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Cruzeiro feminino chega a sete desfalques pela mesma lesão

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A zagueira Paloma Maciel, que estava reunida com a seleção brasileira feminina em Itu, no interior paulista, retornou nesta quinta-feira (18) a Belo Horizonte. A defensora do Cruzeiro, que desde segunda-feira (15) integrava uma semana de treinos para a Copa do Mundo do ano que vem, que será no Brasil, rompeu o ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho direito, além de lesionar o menisco, durante atividade na última quarta-feira (17).

A jogadora de 26 anos de idade, que terá de passar por cirurgia, engrossa uma estatística delicada nas Cabulosas. Com a zagueira, são agora sete atletas no departamento médico devido a lesões de LCA, sendo que seis se contundiram ainda nesta temporada: a lateral Laura Felipe, a zagueira Tainara, a meia Gaby Soares e as atacantes Millene e Ravenna, além da própria Paloma Maciel.

A defensora, inclusive assumiu justamente o lugar de Ravenna na seleção que foi para Itu. A atacante Fabiola Sandoval, por sua vez, rompeu o ligamento do joelho em julho de 2025.

Em novembro de 2023, o cirurgião Marco Demange, professor Livre-Docente do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), explicou o que é a lesão de LCA em entrevista ao programa Stadium, da TV Brasil.

“O ligamento cruzado anterior é uma estrutura que funciona como uma corda que liga o osso da coxa, o fêmur, no principal osso da perna, que é a tíbia. Ele estabiliza a rotação [do joelho]. A gente entende que o risco do giro brusco [que leva ao rompimento] se dá por três fatores principais: quando o ambiente tem uma chance maior de travar o joelho; esportes em que a energia do trauma pode ser muito grande quando o indivíduo aterriza de maneira não ideal, e quando ocorrem descontroles inesperados do movimento, que é nos esportes de impacto, como futebol”, disse o médico.

No fim de maio, durante entrevista coletiva, a gerente de Futebol Feminino do Cruzeiro, Luiza Parreiras, reconheceu que as sequenciais lesões de LCA sofridas por jogadoras do clube não são apenas uma coincidência.

“A gente tem buscado nessas últimas semanas levantar todos os dados e informações que o Cruzeiro consegue ter, pensando em tecnologia e em toda essa estrutura. A gente precisa usufruir de tudo isso para chegar a uma conclusão do que está acontecendo. É buscar informações de GPS, controle de carga, sono, ciclo menstrual, percentual de gordura, hidratação pré e pós-jogo, o trabalho psicológico que é feito e força”, disse Luiza.

No ano passado, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) anunciou que financiaria um estudo junto à Universidade de Kingston,na Inglaterra, para entender se existe ligação entre as lesões de LCA e o ciclo menstrual. Artigos médicos mostram que a incidência desse tipo de contusão é duas a oito vezes maior em mulheres do que em homens.

Antes de Paloma, a atacante Dudinha havia rompido o ligamento cruzado do joelho direito no último dia 9 de junho, no segundo amistoso entre Brasil e Estados Unidos, realizado na Arena Castelão, em Fortaleza – as norte-americanas venceram por 1 a 0.

O Cruzeiro é o sétimo colocado do Campeonato Brasileiro Feminino, que é transmitido pela TV Brasil.

As Cabulosas voltam a campo no dia 24 de julho, às 21h30 (horário de Brasília), contra o São Paulo, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.

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Seleção em Itu

Paloma era uma das 29 jogadoras que estão reunidas em Itu até sábado (20). Apesar de o período ser apenas de treinos, o técnico Arthur Elias considerou o encontro importante, já que são apenas quatro datas-Fifa (nome dado aos períodos destinados a jogos entre seleções) até a Copa.

“Essa convocação já estava no nosso planejamento há muito tempo, então conseguimos realizar agora com a pausa da Copa do Mundo masculina”, destacou o treinador ao site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

“Em um ano, muita coisa acontece no futebol, e claro que teremos mudanças, mas não tão radicais, de 15, 17 jogadoras diferentes de uma convocação para outra”, completou Arthur.

Fonte: Agência Brasil

Brasil e Quênia defendem parcerias com China em meio a críticas do G7

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Chamados para participar da cúpula do G7 como convidados, o Brasil e o Quênia saíram em defesa das parcerias que países não desenvolvidos firmam com a China, em meio às críticas dos líderes das potências ocidentais contra Pequim.

Um dos documentos do encontro aponta que a economia do gigante asiático estaria “desequilibrando” a economia internacional, prejudicando, além da Europa, os Estados Unidos (EUA).  

Em reunião com os presidentes do G7 na França, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Quênia, William Samoei Ruto, defenderam que as parcerias com a China são de interesses dos países latino-americanos e africanos, uma vez que Pequim tem oferecido acordos tidos como vantajosos do ponto de vista econômico.

O presidente Lula afirmou aos líderes do G7 que aquilo que eles veem como uma ameaça, que é a economia chinesa, os países não desenvolvidos veem como uma oportunidade.

Lula argumentou que, atualmente, quem mais faz investimentos na África, e na América Latina são os chineses, enquanto os europeus e os norte-americanos não têm aparecido tanto para competir com Pequim.  

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O G7 é o grupo de países considerado mais desenvolvidos do planeta, com França, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos (EUA), Japão, Itália e Canadá. Participaram como convidados no encontro desta semana, além do Brasil e Quênia, os representantes da Índia, Coreia do Sul e Egito.

Por sua vez, o presidente queniano defendeu, frente aos chefes de Estado do G7, que a China era o parceiro que o país tinha, sendo melhor ter Pequim como parceiro do que não ter.

Nos últimos 20 anos, a África tem aproveitado a ascensão econômica da China para perseguir o próprio desenvolvimento econômico, em especial, por meio de parcerias na construção de infraestruturas de transporte, energia e indústrias. 

Na América Latina, a China se tornou, ao longo dos últimos anos, o principal parceiro comercial da maioria dos países da região. Nesse cenário, a atual governo dos EUA vem reafirmando que Washington deve afirma a “proeminência” na América Latina frente a crescente influência chinesa.  

Desequilíbrio macroeconômico 

Em um dos documentos que saiu do G7, o que trata dos desequilíbrios da economia mundial, as potências ocidentais apontam que a China, com superávit de US$ 1,2 trilhão em 2025, e consumo “cronicamente” baixo, estaria prejudicando a balança comercial, tanto dos EUA, quanto da Europa.

“O aumento dos déficits e superávits excessivos em conta corrente reflete uma dinâmica de crescimento cada vez mais desequilibrada na China, na União Europeia (UE) e nos Estados Unidos (EUA)”, diz o texto do G7. 

O grupo ainda expressou preocupação “crescente” com “desequilíbrios em setores mais específicos, como terras raras, veículos elétricos e outros” da China. Pequim tem liderado o comércio nesses setores.

O documento do G7 ainda critica a desvalorização do renminbi (RMB), a moeda chinesa, o que estaria favorecendo as exportações chinesas no comércio global.

“A China responde por quase toda a valorização efetiva real do euro desde 2021”, diz o documento, acrescentando que “uma maior flexibilidade na taxa de câmbio do RMB ainda seria desejável”.

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China comenta

Questionado por jornalistas em relação a críticas do G7 sobre o setor de terras raras e minerais críticos da China, o porta-voz do ministério das relações exteriores do país afirmou que as práticas chinesas estão de acordo com as normas internacionais.

“Exortamos o G7 a observar com seriedade os princípios da economia de mercado e as regras do comércio internacional, e a parar de perturbar a ordem comercial internacional com regras criadas por um pequeno grupo”, afirmou Lin Jian, nesta quinta-feira (18). 

Brasil assina três documentos no G7

Dos nove documentos firmados no G7, o Brasil assinou três, sendo eles: o que abordou medidas de combate ao câncer; o sobre a proteção de crianças e adolescentes nas redes sociais; e de o combate ao narcotráfico, uma vez que o documento não associa o tráfico de drogas com o terrorismo.

O governo brasileiro entende que essa associação pode ser usada como pretexto para intervenções estrangeiras no país. 

Os demais documentos não foram assinados pelo Brasil porque os textos produzidos teriam uma “visão de mundo” própria do G7, diferente do que um país não desenvolvido poderia concordar.

Fonte: Agência Brasil

Brasil sentiu menos o aumento do petróleo que outros países, diz Ineep

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Os preços da gasolina e do diesel subiram menos no Brasil do que a média internacional, após o conflito contra o Irã provocado pelos Estados Unidos e por Israel. O levantamento comparativo foi elaborado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep) – um centro de estudos vinculado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), que é filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Entre 23 de fevereiro e 8 de junho, o percentual mundial médio de aumento foi de 17,5% para a gasolina e de 23,3% para o diesel, enquanto, no Brasil, as altas foram de 4,9% e 13,6%, respectivamente.

No período, a pressão por aumento de preços de combustíveis no Brasil foi significativamente inferior à constadada nos Estados Unidos e na Argentina, por exemplo.

Nos EUA, principal economia mundial e maior consumidora de derivados de petróleo, a gasolina subiu 36,1%, e o diesel, 36,8%. Na Argentina, maior parceiro econômico do Brasil na América do Sul, os aumentos foram, respectivamente, de 21,1% e 23,7%.

De acordo com o Ineep, a política de preços e subsídios do governo federal favoreceu a estabilização do preço dos combustíveis no Brasil.

“As medidas emergenciais adotadas para conter os efeitos do choque do petróleo sobre os preços dos combustíveis foram muito importantes”, avalia nota à imprensa divulgada nesta quinta (18) na nova edição do Boletim de Preços dos Combustíveis, publicado pelo instituto.

Vulnerabilidades do setor

O Ineep considera, no entanto, que as medidas são “insuficientes para enfrentar vulnerabilidades estruturais do setor.”

Para o centro de estudo, “a redução da exposição do mercado doméstico à volatilidade internacional depende de uma estratégia de longo prazo baseada no fortalecimento da Petrobras, na expansão da capacidade de refino e na recomposição de sua presença nos elos estratégicos da cadeia de abastecimento, especialmente na distribuição.”

O intervalo de tempo em que o Ineep observa a variação dos preços dos combustíveis inclui o início das operações aéreas contra o Irã e a morte de Ali Khamenei, líder religioso supremo do país. Cobre também os meses de paralisação da rota marítima no Estreito de Ormuz e o início das negociações diplomáticas entre o Irã e os Estados Unidos para término do conflito.

No período, o Ineep ainda verifica que o álcool (etanol hidratado) “apresentou queda expressiva, de 7,3%, refletindo o início da safra 2026/2027 e aumento da oferta, em intensidade ainda maior do que a observada em anos anteriores.”

Fonte: Agência Brasil

O que Trump fez foi coisa desaforada, diz Lula sobre novo tarifaço

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (17) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez “uma coisa desaforada” ao sugerir uma espécie de novo tarifaço ao Brasil em meio a negociações em andamento entre os dois países.

“Acho que o que ele fez foi uma coisa desaforada para o Brasil. Ele sabe disso. Por isso eu disse que ele continua agindo como imperador. Nós estávamos fazendo acordo”, disse, em entrevista coletiva após o fim da cúpula do G7, em Évian, na França.

Questionado se havia conversado com Trump durante a cúpula, Lula disse não ter pedido um encontro bilateral com o presidente estadunidense porque ambos os países seguem em fase de negociação. “Não tinha porque pedir bilateral. Nós estamos negociando”.

“Na hora em que terminar a negociação, se não der em nada, não tenho nenhum problema de pegar o telefone, ligar para o Trump e marcar outra conversa. Nasci no mundo político negociando. Desde muito cedo, a minha vida foi negociar com gente tão poderosa quando ele.”

Fonte: Agência Brasil

Marcola e Deolane viram réus por lavagem de dinheiro do PCC

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A 3ª Vara de Presidente Venceslau aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e tornou réus a influenciadora e advogada Deolane Bezerra e um dos líderes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola. Eles vão responder pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Além deles, outras três pessoas foram denunciadas pelos mesmos crimes: Paloma Sanches Herbas Camacho, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho e Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior. O processo corre sob sigilo.

De acordo com a denúncia, dois dos denunciados exerciam funções de liderança do PCC, enquanto os demais atuaram em diferentes etapas da engrenagem financeira responsável pela ocultação e circulação do dinheiro.

Além de torná-los réus, a Justiça determinou ainda o bloqueio de bens de um dos envolvidos, que é apontado como operador de um esquema que usou uma transportadora para dissimular e reinserir recursos ilícitos do PCC na economia formal.

As investigações identificaram a utilização da transportadora como empresa de fachada para movimentação dos recursos, além do emprego de depósitos fracionados, transferências por Pix, contas de terceiros e empresas interpostas para dificultar o rastreamento dos valores.

Segundo o Ministério Público, as investigações foram feitas com base em mensagens extraídas de aparelhos celulares, relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), documentos bancários, comprovantes de depósitos e informações obtidas em operações anteriores relacionadas ao mesmo esquema.

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Presos

Deolane foi presa em maio pela Operação Vérnix, que investiga lavagem de dinheiro para o PCC. Atualmente, ela está presa na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, a cerca de 667 km da capital paulista.

Segundo as investigações, a influenciadora recebia valores provenientes de uma transportadora criada pelo PCC, com sede em Presidente Venceslau, e fazia a lavagem do dinheiro da organização criminosa.

Já Marco Herbas Camacho, o Marcola, está preso na Penitenciária Federal de Brasília.

Outro lado

Por meio de nota, o advogado Bruno Ferullo, responsável pela defesa de Marcola, Paloma Sanches Herbas Camacho, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho e Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior, negou as acusações.

Segundo o advogado, Marco Willians Herbas Camacho e Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior estão custodiados em presídio federal de segurança máxima desde fevereiro de 2019, “submetidos a severas restrições de contato e comunicação, o que, por si só, torna inviável qualquer participação nos fatos investigados e evidencia equívoco da acusação”.

Já os investigados Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho alegam que o fato de terem vínculo familiar com os demais denunciados não poderia “ser confundido com participação criminosa, sendo inaceitável que a simples proximidade afetiva sirva de fundamento para uma acusação desta magnitude”.

“A Defesa, diante da acusação apresentada, adotará todas as medidas processuais cabíveis para demonstrar a fragilidade da narrativa acusatória e a improcedência das imputações atribuídas aos constituintes, confiando que, ao final da regular instrução processual, a verdade dos fatos será devidamente reconhecida pelo Poder Judiciário”, escreveu Bruno Ferullo.

A Agência Brasil também procurou a defesa de Deolane Bezerra, mas não teve sucesso e está aberta a acrescentar seu posicionamento.

Fonte: Agência Brasil

Delegado pede ao STF para ouvir Bolsonaro sobre arma apreendida

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) solicitou nesta quinta-feira (17) autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para intimar e tomar o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro no caso da arma de fogo encontrada com um de seus seguranças. O caso é investigado pela 17ª Delegacia de Polícia. 

Em ofício enviado ao Supremo, o delegado Thiago Boing, responsável pela investigação, informou que tentou intimar Bolsonaro, mas foi impedido pela equipe de segurança do ex-presidente. 

“Esclarece-se que a tentativa de cumprimento da intimação pessoal restou infrutífera, uma vez que a equipe de escolta responsável não permitiu a efetivação do ato, impossibilitando a ciência pessoal do intimando”, relatou o delegado.

O ex-presidente está em prisão domiciliar desde o dia 24 de março, quando deixou o Hospital DF Star, em Brasília, após ser internado para tratar um quadro de pneumonia bacteriana.

Se for autorizado pelo STF, o depoimento de Bolsonaro está marcado para a próxima quarta-feira (24), às 15h, por videoconferência.

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A arma foi apreendida às 23h30 da segunda-feira (15), quando um Honda Civic foi parado em um ponto de bloqueio no Pistão Norte, em Taguatinga. Na abordagem, o motorista se identificou como servidor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) e disse que a arma pertencia ao ex-presidente.

Durante a blitz, também foi localizado um carregador sobressalente da pistola, modelo Glock 9 milímetros (mm). O motorista foi conduzido até uma delegacia, onde afirmou que a arma lhe foi entregue em razão de uma pane. 

Em depoimento, ele relatou ainda que retirou a pistola no próprio dia 15 com a finalidade de fazer o reparo e que o armamento seria devolvido no dia seguinte.

Na quarta-feira (17), a defesa de Bolsonaro reconheceu que o ex-presidente é proprietário da arma, que foi deixada com o segurança para ser levada para conserto. Segundo os advogados, o ex-presidente não está proibido de manter a arma em casa.

 

Fonte: Agência Brasil

África do Sul sofre gol aos 6 min, reage e empata com República Tcheca

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O gol mais rápido da Copa do Mundo de 2026 aconteceu nesta quinta-feira (18), nos primeiros seis minutos do jogo entre a República Tcheca e a África do Sul, em Atlanta, nos Estados Unidos. O atacante tcheco Michael Sadílek abriu o placar, que terminou em 1 a 1. As duas seleções seguem com chances de classificação para a próxima rodada do torneio.

>> Copa 2026: jogos desta quinta-feira abrem 2ª rodada da fase de grupos

O lance que levou ao gol mais rápido começou quando Sadílek recebeu um passe dentro da área e não perdeu a chance, cara a cara com o gol. Aos 27 anos, ele fez seu primeiro gol na competição, depois de uma triangulação com Adam Hložek.

A África do Sul tentou vários contra-ataques para igualar o placar na primeira parte do jogo. A melhor chance veio nos cinco minutos finais, quando Thapelo Maseko chutou para o gol, já na prorrogação. Mal batida, a bola escapou para fora.

Antes, aos 38 minutos, ao tentar sair para o jogo, os Bafana Bafana se arriscaram. O goleiro sul-africano, Ronwen Williams, devolveu a bola para a defesa, que, em um lance mal feito, tentou o corte, mas quase colocou a bola nos pés do ataque adversário.

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Empate no segundo tempo

Na segunda etapa, Williams, um dos líderes do time, impediu a República Tcheca de ampliar o placar e fez uma bela defesa do tiro de Lukas Cerv, aos 47 minutos. Na batida de escanteio ensaiada, o camisa 10 tcheco, Patrik Schick, também parou no sul-africano.

Tirando vantagem da altura dos jogadores — dez tchecos têm mais de 1,90 metro — os europeus tentaram várias jogadas aéreas. Em uma delas, o meio-campista Ladislav Krejčí, aos 53 minutos, quase acerta. Os Bafana estavam em desvantagem nesse quesito, sendo uma das seleções de menor estatura, com média de 1,78 m.

Aos 60 minutos, os sul-africanos encontraram mais espaço e conseguiram fazer o gol de empate na marcação de um pênalti. Maseko avançava pela direita, quando foi interrompido pelo braço de Pavel Sulc. A árbitra marcou o pênalti, e o chute de Teboho Mokoena foi certeiro, empatando o jogo em Atlanta.

Com o resultado, subiu a tensão em busca de uma melhor classificação no Grupo A. E sobraram contra-ataques de ambos os lados do campo. A Tchéquia, que havia recuado e investido na defesa, voltou a atacar, mas não encontrou facilidade. Já os Bafana, reagindo, até tiveram boas chances de gol, mas não conseguiram marcar.

Arbitragem feminina

A partida entre África do Sul e República Tcheca, a primeira da segunda rodada da Copa do Mundo, teve a peculiaridade de ser apitada por uma mulher.

 


Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Czech Republic v South Africa - Atlanta Stadium, Atlanta, Georgia, U.S. - June 18, 2026 Referee Tori Penso gestures during the match REUTERS/Siphiwe Sibeko     TPX IMAGES OF THE DAY
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Czech Republic v South Africa - Atlanta Stadium, Atlanta, Georgia, U.S. - June 18, 2026 Referee Tori Penso gestures during the match REUTERS/Siphiwe Sibeko     TPX IMAGES OF THE DAY

A norte-americana Tori Penso atuou ao lado das assistentes, as também estadunindeses Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt. Na Copa de 2022, no Catar, a francesa Stéphanie Frappart já tinha apitado um jogo, em uma equipe formada pela árbitro brasileira Neuza Back e a mexicana Karen Díaz Medina, como assistentes.

Na última rodada da fase de grupos a Tcheca enfrenta o México, quarta-feira (24), na Cidade do México, no México, enquanto a África do Sul pega a Coreia, na mesma data, na cidade mexicana Monterrey.

Fonte: Agência Brasil

Brasil garante seleções da ginástica artística no Mundial da Holanda

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As seleções masculina e feminina de ginástica artística estão classificadas para o Mundial da modalidade, que será realizado entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda. As vagas foram asseguradas no Campeonato Pan-Americano, que ocorre até domingo (21), no Rio de Janeiro.

O evento no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, que começou nesta quarta-feira (17), marcou a volta da campeã olímpica Rebeca Andrade às competições após 20 meses.

A ginasta de 27 anos alcançou a melhor pontuação do salto, com média de 14.459 pontos, após 14.533 de nota na primeira tentativa e 14.166 na segunda. Ela se classificou para a final do aparelho, neste domingo, às 9h30 (horário de Brasília).

“Consegui voltar no alto nível de novo. Mesmo sem ter feito os meus dois saltos mais difíceis, é algo que me orgulha bastante”, afirmou Rebeca.

“Ter toda essa torcida foi maravilhoso, senti todo esse carinho, senti todo esse calor, aquele friozinho na barriga que fazia um tempo que eu não sentia”, comemorou a ginasta, ouro nos Jogos de Tóquio (Japão) e Paris (França) e maior medalhista olímpica brasileira, em depoimento à Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

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Atletas da Seleção Brasileira de Ginástica. Foto: MeloGym/CBG
Atletas da Seleção Brasileira de Ginástica. Foto: MeloGym/CBG

Seleção Brasileira feminina de ginástica artística. Foto; MeloGym/CBG

Competições

Além de Rebeca, o Brasil terá representantes nas finais das barras assimétricas (Gabriela Bouças e Sophia Weisberg), da trave (Thais Fidélis e Julia Soares – que alcançaram as duas melhores notas do aparelho) e do solo (Sophia e Thaís). As duas últimas ainda vão disputar medalhas nesta sexta-feira (19), a partir de 9h, no individual geral.

Para competição por equipes, cada país elencou no máximo quatro ginastas por aparelho, valendo a somatória das três melhores notas em cada.

O Brasil acumulou 157.796 pontos, garantindo a medalha de prata. Os Estados Unidos ficaram com o ouro (161.628 pontos). O Canadá (156.997) completou o pódio. Argentina (154.397) e México (151.096) também se credenciaram ao Mundial.

No masculino, a seleção brasileira ficou na quarta colocação e assegurou a última vaga mundialista. Na somatória dos aparelhos, o Brasil obteve 234.927 pontos, ficando atrás de Canadá (243.026), Colômbia (241.594) e Estados Unidos (235.961), que ocuparam o pódio.

 


Seleção Brasileira de Ginástica. Foto: Ivan Carvalho/CBG
Seleção Brasileira de Ginástica. Foto: Ivan Carvalho/CBG

Seleção brasileira masculina de ginástica artística . Foto: Ivan Carvalho/CBG – Ivan Carvalho/CBG

O país terá dois ginastas competindo por medalhas na sexta, nas disputas do individual geral: Diogo Soares e Vitaliy Petrov. O primeiro também se classificou para as finais por aparelho do cavalo com alças, das barras paralelas (ao lado de Caio Souza) e da barra fixa (com Arthur Nory). Já Vitaliy decidirá um lugar no pódio no solo.

“Estávamos o tempo inteiro pensando na composição da equipe para conseguirmos essa vaga para o Mundial, e agora ela é nossa. Fizemos nossa parte”, destacou Nory, bronze no solo na Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, à assessoria de imprensa da CBG.

O Mundial de Roterdã classifica as três melhores equipes masculinas e as três melhores do feminino diretamente à Olimpíada de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028. Nos Jogos de Paris, em 2024, o Brasil conquistou uma histórica medalha de bronze entre as mulheres. O quinteto responsável pelo feito inédito reuniu Rebeca Andrade, Flávia Saraiva, Jade Barbosa, Júlia Soares e Lorrane Oliveira.

Fonte: Agência Brasil

Estreito de Ormuz terá gestão definida por Irã, Omã e países do Golfo 

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O primeiro item do memorando de entendimento negociado entre o Irã e os Estados Unidos (EUA) prevê o fim “imediato e permanente” das guerras travadas, atualmente, por Israel no Líbano e na Faixa de Gaza.

A íntegra do texto, com 14 pontos, foi divulgada pela mídia estatal iraniana e por veículos de imprensa dos EUA. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, também publicou a cópia do documento em uma rede social.

O documento estabelece que a gestão do Estreito de Ormuz será definida entre Omã, Irã e países do Golfo Pérsico; que haverá o levantamento de todas as sanções aplicadas contra o país persa; e que Teerã se compromete a não desenvolver armas nucleares, com supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) da ONU.

O texto, que seria assinado nesta sexta-feira (19), em Genebra, na Suíça, já foi assinado remotamente, segundo informou o Paquistão, que intermediou o acordo. Irã e EUA comprometem-se a respeitar “a soberania e a integridade territorial um do outro e a abster-se de interferir nos assuntos internos um do outro”.

O documento prevê ainda um prazo de 60 dias para um “acordo final”; o fim do bloqueio naval imposto por Washington contra Irã;  e previsão de plano com US$ 300 bilhões para reconstrução do país persa.

Todos os compromissos estão vinculados ao acordo final que deve ser costurado no prazo de dois meses, que pode vir a ser prorrogado. Porém, estão previstas para valer imediatamente o fim das guerras em todas as frentes, o levantamento do bloqueio naval dos EUA e a liberação de fundos do Irã bloqueados pelos EUA, assim como a passagem por Ormuz “livre e gratuita” por 60 dias.

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Fim das guerras

“Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã e seus aliados na atual guerra, ao assinarem este Memorando de Entendimento, declaram o término imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, inclusive no Líbano”, diz o documento.

O primeiro ponto do acordo acrescenta ainda que Irã e EUA “comprometem-se, a partir de agora, a não iniciar qualquer guerra ou operação militar uns contra os outros, a abster-se da ameaça ou do uso da força uns contra os outros e a garantir a integridade territorial e a soberania do Líbano”.

Estreito de Ormuz

O item do memorando sobre o Estreito de Ormuz afirma que o Irã permitirá, em 60 dias, a passagem segura e gratuita por onde transitavam, antes da guerra, cerca de 20% do petróleo mundial. Porém, a gestão do Estreito será definida pelos países da região. 

“A República Islâmica do Irã dialogará com o Sultanato de Omã para definir a futura administração e os serviços marítimos no Estreito de Ormuz, em conjunto com outros Estados litorâneos do Golfo Pérsico, em conformidade com o direito internacional aplicável e os direitos soberanos dos Estados costeiros do Estreito de Ormuz”, diz o documento.

Confirma a íntegra do acordo publicado nas mídias iranianas e norte-americanas:

Memorando de Entendimento de Islamabad entre os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã 

  • Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã e seus aliados na atual guerra, ao assinarem este Memorando de Entendimento, declaram o término imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, inclusive no Líbano, e comprometem-se, a partir de agora, a não iniciar qualquer guerra ou operação militar uns contra os outros, a abster-se da ameaça ou do uso da força uns contra os outros e a garantir a integridade territorial e a soberania do Líbano. O acordo final confirmará o término permanente da guerra em todas as frentes, inclusive no Líbano, e as demais disposições deste parágrafo.
  • Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã comprometem-se a respeitar a soberania e a integridade territorial um do outro e a abster-se de interferir nos assuntos internos um do outro.
  • Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã comprometem-se a negociar e a alcançar um acordo final em, no máximo, 60 dias, prazo prorrogável mediante consentimento mútuo.
  • Imediatamente após a assinatura deste Memorando de Entendimento, os Estados Unidos da América iniciarão a remoção do bloqueio naval e de quaisquer perturbações ou impedimentos contra a República Islâmica do Irã, encerrando-o completamente em 30 dias. Durante esse período, o tráfego de embarcações será proporcional ao volume de tráfego pré-guerra que a República Islâmica do Irã estiver restaurando. Os Estados Unidos da América comprometem-se ainda a retirar suas forças das proximidades da República Islâmica do Irã em até 30 dias após a assinatura do acordo final.
  • Após a assinatura deste Memorando de Entendimento, a República Islâmica do Irã envidará todos os esforços para garantir a passagem segura e gratuita de embarcações comerciais, por um período de 60 dias, do Golfo Pérsico para o Mar de Omã e vice-versa. O tráfego de embarcações comerciais terá início imediato e, considerando a necessidade de remoção dos obstáculos técnicos e militares e de desminagem por parte da República Islâmica do Irã, será totalmente restabelecido em 30 dias. A República Islâmica do Irã dialogará com o Sultanato de Omã para definir a futura administração e os serviços marítimos no Estreito de Ormuz, em conjunto com outros Estados litorâneos do Golfo Pérsico, em conformidade com o direito internacional aplicável e os direitos soberanos dos Estados costeiros do Estreito de Ormuz.
  • Os Estados Unidos da América comprometem-se, em conjunto com parceiros regionais, a desenvolver um plano definitivo e mutuamente acordado, com um orçamento mínimo de 300 bilhões de dólares, para a reconstrução e o desenvolvimento econômico da República Islâmica do Irã. O mecanismo para a implementação deste plano será finalizado como parte de um acordo definitivo dentro de 60 dias. Todas as licenças, isenções e permissões necessárias para as transações financeiras pertinentes serão concedidas pelos Estados Unidos da América.
  • Os Estados Unidos da América comprometem-se a extinguir todos os tipos de sanções contra a República Islâmica do Irã, incluindo as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, ou seja, as resoluções do Conselho de Governadores da AIEA, e todas as sanções unilaterais dos EUA, primárias e secundárias, em um cronograma previamente acordado, como parte do acordo final. A República Islâmica do Irã e os Estados Unidos da América reconhecem a importância crucial da questão da extinção das sanções acima mencionada e expressaram sua intenção de abordar imediatamente essas questões nas negociações, a fim de alcançar um acordo mútuo sobre elas.
  • A República Islâmica do Irã reafirma que não adquirirá nem desenvolverá armas nucleares. Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã concordaram em resolver a questão do destino do material enriquecido estocado, de acordo com um mecanismo que será mutuamente acordado, em conformidade com o cronograma mencionado no Parágrafo Sete, sendo a metodologia mínima a diluição no local, sob a supervisão da AIEA. As duas partes também concordaram em discutir a questão do enriquecimento e outros assuntos mutuamente acordados relacionados às necessidades nucleares da República Islâmica do Irã, com base em uma estrutura satisfatória a ser acordada no acordo final. O acordo final confirmará as disposições deste parágrafo. Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã reconhecem a importância crítica das questões nucleares acima mencionadas e expressam sua intenção de abordar imediatamente essas questões nas negociações, a fim de alcançar um acordo mútuo sobre elas
  • Enquanto aguarda-se o acordo final, os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã concordam em manter o status quo. A República Islâmica do Irã manterá o atual status quo de seu programa nuclear, e os Estados Unidos da América não imporão novas sanções nem enviarão tropas adicionais para a região
  • Os Estados Unidos da América comprometem-se a que, imediatamente após a assinatura deste Memorando de Entendimento e até ao término das sanções, o Departamento do Tesouro dos EUA emitirá isenções para a exportação de petróleo bruto iraniano, produtos petrolíferos e derivados, bem como todos os serviços associados, incluindo transações bancárias, seguros, transporte, etc
  • Os Estados Unidos da América comprometem-se a disponibilizar integralmente para uso os fundos e ativos congelados ou restritos da República Islâmica do Irã após a implementação deste Memorando de Entendimento. Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã acordarão mutuamente os procedimentos relativos à liberação desses fundos durante as negociações. Tais fundos, sejam eles mantidos na conta original ou transferidos, deverão ser disponibilizados integralmente para pagamento a qualquer beneficiário final designado pelo Banco Central da República Islâmica do Irã. Os Estados Unidos da América comprometem-se a emitir todas as licenças e autorizações necessárias para tal
  • Os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã concordam que será estabelecido um mecanismo executivo para monitorar a implementação bem-sucedida deste Memorando de Entendimento e o cumprimento futuro do acordo final
  • Após a assinatura deste Memorando de Entendimento e sujeito ao início da implementação dos Parágrafos 1, 4, 5, 10 e 11 deste Memorando de Entendimento e à implementação contínua dessas medidas, os Estados Unidos da América e a República Islâmica do Irã iniciarão negociações relativas ao acordo final exclusivamente sobre os demais parágrafos
  • O acordo final será ratificado por uma resolução vinculativa do Conselho de Segurança da ONU.

Fonte: Agência Brasil

Receita paga lote especial de restituição automática em julho

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A Receita Federal pagará, em 15 de julho, um lote especial de restituição automática do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). A medida contempla contribuintes que tiveram imposto retido na fonte ao longo de 2024, mas não se enquadram nos critérios de obrigatoriedade de entrega da declaração.

A consulta poderá ser feita a partir do dia 8 de julho, por meio do serviço Meu Imposto de Renda, no site ou no aplicativo da Receita Federal.

O pagamento será feito exclusivamente em conta vinculada à chave Pix do tipo CPF.

O lote especial é destinado a contribuintes que não precisaram declarar, mas tiveram imposto retido em 2024. Serão pagas restituições de até R$ 1 mil. Cerca de 4 milhões de pessoas podem ser contempladas nessa iniciativa piloto, com liberação aproximada de R$ 500 milhões em restituições.

Em nota, a Receita Federal informou que a geração das declarações está ocorrendo de forma gradual desde segunda-feira (15), “podendo se estender por alguns dias, considerando o volume estimado de cerca de 4 milhões de contribuintes”.

Fonte: Agência Brasil