Início Site Página 68

Conheça opções do Brasil para a próxima Copa; meio-campo é o foco

0

A Copa do Mundo de 2030 é logo ali. Passada a sexta queda seguida e a pior campanha desde o Mundial de 1990, na Itália, o futebol brasileiro volta as atenções para os próximos quatro anos. E o principal: quem pode chegar lá?

Na entrevista coletiva que concedeu nos Estados Unidos após o revés, por 2 a 1, para a Noruega, o técnico Carlo Ancelotti admitiu a necessidade de renovação. Em especial, no meio-campo.

O setor passou longe de ser unanimidade na Copa. Apesar de gol na vitória por 2 a 1 sobre o Japão, em Houston, pelos 16 avos de final, Casemiro foi alvo de reclamações da torcida durante o torneio. Aos 34 anos, o volante terá 38 no próximo Mundial. Para a Copa deste ano, o jogador de linha mais velho entre os convocados de Ancelotti foi o lateral Alex Sandro, de 35 anos.

Substituto imediato de Casemiro, Fabinho faz 33 anos em outubro. Ou seja, estará próximo dos 37 no momento da Copa de 2030. O único dos nomes chamados por Ancelotti para o meio-campo no atual Mundial que terá menos de 30 anos na próxima edição é Danilo Santos, que estará com 29. O volante, que seria o substituto natural do contundido meia Lucas Paquetá, foi preterido pelo atacante Gabriel Martinelli no jogo contra a Noruega.

“É evidente que, no meio-campo, acho que tem que sair jogadores de nível, jovens. Temos jovens no futebol brasileiro que podem estar na seleção no futuro”, disse Ancelotti, no último domingo (5).

 


Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Round of 16 - Brazil v Norway - New York New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. - July 5, 2026
Brazil's Danilo Santos looks dejected after the match as Brazil are eliminated from the World Cup REUTERS/Carlos Barria
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Round of 16 - Brazil v Norway - New York New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. - July 5, 2026
Brazil's Danilo Santos looks dejected after the match as Brazil are eliminated from the World Cup REUTERS/Carlos Barria

Danilo Santos após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo. Foto: Reuters/Carlos Barria/Proibida reprodução

Opções para o meio-campo

Entre nomes já convocados pelo italiano, o mais precoce é Andrey Santos, do Chelsea (Inglaterra). Ex-Vasco, o jogador de 22 anos terá 26 em 2030 e fez parte da pré-lista da Copa.

Outro de pouca idade é o também o volante de 24 anos André, do Wolverhampton (Inglaterra). Campeão da Libertadores pelo Fluminense, em 2023, ele foi nome cotado no início do último ciclo até para ser titular em 2026, mas foi perdendo espaço em meio à má fase de seu clube, rebaixado à segunda divisão inglesa.

No clube europeu também atua o meia João Gomes, de 25 anos, ex-Flamengo e mais um da pré-lista.

Não se pode esquecer ainda de Lucas Beraldo, do Paris Saint-Germain (França). Apesar de aparecer como zagueiro no São Paulo, o jovem de 22 anos tem sido utilizado como volante pelo técnico Luís Enrique.

Da nova geração que ainda não teve chance na Amarelinha principal, alguns nomes já são fundamentais para seus times no Campeonato Brasileiro. São os casos do volante de 21 anos Bruno Bidon, do Corinthians; do também volante de 24 anos Martinelli, do Fluminense; e do meia de 21 anos Gabriel Bontempo, do Santos.

Renovação nas laterais

Além do meio-campo, as duas laterais receberam críticas ao longo do ciclo de 2026. Prova disso é que, depois do corte de Wesley, que seria o titular pelo lado direito na Copa, Ancelotti preferiu chamar Éderson, um volante, em vez de outro atleta da posição.

Na estreia, contra Marrocos (empate por 1 a 1, em Nova Jersey), o treinador escalou Ibañez, um zagueiro. No segundo tempo, veio Danilo, que não é titular absoluto no Flamengo nem tem atuado pela lateral, posição em que jogou regulamente até 2018, quando passou para a zaga no Manchester City (Inglaterra).

Wesley, da Roma (Itália), deve seguir na seleção brasileira para o novo ciclo. O ex-Flamengo completa 23 anos em setembro e é com quem Ancelotti contava para ser titular na Copa, já que não teria o contundido Éder Militão, do Real Madrid (Espanha). A ideia do técnico era utilizar Militão, com quem já trabalhou, na lateral direita. Em 2030, o defensor terá 32 anos.

Outro que o técnico italiano chegou a chamar para o lado direito foi Vanderson, do Mônaco (França). O ex-lateral do Grêmio, porém, teve que ser cortado dos amistosos contra Coreia do Sul e Japão, em outubro de 2025, por lesão. Ele terá 29 anos na próxima Copa, um a mais que Vitinho, do Botafogo, que o substituiu na ocasião.

Yan Couto, do Borussia Dortmund (Alemanha), também ocupou o lugar de Vanderson em corte anterior do lateral, em 2023. Revelado no Coritiba, o jogador de 24 anos estará com 28 no Mundial de 2030. Já Arthur, do Bayer Leverkusen (Alemanha), tem 23 anos e chegou a ser chamado pelo então técnico interino Ramon Menezes, na primeira convocação do ciclo para 2026.

Na esquerda, como Alex Sandro e Douglas Santos terão idade avançada (39 e 36, respectivamente) no Mundial que vem, a renovação deve ser mais radical. Da pré-lista, os destaques são Kaiki Bruno, do Como (Itália), e Luciano Juba, do Bahia. O primeiro, de 23 anos, estreou pela seleção brasileira no amistoso contra a Croácia, em março, e é três anos mais novo que o segundo, de 26 anos, ainda sem jogos pelo Brasil.

Cuiabano, emprestado ao Vasco pelo Nottingham Forest (Inglaterra), tem os mesmos 23 anos de Kaiki Bruno. Já Abner Vinícius, do Lyon (França), os mesmos 26 de Luciano Juba. Souza, negociado pelo Santos com o Tottenham, é mais novo (20 anos), mas ainda precisa se firmar na Inglaterra.

Futuro da camisa 1

Após duas Copas com o mesmo trio de goleiros, a expectativa é que o Brasil tenha caras novas para 2030. Se Weverton (38 anos) tende a ceder espaço à nova geração,  Alisson (33) e Ederson (32), pelo menos a princípio, devem integrar as próximas listas. O arqueiro do Liverpool (Inglaterra) é o mais caro da posição entre os brasileiros, conforme o site especializado Transfermarkt, avaliado em 15 milhões de euros (cerca de R$ 88,5 milhões).

Cotado para ser a terceira opção do gol brasileiro em 2026, Bento caiu de produção na reta final do ciclo e foi superado por Weverton. Aos 27 anos, o goleiro do Al-Nassr (Arábia Saudita), revelado no Athletico-PR, terá 31 em 2030 e deve retornar à seleção canarinho no futuro.

Outro que pode ganhar nova oportunidade é Hugo Souza, do Corinthians. O goleiro ─ que tem a mesma idade de Bento ─ dividiu opiniões em sua estreia pelo Brasil, no amistoso contra o Japão, em outubro de 2025.

Mais um com 27 anos, Carlos Miguel, do Palmeiras, ainda não recebeu chances com a Amarelinha, mas tem possibilidade de integrar o novo ciclo.

Segundo goleiro mais valioso do Brasil aos olhos do mercado internacional, Luiz Júnior, do Villarreal (Espanha), disputou a Copa São Paulo de Futebol Júnior pelo Mirassol, em 2019, mas estreou profissionalmente apenas em Portugal, no Paços de Ferreira. Aos 25 anos, é regularmente o titular do time espanhol.

Luiz Júnior tem a mesma idade e valor de mercado ─ 12 milhões de euros (cerca de R$ 70,8 milhões) ─ que Gabriel Brazão, do Santos desde a Série B de 2024, após a lesão do então titular João Paulo. E foi naquela competição, transmitida à época pela TV Brasil, que também despontou Pedro Morisco, do Coritiba, com 22 anos.

 


Rio de Janeiro (RJ), 07/07/2026 – Com foco no meio, saiba quem pode defender o Brasil na próxima Copa.
Foto: Reinaldo Campos/Santos FC
Rio de Janeiro (RJ), 07/07/2026 – Com foco no meio, saiba quem pode defender o Brasil na próxima Copa.
Foto: Reinaldo Campos/Santos FC

O que vem pela frente

O Brasil, por enquanto, não sabe como será o processo de classificação para a Copa. Embora Portugal, Espanha e Marrocos sejam as sedes, três dos jogos da competição serão realizadas em Argentina, Paraguai e Uruguai, um em cada país. Uma ode ao centenário do evento, realizado pela primeira vez em 1930, em território uruguaio.

Com isso, as três nações do continente estão garantidas no próximo Mundial, bem como os anfitriões originais. A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) ainda não anunciou se o formato das eliminatórias será o mesmo, com os países não classificados se enfrentando em dois turnos e brigando por três vagas diretas e uma na repescagem ─ ou se haverá novidades.

A primeira data-Fifa (período destinado às partidas entre seleções) após a Copa do Mundo será entre os dias 21 de setembro e 6 de outubro. O Brasil tem dois amistosos contra a Austrália, ambos na casa do adversário. O primeiro na cidade de Townsville, em 25 de setembro, no Queensland Country Bank Stadium. Quatro dias depois, o jogo será no Suncorp Stadium, em Brisbane.

Fonte: Agência Brasil

Surto de Ebola no Congo ainda está em “fase de expansão”, afirma OMS

0

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira (7) que o surto de Ebola no Congo ainda não se estabilizou e continua se expandindo, com a transmissão impulsionada pela movimentação da população.

A República Democrática do Congo confirmou 1.561 casos, incluindo 506 mortes, no pior surto já registrado da rara cepa Bundibugyo do Ebola, para o qual, segundo a organização, não há tratamento ou cura comprovados.

“Infelizmente, ainda está na fase de expansão. Gostaríamos de dizer que a situação está se estabilizando, mas, francamente, ainda não podemos afirmar isso”, disse a médica Anne Ancia, representante da OMS no país, a repórteres por videoconferência de Bunia, no epicentro da epidemia.

Ela afirmou que ainda há grandes desafios, como a quase saturação de alguns centros de tratamento do Ebola, com índices de ocupação em torno de 90%.

De acordo com a médica, outra dificuldade ocorre porque os trabalhadores que adoecem na cidade mineira de Mongbwalu não estão buscando tratamento localmente, em vez disso, viajam e disseminam a doença para novas regiões.

“Os deslocamentos populacionais, a insegurança persistente e  fragilidade do sistema de saúde continuam a complicar os esforços para controlar o surto”, disse ela.

É proibida a reprodução deste conteúdo

Fonte: Agência Brasil

Número de acidentes com a rede elétrica cresceu no Brasil em 2025

0

O número de acidentes com a rede elétrica aumentou de 685 casos, em 2024, para 703, em 2025, segundo balanço divulgado nesta terça-feira (7) pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee).

Apesar do aumento das ocorrências, a associação constatou menos óbitos causados por esses incidentes: foram 257 casos em 2024 e 252 no ano passado.

De acordo com a pesquisa, a construção civil é a atividade em que ocorrem mais acidentes no país. Em 2025, foram 227 incidentes relacionados a obras, reformas e serviços de manutenção predial, que resultaram em 68 mortes.

A diretora de Comunicação e Sustentabilidade da Abradee, Cristina Garambone, chamou a atenção para a importância dos cuidados da população em relação à rede elétrica “porque, por atrás de cada acidente, há a vida de uma pessoa e uma família impactada”.

“O que a gente percebe é que, muitas vezes, os acidentes com mortes ocorrem em momentos de distração ou quando a pessoa acha que está dando um jeitinho. Por exemplo, algumas obras informais ou mesmo dentro de casa”, indicou Cristina Garambone, em entrevista à Agência Brasil.

A Abradee recomenda que somente profissionais devem realizar trabalhos na rede elétrica. 

Lesões graves

Cristina ponderou que, embora o número de mortes tenha reduzido em 2025, ocorreram 241 lesões graves, incluindo mutilações. Outras 210 vítimas apresentaram lesões leves. 

“A gente quer aumentar a consciência e diminuir esses números. A gente só vai ficar satisfeito quando tiver zero acidente”.

A pesquisa destaca também o crescimento dos acidentes relacionados à operação de equipamentos perto da rede elétrica, entre os quais máquinas agrícolas e guindastes. Em 2025, foram 66 registros, quase o dobro do observado no ano anterior.

Outra questão grave, conforme informou a diretora, são as ligações clandestinas, conhecidas em alguns estados como “gatos” ou “macacos”. Estão relacionadas a essas ligações 30 ocorrências, com 15 mortes. 

Números regionais

A Região Sudeste foi a que mais concentrou acidentes no país em 2025, com 243 ocorrências, 78 mortes, 91 casos de lesões graves e 74 lesões leves. Entre as principais causas de ocorrência na região estão os acidentes ligados à construção civil.

Veja abaixo os números por região:

Acidentes na rede elétrica em 2025. Fonte: Abradee
Região Acidentes Mortes Lesões graves Lesões leves
Sudeste 243 78 91 74
Nordeste 187 67 46 74
Norte 122 50 64 8
Sul 81 31 12 38
Centro-Oeste 70 26 28 16

Segundo a Abradee, no Norte, as ocorrências foram associadas principalmente a atividades próximas à rede elétrica e intervenções irregulares. No Sul, as atividades de construção e manutenção predial permanecem entre os principais fatores de risco observados. Já no Centro-Oeste, o destaque é para atividades realizadas próximas à rede elétrica, especialmente em obras e operações com equipamentos.

A diretora de Comunicação e Sustentabilidade da Abradee destacou ainda que segurança é uma responsabilidade coletiva.

“Tem a parte das distribuidoras, a das empresas, a dos profissionais envolvidos e a da própria população. Porque, para a gente zerar esse número, é preciso mudar uma cultura, tem que levar informação. Só com a adesão de toda a sociedade é que a gente vai conseguir reduzir esses números”.

Campanha

A Abradee realiza neste ano a 20ª Campanha Nacional de Segurança com a Rede Elétrica, promovida em conjunto com suas 42 distribuidoras associadas. O objetivo é conscientizar a população sobre situações de risco envolvendo a rede elétrica.

A campanha tem como tema “Energia liga. Segurança protege” e se estenderá até setembro. No próximo mês, a divulgação ganhará mais força com o Agosto Vermelho, que chama a atenção para os riscos ao se lidar com a rede elétrica. 

A iniciativa mobiliza as 42 distribuidoras associadas à Abradee, responsáveis por levar energia a 99,8% da população brasileira e atender cerca de 212 milhões de clientes.

Fonte: Agência Brasil

Reunião com bancada do agro termina sem acordo sobre dívidas rurais

0

A reunião entre representantes do governo federal e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira (7) terminou sem acordo sobre a renegociação das dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos. O encontro discutiu alternativas ao Projeto de Lei (PL) 5.122/2023, que tramita na Câmara dos Deputados, e uma proposta de medida provisória (MP) elaborada pelo Ministério da Fazenda.

As negociações continuarão nos próximos dias. O principal objetivo é chegar a um consenso sobre as condições de refinanciamento antes da definição do texto que será encaminhado ao Congresso.

Pontos divergentes

O governo apresentou uma proposta de medida provisória para substituir parte do conteúdo do projeto aprovado pelo Senado. No entanto, permanecem divergências sobre os seguintes pontos:

  • critérios para enquadramento dos produtores;
  • taxas de juros;
  • prazo de carência;
  • montante de recursos disponíveis;
  • custo fiscal da operação.

Outra questão que gera impasse é a abrangência da medida. O governo defende que o benefício seja direcionado apenas aos produtores que sofreram perdas provocadas por eventos climáticos nas últimas safras.

Os parlamentares ligados ao agronegócio defendem uma solução mais ampla, que também contemple produtores endividados por fatores econômicos, como aumento dos custos de produção e queda da renda.

Pauta-bomba

O líder do governo na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), afirmou que o Executivo está disposto a construir uma solução para agricultores prejudicados por eventos climáticos, mas considera inadequado ampliar a renegociação para todos os produtores rurais do país, devido ao impacto fiscal da proposta.

O Ministério da Fazenda considera como uma pauta-bomba o texto aprovado pelo Senado. A pasta estima que o formato atual do projeto gere impacto de cerca de R$ 140 bilhões ao longo de dez anos, cálculo contestado pela bancada ruralista.

O deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), que participou das negociações, afirmou que houve avanços nas conversas, e que as equipes técnicas seguem trabalhando para aproximar as posições. Segundo ele, a intenção é apresentar uma proposta consensual ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), responsável por intermediar as negociações.

Próximos passos

O PL 5.122 prevê mecanismos para facilitar a renegociação das dívidas de produtores rurais, com prazos maiores e condições especiais de financiamento. O governo tenta construir uma alternativa por meio de medida provisória, que teria aplicação imediata depois de ser editada, mas depende de entendimento com o Congresso.

Novas reuniões entre o Ministério da Fazenda e representantes da FPA devem ocorrer nos próximos dias para tentar reduzir as divergências.

Posição da FPA

Em nota, a Frente Parlamentar da Agropecuária afirmou que não aceita substituir automaticamente o PL 5.122 por uma medida provisória e reiterou que o texto aprovado pelo Senado continua sendo a base das negociações. A bancada informou que ainda discorda de pontos como o enquadramento dos produtores, as taxas de juros, os prazos de pagamento e o alcance da proposta, e disse que seguirá negociando para ampliar o número de produtores beneficiados.


Fonte: Agência Brasil

Ex-prefeito e ex-secretário de Polícia Civil são alvos da PF no Rio

0

O ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella e o ex-secretário de Polícia Civil delegado Marcus Amim estão entre os alvos da sexta fase da Operação Unha e Carne, deflagrada nesta terça-feira (7) pela Polícia Federal, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

A ação visa a desarticular uma organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis no Grande Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos.

Os policiais federais cumprem nesta terça 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Resende e Rio de Janeiro. Além do ex-prefeito e do delegado, há um policial civil e um ex-policial militar entre os alvos.

A Justiça determinou ainda o sequestro de bens e valores e a suspensão de atividades econômicas de empresas ligadas ao grupo investigado.

Em decorrência da operação, o político da Baixada Fluminense foi levado para prestar depoimento na Superintendência da Polícia Federal (PF) no Rio, no Centro do Rio de Janeiro.

Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que a Corregedoria-Geral da corporação instaurou uma investigação disciplinar para apurar os fatos relacionados a seus integrantes.

“A Polícia Civil acompanha o caso de perto e reafirma que não compactua com eventuais desvios de conduta. A instituição mantém mecanismos de controle interno, voltados à apuração de irregularidades e colabora com os demais órgãos sempre que necessário”, afirmou.

“O compromisso da corporação é com a legalidade, a transparência e a correta prestação do serviço público à sociedade”, concluiu a nota.

Movimentação econômica

O Relatório de Inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), enviado à PF, indicou que o esquema do grupo criminoso investigado teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos.

“Além do crime de organização criminosa, os investigados poderão responder por contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro, além de outros que poderão surgir no decorrer das investigações”, disse a PF na nota.

Na operação, os policiais apreenderam na casa de um dos alvos, no bairro de Camboinhas, em Niterói, cinco revólveres, um fuzil, munição, relógios, joias, dinheiro (real, dólar, libra e euro) e quatro veículos de luxo.

Na casa de outro alvo, essa no bairro de Piratininga, também em Niterói, foram apreendidos dois carros de luxo.

Segundo a PF, a ação desta terça-feira faz parte da Força-Tarefa Missão Redentor II, “iniciativa coordenada pela Polícia Federal que visa desarticular organizações criminosas atuantes no estado do Rio de Janeiro, em conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal na ADPF 635”.

Márcio Canella foi eleito vereador, deputado estadual e prefeito de Belford Roxo, onde cumpriu mandato entre 2025 e 2026. Em abril deste ano, deixou o cargo para se candidatar nas próximas eleições.

A Agência Brasil e a Radioagência Nacional não conseguiram contato com as defesas dos alvos da operação.

Fonte: Agência Brasil

Argentina busca virada, despacha Egito e mantém vivo o sonho do tetra

0

O pulso ainda pulsa para os atuais campeões Nesta terça-feira (7), em Atlanta (Estados Unidos), a Argentina manteve vivo o sonho de igualar o tetra de Itália e Alemanha ao vencer o Egito por 3 a 2, em uma virada histórica, pelas oitavas de final da Copa do Mundo.

Decisivo na conquista do tri em 2022, no Catar, e principal nome argentino nesta edição, Lionel Messi perdeu mais um pênalti, o segundo nesta edição, mas participou da reação argentina. Além da assistência para o zagueiro Cristian Romero diminuir a vantagem egípcia, que estava em 2 a 0, ele balançou as redes para deixar tudo igual na partida.

O atacante chegou a 21 gols na história das Copas, da qual é o artilheiro. Além disso, isolou-se como principal goleador desta edição, com oito bolas na rede. Ele também estendeu para nove a sequência recorde de jogos marcando gols em Mundiais, iniciada já na edição anterior.

A classificação da Argentina mantém o país na briga para repetir os feitos de Brasil e Itália, únicos a ganharem a Copa do Mundo em duas edições seguidas. Os italianos levaram o troféu em 1934 e 1938, enquanto os brasileiros foram bi em 1958 e 1962.

O Egito, por sua vez, encerra sua melhor campanha da história em Copas. O continente africano, porém, perdeu a oportunidade de, pela primeira vez, ter duas seleções nas quartas de final de um mesmo Mundial. Sobrou Marrocos, que derrotou o Canadá por 3 a 0 no último sábado (4), em Houston.

Autor do segundo gol egípcio, que poderia ter definido a classificação, Mostafa Abdelraouf, o Zico, não tem esse apelido por acaso: o pai era fã do ex-camisa 10 e maior ídolo da história do Flamengo. Antes da Copa, ele já havia marcado contra o Brasil, no empate por 1 a 1 entre as seleções, em amistoso disputado em Cleveland (Estados Unidos), há um mês.

Na próxima fase, os argentinos terão pela frente o ganhador do confronto entre Suíça e Colômbia, que jogam às 17h (horário de Brasília) desta terça, em Vancouver, no último compromisso da Copa em território canadense. O duelo por lugar nas semifinais será no sábado (11), às 22h, em Kansas City (Estados Unidos).

Shobeir brilha

O técnico Lionel Scaloni fez duas mudanças na formação argentina que foi a prorrogação para vencer Cabo Verde por 3 a 2. Na lateral esquerda, Facundo Medina deu lugar a Nicolás Tagliafico. Outra troca foi a entrada do volante Leandro Paredes na vaga do atacante Thiago Almada, reforçando o meio.

No Egito, Hossan Hassan também promoveu duas alterações em relação ao time que empatou com a Austrália pelos 16 avos de final e se classificou nos pênaltis. Ele mexeu no ataque, tirando Omar Marmoush para colocar Haissem Hassan. Já o meia Mohanad Lasheen substituiu o volante Hamdy Fathy.

Com a marcação bem adiantada, a seleção egípcia impediu o ímpeto inicial da Argentina e abriu o marcador em Atlanta. Aos 14 minutos, o volante Marwan Attia colocou a bola na área desde a intermediária direita, Yasser Ibrahim ganhou do também zagueiro Lisandro Martínez pelo alto e cabeceou no contrapé do goleiro Dibu Martínez.

Quatro minutos depois, os argentinos, pela primeira vez, conseguiram passar pela organização defensiva do Egito, com o volante Enzo Fernández lançando Tagliafico pela esquerda. O lateral invadiu a área e foi derrubado por Hassan. Pênalti. Messi foi para a bola, mas chutou mal, à meia altura, para defesa de Mostafa Shobeir.

O goleiro brilhou de novo aos 27 ao parar uma cabeçada forte de Alexis Mac Allister, após cruzamento do também volante Rodrigo de Paul pela direita. Já aos 30, Shobeir até estava na bola, mas teve uma “ajudinha” da trave depois de uma cobrança de falta perigosa de Messi.

A pressão era argentina. Aos 38, Paredes lançou Tagliafico na área, pela esquerda. O volante se esticou para evitar a saída da bola e conseguir cruzar para Julián Álvarez. O atacante bateu de primeira. Mais uma vez, Shobeir se sobressaiu, espalmando para escanteio.

Para a história

A Argentina, como esperado, voltou do intervalo se lançando ao ataque, mas dando espaços para o Egito contra-atacar. Em um deles, aos 12, Hassan pôs a bola entre as pernas de Tagliafico antes de tocar para o atacante Mohamed Salah. O astro da seleção africana acionou Zico, que invadiu a área pela esquerda e finalizou na saída de Dibu Martínez.

O gol, porém, foi anulado. Chamado para rever o lance no vídeo, o árbitro François Letexier identificou uma falta de Attia em Lisandro Martínez, na origem do lance.

Aos 21, não teve jeito. Em novo contra-ataque, desta vez com Salah iniciando a jogada, Hassan recebeu na direita e colocou na área para Zico bater de primeira e ampliar para o Egito.

Da pausa para hidratação, aos 25 minutos, em diante, o jogo mudou completamente. A Argentina colocou praticamente todo o time no campo de ataque e passou a levantar bolas na área. Aos 34 minutos, Messi cruzou pela direita e Romero, de cabeça, deu início à reação.

Embalados, os argentinos precisaram de quatro minutos para empatar. Na sequência de um lance em que ele próprio colocou na área, Messi aproveitou a ajeitada do lateral Gonzalo Montiel para chegar batendo com força. Shobeir até encostou na bola, mas nada pôde fazer para evitar o gol.

Aos 47 minutos, no início dos acréscimos, veio o golpe de misericórdia no sonho egípcio. Após desarme em Salah no campo de defesa, diante de muita reclamação da seleção africana, Paredes lançou Lautaro Martínez pela direita. O atacante avançou e cruzou na medida para o volante Enzo Fernández cabecear no canto esquerdo de Shobeir, decretando a virada.

Os instantes finais foram de muita tensão. Hossan Hassan, treinador do Egito, chegou a cruzar os braços em forma de “X” após ser advertido pela arbitragem, acionando o protocolo contra racismo e preconceito, mas nada foi feito. No fim, a festa em Atlanta foi dos atuais campeões.



Fonte: Agência Brasil

Câmara Legislativa reconhece pesca esportiva como modalidade desportiva no DF

0

Pesca Esportiva será incentivada pelo poder público por meio de parcerias com entidades desportivas, ambientais e comunidades locais

Na última sessão deliberativa antes do recesso parlamentar, realizada em 30 de junho, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou o Projeto de Lei nº 870/2024, que reconhece a pesca esportiva como modalidade desportiva no âmbito do DF. A proposta, de autoria do deputado Pastor Daniel de Castro (PP), foi apreciada em dois turnos e redação final, seguindo agora para análise do Executivo.

De acordo com o texto aprovado, a pesca esportiva é definida como atividade com finalidade recreativa, desportiva e de preservação ambiental, devendo ser praticada conforme a legislação vigente. O projeto estabelece que a modalidade será incentivada pelo poder público por meio de parcerias com entidades desportivas, ambientais e comunidades locais.

Um dos pilares da nova legislação é a promoção da sustentabilidade. O deputado explica na justificativa do projeto que a pesca esportiva, ao envolver a liberação do peixe após a captura, contribui diretamente para a conservação das espécies e dos ecossistemas aquáticos. Segundo o texto do projeto, caberá ao órgão competente do Distrito Federal estabelecer as normas específicas para garantir que a prática ocorra de forma consciente e responsável.

Para Pastor Daniel de Castro, o reconhecimento legal alinha o Distrito Federal a uma tendência global de lazer que respeita o meio ambiente. “A legislação proposta contribuirá para a construção de uma cultura de sustentabilidade, incentivando a população a participar ativamente da conservação dos recursos naturais”, defende o deputado na justificativa da matéria.

Além do viés ambiental, o PL nº 870/2024 visa fomentar o turismo e a economia local. A lei prevê a realização de torneios, competições e eventos que devem atrair praticantes e entusiastas para a região, gerando empregos e novas oportunidades de negócios. Esses eventos também funcionarão como plataformas educativas, disseminando a ética da pesca responsável e o cuidado com o patrimônio natural para as futuras gerações. Com a aprovação, a expectativa é que o reconhecimento oficial impulsione o setor e consolide o Distrito Federal como um destino relevante para os adeptos da modalidade.

Fonte: Agência CLDF

EUA fazem audiências públicas sobre práticas comerciais do Brasil

0

O Brasil está no centro de duas audiências públicas que o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, do nome original inglês) promove nesta semana para investigar supostas práticas comerciais desleais ou prejudiciais aos interesses comerciais estadunidenses.

A primeira, que trata da proposta estadunidense de sobretaxar em 25% uma série de produtos exportados pelo Brasil, começou na segunda-feira (6) e está prevista para terminar nesta terça (7). Estão em análise “atos, políticas e práticas brasileiras” em seis diferentes aspectos: comércio digital e serviços de pagamento eletrônico (Pix); tarifas preferenciais; combate à corrupção; proteção da propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal.

A segunda audiência pública começa hoje, engloba 60 nações, incluindo o Brasil, e apura supostas falhas no combate ao trabalho análogo à escravidão e na proibição à exportação de bens produzidos com trabalho forçado. Neste caso, a expectativa é de que as argumentações se estendam por três dias, terminando na quinta-feira (9).

Consultas formais 

As audiências, em Washington (EUA), fazem parte do processo de consultas formais a representantes de setores produtivos e governos de países investigados e, ainda, representantes de empresas estadunidenses supostamente afetadas pelas práticas comerciais em análise.

As investigações são propostas com base na chamada Seção 301, da Lei de Comércio dos Estados Unidos, de 1974, que permite ao governo norte-americano investigar práticas comerciais de países que considere desleais ou prejudiciais aos interesses estadunidenses. A primeira foi instaurada em julho de 2025. A segunda, em março de 2026.

Dezenas de entidades e empresas brasileiras e estadunidenses se inscreveram para participar dos dois dias de audiência pública agendada para tratar exclusivamente das práticas brasileiras. Entre elas, estão a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); o Conselho Brasileiro de Exportadores de Café (Cecafé); a Confederação Nacional da Indústria (CNI); União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) e a Embraer. O senador Flávio Bolsonaro, que também se inscreveu, será ouvido ainda hoje. 

Estratégia

A Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) e o Sindicato da Indústria do Ferro de Minas Gerais (Sindifer) se inscreveram para participar das audiências públicas que tratam da acusação de que dezenas de países são favorecidos comercialmente por trabalho forçado e degradante em importantes setores econômicos, barateando seus custos de produção. 

Em nota, a entidade antecipa sua estratégia e busca demonstrar que a sobretaxa na importação de rochas naturais brasileiras terá efeitos negativos para as empresas estadunidenses e para toda a economia dos Estados Unidos.

De acordo com a associação, o posicionamento conta com o respaldo de importantes organizações estadunidenses, como o Natural Stone Institute (NSI), principal entidade da cadeia produtiva de rochas naturais no país.

Segundo a Centrorochas, os Estados Unidos são o principal mercado internacional para rochas naturais exportadas pelo Brasil. Só no ano passado, as vendas brasileiras ao país totalizaram US$ 795 milhões, movimentando cerca de 587 mil toneladas de materiais destinados principalmente à fabricação de bancadas de cozinha e banheiro, revestimentos e outras aplicações residenciais e comerciais de alto padrão.

Para o vice-presidente da associação, Fábio Cruz, a aplicação de novas tarifas prejudicaria a competitividade das próprias empresas estadunidenses que utilizam a matéria-prima brasileira.

“As rochas naturais brasileiras não representam uma ameaça à produção doméstica americana. Pelo contrário, complementam uma cadeia produtiva que gera empregos, investimentos e renda em diversos estados dos Estados Unidos..”

No início do mês passado, o Estado brasileiro contestou os argumentos favoráveis à sobretaxa dos produtos brasileiros e as conclusões preliminares do USTR sobre o tema. Em documento enviado ao escritório, o Itamaraty argumentou que as práticas comerciais brasileiras não prejudicam os EUA ou as empresas norte-americanas, e pediu que o governo estadunidense se abstenha de impor medidas unilaterais em virtude das investigações em curso.

“O USTR não estabelece o nexo legal exigido entre um ato, política ou prática concreta do Brasil e um ônus ou restrição identificável ao comércio dos EUA”, disse o governo brasileiro.

No documento, o Itamaraty ressalta que as conclusões preliminares do escritório comercial saltam da “discordância em relação às escolhas soberanas do Brasil para conclusões de que tais escolhas são irrazoáveis e de afirmações generalizadas de desvantagem comercial para a conclusão de que o comércio dos EUA está sendo onerado ou restringido”.

“Isso é insuficiente para justificar uma ação nos termos da Seção 301”, acrescenta o documento,  alegando que a legislação estadunidense não autoriza o USTR a impor medidas comerciais “apenas por discordar das escolhas políticas de outro país soberano.”

Fonte: Agência Brasil

Motta cria comissão para analisar PEC que reduz maioridade penal

0

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou nesta segunda-feira (6) a comissão especial responsável por analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em caso de crimes graves.

A medida destrava a tramitação da PEC, depois de a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ter aprovado em junho a admissibilidade da proposta.

A criação de uma comissão especial é uma das etapas previstas na tramitação de uma PEC no Congresso. O colegiado será responsável por aprofundar o debate sobre o tema, incluindo a realização de audiências públicas e a consulta a especialistas.

Ao final dos trabalhos, a comissão deverá votar um relatório com a indicação de aprovação ou rejeição, antes que a proposta possa levada ao plenário da Câmara. Ainda não está decidido quem será o relator da PEC da maioridade penal.

A proposta a ser analisada altera o artigo 228 da Constituição para incluir a previsão de que a maioridade penal – idade a partir da qual uma pessoa pode ser julgada e condenada por crimes comuns, por exemplo – é atingida aos 16 anos, e não aos 18 anos, como estabelece o texto atual.

Pelas normas atuais, pessoas abaixo de 18 anos são inimputáveis e estão submetidas a uma legislação diferenciada.

Após Motta ter autorizado a instalação da comissão especial sobre o tema, os partidos deverão indicar os integrantes do colegiado. O prazo inicial para a análise e apresentação de modificações ao texto da PEC é de 10 sessões do plenário.

O colegiado tem o tempo máximo de até 40 sessões plenárias para aprovar um parecer final. Após esse período, o presidente da Câmara pode levar a PEC para votação diretamente no plenário, segundo o regimento interno.

Fonte: Agência Brasil

MP combate fraudes em licitações da prefeitura de São Paulo

0

O Grupo de atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público (MP) de São Paulo, faz operação na manhã desta terça-feira (7) para investigar esquema de fraude em licitações na prefeitura da capital.

Uma apuração prévia indica que um ex-servidor comissionado, que atuava na Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, e outro servidor, da Secretaria Municipal das Subprefeituras, direcionaram processos licitatórios para favorecer empresas em troca de vantagens indevidas. Os dois foram exonerados de seus cargos no início do ano.

De acordo com investigações do MPSP, os valores recebidos pelos servidores são incompatíveis com seus rendimentos. Eles compraram imóveis, veículos e outros bens em nome de outras pessoas. Isso pode configurar ocultação de patrimônio de origem ilícita.

As buscas são feitas nos endereços dos investigados, que podem ser acusados de corrupção, fraude em licitações e lavagem de dinheiro.

A prefeitura de São Paulo não é investigada nesta operação.


Fonte: Agência Brasil