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Câmara Legislativa realiza sessão solene em homenagem à primeira infância

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Câmara realiza Semana Legislativa da Primeira Infância, por inciativa da deputada Paula Belmonte

Conscientizar a sociedade sobre a importância da primeira infância na formação física, cognitiva, emocional e social das crianças é o objetivo da sessão solene em homenagem à primeira infância, que será realizada hoje (28), às 19h, pela Câmara Legislativa do Distrito Federal. A solenidade é uma iniciativa da deputada distrital Paula Belmonte (Cidadania). 

A deputada explica que a homenagem é uma oportunidade para reafirmar a necessidade de garantir uma primeira infância plena para as crianças do Distrito Federal. “A sessão solene será uma oportunidade para destacar as políticas públicas e os programas de atendimento à primeira infância implementados no Distrito Federal. Será possível apresentar iniciativas bem-sucedidas, compartilhar experiências e discutir desafios e oportunidades para aprimorar essas políticas”, observa a parlamentar. 

Deverão participar da solenidade educadores, psicólogos, assistentes sociais, profissionais da saúde, representantes de associações de pais, integrantes do governo e deputados distritais. “Ao celebrar a primeira infância em uma sessão solene, estamos promovendo a participação e o engajamento da comunidade na discussão sobre temas relacionados ao desenvolvimento infantil. É importante envolver diferentes setores da sociedade para garantir o atendimento integral e de qualidade às crianças nessa fase tão importante da vida”, ressalta Belmonte.

A solenidade faz parte da Semana Legislativa pela Primeira Infância será realizada no auditório da CLDF, com transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital. 
 

 

Fonte: Agência CLDF

Dívida Pública sobe 0,71% em julho e ultrapassa R$ 7,9 tri

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Impulsionada pelos juros, a Dívida Pública Federal (DPF) ultrapassou pela primeira vez a barreira de R$ 7,9 trilhões, apesar do vencimento de papéis prefixados. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 7,883 trilhões em junho para R$ 7,939 trilhões no mês passado, alta de 0,71%.

Em julho de 2024, o indicador superou pela primeira vez a barreira de R$ 7 trilhões. Mesmo com a alta no mês passado, a DPF continua abaixo do previsto. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no início de fevereiro, o estoque da DPF deve encerrar 2025 entre R$ 8,1 trilhões e R$ 8,5 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) subiu 0,66%, passando de R$ 7,581 trilhões em junho para R$ 7,631 trilhões em julho. No mês passado, o Tesouro resgatou R$ 31,04 bilhões em títulos a mais do que emitiu, principalmente em papéis prefixados. Apesar disso, a dívida interna subiu por causa da apropriação de R$ 80,94 bilhões em juros.

Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 15% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 118,26 bilhões em títulos da DPMFi. No entanto, com o alto volume de vencimentos de títulos em julho, os resgates foram maiores e somaram R$ 149,29 bilhões.

A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 1,96%, passando de R$ 302,12 bilhões em junho para R$ 308,05 bilhões em julho. O principal fator foi a alta de 2,66% do dólar no mês passado, impulsionada pelo tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Colchão

Após uma alta em junho, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) voltou a cair em julho. Essa reserva passou de R$ 1,03 trilhão em junho para R$ 988 bilhões no mês passado. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi o resgate líquido (resgates menos emissões) no mês passado.

Atualmente, o colchão cobre 7,75 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,296 trilhão em títulos federais.

Composição

Com a concentração de vencimento de títulos prefixados, típica do primeiro mês de cada trimestre, a composição da DPF variou da seguinte forma de junho para julho:

  • Títulos vinculados à Taxa Selic: 48,16% para 49,25%;
  • Títulos corrigidos pela inflação: 26,45% para 26,72%;
  • Títulos prefixados: 21,57% para 20,16%;
  • Títulos vinculados ao câmbio: 3,82% para 3,87%.

O PAF prevê que os títulos encerrarão o ano nos seguintes intervalos:

  • Títulos vinculados à Selic: 48% a 52%;
  • Títulos corrigidos pela inflação: 24% a 28%;
  • Títulos prefixados: 19% a 23%;
  • Títulos vinculados ao câmbio: 3% a 7%.

Normalmente, os papéis prefixados (com taxas definidas no momento da emissão) indicam mais previsibilidade para a dívida pública, porque as taxas são definidas com antecedência. No entanto, em momentos de instabilidade no mercado financeiro, as emissões caem porque os investidores pedem juros muito altos, que comprometeria a administração da dívida do governo.

Em relação aos papéis vinculados à Selic (juros básicos da economia), esses títulos estão atraindo o interesse dos compradores por causa das recentes altas promovidas pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). A dívida cambial é composta por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa.

Prazo

O prazo médio da DPF subiu de 4,14 para 4,16 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio em que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.

Detentores

A composição dos detentores da Dívida Pública Federal interna ficou a seguinte:

  • Instituições financeiras: 31,26% do estoque;
  • Fundos de pensão: 23,49%;
  • Fundos de investimentos: 21,73%;
  • Não residentes (estrangeiros): 9,86%
  • Demais grupos: 13,7%.

Mesmo com a tensão no mercado financeiro por causa do tarifaço, a participação dos não residentes (estrangeiros) oscilou para cima em relação a junho, quando estava em 9,84%. Em novembro do ano passado, o percentual estava em 11,2% e tinha atingido o maior nível desde junho de 2018, quando a fatia dos estrangeiros na dívida pública também estava em 11,2%.

Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a Selic, a inflação, o dólar ou ser prefixada.

Fonte: Agência Brasil

Lula assina decreto da TV 3.0; novo sistema deve começar em 2026

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (27), em cerimônia no Palácio do Planalto, o decreto de implementação da TV 3.0, considerada a nova geração da tecnologia de televisão aberta e gratuita brasileira. O evento contou com a presença e o apoio de representantes das principais emissoras de televisão aberta do país.

Em breve discurso, o presidente disse que esta é uma demanda importante de sua equipe de comunicação. O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, afirmou que a TV 3.0 é também uma questão de soberania nacional – o Brasil será o primeiro país das Américas a implantar a nova tecnologia. 

“Esse decreto representa o que vai ser a nossa visão de futuro sobre a agenda digital e tecnológica, com abertura, cooperação e soberania. Aliás, a soberania hoje é um grande tema que une todo o país. Não só a soberania, mas soberania digital. Tudo tem a ver com a TV digital que está sendo implementada agora”, disse o ministro.

A expectativa do governo, segundo ele, é de que a TV 3.0 entre no ar em junho de 2026, a tempo da próxima Copa do Mundo. Os representantes de associações e entidades que representam o setor, destacaram em seus discursos que o atual modelo em vigor, o da TV Digital, também foi implantado pelo presidente Lula, no seu segundo governo. O presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), André Basbaum, participou da cerimônia, representando a TV Brasil e o campo público neste novo modelo. 

“Com o decreto, o presidente Lula garante a visibilidade da TV Brasil e de todo sistema público de comunicação dentro da nova TV digital 3.0. Também estará disponível para toda a sociedade o Canal Gov com informações sobre serviços públicos para todos os cidadãos”, afirmou o presidente da EBC. 

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Brasília (DF), 27/08/2025 - O presidente da EBC, André Basbaum, durante cerimônia de assinatura do decreto que regulamenta a TV 3.0 no no Palácio do Planalto. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Brasília (DF), 27/08/2025 - O presidente da EBC, André Basbaum, durante cerimônia de assinatura do decreto que regulamenta a TV 3.0 no no Palácio do Planalto. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Brasília (DF), 27/08/2025 – O presidente da EBC, André Basbaum, durante cerimônia de assinatura do decreto que regulamenta a TV 3.0 no no Palácio do Planalto. Foto: José Cruz/Agência Brasil – José Cruz/Agência Brasil

O executivo Raymundo Barros, diretor de Estratégia de Tecnologia da Globo e presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD), destacou que a TV aberta completa 75 anos em 2025 e, agora, entra em definitivo na economia digital, reforçando o seu papel como “motor de transformação social”.  

“A TV 3.0 representa mais do que uma evolução tecnológica. Ela simboliza a renovação de um compromisso histórico da radiodifusão com a informação, a cultura e a ética”, afirmou. 

“O maior beneficiado disso é a sociedade brasileira, que ganhará uma experiência de muito mais qualidade, enquanto continua a ter acesso amplo e gratuito a conteúdos que informam, educam e emocionam”, complementou.

Televisão do futuro

Considerada “a televisão do futuro”, a TV 3.0 vai integrar os serviços de internet (broadband) à habitual transmissão de sons e imagens (broadcast), possibilitando o uso de aplicativos que permitirão aos telespectadores interagir com parte da programação e até mesmo fazer compras diretamente de seu televisor, abrindo novas possibilidades de geração de receitas às emissoras.

Os novos aparelhos da TV 3.0 deverão vir de fábrica com a primeira tela apresentando um catálogo de canais de televisão abertos, o que não vem ocorrendo na interface atual das SmartTVs. Esse modelos que se conectam com a internet dão prioridade aos aplicativos de serviços de mídia sob demanda (OTT, na sigla em inglês). Com isso, os canais abertos acabam sem visibilidade, como destacou o ministro. 

Uma das principais inovações da TV 3.0 é justamente sua interface baseada em aplicativos, em que as emissoras terão condições técnicas de passar a oferecer, além do sinal aberto já transmitido em tempo real, conteúdos adicionais sob demanda, como séries, jogos, programas e outras possibilidades.

A migração deverá ser gradativa, começando pelas grandes cidades, como foi com a TV digital.

Padrão técnico

No ano passado, os membros do conselho deliberativo do Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD), entidade responsável pela nova geração, recomendaram ao governo federal a adoção do sistema ATSC 3.0 (do inglês, Comitê de Sistema Avançado de Televisão) como padrão técnico para a evolução tecnológica da TV digital.

*texto atualizado às 16h24 para acréscimo de informações

 

Fonte: Agência Brasil

AGR oferece novas linhas de transporte intermunicipal de passageiros

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AGR oferece novas linhas de transporte intermunicipal
Conselho Regulador da AGR aprovou, nesta quarta-feira (27/08), minuta de edital de chamamento público que disponibiliza 18 linhas do transporte intermunicipal de passageiros em várias regiões do estado (Foto: AGR)

O Conselho Regulador da Agência Goiana de Regulação (AGR) aprovou, nesta quarta-feira (27/08), minuta de edital de chamamento público aprovada ad referendum pelo presidente Wagner Oliveira Gomes e que disponibiliza 18 linhas do transporte intermunicipal de passageiros em várias regiões do estado.

O edital 04/2025 foi disponibilizado neste mês com o objetivo de possibilitar novos investimentos no sistema de transporte intermunicipal, atendendo novos mercados.

De janeiro a agosto, quatro editais foram lançados pela AGR, somando mais de 100 linhas de transporte disponíveis a investidores, em regime de autorização. As autorizações para operação dos serviços podem se dar por mais de uma empresa em uma mesma linha e também de uma mesma empresa para mais de uma linha.

Neste edital, são contempladas as linhas:

  • Abadiânia a Pirenópolis;
  • Buriti Alegre a Quirinópolis (via Cachoeira Dourada);
  • Cavalcante a Teresina de Goiás, Ceres a Crixás (via Nova Glória);
  • Crixás a Nova Crixás;
  • Doverlândia a Aragarças (via GO-188 e BR-158);
  • Doverlândia a Baliza;
  • Goianésia a Niquelândia (via Barro Alto);
  • Goiânia (TRP Campinas) a Araçu (via Inhumas);
  • Goiânia a Bom Jesus de Goiás (via Morrinhos)
  • Goiânia a Itapuranga (Anápolis, Jaraguá e GO-427);
  • Jataí a Itajá (via Caçu);
  • Jataí a Itajá (via Serranópolis);
  • Jataí a São Simão (via Caçu);
  • Posse a Guarani de Goiás (via GO-453);
  • Posse a São Domingos (via BR-020);
  • Quirinópolis a Lagoa Santa (via Caçu e Itarumã);
  • São Luís de Montes Belos a Sanclerlândia.
AGR disponibiliza novas linhas de transporte intermunicipalAGR disponibiliza novas linhas de transporte intermunicipal
Além da minuta de edital de chamamento público que disponibiliza 18 linhas do transporte intermunicipal de passageiros em várias regiões do estado, Conselho Regulador da AGR aprovou também apurações de gratuidades concedidas a idosos e pessoas com deficiência, e apreciou e julgou processos relativos a autos de infração no transporte intermunicipal (Foto: AGR)

Outros processos

Na mesma sessão, foram aprovadas as apurações de gratuidades concedidas a pessoas idosas e a pessoas com deficiência por empresas do transporte regular de passageiros relativas aos meses de abril a junho. As empresas contempladas foram:

  • Evolução Transporte e Turismo Ltda.
  • Viação Estrela Ltda.
  • Primeira Classe Transportes Ltda.
  • Rápido Goiás Ltda.
  • Expresso São Luiz Ltda.
  • Juarez Mendes Melo Ltda.
  • Viação Araguarina Ltda.

Na semana passada, o Conselho Regulador aprovou as apurações de gratuidades concedidas pelas empresas, relativas ao período de abril a junho:

  • Expresso Marly Ltda.
  • Auto Viação Goianésia Ltda.
  • Expresso Maia Ltda.
  • Rápido Goiás Norte
  • União Transporte Brasília
  • Expresso União
  • Empresa Moreira
  • Viação Montes Belos
  • Araguatur Viagens e Turismo
  • Rápido Goiás Norte e Juarez Mendes Melo, de janeiro a março de 2025.

Também foram apreciados e julgados processos relativos a autos de infração no transporte intermunicipal de passageiros.

Nova conselheira

A sessão contou com a participação da nova conselheira Maria Sílvia de Lima Hatschbah que passa a integrar o Conselho da AGR. Graduada em Direito, ela possui pós-graduação em Direito Administrativo, Constitucional, do Trabalho e Processo do Trabalho, além de MBA em desenvolvimento de carreira de lideranças femininas em grandes empresas.

Com mais de 20 anos de experiência, Maria Sílvia Hatschbah construiu sua carreira nas áreas cível, trabalhista, processual, constitucional, administrativo e público. Atuou em empresas do sistema “S” e na Eletrobrás/Furnas, em Goiânia, onde teve contato direto com a regulação do setor elétrico.

Sobre sua chegada à AGR, Maria Sílvia destaca que espera contribuir de forma técnica e equilibrada.

“Minha expectativa é colaborar de forma técnica, com muito estudo e diálogo, para que o tripé entre setor público, usuários e prestadores de serviços funcione de maneira equilibrada”, afirmou.

Saiba mais

AGR e Fapeg alinham parceria estratégica para impulsionar regulação

Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Tribunal de Justiça do Rio alerta sobre golpe do falso advogado

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Com o aumento do número de casos envolvendo o chamado golpe do falso advogado, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) divulgou comunicado alertando sobre nova modalidade de fraude e orientações com dicas sobre como a população pode se proteger.

O tribunal destaca que não faz ligações para cobrar qualquer tipo de taxa e orienta que as pessoas desconfiem desse tipo de contato feito, normalmente, via meios eletrônicos ou mensagens de aplicativos que solicitem dados individuais, solicitações de senhas e promessas de vantagens.

“Os criminosos se apropriam de informações autênticas das vítimas, como nome, CPF, número de processo, valores a receber e até dados de advogados, para exigir o pagamento de supostas taxas judiciais e obter ganhos ilícitos”.

De acordo com o TJRJ, “os estelionatários usam informações pessoais e de processos judiciais, obtidos geralmente em fontes abertas e banco de dados, a fim de entrar em contato com as vítimas de forma convincente”. Para enganar as vítimas, os fraudadores utilizam fotos, documentos com logotipos, timbres e brasões e até mascaram o número de telefone de órgãos oficiais.

O tribunal tem atuado em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro no combate às fraudes. A OAB/RJ lançou, inclusive, uma cartilha de combate ao golpe do falso advogado.

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Falso bancário

Outro golpe recorrente ao qual o Tribunal de Justiça também alerta é o Caller ID Spooging, em que os criminosos utilizam recursos tecnológicos para falsificar o número que aparece no identificador de chamadas.

Desta forma, o estelionatário consegue fazer com que a ligação pareça vir de um banco, órgão público ou outro contato de confiança. Na prática, o telefone exibe um número legítimo, mas a chamada é feita por criminosos.

O Tribunal de Justiça disponibiliza os números de contato (21) 3133-3254 e (21) 96435-7581 (WhatsApp) para esclarecimentos.

Fonte: Agência Brasil

Ministros do STF elogiam recondução de Gonet à PGR

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Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) elogiaram nesta quarta-feira (27) a recondução do procurador-geral da República, Paulo Gonet, para o segundo mandato de dois anos à frente do órgão.

Mais cedo, o Palácio do Planalto confirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na manhã de hoje o documento em que oficializa a recondução, que ainda deverá ser aprovada pelo Senado.

Durante a sessão desta tarde, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, elogiou a indicação e disse que o “Brasil tem sorte de ter Gonet como procurador-geral”.

“Queria saudar Vossa Excelência, com grande alegria. É um prazer e uma honra para todos nós do plenário do STF ter uma pessoa como Vossa Excelência no exercício deste cargo, que exerce com firme leveza, como a vida deve ser levada na posição em que ocupa”, afirmou. ´

Flávio Dino declarou que ficou feliz com a indicação. “Espero que receba uma apreciação célere do Senado da República”, declarou.

O decano no STF, ministro Gilmar Mendes, também cumprimentou o procurador. “Gostaria de cumprimentar o procurador-geral, Paulo Gonet, especialmente pela indicação que acaba de ser feita pelo presidente da República. Eu acho que, de alguma forma, todos nós saudamos”, completou.

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Perfil 

Paulo Gustavo Gonet Branco entrou no Ministério Público Federal (MPF) em 1987. Ele é Formado em direito pela Universidade de Brasília (UnB), onde também obteve título de doutorado.

O mandato de Gonet seria encerrado em dezembro deste ano, mas a recondução ocorreu às vésperas do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro pela trama golpista, previsto para começar na próxima terça-feira, dia 2 de setembro.

O procurador será responsável pela defesa das condenações do ex-presidente e mais sete aliados que fazem parte do núcleo 1 da trama golpista.

Fonte: Agência Brasil

Vendas da indústria de máquinas sobem 14% no ano até julho

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A receita de vendas da indústria de máquinas e equipamentos atingiu R$ 174,5 bilhões nos sete primeiros meses do ano, 13,9% acima do registrado no mesmo período de 2024. Os dados, divulgados nesta quarta-feira (27), são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

“No ano ( de janeiro a julho) o setor registrou expansão na receita, mas diminuiu a taxa de crescimento de 15,1% em junho de 2025 para 13,9% em julho de 2025. O desempenho de 2025 foi favorecido pela base de comparação fraca, mas também pela ampliação dos investimentos na agricultura e nas áreas da construção civil”, disse a entidade, em nota.

De janeiro a julho, a receita das vendas internas do setor somou R$ 133,8  bilhões, 18,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Já as exportações do setor totalizaram US$ 7,05 bilhões nos sete primeiros meses de 2025, uma queda de 4,4% na comparação com o mesmo período de 2024. No mês de julho, antes do início do tarifaço estadunidense contra o Brasil, o setor exportou US$ 1,2 bilhão, uma diminuição de 4,8% em relação ao resultado de julho de 2024.  

“Apesar da queda, houve, entre os grupos de produtos exportados, incremento nas vendas de máquinas agrícolas e de máquinas para bens de consumo não duráveis. O maior crescimento ocorreu nas vendas para os países da América do Sul e em maior escala na Argentina, Chile e Peru”, destacou a Abimaq em nota.

Segundo a entidade, no acumulado de 2025, houve mudanças importantes nos principais destinos das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos. As vendas para a América do Norte caíram 11,6%, enquanto para a Europa e para a América do Sul as exportações cresceram 10,7% e 15,9%, respectivamente.

Na América do Sul, o destaque foi a Argentina, com aumento de 52,4% nas exportações brasileiras, puxado pela ampliação das vendas de máquinas para agricultura (+104%) e para construção civil (+87%). Para os Estados Unidos, que representam 26,1% das exportações do setor em 2025, houve queda de 10,6% nas vendas, principalmente devido à retração na demanda por máquinas para construção civil (-21%).

Já as importações mantiveram a trajetória de crescimento, somando US$ 18,6 bilhões de janeiro a julho, alta de 10,5% em relação a 2024.

“As importações crescentes de máquinas e equipamentos, em praticamente todas as atividades da economia brasileira, refletem a perda de competitividade do setor. Em 2025 a participação de bens importados no consumo nacional de máquinas e equipamentos atingiu 46%”, destacou a Abimaq.

De acordo com a entidade, os dados do setor mostram clara ampliação da presença de máquinas importadas no mercado brasileiro, e de forma mais intensa vindas do mercado chinês. Em dez anos, a China quase dobrou a sua participação no total de máquinas importadas pelo Brasil (de 16,6% em 2015 para 32% em 2025).

Fonte: Agência Brasil

Ministra defende regras objetivas na avaliação de servidor em reforma

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A ministra da Gestão e Inovação (MGI), Esther Dweck, defendeu, nesta quarta-feira (27), a regulação da avaliação de desempenho para servidores na reforma administrativa, mas ponderou que a questão é “como cobrar essa avaliação” e sugeriu que ela não deve estar restrita a análise da chefia imediata.  

“Na nossa visão, a estabilidade foi pensada como uma proteção ao Estado brasileiro, de eventuais desvios éticos para o profissional, quanto à possibilidade de denunciar malfeitos. Mas ela não pode ser uma proteção ao mau servidor”, avaliou a ministra.

Para Esther Dweck, apesar de necessária, a avaliação de desempenho deve ter métricas variadas e objetivas para não depender apenas do chefe imediato.  

“[São necessárias] métricas que não passem apenas pela avaliação do chefe imediato. Poder ter métricas mais objetivas que permitam uma boa avaliação do desempenho sem depender do chefe imediato porque a gente sabe que existe uma dificuldade. A natureza inerente do chefe imediato é fazer uma avaliação mais contundente sobre o seu subordinado”, avaliou.

Por outro lado, Esther apresentou dúvidas sobre a proposta da reforma administrativa do pagamento de bônus por produtividade e ponderou que a contratação de funcionários temporários é uma realidade que precisa de regulamentação. A ministra do MGI disse ainda que aguarda versão final da proposta para avaliação final do governo.

A análise da chefa do Ministério da Gestão foi exposta em debate com o relator da reforma administrativa, o deputado Pedro Paulo (MDB-RJ). Reforma essa que é motivo de preocupação de sindicatos de servidores públicos que temem retrocessos

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O encontro entre Esther e Pedro Paulo foi promovido por veículos do Grupo Globo e apoiado por organizações do mercado financeiro, como a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O evento contou ainda com a participação do presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), que defendeu uma reforma que entregue um Estado mais “eficiente” e “enxuto” para população.  

O seminário também contou com a participação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Roberto Barroso, que defendeu que decisões judiciais levem em conta o impacto fiscal para o Estado, mas evitou comentar a proposta que reduz de 60 para 30 dias o período de férias dos magistrados.

Mudanças 

Apesar do texto ainda não ter sido apresentado, algumas mudanças foram divulgadas pelo relator Pedro Paulo, entre elas, o estabelecimento de regras para avaliação de desempenho de servidores para progressão na carreira; o bônus de produtividade por cumprimento de metas; a regulação da contratação temporária de funcionários no serviço público; e a digitalização de todo serviço público. 

Outras mudanças seriam: dispositivos para combater os supersalários; para limitar o trabalho remoto a um dia por semana; acabar com a aposentadoria compulsória para magistrados expulsos do serviço por irregularidades; regras gerais para realização de concursos; o estabelecimento de, no mínimo, 20 níveis na carreira das categorias; e salário de ingresso limitado a metade do vencimento do final da carreira.

Avaliação de desempenho

Atualmente, a avaliação de desempenho dos servidores é realizada, ou não, de acordo com critérios e regras de cada instituição. A reforma administrativa regulamentaria o mecanismo para toda a administração pública, nos Três Poderes, e em todos os entes federados, condicionando a progressão da carreira à avaliação de desempenho.

Na visão da ministra Esther Dweck, a progressão na carreira deve permitir outros mecanismos além da avaliação de desempenho.

“Concordamos que a avaliação de desempenho tem que ser um dos critérios, mas a gente propõe outros, que não só o tempo de serviço”, disse.

Posição diferente tem o relator Pedro Paulo, que defende o fim da progressão de carreira por tempo de serviço, vinculando a progressão, necessariamente, à avaliação de desempenho.

“A avaliação de desempenho, que está na proposta, é a avaliação individual do servidor, que ela vai ser fundamental para a progressão da carreira porque nós vamos acabar na reforma com a progressão por tempo de serviço”, destacou.

Bônus por produtividade

Ainda no encontro desta quarta-feira, a ministra Esther Dweck apresentou dúvidas em relação a proposta de pagamento de bônus de produtividade, temendo que isso gere aumento de despesas que a União não poderia arcar.

“A minha preocupação sempre é essa de não botar obrigações que têm um impacto fiscal, embora no mérito, a proposta seja boa”, disse Esther, acrescentando dúvidas sobre como as metas estabelecidas considerariam o contexto em que os serviços públicos são prestados.

“Uma escola que fica dentro de um ambiente conflagrado, de uma comunidade extremamente violenta, onde metade do ano não tem aula por violência, como é que você pode dizer que aquela escola teve mal desempenho? Como faz uma diferenciação de bonificação levando em conta o contexto?”, ponderou.

O relator da reforma, deputado Pedro Paulo, justificou que o bônus por produtividade será opcional e vai depender das regras fiscais que limitam os gastos públicos.

“É compartilhar com o servidor o bom resultado a partir de um sistema de indicadores, de metas que foram definidas. É um indicador coletivo que vai estimular que o órgão cumpra aquela meta. Não acredito que isso vai gerar esse impacto porque ele é opcional e porque ele respeita as regras do cúmplice pessoal”, explicou o parlamentar.

Contratos temporários

Outro tema de destaque da reforma administrativa é a regulação das regras para contratos temporários de funcionários para o serviço público. Sindicatos de servidores alegam que a prática, se disseminada, mina a estabilidade do servidor ao substituir o concursado por empregados temporários.

O relator da proposta na Câmara justificou que a contratação temporária é uma realidade e precisa de regulação mínima a nível nacional.

“[Alguns sindicatos] acreditam que o vínculo estatutário é o único possível. Mas eu acredito que tem que ter uma lei nacional disciplinando contratos temporários. Estamos dizendo que qualquer ente, qualquer Poder que quiser fazer uma contratação temporária, tem que ter uma regra mínima”, disse o deputado Pedro Paulo.

Esther Dweck concordou com o relator de que são necessárias regras mínimas para o contrato temporário.

“O regime temporário é importante. Isso é uma realidade em Estados e municípios ainda muito mais ampla do que no Executivo federal, mas também existe no Executivo Federal”, comentou.

Alinhados

A ministra Esther Dewck informou que teve acesso ao texto original da proposta, mas que aguarda a nova versão do relator Pedro Paulo com as sugestões das bancadas partidárias.

Segundo a ministra, o Executivo está alinhado com o relator em alguns objetivos anunciados, mas rejeitou medidas no “espírito” da Proposta de Emenda à Constituição 32 de 2020, apresentada no governo anterior.

“Combater os privilégios, aumentar a capacidade de entregas [do Estado] e melhorar a possibilidade dos servidores fazerem um bom trabalho, com a própria lógica de que os servidores são o centro da capacidade de entrega do Estado, com todas as ferramentas digitais de organização, esse é o nosso objetivo e estamos alinhados em conseguir fazer isso”, comentou a ministra.

Já o relator Pedro Paulo disse que a reforma administrativa deve sair em acordo com o Executivo federal e que recebeu mais de 100 propostas do governo federal.  

“Não tem hipótese de a gente aprovar uma reforma administrativa que esteja em conflito entre Executivo e Legislativo. Isso não vai acontecer. Nós vamos convergir no final. Antigamente, quando a gente falava de PEC 32, estavam tacando o copo um no outro, era briga”, brincou.

Fonte: Agência Brasil

Entenda o que é e como vai funcionar a nova tecnologia da TV 3.0

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (27) o decreto de implementação da TV 3.0, considerada a nova geração da tecnologia de televisão aberta e gratuita brasileira. A expectativa do governo é de que a TV 3.0 entre no ar em junho de 2026, a tempo da próxima Copa do Mundo. Entenda como o modelo vai funcionar na prática

O que muda com o novo sistema? 

O modelo é uma evolução da atual TV digital, que teve início em 2007. Considerada a “televisão do futuro”, a TV 3.0 vai integrar os serviços de internet (broadband) à habitual transmissão de sons e imagens (broadcast), possibilitando o uso de aplicativos que permitirão aos telespectadores interagir com parte da programação. 

Uma das principais inovações da TV 3.0 é justamente sua interface baseada em aplicativos, em que as emissoras terão condições técnicas de passar a oferecer, além do sinal aberto já transmitido em tempo real, conteúdos adicionais sob demanda, como séries, jogos, programas e outras possibilidades. 

Além de mais qualidade de som e imagem, o novo sistema amplia as possibilidades de interação e personalização. Graças à integração com a internet, o telespectador poderá interagir com a programação – votando em tempo real em um reality show pela própria tela da TV, por exemplo.

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O sistema permitirá fazer compras diretamente de seu televisor, abrindo novas possibilidades de geração de receitas às emissoras. Também será possível acessar e consultar serviços públicos por meio de aplicativos disponíveis no aparelho, como o Gov.BR

O sistema permitirá, ainda, a informação em tempo real de alertas de emergência sobre desastres, de forma altamente personalizada, a partir da recepção de sinal pela antena, sem a necessidade da conexão à internet.  

O telespectador poderá, por exemplo, escolher uma câmera específica para assistir a um jogo de futebol – e ainda optar por ouvir o narrador ou apenas o som ambiente do estádio.


Brasília (DF), 27/08/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de assinatura do decreto que regulamenta a TV 3.0 no no Palácio do Planalto. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Brasília (DF), 27/08/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de assinatura do decreto que regulamenta a TV 3.0 no no Palácio do Planalto. Foto: José Cruz/Agência Brasil

A TV 3.0 será gratuita? 

Sim. Trata-se de uma tecnologia para serviço de radiodifusão, que continua livre, aberta e gratuita. 

Como vou acessar?

Os novos aparelhos da TV 3.0 deverão vir de fábrica com a primeira tela apresentando um catálogo de canais de televisão abertos – o que não vem ocorrendo na interface atual das SmartTVs, que se conectam com a internet e dão prioridade aos aplicativos on demand.  

A troca de canais de forma numérica será substituída. Nos novos modelos, os canais serão acessados por aplicativos das emissoras, semelhante aos botões para acesso às plataformas de streaming.  

A  TV 3.0 precisa de internet para funcionar?

Não é necessário ter internet para ter acesso à TV 3.0. No entanto, as TVs conectadas vão propiciar mais opções de conteúdo, como a possibilidade de interatividade com os produtos que são distribuídos pela TV aberta. 

Será preciso trocar o meu aparelho de TV?

De acordo com o Ministério das Comunicações, caixas conversoras ou mesmo soundbars conversores poderão ser instalados junto aos televisores atuais, fazendo com que sejam convertidos para o novo padrão sem a necessidade de troca de aparelhos. 

Quando o novo modelo entra em vigor?

A migração será gradativa, com início nas grandes capitais. A expectativa do governo é que a estreia da TV 3.0 ocorra em junho do ano que vem, acompanhando a transmissão da Copa do Mundo de futebol. A transição total para o novo modelo, com cobertura em todo território, poderá ser concluída em até 15 anos.  

 Assista a uma simulação das funcionalidade da TV 3.0, realizada hoje na cerimônia de assinatura do decreto:

Fonte: Agência Brasil

STJ vai julgar recurso de Bruno Henrique, do Flamengo, na terça (2)

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) marcou para 2 de setembro, próxima terça-feira, o julgamento de um recurso apresentado pela defesa do atacante Bruno Henrique, do Flamengo, que busca anular a investigação sobre sua suposta participação em um esquema de manipulação de apostas na internet (bets).

O processo será julgado pela Quinta Turma do STJ, a partir das 14h. Os ministros vão analisar os argumentos apresentados pelos advogados para suspender a investigação, que tramita na Justiça do Distrito Federal.

O jogador é réu sob acusação de ter forçado um cartão amarelo no jogo contra o Santos, no Campeonato Brasileiro de 2023, em Brasília, para beneficiar parentes dele que faziam apostas. Além do atleta, amigos e familiares também já foram denunciados pelo Ministério Público.

Em julho deste ano, o ministro Joel Ilan Paciornik, do STJ, negou pedido inicial da defesa para anular a investigação.

Na ocasião, o ministro entendeu que o habeas corpus protocolado pelos advogados não pode ser utilizado para avaliar a competência da Justiça do DF para julgar o caso.

“O habeas corpus não é cabível para reexame de prova ou para questões que não afetam diretamente a liberdade de locomoção, como a definição de competência sem reflexo no direito de ir e vir”, decidiu o ministro.

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Réu

No mês passado, Bruno Henrique virou réu na Justiça do DF pela acusação de fraudar o resultado de competição esportiva.

A decisão foi proferida pelo juiz Fernando Brandini Barbagalo, da 7ª Vara Criminal de Brasília. O magistrado aceitou parcialmente denúncia apresentada pelo Ministério Público contra o atleta pelo suposto envolvimento em esquema de manipulação de apostas. 

Apesar de tornar o atacante réu, o juiz rejeitou a parte da denúncia que acusava Bruno Henrique de estelionato e o pedido dos promotores para que o jogador fosse obrigado a pagar R$ 2 milhões de fiança.



Fonte: Agência Brasil