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Brasil estreia em Grand Slam de judô no Uzbequistão nesta madrugada

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O judô brasileiro estreia a partir das 2h30 (horário de Brasília) desta sexta-feira (27) no tradicional Grand Slam de Tashkent (Uzbequistão).  A competição – segunda etapa do calendário da Federação Internacional de Judô (IJF) – reunirá ao todo 370 atletas de 39 países. Entre eles, estão 15 representantes da Amarelinha (seis na disputa feminina e nove na masculina). As lutas dos brasileiros terão transmissão ao vivo online no canal Time Brasil no YouYube. O Grand Slam vai até domingo (1º de março) e distribuirá até 1000 pontos no ranking mundial.

Entre os destaques da Amarelinha está o paulista Michel Augusto (vice-líder no ranking da categoria abaixo dos 60 quilos), que estreia no tatame nesta sexta (27), assim Roger Pereira (-60 kg), Ronald Lima (-66 kg), Gabriela Conceição (-52 kg), Bianca Reis (-57 kg) e Jéssica Lima (-57 kg) – confira AQUI o chaveamento e a programação ao final do texto.

O auge da Amarelinha no Gran Slam de Tashkent ocorreu na edição de 2022, com medalhas de ouro de Rafaela Silva e Mayra Aguiar; uma prata de Beatriz Souza e um bronze de Daniel Cargnin. No ano passado, pós-Olimpíada de Paris, o país não subiu ao pódio.

Aberta oficialmente no início deste mês, a temporada de 2026 do judô começou bem para os brasileiros. A começar pela carioca Rafaela Silva, que faturou ouro na categoria até 63 quilos no Grand Slam de Paris. Quem também já subiu ao pódio neste que lforam Sarah Souza (até 57 kg) e Thauana Silva (acima de 78 kg), com ouro e bronze, respectivamente, no Open Europeu de Ljubljana (Eslovênia).

Brasileiros no Grand Slam de Tashkent 2026

Equipe Feminina

52kg — Gabriela Conceição (Minas Tênis Clube/FMJ-MG)

57kg — Bianca Reis (E.C. Pinheiros/FPJUDO-SP)

57kg — Jéssica Lima (Sogipa/FGJ-RS)

78kg — Beatriz Freitas (E.C. Pinheiros/FPJUDO-SP)

78kg — Karol Gimenes (C.R. Flamengo/FJERJ-RJ)

+78kg — Giovanna Santos (C.R. Flamengo/FJERJ-RJ)

Equipe Masculina

60kg — Michel Augusto (SESI-SP/FPJUDO-SP)

60kg — Roger Pereira (E.C. Pinheiros/FPJUDO-SP)

66kg — Ronald Lima (E.C. Pinheiros/FPJUDO-SP)

73kg — Guilherme de Oliveira (Paineiras do Morumby/FPJUDO-SP)

73kg — Jeferson Santos Júnior (Projeto Olhar Futuro/FPJUDO-SP)

81kg — Gabriel Falcão (Instituto Reação/FJERJ-RJ)

90kg — Rafael Macedo (Sogipa/FGJ-RS)

90kg — Marcelo Gomes (C.R. Flamengo/FJERJ-RJ)

100kg — Giovani Ferreira (E.C. Pinheiros/FPJUDO-SP)

Programação

SEXTA-FEIRA (27)  

Competem Gabriela Conceição (-52kg), Bianca Reis (-57kg), Jéssica Lima (-57kg), Michel Augusto (-60kg), Roger Pereira (-60kg) e Ronald Lima (-66kg)

Lutas preliminares (classificatórias) às 2h30 e finais às 9h;

SÁBADO (28)

Competem Guilherme de Oliveira (-73kg), Jeferson Santos Júnior (-73kg) e Gabriel Falcão (-81kg)

Lutas preliminares às 2h30 e finais às 9h;

DOMINGO (1º de março)

Competem Beatriz Freitas (-78kg), Karol Gimenes (-78kg), Giovanna Santos (+78kg), Rafael Macedo (-90kg), Marcelo Gomes (-90kg) e Giovani Ferreira (-100kg)

Lutas preliminares às 3h e finais às 9h.



Fonte: Agência Brasil

Governo prevê investimentos de R$ 226 mi em leilões de três terminais

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O Ministério de Portos e Aeroportos e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) realizaram nesta quinta-feira (26) o leilão do primeiro bloco de arrendamentos portuários de 2026. Ao todo, três terminais foram concedidos à iniciativa privada, nos portos de Santana (AP), Natal e Porto Alegre. Os três leilões, na sede da B3, na capital paulista, foram acompanhados pelo ministro Silvio Costa Filho. O critério escolhido para o vencedor foi o maior valor de outorga.

As empresas vencedoras foram a CS Infra, o Consórcio Portos do Sul e a empresa Fomento do Brasil Mineração. Cada uma arrematou um dos terminais e não tiveram concorrentes em suas ofertas.

A previsão inicial do ministério é de que os contratos atraiam cerca de R$ 226 milhões em investimentos privados, destinados à modernização da infraestrutura, ampliação da capacidade operacional e fortalecimento da logística nas regiões Norte, Nordeste e Sul.

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O leilão do POA26, terminal em Porto Alegre, foi vencido pelo Consórcio Portos do Sul, que ofereceu R$ 10 mil como valor de outorga. O consórcio não teve concorrentes. O leilão da área prevê R$ 21,13 milhões em investimentos, destinados à movimentação e armazenagem de granel sólido. O prazo de concessão é de 10 anos.

O leilão do NAT01, no porto de Natal, vencido pela Fomento do Brasil Mineração, tem previsão de investimentos de R$ 55,17 milhões e prazo de concessão de 15 anos. Com apenas uma proposta válida, a empresa vencedora ofereceu R$ 50 mil como valor de outorga. O terminal é destinado principalmente ao escoamento de granéis minerais, especialmente minério de ferro.

O leilão do Porto de Santana, no Amapá, estava sendo discutido na Justiça. Nesta semana, uma decisão judicial havia determinado o seu adiamento, mas a liminar foi cassada e o terminal foi, finalmente, levado a leilão. A empresa vencedora foi a CS Infra, que ofereceu R$ 2 como valor de outorga, em proposta única. O terminal é destinado especialmente para o escoamento da produção de grãos e cavaco de madeira, e tem previsão de investimentos de R$ 150,2 milhões, com concessão para 25 anos.

Para o ministro Portos e Aeroportos, Silvio Costa, os três leilões ajudam a demonstrar que o Brasil vive o seu “melhor momento da infraestrutura”. 

Segundo ele, o ministério pretende encerrar o ano de 2026 realizando 18 leilões na B3. 

Inicialmente, o leilão previa que quatro terminais fizessem parte desse bloco inicial, incluindo o terminal de passageiros do Recife, com previsão de investimentos de R$ 2,3 milhões e prazo de concessão de 25 anos. No entanto, o leilão foi adiado por 180 dias a pedido da autoridade portuária local. Ainda não foi divulgado uma nova data para o leilão.

Fonte: Agência Brasil

PL antifacção deixa de fora "andar de cima" do crime, diz Sarrubbo

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O texto aprovado pela Câmara dos Deputados para o Projeto de Lei Antifacção dificultará a punição das grandes lideranças do crime organizado no país. Segundo o ex-secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, as dificuldades serão, inclusive, financeiras, uma vez que, por questões políticas, os deputados inviabilizaram recursos que seriam obtidos junto às bets para abastecer o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). 

Sarrubbo foi o entrevistado do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional nesta quinta-feira (26). 

Ele explicou que, se o texto for sancionado na versão atual, a lei criada “atingirá apenas a base das organizações criminosas”, deixando de lado aqueles que, segundo ele, “estão no andar de cima”.

“Era contra eles [os verdadeiros comandantes das organizações criminosas] que a gente queria avançar”, acrescentou ao ressaltar que o foco do texto se restringiu aos crimes violentos, liberando os políticos ligados ao crime organizado, bem como aqueles que, de fato, financiam o crime.

Alterações na Câmara

A versão apresentada pelo relator do PL antifacção na Câmara, Guilherme Derrite (PP-SP), rejeitou as alterações feitas no Senado, o que, na avaliação de Sarrubbo, prejudicou até mesmo a destinação de recursos aos estados, para o combate às organizações criminosas, uma vez que excluiu a taxação das bets para a criação do FNSP.

“A Câmara não quis dar recursos para esse fundo por razões políticas. O Derrite [relator na Câmara] retirou isso do texto. Seriam R$ 30 bilhões [que iriam das Bets] para o FNSP. Recursos que, na verdade, iriam para os estados, porque esse não é um recurso do governo federal.”

Coração financeiro

Ele lembrou que a proposta inicial criava “mecanismos para atingir os que atuam na Faria Lima e em Fintechs; quem financia essas organizações criminosas”, disse o ex-secretário. “

A Faria Lima não pega fuzil”, acrescentou ao se referir à Operação Carbono Oculto, que identificou um esquema criminoso que teria movimentado recursos de organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Sarrubbo ressaltou que a ideia defendida pelo governo é a de asfixiar financeiramente as facções criminosas. 

“A hora de subir o morro é após conseguirmos estancar o fluxo financeiro das organizações criminosos, quando elas estiverem sem fuzis, desorganizadas e sem conseguir pagar para os seus olheiros. Aí sim a gente [as forças de segurança] pode agir com consistência. Com baixa letalidade e com muita eficiência, a gente começa a tomar esses territórios.”

Fonte: Agência Brasil

Registros de roubos de veículos em SP caem 41% em janeiro, segundo SSP

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Os registros de roubos de veículos no estado de São Paulo caíram 41% em janeiro, em comparação ao mesmo mês do ano passado. Foram 1.361 queixas no primeiro mês de 2026 ante 2.312, no mesmo período de 2025.  

É a primeira vez em 26 anos que o número de carros, motos e caminhões roubados no estado fica abaixo dos dois mil casos no mês de janeiro. 

Os dados, divulgados nesta quinta-feira (26), são da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.

Os furtos de veículos caíram 12,9%, na mesma comparação: de 7.729 casos em janeiro de 2025 para 6.726 este ano. A marca foi a segunda menor da história para o mês.

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De acordo com a SSP, as reduções podem ser explicadas por ações da polícia no combate aos desmanches ilegais e à receptação.

“Os roubos e furtos de veículos acontecem porque há quem compre essas peças. Por isso é tão importante asfixiar a cadeia logística das peças clandestinas e sufocar esse mercado ilegal”, destacou o delegado Arnaldo Rocha, da 3ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículos e Cargas (Divecar).

Segundo dados da SSP, somente em janeiro, mais de três mil peças foram apreendidas pelas unidades especializadas da Divecar, que efetuou mais de 90 prisões relacionadas aos crimes no período.

 

Fonte: Agência Brasil

Gilmar Mendes defende tramitação do inquérito das fake news

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O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta quinta-feira (26) a tramitação do chamado inquérito das fake news, aberto pela Corte em 2019 e ainda continua em andamento.

Durante discurso em alusão aos 135 anos de instalação do Supremo no país, Mendes defendeu a atuação da Corte na defesa da democracia a relembrou que os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 depredaram as instalações do STF.

O ministro afirmou que apoiou a abertura do inquérito e disse que a medida foi necessária diante dos ataques ocorridos contra o tribunal durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Nós vivemos esse momento dramático. Convivemos com isso no início do governo Bolsonaro. Foi uma opção difícil. Eu não quero fazer a especulação do “se” na história. O que seria do Brasil não fora a instauração do inquérito das fake news?”, comentou. 

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A abertura do inquérito foi feita em março de 2019. Na época, o então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, defendeu a medida como forma de combater à veiculação de notícias que atingem a honorabilidade e a segurança do STF, de seus membros e parentes. O ministro também nomeou Alexandre de Moraes como relator do caso

 As críticas ao inquérito voltaram à tona na semana passada após a decisão de Moraes envolvendo o presidente da Associação Nacional dos Auditores da Receita Federal (Unafisco), Kleber Cabral. 

Cabral passou a ser investigado no inquérito após dar entrevistas à imprensa para criticar a operação da Polícia Federal (PF) que fez buscas e apreensões contra funcionários da Receita acusados de realizar acessos ilegais a informações de ministros da Corte e dos parentes deles.

Fonte: Agência Brasil

Um em cada quatro alunos da rede pública estuda em tempo integral

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O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nesta quinta-feira (26) os resultados da primeira etapa do Censo Escolar 2025. O levantamento indica um crescimento na cobertura da educação em tempo integral, em todas as etapas da educação básica, nos últimos quatro anos. É considerada matrícula em tempo integral quando o aluno fica na escola 7 horas ou mais por dia, ou 35 horas semanais.

De acordo com os dados, o percentual de matrículas presenciais em tempo integral cresceu 10,7 pontos percentuais na rede pública de ensino, entre 2021 a 2025. O atendimento passou de 15,1% para 25,8% dos alunos.

Com esse resultado, o Brasil atinge a meta prevista no Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024, que previa a ampliação da modalidade para atender pelo menos 25% dos alunos da educação básica da rede pública em tempo integral.

A modalidade tem como finalidade a perspectiva do desenvolvimento e formação integral de bebês, crianças e adolescentes a partir de um currículo intencional e integrado, que amplia e articula diferentes experiências educativas, sociais, culturais e esportivas em espaços dentro e fora da escola com a participação da comunidade escolar. 

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O maior aumento se deu no ensino médio, em que as matrículas em tempo integral passaram de 16,7%, em 2022, para 26,8%, em 2025. O ensino fundamental anos finais (6° ao 9º ano) registrou 23,7%, os anos iniciais (1º ao 5º ano) 20,9%. Já na pré-escola, as matrículas em tempo integral representam 18,3% do total. 

Avanços

Para a superintendente do Itaú Social, Patricia Mota Guedes, os dados apontam um avanço muito significativo. 

“São 923 mil novas matrículas em um único ano, ultrapassando 8,8 milhões de estudantes na rede pública. Esse crescimento consistente desde 2022 indica que o país está consolidando o tempo integral como uma estratégia estruturante para enfrentar os desafios da aprendizagem e das desigualdades educacionais'”, afirma.

No entanto, ela destaca que não é suficiente apenas ampliar o tempo de permanência na escola. É necessário que as escolas desenvolvam projetos pedagógicos que ampliem as oportunidades de aprendizagem real, usando esse tempo extra de forma estratégica. 

“Isso significa organizar um currículo diversificado, que inclua atividades artísticas, esportivas e culturais, que dialogue com o território e com a realidade dos estudantes, e que fortaleça tanto as aprendizagens cognitivas quanto o desenvolvimento socioemocional. A ampliação do tempo precisa estar a serviço de experiências formativas mais ricas e significativas”, aponta. 

Investimentos

Segundo o MEC, os dados são resultado do investimento de R$ 4 bilhões do MEC no Programa Escola em Tempo Integral, criado em 2023, para apoiar redes de ensino na expansão de matrículas em tempo integral, abrangendo todas as etapas e modalidades da educação básica.

Confira as informações do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Sobre o Censo Escolar 

O levantamento, realizado anualmente pelo Inep, abrange dados sobre todas as escolas da educação básica, professores, gestores e turmas, além das características dos estudantes. As informações incluem todas as etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.

Participam escolas públicas e privadas de todas as etapas da educação básica de todas as redes de ensino no país.

Fonte: Agência Brasil

Dupla “Calderashi” põe Brasil em final inédita no Smash de Singapura

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A parceria dos brasileiros Hugo Calderano com Bruna Takahashi, número cinco do mundo, avançou à inédita final do WTT Smash de Singapura nesta quinta-feira (26) e tornou-se a primeira dupla não asiática na história a assegurar presença na decisão do título.

Os torneios Smash de tênis de mesa são similares aos Grand Slams no tênis, pois distribuem maior pontuação no ranking. A competição em Singapura garantirá 4 mil pontos aos vencedores. Até a edição deste ano, apenas duplas chinesas haviam subido ao topo do pódio em torneios Smash.

Os adversários dos brasileiros na final serão os atuais líderes do ranking, os sul-coreanos Jong-hoon Lim e Yubin Shin, que foram bronze na Olimpíada de Paris 2024. A partida será na sexta (27), às 9h15 (horário de Brasília), com   tem transmissão ao vivo online (on streaming) no canal da Federação Internacional de Tênis de Mesa (World Table Tennis).

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Na manhã de hoje (26), a dupla “Calderashi” – apelido dado pela torcida brasileira – alcançou vaga na decisão ao vencer a semifinal contra a parceria número 4 no ranking mundial, formada por Wong Chun Ting com Doo Hoi Kem (Hong Kong). Os brasileiros levaram a melhor por 3 sets a 1, com parciais de 9-11, 11-8, 11-9 e 11-8. Foi a terceira vitória seguida da dupla Amarelinha no torneio: na estreiam eles bateram os os egípcios Oussef Abdelaziz e Mariam Alhodaby.(3 sets a 2 e depois despacharam os indianos Manush Shah e Diya Chitale (3 sets a 0), 

Rodada dupla de Calderano nesta sexta (27)

Antes da decisão do título de duplas, Calderano competirá às 2h30 de sexta (27) nas oitavas de final da chave de simples do torneio asiático. Número 2 do mundo, o carioca enfrentará o o  chinês Chen Yuanyu (30º no ranking).

Fonte: Agência Brasil

CLDF discute melhorias estruturais e legais para a agricultura urbana no Distrito Federal

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Em audiência pública realizada no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) nesta quinta-feira (26), produtores que atuam em hortas comunitárias, quintais produtivos, hortas escolares e hortas em lotes vagos debateram as necessidades de melhorias para o setor da agricultura urbana do DF. O evento foi conduzido pela deputada Doutora Jane (Republicanos). Ela abriu o encontro destacando o papel essencial desse tipo de agricultura na segurança alimentar, na geração de renda e no fortalecimento social de comunidades vulneráveis.

Quando investimos na agricultura urbana, estamos fortalecendo a dignidade das famílias envolvidas, a geração de renda, a segurança alimentar e a sustentabilidade. A agricultura urbana no DF não é tendência passageira, é necessidade, oportunidade e política pública estratégica”, afirmou a deputada.

A parlamentar argumentou que o DF tem um enorme potencial para ampliar esse setor, mas que esse crescimento depende de investimentos em organização, apoio técnico, acesso à água potável, regularização fundiária, crédito facilitado e canais de comercialização. “Não basta reconhecer o valor da agricultura urbana, é preciso investir nela”, frisou.

Prática majoritariamente feminina, social e transformadora
Uma das tônicas do debate foi o reconhecimento da liderança feminina na agricultura urbana. Mulheres de diferentes regiões administrativas relataram o impacto de suas hortas na geração de renda, na criação de espaços de convivência e até na prevenção da violência.

A agricultora Sil Caribé, do coletivo Prato Verde Sustentável, lembrou que muitas hortas nasceram “de um trabalho voluntário invisibilizado”, apesar de atuarem diretamente em desertos alimentares, recuperarem áreas degradadas e atenderem adolescentes em conflito com a lei.

“Quando a gente não passa pela lógica econômica da sociedade, a gente é invisibilizado. Onde tinha morte, a gente produz vida. Mas como fazer política pública sem dotação orçamentária? Não queremos política de papel, queremos política que produz vidas”, afirmou.

Eduardo Abreu, da Horta Cantinho da Coruja, falou das dificuldades de implementar uma horta comunitária sem apoio do Estado e das carências enfrentadas pelos grupos voluntários. Ele mencionou que, no Paranoá, há diversas áreas públicas aptas a receber hortas e que grupos interessados esbarram na burocracia do GDF, que não autoriza o plantio.

A gente quer trabalhar, mas não tem terra para plantar. Hoje, nosso maior desejo é terra. Que o governo facilite a regularização das áreas urbanas”, cobrou.

A mesma realidade foi compartilhada por Larissa Brenda, do Instituto Filhas da Terra, que relatou a destruição completa de uma horta em Samambaia, mesmo com ordem de serviço prevendo apenas a retirada de cercas. Ela lembrou que algumas iniciativas esperaram até 17 anos para obter autorização para perfurar um poço artesiano e que, durante todo esse período, só conseguiam plantar na temporada de chuvas.

Juarez Martins, da Horta Linda, trouxe uma perspectiva histórica, lembrando que a agricultura urbana já fazia parte da concepção original de Brasília, descrita por Lúcio Costa, que previa áreas amplas entre quadras residenciais justamente para que famílias pudessem manter quintais produtivos. Ele ressaltou que hortas domésticas, escolares e comunitárias prestam serviços ambientais e sociais de grande alcance e que, apesar de existir uma lei distrital desde 2012, a ausência de fomento e apoio continuado impede sua plena implementação.

“Todas as hortas que estão aqui representadas cumprem um serviço ambiental, um serviço social para a cidade. Isso precisa ser valorizado, precisa ter apoio”, afirmou.

A Universidade de Brasília, representada pela professora Flaviane de Carvalho Canavesi, reforçou que a agricultura urbana é também uma política de saúde e de proteção social, especialmente para mulheres periféricas. Ela defendeu a profissionalização do trabalho nas hortas e a remuneração de agentes comunitários que atuam diariamente nesses espaços, destacando que universidades podem apoiar, mas que são as instituições comunitárias que sustentam o trabalho no longo prazo.

“Precisamos pensar como agricultores de assentamentos de reforma agrária chegam com seus produtos na cidade, porque temos áreas imensas de vulnerabilidade”, afirmou.

 

Apoio dos entes públicos

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) apresentou um panorama de políticas e ações voltadas à agricultura urbana. O superintendente federal Lukas Nunes destacou que a retomada do ministério permitiu recompor programas e ampliar investimentos no setor, resultando em 17 hortas comunitárias apoiadas no DF por meio de parceria com a UnB e a UFRN.

Ele ressaltou avanços como a emissão do Cadastro do Agricultor Familiar (CAF) Urbano, que viabiliza o acesso ao crédito, e apontou para linhas do Pronaf voltadas a mulheres e à produção agroecológica. Lucas também enfatizou que políticas de crédito e fomento só terão efeito se houver segurança jurídica, alertando para o risco de investir em hortas vulneráveis a despejos, como já ocorreu no DF.

O presidente da Emater-DF, Cleyson Medas Duval, apresentou dados para demonstrar que o órgão está atento às demandas da agricultura urbana na capital. Segundo ele, apenas no último ano, a Emater apoiou 94 hortas escolares, 26 instituições sociais, instalou mais de 130 sistemas de captação de água de chuva e distribuiu mais de 700 kits de insumos a agricultores urbanos e rurais.

Duval destacou que a continuidade desses programas depende de orçamento estável e de segurança jurídica para atuar em áreas públicas ainda não regularizadas, embora tenha reafirmado o compromisso da Emater com o fortalecimento das hortas comunitárias. “A gente quer que todas as propriedades do DF tenham fossas sépticas. Assim, estaremos, de fato, preservando a água e a saúde das famílias”, afirmou.

Já o representante da Secretaria de Agricultura (Seagri), João Ricardo Ramos Soares, reforçou que a pasta reconhece a importância da agricultura urbana e vem buscando melhorar os instrumentos legais que permitam dar segurança e estabilidade às iniciativas. Ele explicou que a Seagri já possui cerca de 30 processos formalizados relacionados às hortas comunitárias, mas reconheceu limitações na aplicação efetiva da legislação vigente, especialmente no que diz respeito à precariedade das autorizações de uso de áreas públicas. Destacou ainda oportunidades de participação das hortas em programas de compras governamentais, como o PAPA/DF, e defendeu maior aproximação entre agricultores, secretaria e parlamento.

Encaminhamentos

Diante desse cenário, a deputada Doutora Jane anunciou a elaboração de um projeto de lei que altera a legislação atual para facilitar o uso de áreas públicas, garantir acesso à água e fortalecer o apoio técnico às hortas comunitárias. O projeto foi construído com base nas demandas apresentadas pelos coletivos e ainda receberá contribuições antes de seguir para análise das comissões.

A parlamentar destacou que a audiência não seria um ponto final, mas o início de um processo para consolidar políticas públicas que respeitem e fortaleçam o trabalho das agricultoras e agricultores urbanos.

 

 

Fonte: Agência CLDF

Quase 8 mil pessoas morreram em rotas migratórias em 2025

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Quase 8 mil pessoas morreram ou desapareceram no ano passado em rotas migratórias perigosas, como o Mediterrâneo e o Chifre da África, mas o número real provavelmente é muito maior, pois cortes no financiamento afetaram o acesso humanitário e o rastreamento de mortes, informou a Organização Internacional para as Migrações (OIM).

As vias legais para a migração estão diminuindo, empurrando mais pessoas para as mãos de contrabandistas, afirmou a OIM, à medida que a Europa, os Estados Unidos (EUA) e outras regiões intensificam a fiscalização e investem pesadamente em medidas de dissuasão.

“A perda contínua de vidas nas rotas migratórias é uma falha global que não podemos aceitar como normal”, disse a diretora-geral da organização, Amy Pope, em comunicado divulgado nesta quinta-feira.

“Essas mortes não são inevitáveis. Quando as vias seguras estão fora de alcance, as pessoas são forçadas a empreender viagens perigosas e a cair nas mãos de contrabandistas e traficantes. Devemos agir agora para expandir as rotas seguras e regulares e garantir que as pessoas necessitadas possam ser protegidas, independentemente de seu status.”

Embora as mortes ao longo das rotas migratórias tenham caído para 7.667 em 2025, de quase 9.200 em 2024, à medida que menos pessoas tentaram viagens irregulares perigosas — particularmente nas Américas —, o declínio reflete o acesso cada vez menor à informação e a falta de financiamento que têm dificultado os esforços para rastrear as mortes, disse a OIM.

A organização, com sede em Genebra, está entre vários grupos de ajuda humanitária afetados por grandes cortes de financiamento dos EUA, o que a obrigou a reduzir ou encerrar programas de uma forma que, segundo ela, terá impacto grave nos migrantes.

As rotas marítimas continuaram entre as viagens mais letais, com pelo menos 2.108 pessoas mortas ou desaparecidas no Mediterrâneo no ano passado e 1.047 na rota atlântica para as Ilhas Canárias, na Espanha, informou a agência.

Cerca de 3 mil mortes de migrantes foram registradas na Ásia, mais da metade delas de afegãos, e 922 morreram ao cruzar o Chifre da África, do Iêmen aos Estados do Golfo, um aumento acentuado em relação ao ano anterior. Quase todos eram etíopes, muitos dos quais morreram em três naufrágios em massa.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

Fonte: Agência Brasil

Dólar cai para R$ 5,12 e atinge menor valor em 21 meses

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Em dia favorável aos países emergentes, o dólar aproximou-se de R$ 5,10 e atingiu o menor valor em 21 meses. A bolsa de valores teve um pequeno recuo, com investidores vendendo ações para embolsarem os lucros um dia após bater recorde.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (25) vendido a R$ 5,125, com recuo de R$ 0,031 (-0,6%). A cotação oscilou bastante ao longo do dia, caindo para R$ 5,12 na primeira hora de negociação, subindo para R$ 5,16 por volta das 12h50 e caindo de forma consistente durante a tarde, até encerrar próxima da mínima do dia.

No menor nível desde 21 de maio de 2024, a moeda estadunidense recua 2,33% em fevereiro. Em 2026, a divisa cai 6,63%.

O mercado de ações teve um dia de realização de lucros. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 191.247 pontos, com queda de 0,13%. Embora ações de mineradoras tenham subido, por causa da alta da cotação internacional do minério de ferro, a realização de lucros (venda para embolsar ganhos) em outros papéis empurrou o índice para baixo.

Por mais uma sessão, o fluxo de capitais estrangeiros a países emergentes continuou forte. O movimento ocorre após a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubar o tarifaço do governo de Donald Trump e após a imposição de uma tarifa unilateral de 10% sobre todas as importações do país, abaixo dos 15% anunciados.

Na terça-feira (24), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) divulgou que a tarifa de 10% atingirá somente 25% das vendas do Brasil aos Estados Unidos. Um total de 46% das exportações para o país ficaram isentas de tarifas com o novo regime tarifário estadunidense.

* com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil