Goiás tem 79.717 empregos com carteira assinada de janeiro a setembro, consolidando a liderança no Centro-Oeste (Foto: Secom)
Goiás gerou 5.737 novas vagas formais de trabalho em setembro de 2025, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta quarta-feira (12/11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Com esse resultado, o estado alcança um saldo acumulado de 79.717 empregos com carteira assinada de janeiro a setembro, consolidando a liderança na geração de empregos no Centro-Oeste, à frente de Mato Grosso (58.183), Distrito Federal (38.382) e Mato Grosso do Sul (30.869).
Carteira assinada
O setor de serviços foi o destaque do mês, responsável pela criação de 2.749 vagas, seguido do comércio, com 1.716, e da indústria, com 1.558 novos postos de trabalho. Juntos, esses três segmentos somaram 6.023 vagas geradas em setembro.
Apesar do desempenho positivo, o saldo geral foi impactado pela agropecuária, que registrou queda de 820 vagas, e pela construção civil, que apresentou crescimento mais moderado, com 535 novos postos.
“O resultado demonstra que a indústria, o comércio e os serviços são verdadeiros pilares da economia goiana, sustentando a geração de emprego e renda e garantindo um ambiente econômico sólido para o nosso estado”, destacou o secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Joel de Sant’Anna Braga Filho, ao comentar a divulgação dos dados Novo Caged.
Brasil
No Brasil, o saldo também foi positivo: 213 mil novas vagas foram criadas em setembro, resultado de 2.292.492 admissões e 2.079.490 desligamentos. No acumulado do ano, o país totaliza 1.716.600 empregos formais criados de janeiro a setembro de 2025.
Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços – Governo de Goiás
Inscrições vão até 12 de dezembro de 2025 (Fotos: Agehab}
O Governo de Goiás abriu inscrições do Programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social em 16 municípios goianos. São oferecidas 4.560 vagas. As inscrições seguem abertas até 12 de dezembro de 2025.
O programa é executado por meio do Goiás Social e da Agência Goiana de Habitação (Agehab). Os municípios contemplados são:
Alexânia;
Alôandia;
Alto Paraíso de Goiás;
Aparecida de Goiânia;
Araçu;
Caldazinha;
Edéia;
Flores de Goiás;
Goiânia;
Morrinhos;
Nerópolis;
Novo Gama;
Posse;
Santa Bárbara de Goiás;
São João D’Aliança;
Teresina de Goiás
Em Goiânia e Aparecida de Goiânia, serão concedidos mil benefícios em cada cidade, reforçando o compromisso do Governo de Goiás em atender famílias nas regiões com maior demanda habitacional.
A coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, reforça que o programa é uma resposta do Governo de Goiás às famílias que enfrentam dificuldades para manter o pagamento do aluguel.
“A despesa com o aluguel consome a maior parte da renda familiar. Com esse auxílio, as famílias têm a chance de investir em outras necessidades, como alimentação e remédios”, destaca Gracinha.
O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, lembra que o benefício é no valor de R$ 350 mensais, por até 18 meses.
“As inscrições podem ser feitas por meio do aplicativo Aluguel Social ou diretamente no site da Agehab. Além disso, os candidatos sem acesso à internet podem contar com apoio em unidades do Vapt-Vupt e pontos de atendimento das prefeituras nos próprios municípios”, informa Baldy.
Os principais critérios para se inscrever são: Cadastro Único (CadÚnico) atualizado, residência no município há pelo menos três anos, não possuir imóvel próprio e renda familiar de até meio salário por pessoa.
Além disso, é necessário atender a pelo menos um dos critérios específicos, como superendividamento, moradia improvisada, gasto excessivo com aluguel, ser idoso, pessoa com deficiência, ou família chefiada por apenas um dos pais.
Mais informações podem ser obtidas pelo site goias.gov.br/agehab, pelos telefones (62) 3096-5000 (WhatsApp Marilar), (62) 3096-5005 ou (62) 3096-5050, ou presencialmente na sede da Agehab, em Goiânia, das 8h às 18h.
Serviço
Abertura de inscrições do Aluguel Social em 16 municípios goianos
Período de inscrição: Até 12 de dezembro de 2025
Onde: Aplicativo Aluguel Social ou no site da Agehab (www.goias.gov.br/agehab)
O Ministério da Educação (MEC) começa a convocar nesta quinta-feira (13) os candidatos da lista de espera das vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referente ao segundo semestre de 2025. O período de convocação vai até às 23h59 do dia 28 de novembro (horário de Brasília).
O Fies é o programa federal que concede financiamento a estudantes de baixa renda de cursos de graduação, em instituições de educação superior privadas.
Os candidatos da lista de espera deverão acompanhar o resultado de eventual pré-seleção por meio do siteFies Seleção. Para acessá-lo, o estudante deve fazer o login único pela plataforma Gov.br
Os candidatos inscritos deverão obrigatoriamente ter condições de atingir a frequência mínima exigida para o semestre letivo referente ao segundo semestre de 2025 no curso/turno/local de oferta/IES para o qual se inscreverem.
O estudante pré-selecionado a uma das vagas remanescentes do processo seletivo do Fies deverá comprovar as informações declaradas no momento da inscrição à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino superior em que foi pré-selecionado.
O prazo para este procedimento é de dois dias úteis, contados a partir do dia da pré-seleção.
De acordo com o edital que contém as regras do Processo Seletivo nº 21/2025, a entrega dos documentos comprobatórios pode ser feita por meio físico ou digital, nos horários definidos pela instituição.
Próximos passos
Se a documentação for aprovada, o próximo passo é a validação das informações em um agente financeiro em até dez dias, contados a partir do terceiro dia após a validação da inscrição pela comissão da faculdade.
Somente após a aprovação do banco poderá ser formalizada a contratação do financiamento.
Se o candidato pré-selecionado não apresentar todos os documentos ou não seguir as etapas exigidas dentro do prazo estabelecido, ele perde a vaga. Essa vaga perdida é imediatamente transferida para o próximo candidato classificado na lista de espera.
Complementação
O candidato que se inscreveu para vagas destinadas às pessoas com deficiência (PCD) deverá comprovar sua situação com laudo médico atestando a espécie e o grau de deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença (CID).
Caso a comissão da faculdade privada identifique erros ou inconsistências referentes às informações prestadas, a instituição de ensino superior poderá exigir a apresentação de documentação complementar.
Fies Social
Metade das vagas é reservada ao Fies Social, ocupada por candidatos com renda familiar per capita de até meio salário mínimo (R$ 759,00 em 2025), inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).
Esse candidato pré-selecionado à vaga do Fies Social está dispensado da comprovação de renda familiar. No entanto, ele deve comparecer à comissão da faculdade privada para validar as demais informações.
As vendas no comércio recuaram 0,3% na passagem de agosto para setembro. O resultado é o quinto negativo em um período de seis meses. Em agosto, o setor chegou a crescer 0,1%, mas de abril a julho, apresentou quatro quedas seguidas.
No acumulado de 12 meses, o setor acumula crescimento de 2,1%, a menor desde janeiro de 2024. Desde abril, quando o crescimento anual alcançou 3,4%, o desempenho do comércio tem mostrado trajetória decrescente.
O analista do IBGE Cristiano Santos afirma que o setor se situa em um patamar 1,1% abaixo de março de 2025, ponto mais alto da série iniciada no ano 2000.
“Setembro é um resultado que retoma aquela trajetória negativa que estava acontecendo.”
Segundo Santos, a inflação e a base de comparação alta de março são fatores que explicam o comércio “andar de lado” nos últimos meses.
Em relação a setembro de 2024 houve expansão de 0,8%. No terceiro trimestre, há recuo de 0,4% ante o segundo trimestre.
A pesquisa coloca o comércio brasileiro em um patamar 8,9% acima do período pré-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020).
Na passagem de agosto para setembro, seis dos oito setores pesquisados pelo IBGE apresentaram queda:
Livros, jornais, revistas e papelaria: -1,6%
Tecidos, vestuário e calçados: -1,2%
Combustíveis e lubrificantes: -0,9%
Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -0,9%
Móveis e Eletrodomésticos: -0,5%
Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: -0,2%
Ao comentar a retração na venda de livros, jornais, revistas e papelaria, Cristiano Santos aponta que a atividade registra trajetória de queda persistente, “sobretudo pela migração de parte de seu portfólio de produtos para outras atividades, como no caso do livro físico”.
Atacado
No comércio varejista ampliado, que inclui atividades de atacado ─ veículos, motos, partes e peças; material de construção; e produtos alimentícios, bebidas e fumo ─ o indicador cresceu 0,2% de agosto para setembro e marca alta de 0,7% no acumulado de 12 meses.
Pesquisas conjunturais
A Pesquisa Mensal de Comércio é a terceira de três levantamentos conjunturais divulgados mensalmente pelo IBGE.
Nos últimos dias o instituto revelou que o país apresentou que a indústria recuou 0,4% de agosto para setembro e cresce 1,5% em 12 meses.
Os serviços cresceram 0,6% na passagem mensal, somando oito meses seguidos de alta. Em 12 meses, o setor que mais emprega no país avança 3,1%.
Entre as ações previstas estão a realização de programas de formação continuada, cursos, workshops com especialistas, campanhas de sensibilização, eventos e palestras
Foi publicada no Diário da Câmara Legislativa desta quinta-feira (13) a Resolução 361/2025, de autoria dos deputados Chico Vigilante (PT) e Wellington Luiz (MDB), que proposta estabelece diretrizes para a formação e capacitação de servidores e parlamentares da Casa em relação aos direitos da pessoa idosa.
O projeto tem como objetivo principal promover o conhecimento sobre os direitos garantidos à população idosa, além de fomentar políticas públicas que assegurem sua dignidade, inclusão e bem-estar. A iniciativa surge em resposta ao crescente envelhecimento da população do Distrito Federal, que, segundo dados do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) e do Censo Demográfico de 2022, já representa 11,84% dos habitantes do DF — aproximadamente 356 mil pessoas com 60 anos ou mais.
Entre as ações previstas estão a realização de programas de formação continuada, cursos, workshops com especialistas, campanhas de sensibilização, eventos e palestras. Resolução também incentiva a participação ativa dos idosos em atividades cívicas e culturais, promovendo a interação entre gerações e valorizando a experiência dos mais velhos.
“A interação entre servidores, parlamentares e a comunidade idosa é essencial para a formulação de políticas públicas mais eficazes e inclusivas”, argumenta o procurador de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (PRO 60+), deputado Chico Vigilante (PT).
A implementação das ações será coordenada pela Escola do Legislativo (Elegis), que deverá elaborar um plano de ação com cronograma e responsáveis definidos. A efetividade das medidas será avaliada anualmente, permitindo ajustes e melhorias nas estratégias de capacitação.
Na justificativa do projeto, os parlamentares destacam que a capacitação dos servidores e deputados é essencial para garantir que os direitos previstos no Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003) sejam efetivamente aplicados. A proposta também se alinha ao artigo 230 da Constituição Federal, que atribui à família, à sociedade e ao Estado o dever de garantir uma vida digna aos idosos.
O presidente da CLDF, deputado Wellington Luiz (Foto: Carolina Curi/Agência CLDF)
“Este projeto é um passo importante para que a Câmara Legislativa esteja preparada para enfrentar os desafios do envelhecimento populacional e para assegurar a plena efetivação dos direitos da pessoa idosa”, afirmou o deputado Wellington Luiz.
O líder da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) da Câmara dos Deputados, deputado federal Paulo Lupion (Republicanos-PR), apresentou emenda ao projeto de lei (PL) Antifacção para incluir no texto indivíduos ou grupos que realizam ocupação de terras, o que pode alcançar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e outros movimentos sociais.
O artigo primeiro da emenda apresentada nesta quarta-feira (12) proíbe que o poder público ofereça proteção ou apoio, ou qualquer benefício, a grupos, organizações ou movimentos sociais “envolvidos na prática de crimes contra propriedades privadas ou públicas, rurais ou urbanas, especialmente esbulho possessório, ocupação ilegal e depredação patrimonial”.
Ao justificar a medida, o líder da bancada ruralista diz que o objetivo é aumentar a proteção da propriedade, especialmente a rural.
“Trata-se de medida salutar para combater o crime no meio rural, o qual tem como norte a violação à propriedade privada e a vida dos produtores rurais”, justificou.
A emenda proíbe que o programa de proteção a testemunhas para defensores de direitos humanos seja acionado para quem participa de ocupação de terras.
“Não poderá ser reconhecido como movimento social, ou defensor de direitos humanos, a pessoa ou grupo que empregue esbulho possessório ou qualquer tipo de ocupação como instrumento de pressão política”, diz o texto. O esbulho é quando um proprietário perde a posse do imóvel.
A emenda é assinada também pelo líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), e pelo líder do Republicanos, Gilberto Abramo (Republicanos-MG).
O PL deve ser apreciado nesta quarta-feira no Plenário da Câmara, podendo o relator Guilherme Derrite (PP-SP) acatar, ou não, a emenda apresentada pelo deputado Lupion.
Confira as informações do Repórter Brasil, da TV Brasil, sobre o assunto:
MST
O advogado Diego Vedovatto, do setor de direitos humanos do MST, explicou que essa é mais uma tentativa de criminalizar os movimentos sociais, associando-os a facções criminosas.
“Movimentos sociais são organizações legítimas que visam a reivindicação de algum direito constitucional, de alguma política pública, seja a reforma agrária, o direito à moradia ou demarcação dos territórios indígenas. De forma alguma podem ser comparadas com facções que promovem o tráfico, a violência e a grilagem de terras”, argumenta o doutorando em direito pela Universidade de Brasília (UnB).
Vedovatto avalia que, se aprovada, essa emenda alcançaria todos os movimentos sociais do país devido ao seu texto genérico e abrangente. Ele também argumenta que o MST faz ocupações de terras como forma de denúncia e de chamar atenção do poder público.
“É uma forma de denúncia e sempre de forma pacífica. Não há violência contra a pessoa. O que há, muitas vezes, é o corte de uma cerca, que não causa prejuízo. Eventuais depredações. Problemas contra o patrimônio ou contra pessoas devem ser identificadas as pessoas e responsabilizadas”, acrescenta Diego Vedovatto.
O MST fundamenta as ocupações de terra com objetivo de realizar a reforma agrária com base no Artigo 184 da Constituição Federal, que diz: “compete à União desapropriar por interesse social, para fins de reforma agrária, o imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social”.
O movimento diz que ocupa terras improdutivas para que o Estado atue no cumprimento da Constituição.
Por outro lado, organizações de proprietários de terras acusam o movimento de crimes contra o patrimônio e buscam aprovar, no Parlamento, projetos para inibir novas ocupações.
A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta quinta-feira (13), o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Alessandro Stefanutto. A prisão se deu em nova fase da Operação Sem Desconto, deflagrada em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU).
Stefanutto foi exonerado do cargo em abril, logo após a Operação Sem Desconto revelar as fraudes contra aposentados e pensionistas.
A operação investiga um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS.
Policiais federais e auditores da CGU cumprem 63 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares diversas da prisão em 15 unidades da federação.
Os cumprimentos atingem os estados do Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal.
“Estão sendo investigados os crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário, corrupção ativa e passiva, além de atos de ocultação e dilapidação patrimonial”, divulgou a Polícia Federal.
Outro lado
Em nota, a defesa de Alessandro Stefanutto informou que, até o momento, não teve acesso ao teor da decisão que resultou na prisão de seu cliente.
“Trata-se de uma prisão completamente ilegal, uma vez que Stefanutto não tem causado nenhum tipo de embaraço à apuração, colaborando desde o início com o trabalho de investigação”, diz a nota ao manifestar confiança de que comprovará a inocência do ex-presidente do instituto.
* Colaborou Camila Boehm
** Matéria atualizada às 10h22 com acréscimo do posicionamento da defesa de Stefanutto.
A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-deputado estadual Thiego Raimundo de Oliveira Santos, conhecido como TH Joias, e outras 17 pessoas por envolvimento com facções criminosas do Rio.
A conclusão das investigações da Delegacia de Repressão à Entorpecentes (DRE) da PF foi encaminhada ao desembargador Macário Ramos Júdice Neto, da 1ª Seção Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2).
Entre os indiciados estão criminosos do Comando Vermelho (CV) e do Terceiro Comando Puro (TCP), além de policiais militares, um delegado federal e Alessandro Pitombeira Carracena, que ocupou cargos de secretário na prefeitura do Rio e no governo estadual.
Também foi indiciado o delegado da PF, Gustavo Steel, preso em flagrante, na Operação Zargun, por colegas enquanto estava de plantão no Aeroporto Internacional do Rio. As investigações indicam que ele repassava informações confidenciais a criminosos.
Antes da prisão, Steel chegou a consultar sistemas de segurança para verificar a existência de mandados contra Dudu e Índio do Lixão. Dias antes de ser preso, o delegado publicou uma foto ao lado da companheira, que aparece usando um anel feito por TH Joias.
Dudu, Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, era assessor parlamentar de TH Joias na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Ele é suspeito de atuar como vendedor e operador de aparelhos antidrones para facções criminosas.
Já Gabriel Dias de Oliveira, o Índio do Lixão, favela de Duque de Caxias é apontado como elo do Comando Vermelho e TH Joias. Ele também é investigado por comprar fuzis no Paraguai e vender para o Comando Vermelho.
Prisão
No dia 3 de setembro deste ano, TH Joias e outras 14 pessoas foram presas durante a Operação Zargun, realizada pela PF e Ministério Público do Rio (MPRJ). O ex-deputadp estadual parlamentar foi preso num condomínio de luxo, na Barra da Tijuca, zona sudoeste da cidade.
No mesmo dia, o parlamentar foi destituído do cargo na Alerj. TH Joias era joalheiro e, antes de ingressar na política, fabricava peças de ouro cravejada de diamantes para jogadores de futebol e artistas.
Ele foi indiciado pelos crimes de organização criminosa, tráfico interestadual de armas e drogas, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, contrabando, exploração clandestina de telecomunicações, evasão de divisas, violação de sigilo profissional e embaraço à investigação de organização criminosa.
Goiás sobe da 9ª para 2ª posição no ranking nacional de liberdade econômica (Foto: Secom)
Goiás conquistou a segunda colocação no ranking nacional do Índice Mackenzie de Liberdade Econômica Estadual (IMLEE) 2025, ficando atrás apenas de São Paulo. O levantamento mostra que o Estado registrou um score de 6,12, superando a média nacional.
Em linhas gerais, o estado apresentou crescimento de 30,5% em relação a 2022, quando ocupava o nono lugar. O resultado consolida Goiás entre os estados com melhor ambiente de negócios, gestão pública mais eficiente e maior liberdade econômica do País.
O secretário-geral de Governo de Goiás, Adriano da Rocha Lima, destacou que o resultado é reflexo direto das políticas de eficiência fiscal e de gestão adotadas nos últimos anos.
“Subir da nona para a segunda posição em apenas dois anos mostra que o Estado está no caminho certo, com responsabilidade na gestão, menos entraves burocráticos e um ambiente cada vez mais favorável ao empreendedorismo e à inovação. Esse é o tipo de resultado que atrai investimentos, gera empregos e melhora a qualidade de vida da população”, afirmou.
Índice de Liberdade Econômica Estadual
O estudo Mackenzie de Liberdade Econômica Estadual mede a capacidade dos indivíduos de agir na esfera econômica sem restrições indevidas do poder público. Os dados utilizados são obtidos de fontes oficiais como: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Secretaria do Tesouro Nacional, o Ministério do Trabalho e a Receita Federal.
Ele leva em consideração os seguintes fatores:
Gastos governamentais;
Carga tributária;
Tamanho do emprego público;
Densidade sindical;
Ambiente regulatório.
Segundo o levantamento, estados com maior liberdade econômica apresentam mais prosperidade, associada à renda per capita mais alta, maior expectativa de vida, menor mortalidade infantil e maior capacidade de inovação.
Além de Goiás e São Paulo, o Espírito Santo completa o pódio dos três estados com maior liberdade econômica do País. Estados com melhores desempenhos, segundo o estudo, tendem a ter gestões mais enxutas, carga tributária equilibrada e mercados de trabalho mais dinâmicos, fatores que favorecem a atração de investimentos e o crescimento sustentável.
Com o salto no ranking, Goiás reforça sua posição como um dos estados mais competitivos e eficientes do Brasil, consolidando-se como referência nacional em liberdade econômica, gestão pública responsável e ambiente favorável à inovação.
O diretor-executivo do Instituto Mauro Borges de Pesquisa e Política Econômica (IMB), Erik Figueiredo, ressaltou que o estudo confirma o protagonismo de Goiás na agenda econômica nacional.
“O IMLEE mostra o quanto as políticas públicas interferem na liberdade econômica e na eficiência do mercado. Goiás é exemplo de que é possível crescer com responsabilidade fiscal, simplificação e estímulo ao setor produtivo. O resultado evidencia que o Estado oferece condições sólidas para quem quer investir e produzir”, ressaltou.
Goiás Mais Livre
Em julho de 2024, o governador Ronaldo Caiado assinou a regulamentação da Lei de Liberdade Econômica. O decreto normatizou a Lei Estadual n° 22.612, de abril deste ano, e consolidou os direitos de liberdade econômica no Estado ao estabelecer que 962 atividades classificadas como de baixo risco estão dispensadas de atos públicos para o início de suas operações.
A medida representa um avanço expressivo no processo de desburocratização, garantindo mais agilidade e segurança aos empreendedores.
A Câmara Legislativa do Distrito Federal inaugurou a exposição Vestígios do Invisível do artista Flávio Mendes, conhecido como Makina de Rabisko. O evento, que ocorreu na tarde de quarta-feira (12), marcou a abertura da 3ª Semana Distrital do Hip-Hop, iniciativa do deputado Max Maciel (Psol) em homenagem ao movimento cultural, que oferece uma programação diversa e gratuita para o público do DF.
A exposição Vestígios do Invisível reúne obras que combinam técnicas do grafite e da arte urbana com referências surrealistas. A mostra é composta por quadros das séries Portais (2024) e Clarões do Invisível (2025), além de trabalhos inéditos do artista, que envolvem uma proposta estética que conecta espiritualidade à memória e imaginação coletiva. A exibição está disponível para visitação até 28 de novembro.
Durante discurso de abertura, o autor e curador da mostra, Makina de Rabisko, compartilhou os desafios que enfrentou ao longo da carreira para criar suas obras. O artista também destacou que sua produção não se resume apenas a combinação de técnicas e materiais diversos, mas também representa seu mundo de imaginação e fuga da realidade.
Makina de Rabisko (Foto: Carolina Curi/Agência CLDF)
“Todas essas obras, eu conclui embaixo de pau e pedra, nunca foi uma situação fácil. Nós sempre estamos produzindo em situações adversas”, relatou Makina de Rabisko. “Essa exposição convida o público a entrar nesse universo lúdico, no meu esconderijo secreto onde eu fujo de todos os problemas reais”, frisou.
O deputado Max Maciel prestigiou o trabalho de Makina de Rabisko e reforçou a importância da exposição para impulsionar o reconhecimento e a valorização do grafite como manifestação cultural no DF. “É muito honroso ver, hoje, o grafite sendo reconhecido, de fato, como arte que ocupa o lugar que ele sempre mereceu, que são as galerias de artes”, enfatizou o parlamentar.
Foto: Carolina Curi/Agência CLDF
Diversidade de eventos
A 3ª Semana Distrital do Hip-Hop reúne uma diversidade de eventos que incluem oficinas com estudantes, ciclos de debate sobre educação anti-racista e políticas culturais, rodas de conversas, feiras e exposições. A edição deste ano também conta com homenagens a grandes nomes do Hip-Hop do DF, com a entrega do título de Cidadão Benemérito de Brasília aos rappers X — nome artístico de Alexandre Silva, vocalista e cofundador da banda ceilandense Câmbio Negro — e Vera Verônika — reconhecida como uma das primeiras rappers feminina do DF e uma das pioneiras do rap nacional.
Deputado Max Maciel/Agência CLDF
O evento, realizado anualmente pela CLDF, está previsto na Lei 7.274/2023, que reconhece o Hip-Hop como patrimônio cultural do DF. A legislação é de autoria do deputado Max Maciel, presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Hip-Hop.
Confira a programação completa da 3ª Semana Distrital do Hip-Hop:
Programação
Quarta-feira (12) 16h — Inauguração da exposição Vestígios do Invisível e abertura da 3ª Semana Distrital do Hip-Hop 19h — Evento externo na Casa do Hip-Hop Ceilândia
Quinta-feira (13) 14h — Oficinas de Hip-Hop com escolas públicas 18h — Mesa “Hip-Hop e a Luta por Direitos” 19h30 — Mesa “Hip-Hop e a Lei 10.639 em Movimento”
Sexta-feira (14) 14h – Oficinas de Hip-Hop com escolas públicas 19h – Sessão Solene em Homenagem aos 35 anos do Câmbio Negro e entrega de Título de Cidadão Benemérito de Brasília ao rapper X
Segunda-feira (17) Dia Temático: Mulheres no Hip-Hop 14h – Oficinas de Hip-Hop com escolas públicas 19h – Roda de Conversa “Elas Fazem a História – Hip-Hop DF/Entorno”
Terça-feira (18) 14h – Oficinas de Hip-Hop com escolas públicas 19h – Audiência Pública sobre o Lançamento da Publicação Mapa das Desigualdades 2025
Quarta-feira (19) 19h – Sessão Solene de Encerramento e entrega de Título de Cidadão Benemérito à rapper Vera Verônika
Todos os dias – Feira – Exposição “Vestígios do Invisível” – Foyer do Plenário – Exposição “Do Despejo ao Discurso” – Foyer do Hall de Entrada – Exposição “Elas Fazem a História – Hip-Hop DF/Entorno” – Galeria do Espelho d’Água