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Alckmin: biodiesel reduz exposição do Brasil à geopolítica mundial

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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin participou no início da noite em Brasília do lançamento da Aliança Biodiesel, formada pela Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio) com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).

Juntas, as duas entidades reúnem 16 fabricantes de biodiesel com 33 usinas em atividade, segundo os associados, isso equivalente a 63,7% do parque industrial brasileiro na produção de biodiesel.

Para Alckmin, o biodiesel é estratégico especialmente em momentos em que conflitos internacionais atingem o mercado de combustíveis.

“Ao invés de importar diesel, muito sujeito à geopolítica mundial, a gente produz o nosso produto aqui, para o nosso país”, destacou.

Segundo o vice-presidente, o Brasil é o único país do mundo que tem na gasolina 30% de etanol anidro, além de 85% da frota de veículos flex, ou seja, que podem ser abastecidos com etanol ou com gasolina.

Geraldo Alckmin avalia que ”não há agenda mais positiva do que essa. Ela fala com todos os setores”. De acordo com o vice-presidente, o uso de biodiesel melhora a qualidade do ar, reduz a poluição e casos de problemas respiratórios.

O vice presidente também lembra que a produção de biodiesel tem efeitos sociais, porque envolve pequenos agricultores e gera emprego em toda a cadeia produtiva industrial e de serviços.

“Se nós somos campeões do mundo na agricultura, temos a agricultura tropical mais competitiva e eficiente do mundo, vamos agregar valor: produzir biocombustível, ajudar o meio ambiente, a saúde da população, gerar emprego, renda, evitar a importação de produtos e fortalecer a economia do nosso país”, resumiu.

Alckimin ainda destacou as iniciativas do governo federal para garantir o abastecimento de combustíveis e reduzir impacto de preço do diesel e da gasolina em meio a elevação do custo do petróleo em meio ao conflito no oriente médio.

“O governo federal zerou o PIS/Cofins, colocou um subsídio por conta dele, e convidou os estados a participarem. Não obrigou ninguém, mas convidou os estados para participarem a ir meio a meio. O governo entra com 60 centavos, o município e o estado com outro tanto. A maioria dos estados, quase chegando à unanimidade, a maioria concordou”, lembrou.

Ontem (7), o governo publicou uma série de medidas para zerar o PIS/Cofins do biodiesel e diminuir o impacto de preços do gás de cozinha e do querosene de aviação.

Fonte: Agência Brasil

Lula defende proibição de bets e mostra preocupação com endividamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quarta-feira (8), a proibição, no Brasil, das apostas eletrônicas de quota fixa, as chamadas de bets. Em entrevista ao canal ICL Notícias, Lula mostrou preocupação sobre o nível de endividamento da população brasileira e o agravamento de problemas de saúde pública decorrentes do vício em jogos.

“Se depender de mim, a gente fecha as bets”, disse, ressaltando que uma decisão final sobre o assunto depende de articulação com o Congresso Nacional. “Não é possível a gente continuar com essa jogatina desenfreada nesse país. Isso leva a sociedade a cometer desvios”, acrescentou Lula.

O debate político, entretanto, seria complexo, já que, segundo o presidente, o setor de apostas possui forte influência e financia parlamentares e partidos políticos.

Lula argumentou que o endividamento no Brasil tem raízes nos baixos salários e que o governo está estudando propostas para ajudar as famílias a quitar dívidas. Para ele, o endividamento está sendo potencializado pela promessa de “ganho rápido” das apostas.

“Todo mundo quer ganhar um dinheirinho a mais, mas quando a pessoa está viciada no jogo, tem que tratar isso como uma questão de saúde Eu conheço pessoas que perderam o carro, perderam a casa. Pessoas que se matam”, lamentou o presidente.

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De acordo com o Banco Central, no primeiro trimestre de 2025, os apostadores destinaram até R$ 30 bilhões por mês às bets

Ainda, ao defender o fim das bets, Lula comparou a situação atual com a proibição histórica dos cassinos físicos e do jogo do bicho no país. Para o presidente, a tecnologia derrubou barreiras que protegiam as famílias.

“Eu passei toda minha vida ouvindo dizer que não era possível ter jogo de azar, ter cassino, o jogo do bicho era contravenção. Hoje o cassino está dentro da sua casa, com o seu filho de 10 anos […]  utilizando o celular do pai que é contra o jogo de azar, gastando dinheiro desnecessário e enricando as bets”, disse.

Além disso, ao rebater o argumento de que os clubes de futebol dependem dos patrocínios dessas empresas, o presidente lembrou que “o futebol viveu um século e meio sem as bets”.

Entenda

Desde 2018, as apostas de quota fixa de eventos esportivos são legalizadas no país, por meio da Lei 13.756/2018. Coube ao atual governo a regulamentação da atividade, feita em 2023, com a aprovação e sanção da Lei 14.790/2023, com a legalização também dos jogos online dessa modalidade.

O Ministério da Fazenda recebeu a competência de regular esse setor e criou, em 2024, a Secretaria de Prêmios e Apostas. Desde então, já foram publicadas dezenas de portarias com regras relacionadas às apostas.

Enquanto o presidente defende o fim das bets, a regulamentação e ampliação de cobranças sobre o setor vem alavancando a arrecadação do governo. De acordo com a Receita Federal, em janeiro e fevereiro deste ano, a tributação sobre apostas online e jogos de azar gerou R$ 2,5 bilhões, contra R$ 756 milhões no primeiro bimestre do ano passado. O crescimento no setor atinge 236% na comparação anual.

Fonte: Agência Brasil

Polícia civil desarticula grupo que aplicava golpes contra idosos

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Ação conjunta de policiais civis da delegacia de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, com policiais civis do estado de Sergipe, foi realizada nesta quarta-feira (8) para desarticular um grupo criminoso especializado em golpes financeiros contra aposentados.

A ação teve por finalidade o cumprimento de dois mandados de prisão preventiva e de seis de busca e apreensão domiciliar contra um casal investigado por operar um esquema de falsas portabilidades de empréstimos consignados que gerou prejuízos em diversos estados do país.

O casal foi preso em casa, na ação conjunta das polícias, na Baixada Fluminense.

A investigação teve início em novembro de 2023, após um casal de aposentados do interior de Sergipe, no município de Telha, sofrer um prejuízo superior a R$ 20 mil.

Os estelionatários abordavam as vítimas por meio de aplicativo de mensagem, onde se passavam por representantes de instituições bancárias. Eles ofereciam a portabilidade de empréstimos já existentes para outras instituições financeiras, prometendo taxas de juros significativamente menores para atrair os idosos.

De acordo com o delegado Ruidiney Nunes, titular da delegacia de Aquidabã, em Sergipe, o crime consistia basicamente em promessas de empréstimos, de portabilidade, na verdade, de empréstimos com juros menores. “Mas, na prática, o que acontecia era que os idosos eram induzidos a contraírem novos empréstimos e repassarem os valores para empresas ligadas aos estelionatários”, disse.

Durante a ação criminosa, os falsos bancários induziam as vítimas a contratarem novos empréstimos.

Os valores eram então transferidos para contas de empresas controladas pelo grupo, sob a alegação de que o montante seria utilizado para quitar a dívida anterior. No entanto, a quitação não era realizada e os estelionatários retinham o dinheiro, deixando os idosos com o ônus de duas dívidas simultâneas.

As investigações apontaram que, após análise dos dados colhidos, o esquema era realizado de forma contínua e possuía alcance nacional, com indícios de crimes cometidos também em São Paulo, Paraná, Rio Grande do Norte e Bahia, além de Sergipe e Rio de Janeiro.

Entre os casos identificados, em São Paulo, uma idosa de 70 anos foi levada a realizar um empréstimo de R$ 30 mil, enquanto outra vítima chegou a transferir R$ 55 mil para o grupo criminoso.

Todo material apreendido na ação, como telefones celulares e notebooks passarão por perícia técnica, para identificar outros envolvidos e outras possíveis vítimas da organização criminosa.

Ruidiney Nunes alertou que aposentados e pensionistas devem desconfiar de ofertas de crédito feitas por mensagens de aplicativo e evitar compartilhar dados pessoais ou bancários sem confirmar a origem do contato feito por pessoas desconhecidas.

 

Fonte: Agência Brasil

Fux vota por eleição indireta para o governo do Rio; placar está 1 a 1

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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (8) contra a realização de eleições diretas para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro.

No entendimento do ministro, a eleição deve ocorrer por voto indireto, ou seja, pela deliberação dos deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O ministro entendeu que a condenação do ex-governador Cláudio Castro pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) obriga a realização de eleição indireta para o comando interino do estado. 

Além disso, Fux citou que as eleições gerais para o governo estadual estão previstas para outubro deste ano. 

“Seria inconcebível que, no espaço de seis meses, a população fluminense fosse convocada para duas eleições, com enorme custo financeiro para Justiça Eleitoral, em torno de R$ 100 milhões, além da notória dificuldade operacional”, afirmou.

Com o voto de Fux, o placar do julgamento está empatado em 1 a 1.  A sessão será retomada nesta quinta-feira (9).

Mais cedo, o ministro Cristiano Zanin, relator do caso, votou pela realização de eleições diretas. 

No entendimento do ministro, a renúncia de Cláudio Castro, realizada no dia anterior ao julgamento do TSE, foi uma “tentativa de burla” para evitar a convocação de eleições populares no Rio. 

O Supremo julga uma ação na qual o diretório estadual do PSD defende a realização de eleições populares para o comando interino do estado.

Entenda 

A eleição para o mandato-tampão deverá ser realizada porque a linha sucessória do estado está desfalcada. 

No dia 23 de março, o ex-governador Cláudio Castro foi condenado à inelegibilidade pelo TSE. Em função da condenação, o tribunal determinou a realização de eleições indiretas para o mandato-tampão.

Contudo, o PSD recorreu ao Supremo e defendeu eleições diretas. No dia anterior ao julgamento, Castro renunciou ao mandato para cumprir o prazo de desincompatibilização para se candidatar ao Senado. Ele poderia deixar o cargo até o dia 4 de abril.

A medida foi vista como uma manobra para forçar a realização de eleições indiretas, e não diretas. Com a renúncia, o ex-governador poderia ter influência na eleição de um aliado para o governo interino. 

O ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo, em 2025 para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do estado. Desde estão, o estado não tem vice-governador. 

O próximo na linha sucessória seria o presidente da Alerj, o deputado estadual Rodrigo Bacellar. No entanto, o parlamentar foi cassado na mesma decisão do TSE que condenou Castro e já deixou o cargo. Antes da decisão, Bacellar também foi afastado da presidência da Casa por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é investigado no caso que envolve o ex-deputado TH Joias. 

Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, exerce interinamente o cargo de governador do estado. 

Novas eleições

Após a decisão da Corte, as eleições para o mandato-tampão deverão convocadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio ou pela Alerj.

Com eventual decisão favorável às eleições diretas, o Supremo ainda precisará decidir se quem for eleito para comandar o estado ficará no cargo até o fim deste ano ou pelos próximos quatros anos.

Diante da proximidade das eleições gerais, que serão realizadas em outubro, a possibilidade de antecipação do pleito para governador é discutida pelos ministros que são favoráveis à eleição direta.  

Fonte: Agência Brasil

PND 2026: professores poderão se inscrever a partir de 15 de junho

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As pessoas com formação em licenciatura que queiram lecionar em escolas da rede pública poderão se inscrever na Prova Nacional Docente (PND) de 2026, entre os dias 15 e 26 junho. O exame será aplicado no dia 20 de setembro. 

Os estudantes concluintes dos cursos de licenciaturas que tenham interesse em participar da PND deverão fazer a inscrição no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas, conforme edital a ser divulgado pelo Inep.

O cronograma das provas foi divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Ministério da Educação (MEC).  

A prova nacional tem o objetivo de facilitar a contratação para o magistério da educação básica pelas prefeituras e governos estaduais. A nota alcançada pelo participante da PND poderá ser usada como etapa única ou complementar de concursos públicos locais ou processos seletivos simplificados para admissão de professores.

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Adesão das secretarias de educação  

Os governos locais interessados em usar os resultados da PND em seus próprios processos seletivos de professores devem formalizar a adesão com o MEC. A data final exata em maio para adesão ainda será divulgada pelo Ministério.

As redes de ensino municipais, estaduais e distrital que formalizaram adesão à PND em 2025 devem apenas renovar interesse em usar a nota da prova. 

Após o período de adesões de gestores das secretarias de educação de estados e municípios, o Ministério da Educação deverá publicar a lista dos que aderiram à prova.

Assinado o termo de adesão, os estados e municípios devem publicar um edital próprio de concurso ou de processo seletivo que deve dizer claramente que aproveitará a nota da Prova Nacional Docente como critério de classificação/seleção.

Enem dos Professores

O chamado de “Enem dos Professores” é realizado anualmente pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A aplicação é descentralizada em todas as 27 unidades da federação.

Todos os anos, a PND adota a avaliação teórica do Enade das Licenciaturas.

A PND não gera um banco de candidatos para a rede de ensino, não é possível fazer uma consulta geral dos inscritos na PND ou obter uma lista de participantes.

A prova nacional não substitui o processo de seleção da rede de ensino, que deverá publicar edital próprio, com vagas, cargos, prazos e critérios de ingresso.

Fonte: Agência Brasil

Cantora Ellen Oléria e ex-distrital Luzia de Paula estão entre as novas cidadãs beneméritas e honorárias de Brasília

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O Plenário da Câmara Legislativa aprovou, nesta quarta-feira (8), a concessão de 21 títulos de Cidadão Honorário e de Cidadão Benemérito de Brasília. As honrarias reconhecem pessoas que praticaram atos de relevante interesse para o Distrito Federal. Os nomes dos homenageados constam de projetos de decreto legislativo apresentados por diferentes deputados.  

Entre os agraciados, estão a cantora Ellen Oléria; a ex-deputada distrital Luzia de Paula; o professor e ex-juiz Samer Agi; entre outros. Cada um deles receberá a honraria em solenidade específica na CLDF. 

 

Detran

Também na sessão de hoje, os distritais aprovaram o projeto de lei nº 2259/2026, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para viabilizar a reestruturação das carreiras do Departamento de Trânsito do DF (Detran/DF), conforme o previsto no PL nº 2255/2026, aprovado no último 5 de abril.

Aprovado em dois turnos e redação final, o texto vai à sanção da governadora Celina Leão. 

Denise Caputo – Agência CLDF

Fonte: Agência CLDF

João Fonseca se garante nas oitavas do Masters 1000 de Monte Carlo

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O tenista brasileiro João Fonseca se classificou para as oitavas de final do Masters 1000 de Monte Carlo. A vaga veio com uma vitória por 2 sest a 1 (parciais de 7/5, 4/6 e 6/3) sobre o francês Arthur Rinderknech nesta quarta-feira (8).

O carioca de 19 anos de idade estreou na competição na última segunda-feira (6), quando bateu o canadense Gabriel Diallo por 2 sets a 0 (parciais de 6/2 e 6/3). O triunfo sobre o 36º do mundo pôs fim a um hiato de 14 anos sem vitória de brasileiros no Masters 1000 de Monte Carlo.

João Fonseca volta a entrar em ação na competição às 6h (horário de Brasília), quando medirá forças com o italiano Matteo Berrettini pelas quartas de final. O adversário do brasileiro vem de um surpreendente triunfo sobre o russo Daniil Medvedev por 2 sets a 0 (duplo 6/0).

Fonte: Agência Brasil

Projetos aprovados definem normas técnicas de prevenção de incêndios

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Em reunião na tarde desta quarta-feira (9), a Comissão de Segurança da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou projetos com foco em normas técnicas e prevenção de incêndios. Os textos ainda serão analisados por outras comissões e depois apreciados pelo Plenário da Casa.

Entre os projetos aprovados está o PL 1906/2025, da deputada Doutora Jane (Republicanos), institui normas de segurança, prevenção de incêndios e fiscalização obrigatória em comunidades terapêuticas, clínicas e casas de recuperação de dependentes químicos no DF e cria o Cadastro Distrital de Comunidades Terapêuticas e Clínicas de Recuperação. 

Pela proposta, nenhuma destas instituições poderá iniciar ou manter atividades sem alvará de funcionamento expedido pela Administração Regional competente; laudo de vistoria e autorização do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal – CBMDF; licença sanitária emitida pela Vigilância Sanitária do DF, e licença de funcionamento expedida pela Secretaria DF Legal.

Em sua justificativa, a autora lembrou do incêndio ocorrido na madrugada de 31 de agosto de 2025, em uma clínica de recuperação de dependentes químicos, localizada no Núcleo Rural Desembargador Colombo Cerqueira, no Paranoá, conhecida como Instituto Terapêutico Liberte-se, que resultou na morte de cinco pessoas e outras onze ficaram feridas.

“Este projeto de lei, denominado Lei Liberte-se, busca transformar a dor dessa tragédia em uma política pública de prevenção, estabelecendo regras claras, reforçando a fiscalização e criando um Cadastro Distrital de acesso público, para que famílias e órgãos de controle possam acompanhar quais instituições estão autorizadas a funcionar de forma regular e segura”, argumentou a parlamentar.

Proibição de uso de solventes

A Comissão aprovou também o projeto de lei 1272/2024, da deputada Paula Belmonte (PSDB), proíbe a realização de serviços de impermeabilização de bens móveis usando solventes inflamáveis em locais residenciais.

Segundo o texto, fica proibida a prática de impermeabilização de bens móveis, como sofás, cadeiras, colchões, tapetes e outros similares, utilizando solventes inflamáveis, em áreas residenciais no DF.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

A proposta prevê que a impermeabilização de bens móveis com solventes inflamáveis somente poderá ser realizada em estabelecimentos comerciais devidamente licenciados, que disponham de infraestrutura adequada e segura, em conformidade com as normas técnicas vigentes, as exigências do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal e dos demais órgãos de fiscalização. O não cumprimento da regra sujeitará os infratores às penalidades de multa, cujo valor será estipulado conforme regulamentação específica; interdição imediata da atividade, em caso de reincidência, e responsabilização civil e criminal em caso de danos a terceiros.

Manejo integrado do fogo

Foi aprovado ainda o PL 1926/2025, do deputado Wellington Luiz (MDB), que institui a Política Distrital de Manejo Integrado do Fogo (PDMIF). A finalidade da Política é “disciplinar, integrar e orientar ações de prevenção, manejo, preparação, resposta e recuperação relacionadas ao uso do fogo e aos incêndios florestais, observados os princípios ecológicos do Cerrado e os conhecimentos técnico-científicos e tradicionais”.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

 

Participaram da reunião os deputados Iolando (MDB), João Cardoso (PL) e Doutora Jane (Republicanos).

Fonte: Agência CLDF

Condenados por racismo poderão ser proibidos de assumir cargos públicos no DF

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Após aprovação na Comissão de Segurança, p projeto ainda precisa ser analisado em outras comissões e pelo Plenário da Câmara

Os condenados por racismo poderão ser proibidos de assumir cargos públicos no Distrito Federal. A medida está prevista no projeto de lei 886/2024, do deputado Pastor Daniel de Castro (PP), aprovado pela Comissão de Segurança da Câmara Legislativa na tarde desta quarta-feira (9). O projeto ainda precisa ser analisado em outras comissões e pelo Plenário da Câmara. 

O texto define como crime de racismo a conduta prevista no artigo 20 da Lei Federal nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. A proibição vale para todas as esferas do serviço público, incluindo cargos efetivos, comissionados e de confiança.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

Na justificativa da proposição, o deputado explica que a nova lei tem como objetivo “reforçar os fundamentos da igualdade, justiça e respeito à diversidade no contexto dos cargos públicos, incorporando o princípio da moralidade como base central para as nomeações no serviço público”. 

Eixão do Lazer

A Comissão de Segurança também aprovou o PL 1289/2024, do deputado Ricardo Vale (PT), que altera a legislação que trata do funcionamento do Eixão do Lazer para autorizar a venda de todos os produtos comercializáveis no espaço durante os horários de interdição da via. Vale explica que a mudança é necessária para evitar a proibição de venda de bebidas alcóolicas no local, com recentemente tentou fazer o Governo do DF.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

“O Eixão não se enquadra no conceito legal de rodovia, por estar localizado na zona urbana, e, ao mesmo tempo, não se enquadra no conceito de via urbana de circulação de veículos nos domingos e feriados, por ser transformado em espaço de lazer”, ponderou o distrital.

Dia do Oficial R2

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

A Comissão aprovou ainda o PL 1908/2025, do deputado João Cardoso (PL), que institui o Dia do Oficial do Exército R2. A data deverá ser comemorada anualmente em 4 de novembro, data que já é reconhecida nacionalmente pelo Exército Brasileiro.

Fonte: Agência CLDF

Comissão aprova projetos com direitos e reconhecimento para profissionais da área de segurança

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A Comissão de Segurança da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou na tarde desta quarta-feira (8) projetos de lei que concedem direitos e reconhecimentos aos profissionais que atuam na área de segurança. As proposições ainda precisam passar por análise de outras comissões permanentes antes de seguirem para votação no plenário da Câmara.

Um dos itens aprovados, o PL 1723/2025, do deputado Hermeto (MDB), prevê assistência jurídica gratuita para policiais e bombeiros. Pela proposta, a assistência jurídica integral e gratuita será concedida aos policiais civis, policiais penais, policiais militares e bombeiros militares que, no exercício de suas funções, venham a sofrer danos físicos, morais, psicológicos ou patrimoniais.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

Segundo o texto, o Estado deverá processar os agressores para que sejam reparados todos os danos causados aos agentes públicos. Na justificativa da proposta, o deputado Hermeto explica que a “iniciativa busca assegurar a proteção e o amparo legal a esses profissionais, reconhecendo o papel essencial que desempenham na manutenção da segurança pública e na defesa da sociedade”.

Dia do Servidor da Segurança

A Comissão aprovou ainda o projeto de lei 1596/2025, do deputado Roosevelt Vilela (PL), que cria o Dia do Servidor Público de Operações Especiais da Segurança Pública. De acordo com o texto, a data deverá ser comemorada no dia 27 de junho de cada ano.

Segundo o autor, a data tem como objetivo reconhecer e valorizar os serviços prestados pelos servidores públicos que atuam em operações especiais da segurança pública; promover a conscientização da população sobre a importância das atividades realizadas por esses profissionais para a manutenção da ordem e segurança pública e incentivar a realização de atividades e eventos que promovam a integração entre a sociedade e os servidores públicos que atuam em operações especiais da segurança pública.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

 

Assistência médico-hospitalar

Outro item aprovado nesta tarde foi o PL 1118/2020, também do deputado Roosevelt Vilela, que trata do reconhecimento dos dependentes de agentes públicos e militares para recebimento de assistência médico-hospitalar. 

O texto prevê que para os efeitos de assistência médico-hospitalar, médico-domiciliar, psicológica, odontológica e social, nos órgãos da administração pública direta e indireta, devem ser considerados como dependentes dos agentes públicos e militares do DF, além dos disciplinados nos regimes jurídicos e leis próprias: cônjuge ou companheiro (a), casados ou em união estável pública ou judicial, independente de também serem agentes públicos ou militares; os filhos(as) ou enteados(as) até 21 anos de idade ou até 24 anos de idade, se estudantes universitários, ou, se inválidos, enquanto durar a invalidez, independente de também ser dependente do cônjuge ou companheiro (a); a pessoa sob guarda ou tutela judicial até 21 anos de idade ou até 24 anos de idade, se estudante universitário, ou, se inválido, enquanto durar a invalidez, independente de também ser dependente do cônjuge ou companheiro (a). 

Risco à vida

Foi aprovado ainda o PL 1265/2024, do deputado Robério Negreiros (Podemos), que trata do reconhecimento do risco à vida para agentes socioeducativos e de proteção à infância. Pela proposta, fica reconhecido no DF o risco à vida e integridade física da atividade exercida pelo Agente Socioeducativo e pelo Agente ou Comissário de Proteção da Infância e da Juventude.

“A presente proposta tem por objetivo reconhecer o risco à vida e integridade física da atividade exercida pelo Agente Socioeducativo e pelo Agente ou Comissário de Proteção da Infância e da Juventude no Distrito Federal,  que no exercício do seu trabalho, lamentavelmente, se depara com diversas intercorrências que oferecem risco a sua integridade física e a sua vida”, justificou Negreiros. 

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

 

Participaram da reunião da Comissão os deputados Iolando (MDB), João Cardoso (PL) e Doutora Jane (Republicanos).

Fonte: Agência CLDF