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Rio Open confirma lista de atletas com João Fonseca e italiano Musetti

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O Rio Open ATP 500, maior torneio de tênis da América do Sul, anunciou nesta quarta-feira (21) a lista oficial com os 24 jogadores que disputarão a chave de simples da 12ª edição do evento. Número 5 do mundo, o italiano Lorenzo Musetti lidera a relação, enquanto o carioca João Fonseca (32º no ranking) será o cabeça de chave 4. Esta será a quarta participação de Fonseca no evento, disputado em quadra de saibro. O atual campeão, o argentino Sebastian Baez (36º) encabeçará a chave 6. O Rio Open ocorrerá entre os dias 14 e 22 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, na zona sul do Rio de Janeiro.

Outros três tenistas do top 50 também serão cabeças de chave: os argentinos Francisco Cerundolo (21º) e Camilo Ugo Carabelli (49º), os italianos Luciano Darderi (25º) e Lorenzo Sonego (40º). Na lista estão ainda grandes nomes do tênis mundial, como italiano Matteo Berretini,  ex-número seis e tricampeão da Copa Davis, que competira pela segunda vez no saibro carioca.

Outra atração de peso será a do o francês Gaël Monfils, que competirá como tenista convidado. Prestes a completar 40 anos em setembro, ele anunciou a aposentadoria ao final da temporada 2026 e incluiu o Rio Open na turnê de despedida do circuito. Contemporâneo dos ícones Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokivic, o francês coleciona 13 títulos de simples, conquistados ao longo de 20 anos de carreira.

“Estamos muito animados para ver o João Fonseca em ação, em casa, com esse novo status no circuito. Ano passado ainda era tudo muito novo. Hoje ele é um jogador estabelecido entre os melhores.  Esse ano também vamos nos emocionar com o Monfils se despedindo e escolhendo o Rio para fazer parte dessa turnê e ver o Musetti no seu melhor momento, além de ter a oportunidade de descobrir novas histórias, novos personagens e continuar desenvolvendo o tênis no Brasil, pontuou Luiz Carvalho, diretor do torneio.

Um dos pontos altos da competição será a cerimônia de premiação: os troféus serão entregues pelo norte-americano Andre Agassi, ex-número 1 do mundo, dono de oito títulos de Grand Slam e outros 17 de Masters 1000.

A chave de simples reunirá 32 tenistas, sendo que 23 deles carimbaram a classificação de forma direta devido a posição no ranking mundial. Outros quatro tenistas ingressarão após o qualifying (classificatório), programado para os dias 14 e 15 de fevereiro, também no Jockey Club, com entrada gratuita. Há ainda três vagas para convites da organização e uma outra reservada a tenistas A+ da ATP. Uma última vaga denominada special exempt (isenção especial) destina-se a algum tenista que não conseguiu disputar o qualifying por estar competindo outro torneio.



Fonte: Agência Brasil

Suspensão de novos vistos de imigração para os EUA começa nesta quarta

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O Departamento de Estado dos Estados Unidos (EUA) suspendeu temporariamente, a partir desta quarta-feira (21), a emissão de novos vistos de imigração para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil.

A medida, anunciada em 14 de janeiro, altera o processamento de pedidos de residência permanente por parte de cidadãos de nações classificadas como de “alto risco de utilização de benefícios sociais”.

Para justificar a revisão de todas as políticas de imigração para daquele país, o Departamento de Estado disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou claro que os imigrantes devem ser financeiramente autossuficientes e não devem “representar um fardo financeiro para os norte-americanos”.

“O Departamento de Estado [dos Estados Unidos] está realizando uma revisão completa de todas as políticas, regulamentos e diretrizes para garantir que imigrantes desses países de alto risco não utilizem programas de assistência social nos Estados Unidos nem se tornem um ônus para o Estado”, diz a publicação oficial.

Exceções

Vistos de turismo e para trabalho temporário seguem válidos, de acordo com informe publicado no site da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Vistos de turismo também continuarão sendo emitidos, pois são considerados vistos de não imigrante

Além destes casos, quem já possui um visto de imigrante válido não terá o documento revogado, o que mantém o direito de viajar sujeito à admissão pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.

Cidadãos com dupla nacionalidade que apresentem um outro passaporte válido de um país não listado acima estão isentos dessa pausa.  

Procedimentos regulares

Apesar da suspensão da entrega do documento final, as etapas administrativas permanecem. De acordo com o comunicado oficial da representação diplomática norte-americana no Brasil, os solicitantes podem seguir enviando seus pedidos de visto e comparecendo às entrevistas agendadas nas respectivas embaixadas e consulados estadunidenses.

No entanto, a chancelaria alertou que nenhum visto de imigrante será efetivamente emitido enquanto a diretriz do Departamento de Estado dos Estados Unidos estiver em vigor.

Agência Brasil procurou o Ministério das Relações Exteriores (MRE) para um o posicionamento sobre a suspensão da emissão de vistos para solicitantes brasileiros e aguarda a resposta. 

Confira abaixo a lista dos países que tiveram visto de imigração para os EUA suspenso:

  • Afeganistão
  • Albânia
  • Argélia
  • Antígua e Barbuda
  • Armênia
  • Azerbaijão
  • Bahamas
  • Bangladesh
  • Barbados
  • Belarus
  • Belize
  • Bósnia
  • Brasil
  • Butão
  • Cabo Verde
  • Camarões
  • Camboja
  • Cazaquistão
  • Colômbia
  • Costa do Marfim
  • Cuba
  • Dominica
  • Egito
  • Eritréia
  • Etiópia
  • Fiji
  • Gâmbia
  • Gana
  • Geórgia
  • Granada
  • Guatemala
  • Guiné
  • Haiti
  • Iêmen
  • Irã
  • Iraque
  • Jamaica
  • Jordânia
  • Kosovo
  • Kuwait
  • Laos
  • Líbano
  • Libéria
  • Líbia
  • Macedônia do Norte
  • Marrocos
  • Mianmar
  • Moldávia
  • Mongólia
  • Montenegro
  • Nepal
  • Nicarágua
  • Nigéria
  • Paquistão
  • Quirguistão
  • República Democrática do Congo
  • República do Congo
  • Ruanda
  • Rússia
  • Santa Lúcia
  • São Cristóvão e Névis
  • São Vicente e Granadinas
  • Senegal
  • Serra Leoa
  • Síria
  • Somália
  • Sudão do Sul
  • Sudão
  • Tailândia
  • Tanzânia
  • Togo
  • Tunísia
  • Uganda
  • Uruguai
  • Uzbequistão

Fonte: Agência Brasil

Banco Will: entenda como funciona a liquidação e os impactos da medida

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A liquidação extrajudicial voltou ao centro do noticiário com os casos do Banco Master e do Will Bank, instituições que integravam o mesmo conglomerado financeiro. O Banco Master teve sua liquidação decretada em novembro de 2025, enquanto o Will Bank só foi liquidado nesta quarta-feira (21). A diferença de prazos gerou questionamentos entre os investidores e correntistas.

Segundo o Banco Central (BC), após a liquidação do Master, o Will Bank passou a operar sob um regime especial de administração temporária. Nesse período, o BC assumiu o controle da instituição com o objetivo de preservar a operação, evitar impactos imediatos aos clientes e tentar uma solução que permitisse sua continuidade, como a venda para um novo investidor.

Em nota, o Banco Central informou que tentou “uma solução que preservasse o funcionamento de sua controlada Will Financeira”. O texto, no entanto, não esclareceu se o BC tentou botar à venda o banco digital, braço do Grupo Master que atendia a consumidores de menor renda, principalmente da região Nordeste.

Paralelamente, a situação financeira da instituição se deteriorou, com aumento dos passivos e dificuldades operacionais. O fator decisivo para a liquidação foi o descumprimento de compromissos no arranjo de pagamentos da Mastercard. A falha levou ao bloqueio da participação do Will Bank no sistema da bandeira e à suspensão do uso dos cartões, caracterizando, na avaliação do Banco Central, a insolvência da instituição.

Em comunicado oficial, o BC afirmou que a liquidação se tornou inevitável diante do comprometimento da situação econômico-financeira do Will Bank, de sua incapacidade de honrar obrigações e do vínculo direto com o Banco Master, já em liquidação.

O que é liquidação extrajudicial?

A liquidação extrajudicial é um procedimento administrativo usado para encerrar, de forma organizada, as atividades de instituições financeiras que enfrentam grave crise. Quando anunciada, a medida costuma gerar apreensão entre clientes, principalmente sobre o destino de contas, investimentos e contratos em andamento.

O regime é aplicado quando a situação financeira da instituição se torna insustentável. Segundo o Banco Central, o objetivo principal é proteger depositantes, credores e o próprio sistema financeiro, evitando prejuízos maiores ou uma falência desordenada.

Quem decide pela liquidação?

No caso de instituições financeiras, a decretação da liquidação extrajudicial é atribuição exclusiva do Banco Central. A iniciativa pode partir do próprio órgão regulador ou, em alguns casos, dos administradores da instituição, desde que haja previsão estatutária. A legislação autoriza a medida em situações como insolvência sem possibilidade de reversão, descumprimento de normas, fraudes, falhas operacionais graves ou gestão temerária.

Além de bancos, outras empresas de setores sensíveis também podem ser submetidas ao regime, como seguradoras e entidades de previdência privada aberta, supervisionadas pela Susep, e operadoras de planos de saúde, reguladas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O que acontece com o banco?

Após a liquidação, as operações da instituição são interrompidas. Contas, transferências, cartões e novos contratos deixam de funcionar. Um liquidante é nomeado pelo Banco Central para levantar bens, dívidas e créditos, vender ativos e organizar o pagamento dos credores conforme a ordem prevista em lei.

E o cliente, como fica?

Quem tinha conta no banco perde o acesso imediato aos serviços. O saldo existente passa a integrar o passivo da instituição, e o correntista se torna credor no processo de liquidação. O pagamento dependerá das garantias disponíveis e do andamento do trabalho do liquidante.

Dinheiro e investimentos estão protegidos?

Depósitos e alguns investimentos contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), formado por recursos das instituições financeiras, públicas e privadas. O fundo assegura até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição, considerando o conjunto de produtos elegíveis, como conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI e LCA.

No caso de CDBs, a proteção também segue esse limite. Em conglomerados financeiros, porém, o valor garantido pode variar conforme a data de emissão dos títulos e a forma como as instituições são enquadradas pelo FGC, o que pode reduzir o montante efetivamente coberto.

O FGC está pagando R$ 40,6 bilhões a cerca de 800 mil investidores do Banco Master. A previsão inicial estava entre R$ 41 bilhões a R$ 43 bilhões a 1,6 milhão de clientes. Com a liquidação do Master, o passivo subiu em R$ 6,3 bilhões, segundo o próprio FGC, totalizando o impacto final em R$ 46,9 bilhões. Isso equivale a mais de um terço do patrimônio do fundo.

Dívidas continuam valendo?

A liquidação extrajudicial não elimina débitos dos clientes. Empréstimos, financiamentos e faturas seguem válidos. O que muda é a administração desses contratos, que passa a ser feita pelo liquidante ou por outra instituição que eventualmente assuma parte das operações.

Bens de administradores são bloqueados?

A lei determina a indisponibilidade dos bens de controladores e ex-administradores da instituição liquidada. A medida impede a transferência de patrimônio até que sejam apuradas possíveis responsabilidades, funcionando como proteção adicional aos credores.

Como o cliente deve agir?

Quem tem conta ou investimentos em instituições liquidadas deve reunir extratos, contratos e comprovantes e acompanhar apenas comunicados oficiais do Banco Central, do liquidante e do Fundo Garantidor de Créditos. O FGC não cobra taxas para efetuar pagamentos e alerta para tentativas de golpe em períodos de instabilidade bancária.

Liquidação não é falência

Apesar de semelhantes, os processos não são iguais. A liquidação extrajudicial é a etapa inicial aplicada a instituições financeiras e ocorre sob supervisão administrativa. A falência só pode ser decretada posteriormente, caso os ativos sejam insuficientes ou sejam identificados indícios de irregularidades mais graves.

Os episódios envolvendo o Banco Master e o Will Bank reforçam a importância de o consumidor compreender como funciona a liquidação extrajudicial e quais são seus direitos em situações de crise no sistema financeiro.

Fonte: Agência Brasil

Lula participará de encerramento do Encontro Nacional do MST na sexta

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará da solenidade de encerramento do 14º Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), nesta sexta-feira (23), às 15h, em Salvador.

O evento reúne cerca de 3 mil camponeses de todo o país, no Parque de Exposições Agropecuárias da capital baiana, para discutir os rumos da luta por reforma agrária no Brasil e as estratégias da organização na defesa da produção de alimentos saudáveis e desenvolvimento sustentável no campo.

Aliado histórico de Lula, o MST tem sido crítico das ações do governo na agricultura familiar, especialmente em relação ao assentamento de novas famílias em áreas desapropriadas.

“O que o governo Lula tem feito, mais uma vez, são regularizações de famílias em assentamentos antigos, inflando o número de famílias assentadas como se fossem novos lotes. O que não significa avanços na quantidade de hectares de terras destinadas para reforma agrária”, diz o movimento em texto publicado em sua página na internet no mês passado, com um balanço do ano de 2025.

“Atualmente, o MST ainda conta com 100 mil famílias acampadas que, somadas aos outros movimentos populares, chegam a 142 mil em todo país, com cadastros no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), à espera da reforma agrária”, complementa.

No ano passado, o governo promoveu a entrega de 12,2 mil novos lotes distribuídos em 385 mil hectares de terra em 24 estados do país, para famílias de agricultores sem-terra em 138 assentamentos. As entregas fazem parte do programa Terra da Gente, que prevê o assentamento de 295 mil famílias em novas áreas até o fim de 2026.

Fonte: Agência Brasil

PF investiga grupo suspeito de usar criptomoeda para lavar dinheiro

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Uma operação realizada hoje (21) pela Polícia Federal (PF) combate organização criminosa que utilizava criptomoedas para lavagem de dinheiro. Segundo a PF, essa organização teria movimentado mais de R$ 39 milhões.

Chamada de Narco Azimut, a operação cumpriu mandados de busca e de prisões temporárias nas cidades paulistas de Santos, Ferraz de Vasconcelos, São Bernardo do Campo e São José dos Campos, além de Goiânia (GO) e Armação de Búzios (RJ).

De acordo com a PF, as investigações mostraram que a associação criminosa era bem estruturada e movimentava grandes quantias de dinheiro, tanto em espécie quanto por meio de transferências bancárias e de criptoativos no Brasil e no exterior. O grande objetivo dessa organização era a lavagem de capitais.

Além dos mandados de prisão e de apreensão, a Justiça determinou o bloqueio e a apreensão de bens dos suspeitos. Também foram impostas diversas restrições como a proibição de movimentação empresarial e a proibição de transferência de bens móveis e imóveis que foram adquiridos por meio dos crimes cometidos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, ocultação ou dissimulação de valores e de capitais (lavagem de dinheiro) e evasão de divisas.

Fonte: Agência Brasil

Itália julga extradição de Carla Zambelli nesta terça-feira

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A Corte de Apelação de Roma, na Itália, julga nesta terça-feira (20) o pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli.

Ela está presa no país desde julho do ano passado, quando fugiu do país, após ter sido condenada a dez anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Carla Zambelli foi condenada duas vezes pelo STF, por invadir os sistemas do CNJ, em atuação com o hacker Walter Delgatti, e pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. 

Audiência

Na audiência desta terça, os magistrados vão ouvir a defesa da ex-parlamentar e avaliar a documentação enviada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes.

O ministro detalhou a situação da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, onde Zambelli ficará presa caso seja extraditada para o Brasil.

Segundo Moraes, o presídio mantém padrões de salubridade, segurança e assistência às detentas, além de oferecer atendimento médico e cursos técnicos. Ele também informou que nunca houve rebelião na penitenciária.

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Entenda

Em dezembro, o tribunal italiano adiou a decisão sobre a extradição após os advogados de defesa de Zambelli pedirem mais tempo para analisar os documentos enviados pelo STF.

Eles alegam que a ex-parlamentar sofre perseguição judicial e política no Brasil. E também questionam a situação carcerária no país para o eventual cumprimento da pena.

Em outubro, o Ministério Público da Itália já deu parecer favorável à extradição.

Em dezembro, Alexandre de Moraes determinou a perda imediata do mandato. Mas logo em seguida, Zambelli renunciou ao cargo. 

Confira as informações do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Fonte: Agência Brasil

Piso do magistério tem reajuste de 5,4% e vai a R$ 5,1 mil em 2026

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (21) a Medida Provisória (MP) que atualiza o cálculo do piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica.

Para este ano, o valor será reajustado em 5,4%, passando de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, válido para a rede pública de todo o país, com jornada de 40 horas semanais. 

O percentual representa um ganho real de 1,5% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que foi de 3,9%.

O piso salarial é o valor mínimo que professores devem ganhar no Brasil. A legislação determina a recomposição anual do valor. A norma define que o piso será atualizado a partir da soma do INPC do ano anterior e de 50% da média da variação percentual da receita real, com base no INPC, relativa à contribuição de estados, Distrito Federal e municípios ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), realizada nos cinco anos anteriores ao ano da atualização. 

A lei também determina que o percentual estabelecido nunca poderá ser inferior à inflação do ano anterior, medida pelo INPC. No ano passado, seguindo a mesma regra, o reajuste foi de 6,27%. 

As remunerações dos profissionais da educação básica são pagas por prefeituras e estados a partir de recursos do Fundeb, bem como de complementações da União. Por ser uma MP, a medida tem validade imediata, mas precisará ser confirmada pelo Congresso Nacional.

 

Fonte: Agência Brasil

Trio de Ataque: TV Brasil e Rádio Nacional lançam programa esportivo

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A TV Brasil e a Rádio Nacional, emissoras públicas da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), lançam Trio de Ataque, um novo programa semanal que combina a tradição do bom debate futebolístico com um formato dinâmico, pautado pela conversa aberta, pelo humor inteligente e pela análise crítica que vai além das quatro linhas. O time de apresentadores é formado por grandes nomes do jornalismo esportivo brasileiro: Juca Kfouri, José Trajano e Lúcio de Castro. A atração estreia na segunda-feira (26), às 18h, na TV Brasil e no YouTube da emissora, e às 20h em toda a rede da Rádio Nacional.

“Este novo programa reforça o compromisso da EBC com um jornalismo esportivo que não se limita ao resultado e ao entretenimento. No Trio de Ataque, o futebol funciona como instrumento para reflexões mais profundas sobre questões sociais, culturais e do cotidiano, impulsionando debates que estimulam o pensamento crítico do público”, afirma o presidente da EBC, Andre Basbaum.

Um dos eixos centrais da atração é a valorização da memória esportiva brasileira, com destaque para a história da Rádio Nacional. A iniciativa inclui referências a crônica esportivas, narrações históricas e quadros que resgatam momentos marcantes do futebol.

Além das análises, o programa também abre espaço para debates sobre cultura, música, cotidiano e manifestações populares. A cobertura do futebol feminino e dos campeonatos estaduais transmitidos pela EBC também integra a linha editorial, reforçando o compromisso da comunicação pública com a diversidade de modalidades e valorização do esporte nacional.

“O que é legal desse programa é que é um encontro de amigos e pessoas que convivem juntas há muito tempo. Vai ser uma grande conversa semanal em que vamos tratar de futebol, mas também de política, música, literatura. É claro que o pano de fundo do programa é futebol, mas vamos falar de outros temas também”, diz José Trajano.

Lúcio de Castro comenta sobre a alegria que é reencontrar Trajano e Juca Kfouri em cena. “Temos uma história juntos, e ela é retomada agora com a mesma alegria e empolgação. Em um cenário de jornalismo na área de esportes em que vigora uma censura velada e uma autocensura, em detrimento do jornalismo e a favor do negócio da indústria do esporte, estaremos em espaço onde falaremos de tudo. E de todos. Vamos fazer jornalismo, mas também com leveza. E no programa vai caber tudo. Qualquer assunto, como é do gosto desse Trio de Ataque”, afirma.

“José Trajano, Lúcio de Castro e eu estamos prontos para nos divertir e divertir a audiência de nossos canais públicos com jornalismo comprometido com a cidadania e a defesa da democracia, no esporte e na vida, como deve ser”, declara Kfouri.

Mudanças na programação

Com a estreia de Trio de Ataque, a TV Brasil promove ajustes pontuais em sua grade de programação às segundas-feiras. Apenas nesses dias, as atrações Brasil Visto de Cima (18h) e Stadium (18h30) deixam de ser exibidas.

Perfis dos apresentadores

Juca Kfouri

Juca Kfouri é um dos jornalistas esportivos mais respeitados do Brasil, com mais de 40 anos de carreira. Iniciou sua trajetória na Folha de S.Paulo, atuando como repórter e colunista, e também passou pelo O Estado de S. Paulo, contribuindo com análises detalhadas sobre futebol e política esportiva. Na televisão, participou de programas como Esporte Interativo, além de colunas e debates em canais esportivos de grande alcance. No rádio, construiu uma audiência fiel com comentários críticos e bem fundamentados, abordando ética, racismo, corrupção e desigualdade no esporte. Autor de livros e ensaios, Kfouri transforma o futebol em instrumento de reflexão social.

José Trajano

Trajano possui mais de 30 anos de experiência no jornalismo esportivo, atuando em televisão, rádio e imprensa escrita. Trabalhou na TV Cultura, apresentando programas voltados ao público jovem e esportivo, e teve passagens marcantes pelo SporTV, SBT e Canal Premiere, além de colaborar com jornais como o Lance!. No rádio, destacou-se por transmitir análises complexas de maneira clara e acessível, aproximando o público do conhecimento técnico e estratégico do esporte. Reconhecido por sua clareza, didática e credibilidade, Trajano complementa a análise crítica de Kfouri, formando uma dupla sinérgica que combina provocação, conhecimento e empatia com o público.

Lúcio de Castro

Lúcio de Castro é jornalista investigativo com ampla experiência em apuração crítica de temas esportivos, sociais e políticos relacionados ao esporte. Atuou no Globo Esporte, O Estado de S. Paulo e em plataformas digitais especializadas, além de participar de programas de TV e rádio voltados à análise investigativa. Sua atuação se caracteriza pelo rigor na checagem de informações e pela capacidade de contextualizar o esporte dentro de temas mais amplos da sociedade, trazendo profundidade às discussões. Reconhecido por seu olhar investigativo, Lúcio reforça o caráter educativo e reflexivo do programa, garantindo que o público compreenda o impacto social, político e cultural do esporte.

Ao vivo e on demand

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Serviço

Trio de Ataque – novo programa da TV Brasil e Rádio Nacional.
Estreia dia 26/1, às 18h na TV Brasil e YouTube do canal, e às 20h na Rádio Nacional.

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Fonte: Agência Brasil

Em Davos, Trump diz que quer comprar Groelândia sem uso da força

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a repetir nesta quarta-feira (21) que os EUA querem comprar a Groenlândia, a exemplo do que outros países europeus já fizeram para ampliar seus territórios.

“Estou buscando negociações para discutir a aquisição da Groenlândia pelos EUA, como fizemos em outros momentos da História. E como outras nações europeias já fizeram, ao comprar territórios. Não tem nada errado com isso”, acrescentou

Ao discursar no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, ele disse que o país desejado “não passa de um pedaço de gelo” que foi devolvido à Dinamarca pelos EUA após a Segunda Guerra Mundial.

“Tudo que os EUA estão pedindo é um lugar chamado Groenlândia, que devolvemos à Dinamarca após defendê-la de alemães, japoneses e italianos.”

O presidente estadunidense disse ainda que não pretende usar a força para adquirir a região: “As pessoas pensaram que eu ia usar a força. Eu não quero e não usarei a força. Mas quem quer defender aquilo? É apenas um pedaço de gelo no meio do oceano. Mas se houver uma guerra, muitas ações acontecerão nesse pedaço de gelo”, argumentou ele ao afirmar que seu interesse naquela região se deve à localização estratégica.

Ele negou que seu interesse pelo país integrante do Reino da Dinamarca seja por conta das riquezas minerais. “Não tem [a ver com as] terras raras, até porque elas estão centenas de metros abaixo do gelo. Na verdade é uma questão de segurança estratégica nacional e internacional”.

Segundo Trump, a Dinamarca estaria gastando pouco para proteger a Groenlândia, e apenas os EUA, sozinhos, teriam “condições de garantir a segurança dessa massa gigante de gelo, além de desenvolvê-la, melhorá-la e torná-la boa para a Europa e para os EUA”

Confira no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, os detalhes sobre o discurso de Trump 

Otan

Ele criticou a falta de contrapartidas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para os EUA, após as muitas contribuições e ajudas de seu país ao longo dos anos aos demais integrantes do grupo.

“Não recebemos nada da Otan, apesar de protegermos a Europa da União Soviética e, agora, da Rússia. Pagávamos a conta da Otan e não recebíamos nada. Tudo que pedimos em retorno é a Groenlândia. Isso inclui o direito de propriedade, porque precisamos dele para defendê-la”, disse Trump.

“Construímos bases na Groenlândia para salvar a Dinamarca e a própria Groenlândia. Se não fosse os EUA, eles estariam falando alemão ou japonês hoje em dia. Por isso estão sendo ingratos agora, uma vez que a Groenlândia é um território praticamente inabitável e não desenvolvido. Sem defesa, mas em uma localização chave para mantermos nossos inimigos em potencial distantes”, disse o presidente dos EUA.

“É um pedido muito pequeno, comparado ao que já demos a eles. Tudo que peço é um pedaço de gelo para eu proteger o mundo, como os melhores equipamentos de guerra existentes”, completou ao enfatizar que “os EUA estão de volta. Maiores e mais fortes do que nunca”.

Venezuela

Sobre a Venezuela, Trump defendeu as ações de seu governo em território venezuelano, que resultaram no sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

“A Venezuela está indo bem. Tem sido uma coisa fantástica, o que está acontecendo com a Venezuela. Eles estão, agora, fazendo mais dinheiro”, disse ele ao destacar que empresas petrolíferas já estão se alinhando com os EUA, visando a extração de petróleo no país sul-americano.

Segundo Trump, o petróleo venezuelano já está resultando na queda de preço de combustíveis em território estadunidense

Política interna

Trump aproveitou a oportunidade para fazer inúmeros autoelogios com relação às políticas internas que vem implementando em seu país. Ao lembrar que tomou posse em seu segundo mandato há um ano, ele disse que as expectativas de crescimento econômico são altas, e ressaltou que já está derrotando a inflação nos EUA.

Isso, segundo ele, apesar de o país ter à frente de seu banco central o “terrível”, nas palavras de Trump, Jerome Powel – a quem tem feito duras críticas públicas pela não redução das taxas de juros.

“Mas em breve vou anunciar o novo presidente do FED. Todos candidatos são ótimos”, disse Trump. “O problema é que depois que assumem fazem outra coisa, e aumentam os juros”, ponderou.

Segundo ele, a população estadunidense aprova seu governo, uma vez que suas políticas têm beneficiado diversos setores, gerando empregos e cortes de impostos.

“É um milagre o que está acontecendo”, disse ele ao pontuar também a redução do déficit fiscal nos EUA.

Europa

Já com relação à Europa, disse que o velho continente “está na direção errada”, e que erra em várias frentes, citando especificamente as políticas energéticas – que, segundo ele, são uma catástrofe por apostar em fontes renováveis como a eólica – e de imigração, algo que, na avaliação de Trump, prejudicará os europeus.

“Nos EUA cortamos a ajuda social destinada a imigrantes”, destacou.

“A Europa tem de fazer sua parte. Queremos aliados fortes, e a Europa precisa ser forte”, acrescentou ao reiterar a defesa que tem feito da política estadunidense de usar tarifas como forma de reequilibrar o comércio com outros países.

 

Fonte: Agência Brasil

População poderá influenciar na elaboração do Orçamento da União

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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, contou, nesta quarta-feira (25), que o governo está desenvolvendo um projeto para que a população influencie diretamente a elaboração do Orçamento da União. A iniciativa, chamada Orçamento do Povo, visa estimular a participação cidadã na definição do dinheiro público.

Segundo Boulos, o projeto deve ser lançado no próximo mês e, neste primeiro ano, será apenas didático, já que o Orçamento de 2026 já foi aprovado e sancionado. “A ideia é, justamente, criar essa cultura do povo apontar o dedo e decidir o que precisa no seu município, qual a prioridade”, disse em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, do Canal Gov.

“O Brasil todo está acompanhando o escândalo do orçamento secreto. O que é o orçamento secreto? É pegar uma fatia gigante, esse ano ficou R$ 61 bilhões em emenda parlamentar e aí, muitas vezes, não tem transparência. Esse dinheiro vai pelo ralo, não se sabe para onde está indo. O que nós vamos fazer? Mostrar que é possível o povo se apropriar do orçamento do governo brasileiro”, explicou.

Emenda parlamentar é uma forma de destinação de recursos do orçamento público, indicada por deputados e senadores para finalidades específicas, geralmente para obras, serviços ou projetos em suas regiões.

Com o Orçamento do Povo, segundo o ministro Guilherme Boulos, cada cidadão poderá votar, uma vez, em alguma proposta para ser implementada em sua cidade. No primeiro ano, o objetivo é chegar a cerca de 400 municípios, incluindo todas as capitais.

O projeto terá um orçamento definido para cada localidade e os recursos sairão dos ministérios que aderirem à iniciativa. Sete pastas já estão no Orçamento do Povo.

“Por exemplo, a Saúde já ia gastar com ambulância do Samu. Então, uma parte desse gasto vamos deixar o povo definir quais são as cidades prioritárias. Então, você vai ter, por exemplo, R$ 1 milhão para ambulância ou vai poder escolher praças com Wi-Fi, que é um projeto do Ministério da Comunicação; ou escolher salas de aula com ar-condicionado, que é um projeto de climatização das escolas do Ministério da Educação; ou tantos MovCEU, que é um projeto do Ministério da Cultura de levar a cultura itinerante para as comunidades”, explicou.

A proposta mais votada é aquela que será entregue pelo governo, afirmou o ministro. “Quando você cria essa cultura – de botar o dedo e dizer para onde vai o dinheiro – ninguém segura mais o povo. E é isso que a gente quer”, acrescentou Boulos.

 

Fonte: Agência Brasil