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Espanha leva juventude e Argentina aposta em Messi na decisão da Copa

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O vencedor da Copa do Mundo 2026 será conhecido domingo (19), na partida entre Espanha e Argentina, às 16h, em Nova York. O jogo reunirá as duas seleções no topo do ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa), com estilos semelhantes, e eventuais erros no gramado podem definir o campeão.

Olhando os detalhes, porém, os comentaristas da TV Brasil (EBC) observam pontos fortes e fracos em cada equipe.

Bruno Mendes destaca que a seleção espanhola, a La Roja, é mais jovem, e isso pode ser uma vantagem, diante do calor registrado nas partidas nos Estados Unidos, onde será o jogo. Para o comentarista, apesar de o estádio em Nova York ser climatizado, o fator climático exige mais do físico dos jogadores.

“São dois times muito técnicos, mas a média de idade, talvez, faça essa diferença”, analisou Mendes.

“Pode favorecer a Espanha ter um time mais jovem que, em tese, tem condições melhores de enfrentar o calor”, disse. “A Argentina vem de desgastes grandes nas últimas partidas, com duas prorrogações e um jogo anterior apertado. A Espanha não”, pontuou.

Por outro lado, a seleção argentina, além de jogadores mais experientes, tem Lionel Messi, o maior artilheiro da história das copas e o melhor jogador de futebol da atualidade. Ao criar lances, ele é o trunfo para a atual campeã vencer o bicampeonato e se tornar tetracampeã. O time venceu a Copa em 2022, no Catar.

“Messi é o responsável pelas principais jogadas, conhece bem o time e lidera”, acrescentou a comentarista da TV Brasil, a historiadora Rachel Motta, lembrando da participação do jogador nos dois gols da vitória contra a Inglaterra. Ela identifica ainda outra vantagem do time, a “raça”, que significa comprometimento e entrega até o apito final.

“Se nos basearmos nos números, será um confronto equilibrado”, avalia Motta, lembrando que os dois times já se enfrentaram 14 vezes, sendo uma em copa, com seis vitórias para cada lado e dois empates.

“Mas a Argentina joga com raça, que é difícil de traduzir, por isso, é uma final em aberto”, ponderou.

Se o vencedor for a Espanha, a equipe masculina igualará o feito da seleção feminina de futebol, atual campeã mundial, e se tornará bicampeã. A seleção masculina só ganhou a Copa uma vez, em 2010, quando venceu a Holanda por 1 x 0, na África do Sul.

Em campo, a Espanha contará com o jovem prodígio Lamine Yamal, que faz sua estreia na competição. Há dezoito anos, ele teve um primeiro encontro inusitado com a estrela albiceleste, Messi. O argentino, então com 19 anos, apareceu em uma fotografia para uma campanha beneficente dando banho em um bebê negro, que hoje é o artilheiro da Espanha Yamal.

Ganhando um time ou outro, o resultado se aproximará do ranking da Fifa, liderado pela Argentina, com a Espanha em segundo lugar. A seleção francesa e a Inglaterra, que disputam a terceira colocação, sábado, estão na terceira e quarta posição, respectivamente. “A zebra não chegou na fase final”, brincou Motta.

Além da taça, no domingo, serão anunciados os prêmios individuais, de melhor jogador, o Bola de Ouro, Luva de Ouro, para o melhor goleiro e a Chuteira de Ouro para o artilheiro. Messi lidera essa categoria, por ter marcado oito gols. Kylian Mbappé, da França, está logo atrás e pode superar o argentino durante a disputa de terceiro lugar. A França entra em campo contra a Inglaterra, sábado, às 18h, em Miami.


Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Round of 32 - Spain v Austria - Los Angeles Stadium, Inglewood, California, U.S. - July 2, 2026 Spain's Pedro Porro celebrates scoring their second goal with Lamine Yamal and Pau Cubarsi REUTERS/Lisi Niesner
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Round of 32 - Spain v Austria - Los Angeles Stadium, Inglewood, California, U.S. - July 2, 2026 Spain's Pedro Porro celebrates scoring their second goal with Lamine Yamal and Pau Cubarsi REUTERS/Lisi Niesner

Maior Copa

Com a partida final, em Nova York, chega ao fim a primeira Copa do Mundo realizada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. O torneio ampliou o número de participantes para 48 seleções, permitindo a estreia de equipes como Cabo Verde, do goleiro Vozinha, que fez história ao parar o ataque da Espanha e não tomar nenhum gol da agora finalista.

Os jogos no mundial foram marcados pela organização defensiva aliada à eficiência. Tiveram vantagem os times que conseguiram controlar o passe de bola sem deixar de marcar, o que não foi o caso do Brasil, eliminado nas oitavas de final. Nesta edição, contra-ataques rápidos e bolas aéreas foram decisivas.

A próxima Copa será entre 8 de junho e 21 de julho de 2030 e celebrará o centenário da competição. Os jogos serão na Espanha, Portugal e no Marrocos, mas a América do Sul também receberá partidas, celebrando os 100 anos do Mundial. Uruguai, Argentina e Paraguai devem sediar as partidas iniciais do Mundial.

Copa feminina

Antes disso, em 2027, o Brasil recebe a Copa do Mundo Feminina de Futebol. Será a primeira vez do torneio na América do Sul que reunirá 32 seleções entre 24 de junho e 25 de julho. Os jogos serão em oito cidades: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre,  Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. 

Interessados já podem se cadastrar no site da Fifa para receber informações sobre ingressos, categorias e etapas da competição.

Fonte: Agência Brasil

Mauro Vieira afirma que EUA queriam abertura total sem contrapartida

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O ministro das Relações Exteriores do Brasil, chanceler Mauro Vieira, afirmou que os Estados Unidos (EUA) buscaram uma “capitulação” do governo brasileiro durante as negociações sobre o tarifaço por meio da exigência de abertura completa de mercados do país sem qualquer contrapartida.

Em declaração à imprensa, nesta quinta-feira (16), Viera afirmou que o governo dos EUA está incomodado com o fato de o Brasil “não ter se curvado às pretensões desmedidas e às demandas irrazoáveis apresentadas no curso das negociações”.

“Cito como exemplo demandas de abertura total, irrestrita e exclusiva aos EUA de setores inteiros da economia brasileira, sem qualquer contrapartida para os produtos brasileiros. Em outras palavras, exigiam a capitulação”, afirmou Vieira.

Ontem, os EUA anunciaram uma tarifa adicional de 25% em parte dos produtos brasileiros alegando práticas “desleais” no comércio por parte do Brasil. O governo brasileiro rejeita as justificativas usadas para o tarifaço. 

Chanceler responde Rubio

Ainda na declaração desta quinta, Vieira rebateu a postagem do secretário do Departamento de Estado dos EUA, Marco Rubio, em uma rede social. Rubio disse que a falta de acordo entre Brasil e EUA teria sido devido ao “ego” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“O que Rubio chama de ego nada mais é do que a convicção inabalável do presidente Lula na defesa da soberania brasileira e dos interesses das nossas empresas e de nossos trabalhadores”, rebateu o chanceler brasileiro.

Marco Vieira acrescentou que Rubio usa falsas afirmações sobre o empenho brasileiro em negociar e “ataca, de forma grosseira e arrogante, o chefe de Estado de um país amigo, que se empenhou pessoalmente pela abertura de canais de negociação em várias ocasiões”.

O chefe do Itamaraty relembrou toda trajetória das negociações comerciais entre Brasil e EUA, destacando que foram mais de 30 reuniões presenciais, virtuais e por telefone desde março de 2025.

“Somente com Jamieson Green [Representante Comercial dos EUA/USTR] e com Marco Rubio foram realizados 11 contatos, incluindo as reuniões entre os presidentes”, completou Vieira.

Motivação política

O governo brasileiro vinha defendendo que a ameaça de tarifaço usada pelo governo Trump contra o Brasil tem motivação política, mirando as eleições. Para analistas consultados pela Agência Brasil, a medida seria uma forma de enquadrar o país, que não teria adotado um alinhamento político com Washington como a Casa Branca gostaria. 

No pronunciamento desta quinta, o ministro Mauro Vieira reforçou que não há qualquer justificativa para adoção das tarifas contra o Brasil.

O ministro lembrou do tarifaço de julho de 2025 de 50% contra o Brasil “por expressa motivação política em tentativa de interferência do poder judiciário brasileiro”, em função do julgamento por tentativa de golpe de Estado liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Vieira acrescentou que foi no contexto do julgamento do 8 de janeiro que Trump pediu ao Escritório do Representante Comercial (USTR) do país para abrir uma investigação contra o Brasil baseado na Seção 301 Lei do Comércio dos EUA.  

“Não custa reiterar que os EUA acumularam US$ 424 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil nos últimos 15 anos. Em 2025, 76% das importações originárias dos EUA entraram no Brasil sem pagar imposto de importação, incluindo oito dos dez principais produtos dos EUA importados pelo Brasil”, afirmou Vieira.

Para o chanceler, apesar da motivação política, o Brasil continuou ativo nas negociações tentando costurar um acordo que evitasse o tarifaço anunciando ontem. “Não houve, portanto, racionalidade na aplicação destas tarifas”, disse.

Pix e desmatamento

Sobre o Pix, que é um dos alvos da investigação dos EUA sobre o Brasil, o chefe do Itamaraty disse que as acusações contra o mecanismo são “descabidas”. 

“O PIX é uma infraestrutura pública de pagamentos criada pelo Banco Central e está disponível a todas as instituições que atuam no Brasil. Não é sério falar em competição desleal gerada pelo PIX”, disse.

O ministro Mauro Vieira acrescentou ainda que as acusações contra o desmatamento ilegal no Brasil também não se sustentam.

“Desde 2022, reduzimos significativamente o desmatamento na Amazônia e no Cerrado. Todas as rejeições dos norte-americanos para justificar a aplicação de tarifas não têm lastro na realidade”, finalizou.

Fonte: Agência Brasil

Entenda a Lei de Reciprocidade, que o Brasil pode adotar contra os EUA

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A decisão do governo dos Estados Unidos, divulgada nesta quarta-feira (15), de impor tarifas de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil, trouxe uma reação imediata do governo brasileiro. Em resposta, o Palácio do Planalto afirmou que a Lei de Reciprocidade brasileira será acionada “imediatamente”.

A lei, sancionada em 11 de abril de 2025, foi motivada também por decisões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Já naquela ocasião, Trump escalou em uma guerra comercial contra diversos países, inclusive o Brasil, e anunciou sobretaxas de importação

A Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Ou seja, se um país com o qual o Brasil tem relação comercial adota uma medida que o prejudique nessa relação, o governo pode adotar uma série de contramedidas. Dentre elas, impor tributos ou taxas, acabar com isenções ou redução de valores de tarifas de importação, ou restringir importações de bens ou serviços.

Essas contramedidas devem ser, na medida do possível, aplicadas na mesma proporção do prejuízo econômico causado por outro país ou bloco econômico ao Brasil.

Soberania

A Lei da Reciprocidade destaca que cabe a suspensão de concessões comerciais, entre outras medidas, a países ou blocos de países que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”.

Assim, a lei se aplica a um país que ameace aplicar ou aplique medidas comerciais na tentativa de interferir em atos específicos ou práticas no Brasil.

A legislação também abre espaço ao diálogo e entendimento para que medidas retaliatórias não sejam tomadas obrigatoriamente. Em seu Artigo 4º, determina que a diplomacia entre em ação para reduzir ou anular a necessidade das contramedidas previstas.

Meio ambiente

A Lei de Reciprocidade também inclui países que tomem medidas unilaterais com base em requisitos ambientais mais onerosos do que os padrões de proteção ambiental adotados no país.

Nesse caso, o Brasil deve considerar, além das normas ambientais adotadas internamente, como o Código Florestal, de 2012, as metas estabelecidas na Política Nacional do Clima, de 2009, e os compromissos assumidos no Acordo de Paris, de 2015.

Se um país aplicar medidas comerciais unilaterais alegando descumprimento de normas ambientais não contempladas por esses institutos, e que sejam mais dispendiosas ao Brasil, está prevista a aplicação de contramedidas.

Fonte: Agência Brasil

Spray de pimenta para mulher é medida paliativa, diz promotora

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A aprovação do projeto de lei que autoriza a comercialização, a compra e a posse de spray de pimenta para mulheres acima de 16 anos em todo o país como medida de defesa pessoal, trata-se de apenas uma medida paliativa e não uma política real ou segura de segurança pública. 

A afirmação é da promotora de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e presidente do Instituto Pró-Vítima, Celeste Leite dos Santos.    

O texto segue para sanção do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A partir dos 18 anos a mulher pode comprar o spray livremente, mas deverá apresentar documento oficial com foto, comprovante de residência e certificado de que não possui antecedentes criminais. 

O volume máximo do frasco será de 50 ml e as lojas credenciadas deverão registrar os dados da compra e emitir nota fiscal para controle do produto. O texto diz que o spray poderá ser utilizado de forma “moderada” para repelir agressão “injusta, atual ou iminente”. Em caso de roubo ou furto do spray, a dona deverá registrar boletim de ocorrência em até 72 horas. 

“Essa é uma medida de “populismo penal”, que gera na população uma falsa sensação de segurança sem considerar as consequências práticas. O uso do spray cria a ilusão de que a mulher pode se defender facilmente, mas seu manuseio não é simples e exige treinamento específico”, disse. 

Ela exemplificou que, se disparado contra o vento, o produto pode voltar contra a própria mulher, tornando-a ainda mais vulnerável. Se utilizado a menos de um metro de distância, o agressor pode tomar o spray da vítima. Além disso, o tipo de spray, que pode ser em jato ou em névoa modifica a forma de uso. E em ambientes fechados o uso é desaconselhável, pois pode atingir a própria usuária e terceiros. 

A promotora também alerta para o risco de inversão de papéis, com a vítima podendo ser punida caso utilize o spray de forma desproporcional ou atinja terceiros. 

“Nesses casos ela pode estar sujeita a pena administrativa com o pagamento de multas de um a dez salários mínimos. Pode ainda responder na área civil sendo responsabilizada pelos danos causados, ou na esfera criminal, por lesão corporal ou resposta desproporcional”, disse.  

Para Celeste, além dos documentos exigidos no ato da compra, a compradora deveria apresentar, obrigatoriamente, um certificado de realização de treinamento técnico específico para o manuseio do spray. Ela critica o fato de o governo liberar a venda sem definir quem ministrará esse treinamento. 

Embora explique que o spray deva ser estritamente para legítima defesa (reação a uma agressão injusta, atual ou iminente), principalmente em locais ermos, onde fica clara a intenção de estupro ou roubo, a promotora enfatiza que há outras maneiras de defesa pessoal, inclusive preventivas.

“Também são forma de defesa manter uma postura segura, observar a movimentação da rua antes de entrar em casa ou no carro. Adotar uma postura corporal firme no metrô ou transporte coletivo, com a cabeça erguida, olhar direto e base corporal pronta para fuga ou reação, por exemplo, demonstra atenção e inibe a aproximação de agressores de forma indireta. Mas há também técnicas de defesa pessoal que permitem se desvencilhar do agressor”, afirmou. 

Celeste ressaltou que quando se trata de atender às demandas das mulheres por segurança, os Três Poderes têm falhado.

“O Legislativo falha porque não avança em garantir a igualdade; o Judiciário porque muitas vezes não está preparado para lidar com as vítimas, gerando revitimização; e o Executivo por não implementar políticas públicas estruturadas de prevenção”, finalizou.  

Fonte: Agência Brasil

Empresário Thiago Brennand é condenado a 31 anos de prisão por estupro

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O empresário Thiago Brennand foi condenado pela Justiça de São Paulo a 31 anos, cinco meses e 24 dias de prisão, em regime fechado, pelos crimes de agressão e estupro contra sua ex-companheira. Ele também a obrigou a tatuar as iniciais dele no corpo.

A decisão foi tomada pela 1ª Vara de Porto Feliz (SP), que ainda o condenou a pagar uma indenização de R$ 100 mil à vítima.

Brennand foi condenado por constrangimento ilegal, lesão corporal, estupro e coação no curso do processo, divulgação de cena de estupro e registro não autorizado de ato sexual.

Os vários crimes cometidos por Brennand contra a ex-companheira aconteceram em 2021 e foram tornados públicos em 2022. Antes disso, o empresário ficou conhecido após agredir uma outra mulher em uma academia de ginástica. A violência foi registrada pelas câmeras do estabelecimento, e as imagens foram divulgadas na mídia e redes sociais.

A condenação desta semana é um revés para Thiago Brennand, que foi absolvido na semana passada em outro processo em que foi condenado em primeira instância por prática de estupro e ameaça à vítima.

Neste caso, segundo o processo, Brennand foi acusado de conduzir a mulher para um hotel enquanto ela estava fora de si e praticar sexo sem consentimento. Ele havia sido condenado a oito anos de prisão e também ao pagamento de R$ 200 mil por danos morais.

O criminoso foi absolvido, em 2024, de uma outra acusação de estupro de uma massagista. O caso aconteceu em 2022 e Brennand havia sido condenado a oito anos de prisão.

O empresário está preso na Penitenciária Álvaro de Carvalho 2, em Potim, interior de São Paulo.

Fonte: Agência Brasil

Brasil encerra Jogos Parasul-Americanos com ouro no futebol de cegos

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A participação do Brasil nos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar (Colômbia) chegou ao fim da maneira que começou: dourada. O evento terminou na noite da última quarta-feira (15) com o país na liderança do quadro de medalhas. Foram 110 ouros, 86 pratas e 52 bronzes. Ou seja, 248 pódios no total.

No último dia do evento, a delegação verde e amarela obteve 30 medalhas, sendo 13 de ouro. Uma delas teve sabor especial, conquistada no futebol de cegos e diante da Argentina, maior rival.

O duelo contra os hermanos, atuais campeões mundiais, teve cara de revanche. Os argentinos haviam levado a melhor nos dois últimos confrontos decisivos entre as seleções: a final da Copa América de 2022, na casa deles, em Córdoba; e a semifinal da Paralimpíada de Paris (França), em 2024.


15.07.26 - Jogos Para-Sulamericanos Valledupar 2026. Futebol de Cegos Brasil x Argentina na Villa Olimpica Agustin, em Codazzi, Colômbia. Foto: Carol Coelho/CPB
15.07.26 - Jogos Para-Sulamericanos Valledupar 2026. Futebol de Cegos Brasil x Argentina na Villa Olimpica Agustin, em Codazzi, Colômbia. Foto: Carol Coelho/CPB

Seleção brasileira de futebol de cegos faturou ouro no Parasul-Ameicano com vitória sobre a Argentina na final – Carol Coelho/CPB/Direitos Reservados

Coube ao “carrasco” argentino na final dos Jogos de Tóquio (Japão) decidir novamente para o Brasil. Autor do gol que deu o quinto título paralímpico aos brasileiros em 2021, contra os mesmos rivais, Nonato balançou as redes no início da etapa final e garantiu a vitória. A competição foi disputada na cidade de Agustín Codazzi, a cerca de 62 quilômetros de Valledupar.

O torneio foi o primeiro do ciclo da Paralimpíada de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028. Ainda este ano, em setembro, o Brasil sedia a Copa América de futebol de cegos, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

Encerramento dourado

Além do ouro no futebol de cegos, a delegação brasileira foi ao topo do pódio em mais quatro modalidades: natação, atletismo, badminton e tiro com arco. Na piscina, o destaque foi o mineiro Arthur Xavier, que conquistou dois ouros: nos 200 metros (m) medley e no revezamento 4×100 m medley, ambos na classe S14 (deficiência intelectual).

Nas provas de campo do atletismo, a potiguar Jardênia Félix venceu no salto em distância da classe T20 (deficiência intelectual), disputa em que foi bronze no Campeonato Mundial de Paris, em 2023. Já o carioca Wallace dos Santos ganhou no arremesso de peso na categoria que juntou as classes F54 e F55 (ambas para atletas cadeirantes).

Na quadra do badminton, quem brilhou foi David Lima. Além do ouro na chave masculina da classe SU5 (deficiência de membros superiores), o paulista conquistou o primeiro lugar na dupla mista, que também reuniu a classe SL3 (atletas com comprometimento de membro inferior, mas que conseguem andar), ao lado da paranaense Kauana Beckenkamp.


Quadro de medalhas final dos Jogos Parasul-Americanos 2026
Quadro de medalhas final dos Jogos Parasul-Americanos 2026

Por fim, no tiro com arco, foram três ouros, com direito a dobradinha na classe Open, para atletas com deficiência em um ou dois membros (ambos inferiores ou superior e inferior do mesmo lado). A goiana Jane Karla Gögel, ex-número um do mundo, superou a cearense Helena Nunes na decisão.

As outras douradas vieram na classe W1 (deficiências graves, em três ou quatro membros). No masculino, o cearense Eugênio Franco, de 66 anos e integrante mais velho da delegação brasileira, superou o chileno Victor Bocaz. Entre as mulheres, em mais uma final entre Brasil e Chile, a paranaense Juliana da Silva venceu Mariela Carrasco.

O Brasil disputou os Jogos Parasul-Americanos com 237 representantes em 13 modalidades. A delegação reuniu, ainda, quatro guias (atletismo), quatro pilotos (ciclismo) e dois goleiros (futebol de cegos), para as disputas envolvendo atletas com deficiência visual, além de dois calheiros, para auxílio dos competidores de maior comprometimento motor na bocha.

Esta foi a segunda edição do evento. A primeira ocorreu em 2014, na capital chilena Santiago. Na ocasião, o Brasil ficou em segundo lugar no quadro de medalhas, com 104 pódios, atrás da Argentina – que sediaria a competição multimodalidade quatro anos depois, em Buenos Aires, mas acabou recuando por motivos financeiros.

Fonte: Agência Brasil

Vendas no varejo crescem 0,1% de abril para maio, diz IBGE

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O volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 0,1% em maio, na comparação com o mês anterior. A alta veio depois de uma queda de 1,6% na passagem de março para abril. Os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) foram divulgados nesta quinta-feira (16), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na média móvel trimestral, houve uma queda de 0,2%. Nos demais tipos de comparação, no entanto, o varejo apresentou avanços: de 0,4% na comparação com maio do ano passado, de 1,7% no acumulado do ano e de 1,4% no acumulado de 12 meses.

“No ano de 2026, o varejo vem crescendo a maioria do tempo”, afirma o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. “Apenas abril apresentou resultado no campo negativo”.

A alta de 0,1% de abril para maio foi puxada por cinco dos oito setores pesquisados: livros, jornais, revistas e papelaria (15,2%), tecidos, vestuário e calçados (3,1%), móveis e eletrodomésticos (2,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (1,4%) e combustíveis e lubrificantes (1,1%).

Por outro lado, três setores apresentaram queda: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,7%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,5%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,3%).

Varejo ampliado

O varejo ampliado, que também inclui materiais de construção e o setor de veículos e peças, por outro lado, caiu 0,2%. Os materiais de construção cresceram 2,1%, enquanto os veículos e peças avançaram 1,8%.

O comércio varejista ampliado também teve quedas de 0,3% na média móvel trimestral e de 0,6% na comparação com maio de 2025. No acumulado do ano, o setor apresentou alta de 1,3%. Já no acumulado de 12 meses, o crescimento foi 0,1%.

Receita nominal

A receita nominal do varejo cresceu 0,1% na comparação com abril deste ano, 4,4% em relação a maio de 2025, 4,2% no acumulado do ano e 4,8% no acumulado de 12 meses.

Considerando-se o varejo ampliado, a receita nominal teve altas de 0,4% na passagem de abril para maio, de 2,3% na comparação com maio do ano passado, de 3% no acumulado do ano e de 2,8% no acumulado de 12 meses.

 


Fonte: Agência Brasil

MP de renegociação de dívidas rurais prevê punições contra fraudes

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O governo federal editou uma Medida Provisória (MP) para permitir a renegociação de cerca de R$ 100 bilhões em dívidas rurais. Assinado pelo presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Fazenda Dario Durigan, o texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União de quarta-feira (15) e traz punições para quem usufruir ilegalmente dos benefícios.

A MP prevê a criação de um fundo semelhante ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), dotado de recursos financeiros para, eventualmente, cobrir operações de crédito rural contratadas por produtores afetados por eventos climáticos adversos, dando garantias às instituições financeiras.

Para evitar fraudes, o texto estabelece que o produtor ou cooperativa rural que, por ação ou omissão dolosa, apresentar, usar ou se beneficiar de laudos ou qualquer outro tipo de documento técnico contendo informações falsas acerca da perda de safra ou renda não só perderá o direito ao benefício, como terá que restituir os valores recebidos integralmente e corrigidos.

Além disso, esse produtor será impedido de contratar operações de crédito rural subvencionadas ou de receber incentivos públicos por até cinco anos.

O profissional que emitir, assinar, homologar ou validar o documento fraudulento ou incompatível com a realidade responderá solidariamente pelos danos causados ao Erário. E, além da responsabilização civil, também estará sujeito a sanções administrativas, bem como às penalidades aplicáveis pelo respectivo conselho profissional às infrações éticas.

Prazos

De forma geral, o prazo para os produtores ou cooperativas rurais quitarem suas dívidas será de oito anos, com pagamento de juros na carência e vencimento da primeira parcela de amortização do principal dois anos após a data de contratação.

O prazo para colocar as contas em dia sobe para até dez anos para quem comprovar que, entre 2019 e 2025, amargou uma redução de ao menos 40% da renda bruta esperada em três ou mais safras devido às consequências de eventos climáticos extremos. Nesse caso, haverá até dois anos de carência para pagar a primeira parcela.

São considerados eventos climáticos extremos as enxurradas, alagamentos, inundações, chuvas de granizo, chuvas intensas, tornados, ondas de frio, geadas, vendaval, secas, estiagens.

Suas consequências devem ser formalmente comprovadas por meio de laudo emitido por um profissional habilitado, como um engenheiro agrônomo ou técnico agrícola.

Juros anuais

Para os produtores rurais enquadrados nas regras gerais, a MP prevê taxas de juros de:

  • 6% a.a. para os agricultores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf);
  • 9% a.a. para miniprodutores, pequenos e médios produtores do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp);
  • 12% a.a. para os demais produtores.

Em caso de perdas comprovadas com eventos climáticos extremos, os encargos passam a ser de:

  • 5% a.a. para o Pronaf;
  • 8% a.a. para o Pronamp;
  • 11% para grandes produtores.

Operações

Podem ser objeto de liquidação (quitação da dívida) ou amortização (pagamento parcial para reduzir o saldo devedor) as:

  • Operações de crédito rural de custeio, comercialização e industrialização, renegociadas ou prorrogadas até 31 de maio de 2026, e que estejam em situação de adimplência na data de contratação da linha de crédito, contratadas com recursos direcionados ao Pronaf, ao Pronamp e a outras linhas de crédito rural, inclusive àquelas contratadas com recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento.
  • Operações de crédito rural de custeio, comercialização e industrialização contratadas até 31 de dezembro de 2025, mesmo que tenham sido objeto de renegociação ou prorrogação, em situação de inadimplência a partir de 1º de janeiro de 2024 e que permaneceram inadimplentes em 31 de maio de 2026, contratadas com as mesmas condições.
  • Parcelas de operações de crédito rural de investimento, vencidas ou com vencimento entre 1º de janeiro de 2024 e 31 de dezembro de 2026, originárias de operações contratadas até 31 de dezembro de 2025, e que tenham entrado em situação de inadimplência a partir de 1º de janeiro de 2024 e que tenham permanecido inadimplentes em 31 de maio de 2026.
  • Outras operações de crédito rural definidas pelo Poder Executivo federal.

Limites

A MP estabelece que os recursos que os bancos usarão para financiar as operações de renegociação das dívidas virão também dos fundos constitucionais de financiamento do Nordeste (FNE); Norte (FNO) e do Centro-Oeste (FCO).

Os recursos necessários para as criações dessas linhas de crédito virão ainda de outras fontes já previstas no Manual de Crédito Rural do Banco Central (BC) e outrasa serem definidas pelo Poder Executivo federal.

Os limites de crédito serão de:

  • até R$ 400 mil para os agricultores familiares enquadrados no Pronaf.
  • até R$ 2 milhões para os miniprodutores, pequenos e médios produtores rurais enquadrados no Pronamp.
  • até R$ 4 milhões para os demais produtores rurais.

Acordo

A MP é fruto de um acordo que o governo federal e o Congresso Nacional fecharam na quarta-feira (15). Com a medida, o texto editado pelo Palácio do Planalto substituirá o Projeto de Lei (PL 5122/23), de autoria do deputado federal Domingos Neto (PSD-CE), que trata do mesmo tema.

Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, o acordo buscou conciliar as demandas do setor agrícola e a viabilidade fiscal da medida.

“Chamamos os atores para a mesa para tratar isso com equilíbrio e buscar uma resolução que coubesse nas contas do país e levasse em consideração esse momento de dificuldade dos nossos produtores”, disse Motta.

Por lei, toda medida provisória entra em vigor assim que é publicada no Diário Oficial da União. A Câmara dos Deputados e o Senado têm até 120 dias para aprová-la ou rejeitá-la. Se não for votada em até 45 dias a partir da sua publicação, entra em regime de urgência, trancando a pauta de votação em plenário na Casa em que estiver tramitando.

Fonte: Agência Brasil

Vazamento de gás leva prefeitura de Manaus a decretar estado de alerta

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Vazamento de gás em uma unidade da empresa petroquímica Innova levou a prefeitura de Manaus a decretar estado de alerta para a capital amazonense. Segundo a empresa, o vazamento de gás ocorreu em um dos tanques de monômero de estireno da unidade 4 da empresa, que sofreu uma reação química. 

O estireno é um líquido tóxico e inflamável e a exposição ao produto pode provocar irritação das vias respiratórias e dos olhos, além de sintomas como tontura e fadiga.

O vazamento ocorreu no fim da tarde desta quarta-feira (15) na região do Distrito Industrial, mas o forte cheiro, semelhante ao de tinta, era sentido em várias regiões da cidade, entre elas, no centro da capital amazonense, próximo ao Teatro Amazonas.

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas o estireno começou a vazar por volta das 17h36 e foi controlado. Ele ocorreu em um dos tanques da empresa e ocasionado pelo próprio sistema de segurança do tanque para evitar que uma explosão acontecesse. Os bombeiros empregaram cerca de dez viaturas, quatro canhões de água e 35 homens. Brigadistas da empresa afetada também atuaram na ocorrência.

Por meio de nota, a empresa informou que “não houve vítimas de qualquer natureza” e que “a intercorrência foi controlada”. Já a Secretaria de Estado de Saúde informou que 16 pessoas deram entrada em unidades da rede estadual de saúde, com quadro clínico estável e passam por avaliação médica.

Segundo a empresa, o vazamento ocorreu em um dos três tanques de armazenamento. “O líquido sofreu elevação anormal de temperatura, liberando vapores de forma controlada pelos próprios dispositivos de segurança do equipamento”, informou a empresa.

“A situação foi prontamente contida de acordo com os procedimentos de emergência estabelecidos pela Companhia e todo o resíduo proveniente recebeu destinação adequada, sendo armazenado para subsequente tratamento de acordo com as normas ambientais vigentes”, diz ainda a nota acrescentando que, apesar do cheiro forte, “não há risco à saúde das pessoas e de contaminação ao meio ambiente”.

Prefeitura de Manaus

Em nota, a prefeitura da capital amazonense informou que está acompanhando o caso por meio do Gabinete de Crise e de forma integrada com os órgãos competentes. “Neste momento, a cidade está em estado de alerta, com equipes mobilizadas para monitorar a dispersão do produto remanescente na atmosfera, prestar o apoio necessário às ações de resposta e atuar em articulação com as autoridades estaduais e federais na adoção das medidas cabíveis”, diz a nota divulgada por volta das 21h (horário local).

Evacuação

Por causa do vazamento, várias áreas da região tiveram que ser evacuadas, tanto de trabalhadores da própria empresa quanto de estabelecimentos próximos tiveram que que deixar o local..

Ainda, de acordo com a administração municipal, equipes técnicas de fiscalização ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas)  atuaram em conjunto com as forças estaduais e federais para a análise dos impactos ambientais e apuração das responsabilidades.

“A prefeitura assegura ainda que o licenciamento e a fiscalização da atividade industrial em questão não são de competência da administração municipal”, diz a nota.

Recomendações

Como medida preventiva, a Defesa Civil chegou orientar a população para que buscasse local aberto e bem ventilado, mantendo portas e janelas abertas para favorecer a circulação do ar e desligar aparelhos que captam ar do ambiente externo, como ar-condicionado e sistemas de ventilação.

Já a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) recomendou à população evitar deslocamentos e permanência nas proximidades da rua Javari e das áreas industriais diretamente atingidas, até que os órgãos responsáveis confirmem o controle da ocorrência e a segurança do local.

Moradores de regiões próximas foram orientados, caso sintissem odor vindo do ambiente externo, buscar local protegido, fechar portas e janelas e desligar aparelhos que tragam ar externo para dentro do imóvel.

Também foi recomendado evitar caminhar ou dirigir em direção à área afetada pelo vazamento. Motoristas foram orientados a manter os vidros fechados, desligar temporariamente a entrada de ar externo do veículo e seguir as orientações das autoridades.

A Secretaria Estadual da Saúde recomendou às pessoas expostas ao produto, com sintomas como irritação nos olhos ou na pele, tontura, dor de cabeça, náusea, sonolência, confusão, dificuldade para respirar ou perda de consciência, a buscarem imediatamente a unidade de saúde mais próxima ou acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192).

Fonte: Agência Brasil

Moraes assume presidência temporária do STF a partir desta sexta-feira

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O ministro Alexandre de Moraes assumirá, a partir desta sexta-feira (17), a presidência temporária do Supremo Tribunal Federal (STF). Desde o dia 2 de julho, no início do recesso da Corte, o cargo estava sendo ocupado pelo ministro Edson Fachin.

O regime de plantão seguirá até o dia 31 de julho.

Apesar de ser período de recesso, os ministros Gilmar Mendes, Nunes Marques, André Mendonça e Flávio Dino (além de Moraes) seguem em suas atividades, mesmo em meio à suspensão das atividades no plenário físico.

“O ministro Dias Toffoli continuará a atuar nas seguintes classes processuais: Reclamação (RCL) – cível e criminal; Petição (Pet) e Inquérito (Inq); e Mandado de Segurança (MS). Já o ministro Cristiano Zanin atuará exclusivamente em inquéritos, ações penais (APs) e nos processos que, por prevenção, estejam a eles vinculados”, informou o STF.

Já os ministros Luiz Fux e Cármen Lúcia encontra-se de férias.

Os processos que teriam início ou seriam encerrados no período de recesso ficam automaticamente prorrogados para o dia 3 de agosto, quando as atividades serão retomadas.

 


Fonte: Agência Brasil