Início Site Página 633

EUA suspendem sanções contra ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes

0

O ex-presidente paraguaio Horacio Cartes disse nesta segunda-feira (6) que o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos Estados Unidos (Ofac) suspendeu as sanções impostas a ele há dois anos por seu envolvimento em atos de suposta corrupção.

O anúncio foi feito após um comunicado no site do Ofac em que o ex-presidente e várias de suas empresas foram removidos de uma lista que o escritório chama de “nacionais especialmente designados”.

O Ofac havia aplicado sanções a Cartes em 2023, citando “corrupção desenfreada”, o que o ex-líder negou repetidamente.

“Com humildade e satisfação, recebo a notícia do levantamento das sanções do Ofac que pesavam sobre mim”, disse Cartes nesta segunda-feira em uma declaração no X.

Cartes, que governou o Paraguai entre 2013 e 2018, é considerado o mentor político do atual presidente do país, Santiago Peña. Cartes ainda lidera o governista Partido Colorado, e tem influência significativa no governo de Peña.

Os Estados Unidos acusaram Cartes de participar de atividades corruptas antes, durante e depois de seu mandato como presidente, e de obstruir uma grande investigação internacional sobre crimes transnacionais para se proteger.

“Estendo meu reconhecimento ao governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump, por ter agido com objetividade e senso de justiça ao analisar todas as circunstâncias relevantes e os méritos de minha defesa”, acrescentou Cartes.

Além de manter a aliança do Paraguai com Taiwan, apesar dos crescentes pedidos internos para reconhecer a China, Peña tem demonstrado forte apoio às iniciativas dos EUA em fóruns internacionais, incluindo seu apoio a Israel durante a guerra em Gaza.

Nesta segunda-feira, Peña disse via X: “Celebramos essa decisão do governo dos Estados Unidos e reafirmamos nosso compromisso de trabalhar cada vez mais juntos”.




Fonte: Agência Brasil

Índice de Gini: desigualdade em metrópoles tem menor nível histórico

0

O Índice de Gini, índice criado para medir o grau de concentração de renda, caiu ao menor nível histórico nas metrópoles brasileiras, com índice 0,534 em 2024. O indicador, que se baseia no rendimento domiciliar per capita, mede o grau de distribuição desses rendimentos entre os indivíduos de uma população, variando de zero a um. Quanto mais próximo de 0, menor a desigualdade.

O dado faz parte do Boletim Desigualdade nas Metrópoles, produzido em parceria entre o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Observatório das Metrópoles, o Laboratório de Desigualdades, Pobreza e Mercado de Trabalho da Pontífice Universidade Católica do Rio Grande do Sul e a Rede de Observatórios da Dívida Social na América Latina.  De acordo com um dos coordenadores do estudo, o professor da PUCRS André Salata, dois fatores contribuíram de forma mais expressiva para o resultado: o aumento da renda obtida com o trabalho e a valorização do salário mínimo.

“Nos últimos anos, a gente teve um mercado de trabalho mais aquecido, em grande medida se recuperando da pandemia, com baixa desocupação. E também o retorno da política de valorização real do salário mínimo, que a gente sabe que faz diferença principalmente nas camadas mais baixas”, diz o pesquisador.

“E o país está conseguindo aliar esses dois fatores com o controle da inflação. Pra todo mundo está melhorando, mas está melhorando proporcionalmente mais para quem está na base da pirâmide”, completa.

Como resultado, o aumento da renda foi maior entre os 40% mais pobres, saindo de R$ 474 por pessoa em 2021, para R$ 670 em 2024, o que também é um recorde da série histórica. Isso ajudou a diminuir também a taxa de pobreza nessas regiões, de 31,1% em 2021 para 23,4% em 2023, chegando a 19,4% no ano passado, o que significa que 9,5 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza entre 2021 e 2024.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Por outro lado, apesar de também ter caído, a diferença entre os dois extremos da pirâmide continua bastante expressiva. No ano passado, os 10% mais ricos tiveram rendimentos 15,5 vezes maiores do que os 40% mais pobres.

O professor explica que o coeficiente de Gini acima de 0,5 já é um nível de desigualdade muito alto, e ressalta que a taxa de pobreza nas metrópoles é de quase 20%.

“Tudo isso indica uma situação social que não é nada desejável. Então, se a gente olhar só a foto não há nada a se comemorar. Agora, quando você olha o movimento dos últimos anos, ou seja, o filme dos últimos anos, aí a gente tem motivos para se alegrar um pouco mais, e ser um pouco mais otimista, porque é um movimento de melhoria, de redução da pobreza, de aumento da renda média.” pondera.

O boletim congrega dados das 20 Regiões Metropolitanas do país (Manaus, Belém, Macapá, Grande São Luís, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Salvador, Belo Horizonte, Grande Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Vale do Rio Cuiabá e Goiânia) e também de Brasília e da Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina.

“Mais de 40% da população brasileira está nas metrópoles, o que significa mais de 80 milhões de pessoas. E dentro das nossas regiões metropolitanas, a gente encontra alguns dos maiores desafios para consolidar a cidadania no Brasil, em especial para as camadas mais pobres. E quando a gente analisa a desigualdade dentro dessas regiões, a gente tá falando daquela desigualdade que o morador encara diariamente” enfatiza Salata.

Fonte: Agência Brasil

Três Rios (RJ) elege novo prefeito e vice-prefeito

0

O município de Três Rios, no centro-sul fluminense tem novo prefeito. É Jonas Mascarenhas Macedo (Podemos), o Jonas Dico, e como vice-prefeito, Arsonval Macedo, o Liliu (MDB). Neste domingo (5), eles tiveram 16.182 votos (40,19% dos votos válidos) e ficarão à frente da prefeitura até 31 de dezembro de 2028.

O presidente do TRE-RJ, desembargador Peterson Barroso Simão disse que a eleição em Três Rios transcorreu com normalidade. “Os eleitores deram exemplo do direito- dever cívico de votar com ordem e tranquilidade, fortalecendo a democracia. Juízes, servidores e mesários estão de parabéns pela eleição bem-sucedida”, elogiou o magistrado. 

Dos 61.308 eleitoras e eleitores aptos a votar no município, 43.378 compareceram aos 50 locais de votação. A taxa de abstenção foi de 29,25% (17.930). Votos brancos e nulos somaram 3.111 (7,17%).

A eleição transcorreu sem incidentes relevantes. Foi registrado um desacato na 108ª Delegacia de Polícia Civil, quando um veículo foi apreendido por estar com adesivo de propaganda eleitoral nas proximidades de locais de votação. 

Não houve necessidade de substituição de nenhuma urna eletrônica nas 205 seções eleitorais.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Entenda o caso

Joacir Barbaglio teve as contas de gestão como presidente da Câmara Municipal de Três Rios reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), em 2019. Ele disputou a eleição sub judice e foi o mais votado nas eleições de 2024 para a prefeitura.

O candidato chegou a obter uma liminar suspendendo a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) mas, como a mudança ocorreu após o primeiro turno das eleições, não tinha valor para suspender a inelegibilidade.

Ao acompanhar o voto do relator da ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro André Mendonça, o plenário reiterou que o caso de Três Rios é semelhante ao ocorrido nas eleições de prefeito na cidade de Bandeirantes, São Paulo, em que a Corte, também por unanimidade, decidiu que vale a data do primeiro turno para que a documentação apresentada pelo candidato esteja devidamente correta na Justiça Eleitoral.

Os eleitos serão diplomados no dia 29 de outubro pelo Juízo da 174ª Zona Eleitoral no Fórum da cidade.

A diplomação é o ato pela qual a Justiça Eleitoral atesta que o candidato foi efetivamente eleito pelo povo e, por isso, está apto a tomar posse no cargo.


Fonte: Agência Brasil

SP tem 14 casos de intoxicação por metanol com duas mortes confirmadas

0

Balanço divulgado pelo governo paulista nesta segunda-feira (6) confirmou 14 casos de intoxicação por metanol no estado e duas mortes. Estão em investigação no estado 178 casos com a ocorrência de sete óbitos.

De acordo com o governo de SP, 20 pessoas foram presas nesta semana, entre elas o principal fornecedor de insumos para falsificação de bebidas do estado. No ano, já foram presas 41 pessoas acusadas de adulteração de bebidas.

As principais linhas de investigação da Polícia Civil de São Paulo são contaminação por metanol usado na limpeza de garrafas reaproveitadas e uso de metanol para aumentar o volume de bebidas adulteradas.

De acordo com o governo de SP, as prisões realizadas até o momento não têm relação entre si e vínculo com o crime organizado. “O que está bem claro para a gente é a necessidade de trabalhar com as evidências. E não há crime organizado nesse processo”, disse o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite.

“Nenhum dos 41 presos em ações de falsificação de bebida são de facções criminosas. Não tem nenhum indício de participação de facções nesse processo todo”, reforçou o secretário.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O secretário de Saúde, Eleuses Paiva, destacou que o estado adquiriu 2,5 mil ampolas de álcool etílico absoluto para o tratamento de pacientes com intoxicação por metanol. A distribuição foi feita para 20 hospitais de referência no estado.

 


arte-metanol
arte-metanol

Fonte: Agência Brasil

Zanin vota para manter Moro réu por calúnia contra Gilmar Mendes

0

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta segunda-feira (6), para manter da decisão da Primeira Turma que tornou o senador Sérgio Moro (União-PR) réu pelo crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes.

Com o voto de Zanin, o placar da votação está 4 votos a 0 pela rejeição do recurso protocolado pela defesa do senador. Falta o voto de Luiz Fux. 

O julgamento ocorre de forma virtual e está previsto para terminar na próxima sexta-feira (10).

Antes do voto de Zanin, a ministra Cármen Lúcia e os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino já tinham formado maioria para manter a decisão. 

Em junho do ano passado, Moro virou réu no Supremo após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A denúncia foi feita com base em vídeo no qual o ex-juiz da Operação Lava Jato apareceu em uma conversa com pessoas não identificadas durante uma festa junina, ocorrida em 2022, e afirmou:  “Isso é fiança, instituto para comprar um habeas corpus do Gilmar Mendes”. 

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Outro lado 

Durante o julgamento no qual o senador virou réu, o advogado Luiz Felipe Cunha, representante de Moro, defendeu a rejeição da denúncia e disse que o parlamentar se retratou publicamente.

Para o advogado, Moro usou uma expressão infeliz:

“Expressão infeliz reconhecida por mim e por ele também. Em um ambiente jocoso, num ambiente de festa junina, em data incerta, meu cliente fez uma brincadeira falando sobre a eventual compra da liberdade dele, caso ele fosse preso naquela circunstância de brincadeira de festa junina.”

Fonte: Agência Brasil

Sessão solene cobra apoio do GDF para cuidados paliativos na rede pública

0

Cuidado centrado na vida, com foco em garantir bem-estar, conforto e dignidade a pessoas que enfrentam doenças graves ou limitantes, além de oferecer suporte às famílias. Esta é a definição de cuidados paliativos que consta na cartilha digital que a Frente dedicada ao tema na Câmara Legislativa lançou nesta segunda-feira junto à sessão solene para homenagear os paliativistas no DF. O deputado distrital Fábio Felix (Psol) capitaneou o evento, que apontou a necessidade de mais apoio público para a área.

“O trabalho não encontra eficácia, resultados, consequências melhores e mais objetivas no atendimento ao usuário se a gente não tem investimento, prioridade, apoio da gestão”, alegou o parlamentar, que preside a Comissão de Direitos Humanos da Casa. “Muitas vezes nos falta esse apoio e os profissionais, com muita dificuldade, colocam uma série de serviços de pé todos os dias no DF, funcionando sem estrutura e sem recurso. Mas essa não deveria ser a prática, somos trabalhadores e trabalhadoras, não heróis e heroínas”, completou Felix.

 

Foto: Carlos Gandra/ Agência CLDF

Servidora da Secretaria Estadual de Saúde (SES) e membra da Frente Parlamentar dos Cuidados Paliativos na CLDF, Giselle de Fátima Silva relembrou que há cerca de 20 anos percebeu-se a necessidade de aprimoramento técnico para cuidar de pacientes com doenças graves e/ou limitantes. Hoje, os cuidados paliativos estão na pauta da Organização Mundial da Saúde. “O DF é reconhecido nacionalmente pelo pioneirismo e pela potência de seus profissionais paliativistas. Trabalhadores de outros estados visitam serviços da Secretaria para conhecer modelos de implantação, funcionamento e organização assistencial”, informou.

Para ampliar os atendimentos e aprimorar o suporte, Giselle defendeu a criação de uma unidade específica para os cuidados paliativos na estrutura administrativa do GDF. Diferentes serviços da área estão distribuídos nos seguintes hospitais do DF: de Base, Materno Infantil, da Criança, de Apoio de Brasília e nos hospitais regionais da Asa Norte, de Taguatinga, do Gama, de Sobradinho, de Planaltina, de Samambaia, e de Santa Maria.

Fisioterapeuta da SES, Renata Nóbrega representou a Associação Síndrome do Amor, que presta assistência a 3.274 famílias com condições genéticas severas, sendo 2.262 dessas diagnosticadas com a síndrome de Edwards. “Os cuidados paliativos não vêm para curar, mas para aliviar sofrimento e oferecer conforto físico, psicológico, social e até mesmo espiritual”, resumiu. Configuram-se, portanto, como “direito do paciente”, ramo atrelado aos direitos humanos que não se confunde com os direitos sanitários — tais como receber remédio e ter acesso a leitos — , esclareceu Nelma Melgaço do Instituto Brasileiro de Direito do Paciente.

 

Foto: Carlos Gandra/ Agência CLDF

“Cuidado paliativo não é só o cuidado em uma fase na qual não há possibilidade de cura, é toda uma dignidade que se dá não só ao paciente, mas à toda família”, declarou Alexandre Freire de Alarcão, presidente da Abrace, que atualmente presta assistência a cerca de 80 crianças com câncer. “Crianças que recebem cuidados paliativos podem ter a vida curta, e como é curta, urge que a gente trabalhe para que seja plena de significado e sentido”, pontuou a presidente da Academia Distrital de Cuidados Paliativos, Andrea Nogueira Araujo.

Na visão da consultora nacional para o envelhecimento saudável da Organização Panamericana de Saúde, Maria Cristina Hoffmann, cuidar como um todo do conjunto dos cidadãos de forma a diminuir as desigualdades revela como os cuidados paliativos traduzem, na prática, os princípios de universalidade, integralidade e equidade do Sistema Único de Saúde.



Fonte: Agência CLDF

CLDF premia projetos que promovem saúde nas escolas

0

Trinta escolas públicas foram premiadas pelo edital “Saúde nas Escolas – Edição Ana Nery”, uma iniciativa da deputada distrital Dayse Amarilio (PSB). Cada uma das instituições de ensino receberá R$ 10 mil via emenda parlamentar. Os projetos vencedores foram apresentados no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal nesta segunda-feira (6). Na ocasião, também foram entregues moções de louvor a estudantes e profissionais escolares.

“Eu tenho certeza que esses projetos têm mudado a vida não só das crianças e dos jovens que estão nas escolas, mas também das famílias. O edital foi o sonho de misturar educação e saúde para pensar em ações que vão além dos muros da sala de aula”, destacou Dayse Amarilio. Os projetos abarcam uma grande variedade de temas, contemplando a saúde integral dos alunos e da comunidade.

 

Foto: Andressa Anholete/ Agência CLDF

Foram desenvolvidas medidas de prevenção ao suicídio e à automutilação; combate ao bullying e ao cyberbullying; promoção da dignidade menstrual, com a distribuição de absorventes; realização de aulas de yoga, vôlei, karatê, futebol e outras práticas esportivas; de uso da escrita e da arte para promoção de saúde mental; incentivo à alimentação saudável, com práticas pedagógicas sobre o tema e plantio de hortas; combate à dengue; conscientização sobre vacinas e valorização da ciência, entre outras iniciativas.

As escolas selecionadas são de Brazlândia, Ceilândia, Gama, Guará, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Plano Piloto, Recanto das Emas, Samambaia, São Sebastião e Taguatinga (acesse aqui a lista completa).

“Vocês estão fazendo a diferença nas nossas escolas. Esses projetos são muito valiosos”, enalteceu a diretora de atendimento e apoio à saúde do estudante da Secretaria de Educação do DF, Larisse Cavalcante. Ela atua no programa Saúde nas Escolas, uma parceria entre as Secretarias de Educação e Saúde para atuação dentro do ambiente escolar. “O nosso estudante não precisa só de lápis e caderno. Ele precisa de saúde”, afirmou a diretora.

 

Foto: Andressa Anholete/ Agência CLDF

Homenagem à Anna Nery

Além dos projetos de saúde, o edital incluiu uma homenagem à enfermeira Anna Nery, a primeira mulher a figurar na galeria de heróis e heroínas da pátria. Foram premiadas as escolas com as três melhores redações e os cinco melhores desenhos sobre a vida da patrona da enfermagem no Brasil. As instituições vencedoras vão receber um adicional de R$ 10 mil de emenda parlamentar.

“Anna Nery foi uma mulher que deixou tudo para ir à guerra do Paraguai. Ela cuidou não só dos soldados brasileiros, mas dos paraguaios também. Ela trouxe para a enfermagem brasileira a importância do cuidado humanizado, independentemente da nacionalidade, da cor, da raça, do gênero, da religião”, ressaltou a chefe do departamento de gestão do exercício profissional do Conselho Federal de Enfermagem, Tatiana Maria Guimarães.

A solenidade completa pode ser assistida no Youtube da TV Câmara Distrital.

Acesse aqui as fotos do evento.

Fonte: Agência CLDF

Goiás dá início à Campanha de Multivacinação

0
Barbeiro Marcos Paulo de Souza também aproveitou para levar a Lua Beliza Soares, de 5 anos, para se imunizar com a vacina contra a varicela (Foto: Marco Monteiro)

Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Prefeitura de Senador Canedo, lançou a Campanha de Multivacinação, nesta segunda-feira (06/10), na Unidade Básica de Saúde Bom Sucesso do município.

A campanha será realizada em todo o país, de 6 a 31 de outubro, com o objetivo facilitar o acesso às vacinas que fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação das Crianças e do Adolescentes e tem como lema Vacinar para o perigo não voltar.

A subsecretária de Vigilância em Saúde da SES, Flúvia Amorim, destaca a importância de todos os gestores e equipes estarem envolvidos nas estratégias para ampliar os índices de cobertura vacinal.

“A imunização é fundamental para evitar mortes e complicações por doenças que já estavam controladas ou erradicadas. A ameaça de retorno de doenças como poliomielite, sarampo e Febre Amarela são reais. Precisamos levar informação segura e de credibilidade para a população”, reforça Flúvia.

Campanha de multivacinação

O objetivo da campanha é atualizar a situação vacinal, aumentar a cobertura, diminuir a incidência e contribuir para o controle e eliminação das doenças imunopreveníveis em menores de 15 anos de idade.

No dia 17 de outubro será realizada uma Blitz no Trânsito, na Avenida 136 em Goiânia, para alertar os motoristas sobre a importância da vacinação, chamando para o dia D de Vacinação, que ocorrerá em 18 de outubro.

A secretaria orienta que os municípios diversifiquem suas estratégias para resgate da população não vacinada ou com esquema incompleto, como a ampliação dos horários e dias de atendimento nas unidades de saúde e vacinação em escolas públicas, feiras, parques, ou seja, fora dos muros das unidades de saúde.

Lançamento da campanha de multivacinação
Lançamento da campanha de multivacinação
Durante abertura da campanha, o pequeno Miguel Caetano, de 1 ano e 1 mês, foi vacinado com a ACWY no colo da mãe, Ester Machado (Foto: Marco Monteiro)

Números

Em Goiás, algumas vacinas têm apresentado aumento na cobertura, como a BCG (90% em 2025, contra 86,40% em 2024); mas outras ainda precisam melhorar, como a Pentavalente (77% em 2025 contra 82,04% em 2024) e Polio (76,24% em 2025 contra 83,41% em 2024).

A meta de cobertura preconizada pelo Ministério da Saúde é de 95%. A população deve procurar uma das mais de mil salas de vacina disponíveis no Estado e atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes.

Secretaria da Saúde – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Jogos Universitários Brasileiros chegam ao Rio Grande do Norte

0

Um dos maiores eventos esportivos da América Latina, os Jogos Universitários Brasileiros (Jubs), começa nesta segunda-feira (6) em Natal, reunindo cerca de sete mil estudantes de mais de 310 universidades do país. Até o dia 18 de outubro eles disputarão 3.200 medalhas em 22 modalidades, além de participarem de competições acadêmicas e de ações sociais. Segundo o presidente da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), Alim Maluf Neto, o número de estudantes envolvidos nos jogos é ainda maior: “As 27 federações fizeram seletivas estaduais para que os melhores estivessem aqui em Natal. A gente chega então a 80 mil atletas que participaram com o sonho de ser um desses sete mil atletas que estão aqui”.

As competições começam na próxima terça-feira (7) em 30 praças esportivas espalhadas pela capital do Rio Grande do Norte, com o coração do evento no Centro de Convenções de Natal, onde está o Boulevard dos Atletas. O espaço é um ponto de encontro dos participantes, com atividades culturais, brincadeiras e descontração entre estudantes, equipes técnicas e visitantes. Lá também serão realizadas as competições de lutas, do basquete x1 e os jogos eletrônicos (games).

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Pesquisa também ganha medalha

Além das competições esportivas, os Jogos também incluem uma modalidade acadêmica. Nela os alunos podem inscrever trabalhos acadêmicos que são avaliados por uma banca e também podem ser premiados com medalha. Segundo o vice-presidente da CBDU, Luciano Cabral, essa é uma forma de impulsionar a pesquisa, que é um diferencial do esporte universitário, trazendo para os jogos alunos que têm uma vocação para a pesquisa e para a produção do conhecimento.

“Ela premia como o judô e a natação, pontua igual, recebe medalha igual, mas premia a pesquisa. Nós temos três bancas, que são nove professores doutores. As bancas são divididas, fazem avaliação e os três melhores trabalhos apresentados recebem medalha, com pontuação”, explica Luciano.

Estrutura e impacto econômico

Dos cerca de 7 mil participantes, pouco mais de 200 são de Natal e representam 9 universidades locais. Todo esse volume de atletas e de atividades exige também uma grande estrutura e logística da organização do evento, com mais de 38 mil diárias de hospedagem, 72 mil refeições programadas, além do deslocamento de alunos e equipes técnicas (estão previstos 54 ônibus, 60 vans e 65 carros de trabalho). Um evento de grandes números, segundo Alim Maluf Neto: “Estamos com mais de 500 pessoas fazendo parte do grupo de trabalho, entre funcionários da CBDU, funcionários temporários, arbitragem, serviços terceirizados, uma mega-estrutura para atender essas sete mil pessoas. Para nós é um orgulho muito grande fazer parte disso e dar a oportunidade de os nossos alunos atletas, nossos futuros líderes, terem essa experiência de desfrutar o esporte universitário”.

A organização do evento espera que o impacto econômico do evento na capital do Rio Grande do Norte seja de cerca de R$ 3,5 milhões. O subsecretário de Esporte e Lazer do Rio Grande do Norte, Cezinha Nunes, afirma que esse impacto acontecerá em várias áreas: “Natal é uma cidade litorânea, você pode jogar pela manhã e de repente ir fazer um passeio nas dunas com sua equipe. Isso é muito válido. Acho que o impacto de grandes proporções não apenas no esporte, como no turismo, na economia, no que as pessoas levarão daqui para seus estados”.

Ações Sociais

Os Jubs também serão palco de ações sociais em Natal, como conta a coordenadora de responsabilidade social da entidade, Elaine Morellato. A primeira delas, que acontece ainda esta semana, é a visita de alunos do ensino fundamental, com idades a partir de 9 anos, ao Boulevard dos Atletas. As crianças conhecerão o espaço e acompanharão a rotina dos atletas, além de participarem de brincadeiras. Também serão realizadas ações voltadas para mulheres em situação de vulnerabilidade social. “A responsabilidade social é isso. Temos que mostrar o mínimo de impacto, deixar um legado e deixar uma mensagem”, declarou. “Para as crianças, mostrar que elas são os futuros universitários, estarão nos Jubs no futuro. Eu, por exemplo, estive em Natal em 1999 como atleta e hoje estou como coordenadora. A ideia é essa, essa roda tem que continuar a girar”, conclui.



Fonte: Agência Brasil

Vestibular da UEG: alunos da rede pública têm 25% das vagas

0
Alunos da rede pública têm 25% das vagas da UEG
No vestibular 2025/1, 1.643 estudantes ingressaram por meio das cotas, sendo 1.203 oriundos da rede pública (Foto: UEG)

O Governo de Goiás, por meio da Universidade Estadual de Goiás (UEG), reforça compromisso com a inclusão e a democratização do ensino superior. No Vestibular 2026/1, 25% das vagas são reservadas exclusivamente para estudantes oriundos da rede pública estadual de ensino.

No último vestibular (2025/1), 1.643 estudantes ingressaram por meio das cotas, sendo 1.203 oriundos da rede pública, o que confirma a relevância do programa para ampliar o acesso ao ensino superior em Goiás.

Inscrições prorrogadas

As inscrições para o Vestibular 2026/1 estão abertas até a próxima quinta-feira, 9 de outubro, exclusivamente pelo site. O Núcleo de Seleção da Universidade Estadual de Goiás (NS|UEG) prorrogou as inscrições para o processo seletivo do Vestibular 2026/1. São ofertadas 4.350 vagas em 35 cursos de graduação. 

A taxa de inscrição é de R$ 50. Quem já fez inscrição e não pagou o boleto com vencimento para 7 de outubro deve entrar no sistema a partir desta terça-feira (7/10) e emitir um novo boleto com nova data de vencimento. O último dia para o pagamento da taxa agora é 10 de outubro. 

Vagas

Para o pró-reitor de Graduação, Roberto Barcelos, há uma perspectiva de crescimento da presença de alunos da rede pública na universidade.

“Nós sempre temos uma expectativa muito positiva quanto à participação dos estudantes da rede pública em nossos processos seletivos. Nosso compromisso é viabilizar ações que ampliem o acesso e garantir que cada vez mais jovens ingressem no ensino superior. Defendemos a valorização da educação como caminho de transformação pessoal, cultural e social. A expectativa é de que esse movimento de acesso à nossa instituição continue crescendo, fortalecendo a inclusão, a diversidade e a equidade em nosso ambiente universitário”, afirmou.

O pró-reitor também deixou uma mensagem aos alunos: “A vocês, estudantes da rede pública que estão concluindo o ensino médio, quero deixar uma mensagem especial. Como egresso da educação pública estadual, posso afirmar o quanto a continuidade dos estudos, com ingresso no ensino superior, abre portas, amplia horizontes e oferece oportunidades que transformam vidas e sociedades. Estamos de portas abertas para recebê-los, certos de que sua presença tornará nossa universidade mais rica, plural e comprometida com a sociedade”. 

Para ampliar o alcance, em parceria com a Secretaria da Educação de Goiás (Seduc-GO), a UEG tem mobilizado a divulgação por diferentes canais. A mensagem sobre o vestibular foi enviada via aplicativo NetEscola, alcançando diretamente 67.919 estudantes concluintes da rede pública estadual, além de ser repassada a gestores e coordenadores pedagógicos das unidades escolares nos 246 municípios goianos, por meio das 40 regionais de ensino.

Cotas na UEG

Essencial na promoção da justiça social, a adoção do sistema de cotas através do Sistema Estadual de Educação pela UEG, por meio da Lei nº 14.832/2004, passou a garantir o ingresso de estudantes historicamente excluídos e ampliar o acesso ao ensino superior.

A instituição mantém então, desde o vestibular de 2005, um sistema de cotas que hoje destina 50% das vagas regulares para cotistas: 25% para estudantes da rede pública de educação básica, 20% para candidatos negros e 5% para indígenas e pessoas com deficiência.

Além disso, a UEG oferece vagas suplementares para quilombolas, consolidando-se como pioneira entre universidades estaduais na adoção da política de ação afirmativa.

Com presença em todas as regiões do estado, a UEG é hoje uma das principais portas de entrada para jovens goianos no ensino superior, reconhecida pelo seu papel na interiorização do ensino superior público e gratuito no estado. Consolidada pela contribuição acadêmica, científica e social e pela formação de profissionais em diversas áreas.

Universidade Estadual de Goiás (UEG) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás