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MEC anuncia construção de 117 escolas indígenas

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O Ministério da Educação anunciou nesta quinta-feira (26) a construção de 117 escolas indígenas no país. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Camilo Santana, durante visita à comunidade indígena Sahu-Apé, no Amazonas.

“A gente sabe que o país ainda é muito desigual, e não é diferente na educação. O Brasil ainda tem uma dívida muito grande com os povos originários, com os povos indígenas. Serão 117 escolas que irão garantir todas as condições de uma escola digna, de qualidade, uma escola onde os estudantes possam brincar na hora do recreio”, destacou.

De acordo com a pasta, a iniciativa, que contará com investimento de R$ 785 milhões, faz parte do Eixo Educação, Ciência e Tecnologia do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que passou a contemplar a construção e ampliação de escolas indígenas em 2026.

Segundo o ministério, os espaços educativos que serão construídos vão respeitar a identidade cultural, os modos de vida e a organização territorial dos povos originários e comunidades tradicionais.

A iniciativa irá beneficiar 17 estados. Amazonas, Roraima e Amapá receberão o maior número de escolas, 27, 23 e 17, respectivamente. Também vão ser beneficiados os estados do Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Tocantins.

De acordo com o ministério, a escolha dos locais seguiu critérios técnicos, territoriais e populacionais.

“A formalização das propostas foi realizada por meio do sistema TransfereGov, pelos chefes do poder Executivo estadual, com análise técnica preliminar do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e operacionalização pela Caixa Econômica Federal”, disse a pasta, em nota.

Fonte: Agência Brasil

Intermediadoras de cripto serão obrigadas a manter sigilo de usuários

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As plataformas intermediadoras de transações com criptoativos, formalmente chamadas de Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAVs), passam a ser obrigadas a manter o sigilo das operações de seus clientes e usuários. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (26) mudanças que enquadram o setor às instituições financeiras.

Com a nova regra, a partir de 1º de março, as SPSAVs terão de obedecer à Lei Complementar 105, que estabelece a obrigatoriedade do sigilo bancário e a comunicação às autoridades em casos de indícios de crimes.

Segundo o Banco Central, a mudança promove maior isonomia regulatória e amplia a capacidade de prevenção, detecção e combate a práticas ilícitas, como lavagem de dinheiro, fraudes e corrupção envolvendo ativos virtuais.

“Aumenta-se a responsabilidade de governança dessas prestadoras e consolida-se a integração plena dessas empresas ao perímetro regulatório do BC”, informou a autoridade monetária em nota.

Novas regras contábeis

Além da exigência de sigilo, o CMN e o Banco Central aprovaram resoluções que estabelecem critérios contábeis específicos para o reconhecimento, a mensuração e a divulgação de ativos virtuais pelas instituições autorizadas. As exigências contábeis entram em vigor em 1º de janeiro de 2027.

A regulamentação se aplica aos ativos previstos na Lei 14.478, de 2022, incluindo tokens de utilidade utilizados para pagamentos ou investimentos. Ficam de fora ativos que representem instrumentos financeiros tradicionais, que continuam seguindo normas próprias.

Com a nova regra, os ativos virtuais deixam de ser classificados como “outros ativos não financeiros” e passam a ter tratamento contábil específico, alinhado a práticas internacionais. Segundo o BC, a medida aumenta a transparência, a comparabilidade das informações e a previsibilidade para o mercado.

Integração ao sistema financeiro

A figura das SPSAVs foi criada em novembro de 2025, dentro do processo de regulamentação do mercado de criptoativos conduzido pelo Banco Central. O objetivo é equiparar o tratamento regulatório entre instituições financeiras tradicionais e empresas que atuam com ativos virtuais.

Para o regulador, regras mais claras tendem a ampliar a confiança de investidores, fortalecer a gestão de riscos e contribuir para a estabilidade do sistema financeiro na oferta de serviços relacionados a criptoativos.

Fonte: Agência Brasil

Parlamentares pedem a Alcolumbre nulidade de votação em CPMI do INSS

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Grupo de integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) encaminharam um requerimento ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para pedir a anulação da votação desta quinta-feira (26). Eles acusam o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), de fraude e pedem também análise do caso pela Comissão de Ética do Senado. No total, 14 parlamentares assinam o documento. 

O documento inclui fotos que foram apresentadas como supostas comprovações de irregularidades em uma sessão tumultuada que aprovou 87 requerimentos. Entre essas decisões, estão as quebras de sigilos bancários e fiscais do empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula.

Pelo documento enviado a Alcolumbre (foto), cinco senadores e nove deputados pedem, além da suspensão dos efeitos da votação, que o recurso seja apresentado ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado para apurar eventual quebra de decoro parlamentar por parte do presidente da comissão, o senador Carlos Viana.

Para os parlamentares, a votação foi “eivada de vício” e “compromete a legalidade do processo legislativo, vulnera o princípio democrático e projeta insegurança jurídica sobre todos os atos subsequentes”. Eles pediram que cada um dos 86 requerimentos fosse votado um a um.

Além das quebras de sigilos de Lulinha, esses requerimentos incluíam novas convocações, como a do ex-executivo e sócio do Banco Master Augusto Ferreira Lima,  do ex-deputado federal André Luis Dantas Ferreira, o André Moura; da empresária Danielle Miranda Fontelles e de Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA).

Contagem

Na argumentação de parlamentares que assinam o documento, foram incluídas cinco imagens que comprovariam a presença dos seus votos contrários, o que alteraria o resultado da votação.

“Conforme demonstram os registros audiovisuais e as fotografias da sessão, os requerimentos foram, em realidade, rejeitados por 14 votos contrários, em contraste com sete votos favoráveis”.

Nessas imagens, há a identificação dos parlamentares sobre as imagens deles. Eles se encontram em pé. “Os senadores e deputados que votaram contra os requerimentos em globo levantaram-se de suas cadeiras e ergueram os braços, manifestando-se de forma inequívoca e visível”, diz o documento.

Segundo os 14 parlamentares, isso não ocorreu por mera controvérsia interpretativa. “A gravidade da fraude na contagem dos votos é agravada pela nítida parcialidade na condução dos trabalhos. O grupo de oposição, por intermédio da Presidência da CPMI, realizou uma seleção arbitrária de requerimentos para a pauta do dia”.

O documento foi assinado pelos senadores Randolfe Rodrigues (PT-AP), Soraya Thronicke (Podemos-MS), Jussara Lima (PSD-PI), Jaques Wagner (PT-BA) e Teresa Leitão (PT-PE), e dos deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Damião Feliciano (União-PB), Átila Lira (PP-PI), Cleber Verde (MDB-MA), Orlando Silva (PCdoB-SP), Romero Rodrigues (Podemos-PB), Alencar Santana (PT-SP), Neto Carletto (PP-BA) e Rogério Correia (PT-MG)

A veículos de imprensa, o senador Carlos Viana disse que espera que o presidente do Senado receba todas as versões do que ocorreu na votação.

“Tenho muita tranquilidade que o regimento da Casa foi cumprido e de que nós temos todas as condições para dar sequência aos requerimentos”.

Fonte: Agência Brasil

Mega-sena acumula novamente e prêmio principal vai para R$ 145 milhões

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.977 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (26). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 145 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 08 – 19 – 27 – 32 – 38 – 52

  • 118 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 33.510,78 cada
  • 7.699 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 846,60 cada

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Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (28), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.


Fonte: Agência Brasil

Justiça bloqueia ações do BRB ligadas a Banco Master

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A Justiça do Distrito Federal determinou o bloqueio e o arresto de ações do Banco de Brasília (BRB) pertencentes a investigados na Operação Compliance Zero, que apura irregularidades envolvendo o Banco Master.

A decisão, em caráter liminar, foi concedida pela 13ª Vara Cível do DF após pedido do próprio BRB. A medida atinge participações acionárias avaliadas em cerca de R$ 376,4 milhões e impede a alienação dos ativos.

Embora o processo corra sob sigilo, o BRB divulgou fato relevante nesta noite informando o ajuizamento do pedido de bloqueio.

O bloqueio atinge ações vinculadas a pessoas físicas e a fundos de investimento, entre eles Deneb Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia, Borneo Fundo de Investimento, Siracusa Fundo de Investimento, Delta Fundo de Investimento e Asterope Fundo de Investimento, além de empresas como Blue Solutions Asset Management e Casamata Administração e Participações.

Segundo o Portal Metrópoles, o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master; o ex-sócio Maurício Quadrado; o investidor Nelson Tanure; e o fundador da Reag, João Carlos Mansur, tornaram-se sócios do BRB após adquirirem ações por meio de terceiros apontados como “laranjas”. Com as aquisições, o grupo Master/Reag passou a deter cerca de 25% do capital do banco público do Distrito Federal.

Ressarcimento e investigação interna

No fato relevante divulgado nesta quinta-feira (26), o BRB informou que ajuizou tutela cautelar com pedido liminar “visando o bloqueio e arresto de participações societárias detidas pelos réus no capital social do próprio BRB”.

Segundo o banco, a medida tem como objetivo possibilitar o futuro ressarcimento de prejuízos causados à instituição em razão de operações envolvendo o Banco Master, que está em liquidação extrajudicial.

O BRB declarou no processo que os empresários investigados teriam ingressado no capital social “de forma ilegal”.

A instituição também comunicou que enviou relatório preliminar da investigação interna à Polícia Federal. A apuração é conduzida pelo escritório Machado Meyer, com apoio da consultoria Kroll.

Prejuízo bilionário

O BRB é investigado pela aquisição de mais de R$ 12 bilhões em carteiras do Banco Master com indícios de fraude. A estimativa inicial é de prejuízo de ao menos R$ 5 bilhões, mas o valor exato deverá ser conhecido com a divulgação do balanço, prevista para março.

Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a Operação Compliance Zero. O então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi afastado pela Justiça e posteriormente demitido.

Compra rejeitada

Em 3 de setembro de 2025, o Banco Central (BC) rejeitou oficialmente a compra do Banco Master pelo BRB, após mais de cinco meses de análise. A operação previa a aquisição de 49% das ações ordinárias, 100% das preferenciais e 58% do capital total do Master.

O negócio, anunciado em março daquele ano, já enfrentava resistência no mercado devido ao modelo de captação considerado arriscado e à qualidade questionada de parte dos ativos da instituição.

O Ministério Público Federal havia recomendado ao BRB que comprovasse a lisura e a fidedignidade dos ativos antes de qualquer aquisição, alertando para possíveis passivos ocultos e ativos inflados.

Com a rejeição do Banco Central e o avanço das investigações, o BRB busca recompor sua liquidez e seus índices de capitalização, enquanto tenta assegurar eventual ressarcimento judicial dos prejuízos.

Fonte: Agência Brasil

Neymar brilha e Santos vence primeira no Campeonato Brasileiro

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O atacante Neymar brilhou intensamente e foi peça fundamental para o Santos derrotar o Vasco pelo placar de 2 a 1, na noite desta quinta-feira (26) na Vila Belmiro, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

Com o primeiro triunfo na atual edição da competição, o Peixe chegou aos quatro pontos conquistados, assumindo a 13ª colocação da classificação. Já o Cruzmaltino, com o revés fora de casa, permanece na lanterna da tabela com apenas um ponto conquistado.

E o triunfo do Santos pelo Brasileiro teve um protagonista, o atacante Neymar, que mostrou poder de decisão ao marcar os dois gols de sua equipe. Aos 25 minutos do primeiro tempo o camisa 10 do Peixe começou a desiquilibrar. Ele recebeu bola de Moisés e bateu de cruzado, de chapa, para superar o goleiro Léo Jardim.

Aos 42 da etapa inicial o volante Barros ainda chegou a igualar o marcador. Porém, a noite era mesmo de Neymar, que, aos 15 da etapa final, deu números finais ao marcador com um belo gol com um toque de cobertura.   



Fonte: Agência Brasil

Alunos de escola no DF são “punidos” com flexão e PMs são afastados

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Policiais da escola cívico-militar CED 1, da região administrativa do Itapoã, no Distrito Federal, obrigaram alunos de 14 a 17 anos a fazer flexão de braços e a ficar de joelhos na última quarta (25), como punição. A escola e a PM reconheceram o episódio, que foi gravado e teve o vídeo divulgado nas redes sociais.

Segundo denuncia o sindicato dos professores do DF, a ordem foi uma espécie de punição pelo uso de agasalho diferente da cor do uniforme da escola.

“Isso é humilhante, constrangedor, desproporcional e não tem nenhum caráter pedagógico”, afirmou o diretor do sindicato, Samuel Fernandes.

O diretor do sindicato disse que os estudantes em desconformidade com o casaco não receberam o material da secretaria de educação. “A escola tem que acolher e não punir pela condição social. A disciplina precisa ter limites e respeitar a dignidade dos estudantes”, ponderou.

Fernandes entende que o caso deve ser apurado com urgência para evitar situações parecidas. “E que os responsáveis sejam punidos dentro do rigor da lei. E a gente vai acompanhar”.

“Equívoco”

A Secretaria de Educação do Distrito Federal afirmou, em nota à imprensa, que a direção da escola avaliou ter havido um “equívoco” na condução do episódio.

A respeito do uso de uniformes, a secretaria acrescentou que nenhum estudante será prejudicado por “ausência ou inadequação de vestimenta”.

O governo garantiu que o caso será devidamente apurado para o esclarecimento dos fatos “e eventual adoção das medidas administrativas cabíveis”.

PM vai apurar

 A Polícia Militar do Distrito Federal, também em nota, afirmou que afastou e substituiu os policiais que atuam na escola.

“A corporação ressalta que não compactua com qualquer prática que possa ser interpretada como constrangedora ou inadequada ao ambiente escolar”. A PM também garantiu que o caso será apurado para esclarecimento dos fatos e adoção de medidas previstas.

Fonte: Agência Brasil

Brasil estreia em Grand Slam de judô no Uzbequistão nesta madrugada

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O judô brasileiro estreia a partir das 2h30 (horário de Brasília) desta sexta-feira (27) no tradicional Grand Slam de Tashkent (Uzbequistão).  A competição – segunda etapa do calendário da Federação Internacional de Judô (IJF) – reunirá ao todo 370 atletas de 39 países. Entre eles, estão 15 representantes da Amarelinha (seis na disputa feminina e nove na masculina). As lutas dos brasileiros terão transmissão ao vivo online no canal Time Brasil no YouYube. O Grand Slam vai até domingo (1º de março) e distribuirá até 1000 pontos no ranking mundial.

Entre os destaques da Amarelinha está o paulista Michel Augusto (vice-líder no ranking da categoria abaixo dos 60 quilos), que estreia no tatame nesta sexta (27), assim Roger Pereira (-60 kg), Ronald Lima (-66 kg), Gabriela Conceição (-52 kg), Bianca Reis (-57 kg) e Jéssica Lima (-57 kg) – confira AQUI o chaveamento e a programação ao final do texto.

O auge da Amarelinha no Gran Slam de Tashkent ocorreu na edição de 2022, com medalhas de ouro de Rafaela Silva e Mayra Aguiar; uma prata de Beatriz Souza e um bronze de Daniel Cargnin. No ano passado, pós-Olimpíada de Paris, o país não subiu ao pódio.

Aberta oficialmente no início deste mês, a temporada de 2026 do judô começou bem para os brasileiros. A começar pela carioca Rafaela Silva, que faturou ouro na categoria até 63 quilos no Grand Slam de Paris. Quem também já subiu ao pódio neste que lforam Sarah Souza (até 57 kg) e Thauana Silva (acima de 78 kg), com ouro e bronze, respectivamente, no Open Europeu de Ljubljana (Eslovênia).

Brasileiros no Grand Slam de Tashkent 2026

Equipe Feminina

52kg — Gabriela Conceição (Minas Tênis Clube/FMJ-MG)

57kg — Bianca Reis (E.C. Pinheiros/FPJUDO-SP)

57kg — Jéssica Lima (Sogipa/FGJ-RS)

78kg — Beatriz Freitas (E.C. Pinheiros/FPJUDO-SP)

78kg — Karol Gimenes (C.R. Flamengo/FJERJ-RJ)

+78kg — Giovanna Santos (C.R. Flamengo/FJERJ-RJ)

Equipe Masculina

60kg — Michel Augusto (SESI-SP/FPJUDO-SP)

60kg — Roger Pereira (E.C. Pinheiros/FPJUDO-SP)

66kg — Ronald Lima (E.C. Pinheiros/FPJUDO-SP)

73kg — Guilherme de Oliveira (Paineiras do Morumby/FPJUDO-SP)

73kg — Jeferson Santos Júnior (Projeto Olhar Futuro/FPJUDO-SP)

81kg — Gabriel Falcão (Instituto Reação/FJERJ-RJ)

90kg — Rafael Macedo (Sogipa/FGJ-RS)

90kg — Marcelo Gomes (C.R. Flamengo/FJERJ-RJ)

100kg — Giovani Ferreira (E.C. Pinheiros/FPJUDO-SP)

Programação

SEXTA-FEIRA (27)  

Competem Gabriela Conceição (-52kg), Bianca Reis (-57kg), Jéssica Lima (-57kg), Michel Augusto (-60kg), Roger Pereira (-60kg) e Ronald Lima (-66kg)

Lutas preliminares (classificatórias) às 2h30 e finais às 9h;

SÁBADO (28)

Competem Guilherme de Oliveira (-73kg), Jeferson Santos Júnior (-73kg) e Gabriel Falcão (-81kg)

Lutas preliminares às 2h30 e finais às 9h;

DOMINGO (1º de março)

Competem Beatriz Freitas (-78kg), Karol Gimenes (-78kg), Giovanna Santos (+78kg), Rafael Macedo (-90kg), Marcelo Gomes (-90kg) e Giovani Ferreira (-100kg)

Lutas preliminares às 3h e finais às 9h.



Fonte: Agência Brasil

Governo prevê investimentos de R$ 226 mi em leilões de três terminais

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O Ministério de Portos e Aeroportos e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) realizaram nesta quinta-feira (26) o leilão do primeiro bloco de arrendamentos portuários de 2026. Ao todo, três terminais foram concedidos à iniciativa privada, nos portos de Santana (AP), Natal e Porto Alegre. Os três leilões, na sede da B3, na capital paulista, foram acompanhados pelo ministro Silvio Costa Filho. O critério escolhido para o vencedor foi o maior valor de outorga.

As empresas vencedoras foram a CS Infra, o Consórcio Portos do Sul e a empresa Fomento do Brasil Mineração. Cada uma arrematou um dos terminais e não tiveram concorrentes em suas ofertas.

A previsão inicial do ministério é de que os contratos atraiam cerca de R$ 226 milhões em investimentos privados, destinados à modernização da infraestrutura, ampliação da capacidade operacional e fortalecimento da logística nas regiões Norte, Nordeste e Sul.

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O leilão do POA26, terminal em Porto Alegre, foi vencido pelo Consórcio Portos do Sul, que ofereceu R$ 10 mil como valor de outorga. O consórcio não teve concorrentes. O leilão da área prevê R$ 21,13 milhões em investimentos, destinados à movimentação e armazenagem de granel sólido. O prazo de concessão é de 10 anos.

O leilão do NAT01, no porto de Natal, vencido pela Fomento do Brasil Mineração, tem previsão de investimentos de R$ 55,17 milhões e prazo de concessão de 15 anos. Com apenas uma proposta válida, a empresa vencedora ofereceu R$ 50 mil como valor de outorga. O terminal é destinado principalmente ao escoamento de granéis minerais, especialmente minério de ferro.

O leilão do Porto de Santana, no Amapá, estava sendo discutido na Justiça. Nesta semana, uma decisão judicial havia determinado o seu adiamento, mas a liminar foi cassada e o terminal foi, finalmente, levado a leilão. A empresa vencedora foi a CS Infra, que ofereceu R$ 2 como valor de outorga, em proposta única. O terminal é destinado especialmente para o escoamento da produção de grãos e cavaco de madeira, e tem previsão de investimentos de R$ 150,2 milhões, com concessão para 25 anos.

Para o ministro Portos e Aeroportos, Silvio Costa, os três leilões ajudam a demonstrar que o Brasil vive o seu “melhor momento da infraestrutura”. 

Segundo ele, o ministério pretende encerrar o ano de 2026 realizando 18 leilões na B3. 

Inicialmente, o leilão previa que quatro terminais fizessem parte desse bloco inicial, incluindo o terminal de passageiros do Recife, com previsão de investimentos de R$ 2,3 milhões e prazo de concessão de 25 anos. No entanto, o leilão foi adiado por 180 dias a pedido da autoridade portuária local. Ainda não foi divulgado uma nova data para o leilão.

Fonte: Agência Brasil

PL antifacção deixa de fora "andar de cima" do crime, diz Sarrubbo

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O texto aprovado pela Câmara dos Deputados para o Projeto de Lei Antifacção dificultará a punição das grandes lideranças do crime organizado no país. Segundo o ex-secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, as dificuldades serão, inclusive, financeiras, uma vez que, por questões políticas, os deputados inviabilizaram recursos que seriam obtidos junto às bets para abastecer o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). 

Sarrubbo foi o entrevistado do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional nesta quinta-feira (26). 

Ele explicou que, se o texto for sancionado na versão atual, a lei criada “atingirá apenas a base das organizações criminosas”, deixando de lado aqueles que, segundo ele, “estão no andar de cima”.

“Era contra eles [os verdadeiros comandantes das organizações criminosas] que a gente queria avançar”, acrescentou ao ressaltar que o foco do texto se restringiu aos crimes violentos, liberando os políticos ligados ao crime organizado, bem como aqueles que, de fato, financiam o crime.

Alterações na Câmara

A versão apresentada pelo relator do PL antifacção na Câmara, Guilherme Derrite (PP-SP), rejeitou as alterações feitas no Senado, o que, na avaliação de Sarrubbo, prejudicou até mesmo a destinação de recursos aos estados, para o combate às organizações criminosas, uma vez que excluiu a taxação das bets para a criação do FNSP.

“A Câmara não quis dar recursos para esse fundo por razões políticas. O Derrite [relator na Câmara] retirou isso do texto. Seriam R$ 30 bilhões [que iriam das Bets] para o FNSP. Recursos que, na verdade, iriam para os estados, porque esse não é um recurso do governo federal.”

Coração financeiro

Ele lembrou que a proposta inicial criava “mecanismos para atingir os que atuam na Faria Lima e em Fintechs; quem financia essas organizações criminosas”, disse o ex-secretário. “

A Faria Lima não pega fuzil”, acrescentou ao se referir à Operação Carbono Oculto, que identificou um esquema criminoso que teria movimentado recursos de organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Sarrubbo ressaltou que a ideia defendida pelo governo é a de asfixiar financeiramente as facções criminosas. 

“A hora de subir o morro é após conseguirmos estancar o fluxo financeiro das organizações criminosos, quando elas estiverem sem fuzis, desorganizadas e sem conseguir pagar para os seus olheiros. Aí sim a gente [as forças de segurança] pode agir com consistência. Com baixa letalidade e com muita eficiência, a gente começa a tomar esses territórios.”

Fonte: Agência Brasil