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Justiça Federal paralisa atividade de mina de lítio em Minas Gerais

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A Justiça Federal em Minas Gerais determinou a suspensão das licenças ambientais e a consequente paralisação das atividades no complexo minerário Grota do Cirilo, operado pela Sigma Mineração S.A. nos municípios de Itinga e Araçuaí, região do Vale do Jequitinhonha.

O juiz federal Antônio Lúcio Túlio de Oliveira Barbosa, da Vara Cível de Teófilo Otoni, atendeu a pedido da Federação da Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais, que acusa o empreendimento de fraude nos estudos de impacto ambiental.

O magistrado estipulou multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento da suspensão das atividades. Ele justificou a medida diante do risco de dano irreversível às comunidades tradicionais.

“O perigo de dano reside no fato de que o complexo de mineração opera de forma contínua, extraindo recursos e promovendo constantes detonações de explosivos e movimentação de terras a poucos quilômetros de distância do território tradicional.”

Argumentos

Em resumo, a federação argumenta que ao menos três comunidades quilombolas – Baú, Genipapo Pintos e Jenipapo II – encontram-se dentro da zona de impacto direto, mas não foram consultadas sobre o empreendimento, etapa obrigatória para a emissão das licenças ambientais.

A atividade minerária no projeto Grota do Cirilo começou em 2023, em meio aos projetos do chamado Vale do Lítio, como é chamada a região em que é extraído esse tipo de minério fundamental para diversas indústrias, em especial as de eletrônicos e de baterias.

A federação quilombola alega que a Sigma Mineração subestimou a distância da atividade minerária em relação às comunidades tradicionais, de modo a acelerar a obtenção das licenças ambientais por parte dos órgãos ambientais de Minas Gerais.

Em sua defesa, a empresa alega que as comunidades citadas estão fora do raio de oito quilômetros que obriga a consulta antes da concessão do licenciamento ambiental, conforme dados de georreferenciamento anexados ao processo.

Consultado, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) apresentou dados de demarcação segundo os quais a Comunidade do Baú, por exemplo, dista apenas 2,3 km da área diretamente afetada, situando-se assim dentro da área de proteção legal.

Pela decisão da Justiça Federal, uma nova perícia deve ocorrer para esclarecer as discrepâncias entre os diferentes dados de georreferenciamento. Enquanto, qualquer atividade minerária deve ser imediatamente interrompida.

O magistrado responsável escreveu que a mineração no local sem a devida consulta às comunidades impactadas “representa uma lesão diária, cumulativa e crônica à integridade física e sociocultural do grupo tradicional, justificando a imediata paralisação corretiva”.

Multa

De acordo com os autos do processo, desde que começou a operação na Grota do Cirilo, a Sigma foi multada em R$ 2 milhões pelo governo mineiro pelo descumprimento de condicionantes ambientais.

A empresa concordou em assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para corrigir as falhas e continuar a atividade minerária. O juiz Antônio Lúcio Túlio de Oliveira Barbosa, proibiu o governo mineiro de firmar qualquer acordo do tipo, sob pena de R$ 100 mil de multa.

Fonte: Agência Brasil

BASTIDORES EM CHAMAS: A RECUSA DE DRA. RAÍSSA EM CEDER A “CABIDES DE EMPREGO” DETONA TERREMOTO NO PL DA BAHIA

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Médica que peitou o Palácio de Ondina na pandemia dispara nas intenções de voto e vira alvo de fritura interna; com Raíssa despontando para ser uma das mais votadas, cresce o dilema de Valdemar Costa Neto entre honrar a palavra ou arregar para o jogo dos caciques.

​Os bastidores da política baiana entraram em ebulição com o vazamento de novas tensões que abalam as estruturas do Partido Liberal (PL). A médica e ex-candidata ao Senado, Dra. Raíssa Soares, estaria sendo alvo de um processo deliberado de retaliação e isolamento interno por uma razão que afronta a velha política partidária: sua recusa categórica em ceder cargos de gabinete para acomodar apadrinhados e figuras sem função prática.

​Fontes ligadas ao núcleo político do estado revelam que a médica mantém uma postura inegociável contra “funcionários fantasmas” e loteamentos de gabinete, colidindo frontalmente com a engrenagem tradicional comandada por lideranças da legenda.

​Pesquisas provocam pânico e aceleram o “toma lá, dá cá”

​Para complicar ainda mais o cenário para os caciques, os levantamentos internos e pesquisas de intenção de voto apontam que a Dra. Raíssa caminha para ser uma das candidatas mais votadas da Bahia. O favoritismo popular da médica provocou um verdadeiro terremoto na cúpula do PL local, que vê seu peso eleitoral crescer sem conseguir colocá-la sob controle.

​Segundo interlocutores, o endurecimento de Dra. Raíssa e sua força nas pesquisas aceleraram as movimentações de bastidor de João Roma, presidente estadual da sigla. Roma tem operado uma rede de compensações cruzadas entre lideranças que aceitam partilhar gabinetes:

​Acomodação cruzada: Uma verdadeira “mistureba” de favores, na qual aliados empregam parentes e indicados uns dos outros, loteando estruturas com famílias inteiras.

​Isolamento forçado: O contraste gerado pela recusa da médica isola sua atuação, expondo o abismo entre o projeto de bancada técnica de Raíssa e o fisiologismo partidário

​Comemoração de bastidor: Cada atrito da médica com a direção nacional é celebrado localmente, transformando o desgaste em justificativa para transferir a fatura: “a culpa é de Valdemar”.

​A promessa de Valdemar: vai honrar a palavra ou arregar?

​A pressão agora recai diretamente sobre Brasília.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, sempre fez questão de declarar publicamente que é o padrinho político de Raíssa Soares. Contudo, em vez de respaldar o ativo eleitoral mais competitivo do partido na Bahia, a cúpula nacional tem alimentado o estrangulamento da médica para tentar forçá-la a ajoelhar e ceder às velhas regras do jogo.

​Diante do favoritismo estrondoso de Raíssa nas urnas e da ofensiva orquestrada na Bahia, a grande dúvida nos bastidores é inevitável:

Valdemar Costa Neto vai cumprir com sua palavra de padrinho e garantir as condições para a candidatura da médica, ou vai arregar para as pressões fisiológicas dos caciques locais?

​A luta não para

​Para os aliados de Raíssa, quem aposta no seu recuo desconhece sua trajetória. Durante a crise sanitária, a médica peitou publicamente toda a máquina estatal sob a liderança do então governador Rui Costa, enfrentando investidas do Ministério Público, ofensivas da Vigilância Sanitária e a pressão em bloco de deputados esquerdistas sem jamais recuar.

​Independente das manobras de gabinete, da fritura de bastidor ou das traições partidárias, a Dra. Raíssa segue firme em sua caminhada. Sustentada pela força que vem das ruas e pelo reconhecimento popular, a médica mantém sua rotina de caravanas e diálogo direto com a população, deixando claro que não haverá conchavo político capaz de tirá-la da trincheira.

Desfile de 7 de Setembro homenageia pioneiras do futebol feminino

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As atletas pioneiras do futebol feminino brasileiro serão homenageadas durante o Desfile de 7 de Setembro, nesta segunda-feira, em Brasília. Um grupo de jogadoras que atuaram na seleção brasileira entre as décadas de 1980 e 1990 desfilará pela Esplanada dos Ministérios, em carro aberto.

A homenagem celebra a trajetória da modalidade no Brasil, país que sediará a Copa do Mundo de Futebol Feminino em junho e julho de 2027.

Onze ex-jogadoras foram convidadas a participar da festividade. Tricampeã mundial e técnica da Seleção Brasileira Feminina de Fut7 desde 2019, a baiana Dilma Mendes representará a geração de mulheres que enfrentou o preconceito e a falta de apoio anterior à regulamentação da prática – que só deixou de ser legalmente proibida para mulheres em 1979. Dilma foi eleita três vezes a melhor treinadora do mundo de futebol 7 (também conhecido como society).

A primeira geração pós-profissionalização será representada por cinco ex-atletas que participaram da Copa do Mundo Experimental de Futebol Feminino, em 1988, na China. O Brasil terminou em terceiro lugar. São elas:

  • Lucilene de Souza Marinho, a Cebola; 
  • Marisa Pires Nogueira; 
  • Mariléia dos Santos, a Michael Jackson; 
  • Iracema Ferreira (Rata);
  • Suzy Bittencourt de Oliveira.

O segundo grupo é formado por atletas cuja presença em campo avança pela década de 1990: 

  • Miriam Soares; 
  • Lunalva Torres de Almeida, a Nalvinha;
  • Elissandra Regina Cavalcanti (Nenê); 
  • Yara Silva;
  • Miraildes Maciel Mota, a Formiga, atleta que disputou sete edições da Copa da Fifa, entre 1995 e 2019.

“Como capitã da primeira Seleção Brasileira feminina, de 1988, sinto-me honrada de estar aqui, com outras pioneiras”, disse Marisa, que além de ganhar a medalha de bronze junto com a equipe de 1988, participou da Copa do Mundo Feminina de 1991.

Para ela, a homenagem ficará marcada na história.

“É sempre muito bom nos reunirmos. Ainda mais em um momento tão significativo como este. Representaremos não só nossas gerações e o legado que deixamos, mas o futebol feminino como um todo.”

 

Encontro

Segundo o Ministério do Esporte, o eixo temático do Desfile de 7 de Setembro dedicado ao futebol feminino e à Copa do Mundo de 2027 proporcionará um encontro de gerações. Ao lado das 11 pioneiras, estarão 40 meninas de um projeto social do Distrito Federal que estão começando na modalidade.

“Às vésperas da Copa do Mundo Feminina da Fifa Brasil, essas gerações se encontram para mostrar que cada novo passo da modalidade foi construído sobre o caminho aberto por quem veio antes”, informou a pasta, em nota, ao acrescentar que, enquanto as pioneiras das seleções de 1988, 1991 e 1995 representam aquelas que abriram caminho, as mais jovens simbolizam o futuro do esporte.

A Copa do Mundo feminina ocorre de 24 de junho a 25 de julho de 2027. Serão 64 jogos, disputados em oito capitais. A cidade que receberá mais partidas será São Paulo, com dez jogos. Em seguida vem Rio de Janeiro e Fortaleza (nove), Belo Horizonte (oito), Brasília, Salvador, Porto Alegre e Recife (sete).

O anúncio da escolha do Brasil como sede ocorreu em maio de 2024, em um congresso da Fifa em Bangkok, na Tailândia. O Brasil obteve 119 votos e venceu a disputa com a aliança formada por Alemanha, Holanda e Bélgica, que conseguiu 78 votos.

Independência

O desfile na Esplanada dos Ministérios também contará com a presença de atletas de outras modalidades esportivas. No mesmo percurso, estarão nomes de destaque do alto rendimento brasileiro, incluindo competidores olímpicos e paralímpicos, que se juntam às pioneiras e às novas gerações para celebrar o esporte nacional.

A solenidade está prevista para começar às 9 horas, com abertura das arquibancadas a partir das 6h30 e encerramento às 11 horas. A abertura terá a participação de estudantes de escolas públicas, que representarão as 27 unidades da federação. Além do eixo dedicado ao futebol feminino, o evento será estruturado em outros dois eixos temáticos: soberania nacional e enfrentamento à violência contra as mulheres.



Fonte: Agência Brasil

Alemanha: partido de extrema direita tem vitória estadual histórica

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O partido Alternativa para a Alemanha (AfD) alcançou o primeiro lugar nas eleições estaduais na Saxônia-Anhalt nesse domingo (6), segundo pesquisas de boca de urna, colocando um partido de extrema direita à beira de assumir o poder em nível estadual pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial.

Embora não tenha alcançado a maioria absoluta, a AfD obteve 44% dos votos e desferiu uma derrota esmagadora aos conservadores do chanceler Friedrich Merz, refletindo a profunda impopularidade da coalizão governista da Alemanha em cenário político fragmentado.

A AfD já é o partido mais popular da Alemanha em nível nacional e busca garantir uma base para levar adiante sua agenda, que inclui fortes restrições à imigração, o restabelecimento das relações com a Rússia, o corte do apoio à Ucrânia e a saída do euro.

À medida que a contagem continuava, ainda não estava claro se a AfD conseguiria formar um governo, mas o significado político mais amplo da eleição era evidente; segundo a emissora ZDF, a participação eleitoral foi elevada, chegando a 77%.

“Fizemos história neste país”, disse Ulrich Siegmund, de 35 anos, candidato-líder da AfD na Saxônia-Anhalt, que atraiu milhares de pessoas aos seus comícios de campanha e que repetidamente apresentou a vitória no estado como primeiro passo para garantir o poder nacional nas eleições federais previstas para 2029.

“O povo deixou absolutamente claro que finalmente quer uma mudança política e, acima de tudo, mostrou que quer isso conosco”, disse Siegmund.

Quando as primeiras pesquisas de boca de urna foram divulgadas, ele estava de braços dados com os dois líderes nacionais de seu partido, que riam alegremente à medida que a magnitude da vitória se tornava evidente. Comemorações eufóricas eclodiram na reunião eleitoral do partido na cidade de Magdeburg, onde as pessoas agitavam bandeiras alemãs e se abraçavam em sinal de triunfo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, postou uma captura de tela do resultado sem comentários em seu site Truth Social, enquanto líderes de extrema direita em outros países europeus comemoraram a eleição como um mandato para a mudança.

Revés para Merz

O resultado representa um revés significativo para Merz, cujo índice de aprovação pessoal caiu para níveis historicamente baixos, à medida que os eleitores se afastam tanto de suas reformas planejadas para reanimar a economia estagnada da Alemanha, quanto de seu estilo de comunicação pessoal, propenso a gafes.

Uma pesquisa da emissora ARD mostrou que 87% dos eleitores do estado estavam insatisfeitos com o governo federal. Siegmund descreveu Merz como o melhor candidato da AfD, dada sua impopularidade no estado.

“Este resultado eleitoral é, acima de tudo, um voto de desconfiança no governo federal”, disse Marcel Fratzscher, presidente do Instituto Alemão de Pesquisa Econômica, à Reuters.

Merz prometeu revitalizar a maior economia da Europa com reformas favoráveis às empresas e aumento dos gastos, ao mesmo tempo em que alertou que uma vitória da AfD na Saxônia-Anhalt prejudicaria o estado e dissuadiria empresas estrangeiras de investir na região.

Todos os principais partidos da Alemanha se recusaram a colaborar com a AfD, que foi classificada como extremista de direita pelo escritório local do serviço de inteligência interna da Alemanha.

Uma exceção é o pequeno partido Aliança de Sahra Wagenknecht (BSW), que parecia prestes a ultrapassar o limite mínimo para entrar no Parlamento. O BSW sugeriu a ideia de que a Saxônia-Anhalt fosse governada por um primeiro-ministro estadual apartidário, contando com maiorias variáveis, inclusive com votos da AfD.

Siegmund, no entanto, rejeitou a ideia do BSW como uma “confusão” e descartou quaisquer acordos com outros partidos que impedissem a AfD de cumprir sua promessa de mudança. “Se chegar ao ponto crítico, simplesmente haverá novas eleições”, disse ele.

Os conservadores de Merz afirmaram que explorariam negociações com outros partidos, embora isso possa exigir a união de partidos com agendas políticas muito diferentes. No estado vizinho da Turíngia, no leste da Alemanha, os conservadores formam um governo minoritário com a tolerância passiva do Partido de Esquerda.

Embora a Saxônia-Anhalt, que antes fazia parte da Alemanha Oriental governada pelos comunistas, seja um dos menores estados alemães, com uma população de pouco mais de 2 milhões de habitantes, o resultado ressalta o rápido avanço da AfD desde a sua criação, em 2013.

A AfD é agora o partido mais popular da Alemanha em nível nacional, com 28% das intenções de voto segundo uma pesquisa recente do INSA, confortavelmente à frente dos conservadores, que têm 20%.

Linha dura em relação à migração

Embora partidos de extrema direita tenham ganhado terreno em outras partes da Europa, o passado nazista da Alemanha contribuiu para uma relutância entre os partidos tradicionais em cooperar com a AfD.

A AfD rejeitou as acusações de extremismo, considerando-as alarmismo e um insulto aos milhões de apoiadores do partido.

Durante a campanha, a AfD aproveitou a crescente desilusão com os partidos tradicionais, que caracteriza como desgastados e desconectados da realidade, oferecendo, em vez disso, uma série de políticas de linha dura e uma visão nostálgica de um retorno a ruas mais limpas e seguras, além de promover o orgulho de ser alemão.

“É claro que precisamos de mudanças na Alemanha e na Europa Ocidental. E acredito que um sinal de partida está definitivamente partindo daqui — quer você goste ou não”, disse Antony Lee, um participante da festa eleitoral da AfD. “Sou pai, sou empresário e sei que as coisas não podem continuar assim na Alemanha.”

O programa da AfD inclui planos para orientar escolas e instituições culturais em direção ao que considera valores mais tradicionais, ao mesmo tempo em que restringe a imigração e reformula a radiodifusão pública. O partido quer que os filhos de refugiados sejam ensinados em turmas segregadas.

O partido pediu que as bandeiras arco-íris sejam proibidas nas escolas e que a bandeira nacional alemã seja hasteada todos os dias. O hino nacional seria cantado por alunos e funcionários em comemorações escolares. Outras propostas incluem patrulhas de cidadãos, mais ensino de russo nas escolas e a suspensão da construção de novos parques eólicos.

* (Reportagem adicional de Thomas Seythal, Cian Muenster, Christian Krämer, Andreas Rinke, Markus Wacket, Rene Wagner, Alexander Ratz, Francesca Landini, David Ljunggren)

* É proibida a repodução deste conteúdo.


Fonte: Agência Brasil

Confira a agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira (7)

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A agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira (7) inclui atos em alusão ao 7 de Setembro, feriado da Independência do Brasil.

Também estão previstas entrevistas, visitas e manifestações políticas.

Hertz Dias (PSTU)
Às 9h, participa do ato Grito dos Excluídos, em Cajamar (SP), e almoça com apoiadores na Ocupação Esperança.

Renan Santos (Missão)
Participa de ato no Obelisco do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, às 11h.

Romeu Zema (Novo)
Realiza ato na Avenida Paulista, em São Paulo, às 9h20.

Ronaldo Caiado (PSD)
Em Goiânia, acompanha desfile cívico, às 8h.

Rui Costa Pimenta (PCO)
Participa do ato Grito dos Excluídos, em São Paulo (SP).

Samara Martins (UP)
Cumpre agenda em Belém (PA). Pela manhã, visita a Ocupação Welfesom Alves e, às 17h, faz ato no Portal da Amazônia.

Wilsson Grassi (Democrata)
O candidato participa de gravação de mensagem em vídeo em alusão à comemoração de 204 anos da Independência do Brasil. 

Augusto Cury (Avante)
Participa de sabatina no programa Jornal da Manhã, da Jovem Pan, às 8h. Às 21h, concede entrevista para CNN Brasil.

Clariana Barão (DC)
Concede entrevista ao canal Bacci Notícias TV, às 12h10.

Edmilson Costa (PCB)
Cumpre agenda da secretaria-geral do PCB em Lisboa.

Flávio Bolsonaro (PL)
Realiza ato na Avenida Paulista, em São Paulo, às 15h.

O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não tem agenda pública de campanha.

A ordem de apresentação da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.


Fonte: Agência Brasil

Público madruga para assistir ao desfile na Esplanada dos Ministérios

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Quando o relógio despertou nesta madrugada, às 3h da manhã, a aposentada tocantinense Maria de Fátima Barbosa, de 71 anos, levantou imediatamente, tamanha era a ansiedade pelo desfile de 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Ela está hospedada na casa de uma amiga no Recanto das Emas, a 30 quilômetros do centro da capital. No entanto, a viagem dela veio de muito mais longe.

Moradora de Tocantinópolis, Maria de Fátima pegou uma van até Araguaína (TO) a mais de duas horas de distância de casa, madrugou na rodoviária para cedinho encarar mais mil quilômetros até a capital do país. Foram mais de 15 horas de viagem. Chegou no sábado (6) e descansou um pouco para assistir ao nascer do sol de dentro do ônibus.

 “Enquanto eu viver, eu venho para esse desfile”, afirmou, ansiosa também por ouvir as mensagens no desfile sobre o passado de escravização e opressão no Brasil

Maria de Fátima morou em Brasília nos anos 1980 quando foi doméstica. Voltou para o Tocantins para recomeçar. Foi quebradeira de coco. Depois, continuou em empregos precários, inclusive catou latinhas para cumprir o sonho de comprar um sax para tocar. Conseguiu estudar e se formou no ano passado em licenciatura de educação no campo. “Vir para o desfile me faz lembrar o quanto eu sou brasileira. É muito lindo isso aqui”. 

Brasilienses que moram na periferia da capital também madrugaram para chegar cedo à Esplanada. Entre eles, o casal, Jorge Fernandes, de 55 anos, que é pintor de casa, e Adabel Daiane, de 42, dona de casa. Eles foram acordados por Maria Alice, de 8, que antes das 4h pediu para vir logo ao desfile. Pegaram um ônibus de Sobradinho 2.

 “Como era a primeira vez, nem dormi direito”. A mãe entende que é algo que ficará para a história. “Assim, a gente constrói memórias para ela. E de patriotismo”. O pai, que já foi soldado do Exército, diz que nunca deixou de vir”. 

Outro ex-militar, Maurício Batista, de 33, colocou a bandeira do Brasil sobre a camisa, como faz a cada ano. “Eu fico emocionado mesmo”.

Também estava sensibilizada a família do paratleta dos 100 metros rasos, da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Ele iria desfilar. 

Preocupado com o horário, acordou antes das 4h da manhã. Ao chegar à rodoviária, viu a luz do amanhecer e correu. Não era novidade para quem redescobriu a vida em velocidade. “Faço 100 metros em menos de 12 segundos. Vou correr porque está chegando a hora”, disse à reportagem da Agência Brasil

A mãe, Maura, e toda a família que o acompanhava, sorriu com a pressa do rapaz. “Ele ama estar aqui e o esporte. Ele fica ansioso e a gente na torcida por tudo dar certo na vida dele”. O desfile ainda não tinha começado, mas eles já chamavam o momento de “inesquecível”.

Fonte: Agência Brasil

No Mundo da Bola recorda momentos épicos do esporte na Rádio Nacional

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O programa No Mundo da Bola, histórica produção esportiva diária da Rádio Nacional, resgata do vasto acervo preservado pela emissora pública acontecimentos marcantes do esporte que foram transmitidos nas ondas da Nacional.

A novidade entra no ar em setembro para celebrar os 90 anos da emissora. A série reúne gravações exclusivas e conteúdos raros que ajudam a contar o que de mais importante ocorreu em diversas modalidades esportivas no país e no mundo nesse período.

Apresentado pelo jornalista Rodrigo Ricardo e com a produção de Luiz Ferreira e Wagner Gomes, o No Mundo da Bola é o mais tradicional programa esportivo do rádio brasileiro. A resenha foi lançada na Rádio Nacional pelo narrador Antônio Cordeiro.

Referência em informação, análise e cobertura esportiva, acompanha gerações de ouvintes apaixonados pelo futebol e por outras modalidades. No ar em rede de segunda a sexta, ao vivo, às 18h, a atração estreou em 1º de setembro de 1947.

“O objetivo da série é mostrar que a Rádio Nacional esteve presente em quase todos os grandes eventos esportivos ao longo desses 90 anos de história. A ideia é recordar grandes profissionais que trabalharam na emissora e destacar atletas tiveram e têm espaço nos programas da Nacional”, conta Luiz Ferreira.

A sequência de conteúdos especiais entrou no ar no aniversário de 79 anos do programa. O material já apresentado no dial fica disponível no site da rádio. A produção relembra fatos, programas, narrações e grandes momentos da Nacional no esporte brasileiro e no exterior durante o mês em que a emissora pública completa nove décadas.

O microfone da Nacional já capturou registros históricos. A rádio já abrigou comentaristas e cronistas que marcaram época. Um deles foi o inesquecível João Saldanha, também conhecido como João-sem-medo.

Entre as sonoras recuperadas pela série do No Mundo da Bola, a emissora já levou ao ar depoimentos do comentarista durante a cobertura da Copa do Mundo de 1970. No dia 10 de junho daquele ano, João Saldanha tranquilizava a torcida brasileira no intervalo do jogo entre Brasil e Romênia depois do gol da seleção adversária.

Não é somente nas Copas do Mundo que a Rádio Nacional esteve presente. A emissora também marcou presença nos Jogos Olímpicos. Em 1952, o atleta José Telles da Conceição conversou com a Nacional logo depois da conquista da medalha de bronze no salto em altura.

Naquela época, era comum que atletas de todas as modalidades usassem o microfone da emissora para passar uma mensagem aos familiares e fãs que ficaram no Brasil e, à distância, acompanhavam os feitos de seus ídolos no esporte.

Serviço

No Mundo da Bola – série especial – segunda a sexta, às 18h, na Rádio Nacional

Rádio Nacional na internet e nas redes sociais:
Site: https://radionacional.ebc.com.br 
Instagram: https://www.instagram.com/radionacionalbr 
Spotify: https://open.spotify.com/user/vpj3k8ogjwf1nkv4nap3tlruv 
YouTube: http://youtube.com/radionacionalbr 
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X: https://x.com/radionacionalbr
Streaming: https://aovivo.ebc.com.br/embed-audio.html?emissora=radio-nacional-do-rio-de-janeiro

WhatsApp Nacional:
– Rádio Nacional FM: (61) 99989-1201 
– Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536 
– Rádio Nacional da Amazônia: (61) 99674-1568 
– Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966

Saiba como sintonizar a Rádio Nacional:
Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz
Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz 
São Paulo: FM 87,1 MHz 
Recife: FM 87,1 MHz 
São Luís: FM 93,7 MHz 
Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC 
Alto Solimões: FM 96,1 MHz 
Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

 




Fonte: Agência Brasil

Justiça Eleitoral garante transporte e urnas adaptadas para PCD

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Diante do crescimento expressivo do número de eleitores com algum tipo de deficiência física ou dificuldade motora, a Justiça Eleitoral estruturou uma série de iniciativas que permitem a esses cidadãos e cidadãs exercer o direito ao voto com autonomia e dignidade.

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicam que o eleitorado com alguma deficiência aumentou quase 14 vezes (ou 1.290%) em 16 anos, saltando de 141.690, em 2010, para os atuais 1.970.165. Sobre as candidaturas, a base de dados do tribunal só informa a evolução dos últimos quatro anos, período no qual o pedido de registros passou de 489 para 524.

Transporte

Com o Programa Seu Voto Importa, instituído em fevereiro de 2026, pela Resolução 23.753, a Justiça Eleitoral se compromete a viabilizar, no dia da eleição, mediante pedido prévio, transporte especial gratuito para eleitores que enfrentam dificuldades para chegar aos locais de votação devido a algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida.

O transporte será viabilizado pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) em suas respectivas unidades federativas, por meio de acordos de cooperação técnica. Para o primeiro turno, em 4 de outubro, os interessados têm até o dia 14 de setembro para formalizar o pedido presencialmente, em um cartório eleitoral, ou por meio dos canais de atendimento informados no site do TRE responsável pelo local de votação.

A solicitação pode ser entregue pelo próprio eleitor ou eleitora, ou por seu procurador legal, curador ou apoiador. Também será necessária autodeclaração ou documentação que comprove a deficiência ou a dificuldade de locomoção.

O TRE de São Paulo, por exemplo, informou, nesta sexta-feira (4) que o serviço será disponibilizado em mais de 300 cidades do estado, contemplando pessoas com deficiência e que apresentarem dificuldade para se movimentar, incluindo idosos, gestantes, lactantes, pessoas com crianças de colo e pessoas obesas.

Urnas

As urnas eletrônicas também contarão com novidades que visam facilitar o ato de votar para milhares de pessoas. De acordo com o TSE, uma nova fonte tipográfica – Atkinson Hyperlegible, desenvolvida pelo Braille Institute –, mais legível, facilitará a leitura para pessoas com deficiência visual.

Além disso, uma barra de progresso fixa na parte superior da tela orientará o eleitor durante todas as etapas da votação, tornando o processo mais intuitivo.

Recursos de acessibilidade que já vinham sendo empregados também foram ampliados. Caso dos intérpretes de Libras, que além de informar o cargo em votação, passam a indicar situações como voto em branco, voto nulo e voto de legenda.

“Assegurar condições para que todas as pessoas possam exercer em igualdade de condições seus direitos políticos de forma plena está no centro da missão da Justiça Eleitoral”, comentou o Diretor de Assuntos Estratégicos do TSE, o defensor público do Rio de Janeiro William Akerman, durante audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, nessa quinta-feira (3).

“Quando falamos sobre acessibilidade eleitoral não estamos falando apenas de permitir que uma pessoa chegue à sessão eleitoral”, prosseguiu Akerman, destacando que, em muitos casos, um mero degrau pode representar uma barreira ao pleno exercício da cidadania.

Ainda segundo o defensor público, as iniciativas de acessibilidade incluem a ampliação dos intérpretes de Libras empregados para sinalizar votos em branco e nulos; o livre ingresso e a permanência de cães-guia nos locais de votação e o treinamento dos mesários, com foco em assegurar atendimento preferencial a grupos específicos, como as pessoas no Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Fonte: Agência Brasil

Dupla de Luisa Stefani vence mais uma e vai às oitavas do US Open

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A paulista Luisa Stefani está classificada para as oitavas de final do torneio de duplas femininas do US Open.

Na noite deste sábado (5), a parceria da brasileira – quarta do mundo no ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA) –, com a canadense Gabriela Dabrowski – teceira no mesmo ranking – derrotou a italiana Sara Errani (9ª) e a austríaca Lilli Tagger (49ª em simples, 507ª entre as duplistas) por 2 sets a 0, parciais de 6/2 e 7/5.

As adversárias de Luisa e Dabrowski na próxima fase do torneio disputado em Nova York (Estados Unidos), um dos quatro principais do circuito mundial (os Grand Slams), serão conhecidas neste domingo (6).

Ainda em horário a ser definido, a dupla formada pela húngara Fanny Stollar (34ª) e a estadunidense Asia Muhammad (47ª) encara a japonesa Eri Hozumi (68ª) e a eslovena Andreja Klepac (66ª).

“Minha primeira vez jogando contra a Ernani, uma jogadora que admiro e respeito muito, ótima competidora. E super feliz com a vitória e com a reviravolta no segundo set. Agora vamos com tudo para a próxima”, disse Luisa, por meio da assessoria de imprensa.

Nesta temporada, a parceria entre a brasileira e a canadense conquistou três títulos em etapas do circuito da WTA realizadas em Dubai (Emirados Árabes Unidos), Estrasburgo (França) e Eastbourne (Inglaterra).

Nos outros Grand Slams do ano, elas alcançaram as semifinais no Aberto da Austrália e em Roland Garros, disputado em Paris (França), além de ficarem com o vice no Torneio de Wimbledon, em Londres, capital inglesa.

O desempenho de Luisa e Dabrowski já garantiu a dupla no WTA Finals, torneio que reúne as oito melhores parcerias do ano e será em Indian Wells (Estados Unidos), no mês de novembro.

Em 2026, o evento ocorreu na Arábia Saudita e a paulista foi vice-campeã ao lado da húngara Timea Babos (atualmente em 29º no ranking).

Resta um

Nas duplas masculinas, não deu para Marcelo Demoliner. Também neste sábado, a parceria do gaúcho, 63º do ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), com o taiwanês Rey Ho (70º) não resistiu aos norte-americanos Nathaniel Lammons (87º) e Jackson Withrow (94º), que venceram por 2 sets a 1,parciais de 4/6, 7/6 (7-1) e 6/2.

O único atleta do país ainda na briga na chave masculina é Marcelo Melo. O mineiro, 56º da ATP, disputa o US Open ao lado do australiano John Peers (76º).

Eles estrearam com vitória por 2 sets a 1 (3/6, 7/5 e 6/4), na última sexta-feira (4), para cima da parceria do australiano James Duckworth (71º em simples, 907º nas duplas) com o sérvio Miomir Kecmanovic (64º no individual, 912º entre os duplistas).

Na segunda rodada, Melo e Peers enfrentam Brandon Carpico (1103º) e Nikita Samuel Filin (739º), ambos dos Estados Unidos, em data e horário que ainda serão anunciados.

Também na sexta, os norte-americanos surpreenderam a parceria 100% brasileira formada pelo gaúcho Rafael Matos (16º) e o catarinense Orlando Luz (13º), que vinha de dois títulos seguidos. O triunfo foi por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 7/6 (7-5) e 7/5.

O Brasil ainda seria representado por Fernando Romboli (91º), mas o tenista carioca ficou fora por conta dos problemas físicos de Terence Atmane (92º em simples, sem ranking de duplas), com quem jogaria. O francês teve dores após a estreia na chave individual masculina.

 

Fonte: Agência Brasil

IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.


Fonte: Agência Brasil