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Entenda proposta de acordo do INSS para devolução de descontos ilegais

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A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou nesta quarta-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma proposta de acordo para iniciar, a partir de 24 de julho, o ressarcimento dos descontos irregulares de mensalidades associativas dos benefícios de aposentados e pensionistas.

De acordo com a proposta, os beneficiários vão ser integralmente ressarcidos pelos descontos não autorizados nos contracheques entre março de 2020 e março de 2025. 

Se for homologado pelo Supremo, os pagamentos serão feitos a cada 15 dias, a partir da data inicial. Cada lote deve contar com o ressarcimento de 1,5 milhão de beneficiários. Os valores serão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador da inflação.

Para ter direito a aderir ao acordo, quem foi lesado pelas associações envolvidas no esquema deverá entrar em contato diretamente com o INSS, por meio dos canais de atendimento do órgão. A adesão será voluntária. 

Após análise do pedido, o aposentado entrará na lista de pessoas que terão direito ao ressarcimento. 

Em contrapartida, quem entrou na Justiça para receber o ressarcimento deverá desistir da ação contra o INSS, que se compromete a pagar 5% de honorários advocatícios nas ações individuais propostas antes de 23 de abril de 2025.

Confira as principais regras do acordo, que ainda depende de validação do STF.

Pedido de devolução

Canais disponíveis:  Aplicativo Meu INSS, central telefônica 135 e agências dos Correios. 

Devolução automática

Por estarem em grupos de pessoas vulneráveis, idosos maiores de 80 anos, quilombolas e indígenas serão ressarcidos independentemente de requerimento. 

Processo de contestação

O sistema do INSS gera cobrança à entidade associativa quando há contestação;

A entidade tem 15 dias para comprovar a autorização ou devolver valores via GRU (Guia de Recolhimento da União);

Se a entidade não fizer o reembolso ou não provar a regularização do desconto, o INSS devolverá os valores.

Efeitos jurídicos 

Extinção de ações individuais e coletivas com quitação integral ao INSS;

Honorários advocatícios de 5% sobre o valor devolvido administrativamente (ações ajuizadas até 23/4/2025);

Afastamento de danos morais e da aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) em relação ao INSS;

Necessária contestação administrativa prévia; 

Em caso de não adesão ao acordo, o beneficiário poderá buscar a via judicial.

Objeto do acordo

Ressarcir integralmente beneficiários por descontos não autorizados entre março de 2020 e março de 2025, independente da prévia responsabilização das associações;

Valores devolvidos serão corrigidos pelo IPCA;

O INSS adotará todas as medidas necessárias para promover a responsabilização integral das entidades responsáveis pelos descontos.

Prevenção de novas fraudes

O INSS vai revisar normas e procedimentos para prevenir novas fraudes em descontos associativos.

Conciliação

O acordo enviado para chancela do STF foi fechado entre a AGU, o INSS, o Ministério da Previdência Social, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal (MPF).

Todos os órgãos participam de uma conciliação aberta pelo ministro Dias Toffoli.

Segundo a AGU, a homologação é necessária para dar segurança jurídica ao processo de devolução dos valores descontados.

O órgão também aguarda pedido para que Toffoli determine a abertura de crédito extraordinário no orçamento para viabilizar o ressarcimento e a exclusão dos valores do teto de gastos da União para os anos de 2025 e 2026.

Bloqueios

As fraudes são investigadas na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que apura um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas. Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.

Até o momento, a Justiça Federal já bloqueou R$ 2,8 bilhões em bens de empresas e investigados envolvidos nas fraudes em descontos irregulares nos benefícios. 

Fonte: Agência Brasil

Brasil fecha primeira fase da AmeriCupW com 100% de aproveitamento

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A seleção brasileira feminina de basquete fechou a primeira fase da AmeriCupW (Copa América feminina da modalidade) com 100% de aproveitamento após derrotar El Salvador por 106 a 49 nesta quarta-feira (2) em Santiago (Chile).

A equipe do Brasil volta a entrar em ação na próxima sexta-feira (4), em horário e rival a definir, já pelas quartas de final da competição. A seleção que faturar o título da AmeriCupW garante presença na Copa do Mundo de 2026, na Alemanha. Já as equipes que terminarem do segundo ao sexto lugar seguirão para a disputa do Pré-Mundial.

No confronto desta quarta-feira, a seleção brasileira teve como destaques a ala Damiris, cestinha do confronto com 21 pontos, a pivô Kamilla, que contribuiu com 14 pontos e 10 rebotes, e a armadora Bella, com 16 pontos e três assistências.

“Não é sobre contra quem jogamos e sim como nós jogamos. Todas as atletas fizeram pontos. O time inteiro jogou. Passamos a bola. Tivemos rebotes. E nos preparamos para a próxima fase”, declarou a técnica da seleção brasileira, a norte-americana Pokey Chatman.



Fonte: Agência Brasil

Lula visitará Cristina Kirchner em prisão domiciliar em Buenos Aires

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará amanhã (3) a ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner, que está em prisão domiciliar, em Buenos Aires. Lula chega à capital argentina nesta quarta-feira (2) para participar da Cúpula do Mercosul, que será presidida pelo atual presidente do país, Javier Milei.

No último dia 10 de junho, a Suprema Corte da Argentina manteve a sentença que condenou a ex-presidente a seis anos de prisão por corrupção. A decisão proíbe, ainda, que ela ocupe cargos públicos de forma vitalícia.

Na ocasião, Lula telefonou para Cristina Kirchner para manifestar solidariedade. “Falei da importância de que se mantenha firme neste momento difícil. Notei, com satisfação, a maneira serena e determinada com que Cristina encara essa situação adversa e o quanto está determinada a seguir lutando”, escreveu Lula em publicação nas redes sociais, em 11 de junho.

A ex-presidente da Argentina nega as acusações e diz ser vítima de perseguição política. Dias antes, ela anunciou seus planos de concorrer ao Congresso nas eleições legislativas de setembro em um distrito importante da província de Buenos Aires, devido ao número de eleitores e por ser um reduto do peronismo, o movimento de centro-esquerda da Argentina.

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Kirchner, 72 anos, cumpriu dois mandatos como presidente de 2007 a 2015 e foi vice-presidente de 2019 a 2023. Ela foi condenada em um caso conhecido como Vialidad, no qual foi acusada de favorecer o empresário Lázaro Báez ao conceder-lhe projetos de obras públicas na Patagônia.

Como ela tem mais de 70 anos, pode cumprir a pena em prisão domiciliar.

Esta será a primeira visita de Lula à Argentina desde a posse de Javier Milei, em dezembro de 2023. Durante a Cúpula do Mercosul, o brasileiro assumirá a presidência do bloco para o próximo semestre.

O encontro entre Lula e Kirchner foi autorizado pela Justiça da Argentina. De acordo com o jornal local Clarín, na decisão, o juiz Jorge Gorini lembrou que há normas que devem ser cumpridas, como “abster-se de adotar comportamentos que possam perturbar a tranquilidade do bairro ou perturbar a convivência pacífica de seus moradores”.

Em julho de 2019, quando era candidato à presidência da Argentina, o ex-presidente Alberto Fernández também visitou Lula na prisão, em Curitiba. Ele governou a Argentina de dezembro de 2019 a dezembro de 2023, tendo Cristina Kirchner como vice.

 

Fonte: Agência Brasil

Venda de máquinas e equipamentos cresce 26% em maio, em relação a 2024

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A receita líquida total de vendas da indústria de máquinas e equipamentos somou R$ 27,4 bilhões em maio, o que representa aumento de 12,2% em relação a abril, e de 26,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. A informação é da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Segundo a associação, o resultado do mês de maio é reflexo da melhora da receita no mercado doméstico, que movimentou R$ 21,8 bilhões. Por outro lado, as exportações tiveram desempenho negativo, com queda de 5,9% em relação a maio de 2024 e somando US$ 989 milhões. Parte importante da queda, segundo a Abimaq, é atribuída ao recuo de 3,5% no preço das máquinas e equipamentos no cenário internacional.

As importações mantiveram a tendência de crescimento, com alta de 5,2% na comparação interanual (maio de 2025 e maio de 2024) e de 2,9% na relação mensal, totalizando quase US$ 2,7 bilhões. Entre janeiro e maio deste ano, as importações somaram US$ 13,1 bilhões, valor 10,3% superior ao registrado no mesmo período de 2024 e o maior da história para o período.

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O nível de utilização da capacidade instalada da indústria de máquinas e equipamentos subiu para 78,9%, cinco pontos percentuais acima do nível de maio do ano passado. O emprego também mostrou avanço, com 419 mil trabalhadores ocupados, crescimento de 8,3% em relação a 2024.

“A continuidade da recuperação da demanda interna por máquinas e equipamentos reflete um cenário positivo, de resiliência das atividades manufatureiras, de manutenção de obras em infraestrutura e de melhor performance da agricultura, depois de um ano de fortes intempéries climáticas. Mas o crescimento das importações e a perda de participação das exportações sinalizam um quadro preocupante de competitividade para o setor industrial brasileiro”, diz a entidade.

Desaceleração no próximo semestre

Para a Abimaq, os dados de desempenho da indústria de máquinas e equipamentos no mês de maio mostraram “um cenário de recuperação consistente do mercado interno, com avanço na receita líquida de vendas e no emprego, mas também evidenciaram desequilíbrios preocupantes no comércio exterior, com queda nas exportações e alta nas importações”.

Por isso, a associação manteve a previsão de “desaceleração intensa” para o próximo semestre “em razão dos efeitos cumulativos do aperto monetário e de um ambiente macroeconômico desafiador”.

Fonte: Agência Brasil

Marina Silva sofre novos insultos em comissão no Congresso

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A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, sofreu novos insultos de parlamentares durante audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (2). Ela havia sido convocada para prestar esclarecimentos sobre temas ambientais. Em maio, Marina Silva já havia sido atacada por senadores, em uma audiência promovida Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado.

Durante a inquirição, o deputado Evair de Melo (PP-ES), da bancada ruralista e autor do requerimento de convocação, chegou a comparar a ministra com grupos armados, como as Farc da Colômbia e o Hamas, na Faixa de Gaza. E voltou a associar a ministra com o câncer, repetindo declaração feita anteriormente.

“Um dia, eu fiz uma citação aqui comparando com um câncer. E eu pedi desculpas depois, porque o câncer muitas vezes tem cura. E esse viés ideológico construído nesse movimento conspiratório tem se mostrado aplicado nesse momento”, atacou o deputado.

Em outro momento, durante uma fala mais inflamada da ministra em defesa das ações do governo, o deputado Cabo Gilberto (PL-PB) pediu calma à ministra, uma postura que ela rebateu como machista, já que a ênfase verbal do discurso de homens normalmente não é criticada.

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Em maio, Marina Silva passou por uma situação parecida e acabou deixando uma audiência na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado após ser atacada pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM). Na ocasião, o tucano pediu a palavra para fazer uma pergunta, mas acabou afirmando que, como ministra, ela não merecia respeito.  

Dessa vez, a audiência durou até o fim, ultrapassando 5h30 de duração. Ao rebater a fala de Evair Melo, a ministra voltou a citar posturas autoritárias.

“Eu sabia que depois do que aconteceu na Câmara Alta desse país, aqueles que gostam de abrir a porteira para o negacionismo, para a destruição do meio ambiente, pro machismo, pro machismo [para de falar após ser interrompida]”, afirmou. “As pessoas iriam achar muito normal fazer o que está acontecendo aqui, num nível piorado. Acho que Deus me ouviu e estou em paz”, continuou a ministra, após intervenção do presidente da comissão Rodolfo Nogueira (PL-MS).

“É preferível sofrer a injustiça do que praticar uma injustiça. E eu prefiro sofrer uma injustiça do que praticá-la. Se você pratica a injustiça, pode ter certeza que a reparação um dia virá. Isso me conforta”, completou Marina.

Em sua apresentação durante a audiência, Marina Silva destacou a queda do desmatamento no Brasil, que foi reduzido em 46% na Amazônia e 32% no país inteiro. Ela também citou números positivos do agronegócio, que cresceu 15% e a renda per capita cresceu em torno de 11%.

Fonte: Agência Brasil

Segurança da Cúpula do Brics terá esquema semelhante à do G20

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A atuação das forças de segurança na 17ª Reunião de Cúpula do Brics, que acontecerá no Rio de Janeiro entre 6 e 7 de julho, será semelhante à executada na Cúpula do G20, sediada pela capital fluminense em novembro do ano passado.

O contingente que será empregado foi apresentado à imprensa nesta quarta-feira (2) pelo Comando Operacional Conjunto Redentor, formado pela Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira, que atuarão de forma integrada com diversas agências e órgãos de segurança pública.

De acordo com o assessor especial do comando operacional, o general de brigada Lucio Alves de Souza, os equipamentos usados, inclusive, deverão ser os mesmos:

“Nós vamos usar os mesmos equipamentos. Isso foi uma orientação do Ministério da Defesa, de que o planejamento fosse semelhante ao que foi empregado no G20, tendo em vista que ele funcionou, então, não tinha sentido diminuir nada. O que aconteceu foram pequenos ajustes”, disse.

De acordo com o comando operacional, serão utilizados pelas Forças Armadas, entre outros equipamentos, 361 viaturas, 147 motocicletas, 68 viaturas sobre rodas, 38 viaturas blindadas, dez navios, nove embarcações, oito helicópteros, três radares e seis equipamentos antidrone.

Aeronaves com mísseis

Apesar das semelhanças, uma das mudanças será a mobilização de aeronaves com mísseis, o que ocorrerá pela primeira vez desde os Jogos Olímpicos de 2016. 

“O míssil acaba sendo um equipamento a mais que a aeronave dispõe para cumprir a missão dela”, disse o chefe do subdepartamento de Operações do Departamento de Controle de Espaço Aéreo, André Gustavo Fernandes Peçanha. “Ele dá uma segurança maior, dá uma opção a mais. A autoridade vai analisar, dentro daquele contexto que ela está vivendo, e vai escolher que tipo de equipamento ela vai usar para manter a segurança do espaço aéreo naquele período”.

Outro destaque do planejamento é a utilização de antidrones, capazes de evitar ataques feitos por esses equipamentos. Isso já foi feito anteriormente, na Cúpula de Líderes do G20. “Se nós tivermos uma situação como uma constelação de drones [grupo de drones operando em conjunto], ele tem capacidade de interromper todos os drones ao mesmo tempo. Uma potência tal que pode até interferir em sinal do celular e em sinal de até do aeroporto”, diz Souza.

De acordo com Souza, as Forças Armadas e os demais órgãos de segurança pública atuarão para garantir a segurança nas vias, desde o Aeroporto do Galeão até os locais de hospedagem; dos locais de hospedagem até o local do evento; e os retornos das delegações tanto para os locais de hospedagem quanto para o aeroporto.

Além disso, atuarão na proteção de infraestruturas críticas na cidade do Rio de Janeiro, na segurança cibernética e na defesa química, biológica, radiológica e nuclear.

A Marinha cuidará da proteção de áreas marítimas e costeiras, incluindo a disponibilização de Carros Lagarta Anfíbio (CLAnf) – veículos blindados capazes de operar tanto na terra quanto na água – para situações de emergência, como a necessidade de evacuar o local da reunião.

Perguntado se considera a reunião dos BRICS um evento mais arriscado que eventos anteriores, Souza afirma: “É tão arriscado quanto todos os outros, porque basta um erro da nossa parte para a gente ter um incidente que joga o planejamento todo por água abaixo. Então, todos os eventos que nós acompanhamos no Rio de Janeiro, todos eles a gente atribui a mesma responsabilidade, a mesma preocupação, de igual maneira”.

Varreduras em veículos oficiais

Também nesta quarta, a Polícia Federal anunciou que está realizando varreduras nos veículos oficiais que farão o traslado das autoridades participantes do evento. O objetivo é identificar e neutralizar qualquer tipo de ameaça que possa comprometer a segurança da Cúpula.

A ação, segundo a PF, envolve dezenas de policiais federais especializados e conta com o apoio de cães farejadores. Os veículos inspecionados serão conduzidos por equipes da segurança aproximada da PF, responsáveis por levar os Chefes de Estado, Ministros e demais autoridades aos diversos compromissos previstos na programação do evento.

Além da inspeção dos automóveis, a PF realizará vistorias nas edificações onde ocorrerão as atividades da Cúpula, bem como nos hotéis e demais locais que receberão os representantes internacionais.

Brics

O Brics é um bloco que reúne representantes de 11 países-membros permanentes: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia. Também participam os países-parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Tailândia, Cuba, Uganda, Malásia, Nigéria, Vietnã e Uzbequistão. A 17ª Reunião de Cúpula do Brics será no Rio de Janeiro nos dias 6 e 7 de julho.

Fonte: Agência Brasil

AGU pede homologação de acordo para INSS devolver descontos ilegais

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A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta quarta-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a homologação do plano do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para iniciar o ressarcimento dos descontos irregulares nos benefícios de aposentados e pensionistas.

Na semana passada, representantes do INSS e da AGU participaram de uma audiência de conciliação no STF e informaram que o ressarcimento deve começar no dia 24 de julho.

De acordo com a proposta, os pagamentos serão feitos de 15 em 15 dias, a partir da data inicial. Cada lote deve contar com o ressarcimento de 1,5 milhão de beneficiários. Os valores serão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador da inflação.

O acordo enviado para chancela do STF foi fechado entre a AGU, o INSS, o Ministério da Previdência Social, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal (MPF).

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Caberá ao ministro Dias Toffoli, relator do caso, decidir a questão.

Segundo a AGU, a homologação é necessária para dar segurança jurídica ao processo de devolução dos valores descontados.

Além disso, o órgão aproveitou para retirar pedido para que o Supremo determine a abertura de crédito extraordinário no orçamento para viabilizar o ressarcimento e a exclusão dos valores do teto de gastos da União para os anos de 2025 e 2026.

“A solução construída, portanto, não apenas assegura a reparação administrativa de forma célere, efetiva e estruturada, como também reforça o compromisso institucional com a proteção dos direitos sociais e com a eficiência na gestão pública e a redução da judicialização”, afirma a AGU.

De acordo com informações apresentadas pelo governo ao STF, cerca de 2,1 milhões de beneficiários já estão aptos para receber a devolução.

Bloqueios

Até o momento, a Justiça Federal já bloqueou R$ 2,8 bilhões em bens de empresas e investigados envolvidos nas fraudes em descontos irregulares nos benefícios.

As fraudes são investigadas na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que apura um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas. Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.

Fonte: Agência Brasil

João Fonseca crava outra vitória em Wimbledon e avança à 3ª rodada

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Entre tantas façanhas realizadas neste ano, o jovem tenista carioca João Fonseca, de 18 anos, conseguiu outras proezas nesta quarta-feira (2) ao vencer a segunda partida seguida na chave de simples do Torneio de Wimbledon, em Londres (Inglaterra). Com o triunfo sobre o norte-americano Jenson Brooksby (3 sets a 1), Fonseca se tornou o mais jovem a garantir presença na terceira rodada da disputa masculina de simples nos últimos 14 anos. Ele está prestes a completar 19 anos, mas tem exatos 18 anos e 326 dias.  Até esta quarta-feira (2), o mais jovem havia sido o australiano Bernard Tomic, que alcançou as quartas de final de Wimbledon com 18 anos e 255 dias.

Além disso, o tenista carioca encerrou um jejum de quase 15 anos sem brasileiros do gênero masculino na terceira rodada do Gram Slam londrino – o último foi o paulista Thomaz Bellucci.

O dia em Wimbledon começou com chuva, que acabou atrasando em quase duas horas o início das partidas no All England Club. A longa espera em nada afetou o desempenho do brasileiro, número 54 do mundo, que começou garantindo a primeira parcial por 6/4 contra Brooksby (51º no ranking). No set seguinte, Fonseca oscilou e deu espaço para o norte-americano se recuperar e ganhar por 7/5, empatando o jogo.

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A igualdade no placar não afetou o brasileiro, que sobrou em quadra no terceiro set. De cara quebrou o serviço do adversário logo no primeiro game e dominou até fechar em 6/2. O quarto set foi o mais acirrado: Fonseca conseguiu uma quebra no quinto game, mas o norte-americano não se abateu e chegou a empatar em 4 a 4.  No entanto, Fonseca obteve outra quebra no game seguinte e depois levou a melhor na parcial por 6/4, selando a vitória e a classificação por 3 a 1, após 3h13min.

“Jogo difícil, é um jogador muito esperto, ele joga muito bem na grama, fez uma final, já tinha o que esperar. Sabia que seria muito difícil. Muito feliz com a forma com que encarei a partida de hoje, cometendo poucos erros, sendo agressivo nos pontos importantes, tendo margem, muito feliz com a forma como encarei mentalmente. Focado em todos os pontos mesmo ali onde ele conseguiu jogar melhor no segundo set. Comecei muito bem no terceiro, então foi muito bom ter essa mentalidade”, analisou o brasileiro durante coletiva de imprensa após a partida.

João Fonseca volta à quadra na próxima sexta (4) contra  o chileno Nicolás Jarry (143º no ranking), que nesta quarta (2) atropelou o jovem norte-americano Learner Tien (62º), por 3 sets a 0 (6/2, 6/2 e 6/3). O horário da partida ainda será definido pelos organizadores de Wimbledon.

Bia Haddad dá adeus à chave de simples

Contrariando as expectativas, a paulista Beatriz Haddad Maia, número 20 no ranking feminino, parou na segunda rodada de simples ao ser superada pela húngara Dalma Galfi (110ª), por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (9-7) e 6/1.

Bia volta à quadra nesta quinta (3), a partir das 14h (horário de Brasília) para estreia na disputa de duplas femininas, competindo ao lado da alemã Laura Siegemund. Campeãs no piso de grama do WTA 250 de Nottighan (Inglaterra) no último dia 22, elas terão pela frente na primeira rodada as norte-americanas Hailey Baptiste e Caty McNally.

Antes do jogo de Bia, haverá a estreia da dupla da paulista Luisa Stefani com a húngara Timea Babos. Campeãs do WTA 500 de Estrasburgo (França) em maio, Stefani e Babos entrarão em quadra a partir das 8h10 contra a parceria da romena Jaqueline Cristian com a belga Magali Kempen.

Duplas masculinas avançam

Hoje teve estreia de duas das cinco duplas que contam com tenistas brasileiros. Após um embate de 3h05min, a parceria do mineiro Marcelo Melo com o gaúcho Rafael Matos venceu de virada a dupla do compatriota Orlando Luz com o croata Ivan Dodig, por 2 sets a 1, com parciais de 6/7 (5-7), 7/6 (7-5) e 6/4. Na segunda rodada, Marcelo e Rafael enfrentarão os vencedores do duelo desta quinta (3), entre os britânicos Lui Maxted e Connor Thomson e a dupla cabeça de chave 8, formada pelo croata Nikola Mektic e o neozelandês Michael Venus.


Marcelo Melo e Rafael Matos avançam à segunda rodada de duplas de Wimbledon - em 02/06/2025
Marcelo Melo e Rafael Matos avançam à segunda rodada de duplas de Wimbledon - em 02/06/2025

Única dupla 100% brasileira, Marcelo Melo e Rafael Matos avançam à segunda rodada após superarem na estreia a parceria do compatriota Orlando Luz com o croata Ivan Dodig, por 2 sets a 1 – Divulgação/ZDL Sports

Quem também comemorou muito a estreia vitoriosa na grama londrina foi carioca Fernando Rombolli em parceria com o australiano  John-Patrick Smith. Eles superaram os norte-americanos Mackenzie McDonald e Alex Michelsen por 2 sets a 0 (6/4 e 7/5). O triunfo foi o primeiro de Rombolli em Wimbledon. Na segunda rodada,  Rombolli poderá enfrentar a dupla do compatriota Marcelo Demoliner com o argentino Guido Andreozzi, que estreia nesta quinta (3), a partir das 8h10, contra os norte-americanos Cristian Harrison e Evan King (cabeças de chave número 9).



Fonte: Agência Brasil

Câmara Legislativa aprova 134 proposições no primeiro semestre

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Nos primeiros seis meses de 2025, a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou 134 proposições, sendo 73 projetos de lei (PL), 47 projetos de decreto legislativo (PDL), 8 projetos de lei complementar (PLC) e 6 projetos de resolução (PR). O balanço elaborado pela Secretaria Legislativa da Casa demonstra um aumento no número de projetos de decreto legislativo aprovados neste semestre, quando comparado com os primeiros semestres dos anos anteriores. Foram 9 PDLs aprovados em 2023 e 14 PDLs aprovados em 2024. 

No primeiro semestre de 2023 a Casa aprovou 110 PLs e no mesmo período de 2024 foram 89 projetos de lei aprovados, ante os 73 PLs aprovados neste semestre, entre projetos de autoria do Poder Executivo, de deputados distritais e de comissões da Câmara Legislativa. Confira os projetos de lei aprovados neste semestre com grande repercussão na sociedade do DF:

Atualização da Lei de Uso e Ocupação do Solo: Em 27 de maio de 2025 a Câmara Legislativa aprovou o projeto de lei complementar 67/2025, de autoria do Poder Executivo, que promoveu alterações no uso e ocupação do solo em Santa Maria e no Lago Sul. O projeto também criou o modelo de condomínios de lotes, a ser regulamentado pelo Poder Executivo. 

 

Ampliação de prazo para regularização de “puxadinhos” da Asa Sul: No dia 17 de junho de 2025, foi aprovado o projeto de lei complementar 74/2025, de autoria do Poder Executivo, estendendo o prazo para regularização dos “puxadinhos”, que são ocupações em áreas públicas nas quadras comerciais da Asa Sul. O prazo para regularização passou de 1 para 5 anos, conferindo mais tempo para a adequação dos espaços à legislação. 

Crédito justo para superendividados: Em 24 de junho de 2025, os deputados distritais aprovaram o projeto de lei complementar 7/2023, de autoria do deputado Gabriel Magno (PT), que permite ao Fundo de Defesa dos Direitos do Consumidor a oferta de crédito em condições adequadas e taxas de juros subsidiadas a cidadãos em situação de superendividamento. O projeto aguarda sanção ou veto do governador. 

Isenção de taxa de inscrição para concursos a doadoras de leite materno: Em 27 de maio, a Câmara Legislativa aprovou o projeto de lei 1190/2024, de autoria do deputado Jorge Vianna (PSD), que garante isenção da taxa de inscrição em concursos públicos às mulheres que tenham doado leite materno ao Banco de Leite do Distrito Federal pelo menos duas vezes por mês, durante o período mínimo de três meses, nos três anos anteriores à inscrição. O projeto aguarda sanção ou veto do governador. 

 

Tony Oliveira/Agência Brasília

Conselho Distrital de Defesa da Mulher: No dia 3 junho, foi aprovado pelos deputados distritais o projeto de lei 169/2023, de autoria do deputado Roosevelt Vilela (PL), que cria o Conselho Distrital de Defesa da Mulher. O objetivo é promover ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher. O projeto aguarda sanção ou veto do governador.

Uniforme escolar gratuito: No dia 24 de junho, a Câmara Legislativa aprovou o projeto de lei 505/2023, de autoria do deputado Ricardo Vale (PT), que institui no DF o Programa Uniforme Escolar. O projeto prevê a distribuição gratuita de uniformes escolares para estudantes da educação básica da rede pública de ensino. O projeto aguarda sanção ou veto do governador. 

Lei de Diretrizes Orçamentárias: Também em dia 24 de junho foi aprovado o projeto de lei 1742/2025, de autoria do Poder Executivo, que estabelece a previsão do orçamento do Distrito Federal para 2026 no valor de R$ 71,7 bilhões. Desse total, segundo a projeção, serão R$ 43,95 bilhões provenientes de receitas próprias do GDF e R$ 27,75 bilhões virão do Fundo Constitucional do Distrito Federal.

Fonte: Agência CLDF

Brasil espera mobilização de Brics para resultados ambiciosos na COP30

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A reunião de cúpula do Brics, que será realizada no Rio de Janeiro esta semana, deve servir de espaço de construção para soluções mundiais e antecipar debates importantes que estarão em pauta daqui a alguns meses, em Belém, durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em novembro. 

O Brasil espera que o Brics, grupo que reúne 11 países (Brasil, China, Rússia, Índia, África do Sul, Indonésia, Irã, Egito, Etiópia, Emirados Árabes e Arábia Saudita), se mobilize em favor de resultados ambiciosos para a COP30, com o cuidado de manter as metas e os princípios da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. O Brasil, defende uma nova liderança climática, baseada na solidariedade entre os povos, para gerar respostas eficazes e equitativas às mudanças climáticas. 

Em maio deste ano, delegados dos países-membros dos Brics aprovaram documento, a ser considerado pelos líderes dessas nações durante a reunião de cúpula, com recomendações sobre financiamento climático. Segundo a secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Tatiana Rosito, o documento aborda questões como reformas de bancos multilaterais, aumento do financiamento concessional (fornecido por grandes instituições financeiras, abaixo da taxa de mercado para apoiar países em desenvolvimento) e mobilização de capital privado. 

O professor de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), Antonio Jorge Ramalho da Rocha, acredita que a declaração final dos Brics terá uma ênfase na busca por financiamento da transição energética verde e no fortalecimento de arranjos multilaterais. 

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“Além disso, temas como o combate à desertificação, o cuidado com os oceanos e o enfrentamento da poluição de plásticos ganharão relevância. Mais importante do que propostas específicas será a defesa de um contexto multilateral voltado para o desenvolvimento sustentável e inclusivo”, avalia. 

Para a professora Maureen Santos, coordenadora da Plataforma Socioambiental do grupo de estudos Brics Policy Center, seria uma grande vitória se a reunião fosse concluída com compromissos concretos de financiamentos climáticos comprometidos com uma transição justa. 

“Seria maravilhoso, porque um dos grandes debates da COP30 é o framework de transição justa. Então, se o BRICS também já se adianta, fazendo compromisso nessa área já facilita”, afirma a professora. 

Financiamento  

De acordo com a professora, a reunião dos Brics acontece em um momento em que o Acordo de Paris, que completa uma década neste ano, se encontra em um momento de muita fragilidade. O tratado internacional, focado em ações para combater as alterações climáticas, foi adotado em 2015 na Conferência das Partes (COP21), em Paris. “A convenção do clima sofreu um baque muito grande com a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris”, destaca. 

No mês passado, representantes dos países que compõem a Secretaria das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) se reuniram em Bonn, na Alemanha, em um encontro preparatório para a COP30. Uma das discussões principais girou em torno de como mobilizar, globalmente, o montante de US$ 1,3 trilhão em financiamento climático. 

No encontro, países do G77 (grupo de países em desenvolvimento), liderados pela China, demandaram mais investimentos dos países desenvolvidos. Um dos artigos (9.1) do Acordo de Paris prevê que as nações mais ricas devem prover recursos financeiros para auxiliar aquelas em desenvolvimento em relação à mitigação e adaptação às mudanças climáticas. 

“O grande tema das duas semanas [em Bonn] foi a questão do financiamento. A questão de os países do Norte apoiarem os países do Sul foi o tema central”, afirmou Maureen. Ela acredita que a cúpula do Brics pode ser um espaço para pensar inovações para este modelo de financiamento.  

“O Brics acaba ficando um pouco na retranca porque ele não quer minar a negociação do ponto de vista de que os países desenvolvidos tomem primeiro a responsabilidade”, diz. 

NDCs   

Segundo Maureen, apenas 28 dos quase 200 signatários do Acordo entregaram, desde novembro do ano passado, suas revisões das NDCs, as chamadas contribuições nacionalmente determinadas. Elas apontam os compromissos de cada país para reduzir suas emissões de gases do efeito estufa e adaptarem-se aos impactos das mudanças climáticas. 

Entre os Brics, apenas Brasil e Emirados Árabes apresentaram suas NDCs. “O Brics poderia funcionar como um espaço muito importante para pressionar esses países. A própria Índia não entregou, assim como a China e a Rússia. Então, se eles fizessem uma coisa simbólica também de se comprometer com a entrega dessas NDCs ou uma declaração final para salvar o acordo de Paris, seria muito importante”, aponta Maureen. Ela defende que seria um passo relevante se os Brics anunciassem também compromissos financeiros adicionais em conjunto. 

Energia verde

O professor Jorge da Rocha destaca que alguns países do Brics têm na produção de combustíveis fósseis um componente importante de sua economia, como é o caso do próprio Brasil, da Arábia Saudita, do Irã, dos Emirados Árabes e da Rússia. Apesar disso, é uma posição oficial do grupo promover “transições energéticas justas, ordenadas e equitativas e reduzir as emissões de gases do efeito estufa”, como demonstrado no comunicado dos ministros de Energia dessas nações, em maio deste ano. 

“A ideia é usar os recursos provenientes dessas fontes para financiar a ampliação da escala da capacidade de geração de energia verde e, gradualmente, usar o petróleo para fins distintos da produção de energia. É verdade que as economias não têm condições de ajustar-se rapidamente a um ambiente sem energia proveniente do carbono sem gerar inflação e crise econômica, mas também é verdade que, devido a seus competentes lobbies, a indústria de petróleo e gás se beneficia de pesados subsídios”, explica o professor da UnB. 

Ele ressalta, no entanto, que a transição energética precisaria envolver a redução dos subsídios a essa indústria e direcionar os recursos para fontes de energia mais limpas. “A tendência, infelizmente, é que se adie uma vez mais esse processo”, afirma. 

Fonte: Agência Brasil