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Nota Goiana e Time do Coração realizam sorteio de setembro nesta quinta-feira

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Nota Goiana e Time do Coração realizam sorteio de setembro nesta quinta-feira
Secretaria da Economia promove, nesta próxima quinta-feira (25/09), às 10h, sorteio de setembro do Programa Nota Fiscal Goiana e Time Goiano do Coração (Foto: Denis Marlon)

A Secretaria da Economia promove, na próxima quinta-feira (25/09), às 10 horas, o sorteio de setembro do Programa Nota Fiscal Goiana e a 18ª edição do Time Goiano do Coração. Juntos, os prêmios somam R$ 1,2 milhão.

O evento será realizado na sala de reuniões do bloco A do Complexo Fazendário, em Goiânia, e terá divulgação dos resultados pelo site www.goias.gov.br/nfgoiana.

Consumidores

Para os participantes cadastrados que pedem CPF na nota, serão R$ 200 mil divididos em 158 prêmios. O maior deles é de R$ 50 mil. Há também três de R$ 10 mil, quatro de R$ 5 mil, 50 de R$ 1 mil e 100 de R$ 500 (valores brutos).

Cada R$ 100 em compras dão direito a um bilhete. Nesta 106ª edição, foram gerados 4,4 milhões de bilhetes.

Time Goiano do Coração

Clubes da primeira divisão do Campeonato Goiano, indicados pelos torcedores no programa, receberão R$ 1 milhão. Esta será a primeira edição com novas regras, publicadas em julho para aumentar a competitividade entre os times.

O novo modelo prevê R$ 300 mil distribuídos proporcionalmente à média de bilhetes, outros R$ 300 mil com base nos cadastros válidos e R$ 240 mil igualmente entre todos os clubes. Além disso, haverá dois sorteios entre as equipes nesta quinta-feira (25/09): R$ 100 mil e R$ 60 mil.

A Nota Fiscal Goiana e o Time Goiano do Coração são iniciativas do Governo de Goiás que visam incentivar a emissão de notas fiscais no comércio varejista, contribuindo para que os tributos arrecadados sejam revertidos em melhorias nos serviços públicos.

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Economia regulamenta emissão de nota fiscal vinculada a pagamentos eletrônicos

Secretaria de Estado da Economia – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Secti apoia programa de inovação com inteligência artificial

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Governo apoia programa de inovação com inteligência artificial
Inscrições para AKCIT Camp 2025 vão até 30 de setembro. Programa de inovação aberta tem foco na criação de soluções tecnológicas de impacto utilizando Inteligência Artificial (Fotos: Secti-GO)

Estão abertas as inscrições para o AKCIT Camp 2025, um programa de inovação aberta focado na criação de soluções tecnológicas de impacto utilizando Inteligência Artificial. O programa é uma iniciativa do Centro de Competência em Tecnologias Imersivas (AKCIT) da Universidade Federal de Goiás (UFG) e dará mais de R$ 40 mil em prêmios.

Os recursos são do governo estadual, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Goiás (Secti-GO). Os interessados podem se inscrever até o dia 30 de setembro de 2025 exclusivamente pelo link abre.go.gov.br/camp.

O AKCIT Camp é voltado para desenvolvedores, pesquisadores e empreendedores com mais de 18 anos e que possuam nível intermediário de conhecimento em Inteligência Artificial.

O evento oferece duas modalidades: a presencial tem 40 vagas disponíveis e exige que o participante tenha disponibilidade para comparecer ao hackathon em Goiânia. Já a online tem 80 vagas disponíveis, na qual todas as atividades serão realizadas via Discord. Podem participar equipes de todo o país e o Bootcamp online acontecerá aos domingos.

Prêmios em dinheiro

As três melhores equipes de cada modalidade do Hackathon (presencial e remota) receberão prêmios em dinheiro. Serão seis equipes vencedoras, três da modalidade online e três da modalidade presencial, que receberão prêmios de R$ 12 mil (1º lugar), R$ 6 mil (2º lugar) e R$ 3,6 mil (3º lugar).

Os melhores projetos ainda terão a oportunidade de ser apresentados durante a Campus Party Goiás 2025, onde também ocorrerá a cerimônia de premiação final do Hackathon.

Além disso, os participantes ainda vão compor um banco de talentos estadual, que terá conexão direta com empresas que buscam talentos de IA.

“Goiás quer ser o estado líder quando o assunto é inteligência artificial, e nossa parceria com o AKCIT, em várias frentes, visa tornar isso realidade. Queremos goianos capacitados para trabalhar com a IA, assim como talentos de outros lugares para atuar no estado”, afirma o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico Lyra Netto.

Inovação

O programa foi desenhado para transformar ideias inovadoras em protótipos validados, combinando um Bootcamp imersivo com um Hackathon competitivo. Os participantes terão a oportunidade de aprender com encontros teóricos e práticos sobre introdução a agentes de IA, ferramentas de desenvolvimento, implantação e boas práticas. Além de receber mentorias especializadas para discutir temas como viabilidade comercial e estratégias de prototipação.

“O AKCIT promove a conexão com investidores, empresas, talentos e pesquisadores que já têm uma visão de mercado e científica de projetos. É uma oportunidade incrível para quem quer desenvolver competências e aplicar os conhecimentos na prática”, pontua Arlindo Galvão, diretor do AKCIT.

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Goiás lança Epicentro da Inteligência Artificial e mira liderança nacional no setor   

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Brasil apresenta soluções de financiamento climático em Nova York

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, lideram nesta terça-feira (23) um diálogo sobre o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), em Nova York, nos Estados Unidos. A programação integra uma agenda de alto nível para ação climática promovida durante a 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

No encontro, além do fundo para remunerar países pela preservação das florestas tropicais, será detalhada a proposta de coalizão de mercados de crédito de carbono. Os dois mecanismos funcionarão de forma complementar remunerando países com resultados concretos de conservação e iniciativas de captura de gases do efeito estufa.

De acordo com nota divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o objetivo do TFFF é reunir um aporte inicial de US$ 25 bilhões de países investidores (capital júnior) até o lançamento da iniciativa, na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que ocorrerá em novembro na cidade de Belém. “Com esta injeção, deve ser possível alavancar mais 100 bilhões de dólares (capital sênior) do setor privado ao longo dos próximos anos”, destaca o informativo.

“Não é doação, mas uma iniciativa que opera com lógica de mercado, alavancando recursos privados a partir de investimentos públicos. Para cada dólar aportado pelos países, espera-se mobilizar cerca de quatro dólares do setor privado, criando um fundo fiduciário permanente. É uma nova forma de financiar a conservação, com responsabilidade compartilhada e visão de futuro”, explicou a ministra do MMA, Marina Silva.

Na prática, os recursos garantirão um repasse de US$ 4 bilhões por hectare preservado de floresta tropical. Ao todo, 74 países podem ser beneficiados desde que comprovem a conservação das florestas, com monitoramento via satélite, e destinem 20% dos recursos a povos indígenas e comunidades tradicionais.

Idealizado pelo governo brasileiro e lançado em 2023, o TFFF foi anunciado em Dubai, pelo presidente Lula, durante a COP28, e já conta com o apoio de cinco países com florestas tropicais (Colômbia, Gana, República Democrática do Congo, Indonésia e Malásia) e outros cinco potenciais investidores (Alemanha, Emirados Árabes Unidos, França, Noruega e Reino Unido).

“O TFFF não é formalmente um instrumento da UNFCCC, mas ele contribui diretamente para os objetivos de redução de emissões via conservação da floresta, preservação, conservação da biodiversidade, entre outros”, pontuou o assessor especial de Economia e Meio Ambiente do MMA, André Aquino.

Diálogos

O diálogo sobre o TFFF é promovido pelo Brasil como parte do Evento Especial de Alto Nível sobre Ação Climática, que teve início nessa segunda-feira (22) com a promoção de uma série de diálogos de áreas temáticas críticas para acelerar a ação climática. Durante a programação, estão previstos encontros para debater soluções de mitigação, adaptação, financiamento e integridade da informação.

Os resultados e recomendações dos diálogos serão apresentados no encerramento do evento, na quarta-feira (24), na forma de um relatório com orientações para a COP30.

Fonte: Agência Brasil

Receita libera consulta ao quinto lote de restituição do IRPF 2025

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A Receita Federal disponibiliza para consulta, a partir das 10h desta terça-feira (23), o quinto lote de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2025.

Esse lote contempla restituições transmitidas fora do prazo e com pendências solucionadas pelos contribuintes, além de restituições residuais de exercícios anteriores.

Ao todo, 387.277 contribuintes vão receber R$ 1.035.303.774. Os pagamentos foram distribuídos da seguinte forma: 

  • 234.920 contribuintes que usaram declaração pré-preenchida e/ou optado por receber a restituição via PIX;
  • 66.637 contribuintes entre 60 e 79 anos;
  • 46.222 restituições destinadas a contribuintes não prioritários;
  • 16.926 restituições para contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
  • 15.604 contribuintes idosos acima de 80 anos; e
  • 6.968 restituições para contribuintes com alguma deficiência física, mental ou moléstia grave.

Como consultar

A consulta poderá ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no botão Consultar a Restituição. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

O pagamento ser feito ao longo do dia 30 de setembro, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda.

Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.
 


arte irpf 2025
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Fonte: Agência Brasil

CCJ pauta PEC da Blindagem na quarta com expectativa de rejeitar tema

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O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), pautou para próxima quarta-feira (24), como primeiro item da reunião, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem. A expectativa do senador baiano é rejeitar a PEC na Comissão no mesmo dia, a não ser que alguém peça vista do texto. 

Tanto o presidente da CCJ, Otto Alencar, quanto o relator Alessandro Vieira (MDB-SE) já se manifestaram contra o mérito da PEC que exige autorização prévia, por votação secreta, da maioria da Câmara ou do Senado para processar criminalmente deputados e senadores.

A análise da proposta ocorre logo após os protestos desse domingo (21) que levaram milhares de pessoas às ruas em todas as capitais. Os manifestantes apelidaram a proposta de “PEC da Bandidagem” e exigiram também o fim do projeto de lei (PL) que prevê anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado. 

Na última semana, o relator disse que irá rejeitar a proposta na Comissão. “A Câmara aprovou uma PEC para proteger bandido, desde que ele seja parlamentar ou presidente de partido. É um absurdo injustificável, que vamos derrotar no Senado”, disse, em uma rede social.

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A bancada do MDB, partido do relator, com 12 senadores, fechou questão contra a PEC. “É inconcebível transformar a imunidade parlamentar em impunidade universal e desmedida. Além de minar a transparência pública, essa medida estabelece um precedente perigosíssimo”, disse o líder da bancada no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM).

Mesmo senadores do PL, partido que votou 100% pela PEC da Blindagem na Câmara, defendem mudanças na proposta.


 Jorge Seif, Secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, durante audiência pública, para debater sobre adotadas  pelo Poder Executivo, nas ações de resposta ao desastre do derramamento de óleo no
 Jorge Seif, Secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, durante audiência pública, para debater sobre adotadas  pelo Poder Executivo, nas ações de resposta ao desastre do derramamento de óleo no

 Para o senador Jorge Seif, a PEC precisa de algumas correções. Foto: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil

O senador Jorge Seif (PL-SC) disse reconhecer que a PEC “traz pontos importantes”, mas também “alguns exageros” que precisam de correção, como o voto secreto e a extensão da imunidade parlamentar para presidentes de partidos com assentos no Congresso.

“Nosso compromisso é garantir transparência ao trabalho do Congresso e, ao mesmo tempo, proteger parlamentares conservadores contra perseguições políticas. Na CCJ, vamos trabalhar para ajustar o texto e entregar ao Brasil uma proposta equilibrada, que fortaleça a democracia sem abrir brechas para abusos”, afirmou o senador de Santa Catarina.

Blindagem ou Prerrogativas

A PEC da Blindagem ganhou força na Câmara após ações do Supremo Tribunal Federal (STF) contra parlamentares envolvidos na tentativa de golpe de Estado que culminou no 8 de janeiro de 2023 e também com o crescimento de inquéritos para investigar a execução de emendas parlamentares, recursos públicos da ordem de RS 50 bilhões anuais sob controle do Legislativo. 

Com a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, a oposição ocupou os plenários da Câmara e do Senado, impedindo os trabalhos da Casa e exigindo, entre outras pautas, o aumento das prerrogativas dos parlamentares contra ações do STF. 

A chamada PEC das Prerrogativas, ou PEC da Blindagem, foi defendida pelos seus apoiadores, portanto, como uma reação à suposta “perseguição política” contra os parlamentares por parte do Judiciário, discurso recorrente dos aliados do ex-presidente Bolsonaro no contexto do julgamento da trama golpista.

Por outro lado, especialistas e organizações que atuam no tema do combate à corrupção alertam que a proposta pode barrar ações contra corrupção no uso das emendas parlamentares. 

O fim da exigência de autorização prévia do Parlamento para processos criminais contra deputados e senadores foi aprovada por Emenda Constitucional em dezembro de 2001, após centenas de casos de impunidade chocarem a opinião pública ao longo de toda a década de 1990.

Fonte: Agência Brasil

Ministra do TST Delaíde Miranda é entrevistada hoje no DR com Demori

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A ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Delaíde Miranda é a convidada de hoje (23) do programa Dr com Demori. Na entrevista, a magistrada comenta sobre a escala 6×1 e o trabalho análogo à escravidão, além de fazer uma análise sobre os impactos da reforma trabalhista no Brasil. A atração vai ao ar às 23h desta terça-feira na TV Brasil.

Com trajetória profissional marcada por desafios, Delaíde Miranda é uma das vozes mais firmes em defesa da Justiça do Trabalho na atualidade. Antes de se formar como advogada, ela exerceu o trabalho de empregada doméstica. Durante o bate-papo com Demori, a juíza faz um paralelo entre o período escravocrata e o Brasil de 2025.

“Eu acompanho muito as deflagrações do Ministério Público do Trabalho nas questões de resgate de trabalho escravo. E entendo que, no fundo, é uma questão de lucro. Por quê? Onde se detecta mais? Nas empresas terceirizadas por grandes multinacionais”, explica.

Delaíde Miranda diz que o debate pelo fim da escala 6×1 não ocorre apenas no Brasil.

“A redução da jornada traria o benefício de criar mais empregos, além de permitir que o trabalhador possa se qualificar melhor, dedicar mais tempo à família e ao lazer. A gente não pode pensar em um trabalhador que viva apenas para o trabalho”, defende.

No bate-papo exibido pela TV Brasil, a magistrada também refletiu sobre as mudanças nas formas de regime de trabalho atualmente, como uma espécie de “fuga” da CLT.

“Existe grande desinformação. Para mim, isso tudo faz parte de um grande movimento liderado pelas grandes empresas no sentido de dizer: ‘isso aí está fora de moda, não precisa de Justiça do Trabalho nem de vínculo’”, alerta.

Após a exibição na TV Brasil, o DR com Demori também fica disponível, na íntegra, no Youtube e no aplicativo da TV Brasil Play. O programa é transmitido em áudio, simultaneamente, na Rádio MEC, e as entrevistas ficam disponíveis em formato de podcast no Spotify.

Sobre o programa

O programa Dando a Real com Leandro Demori, ou simplesmente DR com Demori, traz personalidades para um bate-papo direto e aprofundado na tela da TV Brasil. Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, a deputada federal Erika Hilton, o ex-ministro José Dirceu, o ator Caio Blat, a cantora Zélia Duncan e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.

Ao vivo e on demand                                                                

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize.

Fonte: Agência Brasil

Moraes diz que sanções dos EUA contra sua esposa são ilegais

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira (22) que vai continuar sua missão constitucional de julgar com independência e imparcialidade. Em nota à imprensa, o ministro se manifestou sobre a aplicação da Lei Magnitsky contra a esposa dele, a advogada Viviane Barci de Moraes.

Moraes considerou “ilegal e lamentável” aplicação da sanção contra sua esposa e disse que a medida contrasta com a história dos Estados Unidos de defesa dos direitos fundamentais.

“A ilegal e lamentável aplicação da Lei Magnitsky à minha esposa, não só contrasta com a história dos Estados Unidos da América, de respeito à lei e aos direitos fundamentais, como também violenta o direito internacional, a soberania do Brasil e a independência do Judiciário”, disse Moraes.

O ministro também disse que as instituições brasileiras são fortes e sólidas e que os ministros da Corte não vão aceitar coações.

“Independência do Judiciário, coragem institucional e defesa à soberania nacional fazem parte do universo republicano dos juízes brasileiros, que não aceitarão coações ou obstruções no exercício de sua missão constitucional conferida soberanamente pelo povo brasileiro”, disse.

 

Por fim, Moraes disse que não há possibilidade de “impunidade, omissão ou covarde apaziguamento”. “Como integrante do Supremo Tribunal Federal, continuarei a cumprir minha missão constitucional de julgar com independência e imparcialidade”, completou.

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Sanções

Em julho deste ano, Moraes também foi alvo de sanções dos Estados Unidos. O ministro atua como relator das ações penais da trama golpista no Supremo, que condenaram o ex-presidente Jair Bolsonaro – aliado político de Donald Trump. 

A lei prevê o bloqueio de contas bancárias, ativos e aplicações financeiras nos Estados Unidos, a proibição de transações com empresas americanas que estão no Brasil, além do impedimento de entrada no país.

Apesar das sanções, a medida teve impacto reduzido. Moraes não tem bens nem contas em bancos sediados naquele país. O ministro também não tem o costume de viajar para os Estados Unidos.

Além de Moraes, os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso também foram alvo de sanções e tiveram os vistos de viagem suspensos pelo governo de Donald Trump. 

Fonte: Agência Brasil

Governo de Goiás conquista Prêmio Excelência da Saúde

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Governo de Goiás conquista prêmio nacional por excelência da saúde
Ao receber premiação concedida pelo Grupo Mídia, titular da SES, Rasível Santos destacou que desenvolvimento constante de novas tecnologias na Saúde é prioridade do Governo de Goiás (Foto: SES-GO)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) conquistou o Prêmio Excelência da Saúde promovido pelo Grupo Mídia, uma das mais importantes premiações do País nas áreas de gerenciamento, tecnologia e inovação. A cerimônia de entrega da honraria foi realizada no último sábado (20/09), em Ribeirão Preto (SP). A solenidade reuniu empresários, engenheiros e pesquisadores de vários Estados brasileiros.

O titular da SES, Rasível Santos, destacou que a conquista do Prêmio Excelência em Saúde representa um capítulo a mais na história de êxitos alcançados pela Saúde estadual. Só neste semestre, a pasta recebeu quatro premiações. Em agosto, dois programas em inovação digital – Meu Prontuário Eletrônico (Meu PEP) e Exames laboratoriais (Hemograma) usando FHIR – foram agraciados com o 1º e o 2º lugares no Prêmio da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Tecnologia de Informação e Comunicação (Abep-TIC). 

No início deste mês, a SES obteve a primeira colocação no 2º Prêmio de Inovação do Setor Público de Goiás, também com o programa Meu PEP. Representantes do Grupo Mídia destacaram que a escolha da SES se deu em reconhecimento aos investimentos em tecnologia voltada à gestão, fator que a destacou entre as instituições avaliadas.

Durante a solenidade, Rasível Santos informou que o Governo de Goiás tem como uma de suas prioridades o desenvolvimento e a implementação constante de novas tecnologias na área da saúde.

Ele assinalou que os 25 hospitais e as 6 policlínicas de saúde localizados em municípios estratégicos do território goiano utilizam as soluções tecnológicas para a gestão oferecidas pela empresa MV, o que permite a integração de dados assistenciais e a otimização de processos.

O secretário afirmou que Goiás, por meio de parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), é o único estado do país que realiza as publicações da saúde em HL7 FHIR, o que possibilita a interoperabilidade – acesso às informações clínicas por outros sistemas e plataformas.

Ele ressaltou que a interoperabilidade é importante neste momento em que o Governo de Goiás inaugura o Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora) para tratamento do câncer em crianças e adolescentes.

“Já recebemos pacientes do Hospital do Amor, de Barretos, que vieram com a interoperabilidade”, acentuou o titular da SES.

Essa questão, conforme diz, garante eficiência e otimiza o acesso da população aos serviços, o que reduz as mortes evitáveis.

Secretaria de Estado da Saúde (SES) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Indígenas iniciam greve nacional no Equador e escalam crise política

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O movimento indígena do Equador iniciou uma “greve nacional” por tempo indeterminado nesta segunda-feira (22) contra diversas medidas do presidente Daniel Noboa, principalmente contra o decreto que elimina subsídios ao diesel, o que pode impactar o custo de vida da população.

O preço do diesel subiu, da noite para o dia, de US$ 1,80 para US$ 2,80 o barril. A mobilização fechou algumas vias de províncias da região Norte do país e escalou a crise política e institucional equatoriana com o presidente em conflito aberto contra a Corte Constitucional (CC).

O Palácio Presidencial temporário na província de Cotopaxi amanheceu cercado por forças de segurança, as organizações indígenas acusam o governo de repressão e Noboa ameaça denunciar manifestantes por “terrorismo” em caso de fechamento de vias.  

O presidente da Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador (Conaie), Marlon Richard Vargas Santi, convocou todo o país para se unir aos protestos.

“Não somos criminosos nem terroristas; somos um povo digno que exige respeito à vida, aos direitos e aos territórios. A resposta do governo não pode ser repressão ou perseguição, mas sim ouvir as demandas legítimas do povo”, afirmou.

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A crise política e institucional no Equador vem se agravando após decisões do Tribunal Constitucional do país que derrubaram medidas do Executivo, entre elas, alguns decretos de Estado de exceção que suspendem liberdades individuais em províncias afetadas por ondas de violência envolvendo o narcotráfico.  

Em resposta a decisões da Corte que limitaram seus poderes, Noboa editou decreto, na última sexta-feira (19), convocando uma assembleia constituinte com objetivo de escrever uma nova Carta Magna do país. A Corte informou que irá analisar o pedido de nova Constituinte. 

Ao defender a nova Constituinte, o presidente equatoriano justificou que o país foi “sequestrado por instituições que esqueceram a quem devem servir: a vocês. Não podemos continuar presos ao passado. O Equador merece libertar-se de quem os freia.”

Em nota, a Corte equatoriana rebateu as acusações do presidente e lamentou uma ameaça de bomba no interior do tribunal na semana passada.

“Respeitar a Constituição não significa bloqueio entre instituições ou confronto político, tão pouco se busca limitar a opinião pública sobre uma possível emenda à Constituição.”

Crise institucional

A Corte equatoriana, que equivale ao Supremo Tribunal Federal (STF) no Brasil, virou alvo do presidente equatoriano Noboa, que liderou duas manifestações nas últimas semanas contra as decisões da CC.

Um dos focos do conflito foi em torno da negativa, pela Corte Constitucional, de parte das perguntas elaboradas pelo presidente para a consulta popular que pretende fazer. Para o Tribunal, parte das perguntas induzia o voto ou não tinha informações suficientes para o eleitor.

As perguntas iam desde a liberação de cassinos em hotéis cinco estrelas até o pagamento de salário por hora trabalhada para o setor do turismo, limitação dos poderes da Corte Constitucional e eliminação do Conselho de Participação Cidadã e Controle Social, que nomeia as autoridades dos órgãos de controle.  

Apesar de vetar alguns questionamentos, a Corte autorizou duas perguntas, uma que busca de eliminar a proibição de instalar bases militares estrangeiras no país, o que pode abrir possibilidade para instalar bases dos Estados Unidos (EUA) no Equador, e o fim do financiamento público para partidos políticos. O referendo foi convocado para o dia 16 de novembro.

A Constituição do Equador proíbe instalação de bases militares no país, o que levou os EUA a fecharem uma base que mantinham na cidade costeira de Manta, em 2009.

O professor universitário Fernando Casado Gutiérrez avalia que Noboa tenta aumentar a influência sobre instituições que hoje não controla completamente, como o Corte Corte Consitucional e o Conselho de Participação Cidadã.

“Novoa os tornou alvos de suas políticas e os transformou em seu novo inimigo. Agora, ele claramente visa desmantelar o Tribunal Constitucional. É algo que está muito na moda, esse desmantelamento da institucionalidade e dos freios e contrapesos dos diferentes poderes do Estado por poderes executivos hiperpoderosos”, comentou o professor.

Greve indígena

Em meio ao impasse, a Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador (Conaie) convocou uma paralisação por tempo indeterminado. A Conaie já protagonizou grandes mobilizações no Equador que contribuíram para inviabilizar a governabilidade de outros presidentes do país.

A organização exige também a redução de imposto, revogação de licenças de mineração em alguns territórios, fim da repressão contra lideranças populares e mais recursos para saúde e educação.

O movimento indígena critica ainda o “autoritarismo e a concentração de poder de Noboa”, pede o fim do modelo econômico baseado no extrativismo; condena as medidas “neoliberais” do Executivo; e rechaça a consulta popular e a constituinte convocado pelo presidente de ultradireita do país.

O professor Fernando Casado Gutiérrez destacou que o fim do subsídio ao diesel afeta a comunidade indígena, que já vivem uma situação econômica precária.

“O movimento indígena tem estado em uma espécie de quase mobilização nos últimos meses, com críticas a tentativa do governo de privatizar o campo de petróleo de Sancha, o mais rentável do país”, disse.

Gutiérrez destacou ainda que a mineração em áreas ambientais sensíveis tem contaminado rios usados na agricultura de subsistência de povos indígenas.

“Houve uma mobilização muito importante na semana passada, da qual também participou o movimento indígena em Quimsacocha, em defesa da água”, completou.

Fonte: Agência Brasil

Haddad diz que política fiscal não depende apenas do governo federal

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira (22), em São Paulo, que o estabelecimento da política fiscal e o equilíbrio das contas públicas não dependem apenas do Ministério da Fazenda ou do Poder Executivo, mas são também responsabilidades do Congresso e do Judiciário.

De acordo com o ministro, o crescimento das emendas parlamentares e dos precatórios – dívidas judiciais da União – têm causado muita pressão sobre o Orçamento. O ministro lembrou que foi criado um grupo de trabalho para estabelecer contatos constantes com o Judiciário para explicar o impacto que algumas ações judiciais provocam no Orçamento.

“Goste-se ou não, e eu não estou fazendo juízo de valor, temos R$ 50 bilhões de emenda parlamentar. Os precatórios, que não têm a ver com decisão tomada por esse governo, praticamente dobraram de tamanho. Você tinha uma média de precatório entre R$ 50 bilhões e 60 bilhões. Hoje, você tem R$ 100 bilhões”, disse o ministro ao participar do evento Macro Day, promovido pelo banco BTG Pactual.

O ministro criticou a Tese do Século, uma decisão do Judiciário em que as empresas ganharam o direito de retirar o ICMS, principal imposto estadual, da base de cálculo das contribuições federais PIS/Cofins. 

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“Nós estamos falando de um tombo de mais de R$ 1 trilhão de perda de arrecadação. Eu estimo que 10% do PIB (Produto Interno Bruto, soma dos bens e serviços produzidos no país) da nossa dívida pública seja uma consequência dessa decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal por 6 a 5 no placar [da Tese do Século]”, ressaltou Haddad.

O ministro também criticou o fato de que uma boa parte dos gastos atuais do governo, e que equivalem a 0,5 ponto porcentual do PIB, se referem à expansão de despesas permanentes que foram contratadas ainda no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, resultado de mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Essas despesas, segundo o ministro, equivalem a cerca de R$ 70 bilhões.

“Não somos nós [do atual governo] que estamos gastando, mas nós estamos honrando uma despesa que foi contratada em 2021 e da qual nós não conseguimos sair”, reforçou o ministro.

O ministro também defendeu que é preciso criar condições políticas para o arcabouço fiscal ser fortalecido, ampliando o diálogo com o Congresso. 

“Para ele [arcabouço] ser fortalecido, você precisa criar as condições políticas de sentar com os parlamentares e falar ‘nós vamos precisar ajustar algumas regras, senão o arcabouço não vai ser sustentável no longo prazo’”, defendeu Haddad.

Fúria arrecadatória

O ministro negou que o governo esteja aumentando impostos ou que só “pense em arrecadar”. Segundo ele, essa “fúria arrecadatória”, que é citada para se referir ao atual governo, ocorreu, em verdade, durante a ditadura militar, quando a carga tributária brasileira como proporção do PIB subiu de 16% para 26%.

“O que está acontecendo agora na comparação com o que aconteceu no passado? Não está acontecendo nada disso. Estamos repondo um dinheiro perdido ao longo de duas décadas para, justamente, chegar num patamar no qual a gente controla a despesa, e recompondo a base fiscal, a gente tem condição de sustentabilidade”, explicou.

“Não é verdade, nem que houve gastança [no atual governo], como querem alguns, nem que tem uma fúria arrecadatória”, afirmou. 

Legado

O ministro reforçou que pretende entregar um Brasil melhor quando deixar o Ministério da Fazenda. O legado do governo Lula na área econômica, segundo ainda Haddad, vai ser positivo para o país e também para as futuras gerações.

“Nós vamos ter o melhor crescimento médio dos últimos 12 anos ou mais; a menor inflação de um mandato desde o Plano Real; a menor taxa de desemprego da série histórica; o melhor desempenho fiscal dos últimos três mandatos e a maior reforma tributária já feita sob qualquer regime”, afirmou.

“Eu quero sair desse cargo do mesmo jeito que eu saí de todos os cargos que eu ocupei. Quero sair podendo encontrar vocês em qualquer circunstância e podendo conversar sobre o Brasil, sobre o melhor caminho para o nosso país, sobre como melhorar o grau de investimento, sobre como melhorar o volume de investimento, sobre como melhorar as contas públicas, sobre como fazer o dinheiro chegar em quem precisa e sobre como ter um pouco mais de justiça tributária num país tão desigual como o nosso”, assegurou Haddad. 

“Se erramos ou acertamos, a história vai dizer. Mas tudo foi feito com muita tenacidade, com muita vontade. Eu acho que nós vamos colher os frutos desse trabalho que não está completo porque nunca estará completo o trabalho de condução da economia. Sempre vai ter tarefa pela frente”.

Fonte: Agência Brasil