Início Site Página 967

Programa de médicos especialistas será lançado na sexta, diz Lula

0

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que lançará, na próxima sexta-feira (30), um programa para reduzir a fila de espera por consultas com especialistas e por exames de maior complexidade no Sistema Único de Saúde (SUS). O programa é uma reestruturação de uma ação em vigor desde o ano passado, por meio de parcerias com estados e municípios, mas que não chegou a deslanchar como deseja o governo federal.

“Qual é a minha obsessão? A pessoa vai no médico, o médico tem que dizer o que ela tem, dar a receita e ela vai na farmácia. E, se tiver que ir no especialista, em pouco tempo [tem que ir], não pode esperar dois meses, três meses, tem que ser mais rápido. E se precisar de uma máquina, tem que ser mais rápido”, disse o presidente em evento no município de Cachoeira dos Índios, no sertão da Paraíba, onde participou da cerimônia de entrega do primeiro trecho do Ramal do Apodi, do Eixo Norte da integração do Rio São Francisco.

Com 115,5 quilômetros de extensão, a estrutura liga a Barragem Caiçara (PB) à Barragem Angicos (RN), com vazão projetada de 40 m³/s. A obra, iniciada em 2021, está 74,83% concluída e tem entrega total prevista para outubro de 2026, com investimento de R$ 1,45 bilhão. Quando finalizado, o ramal atenderá cerca de 750 mil pessoas em 54 municípios da Paraíba e do Rio Grande do Norte.

Em discurso, Lula defendeu a obra da transposição, que ele considera a mais importante de sua trajetória como presidente do Brasil. Ele lembrou que o desvio da água do São Francisco foi pensando ainda no tempo do Império, em 1846, mas só saiu do papel com um governante que conhece a vida dos mais pobres.

“Determinadas coisas você só faz se tiver coragem. Você só cuida do pobre se você governar com o coração e não com a cabeça. É preciso ter conhecimento para saber o que é a vida de um pobre, é preciso saber de verdade o que é uma criança levantar sem ter um leite para tomar”, disse Lula.

Durante o evento, o presidente também voltou a falar sobre programas de crédito para reforma de casa e compra de motocicletas para motoentregadores, e destacou a isenção das contas de luz de 60 milhões de consumidores de baixa renda 

Caminho das Águas

As agendas de hoje fazem parte do Caminho das Águas, iniciativa do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional que, desde o dia 25, percorre a trilha da transposição das águas pelo sertão nordestino, passando pelos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Mais cedo, Lula esteve em outro evento, onde assinou a ordem de serviço para a duplicação da capacidade de bombeamento de água do Eixo Norte do Projeto de Integração do São Francisco, em Salgueiro (PE). O investimento é de R$ 491,3 milhões, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O objetivo do Caminho das Águas é verificar o andamento de obras de revitalização, reformas em açudes, conhecer iniciativas de irrigação e inaugurar obras que fazem parte do complexo. Atualmente, cerca de 70 ações estão em andamento, todas incluídas no Novo PAC.

Pensado desde o Brasil Império, o Projeto de Integração do São Francisco começou a virar realidade a partir de 2007, dividido em dois eixos, norte e leste, que juntos totalizam 477 quilômetros de canais, túneis, barragens e estações de bombeamento que levam água para a população. São cerca de 400 municípios atendidos nos quatro estados, com irrigação de lavouras e abastecimento de comunidades.

Desde 2007, mais de R$ 12 bilhões de investimentos foram feitos no Projeto de Integração do São Francisco, incluindo os sistemas complementares de distribuição de recursos hídricos.

Fonte: Agência Brasil

Frente fria se aproxima do Rio e pode provocar fortes rajadas de vento

0

O Centro de Operações Rio(COR-Rio) informa que o Sistema Alerta Rio, prevê a aproximação e passagem de uma frente fria a partir desta quarta-feira (28) à noite, com a possibilidade de provocar rajadas de vento moderadas a fortes, que podem ultrapassar 75 quilômetros por hora (km/h). 

As rajadas de vento com velocidade superior a 75 km/h podem ser classificados como ventania forte.

O aviso meteorológico tem validade até as 18h desta quinta-feira (29), quando existe ainda a possibilidade de chuva isolada no início do dia.

De acordo com o Alerta Rio, a previsão do tempo para esta quinta-feira (29), com a passagem de uma frente fria pelo oceano, vai influenciar o tempo na cidade, deixando o céu nublado a encoberto. Há possibilidade de chuva fraca a partir do período da manhã. Os ventos estarão moderados a fortes e as temperaturas devem apresentar declínio: a máxima prevista é de 27°Celsius (ºC) e a mínima, 15°C.

Para a sexta-feira (30) a entrada de ventos úmidos do oceano deixará o céu encoberto a nublado. Não há previsão de chuva e os ventos estarão fracos a moderados e as temperaturas estarão em novo declínio.

Recomendações

Em casa:

  • Feche as janelas, basculantes e portas de armários para evitar canalizações de ventos no interior de casa.
  • Persianas, cortinas ou blecautes também devem estar fechados para evitar que estilhaços se espalhem, no caso de alguma janela quebrar;
  • Aparelhos elétricos e registro de gás devem estar fechados. Dessa forma, não há agravamento em caso de queda de árvore;
  • Evite deixar objetos que possam cair em locais altos;
  • Mantenha as árvores do jardim ou do quintal sempre podadas e bem cuidadas;
  • Fique atento: se houver falta de luz, cuidado com o uso de velas para evitar incêndios.

Na rua:

  • Não se abrigue debaixo de árvores ou de coberturas metálicas;
  • Evite a prática de esportes ao ar livre, especialmente, no mar;
  • Evite ficar próximo a precipícios, encostas ou lugares altos sem proteção;
  • Evite passar sob cabos elétricos, outdoors, andaimes, escadas;
  • Não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda;
  • Não queime lixo, não ateie fogo em terrenos para remover vegetação, não acenda fogueiras ou jogue bitucas de cigarros em estradas ou terrenos com mata;
  • Fique atento: caso haja queda de árvore, é possível que a rede de energia tenha sido rompida. Nesta situação, há risco de acidentes causados por raios.

Fonte: Agência Brasil

PF investiga organizações criminosas que planejavam matar autoridades

0

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (28) a 7ª fase da Operação Sisamnes com o objetivo de investigar “possíveis mandantes e eventuais coautores” do homicídio de um advogado ocorrido em 2023, na cidade de Cuiabá.

Essa organização, formada por militares (ativos e da reserva) e civis, era dedicada à “prática de crimes graves, especialmente espionagem e homicídios sob encomenda”, tendo sido responsável pela morte, a tiros, do advogado Roberto Zampieri em dezembro de 2023. O assassinato foi motivado por uma disputa por terras na região.

Na operação, os investigadores descobriram ainda a existência de uma organização criminosa empresarial denominada “Comando C4”.

Eles apuraram que a sigla C4 refere-se a “comando de caça a comunistas corruptos e criminosos”, revelando, assim, alvos de interesse do grupo criminoso e, portanto, potenciais vítimas.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Foi também constatado que a organização criminosa mantinha, em formato impresso, uma espécie de tabela de valores atribuídos à execução de homicídios, cujos preços variavam conforme a função exercida pela vítima.

A PF encontrou, ainda, registros manuscritos contendo menções a autoridades brasileiras, entre as quais se destacam parlamentares do Congresso Nacional e ministros do STF. O assassinato de um deputado custaria R$ 100 mil, de um senador, R$ 150 mil, e de um ministro do Judiciário, R$ 250 mil.

Mandados

Na operação desta quarta-feira, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão preventiva, seis mandados de busca e apreensão, quatro mandados de monitoramento eletrônico nos estados de Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais.

Também estão sendo cumpridas medidas cautelares de recolhimento domiciliar noturno, proibição de contato e saída do país, incluindo o recolhimento dos passaportes.

Início das investigações

As duas primeiras fases da Operação Sisamnes foram deflagradas no final de 2024, com o objetivo de investigar crimes de organização criminosa, corrupção, exploração de prestígio e violação de sigilo funcional.

Foi investigado um suposto esquema de venda de decisões judiciais, envolvendo advogados, lobistas, empresários, assessores, chefes de gabinete e magistrados. Ao longo das apurações, foi descoberto que alguns investigados solicitavam valores para beneficiar partes em processos judiciais.

Na época, a PF informou que investigava também “negociações relacionadas ao vazamento de informações sigilosas, incluindo detalhes de operações policiais”.

Em dezembro de 2024, durante a segunda fase da operação, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou operações de busca e apreensão para investigar “suposta venda de sentenças judiciais pelo desembargador afastado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) João Ferreira Filho”.

Fonte: Agência Brasil

Duplas de Stefani, Bia Haddad e Orlando Luz avançam em Roland Garros

0

A quarta-feira (28) começou bem para os brasileiros no torneio de duplas de Roland Garros, em Paris (França). Estrearam com vitória e avançaram à segunda rodada as parcerias de Beatriz Haddad Maia com a alemã Laura Siegemund e de Luisa Stefani com a húngara Timea Babos, além da dupla de Orlando Luz com o croata Ivan Dodig. Nesta quinta (29), a parceira do carioca Fernando Rombolli com o britânico John -Patrick Smith disputará a primeira rodada contra os irmãos gregos Stefanos e Petros Tsisipas. O início da partida está previsto para às 7h10 (horário de Brasília).

Um dia após ser eliminada da chave de simples do Grand Slam parisiense, a paulistana Bia Haddad deixou para trás o revés e assegurou a primeira vitória ao lado de Siegemund. Cabeças de chave número 13, elas despacharam as francesas Leolia Jeanjean e Jessika Ponchet, com vitória fácil por 2 sets a 0 (6/3 e 6/0).  A parceria Brasil-Alemanha volta à quadra na próxima sexta (30) contra as japonesas Shuko Aoyma e Moyuka Uchijima.

 

Quem também comemorou a classificação tranquila à segunda rodada foi a dupla da paulista de Stefani e Babos, campeãs do WTA 500 de Estrasburgo (França) no último sábado (24). Em apenas 46 minutos, elas aplicaram 2 sets a 0, com direito a pneu (6/0) na primeira parcial e 6/1 na seguinte.

“Grande estreia. Jogamos muito limpo de começo a fim. Sacamos muito bem e colocamos pressão no saque delas desde o início de cada set pra conseguir alargar o placar. Muito feliz com o nível que jogamos hoje. Agora é preparar para próxima rodada”, disse Stefani, que subiu da 37ª para a 31ª posição no ranking mundial de duplas, após o título em Estrasburgo.

Na disputa masculina, a parceria do gaúcho Orlando Luz com o croata Ivan Dodig, ex-número 1 do mundo, venceu de virada a estreia contra os donos da casa Geoffrey Blancaneaux e Valentin Royer, por 2 sets a 1, com parciais de 3/6 6/3 e 6/4. Na segunda rodada, Luz e Dodig enfrentarão os vencedores do duelo entre os alemães Kevin Krawietz e Tim Puetz (cabeças de chave 3) e  os poloneses Karol Drzewiecki e Piotr Matuszewski.

Outras duas duplas com brasileiros se despediram precocemente da competição. A parceria do gaúcho Rafael Matos com o mineiro Marcelo Melo foi superada na primeira rodada pela dupla do francês Manuel Guinard com Romain Ameodo (Principado de Mônaco), por 2 sets a 0 (6/3 e 6/4). Ao lado do chileno Nicolar Jarry, o gaúcho Marcelo Demoliner chegou a ganhar o primeiro set na estreia, mas depois cedeu ao empate.  No último set, Demoliner e Jarry travaram um embate equilibrado, mas acabaram superados por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 3/6 e 7/6 (10-6).


joão fonseca, atp 500 buenos aires, tênis
joão fonseca, atp 500 buenos aires, tênis

O carioca João Fonseca, de 18 anos, encara nesta quinta-feira (29), aàs 11h, o anfitrião Pierre-Hugues Hebert, de 34 anos, pela segunda rodada da chave principal de Roland Garros – Reuters/Matias Baglietto/Direitos Reservados

Quinta (29) tem João Fonseca na segunda rodada de simples

Após uma estreia arrasadora contra o polonês Hubert Hurkacz, o carioca João Fonseca, número 65 do mundo, encara o dono da casa Pierre-Hugues Hebert (147º). Se voltar a vencer, o brasileiro de 18 anos pode voltar a enfrentar o britânico Jack Draper (5º), que o eliminou na segunda rodada do Masters 1000 de Indian Wells em março. Pelo chaveamento da competição até a decisão do títulos, os demais adversários podem ser o italiano Jannik Sinner (número 1 do mundo) nas quartas de final; o alemão Alexander Zverev (3º) ou o sérvio Novak Djokovic (6º) na semifinal; e o espanhol Carlos Alcaraz (2º) na final.



Fonte: Agência Brasil

Ministros do STF evitam comentar decisão do governo norte-americano

0

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) evitaram nesta quarta-feira (28) comentar publicamente a decisão do governo dos Estados Unidos (EUA) que pretende restringir a entrada no país de autoridades acusadas de promover censura contra empresas e cidadãos norte-americanos.

A medida foi anunciada na manhã de hoje pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e, apesar de não citar pessoas físicas, tem como alvo o ministro do STF Alexandre de Moraes, acusado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro de censurar de parlamentares de direita e plataformas que operam as redes sociais. 

Após o anúncio, Jason Miller, um dos assessores do presidente Donald Trump, marcou o perfil de Moraes nas redes sociais e insinuou que o ministro será um dos atingidos. “Compartilhe isso com alguém que vem imediatamente à mente quando você lê isso. Oi, Alexandre”, postou o assessor.

Ao chegar para participar da sessão de julgamentos desta tarde, o presidente do Supremo, ministro Luís Roberto Barroso, evitou fazer comentários sobre a decisão e disse: “não aconteceu nada que eu precise falar”.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Flávio Dino disse que não poderia dar declarações sobre a questão. Edson Fachin, Luiz Fux, André Mendonça e Moraes também não se manifestaram. 

Investigação

A suposta participação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para incitar o governo Trump a impor sanções a autoridades brasileiras passou a ser investigada pela Polícia Federal. 

Na segunda-feira (26), Moraes determinou a abertura de inquérito para apurar se Eduardo Bolsonaro cometeu os crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação.  

O ministro também autorizou o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro para prestar esclarecimentos por ser “diretamente beneficiado” pelas ações de seu filho. Bolsonaro é réu do Núcleo 1 da trama golpista. Diplomatas brasileiros também devem ser ouvidos. 

Em março deste ano, em meio ao julgamento no qual Bolsonaro virou réu, Eduardo pediu licença de 122 dias do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos. Desde então, Eduardo se manifesta nas redes sociais a favor de sanções contra ministros do STF e autoridades brasileiras. 

Fonte: Agência Brasil

Dívida Pública sobe 1,44% em abril e supera R$ 7,6 tri

0

Pela primeira vez na história, a Dívida Pública Federal (DPF) ultrapassou a marca de R$ 7,6 trilhões, impulsionada pelos juros. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 7,508 trilhões em março para R$ 7,617 trilhões no mês passado, alta de 1,44%.

Em junho do ano passado, o indicador superou pela primeira vez a barreira de R$ 7 trilhões. Mesmo com a alta em abril, a DPF continua abaixo do previsto. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no início de fevereiro, o estoque da DPF deve encerrar 2025 entre R$ 8,1 trilhões e R$ 8,5 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) subiu 1,55%, passando de R$ 7,199 trilhões em março para R$ 7,31 trilhões em abril. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 41,42 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis atrelados a índice de preços. A alta foi reforçada pela apropriação de R$ 70,3 bilhões em juros.

Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14,75% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 204,46 bilhões em títulos da DPMFi. Com o alto volume de vencimentos em abril de títulos prefixados (com juros definidos no momento da emissão), os resgates somaram R$ 163,04 bilhões.

A Dívida Pública Federal externa (DPFe) caiu 1,1%, passando de R$ 309,54 bilhões em março para R$ 306,13 bilhões em abril. O principal fator foi a queda de 1,42% do dólar no mês passado.

Colchão

Após uma queda em março, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) recuperou-se fortemente. Essa reserva passou de R$ 869 bilhões em março para R$ 904 bilhões no mês passado, chegando ao maior nível desde agosto. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi a emissão líquida (emissões menos resgates) no mês passado.

Atualmente, o colchão cobre 8,57 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,365 trilhão em títulos federais.

Composição

Com o forte vencimento de títulos prefixados, a composição da DPF mudou. A fatia dos papéis prefixados (com rendimento definido no momento da emissão) caiu de 21,51% em março para 20,23% em abril. O PAF prevê que o indicador feche 2025 entre 19% e 23%.

Normalmente, os papéis prefixados indicam mais previsibilidade para a dívida pública, porque as taxas são definidas com antecedência. No entanto, em momentos de instabilidade no mercado financeiro, as emissões caem porque os investidores pedem juros muito altos, que comprometeriam a administração da dívida do governo.

A proporção dos papéis atrelados à Selic subiu de 46,38% em março para 47,3% em abril. O PAF prevê que o indicador feche 2025 entre 48% e 52%. Esse papel está atraindo o interesse dos compradores por causa das recentes altas da Taxa Selic.

A fatia de títulos corrigidos pela inflação na DPF subiu levemente, passando de 28,01% para 28,46%. O PAF prevê que os títulos vinculados à inflação encerrarão o ano entre 24% e 28%.

Composto por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa, o peso do câmbio na dívida pública caiu de 4,11% para 4,01%. A dívida pública vinculada ao câmbio está dentro dos limites estabelecidos pelo PAF para o fim de 2025, entre 3% e 7%.

Prazo

O prazo médio da DPF subiu de 4,12 para 4,17 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio em que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.

Detentores

As instituições financeiras seguem como principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 30,5% de participação no estoque. Os fundos de pensão, com 23,9%, e os fundos de investimento, com 22,1%, aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.

Mesmo com a instabilidade no mercado externo, a participação dos não residentes (estrangeiros) subiu de 9,6% em março para 9,7% em abril. Em novembro, o percentual estava em 11,2% e tinha atingido o maior nível desde março de 2018, quando a fatia dos estrangeiros na dívida pública estava em 11,2%. Os demais grupos somam 14,1% de participação.

Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).

Fonte: Agência Brasil

Oposição à proteção ambiental tenta silenciar Marina, dizem analistas

0

A naturalização da violência política de gênero e a oposição de parte do Legislativo às políticas de regulação ambiental defendidas pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, estão por trás dos ataques e ofensas sofridas pela experiente política nessa terça-feira (28), na Comissão de Serviços e Infraestrutura do Senado. A avaliação foi feita por especialistas ouvidas pela Agência Brasil.   

Durante a audiência marcada por falas agressivas, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) disse que Marina não merecia respeito como ministra e o senador Marcos Rogério (PL-RO) mandou ela se colocar “no seu lugar”.

A professora de ciência política da Universidade de Brasília (UnB) Flávia Biroli argumentou que esse episódio é parte de uma história de ameaças e violações contra quem ousar defender os direitos ambientais no Brasil.

“A ministra representa uma posição indigesta para quem percebe os recursos ambientais como lucro e arrecadação. Sua história de ativismo, seu reconhecimento nacional e internacionalmente e sua posição de ministra dão força a uma agenda de regulação ambiental que dão a ela apelo político. Justamente por isso, aqueles que se opõem à regulação pelo meio ambiente atuam para silenciar e deslegitimar ela”, analisou Biroli.

O Brasil ficou como o 2ª país do mundo que mais assassinou defensores do meio ambiente em 2022. 

O episódio com a ministra ocorre uma semana após o Senado aprovar, por ampla maioria, projeto que flexibiliza o licenciamento ambiental no Brasil. Considerado por organizações ambientalistas como o maior retrocesso dos últimos 40 anos, o projeto foi duramente criticado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).

O caso ocorre ainda em meio às disputas pela exploração de petróleo na margem equatorial, próximo ao Amapá, projeto defendido pelo presidente da Casa, o senador do Amapá Davi Alcolumbre (União-AP), defensor também das mudanças nos licenciamentos ambientais.

Violência de gênero

O conflito no Senado começou quando o senador Omar Aziz (MDB-AM), que é da base do governo, acusou Marina de travar o desenvolvimento do país, com duras críticas a política ambiental do MMA. Como Aziz interrompia a ministra nas suas respostas, começou um bate boca entre os dois.

O presidente da Comissão, Marcos Rogério (PL-RO), da oposição, não assegurou a palavra da ministra, ironizando o debate entre Marina e um senador da base governista. Após Marina exigir respeito do presidente da Comissão, Rogério disse para a ministra “se pôr no seu lugar”.

Para a professora e pesquisadora Michelle Fernandez, do Instituto de Ciência Política da UnB, para além das divergências políticas, houve um evidente caso de violência política de gênero, devido ao fato de a ministra ser mulher.

“Será que se fosse um homem naquele lugar, isso aconteceria? Existe uma leitura na sociedade de que aquele não é um espaço para as mulheres. Esse ‘coloque-se no seu lugar’, dito pelo senador Rogério, tem a ver com isso”, destacou.

Michelle Fernandez acrescentou que, mesmo sendo ministra de Estado e tendo sido senadora, deputada federal e candidata à presidência da República, Marina ainda é vista em um espaço que é tido como se não fosse para uma mulher.

“A gente está falando de um país que ocupa as últimas posições em participação de mulheres na política. Temos pouquíssimas mulheres de maneira ampla ocupando espaços de poder”, acrescentou a professora Michelle.

Para a especialista Flávia Millena, tentar silenciar e constranger são ações típicas da violência política de gênero. “O fato de ela ser uma mulher negra de destaque incomoda ainda mais a esses homens, para quem ela está ‘fora do lugar’. Seu lugar, para eles, seria o de quem não tem voz nem influência”, disse.

Respeito e forca

A fala que levou Marina Silva a abandonar a Comissão foi a do senador Plínio Valério (PSDB-AM), que disse que não a respeita como ministra. Em outra audiência anterior no Senado, o mesmo parlamentar disse ser difícil ouvir Marina sem querer enforcá-la.

A professora de história da Universidade de Brasília Teresa Cristina de Novaes Marques, que estuda a participação das mulheres na política, avaliou que as agressões contra a ministra representam um declínio da compostura parlamentar observado no Brasil.

“Evidentemente que a pessoa confunde a afirmação de sua autoridade, fruto do cargo que ocupa, com a negação ao direito do outro de existir, falar. Hanna Arendt [filósofa e escritora] escreveu em uma de suas obras que o que distingue a condição humana é a capacidade de falar, de se expressar. Negar o direito de expressão, dentro das linhas do protocolo do debate político, é negar o direito do outro de existir”, comentou.

Para  Teresa Cristina Marques, o episódio de ontem tem relação com o gênero, a origem social e até mesmo a condição fisicamente mais frágil da ministra. “[Tudo isso] estimula seus interlocutores a agredi-la. Ao se dirigir a ela na forma que fez, envia recado para subalternos amazônicos- ribeirinhos indígenas e seus defensores”, finalizou.

Defesa da ministra

Durante o bate-boca entre Marina, Omar Aziz e Marco Rogério, apenas a senadora Eliziane Gama (PSD-AM) levantou a voz para defender a ministra do meio ambiente.

“Eu quero apenas pedir que vossa excelência assegure a fala da ministra. Qual o problema de ela falar? Eu não vou permitir que se transgrida esse direito de fala da ministra”, disse a senadora.

O líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA), presente na sessão, não se manifestou durante o bate-boca. Após a audiência, o petista soltou nota condenando os ataques à ministra. “Não pode ser tolerado”, disse em uma rede social.

Após o senador Plínio dizer que Marina não merecia respeito, o líder do PT na Casa, senador Rogério Carvalho (PT-SE) pediu a fala e defendeu o direito da ministra abandonar a Comissão por causa das falas desrespeitosas.

Na avaliação da cientista política Michelle Fernandez, faltou uma defesa mais incisiva e imediata da ministra no momento do debate.

“Vimos depois algumas notas condenando a atitude dos parlamentares e de respaldo a ministra, mas faltou uma efetiva defesa naquele momento. Isso tem relação com essa naturalização desse tratamento pejorativo com relação às mulheres, como se tivessem que aguentar esse tipo de enfrentamento, como se fosse natural”, analisou.

O tratamento dado a Marina na Comissão do Senado foi alvo de críticas por parte de vários membros do governo após o ocorrido. Por telefone, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu razão à ministra por ter abandonado a discussão.    

Fonte: Agência Brasil

Zoológico de Brasília é fechado após suspeita de gripe aviária

0

O Governo do Distrito Federal fechou temporariamente o Jardim Zoológico de Brasília, a partir desta quarta-feira (28), após a identificação de duas aves mortas nas dependências do local. Os casos envolvem um pombo e um marreco irerê, que são animais de vida livre e não fazem parte do plantel do zoológico.  Amostras dos animais foram recolhidas pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) e serão enviadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para análise de possíveis casos de gripe aviária.

“Reforçamos que não há nenhum outro caso suspeito registrado até o momento, seja entre animais de vida livre ou outras aves no Distrito Federal. A Seagri-DF é o órgão responsável pela sanidade animal no DF e conduzirá toda a investigação, seguindo os protocolos nacionais desenvolvidos pelo Mapa [Ministério da Agricultura e Pecuária]”, informou a pasta, segundo a qual não há prazo para a reabertura do Zoo aos visitantes.

Segundo o órgão, o fechamento preventivo segue os protocolos de biossegurança e tem como objetivo proteger a saúde dos animais, dos colaboradores e dos visitantes. A reabertura do parque será avaliada assim que os resultados laboratoriais forem concluídos e não houver risco à saúde pública.

A Seagri-DF também reforçou que não há nenhum outro caso suspeito registrado até o momento no Distrito Federal, tanto em animais silvestres quanto em planteis domésticos e comerciais.

“Além disso, não há risco à saúde humana no consumo de carne de frango e ovos devidamente inspecionados”, lembrou a pasta.

Há cerca de duas semanas, focos de gripe aviária confirmados no Rio Grande do Sul deflagrou uma série de medidas sanitárias para conter o avanço da contaminação para outras regiões do país.

Nesta terça-feira (27), em audiência pública Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, o ministro da Agricultura e Pecuária Carlos Fávaro afirmou que o foco em questão está controlado e que o país aguarda o prazo de 28 dias sem novos registros para se autodeclarar livre da doença.

Após o aparecimento do foco, 24 países decidiram suspender a importação de carne e ovos do Brasil por questões sanitárias. Desses, 13 decidiram suspender a compra apenas das aves e ovos produzidos no Rio Grande do Sul.

Doença

A influenza aviária, comumente conhecida como gripe aviária, afeta principalmente aves, mas também foi detectada em mamíferos, incluindo bovinos.

A transmissão ocorre pelo contato com aves doentes e também por meio da água e de materiais contaminados.

A doença raramente afeta humanos, e a orientação é que as pessoas se mantenham informadas e adotem as medidas preventivas recomendadas.

Segundo o Ministério da Agricultura, carnes e ovos podem ser consumidos com segurança, desde que preparados adequadamente.

Fonte: Agência Brasil

Moraes abre inquérito para investigar Eduardo Bolsonaro

0

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (26) abrir um inquérito para investigar o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação. 

O pedido de abertura de investigação foi feito ao Supremo pelo procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, para apurar a suposta atuação do parlamentar para incitar o governo dos Estados Unidos a adotar medidas contra Moraes, que foi escolhido relator do caso por também atuar no comando das ações da trama golpista e no inquérito das fake news. 

O ministro também autorizou o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro para prestar esclarecimentos por ser “diretamente beneficiado” pelas ações de seu filho. Bolsonaro é réu do núcleo 1 da trama golpista. Diplomatas brasileiros também devem ser ouvidos. 

A PGR também anexou ao inquérito a notícia-crime enviada em março ao STF pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). Na ocasião, o deputado pediu a apreensão do passaporte de Eduardo Bolsonaro (foto) para evitar a saída dele para o exterior. No entanto, a procuradoria e Alexandre de Moraes rejeitaram o pedido. 

Na ocasião, Lindbergh denunciou que Eduardo Bolsonaro fazia viagens aos Estados Unidos para articular com deputados daquele país ataques contra o ministro Alexandre.  Segundo o parlamentar, o filho de Bolsonaro comete crime de lesa-pátria por constranger o ministro e o Poder Judiciário brasileiro.

Com a nova decisão de Moraes, Lindbergh Farias vai depor contra o filho de Bolsonaro no inquérito.

Em março deste ano, em meio ao julgamento no qual Bolsonaro virou réu, Eduardo pediu licença de 122 dias do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos. Por estar no exterior, Eduardo poderá depor por escrito.

Na semana passada, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, confirmou que há “uma grande possibilidade” de Moraes sofrer sanções do país. 

Outro lado

Em postagem nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro considerou que o pedido de investigação é uma medida “injusta e desesperada”.

“Só configura aquilo que sempre falamos, o Brasil vive um regime de exceção, onde tudo no Judiciário defende de quem seja o cliente”, declarou. 

Fonte: Agência Brasil

Ministra Edilene Lôbo debate participação feminina na Semana Legislativa da Mulher

0

Na manhã desta quarta-feira (28), a Câmara Legislativa do Distrito Federal sediou a palestra “Mulheres na política: participação, autonomia e direitos”, apresentada pela jurista e ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edilene Lôbo. No encontro, ela destacou progressos, obstáculos e possíveis soluções para ampliar a inserção das mulheres nos espaços decisórios. O evento integra a programação da 6ª Semana Legislativa da Mulher, que acontece até 29 de maio na CLDF.

Abrindo a palestra, a ministra Edilene Lôbo frisou que apesar das mulheres constituírem a maioria da população brasileira — 51,5%, segundo dados do Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) —, essa presença não é refletida proporcionalmente nos espaços de poder. Segundo ela, a discrepância é ainda maior quando considerada a questão racial. No âmbito federal, menos de 18% dos cargos são ocupados por mulheres e, desse número, uma parcela ainda menor, menos de 6%, é preenchida por mulheres negras.

 

Foto: Ângelo Pignaton/ Agência CLDF

A ministra também enfatizou a desigualdade no mercado de trabalho, sendo as mulheres, principalmente as negras, frequentemente atribuídas as funções mais precárias e com remuneração inferior à dos homens. De acordo com ela, para as mulheres negras, a disparidade é ainda maior, recebendo menos em relação às mulheres brancas, especialmente em setores como o trabalho doméstico.

“O trabalho doméstico no Brasil, tão importante, essencial e de valor inquestionável para que a sociedade viceje, é extremamente mal-remunerado. É nesse trabalho que vemos grande parte da negação dos direitos trabalhistas básicos da maioria arrasadora de mulheres”, ressaltou Edilene Lôbo. “As profissões mais sofisticadas é formada na maioria de homens brancos. A população negra nessas atividades ocupam percentual muito baixo e, mesmo desempenhando funções iguais, recebem bem menos.”

 

Foto: Ângelo Pignaton/ Agência CLDF

Avanços e desafios

Durante a palestra, Edilene Lôbo citou avanços e desafios da participação feminina na política. Ela pontuou que, mesmo o Brasil estando entre as maiores economias do mundo, o país ainda enfrenta questões significativas de desigualdade de gênero e racial. Em contrapartida, ela destacou que países com economias mais desenvolvidas tendem a apresentar maior representatividade feminina em cargos de liderança e níveis educacionais mais elevados para as mulheres.

A ministra mencionou a implementação de julgamentos com a perspectiva de gênero, uma abordagem jurídica que considera desigualdades históricas e sociais entre homens e mulheres nas decisões judiciais. “Esse protocolo orienta toda magistratura nacional, inclusive pautando esses aspectos desse cenário brasileiro que ainda exclui, mata e extermina as mulheres”, explicou Edilene Lôbo.

Outro ponto positivo destacado pela ministra são as cotas para registro de candidaturas femininas, uma medida prevista na legislação eleitoral (Lei 9.504/97) que estabelece que cada partido político ou federação partidária reserve no mínimo 30% de suas vagas para candidaturas de um mesmo gênero. No entanto, segundo Edilene Lôbo, a norma ainda precisa a porcentagem deveria ser equivalente entre homens e mulheres.

“A constituição brasileira diz que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, então, por que não falarmos em 50% das listas para registro das candidaturas e trabalhar com vigor para que mais mulheres tenham condições de participar da política?”, frisou a ministra. “Precisamos reforçar a participação das mulheres não somente nos espaços políticos, mas nas ações comunitária, trabalho voluntário, na educação, assistência social e saúde”, enfatizou.

A procuradora especial da mulher, deputada Paula Belmonte (Cidadania), reforçou a importância da educação como estratégia para ampliar a participação política e social das mulheres na capital. A parlamentar também salientou a necessidade de expandir medidas públicas de amparo e suporte para mães solos e meninas que enfrentam a gravidez na adolescência no Distrito Federal.

“Nesta Semana da Mulher, nós queremos contemplar homens e mulheres, mas chamar a atenção das nossas meninas em potencial. Nós precisamos de mais mulheres em espaços de liderança, para que elas possam fortalecer outras mulheres”, ressaltou Belmonte. “As nossas meninas tem que entender que sonhos são possíveis de ser realizados, mas que não podemos sexualizar a adolescência e juventude.”

 

Foto: Ângelo Pignaton/ Agência CLDF

Semana Legislativa da Mulher

Entre os dias 27 e 29 de maio, a Câmara Legislativa do Distrito Federal realiza a 6ª Semana Legislativa pela Mulher, evento gratuito com objetivo de promover debates, palestras e conferências sobre autonomia feminina e direitos políticos e sociais das mulheres.

Além das discussões, a programação inclui atendimentos jurídicos, emissão de documentos e orientações na área da saúde. A realização anual da Semana Legislativa pela Mulher foi instituída pela Lei 6.106/18, iniciativa das ex-deputadas distritais Celina Leão e Telma Rufino para ampliar a conscientização e a importância da equidade entre homens e mulheres no DF.

Fonte: Agência CLDF