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Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (3)

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A agenda dos presidenciáveis inclui entrevistas e sabatinas em veículos de comunicação, encontros com lideranças religiosas, visitas a instituições e obras sociais. Também estão previstas panfletagem e apresentação de programa eleitoral, além de atividades partidárias.

Clariana Barão (Democracia Cristã) 
Concede entrevista para o canal Leo Dias 

Edmilson Costa (PCB)
Cumpre agenda da secretaria-geral do PCB em Lisboa. 

Flávio Bolsonaro (PL)
Faz transmissão ao vivo pelas redes sociais, às 19h.

Hertz Dias (PSTU)
Em Aracaju (SE), participa de panfletagem no Calçadão da rua João Pessoa e de conversa de apresentação do Programa Eleitoral  do PSTU na sede do Sindipetro. 

Renan Santos (Missão)
Concede entrevista para CNN Brasil, às 21h

Romeu Zema (Novo) 
Participa de sabatina no programa Jornal da Manhã, da Jovem Pan, das 8h às 9h. 

Ronaldo Caiado (PSD)
Concede entrevista para o jornal O Estado de S. Paulo. À tarde, visita a obra social Dol Bosco, em São Paulo (SP). 

Wilson Grassi (Democrata)
Pela manhã, visita o Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre e o Hospital Veterinário Anclivepa, ambos em Taguatinga (DF). À tarde, participa de protesto pacífico contra a suspensão de seus canais digitais de campanha.  

Augusto Cury (Avante)
Participa de reunião na Assembleia de Deus de São Paulo (SP). À noite, participa de evento para casais da Igreja Carvalhos de Justiça, em Ribeirão Preto (SP). 

Os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não tem agenda pública de campanha nesta quinta-feira. Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara Martins (UP) não divulgaram a agenda até o momento desta publicação. 

A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

 

Fonte: Agência Brasil

Em 5 anos, furto de fios de cobre no Rio deu prejuízo de R$ 69 milhões

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Operação conjunta das Forças de Segurança e a Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, com foco em ferros-velhos, busca reduzir furtos de fios de cobre na cidade, que provocaram prejuízo superior a R$ 69 milhões aos cofres públicos municipais nos últimos cinco anos – entre 2021 e 2025. 

A primeira ação operacional do Núcleo Integrado de Combate a Furtos e Receptação de Cabos e fiação de cobre foi realizada nessa quarta-feira (2).

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio), responsável pela instalação dos sinais de trânsito na cidade, registrou furto de quase 500 quilômetros (km) de cabos de semáforo no Rio, gerando prejuízo de R$ 27 milhões.

A RioLuz, responsável pela iluminação pública, teve prejuízo de R$ 42 milhões, com mais de 1,8 km de cabos de cobre furtados da rede elétrica.

Os agentes públicos estiveram na Rua Alzira Valdetaro, no bairro do Sampaio, zona norte, onde dois ferros-velhos foram desapropriados e terão a área usada no planejamento urbano para a instalação de políticas públicas mais eficientes, com foco na regularização ambiental e urbanística.

A ação visa reduzir o furto de equipamentos, como material de cobre usado nos sinais de trânsito, placas de sinalização e fiação da iluminação e da rede elétrica, que provoca vários transtornos na capital.

“O combate também foca no receptador, para desestruturar essa cadeia logística criminosa”, disse o secretário municipal de Ordem Pública, Marcus Belchior.

Os agentes também atuaram na Avenida Marechal Rondon, sob o Viaduto Armando Coelho de Freitas, no mesmo bairro, onde foi feita a demolição de uma estrutura que vinha sendo utilizada ilegalmente como ferro-velho.

“A região do Grande Méier vem sofrendo com o furto de cabos, problema que afeta não só o trânsito, mas toda a população. Não há manutenção que dê jeito nisso enquanto ferros-velhos clandestinos estiverem abertos para receptação ilegal.

Segundo o subprefeito da zona norte, Douglas Araújo, essa rede criminosa causa prejuízo de milhões aos cofres públicos anualmente”.

Fonte: Agência Brasil

Procurador defende asfixia financeira no combate ao crime organizado

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O procurador-geral de Justiça do Rio, Antônio José Campos Moreira, disse nessa quarta-feira (2), durante encontro com empresários promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), que é preciso identificar o crime como atividade empresarial, que concorre com todos.

Ao abordar os reflexos da criminalidade na ordem econômica e financeira, o procurador afirmou que o enfrentamento às organizações criminosas deve avançar sobre seu patrimônio e seus fluxos financeiros, com prioridade para a investigação patrimonial e a recuperação de ativos.

“Prender, ainda que prender lideranças, não é suficiente”.  disse Antônio José durante o debate. “Investigar, processar, condenar e prender permanece indispensável, mas precisa ser acompanhado de estratégias capazes de atingir a estrutura econômica das organizações criminosas”.

O procurador-geral de Justiça explicou que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) vem direcionando sua atuação para a investigação patrimonial e a recuperação de ativos, com o objetivo de asfixiar financeiramente esses grupos.

“A investigação patrimonial e a recuperação de ativos são, para nós, o norte do enfrentamento da criminalidade organizada”.

Antônio José afirmou ainda que a expansão das facções criminosas ultrapassou os limites da segurança pública.

“O Rio de Janeiro é um estado fatiado, dividido e dominado territorialmente por facções criminosas. É um problema de segurança pública, mas que transcende, que ultrapassa a segurança pública. É um problema de soberania”, acrescentou.

Para ele, o domínio territorial permitiu às organizações criminosas diversificar suas fontes de receita e avançar sobre atividades econômicas lícitas. Na sua opinião, o tráfico de drogas tornou-se uma atividade econômica secundária no Rio diante da diversificação dos negócios controlados pelas facções.

“Os impactos econômicos e financeiros são enormes. São tributos que o Estado e os municípios deixam de arrecadar. São empresários que poderiam estar empreendendo, trabalhando”.

Fonte: Agência Brasil

CBF anuncia amistosos da seleção brasileira contra Japão e Singapura

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou, no fim da noite dessa quarta-feira (2), a realização de dois amistosos da seleção masculina no mês de novembro, ambos em Singapura. No dia 14, às 7h15 (horário de Brasília), o adversário será o Japão. Três dias depois, às 7h, o Brasil encara os anfitriões.

Os confrontos serão disputados no Estádio Nacional de Singapura, inaugurado em 2014 e com capacidade para 55 mil pessoas. A partida contra os donos da casa será inédita. O jogo contra o Japão, por sua vez, reedita o duelo pela fase 16 avos de final da última Copa do Mundo, em Houston (Estados Unidos), vencida pelo Brasil por 2 a 1.

“Enfrentar Japão e Singapura nos permitirá observar o comportamento da equipe em contextos diferentes, algo fundamental neste início de ciclo”, argumentou o técnico Carlo Ancelotti, em depoimento à CBF.

“É mais uma oportunidade de nos reunirmos, de estarmos juntos, ter esse convívio, que é de fundamental importância para o nosso ciclo”, complementou o coordenador geral de seleções masculinas, Rodrigo Caetano, também ao site da entidade.

Antes de Singapura, o Brasil três três compromissos – todos fora de casa. Os dois primeiros contra a Austrália, ambos em setembro. No dia 25, a bola rola a partir das 7h, no Queensland Country Bank, em Townsville. No dia 29, no mesmo horário, a partida será no Suncorp Stadium, em Brisbane. Por fim, no dia 3 de outubro, a seleção brasileira enfrenta a Índia, às 11h, no Salt Lake Stadium, em Calcutá.

A convocação para os jogos na Austrália e Índia será na próxima quarta-feira (9), às 15h, na sede da CBF, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Será a primeira lista de Ancelotti desde a eliminação para a Noruega nas oitavas de final da última Copa.

Fonte: Agência Brasil

CCJ do Senado aprova texto-base da PEC da Segurança Pública

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O texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18/2025, conhecida como PEC da Segurança Pública, foi aprovado em votação simbólica na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, na tarde desta quarta-feira (2). De autoria do Poder Executivo, a proposta endurece regras para chefes de facções criminosas e estabelece novo pacto federativo entre União, estados e municípios para o enfrentamento ao crime organizado no Brasil. O texto já passou na Câmara dos Deputados, na forma de um substitutivo.

“A proposta nasceu de um diagnóstico que já não pode mais ser ignorado: a criminalidade organizada deixou de ser um problema estadual isolado e assumiu dimensão nacional e até internacional”, destacou o relator da proposta, o senador Rogério Carvalho (PT-SE).

Segundo ele, as facções que ameaçam a segurança nas cidades foram gestadas no interior de presídios estaduais e se enraizaram em territórios vulnerabilizados, aproveitando-se de um modelo constitucional de segurança pública descentralizado, no qual cada estado conduzia sua própria política, sem mecanismos efetivos de governança ou diálogo interfederativo.

Como um dos destaques apresentados na CCJ não foi analisado durante a reunião, por conta do início da sessão no plenário do Senado, o colegiado deverá retomar a votação em outro momento para concluir a análise do projeto. De acordo com o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), a PEC da Segurança Pública só deve ser votada em plenário no próximo esforço concentrado, previsto para a segunda semana de outubro, após o 1º turno das eleições.

Recursos de bets

No parecer, Carvalho rejeitou a maior das emendas apresentadas. Entre as que foram acolhidas estão emendas que impedem a inserção, na Constituição Federal, da previsão de arrecadação de recursos de empresas de apostas digitais, as bets. O dispositivo tinha sido incluído no texto da PEC por deputados durante a tramitação. Pelo texto vindo da Câmara, 30% da arrecadação das apostas de quota fixa, depois de determinadas deduções, seria uma das fontes de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen). O trecho foi apelidado de “constitucionalização das bets”.  

Na versão aprovada pelos senadores, no entanto, o dispositivo foi retirado, passando para uma definição por meio de lei ordinária, e não previsão constitucional.

Entre as emendas rejeitadas estavam uma que cria, na Constituição, um Sistema Nacional de Antecedentes Criminais (SINAC) e outra que retirava a competência do Tribunal do Júri para julgar determinados homicídios praticados por integrantes de organizações criminosas ultraviolentas. Segundo o relator, o sistema de antecedentes poderia ser criado por lei ordinária, enquanto eventual questionamento sobre a constitucionalidade da regra relativa ao Tribunal do Júri deveria ser resolvido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Uma emenda que incluía os agentes de trânsito entre os órgãos de segurança pública previstos na Constituição também foi rejeitada por tratar de tema que, na avaliação de Rogério Carvalho, foge do foco da PEC e já é objeto de outra proposta em tramitação no Senado.

Também foi rejeitada uma emenda que alterava a base de cálculo dos recursos destinados FNSP e ao Funpen, além de antecipar a entrada em vigor da nova regra.

Susp na Constituição

O texto-base da PEC aprovada no Senado propõe, entre outras medidas, a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), alterando o artigo 144 da Consituição.

Esse sistema estabelece a cooperação entre todos os órgãos de segurança do país, com atuação por meio de forças-tarefas intergovernamentais, compartilhamento de informações e provas, interoperabilidade de sistemas e integração de órgãos federais, estaduais, distritais e municipais.

“Os órgãos de segurança pública articular-se-ão em regime de cooperação federativa, por meio do Sistema Único de Segurança Pública, destinado a assegurar a eficiência da prevenção, da persecução e da execução penal”, define o texto.

Facções e fundos

A PEC estabelece penas mais duras e regimes especiais de prisão para os chefes de facções e milícias, como prisão em unidades de segurança máxima e restrição ou vedação à progressão de penas. Também são previstas medidas patrimoniais contra o produto do crime, a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas e a proteção a denunciantes e seus familiares.

A proposta ainda amplia atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que passa a poder fazer policiamento ostensivo em hidrovias e ferrovias federais e aumenta a vinculação do orçamento público para segurança pública.

Segundo a PEC, 50% dos recursos do FNSP e do Funpen serão repassados pela União para os estados e municípios, excluídas despesas de custeio e investimento da polícia penitenciária nacional.

Outra novidade da PEC é a possibilidade de criação de polícias municipais de natureza civil, submetidas ao controle externo do Ministério Público, com a atribuição de realizar policiamento ostensivo e comunitário no âmbito das cidades onde atuarão.

“Essa é uma inovação significativa, aproxima a segurança pública do cidadão sem prejuízo das competências dos demais órgãos policiais com os quais essas novas corporações deverão atuar em integração operacional”, destacou o relator durante a leitura do parecer.

O substitutivo aprovado na CCJ do Senado traz outras alterações importantes, como a que estabelece como competência privativa do presidente da República a atribuição de fixar a Política Nacional de Inteligência, e a previsão de suspensão de direitos políticos em casos de prisão provisória.

*texto atualizado às 19h11 para acréscimo de informações

 

Fonte: Agência Brasil

TSE aprova registros de seis candidatos à Presidência da República

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quarta-feira (2) o registro de seis chapas de candidatos à Presidência da República nas eleições de outubro.

Por unanimidade, foram aceitos os registros das seguintes chapas, que são formadas pelos candidatos e seus respectivos vices:

  • Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB);
  • Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar (PL);
  • Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU);
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB);
  • Romeu Zema e Eduardo Girão (Novo);
  • Samara Martins e Raquel Brício (UP).

A deliberação do TSE ocorreu durante sessão virtual, na qual os ministros registram os votos no sistema da Corte e não há votação presencial.

Por unanimidade, os sete ministros concluíram que os candidatos apresentaram os documentos necessários e estão aptos a disputar o pleito. 

No total, o tribunal recebeu 13 pedidos de registros de candidaturas. Ainda serão julgados os registros de sete candidatos e seus respectivos vices:

  • Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante);
  • Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC);
  • Pablo Marçal e Leonardo Avalanche (PRTB);
  • Renan Santos e Coronel Medina (Missão);
  • Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD);
  • Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO);
  • Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata).

No caso de Pablo Marçal, o TSE já determinou que o candidato deve ficar proibido temporariamente de fazer campanha eleitoral, comparecer a debates e participar do horário eleitoral no rádio e na TV.

Os ministros aceitaram um pedido de liminar protocolado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) para suspender a campanha de Marçal até que o TSE julgue de forma definitiva o registro de candidatura. 

O MPE afirmou ao tribunal que Pablo Marçal está inelegível até 2032 por ter sido condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo por ofertar gravações de vídeos para vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro. O episódio ocorreu nas eleições municipais de 2024.

Eleições

O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro, quando serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

Fonte: Agência Brasil

Prouni: candidatos já podem consultar selecionados em lista de espera 

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Os participantes do processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni) para o segundo semestre de 2026 já podem consultar o resultado da lista de espera. Para saber se foi selecionado, o estudante que manifestou interesse nesta fase do programa deve acessar o site do Prouni, por meio da conta Gov.br.  

A lista de espera é a última etapa no preenchimento das vagas não ocupadas ao longo da primeira e da segunda chamadas do programa. Os selecionados têm até 14 de setembro para entregar a documentação comprobatória junto às instituições de ensino superior.  

A comprovação dos dados deve ser realizada diretamente na instituição privada para a qual o estudante foi pré-selecionado. Cada faculdade define o formato de recebimento dos documentos, que pode ser presencial ou por meio de plataforma online. 

Confira a lista de documentos necessários: 

  • Comprovante de residência atualizado; 
  • Comprovantes de rendimento bruto mensal de todos os integrantes do grupo familiar; 
  • Comprovante de conclusão do ensino médio em escola da rede pública ou em instituição privada, conforme declarado na inscrição.  

Sobre o ProUni 

Criado em 2005, o programa oferece bolsas de estudo, parciais e integrais, a estudantes de baixa renda que tenham concluído o ensino médio preferencialmente em instituições públicas, ou em colégios privados na condição de bolsista. 

Os processos seletivos ocorrem duas vezes ao ano, com oportunidades para ingresso no primeiro e no segundo semestre letivos.   

A classificação para a seleção das bolsas do Prouni considera as notas obtidas pelos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

Fonte: Agência Brasil

Veja como foi a quarta-feira (2) dos candidatos a presidente

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A agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (2) incluiu entrevistas e sabatinas, além de visitas a instituições e mercados, caminhadas, encontros com diferentes segmentos da população e atividades partidárias.

>> Veja como foi o dia dos candidatos a presidente:

Rui Costa Pimenta (PCO)
O candidato Rui Costa Pimenta não teve agenda pública de campanha.

Samara Martins (UP)
A candidata Samara Martins cumpriu agenda no Rio de Janeiro, onde participou de reunião com estudantes e trabalhadores em frente ao Hospital Clementino Fraga Filho, da UFRJ, na Ilha do Fundão, e visitou o restaurante universitário.

Wilson Grassi (Democrata)
O candidato protestou, em frente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, contra a suspensão de sua campanha nas redes sociais. A medida foi tomada pelo ministro Dias Toffoli. 

Ele voltou a afirmar que a medida é desproporcional e que sua campanha é totalmente realizada por meio das redes sociais, sem uso de recursos do fundo eleitoral, o que impede que ele siga apresentando sua candidatura aos eleitores.

Augusto Cury (Avante)
Em São Paulo, o candidato Augusto Cury visitou a Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), onde participou de um encontro com representantes da comunidade judaica.

Na conversa, Cury defendeu a pacificação e o combate à “violência contra a cultura, contra o desenvolvimento da personalidade”. “Todo o preconceito deve ser trabalhado de maneira intensa”.

Clariana Barão (Democracia Cristã)
A candidata Clariana Barão cumpriu agenda em São Paulo, onde participou de programas de rádio e TV.

Ela visitou a região do Brás, no centro da capital paulista, e conversou com os lojistas e comerciantes locais. A candidata esteve também na Casa da Mulher Brasileira, que auxilia mulheres em situação de violência doméstica.

Edmilson Costa (PCB)
O candidato Edmilson Costa cumpriu agenda da secretaria-geral do PCB em Lisboa.

Flávio Bolsonaro (PL)
O candidato Flávio Bolsonaro não teve agenda pública de campanha.

Hertz Dias (PSTU)
O candidato Hertz Dias não teve agenda pública de campanha.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
O candidato Luiz Inácio Lula da Silva não teve agenda pública de campanha.

Renan Santos (Missão)
O candidato Renan Santos não teve agenda pública de campanha.

Romeu Zema (Novo)
O candidato Romeu Zema participou de encontro com motoristas de aplicativo, no centro de São Paulo. Ele defendeu a livre negociação entre empresas e trabalhadores.

“Eu acredito muito na livre negociação entre as partes. Agora, é preciso haver uma negociação que seja clara. Todo representante comercial sabe o que ele vai ganhar de comissão. Os motoristas de aplicativo nem sempre, dependendo da empresa. Isso seria algo mais do que necessário”, completou. 

Ronaldo Caiado (PSD)
O candidato Ronaldo Caiado concedeu entrevista à rádio Metropolitana 90.5 FM, em São Paulo.

Ele visitou o Mercado Municipal de Pinheiros (SP), onde conversou com lojistas e consumidores e disse que, se eleito, pretende reduzir a taxa de juros a 7%. 

“O pequeno empresário diz que não fecha a conta no final do mês e tem demitido”, disse. 

A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

* Colaboraram Douglas Côrrea (Rio de Janeiro), Flávia Albuquerque (São Paulo) e Luciano Nascimento (São Luís)

Fonte: Agência Brasil

Toffoli libera propaganda digital do candidato a presidente Grassi

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O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), liberou nesta quarta-feira (2) a propaganda eleitoral do candidato à Presidência Wilson Grassi (Democrata) na internet. 

Na última segunda-feira, o ministro determinou a suspensão da campanha digital após indicar que o candidato informou à Justiça Eleitoral oito perfis nas redes sociais 17 dias após o requerimento de registro de candidatura.

De acordo com a Lei das Eleições, partidos e candidatos devem informar os endereços eletrônicos que serão usados na campanha, incluindo blogs e redes sociais.

A partir da indicação, as plataformas que operam as redes sociais não podem usar algoritmos para recomendar os perfis aos usuários. 

Ao rever sua própria decisão, Toffoli disse que a defesa do candidato prestou os esclarecimentos solicitados e admitiu que usa mecanismo de espelhamento entre contas do Facebook e no Instagram para aumentar o alcance as postagens.

“Qualquer dos perfis espelhados, que não tenha devidamente sido excluído dos sistemas de recomendação, permite que conteúdos eleitorais escapem dos filtros de cada plataforma”, afirmou.

Com a nova decisão, o candidato também voltará a receber repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e poderá participar de debates que forem realizados em televisão, rádio e podcasts.

Fonte: Agência Brasil

Professores de escolas particulares do Rio fazem greve de 24 horas

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Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro cruzaram os braços nesta quarta-feira (2) em reivindicação por melhores condições de trabalho. A luta é por reajuste salarial e pela valorização dos profissionais. 

A greve, de 24 horas, foi aprovada em assembleia conduzida pelo Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio), no último sábado (29), após rodadas de negociação sem acordo.

Nesta quarta, mobilizados, os professores realizaram um ato no Largo do Machado, no bairro Catete, na zona sul da cidade. Participaram da paralisação, de acordo com o sindicato, mais de 1 mil profissionais. 

Reivindicações

  • pagamento da hora-atividade, trabalhada fora da sala de aula em atividades pedagógicas;
  • gratificação pelo aprimoramento acadêmico;
  • equiparação salarial entre profissionais da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio;
  • reajuste salarial de ao menos 5,5%.

De acordo com o diretor jurídico do SinproRio, Fábio Conde, o salário está defasado. Além disso, principalmente após a pandemia, o trabalho fora da sala de aula aumentou, com trabalho virtual, uso de plataformas de ensino, adaptação de materiais, entre outras tarefas

“A gente vem solicitando que o patronato aceite que a gente inclua uma cláusula para remuneração por essa hora-atividade fora de sala de aula, porque o professor tem trabalhado demais sem receber nada”, diz.

“O professor está trabalhando na escala 7 por 0, porque ele trabalha todos os dias, ele tem fichas, tem trabalhos para corrigir, ele tem uma série de coisas para fazer todos os dias, mesmo fora de sala de aula e não tem intervalo”, acrescenta. “A quantidade de professores que estão afastados por questões mentais é muito grande”. 

A Agência Brasil entrou em contato com o Sindicato dos Esta­belecimentos de Ensino no Rio de Janeiro (SinepeRio) que optou por não se manifestar, neste momento, sobre o tema. 

 


Rio de Janeiro (RJ), 02/09/2026  – Professores das escolas particulares do Rio de Janeiro, em greve por reajuste salarial e outras reivindicações, protestam nas ruas da região do Largo do Machado. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 02/09/2026  – Professores das escolas particulares do Rio de Janeiro, em greve por reajuste salarial e outras reivindicações, protestam nas ruas da região do Largo do Machado. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil