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CLDF aprova normas para a transferência de outorgas de táxi no DF

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O Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) apreciou, nesta terça-feira (14), o projeto de lei nº 2119/2026, que disciplina a cessão de direitos de outorgas de táxi no DF. A proposta, de autoria do deputado Pepa (PP), foi aprovada em dois turnos e redação final e agora segue para a sanção da governadora Celina Leão.  

O texto altera a Lei nº 5.323/2014, que trata da prestação do serviço de táxi no DF, para adequá-la à legislação federal e permitir a transferência dos direitos de exploração do serviço. “Sem regulamentação distrital específica, a Administração Pública encontra-se, juridicamente, impedida de processar pedidos de cessão, sucessão causa mortis ou indicação de terceiros”, argumentou Pepa ao apresentar a proposição.  

 

Foto: Carlos Gandra / Agência CLDF

Segundo o PL, o titular de outorga poderá transferir seus direitos a terceiros, os quais assumirão os mesmos termos e condições da outorga original, pelo prazo remanescente. Para efetivar a transferência, o cessionário deverá apresentar requerimento formal ao órgão gestor do sistema de transporte do DF, além de comprovar o atendimento a requisitos como: regularidade do veículo (vistoria, licenciamento e padronização); inexistência de ociosidade da outorga, entre outros.  

A proposição prevê, também, a possibilidade de sucessão da outorga em decorrência do falecimento do titular, permitindo que cônjuge, companheiro ou filhos requeiram a cessão da autorização para si ou indiquem um terceiro habilitado. Nos dois casos, a requisição deve ocorrer no prazo de até um ano, contado da data do óbito.  

Ao projeto inicial, foi apresentada – e acatada –uma emenda, do próprio autor do projeto de lei. O objetivo foi suprimir dois requisitos para a cessão da outorga: regularidade fiscal, previdenciária e administrativa, e inexistência de impedimento judicial ou administrativo para a exploração do serviço.  

Pepa justifica que a emenda supressiva tem como intuito “reduzir a burocracia excessiva e eliminar exigências redundantes”, simplificando o processo de transferência da autorização.  

Fonte: Agência CLDF

EBC e Esporte iniciam articulação para Copa do Mundo Feminina 2027

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Nesta terça-feira (14), ocorreu o primeiro encontro voltado à construção da estratégia de comunicação da Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027, que será realizada no Brasil. A reunião foi articulada pela Secretaria Extraordinária para a Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027 (Secopa27), do Ministério do Esporte.

A iniciativa marca o início de uma agenda contínua de alinhamento entre órgãos do governo do Brasil e parceiros institucionais.

“É um momento fundamental para pensarmos a comunicação estratégica da Copa, tendo como centro o legado social, o desenvolvimento do esporte e as oportunidades que vamos construir até a realização do torneio, tanto no Brasil quanto internacionalmente”, afirmou a secretária Extraordinária para a Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027 (Secopa27), Juliana Agatte.


Brasília, (DF), 14/04/2026 - Secretária Juliana Agatte e a presidente da EBC, Antônia Pellegrino participam do primeiro encontro voltado à construção da estratégia de comunicação da Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027, que será realizada no Brasil. A reunião foi articulada pela Secretaria Extraordinária para a Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027 (SECOPA27), do Ministério do Esporte. A iniciativa marca o início de uma agenda contínua de alinhamento entre órgãos do governo do Brasil e parceiros institucionais. Foto: Ronaldo Caldas/MESP
Brasília, (DF), 14/04/2026 - Secretária Juliana Agatte e a presidente da EBC, Antônia Pellegrino participam do primeiro encontro voltado à construção da estratégia de comunicação da Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027, que será realizada no Brasil. A reunião foi articulada pela Secretaria Extraordinária para a Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027 (SECOPA27), do Ministério do Esporte. A iniciativa marca o início de uma agenda contínua de alinhamento entre órgãos do governo do Brasil e parceiros institucionais. Foto: Ronaldo Caldas/MESP

O encontro reforçou que a abordagem comunicacional do torneio será guiada por uma visão ampliada, que ultrapassa a dimensão esportiva. A proposta é valorizar impactos duradouros, como inclusão, igualdade de gênero e fortalecimento do futebol feminino.

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A presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Antônia Pellegrino, destacou o papel da comunicação pública nesse processo, com ênfase na ampliação da visibilidade da modalidade e na promoção de iniciativas com impacto social.

“Entre as nossas prioridades da EBC estão ampliar a presença do futebol feminino nas transmissões públicas, fortalecer parcerias com entidades do setor esportivo e também desenvolver campanhas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher, utilizando o esporte como uma ferramenta de mobilização social”, afirmou Pellegrino.

Antonia Pellegrino relatou as experiências recentes da empresa em ações de conscientização, que podem servir de referência para iniciativas futuras ligadas ao torneio.

A TV Brasil, emissora pública da EBC, tornou-se a “tela do futebol feminino” por transmitir há três anos consecutivos as principais competições nacionais da modalidade, incluindo Séries A1, A2, A3 e categorias de base. É o maior pacote de transmissões do futebol feminino da TV aberta desde 2024.

Em 2025, houve um aumento de 25% da audiência dos jogos, mostrando que a aposta da TV pública no futebol feminino é também uma forma de popularização do esporte.

Em março, a EBC em parceria com a Petrobras lançou o Prêmio TV Brasil Petrobras para Elas, premiação que nasce com o propósito de ser o principal reconhecimento anual do futebol feminino brasileiro, unindo excelência esportiva, fortalecimento institucional e compromisso social. Também foi lançada no mesmo dia a campanha Feminicídio Nunca Mais, com foco na conscientização e prevenção da violência contra mulheres e meninas. Participam da campanha, ex-atletas como Raí.

Integração

Participaram do encontro desta terça-feira a Secretaria Extraordinária para a Copa do Mundo Feminina 2027 (Secopa27), do Ministério do Esporte; a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR); a Empresa Brasil de Comunicação (EBC); a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

A atuação conjunta é considerada estratégica para alinhar narrativas, fortalecer a imagem do Brasil no exterior e engajar a população.

Outro ponto definido foi a realização de encontros semanais para criar um espaço permanente de coordenação entre as instituições responsáveis pela preparação do país para o campeonato.

* Com informações da Assessoria de Comunicação do Ministério do Esporte

Fonte: Agência Brasil

Reforço na segurança em comunidades terapêuticas é aprovado na Comissão de Fiscalização

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De autoria da deputada Doutora Jane (Republicados), o Projeto de Lei 1906/2025 foi aprovado nesta terça-feira (14) pela Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle (CFGTC) da Câmara Legislativa. A proposição, denominada Lei Liberte-se, institui normas rigorosas de segurança, prevenção a incêndios e fiscalização obrigatória em comunidades terapêuticas, clínicas e casas de recuperação de dependentes químicos no DF

Doutora Jane explica que o projeto nasceu como resposta a uma tragédia que vitimou cinco pessoas, em agosto de 2025, no Paranoá. De acordo com o texto, nenhuma instituição poderá funcionar sem alvará, licença sanitária, autorização do Corpo de Bombeiros Militar do DF e licença da Secretaria DF Legal. A proposta também torna obrigatória a adoção de medidas como plano de prevenção e combate a incêndios, rotas de fuga sinalizadas, extintores em condições adequadas, além da proibição de trancas externas em dormitórios que impeçam a saída dos internos.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

A fiscalização passará a ocorrer com periodicidade mínima semestral, realizada por órgãos como Corpo de Bombeiros Militar do DF, Vigilância Sanitária, DF Legal e Secretaria de Justiça e Cidadania. Os responsáveis pelas instituições deverão manter a documentação exposta em local visível e promover, anualmente, capacitação dos colaboradores em emergência, combate a incêndios e primeiros socorros. O descumprimento das normas poderá resultar em advertência, multas que variam de R$ 10 mil a R$ 200 mil e até interdição imediata, em casos de risco iminente à vida.

Segundo a deputada Doutora Jane, a Lei Liberte-se transforma a dor em ação concreta. “Essa legislação é um compromisso com a vida, com a dignidade humana e com uma recuperação responsável. Nenhuma família deve perder um ente querido por negligência e falta de fiscalização”, afirmou.

População de Rua 

A Comissão de Fiscalização aprovou ainda o Projeto de Lei 1215/2024. De autoria do deputado Fábio Félix (Psol), o PL institui o relatório temático “Orçamento PopRUA”, instrumento anual de fiscalização e acompanhamento da execução orçamentária voltada à população vulnerável, que será elaborado pelo órgão central de planejamento do Poder Executivo e enviado à Câmara Legislativa até o final de maio do ano subsequente ao exercício analisado.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF 

O texto prevê que o relatório deverá detalhar os valores absolutos e relativos de execução orçamentária, além de indicar as despesas exclusivas e não exclusivas que beneficiem direta ou indiretamente a população em situação de rua. Entre as entidades que poderão participar da análise do relatório estão a Defensoria Pública do DF, o Ministério Público, o Tribunal de Contas e organizações da sociedade civil.

Os projetos seguem em tramitação nas demais comissões da Casa até passarem por votação em Plenário. 

Fonte: Agência CLDF

Comissão aprova gratificação e adicional de qualificação para carreiras típicas de Estado

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A Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle (CFGTC) da Câmara Legislativa aprovou, nesta terça-feira (14), o Projeto de Lei 2.982/2022, de autoria do deputado João Cardoso (PL), que institui a Gratificação de Habilitação para Carreiras Típicas de Estado (GHCTE) e o Adicional de Qualificação para Carreiras Típicas de Estado (AQCTE). A proposta, de acordo com o distrital, representa um avanço na valorização profissional dos servidores responsáveis por funções estratégicas da administração pública.

O texto beneficia integrantes das carreiras de Auditoria de Controle Interno, Auditoria Tributária, Auditoria de Atividades Urbanas, além de Procuradores do Distrito Federal e Procuradores vinculados à Lei Complementar nº 914/2016. A GHCTE cria uma gratificação vinculada à formação acadêmica, com percentuais calculados sobre o vencimento básico, variando conforme a titulação apresentada.

Os percentuais vão de 15% para segunda graduação até 40% para doutorado, incluindo especialização e mestrado, desde que os cursos sejam reconhecidos pelo Ministério da Educação. O projeto também permite a equiparação de múltiplas especializações aos percentuais de títulos mais elevados, respeitado o limite máximo.

Além disso, o projeto institui o AQCTE, destinado a valorizar cursos de capacitação, aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional. O adicional varia de 2% a 4%, conforme a carga horária dos cursos realizados, incentivando a qualificação continuada dos servidores. As gratificações passam a integrar a base previdenciária, refletindo nos proventos de aposentadoria e pensões, inclusive para servidores já aposentados, desde que os títulos tenham sido obtidos antes da inativação.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

Segundo o deputado João Cardoso, a medida reforça o compromisso com um serviço público mais eficiente. “Valorizar a qualificação dos servidores é investir na melhoria dos serviços prestados à população”, afirmou.

Doações de órgãos públicos 

Os integrantes da CFGTC aprovaram ainda o Projeto de Lei nº 1.693/2025 de autoria da deputada Paula Belmonte (PSDB), que dispõe sobre a doação de bens móveis públicos no âmbito do DF. A proposta determina que o processo será realizado sem chamamento público somente entre órgãos ou entidades da Administração Pública distrital, direta ou indireta.

 

Foto: Rinaldo Morelli / Agência CLDF

Belmonte explica que “não há legislação distrital específica que regulamente de forma clara e transparente as hipóteses de doação de bens móveis públicos, o que abre margem para interpretações equivocadas, práticas ineficientes e eventuais desvios de finalidade”, inclusive com doações a outros entes federativos “em detrimento de ser disponibilizado no próprio âmbito distrital”.

Também foi aprovado  o Projeto de Lei 2.221/2026, de autoria do Poder Executivo, que institui o Sistema Fiscaliza Cidadão no âmbito do aplicativo e-GDF, que cria instrumento de incentivo à participação social no combate aos atos lesivos à limpeza pública. 

As propostas seguem em tramitação na Casa até serem apreciadas em Plenário. 

Fonte: Agência CLDF

Comissão aprova cancelamento de alvará de estabelecimentos que falsificarem bebida

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Estabelecimentos que falsificarem ou adulterarem bebidas no Distrito Federal terão seus alvarás de licenciamento sanitário cancelados. É o que determina o Projeto de Lei 1967/2025, de autoria do deputado Joaquim Roriz Neto (PL), aprovado nesta terça-feira (14) pela Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle (CFGTC) da Câmara Legislativa.

A proposta estabelece que a adulteração, corrupção ou falsificação de bebidas, tornando-as nocivas à saúde, passa a ser considerada infração sanitária grave, sujeita ao cancelamento do alvará sanitário do estabelecimento. A penalidade também se aplica a locais que vendam, exponham à venda, importem, mantenham em depósito ou distribuam bebidas falsificadas ou adulteradas. De acordo com o texto aprovado, a fiscalização ficará a cargo dos órgãos de vigilância sanitária do DF.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

Na justificativa do projeto, o Joaquim Roriz Neto destaca a “crescente preocupação com a circulação de bebidas alcoólicas falsificadas, especialmente aquelas adulteradas com metanol, substância altamente tóxica”. Segundo o deputado, o objetivo da iniciativa é fortalecer a proteção à saúde pública e dar uma resposta mais rigorosa a práticas que colocam em risco a vida da população. “O cancelamento do alvará atinge diretamente a atividade econômica do infrator e possui caráter preventivo e dissuasório”, observa o distrital.

Distribuidoras

Durante a votação da matéria, a deputada Paula Belmonte (PSDB) pediu que o Governo do Distrito Federal aumente a fiscalização nas distribuidoras de bebidas, principalmente no que se refere à idade dos frequentadores e ao horário de funcionamento. “A fiscalização tem que ser eficiente, pois a bebida é uma droga liberada, mas que gera outras consequências, como o aumento do feminicídio e o aliciamento de crianças, por exemplo. É preciso cuidado com a saúde mental e moral da nossa sociedade”, afirmou. Já o deputado Pepa (PP) destacou que o governo vem atuando no controle do horário de funcionamento das distribuidoras.

Bets

A Comissão de Fiscalização aprovou ainda, nesta terça-feira, o Projeto de Lei nº 1911/2025, de autoria do deputado Robério Negreiros (Podemos), que dispõe sobre a proibição de publicidade e propaganda de plataformas eletrônicas de apostas (bets) e jogos de azar em contratos de publicidade celebrados pela administração pública direta e indireta do Distrito Federal.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

 

Para a deputada Paula Belmonte, as bets têm causado muitos problemas às famílias. “Pessoas se endividam, pais perdem tudo e há casos de suicídio. Sou a favor da liberdade econômica, mas os poderes públicos não podem atrelar sua imagem às bets”, enfatizou a parlamentar.

Os projetos seguem em tramitação para posterior votação no Plenário da Casa. 

Fonte: Agência CLDF

CFGTC aprova projeto que cria banco de dados de equipamentos hospitalares no DF

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A Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle (CFGTC) aprovou, nesta terça-feira (14), o Projeto de Lei nº 1.189/2024, de autoria do deputado Robério Negreiros (Podemos), que cria um banco de dados com informações sobre a gestão e a situação dos equipamentos hospitalares da rede pública.

Foto: Andressa Anholete / AGência CLDF

O projeto foi aprovado na forma de substitutivo apresentado pela Comissão de Saúde (CSA), que promoveu uma alteração no texto: em vez de criar uma nova estrutura administrativa, o conteúdo do projeto passou a ser incorporado à Lei nº 5.221/2013, norma que já obriga o Governo do Distrito Federal a divulgar na internet dados da rede pública de saúde.

A proposta prevê o levantamento e a atualização permanente de dados como a lista de equipamentos existentes nos hospitais, contratos de manutenção, estado de conservação, além das necessidades de substituição ou aquisição de novos aparelhos. As informações deverão ser geridas pela Secretaria de Estado de Saúde do DF e utilizadas para orientar o planejamento, a alocação de recursos e a definição de prioridades na área da saúde.

A criação deste banco de dados possibilitará um planejamento mais eficiente na distribuição de recursos e equipamentos, alinhado às necessidades reais dos hospitais. Esperamos melhorar significativamente a qualidade do atendimento à população, promovendo uma gestão mais transparente dos recursos públicos destinados à saúde”, argumentou Robério Negreiros.

A iniciativa também prevê que os gestores hospitalares tenham acesso contínuo ao sistema para inserir e atualizar dados, além de treinamento específico para garantir a qualidade das informações prestadas. A expectativa, de acordo com a justificativa do PL,  é que a iniciativa contribua para reduzir desperdícios, evitar compras desnecessárias e melhorar o atendimento à população do Distrito Federal.

Fiscalização do Fundo da Criança e do Adolescente

Na mesma reunião, a CFGTC também deu parecer favorável ao Requerimento nº 470/2023, assinado pelos deputados Fábio Felix (PSOL), Ricardo Vale (PT), Dayse Amarilio (PSB) e Max Maciel (PSOL), que solicita a instauração de procedimento de fiscalização e controle sobre a execução dos recursos do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal (FDCA).

O requerimento tem como objetivo apurar a “baixa execução orçamentária do fundo”, que recebe recursos públicos e de doações privadas para financiar políticas voltadas à garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Segundo o documento, a fiscalização busca assegurar o cumprimento das normas legais que vedam o contingenciamento e o desvio dos recursos do FDCA.

“Em uma série histórica, é possível observar o quanto o FDCA/DF decaiu em seu empenho, o que demonstra uma perda significativa do financiamento de ações voltadas para as políticas da infância e adolescência”, aponta o documento assinado pelos parlamentares.

As propostas foram aprovadas com votos favoráveis dos deputados Pepa (PP), Iolando (MDB) e Paula Belmonte (PSDB) e seguem a tramitação nas demais comissões até serem apreciadas em Plenário.

Fonte: Agência CLDF

Com 322 unidades, Apê a Custo Zero abre inscrições em 12 cidades a partir desta quarta

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Apê a Custo Zero Contrapartida Social – Unidade Mobiliada
Inscrições para o Programa “Apê a Custo Zero” começam no próximo dia 15 e seguem até 14 de maio (Foto: Agehab)

A Agência Goiana de Habitação (Agehab) abre processo seletivo para a modalidade Apê a Custo Zero Contrapartida Social – Unidade Mobiliada, do programa estadual Pra Ter Onde Morar, em 12 municípios.

As inscrições começam nesta quarta-feira (15/04) e seguem até 14 de maio. Ao todo, serão entregues 322 apartamentos, já com toda a mobília incluída, distribuídos pelos seguintes municípios:

  • Águas Lindas de Goiás (143 unidades habitacionais);
  • Anápolis (19);
  • Cidade Ocidental (15);
  • Goianésia (13);
  • Goiânia (4);
  • Luziânia (5);
  • Novo Gama (12);
  • Paraúna (1);
  • Porangatu (15);
  • Santo Antônio do Descoberto (9);
  • Terezópolis de Goiás (1);
  • Valparaíso de Goiás (85).

De acordo com o presidente da Agehab, Juliano Mendes, as inscrições deverão ser feitas pelo site goias.gov.br/agehab, de forma totalmente gratuita, ou nos pontos de atendimento disponibilizados nos municípios.

“Para participar da seleção, o interessado precisa anexar todos os documentos exigidos no edital no momento da inscrição. Após essa etapa, os inscritos participarão de um processo de hierarquização, no qual terão prioridade aqueles que atenderem ao maior número de critérios”, explica Juliano.

Ele destaca que as moradias serão doadas aos beneficiários, sem qualquer custo ou pagamento por parte das famílias, totalmente mobiliadas.

Quem pode se inscrever

Serão entregues 322 apartamentos, já com toda a mobília incluída (Foto: Agehab)

Pode se inscrever quem tem renda bruta familiar mensal de um e meio a três salários mínimos comprovada com documentação; não ser proprietário cessionário ou promitente comprador de imóvel residencial; não ter recebido, em qualquer momento, imóvel de programa habitacional de interesse social de ente municipal, estadual, distrital ou federal.

Precisa também ser maior de 18 anos ou emancipado; comprovar vínculo contínuo e ininterrupto dos últimos três anos com o município onde o benefício será concedido; possuir inscrição ativa e atualizada, no ato da inscrição, no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) no município para o qual pleiteia o benefício.

Além disso, é necessário residir no município para o qual pleiteia o benefício e comprovar domicílio eleitoral no município onde reside.

A Agehab esclarece ainda que a hierarquização acontecerá para aqueles que atenderem ao maior número de critérios, conforme aponta o edital.

Serviço

Inscrições do programa “Apê a Custo Zero” Contrapartida Social – Unidade Mobiliada
Municípios: Águas Lindas de Goiás, Anápolis, Cidade Ocidental, Goianésia, Goiânia, Luziânia, Novo Gama, Paraúna, Porangatu, Santo Antônio do Descoberto, Terezópolis de Goiás e Valparaíso de Goiás
Prazo: 15 de abril a 14 de maio de 2026
Edital completo e inscrições: www.goias.gov.br/agehab

Fonte: Portal Goiás

Distribuidoras deverão informar margem de lucro semanalmente à ANP

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O governo informou, nesta terça-feira (14), medidas adicionais que serão tomadas para conter a alta dos preços dos combustíveis, em razão do agravamento mais recente do conflito no Oriente Médio que tem afetado o mercado de petróleo em todo o mundo. 

De acordo com os ministérios da Fazenda, Minas e Energia e Orçamento, além da Secretaria Nacional do Consumidor, serão publicados três decretos para regulamentar a subvenção ao diesel e ao GLP, o gás de cozinha. 

O primeiro está voltado às distribuidoras beneficiadas pelos subsídios, que deverão informar, semanalmente, sua margem de lucro à Agência Nacional do Petróleo (ANP). Outra medida diz respeito a procedimentos e prazos que terão de ser cumpridos pelos estados que aderirem a proposta do governo de subsídio ao diesel. 

Na avaliação do governo, as medidas adotadas até o momento já tiveram um impacto positivo.

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O ministro interno da Fazenda, Rogério Ceron, ressaltou o diálogo feito com os governadores para dar uma resposta à crise.  

“Os preços estão estabilizados e os suprimentos estão garantidos. A oferta está 25% acima da demanda. O povo pode ficar tranquilo porque não faltará combustíveis e os preços ficarão estáveis”, afirmou Ceron. 

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, salientou a importância das medidas para impedir que distribuidores comercializem combustíveis subsidiados sem apresentar as margens de lucro semanalmente à ANP. 

“A população será fiscal nesse momento”, disse  Silveira. 

O Secretário Nacional do Consumidor, Ricardo Morishita Wada, destacou que 8.226 postos de combustíveis foram fiscalizados nas operações recentes e 378 investigações foram abertas contra distribuidoras. 

“Quem aumentou preços apesar dos recursos públicos, já está sendo monitorado. Dessa forma, evitaremos abusos”, afirmou. 

O ministro interno da Fazenda, Rogério Ceron, ressaltou o diálogo feito com os governadores para dar uma resposta à crise.  

“Os preços estão estabilizados e os suprimentos estão garantidos. A oferta está 25% acima da demanda. O povo pode ficar tranquilo porque não faltará combustíveis e os preços ficarão estáveis”, afirmou Ceron. 

Os decretos serão publicados na quarta-feira (14) no Diário Oficial da União e irão estabelecer prazo de adesão dos estados às medidas, que será até 24 de abril. 

GLP 

O terceiro decreto visa amenizar os efeitos do aumento de custo do GLP para a população. Os cálculos do governo indicam um impacto previsto de R$ 300 milhões na cadeia de produção. As medidas farão o remanejamento orçamentário necessário para mitigar os efeitos desse impacto na cadeia.

*texto alterado às 14h10

Fonte: Agência Brasil

Relatório da CPI do Crime conecta facções com sistema financeiro

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Em cerca de 220 páginas, o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado (CPI) no Senado, apresentado nesta terça-feira (14) pelo relator Alessandro Vieira (MDB-SE), conecta o crime organizado em facções e milícias com operações do mercado financeiro realizadas para lavagem de dinheiro. 

“Os grupos criminosos, além de criptoativos e outros ativos – virtuais ou não –, têm igualmente se valido do sistema financeiro formal para ocultar ou dissimular a natureza ilícita dos bens originários”, escreveu o relator.

Vieira aponta o caso do Banco Master como exemplo do uso do sistema financeiro para lavagem de dinheiro do crime organizado no Brasil.

“O caso Master evidenciou de forma incontornável que o crime organizado brasileiro atingiu um patamar de sofisticação em que facções criminosas de base territorial, como o PCC, operam em simbiose com operadores do mercado financeiro formal, valendo-se de fundos de investimento, gestoras de ativos e instituições bancárias para lavar bilhões de reais, corromper agentes públicos e capturar parcelas do aparato estatal e regulatório”, explicou.

O relator acrescentou que a CPI constatou que a lavagem de dinheiro permanece como o mecanismo central de sustentação do crime organizado, que utiliza mercados lícitos para reciclar o dinheiro do tráfico de drogas e armas.

“A infiltração em setores como tabaco, ouro, combustíveis, mercado imobiliário e bebidas, aliada ao uso sofisticado de fintechs, criptomoedas e fundos de investimento, demonstra que a criminalidade organizada opera com grau de sofisticação empresarial que exige resposta igualmente qualificada do Estado”, pontuou Alessandro Vieira.

O relatório apresentado ainda precisa de aprovação da CPI do Crime Organizado, que ainda pode pedir vistas do texto, em sessão marcada para a tarde desta terça-feira (14).

Áreas dominadas pelas facções

Diante da relação do crime organizado com o sistema financeiro, o relator da CPI Alessandro Vieira defende que o enfrentamento à criminalidade não pode se limitar ao combate ostensivo de facções em territórios dominados.

“É igualmente necessário atuar sobre as cadeias econômicas que financiam essas estruturas, com especial atenção para mercados de consumo massivo, rotas logísticas já consolidadas e setores em que a aparência de legalidade”, disse.

O relator da CPI acrescenta que, sem esse olhar econômico e patrimonial, a repressão tende a incidir apenas “sobre manifestações visíveis da criminalidade, preservando-se, entretanto, os mecanismos que garantem sua reprodução financeira e institucional”.

A CPI do Crime no Senado foi instalada após operação policial no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, que resultou na morte de 122 pessoas, a maior letalidade de uma operação na história do país.

Controle de armas

O relator Alessandro Vieira ainda destacou a importância de aumentar a fiscalização das armas e munições no Brasil. Segundo ele, alterações legislativas e falhas de fiscalização, “criam ambiente propício a desvios e usos indevidos de armas e munições. Esse ponto interessa diretamente ao crime organizado”.

Durante o governo de Jair Bolsonaro, foram editados decretos e regulamentos que flexibilizaram a posse de armas de fogo, em consequência da plataforma do governo anterior que defendia a flexibilização das regras para venda e posse de armas no Brasil. 

Estudo do Instituto Sou da Paz aponta que medidas de flexibilização favoreceu que parte desse armamento fosse desviada para as mãos de criminosos

Em 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou decretos para restringir o acesso a armas no país, revertendo a flexibilização no monitoramento e acesso a armas que havia sido promovida durante o governo anterior. 

Redes Sociais e crianças

Um dos focos da CPI do Crime Organizado no Senado foi investigar o papel das plataformas digitais para a criminalidade organizada e os ganhos econômicos das bigtechs por meio da prática de crimes pela internet. 

No relatório final, o senador Alessandro Vieira aponta que o ambiente digital é elemento estruturante no aliciamento e exploração de crianças e adolescente.  

“Evidências mostram que plataformas amplamente utilizadas, como Facebook e Instagram, são centrais no aliciamento, enquanto sistemas de recomendação podem conectar usuários a redes ilícitas, inclusive de abuso sexual infantil”, escreveu.

O relatório aponta que esse quadro é agravado pela atuação “predominantemente passiva das plataformas”, a partir de denúncias realizadas por usuários.

“Esse modelo, no entanto, revela limitações evidentes quando se considera que o ambiente é amplamente frequentado por crianças e adolescentes, que não dispõem de plena capacidade de identificar, compreender e reagir adequadamente a situações de violência e exploração”, completou Vieira.

A SaferNet Brasil registrou, entre janeiro e julho de 2025, 49.336 denúncias de abuso e exploração sexual infantil online, aumento de 18,9%, correspondendo a 64% das denúncias de crimes cibernéticos.

Déficit do sistema prisional e das forças de segurança

O “alarmante” déficit de vagas no sistema prisional brasileiro, que ultrapassa as 202 mil, é apontado no relatório como grave porque os presídios seriam a principal plataforma das facções no Brasil.  

“[Essa situação] permitiu que os presídios se tornassem o berço e o centro de comando das organizações criminosas no país”, escreveu o relator. O Brasil possui a terceira maior população prisional do mundo, com 701 mil pessoas presas.  

Para suprir esse déficit, o relator calculou que seriam necessários aportes de RS 14 bilhões para construção de novas vagas.

Vieira ainda destaca o efetivo “diminuto” das forças de segurança em função das dimensões continentes do país, com a Polícia Federal operando com 40% de déficit no quadro funcional.

“A descapitalização dos órgãos de controle e inteligência representa, paradoxalmente, um dos maiores estímulos à expansão do crime organizado, pois reduz a capacidade do Estado de detectar, investigar e reprimir atividades ilícitas”, completou.

Indiciamentos e Intervenção do RJ

O relator da CPI do Crime Organizado no Senado Alessandro Vieira ainda pediu, no mesmo relatório, os indiciamentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. 

A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master. Vieira aponta que há indícios do cometimento de crimes de responsabilidades de “proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa”; e de “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”.

Além disso, o relatório recomenda que o presidente da República decrete uma intervenção federal no estado do Rio de Janeiro (RJ) como medida “indispensável” diante da infiltração do crime no Poder Público local, o que comprometeria a capacidade do estado “de conduzir, com autonomia e idoneidade, as ações de enfrentamento necessárias”. 

 

Fonte: Agência Brasil

Inmet emite alerta laranja para chuvas em municípios do Acre

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja para chuvas intensas em diversos municípios do estado do Acre – incluindo cinco das seis cidades que tiveram situação de emergência reconhecida pelo governo federal em razão de inundações.

O alerta laranja indica grau de severidade classificado como perigo. O aviso está em vigor desde a manhã desta terça-feira (14) e permanece até as 23h59. De acordo com o órgão, estão previstas chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora (mm/h) ou 50 e 100 milímetros por dia (mm/dia), além de ventos intensos que podem variar de 60 a 100 quilômetros por hora (km/h).

Segundo o Inmet, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. Em caso de rajadas de vento, a orientação é não se abrigar debaixo de árvores, em razão do risco de queda e de descargas elétricas, e não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

O órgão recomenda ainda, se possível, desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia. A população pode buscar mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

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Entenda

O grande volume de chuva registrado no estado do Acre este mês elevou o volume dos rios e causou inundações em diversas cidades. Pelo menos 40 mil pessoas foram afetadas, incluindo comunidades urbanas, rurais e ribeirinhas.

Para auxiliar as famílias atingidas, a Secretaria Nacional de Defesa Civil reconheceu situação de emergência em seis municípios: Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Plácido de Castro, Rodrigues Alves e Tarauacá.

O alerta de chuvas intensas cobre todos esses municípios, com exceção de Plácido de Castro, onde o aviso é menos grave, classificado como “perigo potencial”, de cor amarela. Neste caso, a previsão é de chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Fonte: Agência Brasil