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João Fonseca cai nas quartas de Munique após revés para 6º do mundo

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O tenista brasileiro João Fonseca, de 19 anos, deu adeus ao ATP 500 de Munique (Alemanha) nesta sexta-feira (17), após revés nas quartas de final. Atual 35º no ranking, o carioca foi superado pelo número 6 do mundo, o norte-americano Ben Shelton, de 23 anos, por 2 sets a 1, com parciais de 3/6, 6/3 e 3/6, ao fim de 1h49min de embate no saibro alemão.  

Após a partida, Fonseca avaliou a campanha em Munique. Antes do revés para Shelton, o brasileiro somou vitórias contra o chileno Alejandro Tabilo (45º) e o francês Arthur Rinderknech (26º).

“Foi uma boa semana. Eu venho jogando um bom nível de tênis, mas hoje as condições estavam mais rápidas com o calor e eu demorei um pouco para me adaptar”, disse o brasileiro por meio da sua assessora de imprensa.

“Depois fui mais pra frente, consegui fazer ele jogar mais pontos. Como ele não tem um estilo de jogo específico, é um cara difícil de enfrentar. Foi um jogo duro, mas eu poderia ter jogado melhor, principalmente nos meus games de saque.”, lamentou Fonseca.

Esta foi a quarta derrota do jovem carioca diante de tenistas top 10 do ranking nesta temporada. Fonseca enfrentou o italiano Jannik Sinner (Indian Wells), então número 2 do mundo; o espanhol Carlos Alcaraz no Masters 1000 de Miami – quando ele  liderava o ranking –; e o alemão Alexander Zverev (3º) no Masters 100 de Mônaco.

“Venho fazendo boas partidas contra esses caras, mas quero estar ainda mais forte. É continuar evoluindo, repetir, treinar e melhorar”, concluiu Fonseca, que deve subir cinco posições na próxima atualização do ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP). 

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O próximo compromisso do brasileiro na gira de saibro europeia será o Masters 1000 de Madri, que começa na próxima segunda (20). O torneio é preparatório para Roland Garros (França), o segundo Grand Slam do ano – a competição distribuiu 1500 pontos no ranking, a mais alta do circuito.


Rafael Matos e Orlando Luz, -  ATP de Houston 2026 -  tênis
Rafael Matos e Orlando Luz, -  ATP de Houston 2026 -  tênis

Rafael Matos e Orlando Luz buscam avançar à final de duplas neste sábado (18), a partir das 6h, em duelo contra os franceses Théo Ambagé e Albano Olivetti – Divulgação/ATP de Houston/@mensclaycourt

Brasil na semi de duplas em Munique

Os gaúchos Rafael Matos e Orlando Luz vão brigar por vaga na final de duplas do ATP 500 de Munique neste sábado (18), a partir das 6h (horário de Brasília). Os adversários serão os franceses Théo Ambagé e Albano Olivetti.  A dupla gaúcha avançou à semi na última quinta (16), ao derrotar a parceria do britânico Luke Johnson com o polonês Jan Zielinski com um duplo 6/4.



Fonte: Agência Brasil

Brasil lamenta morte de Oscar Schmidt; veja repercussões

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A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) lamentou a morte do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Em nota, a entidade destacou que Oscar despede-se como símbolo absoluto do esporte e que ele redefiniu os limites do possível dentro das quadras.

“O maior jogador da história do basquete brasileiro despede-se como um símbolo absoluto do esporte, dono de uma trajetória que. A CBB lamenta com um pesar profundo a perda de um dos maiores ídolos da história do esporte mundial”, disse a CBB.

A confederação ressaltou ainda o reconhecimento que Schmidt recebeu das maiores ligas e federações mundiais de basquete. “O reconhecimento veio em escala global. Oscar foi incluído no Hall da Fama da FIBA [Federação Internacional de Basquetebol] e, de forma inédita, também no Hall da Fama da NBA [principal liga de basquete dos Estados Unidos], mesmo sem ter atuado na liga, uma distinção reservada a nomes que transformaram o jogo”.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) também lamentou a morte do ex-jogador e destacou que Oscar representou os valores que definem o espírito olímpico.

“Conhecido como ‘Mão Santa’, Oscar foi recordista brasileiro em participações olímpicas no basquete, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição”, disse o presidente do COB ,Marco Antonio La Porta.

O comitê ressaltou também que, em 2019, homenageou o atleta com o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, “por sua dedicação incansável ao aperfeiçoamento dos fundamentos, a eficiência técnica e física e o espírito coletivo”. No início de abril, a lenda do basquete brasileiro ingressou no Hall da Fama do COB, mas não pôde comparecer ao evento e foi representado por seu filho, Felipe Schmidt.

Clubes

Nas redes sociais, o Clube de Regatas do Flamengo, onde Oscar jogou entre 1999 e 2003, lamentou profundamente o falecimento “de um dos maiores ídolos da história do nosso basquete e do esporte mundial”. 

“O eterno Mão Santa honrou o Manto Sagrado com sua genialidade, paixão e arremessos inesquecíveis, marcando época na Gávea e enchendo de orgulho a Nação Rubro-Negra. Seu legado absoluto transcende as quadras e inspirará gerações eternamente. Nossos mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos e a todos os fãs neste momento de imensa dor. Descanse em paz, lenda”, disse o clube. 

Primeira equipe em que atuou profissionalmente, a Sociedade Esportiva Palmeiras (SEP) lamentou a morte de Oscar e destacou que o atleta deu seus primeiros passos profissionais com a camisa alviverde, com a qual estreou em agosto de 1975, com 17 anos, em um jogo contra o Sírio, quando marcou seus primeiros quatro pontos. 

Em 1977, ainda pelo Palmeiras, sagrou-se pela primeira vez campeão brasileiro, em uma final histórica contra o Flamengo.

“Antes de se tornar um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma referência eterna da Seleção Brasileira de Basquete, Oscar Schmidt deu seus primeiros passos como atleta profissional vestindo a camisa alviverde. Foi na Sociedade Esportiva Palmeiras que o jovem talento iniciou uma trajetória que, anos depois, o levaria ao reconhecimento internacional”, disse o clube, em nota.

O Sport Club Corinthians Paulista também lamentou o falecimento de Oscar Schmidt, que ganhou, em 1996, seu último título nacional pelo clube. 

“Maior pontuador da história do esporte até 2024, Oscar liderou o Corinthians ao seu último título nacional, conquistado em junho de 1996. Este feito o fez estar imortalizado na Calçada da Fama do Memorial Corinthians e Poliesportivo”, destacou o clube.

O Clube Vizinhança, de Brasília, onde Oscar começou a jogar basquete, também homenageou o atleta. “Hoje, o nosso Vizi está em silêncio”, escreveu o clube em uma rede social. 

Segundo o clube, Oscar é um nome que transcende o esporte

“Foi aqui que vieram os primeiros arremessos. Os primeiros sonhos.Os primeiros sinais de uma grandeza que o mundo inteiro viria a conhecer. É uma despedida que entristece. Mas também emociona lembrar que o Vizinhança fez parte do início de uma história tão grandiosa, construída com talento, disciplina, paixão e amor pelo basquete”.

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Despedida

Oscar Schmidt enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos. Segundo sua assessoria, a despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.

Segundo a Prefeitura de Santana de Parnaíba (SP), onde o ex-jogador morreu, Oscar passou mal em sua residência e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) pelo Serviço de Resgate, “já em parada cardiorrespiratória (PCR), chegando à unidade sem vida”.

 

Matéria ampliada às 18h03 e às 21h06

Fonte: Agência Brasil

Irã e Hezbollah atribuem cessar-fogo à união do Eixo da Resistência

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O governo iraniano e o grupo político-militar Hezbollah atribuíram o cessar-fogo no Líbano à união e capacidade de combate do Eixo da Resistência, formado por grupos que se opõem à política de Israel e dos Estados Unidos (EUA) no Oriente Médio.

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, vem tentado capitalizar o cessar-fogo como resultado de ação da Casa Branca. Por outro lado, a trégua no Líbano era uma das exigências de Teerã para as negociações com Washington. Após o fim das batalhas, o Irã anunciou a abertura do Estreito de Ormuz para barcos comerciais. 

Em comunicado, o partido-milícia Hezbollah afirmou que fez 2.184 operações militares em 45 dias de batalhas contra o exército israelense, em uma média de 49 operações por dia.

Os ataques visaram as forças de ocupação de Israel dentro do território libanês, além de locais, quartéis e bases militares dentro de Israel e dos territórios palestinos ocupados em até 160 quilômetros após a fronteira.

“Nossa mão permanecerá no gatilho em antecipação a qualquer violação ou traição pelo inimigo, enfatizando a adesão à opção de confronto e continuar a defender o país, e permanecer no pacto até o último suspiro”, diz comunicado divulgado pela TV Al-Manar, ligada ao Hezbollah.

O chefe do Parlamento iraniano, Mohammed B. Ghalibaf, responsável pela delegação do Irã que negocia com os EUA, disse que o cessar-fogo é resultado da Resistência do Hezbollah e da união do Eixo da Resistência.

“A Resistência e o Irã são uma só entidade, seja na guerra ou no cessar-fogo. Cabe à América recuar do erro de ‘Israel em primeiro lugar’. O cessar-fogo não foi senão resultado da resistência do Hezbollah e da união do Eixo da Resistência; e lidaremos com este cessar-fogo com cautela, e permaneceremos juntos até a verificação completa da vitória”, disse em uma rede social.

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O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Ismail Baghaei, argumentou que o cessar-fogo foi fruto direto dos esforços diplomáticos ​​de Teerã.

“Desde o início das negociações com várias partes regionais e internacionais, incluindo as negociações em Islamabad, a República Islâmica do Irã tem consistentemente enfatizado a necessidade imperativa de um cessar-fogo simultâneo em toda a região, inclusive no Líbano”, afirmou Baghaei.

Israel

O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu vinha anunciando que ocuparia o Sul do Líbano até o Rio Litani, a 30 quilômetros da fronteira entre os dois países. No dia anterior ao anúncio do cessar-fogo, Netanyahu disse que deu instruções para continuar com a guerra para tomar a cidade de Bent Jbel.

Segundo o jornal israelense The Times of Israel, os ministros do gabinete do governo receberam “com surpresa” a notícia do cessar-fogo. Netanyahu teria informado que concordou com o cessar-fogo a pedido de Trump. A oposição a Netanyahu criticou o cessar-fogo “imposto” a Israel.

Outro portal de notícias de Israel, o Ynet, informou que um oficial militar do país disse que as tropas continuariam no território libanês, apesar do cessar-fogo.

Entenda

A atual fase da guerra que envolve Israel e Líbano teve início em outubro de 2023, quando o Hezbollah inicia ataques contra o norte de Israel em solidariedade ao povo palestino, diante dos massacres na Faixa de Gaza. 

Em novembro de 2024, foi costurado um acordo de cessar-fogo entre o grupo político militar xiita e Tel Aviv. Porém, tal acordo nunca foi respeitado por Israel, que continuava realizando ataques no Líbano.

Com o início da agressão contra o Irã, em 28 de fevereiro, o Hezbollah voltou a atacar Israel em resposta às violações sistemáticas do cessar-fogo nos últimos meses e também em retaliação ao assassinato do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei.  

No dia 8 de abril, é anunciado o cessar-fogo da guerra no Irã, mas Israel continua com ataques no Líbano, desrespeitando novamente o acordo, dessa vez, costurado pelo Paquistão.

O Irã vinha exigindo que o Líbano fosse abarcado pelo cessar-fogo para dar continuidade às negociações com os EUA, com a segunda rodada de conversas prevista para os próximos dias.

História

O conflito entre Israel e o Hezbollah remonta à década de 1980, quando a milícia xiita foi criada em reação à invasão e ocupação de Israel no Líbano para perseguição dos grupos palestinos que buscavam refúgio no país vizinho.

Em 2000, o Hezbollah conseguiu expulsar os israelenses do país. Ao longo dos anos, o grupo se torna um partido político com assentos no Parlamento e participação nos governos.

O Líbano ainda foi atacado pelo governo de Israel em 2006, 2009 e 2011.

Fonte: Agência Brasil

Feriado de Tiradentes aumenta fluxo de passageiros em aeroportos

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O feriado prolongado de Tiradentes vai aumentar o fluxo de viajantes nos aeroportos do país. Entre os principais terminais do país, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, o maior do país, estima uma movimentação em torno de 480 mil passageiros no período de 17 a 22 de abril. Guarulhos é o principal hub para voos internacionais e conexões domésticas.

No aeroporto de Congonhas, na capital paulista, a expectativa é que o terminal opere com o número máximo de slots, a janela de tempo concedida a empresas aéreas para pousar ou decolar em aeroportos congestionados. A movimentação esperada é de cerca de 210 mil passageiros.

O Aeroporto de Viracopos, em São Paulo, espera receber 191,2 mil passageiros ao longo do feriado. Estão previstos 1.717 pousos e decolagens desta sexta-feira até quarta-feira (22).

A concessionária disse que nesta sexta-feira devem passar pelo aeroporto 35,6 mil pessoas. Na terça-feira (21), o terminal deve movimentar 33,9 mil passageiros, e na quarta-feira 36,2 mil pessoas.

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Estão previstos 1.837 voos entre 17 e 22 de abril, reforçando a conectividade de um dos principais hubs do país.

Em Brasília, que também aniversaria no dia 21 de abril, a movimentação esperada no Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek é que cerca de 268 mil passageiros passem pelo terminal em aproximadamente 1.837 pousos e decolagens.

Entre os destinos mais procurados pelos passageiros que embarcam na capital federal estão São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Campinas.

O Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, espera movimentar cerca de 505,8 mil passageiros entre os dias 17 e 26 de abril, período que abrange o feriado prolongado de Tiradentes e o feriado estadual de São Jorge (23). O volume representa um crescimento de aproximadamente 13% em relação ao mesmo intervalo de 2025.

Do total estimado, 342,9 mil passageiros em voos domésticos, enquanto 162,9 mil em operações internacionais. Estão previstos 3.199 voos no período, número 12% superior ao registrado no ano anterior.

Ainda no Rio de Janeiro, no Aeroporto Santos Dumont a projeção da Infraero é de 108 mil passageiros em 866 voos programados entre os dias 17 e 22 de abril.

No mesmo período, o Aeroporto de Confins, em Minas Gerais, administrado pela BH aiport, estima um fluxo de cerca de 185 mil passageiros. 

Os aeroportos de Salvador e Recife, administrados pela Aena, indicam uma movimentação conjunta de cerca de 283 mil passageiros, sendo Recife o aeroporto com maior volume, cerca de 180 mil, devido à sua malha de conexões.

Em Fortaleza, a Faport, concessionária que administra o terminal, estima um fluxo de 115 mil a 125 mil passageiros entre esta sexta-feira e o dia 22 de abril.

Em Porto Alegre, também administrado pela Fraport, a estimativa é de uma movimentação de 110 mil passageiros. Em Curitiba, a CCR Aeroportos estima que cerca de 105 mil passageiros passarão pelo terminal Afonso Pena, com pico de movimentação esperado para a tarde desta sexta-feira (17) e a noite de terça-feira (21).

Em Belém, a administradora NOA Airports prevê 364 voos, entre domésticos e internacionais, com cerca de 49 mil passageiros no aeroporto Val-de-Cans. 

No Aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus, são esperados 62 mil passageiros, de acordo com a Vinci Airports.

Em Goiânia, o Aeroporto Santa Genoveva deve movimentar 58 mil pessoas no período. A CCR Aeroportos projeta um fluxo intenso devido à conexão com o Nordeste e o interior de Goiás. 

Em Cuiabá, o fluxo previsto é de 45 mil passageiros.

Fonte: Agência Brasil

Justiça libera cobrança de imposto sobre exportação de petróleo

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A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta sexta-feira (17) que a Justiça Federal no Rio de Janeiro suspendeu a decisão que proibiu a cobrança da alíquota de 12% de imposto sobre a exportação de petróleo.

A decisão foi proferida pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), desembargador Luiz Paulo da Silva Araújo Filho.

O magistrado concordou com os argumentos apresentados pela AGU, que alegou que a proibição de cobrança pode causar grave lesão à economia.

A cobrança do imposto foi questionada na Justiça por cinco empresas multinacionais de petróleo: Total Energies (França), Repsol Sinopec (Espanha e China), Petrogal (Portugal), Shell (anglo-holandesa) e Equinor (Noruega).

“As impetrantes possuem plena capacidade econômica para arcar com a exigência tributária, bem como poderão pleitear repetição de indébito, caso a juridicidade da exigência não se confirme ao final”, decidiu o desembargador.

A cobrança de 12% de Imposto de Exportação consta na Medida Provisória (MP) 1.340/2026, publicada em 12 de março.

A MP foi editada pelo governo federal como uma tentativa de conter a escalada no preço de derivados de petróleo no país, notadamente o óleo diesel, em meio à guerra no Oriente Médio, que levou distúrbios à cadeia produtiva do petróleo, diminuindo a oferta do óleo.

Fonte: Agência Brasil

Em entrevistas, Oscar mostra relíquias e revela ídolos do esporte

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Um dos maiores atletas da história do basquete mundial, Oscar Schmidt inspirou gerações de atletas e contou com o carinho do público dentro e fora das quadras. Ele morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos.  

>>> Brasil lamenta morte de Oscar Schmidt, veja repercussões

No programa esportivo Stadium, da TV Brasil, participou em 2022 do quadro “Ídolo do Ídolo”, em que declarou sua admiração por Pelé. Ele contou como foi a primeira vez que encontrou o Rei do Futebol e enumerou as lendas do basquete que o inspiraram.  

Também em 2022, à época com 64 anos, Oscar recebeu a equipe do Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, em sua casa em São Paulo. Em meio a uma sala lotada de medalhas e troféus, ele relembrou a carreira e falou sobre a atuação como palestrante, atividade que assumiu após se aposentar das quadras.  

“Eu adoro fazer palestra que eu vejo os olhos das pessoas olhando assim para mim, batendo palma. E eu estou contando a minha história para eles. Isso repõe, em parte, tudo aquilo que eu perdi parando de jogar”. 

Assista a íntegra do episódio, que abordou o envelhecimento nos tempos atuais: 

 

 

Fonte: Agência Brasil

Familiares destacam exemplos de Oscar Schmidt

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Após a notícia da morte do ídolo do basquete Oscar Schmidt, na tarde desta sexta-feira (17), familiares se pronunciaram nas redes sociais sobre os exemplos e o legado do atleta. 

“Minha maior referência! Maior exemplo de dedicação e amor à profissão! Que história incrível você escreveu, meu irmão! Descanse em paz”, escreveu o jornalista e apresentador Tadeu Schmidt. 

Felipe Schmidt, filho de Oscar, pediu respeito para a família e prometeu honrar o legado do pai. “Hoje o mundo perde um ídolo, e eu perco meu pai”, disse. 

“Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser como homem e tentar ser ao menos 10% do ser humano que você foi. Você foi um exemplo de vida para mim, e eu nunca, nunca vou te esquecer”, acrescentou Felipe. 

Sobrinho de Oscar, o jogador de vôlei de praia Bruno Schmidt agradedeu o tio pelas memórias. 

“Hoje, além de um tio, perdi uma grande referência, o maior ídolo da história do basquete brasileiro, cujo nome carrego no meu. Ficam na memória e no coração as lembranças. Obrigado por tudo, Mão Santa, querido Tio!”, disse.

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Despedida

Oscar Schmidt enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos. Segundo sua assessoria, a despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.

Segundo a Prefeitura de Santana de Parnaíba (SP), onde o ex-jogador morreu, Oscar passou mal em sua residência e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) pelo Serviço de Resgate, “já em parada cardiorrespiratória (PCR), chegando à unidade sem vida”.

Fonte: Agência Brasil

Peru: ultraconservador e esquerda disputam voto a voto para 2º turno

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A eleição presidencial do Peru segue indefinida após cinco dias da contabilização de votos. O pleito do último domingo (17) juntou 35 candidatos presidenciais tentando ser o 9º presidente peruano em apenas dez anos, em um período de grande turbulência política no país vizinho. 

A direitista Keiko Fujimori, com 17% dos votos, garantiu matematicamente um lugar no segundo turno, marcado para o dia 7 de junho. Porém, o adversário de Keiko segue completamente indefinido com os segundo e terceiro colocados separados por menos de 3 mil votos.

O esquerdista Roberto Sanchéz Palomino, aliado do ex-presidente destituído Pedro Castillo, segue com 12% dos votos, enquanto o ultraconservador Rafael Aliaga, apontado como admirador do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, vem, em seguida, com 11,9% dos votos válidos.

Até o início da tarde desta sexta-feira, o Peru tinha contabilizado 93,3% das urnas. As atualizações podem ser acompanhadas pela internet;

Quarto país mais populoso da América do Sul, com cerca de 34 milhões de habitantes, o Peru tem uma fronteira de 2,9 mil quilômetros com o Brasil, a segunda maior depois da Bolívia.

O professor de pós-graduação de Integração da América Latina da Universidade de São Paulo (USP), Gustavo Menon, avalia que essa eleição tem repercussões na disputa comercial travada entre China e EUA na América Latina.

“Roberto Sánchez se opõem vertiginosamente à plataforma encampada por Keiko Fujimori, que pretende se realinhar com os EUA. Ela já fez acenos a Donald Trump no sentido de recrudescer a política migratória e estancar a influência chinesa que se dá, sobretudo, via Porto de Chancay”, avalia.

Fujimori

Filha do ex-ditador Alberto Fujimori, que governou o Peru de 1990 a 2000, Keiko lidera a disputa com 2,6 milhões de votos entre 27 milhões de eleitores. Essa já é a quarta eleição presidencial de Keiko, que perdeu no segundo turno nas últimas três eleições, de 2011, 2016 e 2021.


Presidential candidate Keiko Fujimori, who is making a fourth bid for Peru's presidency, reacts during her closing campaign rally ahead of the April 12 general election, in Lima, Peru, April 9, 2026. REUTERS/Angela Ponce
Presidential candidate Keiko Fujimori, who is making a fourth bid for Peru's presidency, reacts during her closing campaign rally ahead of the April 12 general election, in Lima, Peru, April 9, 2026. REUTERS/Angela Ponce

As seguidas derrotas da Keiko sugerem que ela não tem conseguido ultrapassar um teto de votos devido a resistência à herança da politica do pai dela, condenado por violações de direitos humanos.

O antropólogo Salvador Schavelzon, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e especialista em política na América Latina, destaca que Keiko traz a herança do pai.

“Fujimori lembra no Peru da guerra contra o Sendero Luminoso, a reedição desse discurso antiterrorista, mas que, nas províncias, é associado às elites, ao neoliberalismo”, destacou.

Esquerda

O candidato Roberto Sánchez têm, até o momento, 1,890 milhão de votos computados. Ele é aliado do ex-presidente Pedro Castillo, deposto e preso por suposta tentativa de golpe de Estado ao tentar dissolver o Parlamento. Para seus apoiadores, Castillo foi vítima do poderoso parlamento peruano por representar o voto da população rural.


Peruvian presidential candidate Roberto Sanchez of the Together for Peru party attends a press conference as the electoral authority is expected to confirm the name of Keiko Fujimori’s rival ahead of the June 7 runoff, in Lima, Peru, April 16, 2026. REUTERS/Angela Ponce     TPX IMAGES OF THE DAY
Peruvian presidential candidate Roberto Sanchez of the Together for Peru party attends a press conference as the electoral authority is expected to confirm the name of Keiko Fujimori’s rival ahead of the June 7 runoff, in Lima, Peru, April 16, 2026. REUTERS/Angela Ponce     TPX IMAGES OF THE DAY

O antropólogo Salvador Schavelzon, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e especialista em política na América Latina, afirma que o Sánchez tem um perfil nacionalista-popular.

“É um nacionalismo popular que reivindica a cor da pele, o chapéu, que são símbolos importantes de um setor político que vem chegando aos poucos, mas com muita resistência por parte das elites. Ele busca dar uma resposta às maiorias que trabalham na terra, do interior, e tem prometido algumas reformas”, comentou.

Entre as propostas de governo, estão a nacionalização de recursos naturais; uma nova constituinte para refundar os poderes institucionais do Peru e mais direitos trabalhistas.

Sanchéz foi ministro do Comércio Exterior e Turismo do governo de Pedro Castillo, em 2021. Psicólogo de formação, ele é um deputado peruano do partido Juntos Pelo Peru e foi um dos entusiastas da criação do Porto de Chacay, construído com muitos investimentos chineses para escoar a produção para a Ásia.

Apesar dessa ligação com a população rural, Sanchéz é um político que vem desse jogo partidário do congresso peruano, alerta Schavelzon.

“Sanchéz vem dos jogos partidários, da velha política do Congresso, que acena para o povo, mas muitas vezes acaba sendo mais próximo das elites, talvez novas elites que se reposicionam. A gente viu isso em vários lugares da América Latina”, pondera.

Aliaga

Sánchez disputa o segundo lugar no segundo turno com o autointitulado ultraconservador Rafael López Aliaga, que pode ser visto como do campo da extrema-direita, segundo o professor Menon.

“Se o Peru tiver uma eleição em 2º turno entre Keiko Fujimori e Rafael Aliaga, quem sai fortalecido é o campo da extrema-direita. Haverá um realinhamento em direção à Casa Branca, a despeito dessa interdependência entre Peru e China do ponto de vista das relações comerciais”, acrescenta Schavelzon, que também professor da Universidade Católica de Brasília (UCB).


Peru's presidential candidate Rafael Lopez Aliaga speaks as people gather outside Peru's electoral headquarters amid concerns about the voting process during the country's general election, in Lima, Peru, April 14, 2026. REUTERS/Manuel Orbegozo
Peru's presidential candidate Rafael Lopez Aliaga speaks as people gather outside Peru's electoral headquarters amid concerns about the voting process during the country's general election, in Lima, Peru, April 14, 2026. REUTERS/Manuel Orbegozo

Ex-prefeito de Lima, capital do país, Aliaga costuma ser comparado com Donald Trump ou o presidente argentino Javier Milei, ao combinar discurso ultraconservador com defesa radical do livre mercado.

Denúncias de fraude

O ultraconservador do partido Revolução Popular está com 1,877 milhão de votos. Ele aparecia em segundo colocado no início da apuração. Porém, quando começaram a ser computados os votos das zonas rurais, Aliaga foi ultrapassado pelo esquerdista Sanchéz.

Com a mudança de cenário, o candidato da ultradireita passou a denunciar uma suposta fraude eleitoral, sem apresentar provas. A denúncia de fraude foi criticada pelo adversário.

“Fazemos um chamado firme ao nosso povo para manter a calma, a vigilância democrática e a confianças nos canais institucionais, esperando com responsabilidade os resultados oficiais”, afirmou nota do partido de Sanchéz, Juntos Pelo Peru.

Em comunicado preliminar, a Missão da União Europeia para fiscalizar as eleições peruanas não apresentou indícios de fraude, apesar do atraso em 13 locais de votação em Lima, que atrasaram o voto de 55 mil pessoas. 

Governabilidade

Com nove presidentes em dez anos, o Peru tem sido marcado por renúncias e destituições. O professor Gustavo Menon avalia que, independentemente de quem vença, a governabilidade não estará garantida.  

“Independentemente quem seja o novo presidente eleito, a vida com o parlamento peruano não será fácil frente a essa pulverização dos partidos e do sistema eleitoral. Para formar uma base de governo, o presidente eleito terá que fazer uma série de concessões”, pontua.

Menon ressalta que, apesar de o Peru ser um regime presidencialista, “é o parlamento, em grande medida, quem toca as agendas de governo”.

Crise política

Na última eleição, em 2021, o candidato Pedro Castillo venceu a Keiko Fujimori no segundo turno. A eleição de um professor rural de centro-esquerda foi considerada uma surpresa por não figurar entre os mais bem colocados nas pesquisas de opinião na época.

Porém, Castillo acabou afastado e preso após tentar dissolver o Parlamento, tendo sido condenado, em novembro de 2025, a mais de 11 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Para alguns, Castillo foi vítima de um golpe do Parlamento peruano. 

Assumiu no lugar a vice Dina Boluarte, que reprimiu com violência as manifestações contra a destituição de Castillo, com um saldo de 49 pessoas mortas, segundo cálculo da Anistia Internacional. 

Com baixíssima aprovação popular, Boluarte acabou destituída pelo Congresso no dia 10 de outubro de 2025.

No lugar, assumiu o presidente do Parlamento no Peru, José Jerí, em uma gestão que não durou muito. Em 17 de fevereiro do mesmo ano, o Congresso destituiu Jerí, vindo a assumir o cargo interinamente José María Balcázar Zelada por eleição indireta do poderoso Parlamento peruano, apontado como o poder de fato no país andino. 

Fonte: Agência Brasil

Brasil e Espanha assinam acordos sobre big techs e tecnologia digital

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Brasil e Espanha firmaram nesta sexta-feira (17), em Barcelona, acordos na área de big techs, tecnologia digital, minerais raros e combate à desigualdade social, aos diversos tipos de discriminação e ao crime organizado. 

Os documentos, assinados pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Pedro Sánchez durante 1ª Cúpula Brasil-Espanha, confirmam os posicionamentos compartilhados pelos dois países tanto do ponto de vista internacional quanto relativo aos direitos de seus povos.

Houve ainda reuniões setoriais, com autoridades dos dois países, que concluíram negociações de acordos sobre:

  • cooperação em tecnologias da informação e telecomunicações; 
  • políticas públicas para pequenas e médias empresas; 
  • intercâmbio cultural e sustentabilidade, 
  • transportes aéreos; 
  • previdência social. 

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Lula destacou que, há décadas, a Espanha tem sido um dos maiores investidores no Brasil, com destaque para os setores de telecomunicações, finanças, energia e infraestrutura.

“As empresas espanholas arremataram 50 projetos no Programa de Parcerias e Investimentos brasileiro, somando mais de US$ 10 bilhões em investimentos.”

Setores estratégicos

Segundo Lula, que faz uma série de visitas a países europeus, Brasil e Espanha compartilham preocupações semelhantes sobre a necessidade de se estabelecer regras que regulamentem a atividade das chamadas big techs – as grandes empresas de tecnologia digital que exercem poder econômico político e social em escala global.

“Sem regras, as big techs vão instituir a era do colonialismo digital”, disse Lula, ao afirmar que essas empresas extraem e monetizam dados das pessoas, concentrando poder “nas mãos de um punhado de bilionários”.

Diante desse cenário, o presidente brasileiro destacou que Brasil e Espanha têm investido em capacidades próprias para garantir a soberania digital dos dois países, e que os diálogos estão sendo promovidos pelo Centro Nacional de Supercomputação de Barcelona e pelo Laboratório Nacional de Computação Científica.

“Essa colaboração vai permitir o desenvolvimento de projetos conjuntos em inteligência artificial e outras áreas.”

As parcerias preveem ainda cooperação em setores importantes para a economia, como o de minerais estratégicos. 

“Assumimos o compromisso de cooperar em diferentes etapas da cadeia de minerais estratégicos, gerando conhecimento e agregando valor”, acrescentou.

Países motores

Pedro Sánchez disse que Brasil e Espanha são “países motores” que aproximam ainda mais a União Europeia da América Latina e do Caribe – regiões que, segundo ele, têm valores comuns.

De acordo com ele, a parceria entre os dois países é relevante do ponto de vista da política internacional, diante da fragmentação por que passa o mundo.

“No âmbito do Mercosul, queremos transmitir uma mensagem totalmente diferente: de cooperação, de abertura, de confiança mútua e de prosperidade compartilhada.”

Sánchez acrescentou que, além de visões comuns sobre paz e multilateralismo, Brasil e Espanha mantêm o objetivo comum de avançar no combate às desigualdades.

“Avançamos também em compromissos sociais, voltados à luta contra a violência de gênero, à promoção da igualdade racial e à economia solidária.”

*Colaborou Andréia Verdélio.

Fonte: Agência Brasil

Pesquisas em reator nuclear da USP serão feitas temporariamente em BH

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Com os reparos do painel de controle do reator nuclear de pesquisa IEA-R1, do Instituto de Pesquisas Energéticas Nucleares da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Ipen/CNEN) sem previsão de conclusão, os experimentos que envolvem irradiação de amostras serão enviados para o Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear, unidade do CNEN em Belo Horizonte (MG).

O reator IEA-R1 estava fora de operação desde o segundo semestre de 2025, aguardando ajustes e autorização para retomar as atividades. Em 23 de março um incêndio atingiu parte da fiação de seu painel de controle, sendo controlado em pouco tempo pela equipe, com apoio do corpo de bombeiros. Não houve comprometimento da segurança da instalação. O Ipen/CNEN conduz investigações sobre as causas do acidente e busca a reposição dos componentes elétricos da sala de controle.

Nota do Ipen

Preocupada em não prejudicar as pesquisas dos alunos e pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e de instituições parceiras, a gerência do Centro dos Reatores de Pesquisa do Ipen propôs medidas alternativas, entre elas, acionar o Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear, unidade técnico-científica da CNEN, em Belo Horizonte, para atender pesquisas que demandam irradiação de amostras, informou em nota o Ipen. Para isso, foi disponibilizado o reator IPR-1.

O Ipen também informou que estuda a logística de envio e retorno do material: “Está sendo estudada criteriosamente para proporcionar que os avanços das pesquisas sigam e que haja o menor impacto possível aos alunos e pesquisadores”.

O instituto disse ainda que prevê ações contínuas para atualização do reator de pesquisas, que é o de maior potência em operação no país, em especial enquanto não for concluído o Reator Multipropósito Brasileiro, em Iperó (SP), com conclusão prevista para 2032.

O Ipen não se manifestou sobre a produção de radiofármacos, operação que também era conduzida pela unidade de São Paulo.

Fonte: Agência Brasil