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Flamengo vence e fica a um ponto do Palmeiras, líder do Brasileirão

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O Flamengo depende apenas de si para assumir a liderança do Campeonato Brasileiro. Nesta quarta-feira (2), o Rubro-Negro encarou o Mirassol no Maracanã e venceu por 2 a 0, em jogo atrasado da quarta rodada da competição.

A partida, inicialmente agendada para 26 de fevereiro, teve que ser remarcada devido ao jogo de volta contra o Lanús, no Rio de Janeiro, pela Recopa Sul-Americana. Na ocasião, os cariocas perderam dos argentinos por 3 a 2, na prorrogação, ficando com o vice.

O resultado desta quarta levou o Flamengo aos 51 pontos, apenas um a menos que o Palmeiras – a diferença, em agosto, chegou a estar em nove pontos.

Neste domingo (6), o Rubro-Negro pega o Remo no Mangueirão, às 16h (horário de Brasília) – a Rádio Nacional transmite ao vivo. Se pontuar em Belém, assume a liderança provisória e pressiona o Verdão, que vai ao Rio encarar o Botafogo às 18h30, no Nilton Santos.

Os cariocas ainda terão o jogo contra o próprio time alviverde. O jogo pela 36ª rodada será em novembro, com mando dos paulistas, em data e horário a serem anunciados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

O Mirassol, estacionado nos 25 pontos, perdeu a oportunidade de se afastar da zona de rebaixamento, que engloba as quatro piores campanhas do Brasileirão (o chamado Z-4).

Em 16º lugar, o Leão Caipira soma os mesmos 25 pontos de Vasco (17º) e Internacional (18º), mas supera o Cruzmaltino no confronto direto e o Colorado pelo número de vitórias (seis a cinco).

A rede do Maracanã precisou de 13 minutos para balançar. Em contra-ataque iniciado pelo volante Erick Pulgar, Samuel Lino recebeu pela esquerda, entrou na área e rolou para o também atacante Pedro, que abriu na direita para o meia Jorge Carrascal bater forte e abrir o marcador.

O Flamengo ampliou pouco antes do intervalo. Aos 42, Carrascal recebeu pela direita e cruzou para o meia Lucas Paquetá, de cabeça, mandar para o gol.

Na segunda etapa, o Mirassol teve que trocar os goleiros, Walter, lesionado, dando lugar a Alex Muralha, que reencontrou o Flamengo pela primeira vez no Maracanã desde que deixou o clube, em 2017. O time paulista equilibrou as ações e pressionou o Rubro-Negro na reta final da partida, mas sem conseguir mudar a história da partida.

Fonte: Agência Brasil

Mesmo com nota 10, Medina é vice-campeão da etapa de Fiji da WSL

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O surfista brasileiro Gabriel Medina é vice-campeão da etapa de Fiji (Oceania), a oitava do circuito de surfe, a World Surf League (WSL). O paulista de São Sebastião ficou bem perto do título durante uma final eletrizante contra o norte-americano Cole Houshmand na noite desta quarta-feira (2). O brasileiro saiu atrás do placar e a cinco minutos do fim da bateria, quando precisava de nota 9.66 para virar o marcador, desceu um ótima onda que lhe valeu nota 10. No fim, o norte-americano cravou outra boa nota (8.37) e fechou com somatório mais alto: 16.87 contra 15.17 do brasileiro.

Antes da decisão do título, também nesta quarta, Medina cravou duas vitórias seguidas. Tricampeão mundial (2014, 2018 e 2021), o paulista subiu da quinta para a quarta posição no ranking da temporada. O compatriota Ítalo Ferreira segue na liderança, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti em segundo. Completam o top 5 o catarinense Yago Dora (4º) e o paulista Miguel Pupo (5º).  Já o norte-americano Cole Houshmand, campeão em Fiji, subiu da 22ª para a 17ª posição na tabela. 

Na disputa feminina, o título ficou com a canadense Erin Brooks, em razão da desistência da adversária, a australiana Isabela Nichols, que se lesionou.  

 

Natural de São Sebastião, no litoral paulista, Medina começou a quarta-feira esbanjando precisão técnica nas ondas tubulares de esquerda de Cloudbreak, um dos famosos picos de surfe das Ilha Fiji. O brasileiro eliminou o francês Kauli Vasst, que derrotara antes o compatriota Miguel Pupo nas oitavas, com somatório de 15.66 (9.33 + 6.33), contra 7.55 (5.33 + 2.00) do europeu.

Depois nas semifinais, Medina voltou a brilhar ao cravar 9.77 – a segunda melhor nota do dia – ao pegar um tubo perfeito na disputa contra o norte-americano Griffin Colapinto. O brasileiro avançou à final com somatório 19.04 (notas 9.77 e 9.27), enquanto Colapinto totalizou apenas 14.57 (7.50 e 7.07).

Histórico da etapa

A etapa de Fiji foi retomada na tarde de terça (1º), após alguns dias de paralisação por conta das condições do mar. A disputa recomeçou com as baterias das oitavas de final, com cinco brasileiros ainda na disputa, dos quais só avançaram Yago Dora e Medina.

Atual campeão mundial, Dora sobrou diante do japonês Kanoa Igarashi com somatório 14.40 contra 6.83 do asiático. No entanto, foi eliminado na primeira bateria das quartas – única disputada na madrugada de hoje (2) – pelo norte-americano Cole Housmand. Já Medina se classificou às quartas com centésimos de vantagem sobre Barron Mamiya (13.77 contra 13.33).

Líder da temporada, o potiguar Ítalo Ferreira caiu na oitavas, assim como os irmãos Samuel e Miguel Pupo. O Brasil contou com outros cinco representantes desde o início da etapa, que começou em 25 de agosto. Filipe Toledo, Alejo Muniz, Matheus Herdy e João Chianca se despediram precocemente na estreia, assim como Luana Silva, única representante feminina do país na temporada.

Na disputa feminina, o título ficou com a canadense Erin Brooks, em razão da desistência da adversária, a australiana Isabela Nichols, que se lesionou.  



Fonte: Agência Brasil

Bolsa dispara 3% e atinge o maior nível desde maio

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Num dia marcado pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã e pelo cenário eleitoral no Brasil, a bolsa disparou mais de 3% e atingiu o nível mais alto desde maio.

O dólar caiu pela terceira vez seguida e encerrou no menor valor em três semanas.

Principal índice da B3, o Ibovespa disparou 3,05% nesta quarta-feira (2), aos 185.205,09 pontos. O indicador subiu pela 11ª vez seguida.

No mercado de câmbio, o dólar comercial caiu 0,91%, a R$ 5,106, no terceiro pregão seguido de queda. No exterior, o petróleo avançou diante da escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã.

Principais números

  • Ibovespa: 185.205,09 pontos (+3,05%);
  • Dólar comercial: R$ 5,106 (-0,91%);
  • Dólar em três sessões: -1,72%;
  • Dólar no ano: -6,97%;
  • Petróleo tipo WTI: US$ 91,01 (+0,88%);
  • Petróleo tipo Brent: US$ 95,63 (+1,04%).

Ibovespa em alta

O Ibovespa teve a maior valorização percentual em um único dia desde março e chegou a 186.028,06 pontos na máxima, nível não alcançado desde 6 de maio. Na mínima, o índice marcou 179.733,57 pontos.

Além do cenário eleitoral, o desempenho foi sustentado pelo fluxo de investidores estrangeiros para ações brasileiras. Depois de uma forte saída de capital externo nas primeiras semanas de agosto, os estrangeiros voltaram a comprar ativos locais nos últimos pregões do mês passado.

Dólar recua

O dólar à vista fechou em R$ 5,106, com queda de 0,91%. Foi o menor valor de encerramento desde 7 de agosto, quando a moeda terminou o pregão cotada a R$ 5,084.

A moeda chegou a subir 0,33% durante a manhã, atingindo R$ 5,1702. Após a divulgação da pesquisa eleitoral, porém, passou a acelerar a queda, chegando a R$ 5,09 pouco depois das 14h.

Com o resultado desta quarta-feira, o dólar acumula baixa de 1,72% em três sessões e de 6,97% no ano.

No mercado internacional, o índice que mede o desempenho da moeda americana diante de uma cesta de seis divisas caía 0,13%, aos 99,548 pontos.

Petróleo avança

O petróleo fechou em alta nesta quarta-feira diante da continuidade dos confrontos entre Estados Unidos e Irã e dos riscos para o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo.

O barril do tipo WTI para outubro, negociado em Nova York, avançou US$ 0,79 (+0,88%), para US$ 91,01 por barril.

Referência para a Petrobras, o barril do tipo Brent subiu US$ 0,98 (+1,04%), para US$ 95,63 por barril.

Além das preocupações com o Estreito de Ormuz, dados oficiais também apontaram queda nos estoques de petróleo nos Estados Unidos, contrariando as expectativas do mercado.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), por sua vez, deve manter inalterada a política de produção para outubro em sua reunião prevista para domingo (6).

* Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

Senado: oposição obstrui e fim da escala 6×1 não vai a plenário

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Sem ter segurança sobre os votos necessários para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho, a base do governo no Senado Federal decidiu não arriscar uma apreciação em plenário nesta quarta-feira (2). Com isso, o projeto só deve ser votado após o 1º turno das eleições, em outubro.

“Hoje, houve um movimento bem sucedido da oposição”, afirmou o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AC), referindo-se ao esvaziamento do plenário e à consequente impossibilidade de votação.  

Em entrevista à imprensa, Randolfe atribuiu à uma “ação coordenada” de oposicionistas – com participação direta dos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato a presidente da República, e do líder da oposição, o também senador Rogério Marinho (PL-RN) – para desmobilizar a presença dos parlamentares para uma possível votação. “A oposição ao nosso governo é contra o fim da escala 6×1. Ponto”, disse.

O líder do governo afirmou que a oposição já havia demonstrado resistência na CCJ, onde houve quatro votos contrários à proposta.

Dos 27 senadores presentes na comissão, quatro registraram votos contrários: Rogério Marinho (PL-RN), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Tereza Cristina (PP-MS) e Jaime Bagattoli (PL-RO).

Apesar do registro dos votos, a aprovação da PEC no colegiado se deu de forma simbólica. A última etapa para a aprovação da matéria é justamente a votação no plenário do Senado, em dois turnos, com o mínimo de 49 votos favoráveis, o que corresponde a 60% do apoio dos 81 senadores.

A PEC 221 de 2019 prevê a obrigatoriedade de descanso remunerado de dois dias por semana, sem redução salarial, e reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição de 14 meses.  

A CCJ chegou a aprovar um calendário especial para acelerar a tramitação da proposta, eliminando intervalos regimentais (chamados de interstícios) e permitindo que a matéria pudesse levar votada ainda nesta semana, no plenário, em regime de urgência. A inclusão na pauta do plenário depende do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).  

Ao ser perguntado sobre isso, o líder do governo explicou que Alcolumbre questionou os governistas se havia segurança quanto ao número de votos. Diante da resposta negativa, governo e presidente do Senado consideraram mais prudente não submeter a PEC, que poderia ser derrotada, principalmente por uma provável ausência de senadores para votá-la, o que impediria o alcance do piso mínimo de apoio.

Randolfe Rodrigues afirmou que o governo estimava ter 53 ou 54 votos favoráveis, mas que essa margem não oferecia segurança suficiente para colocar a PEC em votação. O próximo esforço concentrado de votações no Congresso Nacional está previsto para a segunda semana de outubro. 

A Agência Brasil entrou em contato com o senador Rogério Marinho, líder da oposição, para obter uma posição sobre o fato de a PEC não ter sido incluída na votação, mas ainda não teve retorno. Contrário à PEC, Marinho apresentou uma proposta alternativa que mantém a escala 6×1 e a jornada semanal máxima de 44 horas, com a possibilidade de diferentes jornadas de trabalho em negociação direta entre trabalhadores e empregadores. A iniciativa prevê que a remuneração seja calculada de acordo com as horas trabalhadas.

A reportagem também procurou Flávio Bolsonaro para comentar as declarações de Randolfe. Integrante da CCJ, ele estava ausente quando a PEC foi aprovada no colegiado. Nos últimos dias, ele também defendeu a proposta de pagamento por hora trabalhada e evitou dizer como votaria no texto que prevê o fim da escala 6×1. O espaço para manifestação segue aberto. 

Fonte: Agência Brasil

BB passa a usar tecnologia de origem verificada em ligações

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Os clientes do Banco do Brasil (BB) contam com um novo recurso de segurança para evitar falsas ligações telefônicas. O banco passou a utilizar a tecnologia de origem verificada para identificar chamadas telefônicas feitas pela instituição.

O recurso, com validação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e das operadoras, permite que clientes reconheçam, na tela do celular, que determinada ligação foi realmente originada pelo banco.

A solução é aplicada às chamadas pelo número 4003-3001, usado por agências, escritórios de negócios, Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), centrais de relacionamento e outras áreas de atendimento do BB.

Segurança

Desenvolvida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a tecnologia valida, em tempo real, a autenticidade dos números usados em ligações telefônicas.

O sistema usa uma assinatura digital associada ao número do banco. Antes de a chamada chegar ao cliente, a operadora verifica essa assinatura. Quando a autenticação é concluída, o celular pode exibir uma identificação indicando que a ligação foi feita pelo Banco do Brasil.

A iniciativa busca contribuir para o combate a fraudes telefônicas e às chamadas automatizadas indevidas, conhecidas como robocalls.

Atendimentos

O telefone continua sendo um dos principais canais de relacionamento entre o banco e seus clientes.

Segundo o BB, em 2025 foram registradas, em média, 2,3 milhões de chamadas receptivas por mês, feitas por clientes ao banco. Além disso, o BB fez 1,5 milhão de chamadas ativas mensais a clientes.

Durante os testes da tecnologia de origem verificada, a identificação das chamadas contribuiu para um aumento de aproximadamente 30% na taxa de atendimento.

Funcionamento

O recurso é gratuito e não exige a instalação de aplicativos. Para o funcionamento completo da tecnologia, o BB recomenda que o celular esteja conectado a uma rede 4G ou 5G.

A forma como as informações aparecem na tela pode variar conforme o modelo do aparelho e a operadora utilizada pelo cliente.

Golpes

Apesar da identificação das chamadas, o banco reforça que os clientes devem permanecer atentos a possíveis tentativas de fraude.

Durante ligações telefônicas, o Banco do Brasil não solicita:

  •     instalação de aplicativos;
  •     acesso a sites externos;
  •     senhas;
  •     códigos de autenticação;
  •     dados pessoais;
  •     acesso remoto ao celular.

Em caso de dúvida sobre a autenticidade de uma ligação, a orientação é encerrar o contato e procurar os canais oficiais da instituição.

Canais oficiais

O BB orienta os clientes a utilizarem os seguintes números para atendimento:

  •     4004-0001 — capitais e regiões metropolitanas;
  •     0800 729 0001 — demais localidades.

O banco destaca ainda que o 4004-0001 é usado apenas para receber chamadas. Portanto, se esse número aparecer como originador de uma ligação, a recomendação é desconfiar e encerrar o contato.

Fonte: Agência Brasil

Discord terá dez dias para apresentar proposta de proteção a usuários

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A Justiça Federal no Distrito Federal concedeu nesta quarta-feira (2) prazo de dez dias para a plataforma Discord apresentar uma proposta de conciliação na ação na qual o governo federal pede que a empresa efetive medidas para proteger mulheres, crianças e adolescentes na internet.

O prazo foi solicitado pela plataforma durante a primeira audiência do caso, que também envolveu representantes da Advocacia-Geral da União (AGU) e do Ministério Público Federal (MPF).

O Discord pretende apresentar um protocolo para receber notificações sobre casos de sextorsão na plataforma, mecanismo de detecção e moderação de conteúdos sobre maus-tratos e crueldade contra animais, além de medidas para preservar dados de usuários para assegurar eventual requisição por investigações.

Antes de protocolar a ação na Justiça, o governo federal tentou fechar acordo com a plataforma para que as falhas fossem corrigidas.

Contudo, a AGU informou que as medidas apresentadas anteriormente pela empresa foram consideradas insuficientes para eliminar as falhas apresentadas e protocolou a ação na Justiça

O Discord passou a ser cobrado pelo governo após repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma. O episódio ocorreu em julho. 

Fonte: Agência Brasil

Censo Escolar 2026: dados da 1ª etapa podem ser conferidos até dia 11

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Escolas das redes de ensino municipais, estaduais e do Distrito Federal poderão conferir, até 11 de setembro, as informações prestadas na primeira etapa do Censo Escolar da Educação Básica 2026 — Matrícula Inicial.

Pela primeira vez, os relatórios com os dados declarados durante o período oficial de coleta podem ser consultados no Sistema Educacenso do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

A  consulta permite que os responsáveis identifiquem possíveis inconsistências dos dados declarados antes da abertura do período oficial de retificação.

O Censo Escolar, coordenado pelo Inep, abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica e da educação profissional, incluindo educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.

Consulta e retificação

Até o dia 11, o Sistema Educacenso estará disponível exclusivamente para leitura. Portanto, os gestores de ensino e os responsáveis nas escolas não poderão editar ou alterar as informações declaradas.

Após a publicação dos dados preliminares do Censo Escolar 2026 no Diário Oficial da União (DOU), prevista para a segunda quinzena de setembro, a funcionalidade de edição será aberta para retificação de eventuais inconsistências identificadas nos dados informados.

Conforme a Portaria Inep nº 217/2026, o período de conferência e retificação dos dados terá duração de 30 dias. O procedimento deverá ser feito no mesmo Sistema EducaCenso, do Inep.

Cronograma

O cronograma também prevê que no dia 11 de dezembro deverá ocorrer o envio dos dados finais homologados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

As informações são usadas no cálculo dos coeficientes de distribuição do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

A divulgação dos resultados finais da primeira etapa, das sinopses estatísticas e dos demais estatísticas da Educação Básica está programada para 1º de fevereiro de 2027.

Alunos

Em 1º de fevereiro de 2027 tem início a segunda etapa do Censo Escolar da Educação Básica 2026, que trata da situação do aluno.

Nesta fase, o diretor ou responsável pela escola deverá coletar as informações sobre rendimento e movimento escolar daqueles estudantes que foram declarados na primeira etapa, incluindo dados de aprovação, reprovação, abandono e transferência.

O período de coleta termina no dia 12 de março de 2027.

As taxas preliminares de rendimento escolar e os relatórios por escola estarão disponíveis para conferência a partir de 1º de abril de 2027.

Os indicadores finais de rendimento escolar serão divulgados pelo Inep em 14 de maio de 2027.

Censo Escolar

Os dados no Censo Escolar servem para a formulação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas educacionais, além de servirem como referência para programas de financiamento e distribuição de recursos da educação.

As informações também são utilizadas na produção de estatísticas e indicadores educacionais, entre eles o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), as taxas de rendimento, as taxas de fluxo escolar e a distorção idade-série.

Os dados coletados são utilizadas também em estudos, pesquisas, avaliações educacionais e outras atividades previstas na legislação.

Além disso, os dados do Censo Escolar são adotados em procedimentos administrativos relacionados às políticas públicas da educação básica, conforme a legislação vigente.

Fonte: Agência Brasil

Seleção brasileira terá 1ª convocação pós-Copa em 9 de setembro

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A primeira convocação da seleção brasileira pós-Copa do Mundo está programada para a próxima quarta-feira (9), a partir das 15h (horário de Brasília). A data foi confirmada hoje pela CBF. O técnico italiano Carlo Ancelotti anunciará os 26 jogadores que enfrentarão Austrália e Índia em três amistosos fora do país na próxima Data Fifa (entre 21 de setembro e 6 de outubro). Os jogos serão os primeiros do ciclo de preparação para o Mundial de 2030, com sedes em Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.

Ancelotti divulgará a lista de convocados na sede da CBF, no Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo na CBF TV, no YouTube. É grande a expectativa em torno da primeira lista do técnico italiano após a eliminação precoce do Brasil para a Noruega, nas oitavas de final do Mundial deste ano. Além de acompanhar os jogos no país, o treinador passou a última semana na Europa, acompanhando jogos com atletas brasileiros que defendem clubes franceses e ingleses.  

O Brasil enfrentará a Austrália duas vezes na casa dos adversários. O primeiro confronto será em 25 de setembro (uma sexta-feira), às 7h (horário de Brasília), no estádio Queensland Country Bank, em Townsville. Quatro dias depois, as duas seleções voltam a duelar, no mesmo horário, no estádio Suncorp, em Brisbane. Já a partida contra a Índia está programada para 3 de outubro (um sábado), às 11h, no estádio Salt Lake, em Calcutá.



Fonte: Agência Brasil

Profissionais de educação física são homenageados em sessão solene na CLDF

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promoveu, nesta terça-feira (1º), sessão solene em homenagem ao Dia do Profissional de Educação Física. A iniciativa, do deputado Martins Machado (Republicanos), reuniu gestores, conselheiros, educadores físicos, representantes de classe e integrantes do GDF para destacar a importância da categoria na promoção da saúde e da qualidade de vida da população.

O parlamentar pontuou que a prática da educação física, orientada por profissionais, pode ser uma importante aliada tanto do bem-estar físico quanto do mental, auxiliando no tratamento contra males como a depressão e a ansiedade.

A atividade física vai além da prevenção e dos benefícios para o corpo. Ela oferece inúmeras vantagens para o mental e o psicológico”, afirmou.

Representando o Conselho Federal de Educação Física, Patrick Moraes defendeu a realização de concursos públicos para a categoria na Secretaria de Saúde do DF como forma de valorizar a categoria.

 

Tiago Orihuela/Agência CLDF

 

Já o presidente do Conselho Regional de Educação Física (CREF7), Roberto Nóbrega, criticou a baixa frequência de aulas de educação física em algumas escolas devido à falta de regras rígidas de carga horária na LDB.

Ao comemorar o projeto de destinação de verba do PDAF para compra de materiais, ele relembrou as dificuldades do passado: “Nós íamos de pires na mão lá para pedir ao diretor de escola para comprar um material, para fazer uma rifa, para fazer um bingo (…) e realizar uma atividade que é tão importante”, pontuou.

O secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira, enalteceu o trabalho social desenvolvido nas quadras, em especial pelos docentes que atuam nos Centros Olímpicos e Paralímpicos atendendo comunidades em situação de vulnerabilidade.

Junqueira ressaltou o importante papel dos professores como formadores de valores para a vida dos jovens, “não existe política esportiva forte sem profissionais de educação física valorizados e preparados”, afirmou.

O deputado federal Júlio César (Republicanos-DF) relembrou conquistas históricas da categoria, como a atuação para manter as academias abertas durante a pandemia de covid-19, e celebrou a relevância dos homenageados para a sociedade: “O profissional de educação física está presente na promoção da saúde, na prevenção de doenças, na formação das nossas crianças e jovens e na inclusão social”, pontuou Julio César.

Fonte: Agência CLDF

Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado, será ministro do TCU

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O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (2) a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Foram 404 votos a favor e 61 contrários à indicação, além de uma abstenção.

Pacheco foi indicado para substituir Bruno Dantas, que renunciou ao cargo nesta semana. Como seu nome já havia sido aprovado na noite de terça-feira (1º) pelo Senado, a indicação segue agora para promulgação pelo Congresso Nacional.

O TCU é um órgão de controle externo da administração pública federal. Apesar do nome “Tribunal”, não integra o Poder Judiciário. Funciona como órgão auxiliar do Congresso Nacional na fiscalização da aplicação dos recursos públicos federais.

O projeto de decreto legislativo que indicou o nome de Pacheco ao cargo (PDL 995/2026) foi apresentado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), com apoio de outros 20 senadores e senadoras da base governista e da oposição.

Perfil

Pacheco foi deputado federal, de 2015 a 2018, e presidiu o Senado por duas vezes, nos biênios de 2021-2022 e 2023-2024. Nascido em 1976 e natural de Porto Velho, é bacharel em direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e especialista em direito penal econômico internacional. Advogado criminalista, também foi conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Pacheco presidiu o Senado durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19, durante a segunda e mais letal onda da pandemia, que incluiu crise de oxigênio em Manaus e a aceleração da vacinação.

No Congresso, foi autor de propostas como o marco regulatório da inteligência artificial (PL 2338/23), a atualização do Código Civil (PL 4/25), a criação da Sociedade Anônima do Futebol (PL 5516/19) e o Programa de Pleno Pagamento de Dívida dos Estados (PLP 121/24).

Fonte: Agência Brasil