Coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, entregou, nesta quinta-feira (22/01), R$ 1,5 milhão em materiais esportivos que vão contemplar 52 municípios goianos e oito mil alunos (Fotos: Júnior Guimarães)
A coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, entregou, nesta quinta-feira (22/01), R$ 1,5 milhão em materiais esportivos que vão contemplar 52 municípios goianos e oito mil alunos. A ação beneficia diretamente inscritos em programas como:
Goiás Bom de Bola;
Construindo Campeões;
Viva Mais Goiás;
Pé na Areia.
“Para os municípios isso é esperança e transformação social”, garantiu Gracinha Caiado.
A coordenadora do Goiás Social destacou que o investimento chega onde realmente importa.
“É nas comunidades, nos bairros, nas escolas e nos espaços de convivência. São materiais de qualidade para projetos que dialogam diretamente com a missão do Goiás Social, que é cuidar das pessoas de forma integral, promovendo inclusão, dignidade, saúde e oportunidades”, reforçou.
Para primeira-dama, entrega dos materiais esportivos alcançam comunidades, bairros, escolas e espaços de convivência e “dialogam com a missão do Goiás Social, que é cuidar das pessoas de forma integral, promovendo inclusão, dignidade, saúde e oportunidades” (Fotos: Júnior Guimarães)
Gracinha Caiado explicou ainda que quando o Governo de Goiás investe em esporte, não está apenas formando atletas, mas tornando cidadãos e cidadãs em pessoas mais fortes, conscientes e preparadas para a vida.
Para o titular da Secretaria de Esporte e Lazer, Rudson Guerra, os incentivos consolidam a política de valorização do esporte como fator de desenvolvimento humano.
“Passamos a contar uma nova história”, ressaltou, lembrando a situação encontrada no início da atual gestão.
“Trabalhamos todos os dias para que os atletas goianos tenham a oportunidade de representar bem o seu povo e realizar seus sonhos do esporte. A cada dia conseguimos trazer mais alguém retirando do mundo do crime e dando oportunidade no esporte”, disse.
Para essa entrega, Governo de Goiás contou com R$ 320 mil de emenda da deputada federal Flávia Morais, R$ 680 mil via Goiás Social e R$ 500 mil via Fundo Protege (Fotos: Júnior Guimarães)
Municípios
Entre as 52 cidades contempladas estão:
Goiânia;
Aparecida de Goiânia;
Trindade;
Aporé;
Doverlândia;
Caldas Novas;
Senador Canedo;
Cristianópolis;
Mozarlândia;
Novo Brasil;
Guapó.
Ação beneficia diretamente oito mil alunos inscritos nos programas: Goiás Bom de Bola, Construindo Campeões, Viva Mais Goiás e Pé na Areia (Fotos: Júnior Guimarães)
Material Esportivo
Para essa entrega, o Governo de Goiás contou com emenda da deputada federal Flávia Morais.
No projeto Goiás Bom de Bola o investimento foi de R$ 1 milhão, sendo R$ 320 mil de emenda da deputada federal Flávia Morais e R$ 680 mil via Goiás Social.
Já no Construindo Campões, Pé na Areia e Viva Mais Goiás os valores investidos foram de R$ 500 mil via Fundo Protege. Gracinha Caiado ressaltou a união de todos os poderes ao se referir à emenda parlamentar.
“Essa parceria faz a diferença na vida das pessoas. Assim construímos políticas públicas eficientes, humanas e duradouras”, destacou.
A prefeita de Cristianópolis, Juliana Izabel de Paula Costa, lembrou que os materiais chegam após o Governo de Goiás reformar e restaurar os ginásios de esporte em diversas cidades do estado.
“Além de ganhar esse presente. Agora, vamos contar com material para os atletas. Todos os dias somos surpreendidos”, comemorou a prefeita, ressaltando os benefícios e incentivos destinados aos municípios.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone, nesta quinta-feira (22), com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas. A informação foi divulgada pelo Palácio do Planalto.
Na ligação, os líderes discutiram a situação na Faixa de Gaza, enclave palestino que foi praticamente destruído pelas forças militares de Israel ao logo dos últimos anos, com mais de 68 mil mortos.
Em outubro do ano passado, o governo israelense e o grupo político armado Hamas, que governava o território, assinaram um acordo de cessar-fogo para interromper o derramamento de sangue, que vitimou especialmente mulheres e crianças palestinas.
“Ao expressar satisfação quanto ao cessar-fogo obtido em Gaza, o presidente Lula consultou o presidente Abbas sobre as perspectivas de reconstrução da região e reiterou o compromisso brasileiro com a paz no Oriente Médio. Ambos trocaram impressões sobre o plano de paz em curso e acordaram continuar mantendo contato sobre o tema”, disse o Planalto, em nota, sem dar mais detalhes.
Mais cedo, também nesta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, lançou oficialmente o órgão que chama de Conselho de Paz, que busca, segundo o presidente norte-americano, pacificar e reconstruir Gaza. O lançamento ocorreu no Fórum Econômico de Davos, na Suíça. Lula foi um dos cerca de 60 chefes de Estado e líderes internacionais convidados a compor o colegiado.
No ano passado, Mahmoud Abbas, cujo governo exerce autoridade sobre a Cisjordânia, mas não governa Gaza, defendeu, em entrevista à rede árabe Al-Jazeera, que o plano de paz para o enclave só poderia ser duradouro se garantisse a soberania palestina sobre o território. Até o momento, no entanto, os planos de Trump para Gaza incluem um comitê executivo de administração sem palestinos no comando.
A Receita Federal rebateu, na noite desta quinta-feira (22), informações falsas que circulam nas redes sociais sobre uma suposta elevação da tributação sobre professores em razão do reajuste do piso salarial do magistério. Segundo o órgão, as alegações ignoram as regras legais de apuração do imposto e levam à conclusão equivocada de que os profissionais da educação passariam a pagar mais IR após o aumento salarial.
Em nota, o Fisco destaca que a reforma do Imposto de Renda faz com que mais contribuintes deixem de pagar IR e outros passem a pagar menos, tornando a tributação mais progressiva. Sancionada no fim do ano passado, a Lei 15.270/2025 ampliou a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês e reduziu o imposto devido sobre rendimentos entre R$ 5 mil e R$ 7.350.
“Não procede a afirmação de que o reajuste do piso do magistério levaria automaticamente os professores a pagar mais Imposto de Renda. Os profissionais da educação são diretamente beneficiados pela redução prevista na Lei nº 15.270/2025”, destacou a Receita no comunicado.
De acordo com a Receita, a categoria está entre as diretamente beneficiadas pelas novas regras.
Em 2025, com o piso salarial de R$ 4.867,77, um professor pagava cerca de R$ 283,14 por mês de Imposto de Renda retido na fonte, considerando o desconto simplificado. Já em 2026, com o piso reajustado para R$ 5.130,63, esse mesmo profissional passará a pagar aproximadamente R$ 46,78 mensais de IR.
Segundo o Fisco, o efeito combinado do reajuste salarial e da redução do imposto garante ganho real no salário líquido, ao mesmo tempo em que corrige distorções na tributação sobre a renda dos profissionais da educação.
O governo brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores (MRE), condenou nesta quinta-feira (22) a demolição, por determinação de autoridades israelenses, da sede da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA), em Jerusalém Oriental. O local é considerado território palestino.
“Medidas que violam instalações da UNRWA no território palestino ocupado constituem flagrante violação do direito internacional, incluindo o direito internacional humanitário e a Convenção sobre Privilégios e Imunidades das Nações Unidas. Também contrariam os pareceres consultivos da Corte Internacional de Justiça de 19/7/2024, sobre práticas de Israel no território palestino ocupado, inclusive Jerusalém Oriental, e de 22/10/2025, sobre as obrigações de Israel em relação à ONU e a outros atores no território palestino ocupado”, disse o Itamaraty, em nota.
A demolição foi iniciada na terça-feira (20) e ocorre após a aprovação, pelo parlamento israelense, no fim do ano passado, de uma legislação que autorizou corte do fornecimento de água e eletricidade no prédio, bem como permite expropriação de imóveis da agência da ONU.
Em declaração nas redes sociais, o comissário-geral da UNRWA, Philippe Lazzarini, descreveu a demolição como um “ataque sem precedentes” contra as Nações Unidas, cujas instalações são protegidas pelo direito internacional.
O Itamaraty informou ainda que, no exercício da presidência da Comissão Consultiva da UNRWA, segue apoiando a continuidade das atividades da agência na prestação de serviços essenciais a 6 milhões de refugiados palestinos na Faixa de Gaza, na Cisjordânia, na Jordânia, no Líbano e na Síria.
Segundo o chefe da agência, as instalações da UNRWA já foram alvo de incêndios criminosos em meio a uma “campanha de desinformação em larga escala” promovida por Israel.
Os ataques ocorreram apesar de uma decisão tomada pela Corte Internacional de Justiça, em outubro do ano passado, que reafirmou que Israel era obrigado a “facilitar as operações” no local, e que o Estado judaico não tem jurisdição sobre Jerusalém Oriental.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (22) alterações no estatuto e no regulamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), em meio ao início dos pagamentos a investidores afetados pela liquidação do Banco Master, ocorrida em novembro de 2025.
Em nota, o fundo informou que as mudanças não afetam liquidações recentes.
Desde a última segunda-feira (19), o FGC vem ressarcindo investidores que aplicaram recursos em produtos cobertos do Banco Master. O fundo também terá de honrar garantias relacionadas à liquidação de outras empresas do grupo e do Will Bank, ocorrida na quarta-feira (21), em um volume estimado em cerca de R$ 47 bilhões.
Uma das principais alterações aprovadas pelo CMN está no artigo 7º do regulamento, que passa a permitir ao conselho de administração do FGC propor aumento ou redução das contribuições das instituições associadas sempre que considerar necessário. A proposta deverá ser avaliada pelo Banco Central e decidida pelo CMN. Segundo o fundo, não há, no momento, discussão sobre elevação das alíquotas.
Para mitigar o impacto sobre a liquidez, o FGC poderá antecipar em até cinco anos as contribuições das instituições associadas e instituir cobranças extraordinárias. Esses mecanismos já estavam previstos nas normas vigentes.
Outro ponto relevante é o estabelecimento de um prazo máximo de três dias para o início do pagamento das garantias, contado a partir do recebimento das informações formais enviadas pelos liquidantes.
Normas internacionais
Em nota, o FGC afirmou que as mudanças aprovadas têm como objetivo o alinhamento às melhores práticas internacionais. Entre os pontos destacados estão a ampliação do suporte à transferência de controle ou de ativos e passivos de instituições associadas que estejam em “situação conjuntural adversa”, mediante reconhecimento do Banco Central.
As alterações também incluem a cobertura de despesas e responsabilidades decorrentes de atos regulares de gestão praticados de boa-fé pela administração do fundo, além do aumento da transparência, com a divulgação de informações sobre o saldo de instrumentos cobertos por cada instituição associada.
Segundo o FGC, “as alterações permitem tornar o processo de pagamento de garantias mais rápido, previsível e alinhado às melhores práticas internacionais” e contribuem para “maior estabilidade e solidez do Sistema Financeiro Nacional”, sem impacto sobre liquidações já em curso.
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.963 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (22). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 63 milhões para o próximo sorteio.
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (24), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. Para o bolão, o sistema fica disponível até às 20h30 no portal Loterias Caixa e no aplicativo Loterias Caixa.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, emitiu nota oficial, na noite desta quinta-feira (22), para defender a atuação da Corte no inquérito que investiga suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master. Na manifestação, o chefe do Poder Judiciário cita nominalmente o ministro Dias Toffoli, relator da investigação criminal, que vem sendo alvo de críticas na condução do caso e pressão para deixar a supervisão da apuração feita pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF).
“A seu turno, a Corte constitucional brasileira se pauta pela guarda da Constituição, pelo devido processo legal, pelo contraditório, e pela ampla defesa, cumprindo respeitar os campos de atribuições do Ministério Público e da Polícia Federal, porém, atuando na regular supervisão judicial, como vem sendo feito no âmbito dessa Suprema Corte pelo Ministro relator, DIAS TOFFOLI”, afirma.
A nota faz uma defesa enfática da atuação profissional das instituições. Fachin afirma que crises e adversidades não suspendem o Estado de Direito e que, justamente nesses momentos, deve prevalecer o respeito à Constituição, ao devido processo legal e à atuação técnica das instituições.
Sem mencionar explicitamente o episódio da fraude no Master, o ministro faz uma menção indireta ao caso destacando que “situações com impacto sobre o sistema financeiro nacional exigem mesmo resposta firme, coordenada e estritamente constitucional das instituições competentes”.
Fachin ressalta a autonomia do Banco Central, o papel da Polícia Federal na apuração de crimes financeiros e a atribuição do Ministério Público na persecução penal e na defesa da ordem econômica.
Fachin também afirma ainda que o STF exerce regularmente sua função constitucional, inclusive durante o recesso, período em que matérias urgentes são apreciadas pela Presidência da Corte ou pelo relator dos respectivos processos, sendo posteriormente submetidas ao colegiado.
“As matérias de competência do Tribunal Pleno ou das Turmas, quando decididas no recesso, serão, oportunamente, submetidas à deliberação colegiada, com observância do devido processo constitucional, da segurança jurídica e da uniformidade decisória. A colegialidade é método”, observa.
O presidente da Corte enfatizou que o Supremo não se curva a ameaças ou intimidações e que ataques à sua autoridade representam ataques à própria democracia, defendendo a crítica legítima, mas repudiando tentativas de desmoralização institucional.
“Quem tenta desmoralizar o STF para corroer sua autoridade, a fim de provocar o caos e a diluição institucional, está atacando o próprio coração da democracia constitucional e do Estado de direito”, aponta. “O Supremo age por mandato constitucional, e nenhuma pressão política, corporativa ou midiática pode revogar esse papel. Defender o STF é defender as regras do jogo democrático e evitar que a força bruta substitua o direito. A crítica é legítima e mesmo necessária. Não obstante, a história é implacável com aqueles que tentam destruir instituições para proteger interesses escusos ou projetos de poder; e o STF não permitirá que isso aconteça”, prossegue a nota.
Críticas
Entre decisões recentes de Toffoli que geraram polêmica, está a que determinou o lacre e o acautelamento de bens, documentos e dispositivos eletrônicos apreendidos pela Polícia Federal na nova fase da Operação Compliance Zero aos cuidados da PGR. A medida chegou a ser criticada por associação de peritos criminais.
Toffoli também vem tendo sua atuação questionada por parlamentares que alegam suposto impedimento ou suspeição. Mais cedo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivou um desses pedidos, apresentado ainda em dezembro pelos deputados federais Adriana Ventura (Novo-SP), Carlos Jordy (PL-RJ) e Caroline de Toni (PL-SC).
O arquivamento do pedido de afastamento de Toffoli do caso foi elogiado pelo decano do STF, o ministro Gilmar Mendes.
“Em um Estado de Direito, a preservação do devido processo legal e a observância das garantias institucionais constituem condições essenciais para a estabilidade democrática e para a confiança da sociedade nas instituições. Decisões fundadas em critérios jurídicos objetivos, afastadas de pressões circunstanciais, fortalecem a segurança jurídica e reafirmam a maturidade institucional do sistema constitucional brasileiro”, escreveu Gilmar em postagem na rede X.
Começou nesta quinta-feira (22) o prazo para as secretarias de Educação de todo o país inscritas na segunda edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização apresentarem o pedido de reconsideração sobre o resultado preliminar da avaliação.
O pedido de reconsideração da pontuação poderá ser apresentado até esta sexta-feira (23), exclusivamente, pelos articuladores estaduais e municipais da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa) do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada.
Os recursos devem obedecer os critérios e procedimentos previstos no edital do MEC.
O ministério disponibilizou um tutorial para orientação do pedido de reconsideração. Após o fim do prazo, os pedidos serão analisados e o resultado final sairá no dia 4 de fevereiro.
De acordo com nota divulgada pela Secretaria de Educação Básica, essa edição recebeu 4.872 inscrições das 5.595 secretarias que participam do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, alcançando um índice de participação de 87,1%.
O Selo Alfabetização é concedido às secretarias de Educação pela formulação e implementação de políticas, programas e estratégias que assegurem o direito à alfabetização das crianças. O reconhecimento é feito por meio de três categorias, conforme a pontuação alcançada pela secretaria de educação inscrita:
bronze – para pontuações entre 45 e 64 pontos;
prata – para pontuações entre 65 e 84 pontos;
ouro – para pontuações entre 85 e 100 pontos.
Colaboração
A iniciativa faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, uma política pública federal baseada na colaboração entre municípios, estados e Distrito Federal, com o objetivo de garantir o direito à alfabetização de 100% das crianças brasileiras até o final do 2º ano do ensino fundamental.
De acordo com o MEC, o compromisso não propõe uma solução centralizada para todo o país. Estados e Distrito Federal, em colaboração com municípios, elaboram a política e as iniciativas de alfabetização no território, conforme as especificidades de cada local.
O evento de início das obras terá a presença da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e do ex-prefeito da cidade e atual presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva. A viabilização do Centro de Treinamento do Futebol Feminino é fruto de um convênio firmado durante a gestão de Silva na prefeitura, cujos projetos executivos e autorizações para construção foram liberados pela estatal no final de 2025.
“Em Araraquara, o projeto do futebol feminino começou em 2001, antes mesmo de se tornar uma obrigação. Aqui foi uma escolha. Minha gratidão à presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e ao presidente Lula, que têm tratado o futebol feminino no Brasil como prioridade”, afirmou Edinho Silva.
Estrutura
O novo centro de treinamento será erguido em uma área de 138 mil metros quadrados no Parque do Pinheirinho, onde funciona o CT Olegário Tolói de Oliveira, do clube Ferroviária.
O complexo foi planejado para oferecer uma infraestrutura completa, voltada para o alto rendimento e o bem-estar das atletas.
Serão cinco campos de futebol com irrigação eletrônica e um miniestádio iluminado, além de hotel com capacidade para 82 atletas, academia, setor de fisioterapia e centro médico, áreas pedagógicas e espaços de convivência.
O complexo poderá receber jogos de torneios da Federação Paulista (FPF) e da Confederação Brasileira da modalidade (CBF).
Formação Integral
O foco do CT será o atendimento a cerca de 240 atletas das categorias de base (Sub-12, Sub-14, Sub-15, Sub-17 e Sub-20), abrangendo jogadoras entre 11 e 20 anos.
Além da preparação técnica, o projeto prevê ações educativas que abordam temas como saúde da mulher, diversidade, educação financeira, inteligência emocional e a história da modalidade.
Para a população local, será criada uma escolinha de futebol gratuita, integrando o complexo à comunidade araraquarense.
O clube Águia de Marabá comunicou a morte de Ronan Tyeser, técnico do time sub-20, nesta quinta-feira (22), por meio de publicação nas rede sociais. O treinador de 44 anos estava Internado há uma semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em hospital regional do Tocantins, após acidente com o ônibus que transportava a equipe. Em nota, o clube afirmou que a causa da morte foi trauma cranioencefálico.
O técnico ficou gravemente ferido na colisão do ônibus com um caminhão parado no km 591 da BR 153, na noite do último dia 15. O acidente já vitimara o preparador físico Hecton Alvez, que morreu no local. A delegação do equipe sub-20 do Azulão retornava ao Pará, após eliminação para o Juventude, na segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior, Guaratinguetá (SP).
“Com profundo pesar, manifestamos nosso mais sincero sentimento pela perda de Ronan Tyezer Rodrigues, o nosso Tyezer, profissional que fez parte da história do futebol paraense e que deixa uma lacuna irreparável entre todos que tiveram o privilégio de conviver com ele”.
O clube Remo também se solidarizou com parentes e amigos do treinador paraense.
É com profundo pesar que o Clube do Remo manifesta sua solidariedade ao Águia de Marabá, após a confirmação do falecimento de Ronan Tyezer, técnico da equipe sub-20.
Nos unimos em oração, pedindo a Deus conforto, força e consolo aos corações de todos os envolvidos.