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Governo de Goiás alcança 1 milhão de inscritos no Nota Fiscal Goiana

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Governo de Goiás alcança 1 milhão de inscritos no Nota Fiscal Goiana
Somente em 2026, mais de 18 mil novos cadastros foram realizados para sorteios do programa Nota Fiscal Goiana (Foto: Denis Marlon)

Idealizado pelo Governo de Goiás, o programa Nota Fiscal Goiana (NFG) superou a marca de 1 milhão de pessoas inscritas, que concorrem a prêmios mensais de até R$ 50 mil.

O próximo sorteio será no dia 30 de abril e, segundo a Secretaria de Estado da Economia, ainda dá tempo de participar.

“O Nota Fiscal Goiana se consolida como uma importante ferramenta de cidadania fiscal. Quem ainda não participa pode se cadastrar e começar a concorrer já no próximo sorteio”, afirma o coordenador do NFG, Leonardo Vieira de Paula.

Apenas neste ano, foram mais de 18 mil novos cadastros.

Inscrição

Para participar, basta se cadastrar no site do Nota Fiscal Goiana e solicitar a inclusão do CPF na nota fiscal no momento da compra.

A cada R$ 100 em compras, o consumidor recebe um bilhete eletrônico para concorrer aos sorteios mensais. O cadastro é gratuito e deve ser feito uma única vez.

Os participantes podem consultar no site do programa a quantidade de bilhetes gerados a cada mês.

Ao todo, são distribuídos R$ 200 mil em prêmios para 158 participantes cadastrados.

Como resgatar o prêmio?

O cidadão deve fazer login em sua conta na página do NFG e, no quadro ‘Premiação’, conferir os dados do sorteio e o valor.

Em seguida é só clicar no botão ‘Resgatar’, preencher os dados bancários e em até 30 dias o dinheiro é creditado em sua conta bancária.

O ganhador tem até 90 dias para solicitar o resgate do prêmio. O resultado fica disponível no site do Nota Fiscal Goiana.

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Secretaria de Estado da Economia – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Banco de Leite do Hemu precisa de doações para atender bebês prematuros

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Banco de Leite do Hemu precisa de doações para atender bebês prematuros
Hoje, cerca de 50 doadoras estão ativas no Banco de Leite da unidade, número considerado abaixo do necessário para manter abastecimento em níveis adequados (Foto: Iron Braz / SES-GO)

O Banco de Leite Humano do Hospital Estadual da Mulher (Hemu), unidade da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), enfrenta um cenário de alerta: atualmente, o estoque gira em torno de 150 litros, enquanto o volume ideal para atender com segurança a demanda mensal seria de 300 litros.

Com isso, a unidade tem priorizado os bebês mais vulneráveis, especialmente prematuros internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal.

Mesmo atendendo, em média, 200 bebês por mês, a quantidade disponível ainda não é suficiente para alcançar todos que precisam.

Hoje, cerca de 50 doadoras estão ativas, número considerado abaixo do necessário para manter o abastecimento adequado.

Segundo a coordenadora do Centro de Referência Estadual em Banco de Leite Humano, Renata Machado Leles, a participação de novas doadoras é fundamental para reverter esse cenário.

“Estamos sempre precisando da doação de leite materno para os prematuros de UTI”.

“Então, esta mãe doadora que esteja amamentando, que tenha o excesso de leite além da necessidade do seu filho e esteja saudável, pode entrar em contato com o Banco de Leite Humano do Hemu para fazermos o cadastro”, explica.

Renata destaca ainda a praticidade do processo de doação.

“Temos uma parceria com o Corpo de Bombeiros, que busca o leite congelado uma vez por semana na casa da doadora. Eles levam o frasco cheio e já deixam outro vazio para a semana seguinte”.

“A mãe também pode enviar mensagens para facilitar esse contato”, completa.

O atendimento pode ser feito pelo telefone (62) 3956-2921.

Entre as mulheres que fazem a diferença está a doadora Naiara Coronel, que conheceu a iniciativa por meio das redes sociais e de amigas que atuam na área da saúde. Desde então, passou a contribuir regularmente com o banco de leite.

“Tem sido uma experiência muito gratificante. Saber que posso contribuir com alimento e ajudar bebês que mesmo tão pequenos já enfrentam os desafios da vida. Isso é algo muito especial”, relata Naiara.

Mãe do pequeno Xavier, de quatro meses, Naiara começou a doar leite quando o filho tinha cerca de um mês de vida. Ela também destaca o suporte recebido na unidade.

“Recebi orientações da equipe do banco de leite sobre todo o processo de coleta e armazenamento. Além disso, eles disponibilizam cartilhas explicativas e, em caso de dúvidas, posso entrar em contato pelo WhatsApp, onde sempre recebo suporte”, afirma.

A rotina de coleta também facilita a continuidade da doação.

“Existe uma rota de coleta e as bombeiras passam na minha casa às quartas-feiras para buscar o leite”, conta.

Para Naiara, o gesto vai além de uma ação solidária.

“A doação de leite materno é um gesto de amor. Mesmo sendo algo simples, pode representar a chance de vida para muitos bebês e trazer esperança para muitas famílias”.

“Poder fazer parte disso é algo que toca profundamente o coração”, conclui.

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Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Boxe: etapa de Copa do Mundo em Foz do Iguaçu tem recorde de atletas

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Mais de 400 boxeadores de 50 países participam da etapa de abertura da Copa do Mundo de Boxe, em Foz do Iguaçu (Paraná), evento organizado pela Federação Internacional (World Boxing). O evento foi aberto na segunda-feira (20) e vai até até 26 de abril, no Rafain Palace Hotel & Convention Centre. De acordo com World Boxing, o total de competidores é maior número registrados na Copa do Mundo, que prevê ainda outras três etapas ao longo da temporada.

Este é o segundo ano consecutivo que a cidade paranaense recebe a elite do boxe internacional. As disputas ocorrem a partir das 11h (horário de Brasíia) e das 14h, com – com transmissão ao vivo no canal da Confederação Brasileira de Boxe (CBBoxe), no YouTube. 

O Brasil conta com 16 representantes (homens e mulheres), e três deles já avançaram de fase. Atual vice-campeão mundial, Isaías Ribeiro Filho, também conhecido pelo apelido de Samurai, se classificou às quartas de final dos 90 quilos ao derrotar na estreia na segunda (20) o cazaque Daulet Tulemissov, por decisão unânime. Samurai volta o ringue na quinta (23), a partir das 14h, contra o armênio Narek Manasyan.

Quem também levou a melhor na primeira rodada foi o baiano Kaian Reis, ao superar o tcheco Kelvin Soquessa por 4 a 1. Classificado às oitavas, ele terá pela frente o venezuelano Lisandro Tejada. Já a paulista Bárbara Santos, a Bynha, nem precisou estrear para avançar direto às quartas: a adversária na primeira luta dos 75 kg, a norte-americana Naomi Graham, foi desclassificada por estar acima do peso.

Pelo regulamento, os atletas precisam vencer os confrontos diretos para seguirem avançando de fase, com soma de pontos no ranking mundial. As semifinais estão previstas para sexta (24) e as finais para sábado (25). Os vencedores terão garantidos 150 pontos no ranking.

Na edição do ano passado, o Brasil ficou na segunda posição no quadro de medalhas (três ouros, duas pratas e quatro de bronze), atrás apenas da Polônia, com 10 pódios.

Após a etapa brasileira, a Copa do Mundo segue para Guiyang (China), em junho. O calendário prevê a realização das finais na cidade de Tashkent (Uzbequistão) entre novembro e o início de dezembro.



Fonte: Agência Brasil

Lula: é preciso “dar logo” Nobel da Paz à Trump para encerrar guerras

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (21) que é preciso “dar logo” o Prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que se possa acabar com as guerras no mundo.

“A gente vê, todo santo dia, declarações – que eu não sei se são brincadeira ou não – do presidente Trump dizendo que já acabou com oito guerras e que ainda não ganhou o Prêmio Nobel da Paz”, disse, em declaração à imprensa durante visita à Portugal.

“É importante que a gente dê logo um Prêmio Nobel para o presidente Trump para não ter mais guerra. Aí, o mundo vai viver em paz, tranquilamente”, completou Lula.

Nações Unidas

Assim como em outros discursos recentes em sua agenda internacional, o presidente destacou que o mundo registra atualmente a maior quantidade de conflitos desde a 2ª Guerra Mundial. “E não há uma única instituição capaz de falar a palavra ‘paz’”.

“Todo mundo sabe que eu sou defensor do multilateralismo. Todo mundo sabe que sou inimigo do unilateralismo e do protecionismo. Todo mundo sabe que nós estamos numa jornada pelo mundo para fazer mudanças no Conselho de Segurança das Nações Unidas.”

Segundo Lula, as alterações seriam direcionadas especificamente ao estatuto das Nações Unidas, “para dar a ela o sentido de existência para o qual foi criada em 1945.”

“Não é possível que você não tenha nenhuma instituição capa de contemporizar, harmonizar e acabar com a quantidade de guerras que temos no mundo hoje”, acrescentou Lula.

O presidente está em viagem oficial à Europa, onde já passou pela Espanha e Alemanha. Após compromissos em Portugal, ele retorna a Brasília.

Fonte: Agência Brasil

Brasil apresenta políticas para TV 3.0 em feira mundial de inovação

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Representantes do Ministério das Comunicações e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) participam até esta quarta-feira (22), em Las Vegas, nos Estados Unidos, da maior feira de tecnologia de mídia, audiovisual e radiodifusão do mundo. 

O NAB Show, promovido pela associação de radiodifusores dos EUA, é a vitrine das principais inovações tecnológicas no setor.

Durante o evento, o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, afirmou que o governo federal estuda o uso de recursos do Edital 5G para a distribuição de kits de recepção da TV digital 3.0 às famílias de baixa renda.

A verba diz respeito às contrapartidas de investimento estabelecida para expansão de conectividade em rede exclusiva do Estado.

Conforme Siqueira Filho, a iniciativa “não é apenas uma medida social de alta relevância, é também uma estratégia estruturante.”

Para ele, garantir o acesso significa “acelerar a adoção, estimular o mercado e criar as condições para que todo ecossistema se desenvolva de forma sustentável.”

O ministro também destacou que o governo trabalha para “que a televisão possa operar como um canal robusto de alertas à população, com capacidade de segmentação geográfica e potencial de ativação automática dos dispositivos, garantindo que a informação chegue a quem precisa no momento certo.”
 


Las Vegas - 21/04/2026 - Ministro das Comunicação, Frederico Siqueira Filho, no NAB Show, em Las Vegas. Foto: Shizuo Alves/Ministério das Comunicações
Las Vegas - 21/04/2026 - Ministro das Comunicação, Frederico Siqueira Filho, no NAB Show, em Las Vegas. Foto: Shizuo Alves/Ministério das Comunicações

Integração

De acordo com Siqueira Filho, a TV 3.0 “abre caminho para a integração com serviços digitais do governo, transformando a televisão em um ponto de acesso a políticas públicas, especialmente para a população que ainda encontra barreiras no uso de outras tecnologias.”

O modelo da TV 3.0 e sua implantação foram definidos em decreto presidencial de agosto de 2025.

O ministro acredita que a nova tecnologia ampliará “o alcance do Estado e fortalece a inclusão social”, bem como mudará a forma como as pessoas assistem televisão.

“Estamos falando de personalização, uma TV para cada brasileiro. Pela primeira vez, a televisão aberta poderá oferecer experiências adaptadas ao perfil do usuário, sem perder a sua característica essencial de meio de comunicação em massa”, ponderou.

A TV 3.0 permite, por exemplo, a integração com sistema de alertas de emergência, com o envio de avisos para áreas específicas ativando os aparelhos de forma automática, sem a necessidade de conexão de banda larga.

Novos modelos 

Durante o NAB Show, Siqueira Filho destacou que a TV 3.0 abrirá espaço “para novos modelos de negócios” no setor, como a publicidade segmentada baseada em dados e o comércio eletrônico integrado à experiência televisiva.

A expectativa é que durante a Copa do Mundo, que tem início em 11 de junho, já seja possível iniciar testes para a transmissão da TV 3.0.

“O ritmo da implantação será definido de acordo com a estratégia das próprias emissoras e o papel do Estado é garantir um ambiente regulatório estável, previsível e propício ao investimento”, afirmou o ministro.

Para o diretor-geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), David Butter, “a experiência da TV 3.0 no Brasil é acompanhada com atenção no exterior”.

Segundo ele, há interesse pelas escolhas tecnológicas, possibilidades de conteúdo e o marco regulatório.

“O Brasil se posiciona mais uma vez para liderar”, acredita o diretor-geral.

“A TV aberta brasileira tem, há décadas, escala e relevância. A TV 3.0 chega agora e acrescenta camadas de personalização, regionalização e, sobretudo, de oferta de serviços públicos”, resumiu

O diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia da EBC, Bráulio Ribeiro, destacou a participação da EBC na implantação da TV 3.0 e a divulgação do modelo na maior feira mundial de radiodifusão.

“Reforça a importância e o protagonismo que a comunicação pública brasileira tem tido nas discussões e na condução dos testes da TV 3.0, além de ser uma oportunidade de divulgar a plataforma comum da comunicação pública e dos serviços de governo como uma grande inovação da TV 3.0 no Brasil”, disse. 

Fonte: Agência Brasil

Lula fala em reciprocidade após expulsão de delegado dos EUA

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou em reciprocidade depois que o governo de Donald Trump pediu a saída de um delegado da Polícia Federal, envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem, do território estadunidense. A declaração foi dada nesta terça-feira (21) a jornalistas durante viagem à Alemanha.

“Não sei o que aconteceu. Fui informado hoje de manhã. Acho que, se houve um abuso americano com relação ao nosso policial, nós vamos fazer a reciprocidade com o deles no Brasil. Não tem conversa”, disse Lula.

“Nós queremos que as coisas aconteçam da forma mais correta possível, mas não podemos aceitar essa ingerência, esse abuso de autoridade que alguns personagens americanos querem ter com relação ao Brasil.

Entenda

O Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental dos Estados Unidos (EUA) informou, nesta segunda-feira (20), que pediu a saída de um “funcionário brasileiro” do país. Embora a postagem não cite nomes, o texto indica que se trata de um delegado da Polícia Federal envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem.

A manifestação foi publicada na rede social X. Na mensagem, o órgão estadunidense informou que o servidor teria tentado contornar mecanismos formais de cooperação jurídica.

“Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país por tentar fazer isso.”

Ramagem foi solto na última quarta-feira (15) após ficar dois dias preso na Flórida.

O ex-deputado foi diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Ramagem a 16 anos de prisão na ação penal relacionada à trama golpista.

Após a condenação, ele perdeu o mandato, fugiu do Brasil para evitar o cumprimento da pena e passou a residir nos Estados Unidos.

Em dezembro de 2025, o ministro Alexandre de Moraes determinou o envio de pedido formal de extradição de Ramagem aos Estados Unidos, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Este mês, a Polícia Federal informou que a prisão de Ramagem pelo serviço de imigração estadunidense ocorreu como resultado de cooperação policial internacional entre o Brasil e os Estados Unidos.

Segundo a corporação, o ex-deputado foi detido na cidade de Orlando e é considerado foragido da Justiça brasileira após condenação por crimes como organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Fonte: Agência Brasil

Cármen Lúcia vota para condenar Eduardo Bolsonaro por difamação

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A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), acompanhou integralmente o voto do relator Alexandre de Moraes para condenar o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por crime de difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP). Moraes é o relator da ação penal que está em julgamento na corte e entendeu que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser condenado a um ano de prisão em regime aberto. O processo foi movido contra Eduardo Bolsonaro após uma postagem nas redes sociais.

Em 2021, Eduardo escreveu que o projeto de lei proposto pela parlamentar paulista para garantir a distribuição gratuita de absorventes íntimos para a população teria o objetivo de atender interesses empresariais de “seu mentor-patrocinador Jorge Paulo Lemann”, acionista de uma companhia que fabrica produtos de higiene pessoal.

Ao votar pela condenação, Moraes entendeu que ficou configurada a difamação contra a deputada. O caso é julgado pelo plenário virtual do Supremo. Até o momento, com a decisão de Cármen seguindo o relator, o julgamento conta com dois votos favoráveis à condenação. O prazo para o julgamento termina no dia 28 de abril. Faltam os votos de oito ministros.

Durante a tramitação do processo, a defesa de Eduardo Bolsonaro disse que as declarações foram feitas no âmbito da imunidade parlamentar.

Na noite desta segunda-feira (20), em postagem nas redes sociais, o ex-deputado publicou imagens do casamento de Tabata Amaral com João Campos, prefeito do Recife, em uma cerimônia da qual participou, como convidado, o ministro Alexandre de Moraes.

“Na mesma imagem, a autora do processo contra mim (Tabata) e o ‘juiz’ (Moraes) que me condenou a um ano de prisão + multa, tudo no casamento dela!”, escreveu o deputado. “Isso que se tornou o Brasil com a associação Lula-Moraes. Já imaginou ser condenado por um juiz amigo daquela que te processa?”, acrescentou.

Tabata Amaral não se manifestou publicamente sobre o andamento da votação no STF.

Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o ano passado e perdeu o mandato por acumular faltas às sessões da Câmara dos Deputados.

Fonte: Agência Brasil

Anistia acusa EUA, Israel e Rússia de minar multilateralismo

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A organização de direitos humanos Anistia Internacional acusa Estados Unidos, Israel e Rússia de ataques predatórios contra o multilateralismo, o direito internacional e a sociedade civil, em seu relatório anual A situação dos direitos humanos no mundo, divulgado nesta terça-feira (21). O documento traz uma avaliação sobre 144 países.

De acordo com a secretária-geral da organização, Agnès Callamard, os predadores políticos e econômicos, “e aqueles que lhes facilitam a vida”, estão sentenciando o fim do sistema multilateral, não porque ele seja ineficaz, mas porque não está a serviço de sua hegemonia e controle.

“A resposta não é proclamar que o sistema é uma quimera ou que não há como consertá-lo, mas sim enfrentar seus fracassos, acabar com sua aplicação seletiva e continuar transformando-o para que seja plenamente capaz de defender todas as pessoas com a mesma determinação”, afirma a secretária-geral.

Israel e Estados Unidos

Segundo o relatório, Israel continuou com o genocídio que está perpetrando contra a população palestina em Gaza, apesar do cessar-fogo acordado em outubro de 2025. A Anistia afirma que o país mantém um sistema de apartheid contra os palestinos, ao mesmo tempo em que acelera a expansão de assentamentos ilegais na Cisjordânia ocupada, incluindo Jerusalém Oriental, e avança rumo à anexação.

“As autoridades israelenses têm permitido ou incentivado cada vez mais que os colonos ataquem e aterrorizem a população palestina, com impunidade, e autoridades de destaque têm elogiado e glorificado a violência contra a população palestina, incluindo detenções arbitrárias e tortura de pessoas detidas”, afirma a organização internacional.

Já os Estados Unidos, diz a Anistia, realizaram mais de 150 execuções extrajudiciais, bombardeando embarcações no Caribe e no Pacífico, e realizaram um ato de agressão contra a Venezuela, em janeiro de 2026, quando sequestram o presidente Nicolás Maduro.

A organização acrescenta que o uso ilegítimo da força contra o Irã, por parte dos Estados Unidos e de Israel, em violação à Carta das Nações Unidas, provocou ataques de retaliação iranianos contra Israel e países do Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo. Israel, por sua vez, intensificou seus ataques contra o Líbano.

“Desde a morte de mais de 100 crianças em um ataque ilegal dos Estados Unidos contra uma escola no Irã, até os ataques devastadores de todas as partes contra infraestruturas energéticas, o conflito colocou em risco a vida e a saúde de milhões de civis”, destaca a Anistia.

A organização aponta que a guerra ameaça causar danos de grande magnitude, previsíveis e de longo prazo, ao meio ambiente e à população civil. Os impactos se darão sobre o acesso à energia, aos cuidados de saúde, à alimentação e à água em uma região já turbulenta, e também em outras partes do mundo.

 


Captured Venezuelan President Nicolas Maduro arrives at the Downtown Manhattan Heliport, as he heads towards the Daniel Patrick Manhattan United States Courthouse for an initial appearance to face U.S. federal charges including narco-terrorism, conspiracy, drug trafficking, money laundering and others in New York City, U.S., January 5, 2026. REUTERS/Eduardo Munoz
Captured Venezuelan President Nicolas Maduro arrives at the Downtown Manhattan Heliport, as he heads towards the Daniel Patrick Manhattan United States Courthouse for an initial appearance to face U.S. federal charges including narco-terrorism, conspiracy, drug trafficking, money laundering and others in New York City, U.S., January 5, 2026. REUTERS/Eduardo Munoz

Europa

A Anistia Internacional relata que a Rússia intensificou seus ataques aéreos contra infraestruturas civis essenciais da Ucrânia.

Para a organização de direitos humanos, a União Europeia e a maioria dos Estados da Europa mantiveram uma postura conciliatória em relação aos ataques dos Estados Unidos contra o direito internacional e os mecanismos multilaterais.

“Não agiram com determinação para deter o genocídio de Israel nem para pôr fim às transferências irresponsáveis de armas e tecnologia que fomentam crimes contra o direito internacional em todo o mundo”, ressalta o documento.

Brasil

No Brasil, o relatório constata que a violência policial seguiu como um dos pontos mais críticos: em outubro de 2025, as polícias civil e militar do Rio de Janeiro realizaram uma operação antidrogas em favelas que resultou na morte de mais de 120 pessoas — a maioria negra e em situação de pobreza —, com múltiplos relatos de execuções extrajudiciais. A Operação Contenção, nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte, é considerada a mais letal da história do estado.

“O episódio integra um padrão histórico de policiamento letal que afeta de forma desproporcional as comunidades negras e periféricas, em um país onde a população negra segue sendo vítima preferencial do uso letal da força pelo Estado”, pondera a Anistia.

 


Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 - Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção que deixou 121 mortos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 - Moradores, familiares e representantes da sociedade civil se reúnem na comunidade da Vila Cruzeiro para manifestação de repúdio à Operação Contenção que deixou 121 mortos. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Conforme a organização, a violência de gênero permaneceu em níveis alarmantes, com registros de feminicídios em todo o país e persistência da impunidade. Pessoas LGBTI foram alvo de violência racista e lgbtifóbica, sem proteção adequada do Estado.

“A Anistia Internacional apela ao Brasil para que adote medidas efetivas de responsabilização pela violência policial, avance urgentemente na demarcação dos territórios indígenas e quilombolas, enfrente a crise climática com ambição compatível com sua responsabilidade histórica e garanta, sem discriminação, os direitos humanos de toda a sua população”, completa a organização.

 

Fonte: Agência Brasil

Lula chama conflito no Oriente Médio de “guerra da insensatez”

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Ao comentar a possibilidade de retomada de hostilidades no Oriente Médio, em meio à demora de uma segunda rodada de negociações entre os Estados Unidos e o Irã, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se referiu ao conflito na região como “guerra da insensatez”.

“É uma guerra que não precisaria ter acontecido. Acho que os americanos são reconhecidamente um país muito forte. Não precisam ficar demonstrando força todo dia. Muitas coisas poderiam ser resolvidas sem nenhuma morte, sem nenhuma bomba, sentados à mesa de negociação.”

Em conversa com jornalistas durante viagem à Alemanha, Lula voltou a afirmar que “aquilo que os americanos querem que o Irã faça com o urânio” já foi alvo de acordo firmado entre Brasil, Turquia e Irã em 2010. “Mas os Estados Unidos não aceitaram. E nem a União Europeia”.

“Na verdade, eles estão pagando o preço da insensatez com um acordo que resolvia o problema”, disse.

“Não quiseram aceitar o acordo e, agora, estão, outra vez, discutindo a mesma coisa que teria sido resolvida em 2010. Por isso acho que é a guerra da insensatez. E quem vai pagar o preço disso é a pessoa que vai comprar carne, feijão, arroz. É o caminhoneiro que trabalha que vai pagar mais caro pelo combustível”, completou o presidente.

Fonte: Agência Brasil

Brasília: feita de sonhos, sotaques e muita coragem

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Mais do que um cartão-postal, Brasília, a capital do País, é uma cidade viva, onde o direito se transforma em cuidado em todos os lugares.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal faz parte dessa trajetória, trabalhando para representar a sua voz e garantir o seu futuro.

Parabéns, Brasília! Pelos 66 anos de uma história monumental, construída por todos. 

 

Agência CLDF



Fonte: Agência CLDF