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TV Brasil transmite neste sábado decisão do Brasileirão Feminino A3

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A taça do Campeonato Brasileiro Feminino A3 2026 será definida neste sábado (5), e a TV Brasil acompanha todas as emoções ao vivo a partir das 21h20. Juventude-SE e Planalto-GO entram no gramado da Arena Batistão, em Aracaju (SE), para o confronto de volta que consagrará uma campeã inédita no futebol nacional. 

O Planalto largou na frente na disputa, ao vencer o duelo de ida por 1 a 0 no Estádio Aníbal Batista de Toledo, em Aparecida de Goiânia (GO). Com a vantagem no placar agregado, o time goiano joga por um simples empate para soltar o grito de campeão.  

Do outro lado, o Juventude precisa vencer por dois ou mais gols de diferença para virar a série e ficar com o título no tempo normal. Uma vitória das sergipanas por apenas um gol de vantagem leva a definição para a cobrança de pênaltis. As duas finalistas já carimbaram vaga na Série A2 de 2027, ao lado de Realidade Jovem-SP e Portuguesa-AP. 

As exibições fazem parte da estratégia da TV Brasil, a tela do futebol feminino, para ampliar a visibilidade da modalidade no país. Pelo terceiro ano consecutivo, o canal público exibe os jogos da elite feminina. Também serão transmitidos os confrontos decisivos das Séries A2 e A3, a partir das semifinais. Além disso, o público poderá acompanhar as decisões das categorias de base pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20. 

A equipe de profissionais que comanda as transmissões do Brasileirão Feminino conta com o narrador Thiago Julianelli e um time de mulheres formado pelas comentaristas Brenda Balbi e Rachel Motta e as repórteres Marília Arrigoni e Verônica Dalcanal. 

As competições ganham ainda mais visibilidade por meio da parceria com os canais que formam a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que podem retransmitir a programação da TV Brasil em seus estados. 

Sobre a competição

A Série A3 do Brasileirão Feminino é formada por 32 clubes. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) dividiu essas equipes em oito grupos, com quatro times em cada. Nesta edição, a primeira fase ocorreu em dois turnos, assim cada equipe disputou seis partidas. Avançaram para as oitavas de final os dois mais bem colocados de cada chave, que se enfrentaram em cruzamento direto conforme a tabela oficial. Nessa etapa, todo o mata-mata foi disputado em jogos de ida e volta. Os quatro semifinalistas da competição garantiram acesso à Série A2 do Brasileirão de 2026. 

Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas

Aproveite o clima de decisão no Brasileirão Feminino A3 e ajude a escolher a vencedora da categoria Craque da Torcida do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas. A premiação criada pela TV Brasil e pela Petrobras vai reconhecer ainda atletas, treinadores e treinadoras, dirigentes, departamentos de futebol feminino e clubes que se destacarem ao longo da temporada de 2026. A votação da categoria com voto popular já está aberta, é gratuita e tem votos ilimitados! Acesse ebc.com.br/premiotvbrasilpetrobrasparaelas até 31 de outubro. 

Ao vivo e on demand 

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar. 

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play., ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV.

Fonte: Agência Brasil

TV Brasil transmite domingo decisão entre Itabirito e Minas Brasília

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Neste domingo (6), a TV Brasil transmite ao vivo a partida de volta da semifinal do Brasileirão Feminino Série A2 entre Itabirito e Minas Brasília. A decisão, que define uma das finalistas da temporada nacional, vai ao ar a partir das 10h50, direto da Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG), com bola rolando às 11h. 

A vaga na grande final segue totalmente aberta após o empate em 1 a 1 no confronto de ida, disputado no último sábado (29) no Estádio Bezerrão, no Gama (DF).

Com o acesso à elite do Brasileirão Feminino Série A1 de 2027 já garantido por ambas as equipes, o foco total agora é o título da Série A2. Uma vitória simples basta para colocar qualquer um dos lados na final; em caso de nova igualdade no placar, a vaga será decidida nas cobranças de pênalti. Quem avançar enfrentará o vencedor da chave entre Atlético-PI e Vasco. 

A transmissão integra a estratégia da TV Brasil de ampliar a visibilidade das competições femininas. Além da Série A2, a emissora também exibe jogos das Séries A1 e A3 do Brasileirão Feminino, a grande final da competição sub-17 e exibiu as partidas da Liga de Basquete Feminino (LBF).   

A equipe de profissionais que comanda as transmissões do Brasileirão Feminino conta com o narrador Thiago Julianelli e um time de mulheres formado pelas comentaristas Brenda Balbi e Rachel Motta e as repórteres Marília Arrigoni e Verônica Dalcanal.          

As competições ganham ainda mais visibilidade por meio da parceria com os canais que formam a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que podem retransmitir a programação da TV Brasil em seus estados.        

Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas       

Aproveite o clima de decisão e ajude a escolher a vencedora da categoria Craque da Torcida do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas. A premiação criada pela TV Brasil e pela Petrobras vai reconhecer ainda atletas, treinadores e treinadoras, dirigentes, departamentos de futebol feminino e clubes que se destacarem ao longo da temporada de 2026. A votação da categoria com voto popular já está aberta, é gratuita e tem votos ilimitados! Acesse ebc.com.br/premiotvbrasilpetrobrasparaelas até 31 de outubro.       

Ao vivo e on demand       

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize.           

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV.        

Fonte: Agência Brasil

Apenas 1 em cada 5 motociclistas de app tem cobertura previdenciária

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O Brasil tem cerca de 405 mil pessoas que trabalham como motociclistas de aplicativos, como os de transporte de passageiros e entrega de comida e produtos. Desses, apenas 79 mil têm cobertura previdenciária, o que representa 19,4%, equivalente a um em cada cinco.

Para efeito de comparação, quando se leva em conta todas as pessoas ocupadas no setor privado no país, o índice de cobertura previdenciária é de 62,4%. Considerando todos os motociclistas do país, plataformizados ou não, o índice de cobertura é 31%.

Ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.

Os dados fazem parte de um módulo especial sobre trabalho por meio de plataformas digitais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

O instituto coletou informações em 2025 para medir o contingente de trabalhadores por aplicativo no país, classificados como “plataformizados”.

>> Leia também: Brasil tem 2 milhões de pessoas que trabalham por meio de aplicativos 

O analista da pesquisa, Gustavo Geaquinto Fontes, aponta que a “pequena parcela dos condutores plataformizados” protegidos pela previdência contrasta com o perfil da atividade.

“Eles podem estar expostos a acidentes e outros riscos relacionados à ocupação”, diz.

O levantamento do IBGE aponta que, de 2024 para 2025, houve aumento de 15,4% no número de motociclistas plataformizados. Já no período de 2022 (primeiro ano da pesquisa) a 2025, o número praticamente dobrou, indo de 211 mil para 405 mil pessoas.

A pesquisa é considerada pelo IBGE como experimental, ou seja, em fase de teste e sob avaliação. Em 2023 não houve coleta de informações.

Ganham mais com apps

O levantamento detalha que os motociclistas de apps receberam, em média, R$ 2.221 mensais. Esse valor é o que foi efetivamente “retirado”, conforme explica o IBGE. O cálculo desconta, por exemplo, o gasto com combustível.

Os motociclistas plataformizados tinham jornada semanal de 44,9 horas, enquanto os não relacionados a app trabalhavam 41,1 horas.

O rendimento médio por hora dos plataformizados (R$ 11,4) era 12,9% superior ao rendimento dos não plataformizados (10,1).

Motoristas de app


Brasília (DF), 05/12/2023, Empresas de aplicativos de Motoristas. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Brasília (DF), 05/12/2023, Empresas de aplicativos de Motoristas. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Empresas de aplicativos de Motoristas.- Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Pnad traz também dados de motoristas de aplicativos. Em 2025 eram 905 mil pessoas, contingente que cresceu 9,8% na comparação com o ano anterior. Em três anos, o incremento foi de 26% (eram de 718 mil).

De todos os motoristas de aplicativos, apenas um em cada quatro (25,5%) tinha cobertura previdenciária. Considerando todos os motoristas do país, plataformizados ou não, o índice de cobertura é 43,8%.

Diferentemente dos motociclistas, os motoristas de app tinham rendimento por hora inferior aos dos não plataformizados.

Em 2025, os motoristas ligados a plataformas tinham jornada de 45,9 horas semanais e rendimento de R$ 14,4 por hora. Já os não plataformizados trabalhavam 40,4 horas semanais e recebiam R$ 16 por hora.

Os motoristas de aplicativo terminavam o mês com remuneração de R$ 2.873, valor 2,4% maior que o dos não plataformizados.

Plataformas contestam IBGE

Após a publicação da pesquisa, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), instituição que reúne empresas de tecnologia prestadoras de serviços, divulgou uma nota na qual reconhece a “importância do avanço em pesquisas sobre o trabalho intermediado por plataformas”. No entanto, a associação considera que o estudo do IBGE, classificado pelo próprio instituto com experimental, “tem limitações”.

“Os resultados indicam que a pesquisa apresenta deficiências metodológicas para retratar fielmente esse universo”, afirma a nota.

“A pesquisa aponta que os trabalhadores plataformizados que têm essa atividade como secundária seriam inferiores a 10%, porém a própria pesquisa diz que 17% dos identificados como tendo nos aplicativos sua ocupação principal apontam que o maior motivo para escolherem este trabalho é ‘complementar a renda’, o que sugere uma inconsistência nos resultados”, cita a Amobitec.

A entidade representativa utiliza pesquisas do Instituto Datafolha e do Centro Brasileiro de de Análise e Planejamento (Cebrap), realizadas em períodos diferentes da do IBGE, para apontar dados divergentes dos do órgão oficial. Segundo a Amobitec, a metodologia empregada pelo IBGE para analisar os ganhos com aplicativos “parece não ser suficiente para um retrato preciso dos rendimentos desses profissionais”.

A Amobitec se coloca à disposição para colaborar com o IBGE no aprimoramento da pesquisa e afirma defender “uma regulamentação equilibrada” para o trabalho intermediado por aplicativos, “que permita uma efetiva proteção para motoristas e entregadores ao mesmo tempo que contemple a flexibilidade neste tipo de trabalho e a diversidade dos modelos de negócios”.

São associadas da Amobitec a 99, Alibaba, Amazon, Buser, iFood, Flixbus, Lalamove, Shein, Uber e Zé Delivery.

 

*Matéria ampliada às 18h18 para inclusão do posicionamento da associação de aplicativos

Fonte: Agência Brasil

Justiça do Rio julgou mais de 1 milhão de processos no 1º semestre

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O Tribunal de Justiça Rio de Janeiro (TJRJ) julgou, no primeiro semestre deste ano, mais de 1 milhão de processos e proferiu mais de 1,5 milhão de sentenças. Os dados são do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), atualizados até 30 de junho.  A marca é acompanhada por uma queda significativa na taxa de congestionamento do tribunal, consolidando o avanço da eficiência e da digitalização nos serviços prestados aos cidadãos fluminenses.

De acordo com a Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud), o TJRJ alcançou, no período, Índice de Atendimento à Demanda de 122,96%. O indicador revela que a Justiça do Rio conseguiu solucionar e arquivar um volume de processos substancialmente maior do que o montante de novas ações protocoladas no mesmo período.

Os números de 2026 mostram o tamanho do desafio e a velocidade de resposta do Judiciário fluminense: o tribunal fechou o semestre com mais de 5 milhões de processos ativos sob sua gestão.

Nos primeiros seis meses do ano, o total de ações julgadas por magistrados de primeira e segunda instâncias superou as 943.261 novas ações que chegaram à Justiça no mesmo período.  Ao todo, 1,240 milhão de processos foram arquivados definitivamente, aliviando o estoque acumulado de anos anteriores. Foram também proferidas 1,564 milhão de decisões e produzidos 2,759 milhões de despachos. O tribunal realizou, no período, 121,276 mil audiências, sendo 47,543 mil de conciliação.

Segundo o TJRJ, o reflexo mais direto está na taxa de congestionamento bruta, que despencou para 65,26% no encerramento de junho. A redução mostra progresso constante se comparada aos anos anteriores: em 2023, o índice de congestionamento da corte alcançava a marca de 76,54%. Quanto menor essa taxa, mais rápido o processo caminha entre o protocolo inicial e a decisão final.

Os números mostram ainda o Judiciário quase totalmente digital. Entre os novos processos, 99,99% tramitaram em meio eletrônico.

Tecnologia e especialização

Por trás desses números, está o trabalho da Comissão de Políticas Institucionais para Eficiência Operacional e Qualidade dos Serviços Judiciais (Comaq), responsável por coordenar projetos que ajudam o tribunal a julgar mais e melhor.

Um dos destaques é o Grupo de Sentença. Criado originalmente em 2009 para auxiliar no cumprimento das metas do Conselho Nacional de Justiça, o grupo conta hoje com cerca de 60 magistrados dedicados a julgar processos já “maduros”, acumulados nas varas. Atuando paralelamente às suas funções originais, cada magistrado assume, em média, 60 processos mensais, gerando cerca de 3,6 mil sentenças por mês e 50 mil decisões por ano.

Para a presidente da comissão, desembargadora Jacqueline Lima Montenegro, o diálogo com magistrados, servidores e usuários da Justiça é essencial para melhorar o atendimento ao público.

Fonte: Agência Brasil

Cota chinesa faz exportação de carne bovina recuar 27,1% em agosto

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As exportações brasileiras de carne bovina recuaram 27,1% em volume em agosto, na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados da balança comercial divulgados nesta sexta-feira (4), pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

Em valor, a queda foi de 19,7%, com US$ 1,2 bilhão exportado no mês, ante US$ 1,5 bilhão um ano antes.

A retração está relacionada principalmente ao atingimento da cota de compras externas estabelecida pela China. O país asiático limita a 1,106 milhão de toneladas o volume de carne que pode entrar sem a aplicação de uma taxa adicional de 55%.

O Ministério do Comércio da China comunicou ao Brasil, em 10 de agosto, que a utilização da cota havia chegado a 90%.

Cota chinesa

Segundo o diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Mdic, Herlon Brandão, a redução dos embarques era esperada diante da aproximação do limite estabelecido pela China.

De acordo com o diretor, os exportadores tendem a reduzir os volumes embarcados quando há risco maior de incidência da tarifa adicional. O movimento ajuda a explicar a perda de força das vendas brasileiras de carne bovina ao mercado chinês em agosto.

Apesar da queda mensal, o desempenho no acumulado de 2026 permanece positivo. De janeiro a agosto, as exportações totais de carne resfriada e congelada do Brasil cresceram 4,7% em volume e 22,3% em valor, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Vendas para a Ásia

A China também influenciou o desempenho geral das exportações brasileiras para a Ásia. Em agosto, os embarques para o continente recuaram 19,2% em relação ao mesmo mês de 2025. Em valor, a queda foi de 10,9%.

No acumulado de janeiro a agosto, porém, o cenário é diferente: as exportações brasileiras para a Ásia avançaram 15% em valor e 3,3% em volume.

Fonte: Agência Brasil

Fachin dá 5 dias para Mendonça e Gonet responderem acusação de Moraes

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, determinou nesta sexta-feira (4) cinco dias de prazo para que o ministro André Mendonça, também da Corte, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestem-se sobre supostas irregularidades na condução do caso Master. 

Tais irregularidades foram apontadas pelo também ministro do Supremo Alexandre de Moraes. Para embasar suas afirmações, ele apresentou um relatório de inteligência da Polícia Federal (PF), embora o documento não traga o cabeçalho da instituição ou a assinatura de algum delegado, como é de praxe para esse tipo de documento. 

Moraes apontou atos que considera improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade por parte de Mendonça, a quem acusa de ter direcionado a investigação do caso Master para atingi-lo. 

No relatório apresentado por Moraes consta a sugestão de que Mendonça pudesse estar direcionando as investigações do caso Master para atingir desafetos políticos, incluindo o próprio Moraes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). 

O mesmo documento, contudo, diz que as afirmações são uma “análise de cenário” e também “sem valor probatório”. O relatório apócrifo foi tornado público pelo Supremo. 

Mensagens 

A crise entre ministros do Supremo emergiu nesta semana, após Mendonça retirar o sigilo de um relatório da PF que traz mensagens enviadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo dono do banco Master, a Moraes, segundo o documento. 

As conversas mostram citações aos nomes de Moraes e Gonet. As mensagens foram recuperadas do celular de Vorcaro, alvo central da Operação Compliance Zero, que trata da suspeita de fraudes financeiras bilionárias no Master. O caso é relatado por Mendonça. 

As dezenas de mensagens sugerem, por exemplo, que Moraes editou um contrato de mais de R$ 130 milhões entre o Master e o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes. 

Fachin

Na quinta-feira (3), Fachin já havia cobrado que Gonet, Moraes e Mendonça se manifestassem sobre as informações constantes no relatório da PF sobre as conversas de Vorcaro.

O presidente do STF escreveu que levará ao plenário, no momento oportuno, um pedido do PGR para que as investigações supervisionadas por Mendonça sejam anuladas.  

“Cabe à Presidência do tribunal zelar para que a possível apreciação colegiada seja feita, a tempo e modo, com o elevado senso de responsabilidade que os fatos reclamam, sempre assegurando o respeito às garantias constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório”, escreveu. 

Em novo despacho nesta sexta-feira, Fachin determinou que Gonet apresente parecer também sobre o pedido de investigação contra Mendonça, feito na noite de ontem por Moraes 

Ainda no despacho de hoje, Fachin determinou que o documento apresentado por Moraes para fazer as acusações contra Mendonça seja retirado do inquérito das Fake News, relatado pelo próprio Moraes, e anexado a uma petição separada, relatada pelo presidente do Supremo. 

“As providências ora determinadas destinam-se exclusivamente à instrução do feito, sem antecipação de juízo quanto à admissibilidade, à regularidade do procedimento ou ao mérito das imputações”, escreveu Fachin na decisão.

Fonte: Agência Brasil

Preços maiores sustentam alta das exportações aos EUA em agosto

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No mês em que entraram em vigor as novas tarifas do governo Donald Trump, a alta dos preços médios ajudou a sustentar o crescimento das vendas brasileiras aos Estados Unidos. As exportações somaram US$ 3,190 bilhões no mês, alta de 12,1% em relação a agosto de 2025, quando totalizaram US$ 2,845 bilhões.

Segundo o diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Herlon Brandão, o aumento foi determinado principalmente pela valorização dos produtos vendidos aos estadunidenses.

“Esse aumento das exportações brasileiras no mês está calcado pelo crescimento de preços da exportação para os Estados Unidos, de 8,6%”, disse Brandão ao informar os dados da balança comercial de agosto.

Entre os produtos que mais contribuíram para o crescimento das vendas em valor estão aeronaves e outros equipamentos, carne bovina, produtos inacabados de ferro ou aço, cal, cimento e materiais de construção, tubos de ferro ou aço, celulose e café.

Aeronaves e carne bovina estão entre os produtos que foram excetuados das novas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos.

Efeito das tarifas

Apesar da alta de 8,6% no preço médio, as exportações brasileiras aos Estados Unidos recuaram 3,1% em volume em agosto. No acumulado de janeiro a agosto, a queda chega a 13,6% em volume e a 9,7% em valor, para US$ 24,105 bilhões.

As importações brasileiras de produtos estadunidenses também diminuíram no acumulado do ano. Elas somaram US$ 27,316 bilhões entre janeiro e agosto, queda de 8,6% ante o mesmo período de 2025. Com isso, o déficit comercial brasileiro com os Estados Unidos chegou a US$ 3,211 bilhões no período.

Somente em agosto, as compras brasileiras dos Estados Unidos cresceram 1,1%, para US$ 4,014 bilhões, levando a um déficit de US$ 824 milhões no comércio bilateral.

Brandão afirmou que as oscilações são esperadas diante das diferentes interferências que atingem o comércio entre os dois países.

“Dadas as múltiplas interferências no comércio com os Estados Unidos, temos observado uma grande oscilação nesse fluxo, então, é esperado que tenham essas oscilações, por conta dessas interferências, não só dados os produtos diretamente afetados, quanto pelas incertezas que essas interferências geram nos agentes da economia”, avaliou.

Segundo o Mdic, pouco mais de 20% do comércio brasileiro com os Estados Unidos foi afetado pelas tarifas. 

Brandão ressaltou que ainda é cedo para medir os efeitos de um eventual redirecionamento das exportações brasileiras para outros mercados.

“Nós precisamos de um pouco mais de tempo para falar com mais segurança sobre esse efeito do redirecionamento”, afirmou.

União Europeia

Enquanto as vendas aos Estados Unidos oscilaram sob o efeito das tarifas, as exportações brasileiras para a União Europeia tiveram forte avanço em agosto

O valor exportado para o bloco somou US$ 5,82 bilhões, crescimento de 46,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. O volume embarcado aumentou 30,3%.

Entre os principais produtos vendidos aos europeus estão petróleo, cobre, soja, óleos combustíveis, café, tabaco e carne bovina.

Para Brandão, o desempenho reúne diferentes fatores, entre eles as condições de mercado e os efeitos do acordo entre Mercosul e União Europeia.

“São produtos que o Brasil é muito competitivo e que tem uma demanda internacional crescente”, disse o diretor.

“São vários fatores. Temos relatos de exportadores que já estão se beneficiando do acordo [Mercosul-UE] nesse período, mas também tem as condições de mercado e de oferta influenciando”, explicou.

Entre essas condições, Brandão citou o aumento da demanda por combustíveis em razão do conflito no Oriente Médio e a maior procura por cobre associada ao aquecimento do setor de tecnologia.

O diretor ponderou, porém, que ainda faltam dados completos fornecidos pelos importadores europeus para dimensionar com precisão o efeito do acordo sobre as exportações brasileiras.

Balança comercial

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 7,39 bilhões em agosto, alta de 23,8% em relação ao mesmo mês de 2025. 

Entre os principais parceiros comerciais, os Estados Unidos foram o único a apresentar déficit para o Brasil, de US$ 824 milhões.

De janeiro a agosto, o saldo comercial brasileiro acumulou superávit de US$ 55,32 bilhões, crescimento de 28,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Fonte: Agência Brasil

Fila de espera por atendimento do INSS é zerada em agosto

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O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, anunciou, nesta quinta-feira (3), que a fila de atendimentos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi zerada. A marca foi atingida no mês passado. O anúncio foi feito no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o ministério, desde fevereiro até agosto, o número de pedidos aguardando atendimento foi caindo gradativamente. Em fevereiro, eram 3,12 milhões de pessoas na fila, ao mesmo tempo que 1,17 milhão de pessoas abriram novos pedidos naquele mês. O número de pessoas na fila foi caindo até chegar a 1,547 milhão, em julho. Em agosto, o número de novos pedidos superou o número de pessoas na fila.

“Quando isso acontece, não temos uma fila. Temos um fluxo de atendimento. Deixou de existir uma fila para existir atendimento. Estamos numa situação parecida com uma loja que tem 12 vendedores e entram 8 clientes. Estamos com folga no atendimento por maior que seja a demanda”, explicou Queiroz.

O Ministério da Previdência esclareceu que as causas do maior fluxo no atendimento e na redução na espera pelo resultado da perícia passam pela nomeação de novos servidores por concurso público, pelas 865 agências funcionando com recursos de telemedicina e a adoção de perícia médica documental. Nesse tipo de perícia, não é necessária a ida da pessoa a uma agência do INSS, apenas o envio de documentação comprobatória.

O ministério também atribui os números alcançados à adoção de mutirões em fins de semana e pagamento de bônus para servidores com tarefas concluídas acima de suas metas. 

“Esse plano de gerenciamento de benefícios foi responsável por, somente em 2026, 2 milhões de atendimentos a mais”, disse o ministro.

O INSS recebe, atualmente, cerca de 1,3 milhão de pedidos por mês. São 43 mil pedidos por dia. “É com esse gigante que lidamos”, destacou Wolney Queiroz.

“O que a gente quer é humanizar a fila. É a pessoa ter o tempo correto de dar entrada, esperar e receber o seu benefício”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Além da redução da fila, houve redução no tempo de espera por uma decisão a respeito da perícia. O prazo definido por lei para uma decisão é de 45 dias, e o tempo médio atingido pelo instituto é de 34 dias.

No entanto, ainda existe, segundo o ministro Wolney Queiroz e o secretário-executivo da pasta, Felipe Cavalcante, um grupo de 224 mil pessoas aguardando o resultado de perícias por um prazo maior do que 45 dias. 

São casos específicos e pedidos especiais, destacaram o ministro e o secretário. 

Entre esses pedidos estão o de benefícios de prestação continuada (BPC) e aposentadorias.

Fonte: Agência Brasil

PF faz operação contra fraudes no registro de armas de colecionadores

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Agentes da Polícia Federal foram às ruas nesta sexta-feira (4) para apurar a atuação de um grupo suspeito de fraudar procedimentos administrativos relacionados à aquisição e ao registro de armas de fogo destinados a Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores (CACs).

Durante a Operação Polaridade, foram cumpridos 20 mandados de prisão e 26 mandados de busca e apreensão contra pessoas físicas e empresas em diversas cidades do estado do Rio de Janeiro, além do município de Vila Velha (ES). 

Onze pessoas foram presas em flagrante e foram apreendidos fuzis e pistolas. As equipes continuam em diligências para localizar e prender os outros investigados. 

As investigações foram iniciadas após a identificação de inconsistências em processos analisados na Delegacia de Polícia Federal em Niterói, na região metropolitana do Rio. 

As apurações apontam que um colaborador terceirizado, vinculado às atividades de análise documental do Núcleo de Armas, teria aprovado requerimentos sem a documentação obrigatória, bem como solicitações instruídas com documentos falsos ou incompatíveis com as exigências legais.

Foi constatada a repetição de documentos entre diferentes requerentes, além da utilização de comprovantes de residência falsificados e a ausência de documentos indispensáveis à instrução dos pedidos.

As investigações também revelaram possíveis vínculos entre alguns dos requerimentos analisados e armas de fogo posteriormente apreendidas em uma ação policial. 

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, inserção de dados falsos em sistema de informações da Administração Pública, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e comércio ilegal de armas de fogo, sem prejuízo de eventuais outros delitos que possam ser identificados no curso das apurações.


Fonte: Agência Brasil

Cartões de inscrição no Enamed e Revalida estão disponíveis

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Os cartões de confirmação de inscrição no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) e no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) já estão disponíveis para consulta

Os participantes devem acessar os respectivos sites do Revalida e do Enamed para fazer a verificação.

No cartão há informações importantes para a prova, como número de inscrição, data, horário e local, além de eventuais indicações relativas ao atendimento especializado. 

Embora não seja obrigatório apresentar o cartão no dia da prova, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) recomenda que os participantes consultem o documento com antecedência e verifiquem as informações.

Os dois exames ocorrerão no dia 13 de setembro. 

O Enamed é obrigatório para estudantes concluintes dos cursos de graduação em medicina. E o Revalida dá validade a diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem atuar no Brasil.

Fonte: Agência Brasil