Início Site Página 326

Pode ser sua chance! Goiás Social Mulher disponibiliza 12 mil vagas de emprego

0
Governo de Goiás oferece 12 mil vagas de emprego no Goiás Social Mulher
Governo do Estado oferece, desta quarta-feira (04/03) até o próximo domingo (08/03), 12 mil vagas de emprego no Goiás Social Mulher, na Praça Cívica, em Goiânia (Fotos: Secretaria da Retomada)

Com foco na geração de oportunidades e renda, a Secretaria da Retomada integra as ações do Goiás Social Mulher e ofertará mais de 12 mil vagas de emprego em diversos segmentos produtivos e funções, além de cursos gratuitos de qualificação profissional e oficinas de ovos de páscoa.

O evento, com ampla programação, é promovido pelo Governo de Goiás e é realizado desta quarta-feira (04/03) até o próximo domingo (08/03) de março, na Praça Cívica, em Goiânia.

As oportunidades de emprego contemplam áreas como:

  • comércio varejista;
  • hotelaria;
  • supermercados;
  • telemarketing;
  • saúde;
  • beleza.

Ao todo, 15 empresas participarão do Goiás Social Mulher realizando entrevistas com candidatos no local, o que amplia as chances de contratação imediata e agiliza o encaminhamento dos candidatos ao mercado de trabalho.

Entre as funções ofertadas estão:

  • vendedores de comércio varejista;
  • consultores de vendas (aprendiz);
  • camareira de hotel;
  • auxiliar de limpeza;
  • operadores de telemarketing ativo e receptivo;
  • caixa;
  • balconista;
  • recepcionista;
  • auxiliar financeiro.

Há vagas para candidatos com e sem experiência. Para participar, é necessário comparecer ao local munido de documento oficial com foto e comprovante de endereço.

Segundo o secretário da Retomada, César Moura, a iniciativa reforça a política estadual de empregabilidade.

“Nosso objetivo é criar pontes reais entre quem precisa de emprego e quem está contratando. Ao reunir 12 mil vagas e entrevistas presenciais no mesmo espaço, reduzimos barreiras e ampliamos oportunidades concretas de geração de renda”, afirma.

Além do encaminhamento ao mercado de trabalho, o evento contará com cursos gratuitos de qualificação profissional ofertados pelos Colégios Tecnológicos do Estado (Cotecs).

Capacitações

Entre as capacitações disponíveis estão:

  • Maquiagem profissional (80h);
  • Produção de ovos de chocolate (80h);
  • Estética facial e corporal (80h);
  • Alongamento de unhas e design (80h);
  • Barbeiro (80h);
  • Informática básica (40h);
  • Cabeleireiro (240h).

Goiás Social Mulher

O Goiás Social Mulher estará aberto ao público das 8 às 17 horas, desta quarta-feira (04/03) até o próximo sábado (07/03), e das 8 às 12 horas no domingo (08/03). O feirão de empregos realizado dentro do Goiás Social Mulher registra crescimento expressivo nos últimos anos. Em 2024, foram ofertadas 4 mil vagas. Em 2025, o número subiu para 10 mil.

Para 2026, a expectativa é alcançar 12 mil oportunidades em diversos setores da economia, consolidando a ampliação das políticas públicas de empregabilidade no Estado.

Governo de Goiás oferece 12 mil vagas de emprego no Goiás Social MulherGoverno de Goiás oferece 12 mil vagas de emprego no Goiás Social Mulher
Secretaria da Retomada, por meio do Cotec, promoverá oficina gratuita de produção de ovos de chocolate durante o evento (Fotos: Secretaria da Retomada)

Oficina de Ovos de Páscoa incentiva renda extra

Com a proximidade da Páscoa, uma das datas que mais movimentam o comércio brasileiro, a Secretaria da Retomada, por meio do Cotec, promoverá oficina gratuita de produção de ovos de chocolate.

Durante a oficina, as participantes aprenderão técnicas de produção, manipulação e finalização, adquirindo conhecimentos que poderão ser convertidos em renda já nas semanas seguintes.

Também estarão abertas as inscrições para o curso “Doçuras de Páscoa: produção de ovos de chocolate”, com carga horária de 80 horas, ampliando a qualificação na área de gastronomia e fortalecendo as oportunidades de geração de renda.

A produção artesanal de ovos de chocolate tem se consolidado como alternativa acessível de empreendedorismo, com baixo investimento inicial e possibilidade de retorno rápido.

Serviço

Assunto: Goiás Social Mulher – Feirão de Empregos
Quando: de 04 a 07 de março, das 8h às 17h, e 08 de março, das 8h às 12h
Onde: Praça Cívica – Rua 82, nº 400, Setor Central, Goiânia (GO)

Secretaria da Retomada – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Cartões do Aluguel Social e escrituras são entregues em três municípios

0
Agehab entrega cartões do Aluguel Social e escrituras em três municípios
Agehab entrega mais de 350 cartões do Aluguel Social e 68 escrituras em três municípios goianos nesta quarta (04/03) (Fotos: Edgard Soares e Octacílio Queiroz)

O Goiás Social e a Agência Goiana de Habitação (Agehab), entregam, nesta quarta-feira (04/03), em Valparaíso de Goiás, 352 cartões do Aluguel Social. Modalidade do Programa Pra Ter Onde Morar, que oferece subsídio de R$ 350 mensais durante 18 meses para ajuda com custos de aluguel.

A Agehab também beneficiará 68 famílias com escrituras da modalidade Casas a Custo Zero: 34 em Aragoiânia e 34 em Varjão.

A primeira solenidade ocorre às 8h30, em Aragoiânia, e a segunda, às 11 horas, em Varjão. Na sequência, às 18 horas, será a vez de Valparaíso de Goiás.

A coordenadora do Goiás Social e primeira-dama do Estado, Gracinha Caiado, reforça o compromisso do Governo Estadual com as famílias que mais precisam.

“A escritura é muito mais que um papel. É a certeza de que aquela casa agora pertence legalmente à família. É dignidade, segurança e esperança renovada para essas pessoas que, muitas vezes, jamais imaginariam ter um lar próprio”, afirma.

Para o presidente da Agehab, Alexandre Baldy, a política habitacional goiana é modelo por aliar moradia gratuita com documentação completa.

“A entrega das escrituras representa o fechamento de um ciclo que começa com a construção da casa e termina com a legalização da propriedade”.

“Além de construir e entregar casas a custo zero, o Governo de Goiás garante também a escritura dos imóveis, documento essencial para assegurar a segurança jurídica da propriedade ao beneficiário”, destaca Baldy.

Serviço

Evento 1: Entrega de escrituras de casas a custo zero em Aragoiânia
Data: 04/03/2026
Horário: 8h30
Local: Câmara Municipal de Aragoiânia – Praça Santa Luzia, 37, Centro, Aragoiânia – GO

Evento 2: Entrega de escrituras de casas a custo zero em Varjão
Data: 04/03/2026
Horário: 11 horas
Local: Salão Paroquial – Praça Moisés Franco, Centro, Varjão – GO

Evento 3: Entrega de Aluguel Social em Valparaíso de Goiás
Data: 04/03/2026
Horário: 18h
Local: Escola Municipal do Céu Azul – Rua 102, qd. 115, Área Especial, S/N, Jardim Céu Azul, Valparaíso – GO

Agência Goiana de Habitação (Agehab) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Câmara Legislativa aprova uso de imóveis públicos para socorrer BRB

0

Por 14 votos favoráveis e 10 contrários, a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou nesta terça-feira (3) o projeto que autoriza o Governo do Distrito Federal (GDF) a fazer um aporte no Banco de Brasília (BRB) para cobrir prejuízos relacionados às operações com o Banco Master. 

Encaminhado pelo governador Ibaneis Rocha, o texto autoriza o DF a capitalizar o banco e a contratar empréstimo de até R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) ou com outras instituições financeiras.

Além disso, o projeto permite oferecer nove imóveis públicos para venda, transferência ao banco ou estruturação em fundo imobiliário.  Os imóveis podem ainda servir como garantia nas operações de crédito, cobrindo eventuais inadimplências do BRB.

Pressão e negociação

A votação foi precedida de intensa articulação política. Na véspera, o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, reuniu-se por quase 12 horas com deputados distritais.

Em discurso, afirmou que, sem a aprovação do projeto, o banco poderia “deixar de existir” e interromper operações como pagamento de servidores, programas sociais, transporte público e linhas de crédito.

O tema dividiu a Casa. Deputados da base governista defenderam a proposta como única alternativa para preservar o controle do banco pelo DF. “Não vamos deixar o BRB ir para o fundo do poço”, afirmou o líder do governo, Hermeto (MDB).

Parlamentares de oposição classificaram o texto como um “cheque em branco”. A deputada Paula Belmonte (PSDB) exibiu uma réplica simbólica de um cheque durante a sessão, criticando a falta de laudos detalhados de avaliação dos imóveis.

O deputado Chico Vigilante (PT) afirmou que a proposta permite a alienação de bens públicos sem comprovação adequada de interesse público e anunciou que a oposição estuda ingressar na Justiça para tentar barrar a futura lei.

Um estudo técnico da Consultoria da própria CLDF havia recomendado a rejeição do projeto, por riscos jurídicos e fiscais. Entre os problemas, está a possível afronta à Lei de Responsabilidade Fiscal e impactos no orçamento do DF.

A votação foi tensa, com funcionários do BRB ocupando as galerias do plenário e a entrada da Câmara Legislativa. Por diversos momentos, eles bateram boca com deputados da oposição, que acusaram os bancários de serem usados como massa de manobra pelo governador Ibaneis.

Mudanças incluídas

Durante a tramitação, deputados incluíram alterações no texto:

  • Obrigação de relatórios trimestrais do BRB com detalhamento das operações;
  • Previsão de reversão ao DF de valores excedentes ao necessário para recompor o capital do banco;
  • Compensação, com imóveis equivalentes, à Companhia Energética de Brasília (CEB), à Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e à Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap), caso seus terrenos sejam utilizados;
  • Destinação de 20% do valor arrecadado ao Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF), que poderá converter o montante em ações do banco;
  • Criação de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) em modelo de condomínio fechado, com o DF como cotista inicial e o BRB responsável pela estruturação.

Próximos passos

O BRB pediu aos acionistas autorização para aporte de até R$ 8,86 bilhões, e uma assembleia está marcada para o dia 18 de março. A instituição pretende apresentar solução até 31 de março, quando divulgará o balanço de 2025. A votação em segundo turno deve ocorrer nos próximos dias.

Fonte: Agência Brasil

Nikolas Ferreira viajou em jato de Vorcaro na campanha de 2022

0

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o pastor e influencer Guilherme Batista, da Igreja Batista da Lagoinha, usaram, em outubro de 2022, um jato (prefixo PT-PVH) que pertenceria ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. 

Nikolas e o pastor viajaram na aeronave na caravana Juventude pelo Brasil, que apoiava o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante 10 dias no mês de outubro (20 a 28 de outubro) daquele ano, antes do segundo turno das eleições. 

Eles utilizaram a aeronave modelo Embraer 505 Phenom 300 com o objetivo de chegar a todas as capitais do Nordeste, além de Brasília e cidades mineiras. 

A informação foi revelada pelo jornal O Globo, nesta terça (3). Além dos voos para o Nordeste, o avião pousou também em Brasília. 

Segundo o veículo, os percursos foram confirmados a partir da análise dos sinais emitidos pelo transponder da aeronave, monitorados por ferramentas específicas disponíveis online. O histórico de navegação coincidiria com o trajeto da campanha “Juventude pelo Brasil”.

Outra evidência foi uma foto publicada no Instagram da influenciadora cristã Jey Reis, em que Nikolas Ferreira e o pastor estão em frente à aeronave.

Em novembro de 2025, Vorcaro e outros acusados foram alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para investigar a concessão de créditos falsos pelo Banco Master, incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao governo do Distrito Federal.  De acordo com as investigações preliminares, as fraudes podem chegar a R$ 17 bilhões.

Desconhecimento

Em nota à imprensa, o deputado Nikolas Ferreira disse que utilizou a aeronave para o evento político sem saber que o proprietário do avião era Daniel Vorcaro. Ele afirma que tomou ciência apenas “posteriormente”. 

“Minha presença no voo se deu exclusivamente em razão do convite para a agenda de campanha, sem qualquer vínculo pessoal, comercial ou institucional com o dono da aeronave, que posteriormente se soube tratar-se de Daniel Vocaro”.

Nikolas argumentou que, em 2022, o nome citado não era de conhecimento público “nem havia qualquer informação que levantasse qualquer tipo de alerta”. 

O parlamentar considerou que, mesmo que houvesse a tentativa de identificar o proprietário da aeronave naquele momento, “não existia qualquer elemento que indicasse situação irregular ou que justificasse questionamento”.

Operadora nega que seja de Vorcaro

Por outro lado, também em nota, a empresa Prime You, operadora da aeronave Embraer 505 Phenom 300, prefixo PT-PVH, contradisse a versão e garantiu que Daniel Vorcaro não era e não é proprietário do jatinho. 

“A aeronave citada opera — e já operava em outubro de 2022 — sob o regime regular de táxi aéreo, com voos fretados realizados nos moldes tradicionais do mercado. Trata-se, portanto, de operação de fretamento, sem qualquer vínculo societário ou patrimonial entre usuários do serviço e a aeronave”.

A assessoria de comunicação da Prime You explicou à Agência Brasil que não divulga informações relativas a clientes, passageiros ou destinos em vista das regras de confidencialidade para as operações de táxi aéreo. 

A empresa acrescentou que Daniel Vorcaro deixou de ser sócio em setembro de 2025, e tinha participação minoritária.

Segundo a assessoria, não procede a informação de que Daniel Vorcaro estaria vinculado à estrutura societária atual da companhia.

A Agência Brasil não conseguiu contato com a assessoria da Igreja Lagoinha sobre a presença do pastor e influencer Guilherme Batista no voo. 

 

Fonte: Agência Brasil

Sambista Adriana Araújo morre e recebe homenagens em Belo Horizonte

0

A quadra da Escola Unidos dos Guaranys, na Rua Araribá, 285, São Cristóvão, em Belo Horizonte, está aberta para receber família, amigos e admiradores da cantora e sambista Adriana Araújo para o velório previsto para terminar às 12h. O sepultamento será restrito aos familiares. A artista morreu nesta segunda-feira (2), em Minas Gerais, aos 49 anos.

Adriana, uma das maiores expressões do samba em Minas Gerais, estava internada desde sábado (28), quando sofreu um aneurisma cerebral. Nota oficial em seu perfil do Instagram informa que a artista passou mal em casa, teve um desmaio e foi levada imediatamente à UPA e depois transferida para o Hospital Odilon Behrens.

“Após a realização de exames, foi constatado um aneurisma cerebral, que provocou uma hemorragia de grande extensão. Desde então, Adriana encontra-se internada em coma, entubada e sob cuidados intensivos da equipe médica.”

A nota informa ainda que os médicos relataram que o quadro era gravíssimo e irreversível, mas a equipe seguia acompanhando a evolução clínica. “Apesar do diagnóstico médico, seguimos em oração, acreditando que a resposta final é de Deus. Pedimos respeito, sensibilidade e orações. A família e a equipe agradecem profundamente todo o carinho e apoio que temos recebido.”

A morte de Adriana Araújo também foi informada por meio de uma mensagem no seu perfil do Instagram. “Hoje nos despedimos da nossa amada Adriana Araújo. Adriana foi muito mais do que uma grande voz do samba. Foi abraço largo, sorriso fácil, coração generoso e uma alegria de viver que iluminava todos ao seu redor.”

“O samba sentirá profundamente sua ausência, mas não apenas ele. Sentirão falta todos que um dia receberam seu carinho, sua escuta atenta e seu caloroso abraço.”

A postagem destaca ainda que a presença de Adriana ficará eternamente nos corações de familiares, amigos e admiradores e que sua voz continuará ecoando e tocando vidas para sempre nas plataformas onde compartilhou sua arte.

“Neste momento de dor, pedimos orações e boas energias para seu filho Daniel e para seu marido Evaldo, para que encontrem força e amparo. Obrigada por tanto, nossa rainha. Seu brilho é eterno.”

Também no Instagram, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, destacou a presença marcante de Adriana Araújo.

“Adriana Araújo se encantou. Não virou estrela. Ela já era. Seu brilho nos iluminava. Sua voz nos embalava nas rodas de samba, no Carnaval e onde quer que chegava. Uma artista solar, que acolhia o público e fazia com que cada um se sentisse único e especial no seus shows.”

A ministra lembrou ainda que a artista transformou o bar do Cacá, no bairro São Paulo em Belo Horizonte, em um quilombo, “onde a alegria dava o tom. Rainha! Descia para estar com os súditos que a reverenciavam. Cantava olhando no olho. Abraçava. Era feita de afeto”.

Macaé Evaristo lamentou ainda a morte da cantora e enalteceu o seu legado.

“A notícia de sua partida nos deixa devastados e devastadas. Aos 49 anos! Mas temos a certeza que será recebida em festa no Orum. Ancestralizou. Deixa um legado no samba, na cultura de Belo Horizonte e do Brasil”, apontou Macaé Evaristo.

“À sua família, o nosso mais afetuoso abraço! Que possam encontrar consolo neste momento. Agradecemos por terem dividido conosco a força e beleza de Adriana Araújo”, conclui a ministra em sua mensagem.


Fonte: Agência Brasil

Comissão sobre penduricalhos inicia trabalhos amanhã no STF

0

A comissão técnica criada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir os chamados penduricalhos aos salários do funcionalismo público tem a primeira reunião marcada para a manhã desta quarta-feira (4), às 10h, quando deverá iniciar o debate sobre regras de transição que garantam o respeito ao teto constitucional para a remuneração dos servidores. 

A portaria que criou a comissão foi publicada na noite desta segunda-feira (2) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. O documento detalha o cronograma dos trabalhos, com reuniões semanais até 20 de março, quando deverá ser entregue um relatório final. 

De acordo com a portaria, o grupo poderá ouvir especialistas, representantes de órgãos públicos e privados, entidades acadêmicas e membros da sociedade civil. 

A criação do grupo foi resultado de uma articulação entre as cúpulas dos Três Poderes para resolver a questão, após decisões liminares dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes suspenderem abruptamente o pagamento de qualquer penduricalho. 

São classificados como penduricalhos todas as verbas pagas a título de indenização por diversos órgãos por fora do teto constitucional, que equivale ao salário de um ministro do Supremo, atualmente em R$ 43,6 mil.  

A tendência é que um acordo sobre o tema seja votado pelo Supremo no dia 25 de março, quando o plenário da Corte deve retomar o julgamento das decisões que suspenderam o pagamento de penduricalhos nos Três Poderes.

Na semana passada, o julgamento do caso foi iniciado, mas os ministros decidiram adiar a votação para analisar a complexidade do tema. 

No dia 5 de fevereiro, Dino determinou a suspensão dos penduricalhos que não estão previstos em lei. A decisão deve ser aplicada pelos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, nas esferas federal, estadual e municipal, que terão prazo de 60 dias para revisar e suspender pagamento dessas verbas indenizatórias que não respeitam o teto. O ministro Gilmar Mendes também suspendeu os pagamentos a juízes e membros do Ministério Público.

Confira abaixo os integrantes da comissão técnica: 

Poder Judiciário

  • Bruno César de Oliveira Lopes
  • Clara da Mota Santos Pimenta Alves
  • Desdêmona Arruda
  • José Gomes Filho
  • Roberto Dalledone Machado Filho

Senado 

  • Ana Paula de Magalhães Albuquerque Lima
  • Danilo Augusto Barboza de Aguiar
  • Gabrielle Tatith Pereira
  • Ilana Trombka

Câmara dos Deputados

  • Guilherme Brandão
  • Jules Michelet
  • Lucas Ribeiro
  • Sabá Cordeiro

Governo Federal 

  • Dario Durigan (Secretário Executivo do Ministério da Fazenda)
  • Flávio José Roman (Advogado-Geral da União)
  • Representante da Casa Civil da Presidência da República
  • Representante do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

Instituições convidadas:

Procuradoria-Geral da República

  • Carlos Vinícius Alves Ribeiro
  • Eliane Peres Torelly de Carvalho
  • Ubiratan Cazetta

Tribunal de Contas da União

  • Alessandro Giuberti Laranja
  • Cláudia Regina Bezerra Jordão
  • Cristiano Brilhante de Souza Egbert Nascimento Buarque

Defensoria Pública da União

  • Thomas de Oliveira Gonçalves
  • Thiago Moreira Parry

Fonte: Agência Brasil

Guerra impede volta de brasileiros que faziam cruzeiro em Dubai

0

Um grupo de brasileiros está retido em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, desde o último sábado (28), quando começaram os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.

Os brasileiros se encontram no navio MSC Euribia, operado pela MSC Cruzeiros. A Agência Brasil perguntou à companhia quantos brasileiros estão a bordo e aguarda mais informações.

O grupo participava de um cruzeiro marítimo e deveria ter embarcado de volta para o Brasil no domingo (1º), mas, devido aos bombardeios, o espaço aéreo em diversos países da região foi fechado, impedindo o retorno.

Segundo a MSC Cruzeiros, a embarcação, que transporta cerca de 5 mil passageiros, permanece atracada em um porto local “até novo aviso”, por determinação de segurança das autoridades regionais e internacionais.

“A situação a bordo está tranquila, e nossos hóspedes e tripulantes estão confortáveis e bem assistidos”, informou a MSC. 

A empresa disse ainda que, diante do cenário de restrição do espaço aéreo na região, está trabalhando em colaboração com as companhias aéreas para monitorar as rotas e possibilidades disponíveis. 

“Estamos em contato ativo com embaixadas e ministérios das Relações Exteriores para garantir que eles tenham as informações necessárias sobre seus cidadãos a bordo e para entender quaisquer planos de repatriação que estejam sendo desenvolvidos”, afirmou a MSC. 

Em razão do conflito, a empresa cancelou o próximo cruzeiro do MSC Euribia, que partiria de Dubai, em 7 de março, e passaria por Doha, no Catar, em 8 de março, e por Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, em 11 de março. 

“Estamos trabalhando em estreita coordenação com as autoridades competentes, ministérios das Relações Exteriores nacionais, embaixadas, especialistas internacionais em segurança e parceiros de segurança das empresas do grupo para monitorar continuamente a situação e determinar as medidas apropriadas”, finaliza a nota.

A agência de viagens Strik Turismo, responsável por passageiros do grupo, também divulgou nota afirmando que todos se encontram em segurança, recebendo completa assistência a bordo do navio. 

A nota diz ainda que a companhia marítima tem oferecido suporte contínuo, assegurando “conforto, alimentação adequada e todo o acompanhamento necessário para o bem-estar dos viajantes durante este período”.

“Os passageiros cujas medicações estavam próximas do término já tiveram seus medicamentos devidamente repostos, garantindo a continuidade dos tratamentos. Além disso, as atividades e programações internas do navio seguem normalmente, contribuindo para o lazer e bem-estar de todos a bordo”, diz a nota.

A agência diz que acompanha a situação com máxima responsabilidade, mantendo contato direto com o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) e com a Embaixada do Brasil nos Emirados Árabes Unidos, para que a repatriação do grupo ocorra da forma mais breve e segura possível.

Fonte: Agência Brasil

Aposta do CE acerta dezenas da Mega e leva prêmio de R$ 158 milhões

0

Uma aposta de Eusébio (CE) acertou sozinha as seis dezenas do concurso 2.979 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (3). O vencedor irá receber o prêmio de R$ 158.039.482,14.

Os números sorteados foram: 18 – 27 – 37 – 43 – 47 – 53

128 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 38.728,95 cada.

7.902 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.034,09 cada. 

O próximo concurso irá distribuir um prêmio de R$ 45 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio será realizado na quinta-feira (5). 


Fonte: Agência Brasil

Lula visita fábrica que fornece 19 milhões de produtos ao SUS

0

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou nesta terça-feira (3) a farmacêutica Bionovis, na cidade de Valinhos (SP).

Fundada em 2012 pela união dos laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, a fábrica se dedica ao desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos de alta complexidade, e fornece cerca de 19 milhões de seringas e frascos de produtos farmacêuticos a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante a visita, o Lula destacou que o papel do Estado não é ser produtor. “Ele não tem que ser a fábrica. Ele tem que ser o indutor, tem que ter política de crédito, de financiamento e ajudar na produção. Quando beneficia as pessoas, todo mundo ganha”.

O presidente da República estava acompanhado do presidente da Bionovis, Odinir Finotti, do vice-presidente Geraldo Alckmin, e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Padilha (Saúde) e Simone Tebet (Planejamento).

Lula também destacou ser fundamental que os investimentos estratégicos do país sejam orientados a garantir qualidade de vida à população e fez uma crítica ao contexto internacional de conflitos armados.

“Se você lugar a televisão de noite, está falando de guerra, de mísseis, de invasão. E aqui estamos falando de salvar vidas. Isso aqui é nosso míssil, não um míssil para matar, mas para salvar”, disse o presidente, ao exibir caixas de medicamentos que custam até R$ 6 mil por seringa, mas que são oferecidos gratuitamente pelo SUS.. 

“O paciente precisa tomar de 20 a 25 seringas dessa por ano para controlar uma doença como a artrite reumatoide”, destacou o presidente da Bionovis, Odinir Finotti. “Graças ao SUS, o Ministério da Saúde adquire esse produto pagando 80% menos do que ele custaria numa clínica. Esse produto é feito aqui na Bionovis e chega a todo o povo brasileiro”, acrescentou.


Valinhos (SP), 03/03/2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita à Fábrica de Medicamentos da Bionovis. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Valinhos (SP), 03/03/2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita à Fábrica de Medicamentos da Bionovis. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Segundo o governo federal, a política de fortalecimento do complexo industrial da saúde e soberania nacional na produção de medicamentos e insumos para a população conta com investimentos que atualmente somam R$ 15 bilhões em inovação e desenvolvimento industrial.

“Sem política de compras governamentais, isso aqui é impossível. Sem um BNDES, você também não tem condições de planejar uma empresa como essa, que é uma empresa privada, não é uma empresa pública. Mas, se não há uma parceria entre órgãos de Estado, a iniciativa privada, com ambiente de negócios favorável, para venda local e venda externa, esse projeto não se viabiliza”, enfatizou o ministro Fernando Haddad.

No ano passado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 650 milhões para a Bionovis instalar linha de produção industrial pioneira para o desenvolvimento e fabricação de insumos e medicamentos biotecnológicos de alta complexidade na fábrica de Valinhos. Alguns dos insumos atualmente produzidos pela indústria brasileira só eram fabricados em países como China, Estados Unidos, Índia e Coreia do Sul.

Fonte: Agência Brasil

Entenda relação entre a causa palestina e a guerra contra o Irã

0

O ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023 inaugurou uma nova fase do conflito no Oriente Médio em torno dos territórios palestinos. Para alguns analistas, os ataques contra o Irã são também consequência da guerra na Faixa de Gaza e da colonização da Cisjordânia, ainda que indiretamente.

Os governos de Israel e dos Estados Unidos (EUA) estariam aproveitando as fragilidades econômicas do Irã, motivadas em parte pelas sanções ocidentais, e os rachas políticos internos, evidenciados em protestos violentos no início do ano, para cortar o apoio ao Eixo da Resistência, dado por Teerã. 

Tal eixo é formado por grupos armados que resistem à política de Israel e dos EUA no Oriente Médio, como Hezbollah, Hamas ou os Huthis no Iêmen. A queda do governo de Bassar al-Assad na Síria, após 13 anos de guerra financiada por potências estrangeiras, também teria sido uma consequência da intensificação da guerra contra o Eixo da Resistência, uma vez que a Síria era uma aliada do Irã.

O professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo (SP) Bruno Huberman afirmou à Agência Brasil que as agressões contra o Irã são uma das consequências do 7 de Outubro, porque Teerã é a principal força de oposição a política de Washington e Tel-Aviv no Oriente Médio.  

“A solidariedade com a causa palestina sempre esteve no centro do projeto político iraniano desde 1979 [Ano da Revolução Iraniana]. Isso é uma das razões pelas quais o Irã tem sido confrontado.”

Para o especialista, o Irã tem forte relevância para a questão palestina e para os grupos islâmicos de resistência armada que buscam revolução armada e libertação nacional radical na Palestina.

Huberman acrescenta que a queda do Irã permitirá que os EUA e Israel reorganizem o Oriente Médio “como bem entendem”. Para ele, o conflito facilita o avanço da anexação da Cisjordânia por Israel.  

“Desde o cessar-fogo em Gaza, Israel tem avançado de forma significativa na colonização e na anexação de território na Cisjordânia. E, durante essa guerra no Irã, isso deve se fortalecer.”

No mês passado, Israel aprovou novas regras para compra de terras palestinas por israelenses na Cisjordânia, medida denunciada como tentativa de avançar sobre o território palestino. Em 2025, pelo menos 40 mil palestinos foram expulsos de suas residências na região. 

Mudança de cenário

Por outro lado, o professor avalia que a queda de Teerã não inviabiliza a causa palestina, apesar de mudar o cenário. “O Irã se envolveu mais no apoio à luta armada, assim como o Catar, enquanto outros países apoiam projetos humanitários, de desenvolvimento, ou só de forma retórica.”

Os grupos xiitas Hezbollah, no Líbano, e os Huthis, do Iêmen, são exemplos de grupos armados do Eixo da Resistência, apoiados pelo Irã, que se lançaram em ataques contra Israel em apoio à Gaza. 


People run as a missile hits a building, following an escalation between Hezbollah and Israel amid the U.S.-Israel conflict with Iran, in Tyre, Lebanon, in this screen grab obtained from a social media video released March 2, 2026. Social Media/via REUTERS  THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY. MANDATORY CREDIT. NO RESALES. NO ARCHIVES. 

Verification: 
-Buildings, shopfronts, road layout and petrol station matched file and satellite imagery
-Exact time could not be verified
-However, Israel said it launched a wave of strikes in southern Lebanon on Monday (March 2)
-No older versions of the video found before Monday (March 2)
People run as a missile hits a building, following an escalation between Hezbollah and Israel amid the U.S.-Israel conflict with Iran, in Tyre, Lebanon, in this screen grab obtained from a social media video released March 2, 2026. Social Media/via REUTERS  THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY. MANDATORY CREDIT. NO RESALES. NO ARCHIVES. 

Verification: 
-Buildings, shopfronts, road layout and petrol station matched file and satellite imagery
-Exact time could not be verified
-However, Israel said it launched a wave of strikes in southern Lebanon on Monday (March 2)
-No older versions of the video found before Monday (March 2)

Direito internacional

Para outros analistas, não é possível traçar uma relação direta entre o 7 de outubro e as agressões contra o Irã, ainda que os dois acontecimentos estejam de alguma forma conectados. É o que defende a professora Rashmi Singh, da pós-graduação em relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais.

Para ela, a ação israelense em Gaza e na Cisjordânia serviu para normalizar, pelos países ocidentais, a aplicação seletiva do direito internacional. 

Rashmi cita, como exemplos, “o genocídio na Palestina, os bombardeios ilegais de hospitais, escolas, universidades, igrejas, mesquitas e outras infraestruturas civis” por parte de Israel, assim como “atos terroristas [de Israel] em outros países – como os ataques com pagers no Líbano –, que foram saudados pelo Ocidente não como terrorismo, mas como ‘estrategicamente brilhantes por parte de Israel’”.

A professora da PUC de Minas acrescenta que todas essas violações do direito internacional ocorreram com o silêncio ou cumplicidade dos países europeus e norte-americanos.

“Os ataques ilegais ao Irã, há oito meses, também foram elogiados. Portanto, a Palestina não está diretamente relacionada aos ataques ao Irã, mas estabeleceu o padrão do que é permitido nas relações internacionais. Estabeleceu o cenário para o que está acontecendo no Irã”.

Rashmi Singh acrescenta que, apesar do apoio que o Irã fornece aos grupos de resistência palestinos, a causa palestina não depende exclusivamente do Irã, “ou de qualquer outro ator externo”. “O apoio externo é um fator, mas não é o único”, destacou.


24/10/2023, Rashmi Singh, professora de relações internacionais da PUC Minas, durante entrevista a TV Assembleia MG. Foto: Frame/TV Assembleia MG
24/10/2023, Rashmi Singh, professora de relações internacionais da PUC Minas, durante entrevista a TV Assembleia MG. Foto: Frame/TV Assembleia MG

Ao mesmo tempo, a professora alerta que Israel tem usado a guerra para “expandir seu roubo territorial ilegal de terras palestinas”.

“Gaza foi completamente isolada novamente – contrariando o acordo de cessar-fogo – e os colonos, israelenses, na Cisjordânia estão ocupados aterrorizando os palestinos, matando e assediando, com o apoio total das Forças de Defesa de Israel.”

Influencia o contexto

Ao mesmo tempo, há analistas que atribuem uma influência do 7 de outubro ao contexto geral do Oriente Médio, sem que o ataque do Hamas possa explicar, sozinho, a decisão de Israel e dos EUA de atacarem o Irã.

Essa é a avaliação da professora de relações internacionais do Ibmec SP, Karina Stange Caladrin.

“Desde 2023, a guerra em Gaza ‘regionalizou’ a dinâmica de segurança: Israel passou a tratar o chamado eixo de resistência – Hamas, Hezbollah, Houthis e milícias aliadas – como um tabuleiro integrado, e o Irã como o principal patrocinador, financeira, militar e politicamente, dessa rede.”

Caladrin acrescenta que, nesse contexto, a guerra em Gaza e a escalada dos conflitos na Cisjordânia criaram incentivos para ampliar a pressão contra Teerã. Para ela, a guerra contra o Irã também tira a agenda palestina do noticiário e corta parte do respaldo que grupos palestinos recebem do Irã.

“Paradoxalmente, uma escalada maior pode radicalizar narrativas, aumentar polarização e ampliar a mobilização transnacional em torno da Palestina, mas isso não se traduz automaticamente em ganhos políticos concretos para Gaza e Cisjordânia”, acrescentou.

Por outro lado, Karina Caladrin pondera que, caso o regime do Irã sobreviva, o mais provável é que reafirme seu papel regional. “O que, de novo, não equivale a avanços políticos palestinos; pode significar apenas que a causa continua ‘útil’ como símbolo em uma competição geopolítica mais ampla.”

A causa palestina

Costuma-se fixar o início do conflito israel-palestino à criação do Estado de Israel, ainda em 1948. Naquele ano, ocorre a Nakba – catástrofe, em árabe – do povo palestino, quando mais de 700 mil palestinos são expulsos da suas terras, e cerca de 450 vilas são destruídas

Esses acontecimentos dariam início à “causa palestina”, como a conhecemos hoje, que é a defesa do retorno dos refugiados à suas casas e o estabelecimento da independência e criação do Estado Palestino.

Em oposição, Israel rejeita qualquer medida que resulte na criação de um Estado Palestino em suas fronteiras, conforme exige o direito internacional e a maioria dos países do mundo.  

Fonte: Agência Brasil