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Oscar "uniu o país em torno das quadras", diz Lula

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nesta sexta-feira (17), em sua rede social, mensagem de pesar pela morte de Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro e que morreu hoje

Lula disse que o ex-jogador foi um “exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção” e “uniu o país em torno das quadras, com arremessos inesquecíveis e liderança indiscutível”. 

“Sua dedicação elevou o nome do país e fez dele inspiração para gerações de atletas e amantes do esporte. Neste momento de pesar, deixo minha solidariedade à família, aos amigos e à legião de fãs que ele conquistou no esporte”, afirmou o presidente.

Na seleção principal de basquete do Brasil, Oscar, conhecido como Mão Santa, foi campeão sul-americano e ganhou medalha de bronze. Em 1979, ganhou um dos títulos mais importantes de sua carreira: a Copa William Jones, o mundial interclubes de basquete. No ano seguinte, disputou sua primeira Olimpíada, em Moscou. 

Disputou outras quatro olimpíadas: Los Angeles (1984), Seul (1988), Barcelona (1992) e Atlanta (1996), sempre se destacando como cestinha da competição. Em 2003, Oscar se aposentou das quadras. 

Morte

Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial, faleceu nesta sexta-feira (17), em Santana de Parnaíba (SP), na Grande São Paulo.

De acordo com a prefeitura de Santana de Parnaíba, Oscar passou mal em sua residência e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) pelo Serviço de Resgate, “já em parada cardiorrespiratória (PCR), chegando à unidade sem vida”.

Segundo a assessoria do atleta, a despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento. O atleta enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos.

Fonte: Agência Brasil

Novo lança a pré-candidatura de Eduardo Moura a Deputado Federal

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O partido Novo de Penrmabuco lança a pré-candatura o vereador Eduardo Moura para Deputado Federal em evento no Recife.

Clique no link abaixo e assista as entrevistas.

https://www.youtube.com/watch?v=jZE380XjdvM

Irã pode fechar Estreito de Ormuz se bloqueio naval dos EUA persistir

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A Agência Tasnim, ligada ao Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (CGRI) , informou que se o bloqueio naval dos Estados Unidos (EUA) continuar, o Estreito de Ormuz voltará a ser fechado, prejudicando a comercialização de 20% da produção de petróleo no mundo.

Para os iranianos, a permanência dos navios estadunidenses na região é violação do acordo de cessar-fogo. As embarcações bélicas dos EUA podem prejudicar exportações e importações do Irã.

Navios norte-americanos estão posicionados no Oceano Índico a uma distância do Estreito de Ormuz de onde podem interceptar eventuais ataques do Irã.

Em postagem em rede social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o bloqueio naval contra o Irã permanecerá em pleno vigor “até que nossas negociações sejam 100% concluídas.”

Além do fim do bloqueio naval, a liberação do Estreito de Ormuz está condicionada 

  • À proibição de passagem de navios militares e de navios de carga de países considerados hostis
  • Ao trânsito exclusivo das embarcações na rota designada pelo Irã
  • À coordenação do CGRI

O cessar-fogo dos ataques de Israel ao Líbano, determinado por Donald Trump após exigência do Irã, também foi condição fundamental para a reabertura do Estreito de Ormuz.

Após o fracasso das negociações de paz no Paquistão no último fim de semana, os EUA anunciaram bloqueio naval contra os portos iranianos.

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A eficiência desse bloqueio às exportações e importações iranianas é contestada. Três petroleiros iranianos, transportando 5 milhões de barris de petróleo bruto, deixaram o Golfo Pérsico pelo Estreito de Ormuz em meio ao bloqueio dos EUA, informou a empresa de rastreamento de navios Kpler à agencia francesa AFP.

Fonte: Agência Brasil

Douglas Ruas é eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio

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O deputado estadual Douglas Ruas (PL) foi eleito, na manhã desta sexta-feira (17), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em meio a uma sessão com tentativas de obstrução. No plenário, dos 45 parlamentares presentes à votação, 44 foram a favor e uma abstenção.

Os partidos de oposição PSD, MDB, Podemos, PR, PSB, Cidadania, PCdoB e PSOL ficaram de fora da sessão por discordarem da realização do pleito por voto aberto. A alegação era de que parlamentares poderiam sofrer pressões e retaliações políticas e, por isso, defendiam a votação secreta.

Ao todo, 25 deputados estaduais não participaram da votação. A abstenção foi do deputado Jari Oliveira (PSB).

Mesmo sendo da oposição, Oliveira participou da votação por meio remoto, mas apenas para votar em Dr Deodalto para 2º secretário da mesa diretora. Deodalto foi eleito com 45 votos.

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A intenção dos partidos de oposição tinha sido derrubada, quando em decisão desta quinta-feira (16), o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) rejeitou o pedido do PDT para que a sessão fosse com votação secreta.

“Votaram 45 deputados, 44 votos sim e uma abstenção. Para a presidência, o meu irmão Douglas Ruas está eleito e empossado como presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Peço que o mesmo venha assumir a presidência”, disse o deputado Guilherme Delaroli (PL).

Delaroli estava no exercício da presidência da Casa, desde o afastamento do então presidente Rodrigo Bacellar, que chegou a ser preso por vazar informações sigilosas da Operação Unha e Carne, que investiga o ex-deputado estadual TH Joias por ligações com o Comando Vermelho.

Em março 27 de março deste ano, Bacellar voltou a ser preso pela Polícia Federal. Antes disso, em dezembro de 2025, já havia sido levado à prisão, mas foi solto por decisão do plenário da Alerj.

>>STF tem maioria para manter cassação do ex-deputado Rodrigo Bacellar

Douglas Ruas

Em discurso após assumir a presidência da Alerj, Douglas Ruas, restringiu as suas críticas ao PSD e ao PDT por tentarem impedir a votação aberta, considerada por ele como mais democrática.

O novo presidente da Alerj disse ainda que o Rio de Janeiro, nos últimos dias, passava por um cenário jamais visto com interinidade nos três poderes.

“No governo do estado do Rio de Janeiro, também interinidade no Judiciário, tendo em vista que o presidente daquele poder [desembargador Ricardo Couto] está exercendo cargo de governador, e lá está a desembargadora [Suely Lopes Magalhães] de forma interina conduzindo aquele poder e também tínhamos uma interinidade no poder legislativo”, afirmou.

Ruas disse ainda que será presidente dos 70 deputados que compõem o quadro de parlamentares da Alerj. “Agradeço a cada um dos senhores e senhoras deputados e deputadas que confiaram a mim essa missão, que não é uma missão individual e, sim, coletiva, construída através do diálogo, buscando sempre as soluções em favor da população do estado do Rio de Janeiro”, disse.

Ruas já tinha sido eleito para o cargo em votação rápida da Alerj, mas em decisão da presidente em exercício do TJRJ, a eleição foi anulada por considerar que o processo eleitoral só poderia ser deflagrado após a retotalização dos votos nos parlamentares pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), após a cassação do mandato de Rodrigo Bacellar.

Saiba mais sobre o imbróglio político do Rio de Janeiro no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Fonte: Agência Brasil

Morte de equipe da Band expõe precarização do jornalismo, diz Fenaj

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A morte de um cinegrafista e uma repórter da equipe da Band em Minas Gerais, nesta semana, expõe riscos do acúmulo de função e da precarização do jornalismo, defenderam em nota A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG).

Na última quarta-feira (15), o repórter cinematográfico Rodrigo Lapa e a repórter Alice Ribeiro foram vítimas de um acidente de carro na rodovia BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, enquanto voltavam de uma pauta jornalística. Quem dirigia o carro era o próprio cinegrafista, o que configura acúmulo e desvio de função, na avaliação das entidades. 

Rodrigo morreu ainda no local e Alice teve morte cerebral confirmada na quinta-feira (16). Ela era mãe de um bebê de 9 meses. 

“Profissionais responsáveis pela captação de imagens jornalísticas vêm sendo sobrecarregados com tarefas que não lhes cabem, como a condução de veículos, o que amplia significativamente os riscos, especialmente em rodovias perigosas e em jornadas exaustivas”, diz trecho da nota.

As entidades da categoria manifestaram pesar pelas mortes e prestaram solidariedade com familiares, amigos e colegas de trabalho. Porém, ressaltaram que o acontecimento acende alerta sobre as condições de trabalho no setor.

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De acordo com a nota, apesar de os motivos do acidente ainda estarem sendo investigados, é importante destacar a constante situação de vulnerabilidade e risco em que os trabalhadores da área de jornalismo se encontram. A redução de equipes e a imposição da multifunção contribuem para esse cenário. 

Fenaj e o SJPMG cobram a atuação do Ministério Público do Trabalho (MPT) para investigar as condições de trabalho nas empresas de comunicação. Também exigem medidas para garantir equipes completas e condições seguras para o exercício da atividade jornalística.

“A defesa do jornalismo passa, necessariamente, pela valorização e proteção de quem o exerce”, encerra a nota.

Procurada pela reportagem da Agência Brasil, a Band ainda não se manifestou sobre as críticas das entidades. O espaço continua aberto a manifestações da empresa.

Confira reportagem sobre a morte da jornalista da Band, Alice Ribeiro, no Repórter Brasil

Fonte: Agência Brasil

STF determina o retorno de Monique Medeiros à prisão

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu nesta sexta-feira (17) a prisão preventiva de Monique Medeiros, acusada de participação no homicídio de Henry Borel, aos 4 anos de idade, em 2021. 

Monique, mãe da criança e o ex-namorado Jairo dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, estão sendo julgados pelo crime. 

A decisão proferida atendeu reclamação proposta pelo pai de Henry, Leniel Borel de Almeida Junior, assistente de acusação na ação penal. Ele questionou a decisão do 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro que revogou a prisão preventiva de Monique Medeiros por excesso de prazo.

A Procuradoria-Geral da República manifestou a necessidade de restabelecer a medida cautelar. 

O documento da PGR encaminhado ao ministro Gilmar Mendes reconhece que o relaxamento da prisão de Monique pelo 2º Tribunal do Júri, em março, “importa em violação à autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal que, em análise de mérito para o mesmo caso, restabeleceram a segregação para garantia da ordem pública e conveniência da instrução”. 

Para o ministro Gilmar Mendes, ao revogar a prisão preventiva, o juízo fluminense não observou a razão de decidir contida no acórdão da Corte, proferido no recurso extraordinário com agravo. 

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Além disso, o ministro explicou que o suposto excesso de prazo da prisão decorreu exclusivamente de manobra de defesa técnica de um dos corréus para esvaziar a sessão de julgamento. A conduta, inclusive, foi reprovada em primeira instância como atentatória à dignidade da Justiça. 

“Quando o retardo da marcha processual decorre de atos da própria defesa ou de incidentes por ela provocados, resta afastada a configuração de constrangimento ilegal”, afirmou o ministro Gilmar Mendes. 

Ao determinar o restabelecimento da prisão preventiva, Gilmar Mendes reforçou à Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap) que adote as medidas cabíveis para preservar o direito à integridade física e moral de Monique Medeiros. 

O caso

O menino Henry Borel morreu na madrugada de 8 de março de 2021. Ele foi levado ao Hospital Barra d’Or pela mãe, Monique Medeiros, e pelo padrasto, o ex-vereador Dr. Jairinho, já sem vida, apresentando múltiplas lesões indicativas de agressão e tortura.

No depoimento à Justiça, Monique relatou que acordou de madrugada, por volta de 3h30, com o barulho da TV, tendo se levantado e ido ao quarto do filho, encontrando-o deitado no chão, com mãos e pés gelados e olhos revirados. 

“Quando abri a porta do quarto, o encontrei deitado no chão. Peguei meu filho, botei em cima da cama. Estranhei. As mãos e os pés dele estavam muito geladinhos. Chamei o Jairinho. Ele enrolou meu filho numa manta e fomos ao hospital”, disse em depoimento. 

As médicas do hospital Barra d’Or, que atenderam o menino, garantiram à polícia que ele já chegara morto à unidade de saúde. 

As investigações mostraram, por meio das imagens da câmera do elevador, que mostram Monique e Jairinho levando Henry ao hospital e que o menino já estava morto ao deixar o apartamento do vereador. 

Um laudo do Instituto Médico Legal concluiu que Henry tinha lesões no crânio, ferimentos internos e hematomas nos membros superiores. 

O pai de Henry, Leniel Borel, que clama por Justiça há 5 anos, traçou um perfil do casal. 

“Na verdade, o Jairo é um sádico. Ele é um psicopata, mas ele é consciente, com nível superior, médico. Ele não fazia sem consciência, não. Eu estou falando de um vereador com cinco mandatos, que tinha prazer em agredir crianças”, diz. 

“Hoje, eu ouso dizer que o Jairo só foi morar com a Monique por causa do Henry. Isso pra mim é terrível. Como a gente pode explicar um adulto que pode agredir uma criança, um anjo, uma criança indefesa”, destacou Leniel Borel. 

Ele criticou também a mãe de Henry, Monique Medeiros. “Uma mãe que sabia das agressões e nada fez. Hoje eu falo que a Monique é muito pior do que o Jairo. Foram vários cenários, o Jairo dando banda, dando cascudo na criança, agredindo. O Henry desesperado. Quando ele via o Jairo, vomitava”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil

Ministério do Esporte lamenta morte de Oscar: "Inspirou gerações"

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O Ministério do Esporte divulgou nota em que lamenta a morte de Oscar Schmidt, nesta sexta-feira (17), aos 68 anos.

Lenda do basquete mundial e conhecido mundialmente como “Mão Santa”, a pasta relembra a carreira de conquistas e marcas históricas de Oscar, que foi o segundo maior pontuador da história do basquete, com 49.973 pontos, e o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.

O ministério cita que Oscar levou o Brasil para o cenário esportivo internacional, “como também inspirou gerações de atletas e apaixonados pelo basquete, tornando-se um símbolo de talento, dedicação e amor ao esporte”.

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No último dia 8 de abril, Oscar foi homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) e seu nome foi incluído no Hall da Fama da entidade. Ele também faz parte do Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete (FIBA).

“Oscar, o nosso querido ‘Mão Santa’ teve uma trajetória esportiva que encheu de orgulho a todos os brasileiros. Com seu desempenho nas quadras do Brasil e do mundo, conseguiu dar ao basquete brasileiro uma visibilidade única. Nesse momento de tristeza para o esporte brasileiro, nos solidarizamos com a família, com os amigos e com os fãs desse grande atleta que jamais será esquecido por nós”, disse o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, na nota. 

Segundo a Prefeitura de Santana de Parnaíba (SP), onde o ex-jogador morreu, Oscar passou mal em sua residência e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) pelo Serviço de Resgate, “já em parada cardiorrespiratória (PCR), chegando à unidade sem vida”. O atleta enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos.

Fonte: Agência Brasil

Mulheres Incríveis: autoras são homenageadas em lançamento de obra com histórias de superação

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A Câmara Legislativa realizou sessão solene, na noite dessa quinta-feira (16), para o lançamento do livro “Mulheres Incríveis III – Lugar de mulher é onde ela quiser”. A obra reúne histórias de superação e transformação social contadas por 41 coautoras que conciliam múltiplos papéis, como mães, profissionais, terapeutas, empreendedoras, líderes e agentes de mudança.

Durante a solenidade, que ocorreu na sala de comissões da CLDF, as autoras foram homenageadas com moções de louvor em reconhecimento às histórias de vida femininas marcadas pela dedicação, coragem e compromisso com a transformação social. O lançamento fez parte da 3ª edição do Mulheres Incríveis, projeto que incluiu ciclo de palestras realizada pelas autoras durante a tarde no auditório da CLDF.

Autor da sessão solene, o deputado Ricardo Vale (PT) parabenizou as participantes na abertura do evento, ressaltando que elas se tornaram referência para outras mulheres. “Vocês são exemplos para a nossa sociedade: exemplo de superação, de vitória, de luta, então eu tenho muito orgulho de participar aqui hoje e desejo do fundo do meu coração sucesso para vocês”, afirmou o distrital. Para ele, a luta contra o machismo não é apenas das mulheres: “Eu acredito muito que nós só vamos diminuir a violência que existe hoje na sociedade contra as mulheres, o preconceito, com a participação dos homens”.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF 

 

Vale também destacou duas leis de sua autoria sobre a pauta: a Lei 5.806/2017, que visa valorizar as mulheres e combater o machismo nas escolas; e a Lei 7.264/2023, que obriga agressores de mulheres a ressarcirem os custos públicos de atendimento à vítima. “Nosso mandato é solidário à luta das mulheres”, frisou. Ainda segundo o parlamentar, são registradas diariamente 60 ocorrências de violência doméstica nas delegacias do DF.

A empreendedora e diretora do Instituto Mulheres Incríveis, Janaína Graciele, contou parte da sua luta de superação. “Você ter três filhos para criar, sem saber de onde tirar o sustento do dia. Você ter de escolher entre tomar café e almoçar. Eu passei por isso. Não faz muito tempo, não.” Ela disse que foi formada pela “faculdade da vida, que é a mais difícil”, e que se supera a cada dia. “Mesmo assim, eu ainda tenho coragem para estar com esse projeto, para ajudar essas mulheres, porque a minha força é a força de várias mulheres.”, ressaltou.

Outro relato de resistência e transformação foi o da gestora e empreendedora na área da saúde Maria Elane Araújo: “Enfrentei muito preconceito no início da minha vida, ainda como estudante aqui no DF, mas as coisas mudaram com muita garra, com muita luta, com muita dedicação”. Ao longo dos anos, com “muita batalha e com muito estudo”, ela afirma que foi “alçando novos patamares e alcançando lugares que nunca imaginei a cada etapa que foram surgindo”.

Bisneta de Cora Coralina, a advogada e fundadora do Grupo As Coras – Conexões Femininas, Gisela Salles disse que a poeta era uma mulher forte, que vivia “à frente do seu tempo”, mas que precisou criar uma identidade “para sobreviver”.
Como o exemplo da sua bisavó, ela contou que a própria história também foi de superação. “A minha vida mudou, hoje eu tenho voz. Eu sou empresária, sou gestora, e sou fundadora de um grupo que preza pelas conexões femininas. E essas conexões fortalecem tanto a gente. Então, só tenho a agradecer por fazer parte desse grupo das Mulheres Incríveis”.

Confira mais imagens em nosso flickr

Fonte: Agência CLDF

Atenção motoristas! Rodovias estaduais têm tráfego restrito no feriado de Tiradentes

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Feriado de Tiradentes tem tráfego restrito nas rodovias estaduais
Medida é válida das 7h às 20h para caminhões com três eixos ou mais e não afeta escoamento de cargas perecíveis ou vivas (Foto: Silvano Vital)

Motoristas de veículos pesados devem ficar atendos à restrição de tráfego em rodovias estaduais, de sábado (18/4) ao Dia de Tiradentes, celebrado na terça-feira (21/4). Aplicada pela Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), a medida é válida das 7h às 20h e afeta caminhões com três eixos ou mais ou aqueles que necessitem de escolta ou batedores. 

A norma, porém, não atinge veículos utilizados no transporte de cargas perecíveis — como frutas, verduras, carnes e leite — e cargas vivas. Estes veículos estão liberados para circular normalmente, mesmo durante os períodos de restrição. A fiscalização ficará a cargo do Comando de Policiamento Rodoviário (CPR/PMGO).

A determinação abrange 23 trechos de rodovias de pista simples e com duplo sentido. A restrição segue o padrão adotado pela Goinfra em feriados prolongados, com foco na redução de acidentes e na melhoria da trafegabilidade, diante do aumento de circulação pelo feriado prolongado.

Em casos de emergência nas rodovias, os condutores podem entrar em contato com o CPR por meio do telefone 198.

Rodovias estaduais:

  • GO-020 – Cristianópolis até o entroncamento com a GO-217 (Caldas Novas/Corumbaíba/divisa GO-MG)
  • GO-139 – Cristianópolis até o entroncamento com a GO-217 (Caldas Novas/Corumbaíba/divisa GO-MG)
  • GO-213 – Entroncamento com a GO-330, em Ipameri, até Caldas Novas
  • GO-217 – Entroncamento com a BR-153, em Piracanjuba, até o entroncamento com a GO-139
  • GO-330 – Vianópolis / Pires do Rio / Catalão / Três Ranchos
  • GO-431 – Entroncamento com a BR-153 até Pirenópolis
  • GO-338 – Entroncamento com a BR-060 (Abadiânia/Planalmira) até Pirenópolis
  • GO-225 – Entroncamento com a BR-414 (Corumbá) até Pirenópolis
  • GO-010 / GO-139 – Luziânia / Vianópolis até o entroncamento com a GO-217, em Piracanjuba
  • GO-507 – Entroncamento com a GO-213 até Rio Quente
  • GO-530 – Entroncamento com a GO-164 até Aruanã
  • GO-241 – Entroncamento com a BR-153 até Minaçu
  • GO-210 – Entroncamento com a BR-153 até Buriti Alegre
  • GO-118 – Divisa GO/DF até Alto Paraíso
  • GO-080 – Entroncamento com a BR-153 até Goianésia
  • GO-116 – Entroncamento com a BR-060 até Itiquira
  • GO-164 – Entroncamento com a BR-164 até São Simão
  • GO-206 – Entroncamento com a BR-364 até Lagoa Santa
  • GO-206 – Entroncamento com a BR-364 até o Parque Nacional das Emas
  • GO-441 – Entroncamento com a GO-050 até o Parque Estadual de Paraúna
  • GO-108 – Entroncamento com a BR-060 (Posse/Guarani) até o Parque Estadual de Terra Ronca
  • GO-239 – Entroncamento com a GO-164 até Bandeirante
  • GO-164 – cidade de Goiás até São Miguel do Araguaia

Fonte: Portal Goiás

Israel atacou 129 unidades de saúde no Líbano em 45 dias de guerra

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Os bombardeios de Israel contra o Líbano danificaram 129 unidades de saúde libanesas, com 100 profissionais de saúde assassinados e 233 feridos. O Ministério da Saúde do país ainda informou que 116 ambulâncias foram bombardeadas e seis hospitais precisaram ser fechados.

“Esses incidentes constituem uma grave violação do direito internacional humanitário e comprometem seriamente o acesso da população aos serviços de saúde”, diz comunicado do escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) de Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha) no Líbano.

O ataque contra infraestruturas civis e de saúde é considerado crime de guerra. Israel vinha ameaçando unidades de saúde alegando que elas eram usadas pelo Hezbollah. Organizações de direitos humanos questionam as acusações. 

Um aviso para evacuar dois hospitais em Beirute preocupou a Organização Mundial de Saúde (OMS).  


17/04/2026 - Uma das 116 ambulâncias destruídas por ataques israelenses. ONU alerta que esses incidentes são grave violação do direito internacional humanitário e comprometem seriamente o acesso da população aos serviços de saúde. Foto: Defesa Civil do Líbano 
17/04/2026 - Uma das 116 ambulâncias destruídas por ataques israelenses. ONU alerta que esses incidentes são grave violação do direito internacional humanitário e comprometem seriamente o acesso da população aos serviços de saúde. Foto: Defesa Civil do Líbano 

Os 45 dias de conflitos tirou a vida de 2.294 pessoas e deixou outros 7,5 mil feridos, sendo, pelo menos, 177 crianças mortas e 704 feridas, segundo cálculos provisórios do Ministério da Saúde libanês divulgados nesta sexta-feira (17).

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Estima-se ainda que, pelo menos, sete jornalistas foram alvos de ataques israelenses nessa fase da guerra no Líbano. 

O Conselho Nacional de Pesquisa Científica do Líbano (CNRS) calculou que 37,8 mil unidades habitacionais foram destruídas até o dia 12 de abril, quatro dias antes do cessar-fogo. A maior parte da destruição foi nos subúrbios da capital, Beirute.

“Isso representa aproximadamente 16% do total dos danos registrados durante as fases anteriores da guerra. Esses números destacam uma rápida intensificação da destruição, com uma proporção significativa dos danos cumulativos da guerra ocorrendo em um período muito curto”, diz o CNRS.   

No primeiro dia do cessar-fogo no Irã, Israel lançou um ataque massivo com o Líbano, em especial contra os subúrbios densamente povoados e áreas centrais da capital, causando a morte de mais de 300 pessoas em cerca de 10 minutos de bombardeios.  

O jornalista e especialista em geopolítica Anwar Assi, que conhece as regiões bombardeadas em Beirute, destacou à Agência Brasil que são áreas civis.

“Essa área é 100% civil. Mesmo os escritórios do Hezbollah são escritórios civis. Ou seja, pela lei internacional, não podem ser atacados. O subúrbio de Beirute não é uma área militarizada. Não tinha porquê bombardear aquelas áreas”, afirmou.

Com família no Líbano, Assi disse que as alegações de Israel de que tinham foguetes naquela região não são verdadeiras.

“Isso dá para ver pelos prédios destruídos, que lá não tinha foguete. O único motivo dos ataques foi para forçar o deslocamento dos moradores e criar uma pressão em cima da sociedade libanesa”, afirmou.

Mais de 1,2 milhão de pessoas foram deslocadas em decorrência de ordens de deslocamento em massa que abrangem cerca de 15% do país, segundo dados do Ocha.  

Para o especialista, o objetivo de Tel Aviv é criar milhares de deslocados que venham se voltar contra o Hezbollah. 

“Mas isso não está acontecendo, a maioria apoia a resistência. Mesmo os críticos do Hezbollah têm rejeitado uma guerra civil contra o grupo”, acrescentou.

O presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, reafirmou nesta sexta-feira que a unidade nacional e a paz civil são “uma linha vermelha” que não deve ser cruzada sob nenhuma circunstância, alertando que miná-las serve aos objetivos de Israel, segundo a Agência Nacional de Notícias do país.

Israel alega que ataca infraestrutura militar do Hezbollah, acusando ainda o grupo de usar infraestrutura civil para fins militares, o que é negado pela organização xiita. 


17/04/2026 -  Israel bombardeou a última ponte que restava sobre o Rio Litano, a Ponte de Qasmiyeh, isolando a região ao Sul do resto do país, impedindo a conexão entre as cidades de Tiro e Sidon. . Foto: Defesa Civil do Líbano 
17/04/2026 -  Israel bombardeou a última ponte que restava sobre o Rio Litano, a Ponte de Qasmiyeh, isolando a região ao Sul do resto do país, impedindo a conexão entre as cidades de Tiro e Sidon. . Foto: Defesa Civil do Líbano 

Sul do Líbano

O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirma que a operação no sul do Líbano busca criar uma zona despovoada até o Rio Litani, a cerca de 30 quilômetros da fronteira entre os dois países. 

Na quinta-feira (16), Netanyahu informou que estava tentando tomar a cidade de Bent Jbeil, de 30 mil habitantes.

Em março, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que não permitiram que as milhares de pessoas que fugiram do sul do Líbano retornassem às suas casas ao sul do Rio Litani. 

O deslocamento forçado de população civil é considerado outro crime de guerra.

No último dia antes do cessar-fogo, Israel bombardeou a última ponte que restava sobre o Rio Litani, a Ponte de Qasmiyeh, isolando a região ao sul do resto do país e impedindo a conexão entre as cidades de Tiro e Sidon. Em resposta, foi construída uma ponte provisória para permitir o retorno dos moradores.


Brasília (DF), 20/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Hussein Melhem, libanês naturalizado brasileiro, com sua esposa Cláudia Martins e filhas. Vivia na cidade de Tiro (ou Tyre), no litoral sul do Líbano. Foto: Hussein Melhem/Arquivo Pessoal
Brasília (DF), 20/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Hussein Melhem, libanês naturalizado brasileiro, com sua esposa Cláudia Martins e filhas. Vivia na cidade de Tiro (ou Tyre), no litoral sul do Líbano. Foto: Hussein Melhem/Arquivo Pessoal

O libanês-brasileiro Hussein Melhem, de 45 anos, morava com a família na cidade de Tiro (ou Tyre) até a recente fase da guerra começar no dia 2 de março. Ele se deslocou para a região metropolitana de Beirute e não sabe ainda quando poderá voltar para Tiro.  

“Quero voltar esta semana, mas tem que diminuir a fila um pouco porque está uma luta para voltar ao sul, tem muita gente”, disse, acrescentando que não está seguro de que a trégua possa durar. 

“É preciso aguardar os próximos desdobramentos”.

O especialista em geopolítica Anwar Assi afirmou à Agência Brasil que as ações de Israel no sul do Líbano configuram uma limpeza étnica para expulsar os moradores da região e tomar esses territórios.

“O objetivo principal da guerra é a expulsão das pessoas do sul do Líbano. Por isso que eles destruíram escolas, hospitais, prédios do governo e todas as unidades que poderiam dar suporte ao retorno dos civis. Eles destruíram justamente para que essas pessoas que retornassem às suas cidades não encontrassem nenhum tipo de apoio”, destacou Assi.

Fonte: Agência Brasil