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Diplomata dos EUA é chamado ao Itamaraty para esclarecimentos

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A secretária de Comunidades Brasileiras no Exterior e Assuntos Consulares e Jurídicos do Ministério das Relações Exteriores, Márcia Loureiro, reuniu-se na tarde desta segunda-feira (27), em Brasília, com o encarregado de negócios da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Gabriel Escobar, para tratar sobre a deportação de brasileiros no último fim de semana.

A convocação pelo Palácio do Itamaraty é um gesto diplomático que expressa descontentamento de um país com outro. A realização da reunião foi confirmada à Agência Brasil por fontes do governo brasileiro e também pela diplomacia norte-americana.  

Segundo os relatos, durante a reunião, o Itamaraty solicitou esclarecimentos do governo americano sobre o tratamento dispensado a brasileiros deportados em um voo fretado pelos Estados Unidos, que chegou ao país na última sexta-feira (24).

Os cidadãos brasileiros estavam detidos nos Estados Unidos por não possuírem a documentação de imigração exigida, e alegaram que, durante a viagem, permaneceram algemados, foram agredidos e tiveram privação de banheiro e alimentação. Brasil e EUA têm acordo vigente de deportação, mas o tratado prevê tratamento digno e humanitário, o que não ocorreu.

Após uma escala técnica em Manaus, o governo brasileiro interveio na situação, por iniciativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, determinando a retirada das algemas, prestando assistência humanitária e enviando um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para buscar os nacionais deportados e enviá-los até o destino final previsto, Belo Horizonte. O grupo desembarcou na capital mineira no sábado (25).

Esta foi a primeira leva de brasileiros deportados desde a posse do presidente Donald Trump, que prometeu tolerância zero com a imigração ilegal no país. Gabriel Escobar é atualmente o representante da diplomacia americana no Brasil, após a saída da embaixadora Elizabeth Bagley, indicada pelo governo anterior, de Joe Biden, mas que deixou o posto na capital brasileira.

À reportagem, a Embaixada dos Estados Unidos confirmou a realização do que chamou de uma “reunião técnica” com autoridades do Ministério das Relações Exteriores, mas não deu detalhes sobre o que foi conversado no encontro.

Fonte: Agência Brasil

Bolsa sobe quase 2% e atinge maior nível em um mês e meio

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O mercado financeiro brasileiro teve um dia de alívio, apesar das turbulências nos Estados Unidos. A bolsa de valores subiu quase 2% e fechou no maior nível em um mês e meio. O dólar operou perto da estabilidade durante quase toda a sessão e caiu pela sexta vez seguida.

O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 124.861 pontos, com alta de 1,97%. O indicador subiu durante praticamente toda a negociação até fechar na máxima do dia, impulsionado por petroleiras, mineradoras e ações de empresas ligadas ao consumo.

O índice está no maior nível desde 12 de dezembro. Em 2025, a bolsa brasileira valoriza-se 3,8%.

No mercado de câmbio, o dia também foi marcado pelo otimismo. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira vendido a R$ 5,912, com queda de apenas 0,1%. A moeda americana chegou a subir para R$ 5,95 nos primeiros minutos de negociação, mas desacelerou e ficou perto da estabilidade durante quase todo o dia.

A cotação está no menor nível desde 26 de novembro. O dólar cai 4,34% em 2025.

Sem notícias relevantes na economia brasileira, o dólar caiu por causa do exterior. A divulgação de que a startup chinesa DeepSeek desenvolveu um sistema de inteligência artificial em código aberto por uma fração do custo do ChatGPT provocou queda nas bolsas norte-americanas. O índice Nasdaq, das empresas de tecnologia, caiu 3,07%.

Com a turbulência nos mercados de ações, os investidores aplicaram o dinheiro em títulos do Tesouro norte-americano, considerados os investimentos mais seguros do mundo. A entrada de recursos fez caírem as taxas de longo prazo dos papéis, provocando a queda do dólar em todo o planeta.

*Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

Aos 18 anos, João Fonseca entra no top 100 do ranking mundial de tênis

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Uma façanha para poucos brasileiros na história. Nesta segunda-feira (27), o carioca João Fonseca, de 18 anos e cinco meses, entrou pela primeira vez no top 100 do ranking mundial da Associação de Tênis Profissional (ATP, na sigla em inglês). Fonseca, que debutou este ano na carreira profissional, abriu a temporada em 145º lugar e após a atualização de hoje (27), passou a ocupar a 99ª colocação. Fonseca é o segundo tenista, depois do espanhol Carlos Alcaraz, a ingressar no seleto grupo, onde já estiveram outros 28 tenistas brasileiros. Alcaraz tinha 18 anos e 19 dias de idade quando ascendeu pela primeira vez ao top 100.

Outros dois brasileiros figuram entre os 100 mais bem colocados na lista da ATP: o paranaense Thiago Wild ocupa a melhor posição (76º lugar) e o cearense Thiago Monteiro está em 100º lugar.  

No último dia 4, João Fonseca já havia subido 32 posições – saltou da 145ª para a 113ª colocação – após conquista de dois títulos consecutivas: Next Gen ATP Finals, em Jedá (Arábia Saudita), em dezembro;  e o Challenger de Camberra (Austrália), uma semana antes do primeiro Grand Slam do ano, em Melbourne.

Antes da estreia retumbante na chave principal do Aberto da Austrália, João Fonseca furou o qualifying (torneio qualificatório): cravou vitórias sobre o argentino Federico Gomes (134º no ranking), contra Coleman Wong (172º), de Hong Kong; e contra o argentino Thiago Tirante (115º). Depois, na primeira rodada de simples do Grand Slam australiano, o brasileiro surpreendeu o russo Andrey Rublev, até então número 9 do mundo. Foseca aplicou 3 sets a 0 no adversário, com parciais de r 7-6(1), 6-3 e 7-6(5). Na rodada seguinte, Fonseca lutou como nunca, mas se despediu de Melbourne, após ser superado por 3 sets a 2, com parciais de 6-7(6), 6-3, 6-1, 3-6 e 6-3.

O tenista carioca volta a representar o Brasil no próximo fim de semana – entre os dias 1º e 2 de fevereiro – no qualificatório da Copa Davis, torneio masculino entre nações. O primeiro jogo do Brasil será contra a França, na casa dos adversários, na cidade de Orleans. João Fonseca já se juntou aos treinamentos da equipe amarelinha em Orleans, e vive a expectativa da estreia. 

“Foi um pouco de correria, mas consegui dar uma ambientada, bater uma bolinha. Sentir como é. É uma quadra mais rápida do que a outdoor. Joguei bastante indoor no fim do ano. Consegui aprender a jogar melhor. Estou ambientado. Estou me sentindo bem aqui. Foi um bom treinamento. Espero continuar assim, nessa mesma vibe”, disse o carioca em depoimento à Confederação Brasileira de Tênis (CBT)..



Fonte: Agência Brasil

Carnaval paulistano terá mais de 800 desfiles oficiais de blocos

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A prefeitura de São Paulo confirmou a previsão de 860 desfiles para os oito dias oficiais do carnaval na cidade. O município aceitou a inscrição de 767 blocos, que começarão os festejos de momo no pré-carnaval, nos dias 22 e 23 de fevereiro.

Segundo a SPTuris, empresa municipal responsável pela organização da festa, é o maior número de blocos já permitido desde que a prefeitura passou a organizar os festejos, superando os 644 blocos inscritos em 2020.

A retomada após a pandemia contou com 475 inscritos em 2023 e 579 em 2024. A estimativa de foliões é de 16 milhões de pessoas. As descrições e os trajetos dos blocos devem ser publicados nos próximos dias, no Diário Oficial da Cidade de São Paulo.

Fonte: Agência Brasil

AGU cobra R$ 725 milhões de acusados por danos ambientais no Pantanal

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A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que entrou com uma ação na Justiça para cobrar R$ 725 milhões por danos ambientais causados no Pantanal.

A ação civil pública foi protocolada na sexta-feira (24) para solicitar a três grandes infratores ambientais o ressarcimento pelo uso de motosserras e incêndios florestais para derrubar cerca de 6,4 mil hectares localizados em Corumbá (MS). O órgão pede que seja pago um valor de R$ 212 milhões para cada ano de dano.

As irregularidades foram investigadas pela Operação Prometeu, da Polícia Federal (PF), deflagrada em setembro do ano passado para combater incêndios ilegais, desmatamento e a exploração de terras do governo federal no Pantanal.

A ação conta com laudos e fotos que comprovam os danos ambientais provocados contra o bioma. Além da responsabilização civil, os acusados também devem ser acionados pelos danos nas esferas penal e administrativa.

A AGU também solicitou à Justiça o bloqueio dos bens dos acusados e que seja determinada a elaboração de um plano de recuperação das áreas degradadas.

Fonte: Agência Brasil

Comércio aquecido levou R$ 1,7 bilhão de ICMS a mais para os cofres do GDF em 2024

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As vendas do comércio (atacadista, varejista, de veículos e de combustíveis) do Distrito Federal tiveram expressivos aumentos em 2024, ante a 2023 – consequentemente registrando acréscimos relevantes no recolhimento de tributos ao longo dos últimos 12 meses – principalmente do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). O total deste, no acumulado do ano, chega a R$ 11,7 bilhões, contra R$ 10 bilhões no ano anterior. Já o Imposto sobre Serviços (ISS) arrecadou cerca de R$ 3,5 bilhões.

“Desde que assumi a Secretaria de Economia, estamos buscando alternativas para modernizar e inovar a gestão. Isso inclui os sistemas de cobrança de impostos, facilidades tecnológicas para orientar os contribuintes e também reforço na fiscalização”, explica o secretário de Economia, Ney Ferraz. Por exemplo: a Seec-DF valeu-se até do WhatsApp oficial (3410-9005) para resolver questões relacionadas ao pagamento de impostos como IPTU e IPVA.

“Outra iniciativa relevante foi reforçar o combate à sonegação”, acrescenta Ney Ferraz. “Essas ações incluem a intensificação das operações nas divisas estaduais, em depósitos e nos estabelecimentos de toda a região. Estamos também com equipes de auditores focados em investigações mais complexas, com uso de tecnologia, para combater a sonegação”, ressalta o chefe da pasta.

Em 2024, o número das grandes operações de combate à evasão fiscal, realizadas pela Coordenação de Fiscalização Tributária (Cofit), em todo o DF, dobrou. Foram 12 ações contra seis em 2023, que somaram mais de R$ 1 bilhão em crédito tributário (valor estimado de impostos sonegados e multas). Os servidores da Seec-DF apreenderam mercadorias com valor estimado em aproximadamente R$ 3,2 bilhões.

O secretário de Economia destaca que não se festeja, nesse caso, o aumento da arrecadação por si só. “Mas o crescimento dela vai permitir que o governador Ibaneis possa investir mais na qualidade de vida das cidades, financiar projetos como o das três refeições em todos os restaurantes comunitários, novas creches e escolas, e a ampliação do cartão material escolar e cartão gás”.

Resultados em 2024

As mudanças adotadas nesta gestão da Seec-DF deram resultado: no ano passado, o GDF arrecadou no total R$ 24,8 bilhões somente com tributos variados, um crescimento de 14,7% em relação a 2023. Neste caso, o ganho real (descontada a inflação do período), o ganho real foi 10,3%.

Os maiores incrementos reais (descontada a inflação do período), além do ICMS, foram o IRRF (+R$ 563 milhões), ISS (+R$ 267,1 milhões), IPVA (+R$ 104,8 milhões), ITBI (+R$ 56,2 milhões) e ITCD (+R$ 50,4 milhões). Houve variação negativa apenas em Taxas (-R$ 46,6 milhões).

Outros impostos

– O IPVA rendeu R$ 1,8 bilhão (9,9% a mais)
– O IPTU arrecadou R$ 1,3 bilhão (6,5% a mais)
– O ITI somou R$ 621 mil (2,5% a mais)
– A receita advinda do comércio eletrônico, com compra em outros estados, registrou ingressos de R$ 92,5 milhões em dezembro de 2024 (maior valor da série histórica)

*Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)

Fonte: Agência Brasília

Mais de 1.600 toneladas de descarte irregular são recolhidas em Samambaia e Santa Maria

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Em três dias, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) recolheu mais de 1.600 toneladas de entulhos nas regiões de Samambaia e Santa Maria. A operação, realizada entre os dias 23 e 25 de janeiro, mobilizou 33 caminhões caçamba, seis pás carregadeiras e 74 profissionais, entre motoristas e ajudantes, com o apoio das administrações regionais para mapear os pontos mais críticos.

De acordo com o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, mais regiões terão a limpeza intensificada. “Começamos em Samambaia e Santa Maria, mas já estamos organizados para atender a mais três regiões na próxima semana. O SLU está empenhado na limpeza das cidades para não dar chance ao mosquito da dengue”, afirmou.

Ações intensificadas

Em Samambaia, o mutirão contou com 14 caminhões caçamba, com capacidade para 12 m³ e três pás carregadeiras que recolheram 923 toneladas de resíduos. As equipes concentraram esforços nas quadras 100, 300, 400 e 500, realizando 91 viagens até a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) para o descarte adequado.

Santa Maria, por sua vez, foi atendida com 19 caminhões caçamba e três pás carregadeiras, que removeram 748 toneladas de entulhos de diversas localidades, incluindo as quadras 1, 3, 13, 101, 103, 107, 402, 403, 418 e 419, além do Polo JK e do Condomínio Porto Rico. A operação também alcançou áreas como as QRs 17 e 19, C1, CL 408 e CL 112/113.

Contra a dengue

Luiz Felipe Carvalho destacou, ainda, a importância de destinar corretamente os resíduos para evitar o descarte irregular, que contribui para a proliferação do mosquito da dengue. “O cidadão precisa incluir no orçamento da obra os custos para a destinação final dos resíduos, como a contratação de caçambas de transportadores licenciados. Para descartes menores, os papa-entulhos são opções adequadas, permitindo volumes de até 1m³ por dia”, reforçou.

O diretor de Limpeza Urbana do SLU, Álvaro Henrique Ferreira, anunciou que os mutirões de limpeza serão estendidos para outras regiões. “Estamos empenhados no combate à dengue e na limpeza das cidades. Nesta semana, as ações continuam em Ceilândia, São Sebastião e Gama. O objetivo é manter essas operações durante toda a temporada de chuvas”, afirmou.

Para o administrador de Santa Maria, Josiel França, apesar dos esforços na limpeza da cidade, o descarte irregular continua sendo um desafio. “É triste saber que o descarte irregular se tornou um hábito. A administração faz um apelo à população: não descarte lixo e entulho em locais indevidos”, destacou.

*Com informações do SLU

Fonte: Agência Brasília

Processo de decantação do Drenar DF devolverá água limpa para a natureza

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Com as recentes chuvas registradas na capital, a bacia de detenção do Drenar DF já está em operação. A estrutura é fundamental para garantir que o Lago Paranoá continue próprio para banho, práticas desportivas e de lazer, e promover uma barreira importante contra a poluição.

O funcionamento da bacia foi possível graças à recente ligação de parte da nova infraestrutura de drenagem à rede antiga de captação. Essa liberação ocorreu mesmo com as obras do programa ainda em curso e foi feita na semana passada, com a perfuração de dois dispositivos de derivação (duas janelas de 1,5 metros). São essas duas aberturas que ligam a rede existente à nova.

A partir dessa conexão, a água da chuva cai na rede nova. Esse processo elimina o risco de sobrecarga do sistema antigo, uma vez que a maior parte da captação será direcionada para o sistema novo.

O reservatório do Drenar DF será responsável por reter resíduos sólidos. Isso será feito por meio do processo de decantação, que consiste na separação de materiais de densidades diferentes, como líquidos e sólidos.

Esse processo ocorre para reduzir os impactos de inundações e melhorar a qualidade da água antes de ser lançada no Lago Paranoá, fazendo com que a água da chuva retorne para a natureza com qualidade e segurança – um dos diferenciais do projeto de drenagem do Governo do Distrito Federal (GDF).

Todo o processo de retorno da água da chuva para a natureza ocorre de maneira sustentável, o que contribui também para a redução do assoreamento, que mantém o equilíbrio ambiental do Lago Paranoá.

“A bacia funciona como um filtro. Toda a sujeira que vem carregada com a água da chuva pelas tubulações do sistema vai ser decantada para o fundo do reservatório — até pelo peso dos materiais. Então, só depois que a água vai para o Lago Paranoá. Antes dessa obra, essa água ia direto para o lago com toda a sujeira. Agora, com o Drenar DF, existe essa contribuição com o meio ambiente”, destaca o presidente da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Izidio Santos.

Passo a passo

Ao chegar na bacia, a água da chuva e os resíduos sólidos carregados pelo sistema de drenagem ficam armazenados temporariamente no tanque. A etapa de armazenamento, que retém a água da chuva, faz com que ela se movimente mais lentamente, permitindo que os materiais decantem, ou seja, se depositem no fundo da bacia.

Com os materiais sólidos no fundo do reservatório, a água segue para os vertedores de saída da bacia, que possuem túneis de 2,6 metros de diâmetro, responsáveis por conduzir o volume até o Lago Paranoá.

Posteriormente, os materiais acumulados e resíduos sólidos serão recolhidos pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), que ficará responsável pela manutenção do reservatório. A limpeza ocorrerá sempre que a bacia estiver vazia, sem nenhum volume de água – estado em que ficará também durante o período de seca.

A companhia já realiza a limpeza de outras 86 bacias de drenagem em todo o Distrito Federal e possui contratos de manutenção de natureza continuada desses dispositivos. Em 2023, foram investidos cerca de R$ 26 milhões na manutenção e conservação de bacias.

Coloração da água

Um dos aspectos que chamaram a atenção após o primeiro funcionamento da bacia foi a coloração da água que ficou retida no reservatório – de tom marrom. Segundo o presidente da Terracap, isso ocorre porque a bacia é revestida de terra.

De acordo com Izidio, o Governo do Distrito Federal (GDF) está estudando, junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o revestimento da bacia com placas de grama, para tornar a vista da bacia mais agradável.

Drenar DF

Com um investimento de R$ 180 milhões, o Drenar DF é o maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). O projeto duplicará a capacidade de escoamento da Asa Norte sem modificar a rede existente.

A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB Mané Garrincha e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte.

27/01/2025 - Processo de decantação do Drenar DF devolverá água limpa para a natureza

Fonte: Agência Brasília

Escolas da educação básica iniciam ano letivo com proibição de celular

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Com o início do ano letivo e a volta gradual das atividades em instituições de ensino públicas e privadas, as escolas ainda aguardam o detalhamento da Lei 15.100/2025, que proibiu o uso dos celulares durante as aulas, recreio ou intervalos de todo o ensino básico, desde o dia 13 de janeiro de 2025. O Ministério da Educação (MEC) informou que vai regulamentar a lei com instruções mais detalhadas, mas, até esta segunda-feira (27), as normas não foram divulgadas.

No Distrito Federal, por exemplo, a rede pública de ensino proíbe o uso dos equipamentos eletrônicos apenas dentro da sala de aula, conforme a Lei Distrital 4.131/2008. Para ampliar a proibição, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal informou que aguarda a regulamentação do MEC. “Somente após essa etapa será possível analisar detalhadamente a nova legislação e implementar as novas diretrizes estabelecidas pelo governo federal”, informou por meio de nota.

A volta às aulas na rede pública de todo o país, nesta segunda-feira, tem motivado iniciativas pelas próprias secretarias estaduais, como é caso do estado do Pará. “A gente está fazendo uma discussão agora, neste início de ano letivo, dos procedimentos, de como fazer para regulamentar. Para a gente também é importante, porque a gente sabe que o Ministério da Educação está trabalhando numa regulação, um apoio em relação à aplicabilidade, às formas, e a gente também estará acompanhando esse trabalhando junto com o MEC”, afirmou o secretário de Educação do Pará, Rossieli Soares.

Segundo o secretário, esta semana, os esforços estão concentrados no acolhimento dos estudantes da rede pública, mas, nas próximas semanas, o tema deverá ser debatido com a comunidade escolar, para que haja uma orientação. “Não vamos ter um informe de uma orientação única dentro do estado do Pará. Haverá uma regra geral de não poder ter o telefone, mas a forma de funcionamento a gente vai deixar as escolas determinarem junto com a comunidade, o formato, como por exemplo, vai guardar na mochila, vai guardar em cima da mesa, em um lugar exposto são eles que vão ditar”, explicou.

Na rede particular, a aplicação das novas regras ainda gera dúvidas. Para o estudante do ensino médio Théo Teixeira, 16 anos, as aulas este ano iniciaram-se em 13 de janeiro, na mesma data em que a nova lei foi sancionada e, por enquanto, ele entende que o uso do aparelho nos intervalos ainda é permitido. “Os professores já nos avisaram que vão implantar a lei aqui na escola, mas ainda não divulgaram como vai ser. Por enquanto a gente pode assistir à aula com o celular guardado, sem desligar. Se usar, eles chamam a atenção, mas não tiram a gente de sala de aula”, disse.

A gestora de laboratório de análises clínicas Larissa Lima, mãe do estudante, avalia que a mudança gerada pela nova lei permitirá que crianças e adolescentes estejam totalmente dedicados ao aprendizado no ambiente escolar e, consequentemente, tenham um melhor desempenho. “Sempre fui a favor da proibição, mas as escolas alegavam serem impedidas de determinar a mudança sem um consenso entre os responsáveis pelos estudantes”, lembrou.

De acordo com Socorro Silva, secretária-geral da escola particular, em Belém, no Pará, desde a volta às aulas, a unidade de ensino determinou que os celulares são permitidos, mas devem permanecer desligados dentro da mochila. Esse foi o procedimento adotado, porque parte do material didático adotado pela instituição é eletrônico, sendo necessário, muitas vezes, o uso pedagógico da ferramenta. “Tanto os estudantes, quanto familiares têm sido orientados dessa forma”, disse.

A lei, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, muda isso, mas flexibiliza o uso de equipamentos eletrônicos para fins pedagógicos ou didáticos, com orientação dos profissionais de educação. E também considera exceções casos em que os aparelhos garantam acessibilidade, inclusão, direitos fundamentais ou atendam às condições de saúde dos estudantes.

Assim como no DF, estados como o Ceará possuem lei estadual regulando o tema. Também há cidades como o Rio de Janeiro, onde um decreto municipal proibiu o celular em sala de aula desde 2023. Mas estados e municípios possuem especificidades diferentes da lei federal.

O MEC foi consultado sobre a data em que a regulamentação do tema deverá ser divulgada e até o momento da publicação da matéria não houve resposta.

Fonte: Agência Brasil

O CORPO FALA? (22.01.25)

Luiz Carlos Costa
Durante a posse de Trump, Juvenal, meu alter ego, lembrou-se do conhecido educador e psicólogo francês Pierre Weil nascido em Estrasburgo no ano de 1924. Weil morou muitos anos no Brasil e lançou aqui, há 50 anos, juntamente com o ilustrador Roland Tompakow, o clássico “O Corpo Fala”, que tem mais de 1 milhão de exemplares vendidos, explorando a linguagem silenciosa da comunicação não verbal. Weil faleceu em Brasília no ano de 2008.
O assunto volta à pauta na posse do Presidente Trump, que se imagina ter uma enorme e competente assessoria, mas incapazes de lembrar ao Presidente que “o corpo fala” e a postura de arrogância e imodéstia, tão comuns em suas aparições, dificultam a construção de uma melhor imagem. O alerta de que o corpo fala serve ainda para alguns políticos brasileiros como o ex-presidente Bolsonaro, em algumas apresentações, o Presidente Lula, quando se permite ser gravado após alguns goles ou o Ministro Haddad que demonstra nenhum conhecimento em economia nas suas aparições. Juvenal lembra, a cada um de nós, que o corpo fala