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Financiamentos a desabrigados em Minas seguirão modelo do RS, diz Lula

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Os financiamentos de moradias a famílias que perderam a casa nas fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata de Minas Gerais seguirão o modelo adotado nas enchentes do Rio Grande do Sul há dois anos, disse neste sábado (28) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em declaração conjunta à imprensa após a reunião com os prefeitos de Juiz de Fora, Ubá e Matias Pereira, Lula afirmou que a União dará apoio integral às cidades atingidas.

As medidas incluem assistência às prefeituras e linhas de crédito para pequenos empresários prejudicados pelos temporais.

“Aprendemos com a tragédia no Rio Grande do Sul. Vamos ajudar os prefeitos a recuperar suas cidades, vamos ajudar os pequenos empresários a ter crédito para recuperar suas empresas e vamos dar casa para as pessoas que perderam suas casas”, declarou Lula.

 


28.02.2026 - Presidente da Republica Luiz Inacio Lula da Silva durante visita a áreas afetadas pelas chuvas no município de Juiz de Fora
Juiz de Fora-MG.

Foto: Ricardo Stuckert / PR
28.02.2026 - Presidente da Republica Luiz Inacio Lula da Silva durante visita a áreas afetadas pelas chuvas no município de Juiz de Fora
Juiz de Fora-MG.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Assim como nas enchentes do Rio Grande do Sul, as novas residências, explicou o presidente, não serão reconstruídas em locais considerados de risco. Caso o município não disponha de terrenos adequados, o governo poderá adotar o modelo de “compra assistida”, já utilizado em outras tragédias climáticas no país.

Nesse formato, a família que perdeu o imóvel recebe um valor do governo federal e pode adquirir uma casa nova ou usada em qualquer cidade do estado. Todo o custo é arcado pela União. “Se a cidade não tiver terreno, vamos arrumar. Se não tiver, vamos adotar o sistema de compra assistida”, afirmou Lula.

O presidente ressaltou que a prioridade é garantir moradia digna e segura às famílias atingidas, evitando a reconstrução em encostas ou áreas sujeitas a alagamentos.

Sobrevoo e visita a desabrigados

O presidente desembarcou pela manhã na região e sobrevoou cidades atingidas. Em Juiz de Fora, município mais afetado, visitou áreas devastadas e conversou com moradores que estão em abrigos improvisados. A cidade concentra o maior número de vítimas e registra milhares de desalojados.

Além de Juiz de Fora, municípios como Ubá, Matias Barbosa, Divinésia e Senador Firmino também sofreram impactos severos, com deslizamentos de terra, alagamentos e danos a prédios públicos.

 


28.02.2026 - Presidente da Republica Luiz Inacio Lula da Silva durante visita ao centro de acolhimento provisório de desabrigados, nas instalações da Escola Municipal Vereador Raymundo Hargreaves.
Bom Jardim, Juiz de Fora-MG.

Foto: Ricardo Stuckert / PR
28.02.2026 - Presidente da Republica Luiz Inacio Lula da Silva durante visita ao centro de acolhimento provisório de desabrigados, nas instalações da Escola Municipal Vereador Raymundo Hargreaves.
Bom Jardim, Juiz de Fora-MG.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Em encontros com prefeitos da região, Lula pediu que as administrações municipais façam um levantamento detalhado dos prejuízos para viabilizar a liberação de recursos federais. “O que for material, seja na saúde, na educação ou na infraestrutura, nós vamos garantir que seja recuperado”, disse.

Recursos e medidas emergenciais

O governo federal já anunciou a liberação de recursos para ações emergenciais e assistência humanitária nas cidades em situação de calamidade pública. Os valores serão destinados ao restabelecimento de serviços essenciais, apoio a abrigos e reconstrução de estruturas públicas.

Também foi confirmada a antecipação do pagamento do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para famílias atingidas. Moradores dos municípios afetados poderão solicitar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), conforme as regras para desastres naturais.

Além disso, pequenos empresários terão acesso facilitado a crédito para retomar atividades e recompor estoques e equipamentos perdidos.

 


28.02.2026 - Presidente da Republica Luiz Inacio Lula da Silva durante visita a áreas afetadas pelas chuvas no município de Juiz de Fora
Juiz de Fora-MG.

Foto: Ricardo Stuckert / PR
28.02.2026 - Presidente da Republica Luiz Inacio Lula da Silva durante visita a áreas afetadas pelas chuvas no município de Juiz de Fora
Juiz de Fora-MG.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Compromisso com reconstrução

Ao final da agenda, Lula reforçou que o apoio federal não dependerá de alinhamento político com prefeitos ou lideranças locais. “Não importa o partido do prefeito. Teve problema na cidade, tem projeto bem-feito e demanda verdadeira, nós vamos ajudar”, afirmou.

O presidente reconheceu que vidas perdidas não podem ser recuperadas, mas garantiu que o governo atuará para restabelecer as condições de moradia e infraestrutura.

“A vida a gente não consegue trazer de volta. Mas podemos garantir que as pessoas tenham perspectiva e dignidade para recomeçar”, concluiu.

Lula visitou as cidades afetadas pelas enchentes acompanhado dos ministros Jader Filho (Cidades); Alexandre Padilha (Saúde); Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional); Wellington Dias (Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome); do presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Antônio Vieira; e do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Também participaram do pronunciamento a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, e o prefeito de Ubá, José Damato.

“Me atrevo a falar em nome de todos os prefeitos da região. Nós vamos fazer o dever de casa, levantar detalhadamente as necessidades e vamos colocá-las para o governo federal. E tenho absoluta certeza de que ninguém vai ficar para trás. Ninguém vai ficar sem casa, ninguém vai ficar desassistido. A vida não conseguimos recuperar, mas a perspectiva de vida a todos podemos garantir”, declarou Margarida Salomão.

A pedido de Lula, o evento encerrou-se com um minuto de silêncio em memória dos mortos no desastre climático.

Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio estimado em R$ 145 milhões

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As seis dezenas do concurso 2.978 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 145 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

>>Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp  

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet no portal da Loterias Caixa.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.


Fonte: Agência Brasil

Bahia vence e está na decisão do estadual

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O Bahia está classificado para a final do campeonato estadual. A vaga veio neste sábado (28) na Arena Fonte Nova. A vitória por 4 a 2 sobre a Juazeirense deixou os comandados do técnico Rogério Ceni na quarta decisão consecutiva do Baiano. 

Nem mesmo o placar parcial de 3 a 0 para os donos da casa acalmou a torcida, que protestou muito ainda pela eliminação tricolor na Pré-Libertadores no meio de semana.

Willian José, Pulga e Kike Olivera marcaram para o Bahia, Bino e Vitinho descontaram. Mas Sanabria fechou o placar nos minutos finais.

Agora, o Bahia espera o vencedor de Vitória x Jacuipense, que se enfrentam neste domingo. A final não tem data definida.


Fonte: Agência Brasil

Alvo de ataques, Irã detém terceira maior reserva de petróleo no mundo

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Situado no Golfo Pérsico, o Irã é o país com a terceira maior reserva de petróleo e também lida com uma crise na economia, que tem levado a população às ruas. Além disso, é acusado atualmente, pelos Estados Unidos, de ser uma ameaça para todo o mundo, por conta de seu programa nuclear, embora a tensão entre os dois países tenha se iniciado ainda na década de 1950.

O país do sudoeste da Ásia é um importante parceiro comercial do Brasil. No ano passado, as transações bilaterais totalizaram quase US$ 3 bilhões. O fornecimento brasileiro é, sobretudo, de commodities (bens primários com cotação internacional), com destaque para o milho e a soja. Já as importações de produtos provenientes do Irã, equivalentes a 0,84% do total, são de adubos e fertilizantes, basicamente.

As contestações populares de agora mantêm as reivindicações feitas em anos anteriores. Em dezembro de 2017, por exemplo, manifestantes realizaram atos pacíficos, contra o cerceamento de direitos, inclusive políticos. Os protestos tiveram como ponto de origem Mashhad, a segunda maior cidade iraniana, e foram se espalhando por todo o país.

Como quase todos os demais países do Oriente Médio, o Irã ostenta um dos piores índices de liberdade de imprensa. Na análise de 2025 da Repórteres sem Fronteiras (RSF), ficou com a quinta pior colocação.

Apesar da censuras e tentativas de silenciamento dos jornalistas, a mídia internacional retrata um país em convulsão, com protestos organizados por universitários sendo retomados um mês após forte repressão do governo. Em janeiro, agentes entraram em confronto direto com manifestantes. Conforme noticiou a BBC, a intensa violência culminou na morte de centenas de manifestantes. A internet chegou a ser bloqueada a mando do governo.

É nesse contexto que o presidente estadunidense, Donald Trump, justifica a intervenção ao território iraniano, agora em ataque coordenado com Israel, outro declarado inimigo do país asiático. Críticos de Trump, contudo, afirmam que o real motivo por trás das investidas é o interesse nas reservas de petróleo que o Irã detém, já que perde em quantidade somente para a Venezuela e a Arábia Saudita. Em 2025, o volume iraniano foi de 209 bilhões de barris, muito superior aos 74 bilhões dos Estados Unidos.

A tese de que os Estados Unidos iniciou uma caçada movida por esse objetivo ganhou ainda mais força com o sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro, no início de janeiro. Maduro foi incriminado de liderar um cartel de narcotráfico. A Casa Branca também chegou a ameaçar elevar taxações aos países que eventualmente vendam petróleo para Cuba, que obtém petróleo da Venezuela.

Fonte: Agência Brasil

Pix por aproximação completa um ano com baixa adesão

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Modalidade criada para acelerar as transações via Pix, o Pix por aproximação completa um ano neste sábado (28) com o desafio de atrair o interesse do público. Segundo as estatísticas mais recentes do Banco Central (BC), as transferências de dinheiro nessa categoria corresponderam a apenas 0,01% do total de transações Pix e a 0,02% do valor movimentado em janeiro.

De um total de 6,33 bilhões de transferências Pix no mês passado, apenas 1,057 milhão foi realizado por meio da aproximação do celular a uma maquininha de cartão ou a uma tela de computador. Em relação aos valores, R$ 568,73 milhões foram movimentados, de um total de R$ 2,69 trilhões em janeiro.

Segundo o diretor executivo da Associação dos Iniciadores de Transação de Pagamento (Init), Gustavo Lino, as restrições de segurança do Banco Central e os limites operacionais tornam a adesão ao Pix por aproximação mais lenta. No entanto, ele diz que os últimos meses mostram tendência de expansão na modalidade, principalmente entre empresas.

“O potencial é grande, sobretudo quando a oferta amadurece e passa a suportar mais casos de uso, inclusive no ambiente corporativo, mantendo a confiança como fundamento”, afirma.

Para Lino, com a consolidação da oferta do Pix por aproximação pelo comércio e pelas demais empresas, o uso tende a expandir-se, principalmente em pontos de venda com grande fila. “Um ano depois, o Pix por aproximação reforça a direção de evolução do Pix para estar mais presente em pagamentos de alta recorrência e no ponto de venda”, acrescenta.

No caso de pagamentos no ambiente corporativo, em que uma filial transfere recursos para a matriz, por exemplo, o diretor executivo da Init acredita que o desenvolvimento de jornadas (procedimentos de pagamento) específicas para empresas ampliará o interesse. Segundo ele, todo o processo está sendo feito com a preservação dos controles de segurança.

Evolução

Apesar da baixa participação no sistema Pix, a modalidade de aproximação tem crescido. Em julho de 2025, cinco meses depois do lançamento, apenas 35,3 mil transações nessa opção tinham sido feitas. Em novembro do ano passado, o número de transferências ultrapassou pela primeira vez a marca de 1 milhão.

Os montantes crescem de forma exponencial. De R$ 95,1 mil em julho do ano passado, pulou para R$ 1,103 milhão no mês seguinte, para R$ 24,205 milhões em novembro e atingiu R$ 133,151 milhões movimentados em dezembro.

Limites de segurança

Para inibir golpes por criminosos que usam maquininhas de cartões para retirar valores, o BC estabeleceu limite padrão de R$ 500 a cada Pix por aproximação quando a transação é feita via Google Pay, carteira digital para dispositivos Android, presente em pouco mais de 80% dos celulares dos brasileiros.

Quando a transferência é feita pelos aplicativos das instituições financeiras, obrigadas a oferecer o Pix por aproximação, os limites podem ser alterados.  O correntista pode diminuir o valor por transação e também criar um valor máximo por dia.

Diferencial

O grande diferencial do Pix por aproximação está na rapidez da transação. No Pix tradicional, o usuário tem de abrir o aplicativo do banco, conectar-se à internet, inserir a chave ou escanear um Código QR e digitar a senha.

Para usar a modalidade por aproximação, basta abrir a carteira digital ou o aplicativo da instituição e encostar o celular na maquininha ou na tela do computador em caso de compras em sites. Basta ativar a função Near Field Communication (NFC) nas configurações do smartphone.

A modalidade aproxima a experiência de pagamento à dos cartões de crédito e de débito com aproximação. Isso reduz o tempo de pagamento em comércios com alto fluxo de público ou grandes filas.

>> Entenda como funciona o Pix por aproximação

Cuidado com juros

Diversas instituições financeiras usam o Pix por aproximação para oferecer o Pix pago com cartão de crédito. O pagador, no entanto, precisa estar atento porque, nesses casos, há cobrança de juros.

Em dezembro, o BC desistiu de regular o Pix Parcelado, mas as instituições financeiras podem oferecer o parcelamento com juros do Pix, desde que usem nomes similares, como Pix no Crédito ou Parcele o Pix.

Fonte: Agência Brasil

Pesquisa quer melhorar experiência de turistas neurodivergentes

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Para tornar mais acessível e inclusiva a experiência de pessoa neurodivergentes, o Ministério do Turismo disponibiliza até 30 de março pesquisa nacional sobre o tema.

A iniciativa é uma parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o projeto Mais Acesso. A ação busca obter informações para subsidiar a elaboração de um Guia de Boas Práticas, com orientações voltadas ao atendimento turístico inclusivo.

Responda à pesquisa aqui.

No decorrer do questionário, os usuários são perguntados de que forma se sentem impactados por:

  • Barulho alto;
  • Cheiros fortes;
  • Toque físico inesperado;
  • Cansaço do cuidador durante a viagem;
  • Se precisa manter rotina de medição.

Os dados servirão para aprimorar políticas públicas, principalmente na qualificação dos serviços turísticos, como em hotéis, pousadas e restaurantes, além de ajudar no fortalecimento da acessibilidade no turismo em âmbito nacional.

“Ao ouvir quem vive a neurodivergência, avançamos na construção de políticas públicas que tornam o setor mais acessível, humano e inclusivo em todo o país”, destaca, em nota, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.

Etapas da experiência

A pesquisa tem como foco compreender a vivência de pessoas neurodivergentes e de seus familiares durante viagens, ao considerar as diferentes etapas do trajeto, como transporte, hospedagem, alimentação, lazer, eventos e visitação a atrativos naturais e culturais.

Além de identificar demandas sensoriais, comunicacionais e comportamentais, o levantamento busca mapear boas práticas de acolhimento já adotadas no setor, como a capacitação de equipes, a criação de espaços mais tranquilos, a sinalização acessível e a adaptação de atividades às necessidades dos visitantes.

Assim, o público-alvo inclui também profissionais do turismo (guias, agências, receptivos), gestores públicos, empreendedores, pesquisadores e estudantes da área.

Guia

O Ministério do Turismo promove diversas ações voltadas ao turismo acessível, como o livro “Turismo com Acessibilidade: perfil do turista com deficiência e diretrizes para promoção da acessibilidade”, elaborado em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A obra traz dados sobre o perfil do turista com deficiência e apresenta diretrizes para que prestadores de serviços ofereçam experiências mais inclusivas.

Fonte: Agência Brasil

China, África e países do Golfo Pérsico condenam ataques ao Irã

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Governos e organizações internacionais se manifestaram nas redes sociais neste sábado (28) para condenar os ataques militares envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, além das ações que atingiram países do Golfo. As declarações pedem cessação das hostilidades, respeito ao direito internacional e retomada do diálogo.

O Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita condenou o que classificou como “flagrante agressão iraniana” e violação da soberania dos Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar, Kuwait e Jordânia.

O governo saudita declarou solidariedade “total e inabalável” aos países citados e afirmou estar pronta para apoiar quaisquer medidas adotadas em defesa de sua soberania. O governo saudita também alertou para as “graves consequências” da contínua violação dos princípios do direito internacional.

Direito de resposta

O governo do Catar condenou o lançamento de mísseis balísticos iranianos contra seu território e classificou o ataque como violação de sua soberania e integridade territorial.

Doha afirmou que se reserva o direito de responder de forma proporcional, conforme o direito internacional, e reiterou que tem defendido historicamente o diálogo com Teerã como forma de resolver disputas regionais.

O país também declarou solidariedade ao Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Jordânia e Bahrein, e pediu a cessação imediata das ações que possam ampliar o conflito.

Respeito à soberania

O Ministério das Relações Exteriores da China declarou estar “extremamente preocupado” com os ataques e exigiu a interrupção imediata das ações militares.

O governo em Pequim defendeu o respeito à soberania e à integridade territorial do Irã, além da retomada do diálogo e das negociações para preservar a estabilidade no Oriente Médio.

União Africana

A União Africana divulgou nota assinada pelo presidente da Comissão, Mahmoud Ali Youssouf, manifestando “profunda preocupação” com a escalada militar.

Segundo o bloco, uma intensificação do conflito pode afetar mercados de energia, segurança alimentar e estabilidade econômica, especialmente em países africanos que já enfrentam pressões internas. A entidade pediu moderação, desescalada urgente e respeito à Carta das Nações Unidas, além de apoio a esforços de mediação conduzidos por Omã, país do Golfo Pérsico tradicionalmente cenário de negociações.

As manifestações ocorrem em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio, com líderes internacionais alertando para o risco de um confronto regional de maiores proporções.

Fonte: Agência Brasil

Governo prepara plano para socorrer setores afetados por tarifaço

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O governo federal está preparando um novo plano para socorrer setores da economia brasileira que ainda estão sendo afetados pelas tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos.

“Estamos estudando para podermos dar um apoio às empresas que estão na Sessão 232”, disse nesta quinta-feira (27) o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Nesta seção estão inclusos, por exemplo, o aço e o alumínio, que pagam alíquota extra de 50%, além das autopeças, cuja tarifa no mercado americano é de 25%.

De acordo com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, a ideia é que o plano seja uma espécie de “Brasil Soberano 2”, uma medida criada no ano passado para socorrer os exportadores que foram afetados pelo aumento das tarifas, o chamado tarifaço.

Este novo plano, disse Mercadante, utilizaria apenas recursos que já estão disponíveis no BNDES, sem precisar recorrer ao Tesouro.

“Os recursos já existem, agora tem que ser modelado. A Fazenda está estudando e diz que já desenhou a iniciativa. Nós estamos aguardando agora para o presidente Lula definir a estratégia, mas os recursos existem. Tivemos uma boa experiência com o Brasil Soberano e faremos um Brasil Soberano 2.0. Essa é a ideia básica. A gente conhece o caminho e agora é priorizar esses setores que estão mais penalizados”, disse Mercadante hoje, na capital paulista.

No primeiro programa Brasil Soberano, o BNDES chegou a oferecer uma linha de crédito extraordinário de R$ 30 bilhões, mas somente cerca de R$ 17 bilhões desses recursos foram utilizados pelas empresas. A ideia é utilizar parte do recurso restante para socorrer os setores que continuam sendo afetados pelas tarifas. “São empresas que estão sendo desvalorizadas de forma mais longeva”, explicou Mercadante.

Fonte: Agência Brasil

Perdas materiais serão recuperadas, diz Lula em visita a Minas Gerais

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste sábado (28), que todos os prejuízos causados pelas chuvas nos municípios da Zona da Mata de Minas Gerais serão recuperados. Lula está na região e, à tarde, vai se reunir com os prefeitos Margarida Salomão, de Juiz de Fora; José Damato, de Ubá; e Maurício dos Reis, de Matias Barbosa.

As três cidades estão em situação de calamidade pública. Outros dois municípios – Divinésia e Senador Firmino – encontram-se em emergência.

“Os prefeitos têm que fazer um trabalho muito sério de levantamento de todos os prejuízos. A única coisa que, lamentavelmente, a gente não pode recuperar é a vida das pessoas que morreram”, disse durante visita a uma das áreas afetadas, em Ubá.


28.02.2026 - Presidente da Republica Luiz Inacio Lula da Silva durante Visita a áreas afetadas pelas chuvas no município de Ubá
Ubá-MG.

Foto: Ricardo Stuckert / PR
28.02.2026 - Presidente da Republica Luiz Inacio Lula da Silva durante Visita a áreas afetadas pelas chuvas no município de Ubá
Ubá-MG.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

“Aquilo quer for material, que a cidade teve prejuízo, educação, saúde, as casas, nós vamos garantir que as pessoas vão ter de volta”, acrescentou o presidente.

O número de mortes nas enchentes e deslizamentos de terra em Minas Gerais subiu para 66, das quais 60 em Juiz de Fora e seis em Ubá, informou o Corpo de Bombeiros. Três pessoas ainda seguem desaparecidas, sendo duas em Ubá e uma em Juiz de Fora.

Até o momento, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional aprovou recursos no valor de R$ 11,3 milhões para socorrer as três cidades mais afetadas. Esses recursos são voltados tanto para assistência humanitária como para restabelecimento dos serviços essenciais, por intermédio dos planos de trabalho apresentados pelas prefeituras.

Também em Ubá, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que as equipes do governo, incluindo as do Sistema Único de Assistência Social (Suas), estão em toda a região, atuando também nos municípios menores para atender a população e auxiliar na elaboração dos planos.

“Não vai faltar apoio a qualquer município de Minas Gerais, é um tempo que não é curto, aqui tem uma fase, de apoio humanitário, de salvamento, de alimentação, de abrigo, mas agora nós já estamos trabalhando nos projetos também”, disse.

Dias confirmou que haverá a antecipação do pagamento de auxílios. como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Bolsa Família. Os moradores das três cidades em calamidade pública – Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa – também podem solicitar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), limitado a R$ 6.220.

De Ubá a comitiva presidencial segue para Juiz de Fora, onde será realizada a reunião com os prefeitos.

Fonte: Agência Brasil

Morre aos 78 anos o diretor e ator Dennis Carvalho

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Morreu neste sábado (28), no Rio de Janeiro, aos 78 anos de idade, o ator e diretor Dennis Carvalho. Natural de São Paulo, ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, Rio de Janeiro.

A causa da morte não foi revelada, a pedido dos familiares do artista. Ele deixa três filhos: Luíza, do casamento com a também atriz Deborah Evelyn; Leonardo, da união com Christiane Torloni, e Tainah, filha de Monique Alves. 

Dennis Carvalho dirigiu novelas de grande audiência, como Vale Tudo e Fera Ferida. O início de sua trajetória foi marcado por participações em teleteatros e dublagens de atrações televisivas marcantes. Foi a voz, por exemplo, do capitão Kirk, de Star Trek (Jornada nas Estrelas). 

Essas experiências no currículo abriram as portas para Dennis na TV Globo, com a qual manteve contrato até os dias de hoje. Dirigiu na emissora, além de novelas, minisséries, como Anos Rebeldes, e o programa de humor Sai de Baixo, exibido semanalmente, com grande Ibope.


Fonte: Agência Brasil