos multidisciplinares de saúde, geologia, antropologia, ciências ambientais, biologia, associações de pescadores, colônias de pesca.

Com a retomada do edital socioambiental da Petrobras, o Movimento Baía Viva foi selecionado na linha de desenvolvimento econômico sustentável. 

Hangar

O projeto de instalação do Centro de Formação em Economia do Mar Baía de Guanabara prevê obras no Hangar Náutico da UFRJ durante este primeiro semestre e a oferta gratuita de cursos e oficinas de extensão e formação nas áreas de inovação social e tecnológica até 2028.

“O hangar terá alojamento para 30 pessoas oriundas de outros municípios ou estados que venham estudar aqui e ficarão ali alojadas. Lá tem refeitório, cozinha, três salas grandes, onde cabem 40 alunos cada”, disse Ricardo Lima. 

Ele informou que daqui a quatro, cinco meses, o hangar ter capacidade para receber 120 alunos por turno. 

Até 2028, serão dados dez cursos e oficinas de capacitação. 

Os cursos terão certificado da UFRJ e serão válidos em todo o país.

Entre os cursos e oficinas previstos nos próximos três anos destaque para o de Aprendiz da Carpintaria Naval Artesanal, ministrado por professores-pesquisadores da UFRJ e por artesãos mestres na arte de carpintaria e marcenaria naval, destinados às comunidades pesqueiras da Baía de Guanabara. 

O objetivo é promover a formação de pescadores e pescadoras artesanais para que possam reaprender a construir e reformar embarcações de pesca, ofício tradicional na pesca artesanal que atualmente é de conhecimento de apenas poucos mestres carpinteiros.

Mapeamento

O coordenador do Centro de Formação em Economia do Mar explicou que professores e pesquisadores das instituições parceiras farão um diagnóstico dos sete municípios que serão atendidos pelo projeto, com a característica de que o mapeamento preliminar será efetuado por bolsistas de diversas áreas que serão contratados. 

“É o que se chama de diagnóstico participativo. Nós vamos mapear as políticas públicas no campo da economia do mar, economia solidária, bioeconomia, tudo que já é executado pelo governo federal, pelo estado, nesses sete municípios da baía. Serão mapeadas também as iniciativas e projetos feitos pela sociedade civil”. 

Nos projetos estão o observatório do Canal do Cunha, vinculado à Fiocruz, e o observatório que funciona em São Gonçalo, vinculado à Geografia da UFF.

A estruturação do Centro de Formação em Economia do Mar e a realização das formações objetiva têm como objetivo especial fortalecer iniciativas que contribuam para melhorar as condições de vida e a renda familiar das comunidades desses sete municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro e fomentar a criação de um Arranjo Produtivo Local Sustentável (APLS) na Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara. 

“Nossa ideia é mostrar que é possível, com apoio das políticas públicas e trabalhando com a academia, com as organizações da sociedade civil, ter estratégias para aumento de renda”, disse. 

Estão previstas ainda oficinas de Agroecologia e Sistemas Agroalimentares (Meliponicultura, Viveiristas, Quintais Produtivos) para fortalecer a segurança alimentar e geração de renda junto às comunidades tradicionais e agricultores familiares de base agroecológica; Turismo de Base Comunitária (TBC) voltado para pescadores/as, artesãos e empreendedores do entorno da Área de Proteção Ambiental (APA) Federal de Guapimirim e da Estação Ecológica da Guanabara (ESEC Guanabara); Empreendedorismo Solidário Sustentável (Economia Solidária); Extensão Pesqueira e Inclusão Socioprodutiva (Boas Práticas e Beneficiamento Artesanal do Pescado); Tecnologias Sociais para Mulheres Pescadoras; Ensino Profissional Marítimo (EPM) ministrado por instrutores da Capitania dos Portos (Marinha do Brasil); Mecânica de Motor de Barco e de Operador de Drones. 

Informações sobre os cursos e oficinas estão no site CFEcoMarBG e em sua rede social.

Fonte: Agência Brasil

Brasil condena agressão de Israel contra Líbano em meio a cessar-fogo

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O Ministério das Relações Exteriores (MRE) condenou os ataques de Israel contra o Líbano realizados um dia após o cessar-fogo anunciado por Irã e Estados Unidos (EUA) no Oriente Médio.  

“A intensificação dessa ofensiva ocorre na sequência do anúncio, na última noite, de cessar-fogo no conflito armado no Oriente Médio e ameaça envolver a região em nova escalada de violência e instabilidade”, disse o ministério, em nota

O Itamaraty destacou que os ataques visaram extensas áreas e deixaram um saldo inicial de 254 mortos e 1.165 feridos. O governo brasileiro acrescentou que defende a soberania e integridade territorial libanesa.

“Brasil insta Israel a suspender imediatamente suas ações militares e a retirar todas as suas forças do território libanês. Exorta, ainda, as partes envolvidas a cumprirem integralmente os termos da Resolução 1.701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas”, diz o comunicado do MRE.

A Resolução 1.701 de 2006, adotada por unanimidade pelo Conselho de Segurança da ONU, apela para um cessar-fogo entre Israel e Hezbollah no Líbano com a criação de uma “zona tampão” entre os dois países a ser controlada pela missão de paz da ONU no Líbano (Unifil).  

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Cessar-fogo violado

Apesar do cessar-fogo anunciado por EUA e Irã, Israel iniciou a maior ofensiva no Líbano desde o início da atual fase do conflito. 

O Irã já ameaçou romper com o cessar-fogo devido as agressões israelenses, enfatizando que o acordo previa a trégua em todas frentes de batalha no Oriente Médio.  

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem afirmado que o Líbano não estava no acordo, mas o mediador do cessar-fogo, o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, confirmou que o fim dos combates no Líbano fazia parte das negociações.

Países como França, Reino Unido, Espanha e representantes da União Europeia têm pressionado para que o Líbano faça parte do acordo para um cessar-fogo.

Nesta quinta-feira, o presidente do Líbano, Masoud Pezershkian, disse que a manutenção das agressões contra o Líbano faz as negociações para o fim da guerra ficarem “sem sentido”.

Entenda

Os bombardeios de Israel contra o Líbano foram intensificados com o início da guerra no Irã, depois que o Hezbollah voltou a promover ataques contra Israel, no dia 2 de março.  

O Hezbollah alegou agir em retaliação aos ataques de Israel contra o Líbano nos últimos meses e em resposta ao assassinato do líder supremo do Irã, Ali Khamenei.

O conflito entre Israel e o Hezbollah remonta à década de 1980, quando a milícia xiita foi criada em reação à invasão e ocupação de Israel no Líbano para perseguição dos grupos palestinos que buscavam refúgio no país vizinho.

Em 2000, o Hezbollah conseguiu expulsar os israelenses do país. Ao longo dos anos, o grupo se tornou um partido político com assentos no Parlamento e participação nos governos.

O Líbano ainda foi atacado pelo governo de Israel em 2006, 2009 e 2011.

Atual fase

A atual fase do conflito entre Israel e o Hezbollah tem relação com a destruição da Faixa de Gaza a partir de 2023. O Hezbollah passou a lançar foguetes contra o norte de Israel em solidariedade aos palestinos e para desgastar a defesa israelense.  

Em novembro de 2024, foi costurado um acordo de cessar-fogo entre o grupo xiita e o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, depois que Israel conseguiu matar lideranças do Hezbollah.

Porém, Israel seguiu com ataques e bombardeios periódicos contra o Líbano, alegando atingir a infraestrutura do Hezbollah, que evitava reagir até o início da guerra no Irã.

Fonte: Agência Brasil

Produção de motocicletas tem 2º melhor trimestre da história

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As fabricantes de motocicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus produziram 561.448 unidades de motocicletas no primeiro trimestre deste ano. Isso representa uma alta de 12,1% em relação ao mesmo período do ano passado e o segundo melhor resultado da história, apontou hoje (9) a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), que está completando 50 anos de existência em 2026.

No ranking do primeiro trimestre, os modelos de baixa cilindrada ficaram em primeiro lugar, com 435.731 unidades produzidas, o que representou 77,6% do volume total. Em segundo lugar, ficaram as motocicletas de média cilindrada, com 110.405 unidades (19,7% ), seguidas pelas de alta cilindrada, que somaram 15.312 unidades (2,7%).

Só no mês de março foram produzidas 212.716 unidades, um avanço de 34,5% em comparação a março do ano passado e de 29,6% ante fevereiro. Segundo a Abraciclo, esse volume de produção é um recorde histórico para o mês de março.

“O resultado do primeiro trimestre foi extremamente positivo, com o melhor março histórico de produção”, comemorou o presidente da Abraciclo, Marcos Bento. O Brasil é atualmente o sexto maior produtor de motocicletas do mundo.

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Varejo

O mercado de motocicletas também foi bastante positivo em relação às vendas, registrando volumes recordes de licenciamentos tanto no acumulado do primeiro trimestre quanto no mês de março. Entre janeiro e março deste ano, as vendas no varejo totalizaram 571.728 unidades, resultado 20,6% superior ao mesmo período de 2025. Considerando-se apenas o mês de março, foram licenciadas 221.618 unidades, crescimento de 33,5% em relação a março de 2025 e de 29,2% ante fevereiro.

“As vendas continuam consistentes, principalmente pelos atributos da motocicleta como economia, mobilidade urbana, menor custo de aquisição e uso profissional”, disse o presidente da associação, durante entrevista coletiva concedida hoje.

Apesar disso, ele diz que o setor se mantém alerta por possíveis reflexos provocados pela guerra no Oriente Médio. “Existe uma preocupação quanto aos conflitos globais. Isso está impactando no preço do petróleo e de seus derivados, o que pressiona a inflação e provocou uma leve queda na taxa da Selic. Esse cenário macroeconômico gera um pouco de preocupação no segmento”, falou Bento.

Exportações

As exportações de motocicletas produzidas no Polo Industrial de Manaus cresceram 18,6% no primeiro trimestre deste ano, totalizando 11.441 unidades.

“Houve crescimento novamente para a América do Sul, com o primeiro lugar liderado pela Argentina, provocada pela recuperação da economia”, falou o presidente da entidade.

No mês de março foram exportadas 4.606 unidades, volume 13,9% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado e 29,1% maior na comparação com janeiro.

Projeções para 2026

Para este ano, a Abraciclo projeta um crescimento de 4,5% na produção de motocicletas, com 2.070.000 unidades fabricadas. A previsão também é crescimento no licenciamento, com 2.300.000 vendidas,  representando aumento de 4,6% em relação ao ano passado.

Quanto às exportações, a projeção da entidade indica crescimento em torno de 4,4% para este ano, com 45.000 unidades embarcadas.

 

Fonte: Agência Brasil

Defesa Civil do Rio interdita parte do Velódromo atingido por incêndio

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Após vistoria no Velódromo Olímpico, situado no Parque Olímpico do Rio, atingido por incêndio na lona e no teto nesta quarta-feira (8), a Defesa Civil interditou parcialmente o local, por precaução, até a conclusão dos reparos.

Segundo o órgão, a pista de ciclismo não sofreu qualquer dano. No Rio Museu Olímpico, o impacto foi pontual e o acervo integralmente preservado. As salas onde são realizadas atividades esportivas podem funcionar normalmente, informa a Defesa Civil.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo foi rapidamente controlado, ficando restrito à lona que cobre o complexo, evitando a propagação para o interior do edifício. 

Depois de 14 horas, o Corpo de Bombeiros controlou o incêndio que atingiu o Velódromo, na Barra da Tijuca. Durante a madrugada, a após o trabalho de rescaldo e de limpeza, o serviço foi encerrado. Ninguém ficou ferido.

A avaliação preliminar da equipe técnica da prefeitura do Rio e da direção da Confederação Brasileira de Ciclismo indica que não houve impacto à pista. O Rio Museu Olímpico, que homenageia os Jogos de 2016, foi preservado e as peças históricas estão intactas.

O Museu Olímpico ocupa área de aproximadamente 1.700 metros quadrados, onde abriga acervo de cerca de 1 mil peças. O Velódromo é usado para treinamento de atletas de esgrima, levantamento de peso e ginástica.

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Incêndios de 2017

É a terceira vez que o Velódromo é atingido por incêndio. Em 2017 foram dois, ambos causados por balões que caíram sobre a cobertura do equipamento construído para as competições de ciclismo dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Fonte: Agência Brasil

Assassinos de Fernando Iggnacio vão a juri nesta quinta-feira no Rio

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Começa nesta quinta-feira (9), a partir das 11h, no 1º Tribunal do Júri do Rio, o julgamento dos acusados pelo assassinato do contraventor Fernando de Miranda Iggnacio. O crime está ligados à disputa pelo controle do jogo do bicho no estado.

Iggnacio foi executado em novembro de 2020, no estacionamento de um heliporto, no Recreio dos Bandeirantes, quando retornava de sua casa de veraneio, em Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense, onde tinha o hábito de passar os fins de semana. 

A vítima era genro de Castor de Andrade, conhecido como um dos chefes do jogo do bicho no Rio de Janeiro. Castor morreu de morte natural, em 1997, dando início a uma disputa familiar pela herança.

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Réus

Estarão diante do júri popular os réus Rodrigo Silva das Neves, Pedro Emanuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro e Otto Samuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro. A execução do crime foi a mando de Rogério de Andrade, que controla o jogo do bicho e máquinas caça-níquel em Bangu, zona oeste da capital fluminense.

 


Rio de Janeiro (RJ), 12/11/2024 - Rogério Andrade no início da transferência para o Presídio Federal de Campo Grande. Foto: Seap-RJ/Divulgação
Rio de Janeiro (RJ), 12/11/2024 - Rogério Andrade no início da transferência para o Presídio Federal de Campo Grande. Foto: Seap-RJ/Divulgação

Rio de Janeiro (RJ), 12/11/2024 – Rogério Andrade no início da transferência para o Presídio Federal de Campo Grande. Foto: Seap-RJ/Divulgação – Seap-RJ/Divulgação

Emboscada

De acordo com a denúncia, no dia do crime, por volta das 9h, os quatro primeiros denunciados chegaram de automóvel, tendo três deles invadido o terreno baldio que faz divisa com o heliporto, munidos de, pelo menos, dois fuzis.

Após aguardarem por cerca de quatro horas, Fernando Iggnacio desembarcou de seu helicóptero, retornando de Angra dos Reis, na Costa Verde. 

Os denunciados, então, posicionaram suas armas em cima do muro contíguo ao do estacionamento do heliporto, a uma distância de, aproximadamente, quatro metros do local onde estava estacionado o automóvel da vítima. O contraventor foi atingido por três disparos, um deles na região da cabeça.

De acordo com a denúncia, Marcio Araujo de Souza, um dos responsáveis pela segurança pessoal de Rogério de Andrade, foi o responsável por contratar, a mando do de Rogério, os demais denunciados para executarem o crime.

A investigação identificou que Rodrigo das Neves e Ygor da Cruz já trabalharam como seguranças da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, cujo patrono é Rogério de Andrade. Todos os seis foram denunciados por homicídio qualificado. 

Fonte: Agência Brasil

Comissão aprova título de Cidadão Honorário póstumo a Rubens e Eunice Paiva

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou, na quarta-feira (8), o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 260/2025, que concede os títulos de Cidadão Honorário de Brasília post mortem a Rubens Paiva e Eunice Paiva. A proposta é de autoria do deputado distrital Fábio Felix (PSOL). A aprovação ocorreu com votos favoráveis dos deputados Max Maciel (PSOL), Rogério Morro da Cruz (PSD) e Martins Machado (Republicanos). 

O PDL reconhece a trajetória de Rubens Paiva, engenheiro e ex-deputado federal cassado pelo regime militar, e de sua esposa, Eunice Paiva, advogada e referência na luta pelos direitos humanos no Brasil.

Na justificativa do projeto, Fábio Felix ressalta que Rubens Paiva, preso em 1971 por agentes da repressão, tornou-se um dos símbolos dos desaparecidos políticos durante a ditadura militar. Sua morte foi confirmada décadas depois, a partir de investigações oficiais.

O parlamentar lembra ainda que Eunice Paiva dedicou sua vida à busca por justiça e memória, atuando em defesa dos direitos dos familiares de mortos e desaparecidos políticos, além de se engajar em outras causas sociais. A história da família ganhou projeção nacional e internacional com o filme “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles e baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, filho do casal.

 

Rinaldo Morelli / Agência CLDF

“A trajetória de Rubens, assim como a de Eunice, são exemplos de coragem e compromisso com a democracia e os direitos humanos. Sua memória permanece viva como um dos símbolos da luta contra o autoritarismo e pela justiça social”, afirmou o deputado.

Após a aprovação na Comissão de Assuntos Sociais, o projeto segue para as próximas etapas regimentais antes de ser apreciado pelo plenário da CLDF.

Na mesma reunião, o colegiado também deu parecer favorável à concessão de título de cidadão honorário a Gilvan Máximo, empresário da área da construção civil; Márcio Del Fiore, defensor público do Distrito Federal; Flávio Jaime de Moraes Jardim, desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 1ª Região; Pedro Rodrigues de Sousa, professor e pioneiro do DF; e Samer Agi, ex-magistrado do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).

Fonte: Agência CLDF

Agrodefesa divulga novo 0800 e reforça atendimento ao cidadão

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Agrodefesa divulga novo 0800 e reforça atendimento ao cidadão
Objetivo é facilitar diálogo com a população e fortalecer ações de vigilância sanitária em todo território goiano (Foto: Agrodefesa)

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) atualizou o número do seu Disque-Denúncia, com o objetivo de facilitar o diálogo com a população e fortalecer as ações de vigilância sanitária no estado.

O novo telefone gratuito é o 0800-201-8555, e o atendimento funciona em horário comercial.

No canal é possível comunicar, por exemplo:

  • suspeitas de pragas e doenças;
  • trânsito irregular de animais;
  • comercialização de produtos sem selo de inspeção sanitária.

Segundo o diretor de Gestão Integrada, Renan Willian, a atualização do 0800 garante um canal oficial ágil para que o cidadão possa contatar a Agrodefesa e registrar a sua demanda.

“Precisamos da participação da sociedade para que o trabalho de defesa agropecuária seja cada vez mais eficiente”, afirma ele. “Essa relação de confiança e parceria é fundamental”.

Participação da sociedade potencializa trabalho da agência

O gerente de Fiscalização da Agrodefesa, Janilson Azevedo Júnior, reforça que a participação da sociedade potencializa o trabalho da agência.

“Ao tomar conhecimento de uma suspeita de irregularidade, nosso fiscal vai até o local para averiguar a situação e, confirmando o problema, toma as providências necessárias”.

“Por isso é muito importante que cada denúncia traga o máximo possível de detalhes sobre o acontecimento e a sua localização, para que o nosso trabalho seja melhor direcionado”, explica o gerente.

Disque-Denúncia e outros canais

Além do Disque-Denúncia, a Agrodefesa oferece atendimento ao público:

  • pelo WhatsApp;
  • pela Ouvidoria;
  • pelo Sistema de Defesa Agropecuária (Sidago);
  • presencialmente, em uma das suas 236 unidades espalhadas por todo o estado.

A lista completa e o endereço de cada unidade podem ser acessados no site da Agrodefesa (goias.gov.br/agrodefesa/unidades-regionais).

O atendimento pelo Whatsapp é intermediado pelo chatbot Davi, o robozinho da Agrodefesa. Por meio dele, é possível realizar notificações de pragas e doenças, obter informações sobre exames e documentos e tirar dúvidas sobre o Sidago, entre outros serviços. Para conversar com ele, basta adicionar o número (62) 98164-1188 à lista de contatos do Whatsapp.

Chatbot Davi se consolida como canal direto entre Agrodefesa e produtor rural

Chatbot da Agrodefesa passa a receber notificações de irregularidades no campo

Já a Ouvidoria da Agrodefesa pode ser contatada pelo Portal Expresso do Governo de Goiás (www.go.gov.br), pelo e-mail ouvidoria.agrodefesa@goias.gov.br, pelo telefone (62) 3201-2320 ou presencialmente, em horário comercial, no endereço: Avenida Laurício Pedro Rasmussem, nº 2535, Setor Vila Yate, Bloco 1, Goiânia (GO).

Por fim, produtores rurais e profissionais do setor agropecuário têm ainda a opção de fazer denúncias à Agrodefesa via Sidago (sidago.agrodefesa.go.gov.br). Após acessar o sistema, basta localizar a opção “Denúncia” no menu à esquerda e seguir as orientações.

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Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás