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STF derruba lei de SC que proibiu cotas raciais nas universidades

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Por unanimidade, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta sexta-feira (17) derrubar a lei de Santa Catarina que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado.

A votação ocorreu no plenário virtual da Corte e foi finalizada com placar de 10 votos a 0.

O plenário julgou ações protocoladas pelo PSOL, PT, PCdoB e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para considerar inconstitucional a Lei 19.722 de 2026, aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Jorginho Melo.

A norma permite a reserva de vagas somente para pessoas com deficiência, alunos oriundos de escolas públicas ou com base em critérios exclusivamente econômicos.

O julgamento começou na sexta-feira (10), quando o relator, ministro Gilmar Mendes, declarou que a Corte já reconheceu a constitucionalidade das ações afirmativas.

“Não há dúvidas quanto à constitucionalidade, em abstrato, das ações afirmativas baseadas em critérios étnico-raciais”, afirmou.

O voto de Gilmar Mendes foi seguido pelos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Edson Fachin e Cármen Lúcia.

Os três últimos votos foram proferidos nesta sexta-feira pelos ministros Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça.

Censo

Dados do Censo da Educação Superior mostram que 49% dos estudantes que ingressaram por meio da reserva de vagas em universidades federais concluíram a graduação.

Fonte: Agência Brasil

“Oscar foi uma lenda do basquete mundial”, diz Alckmin

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O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, lamentou, nesta tarde de sexta (17), a morte do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, aos 68 anos de idade. Alckmin disse o que o Brasil perdeu um dos seus maiores atletas. 

“Oscar Schmidt, nosso Mão Santa, não foi só um jogador de basquete, foi uma lenda do basquete mundial”, disse. Alckmin ocupa a chefia do Executivo em função de que o presidente Lula está em Barcelona para participar  da Cúpula Brasil-Espanha. 

Geraldo Alckmin ressaltou que Oscar sempre colocou a defesa do Brasil nas quadras em primeiro lugar e manifestou pesar à família, amigos e fãs.

Pesar

A morte de Oscar provocou repercussão no mundo do esporte. A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) lamentou a morte do ex-jogador e destacou que ele representou símbolo absoluto do esporte e redefiniu os limites do possível dentro das quadras.

“A CBB lamenta com um pesar profundo a perda de um dos maiores ídolos da história do esporte mundial”, diz em nota.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) assinalou que Oscar foi recordista brasileiro em participações olímpicas no basquete, ao disputar cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1 mil pontos na história da competição, diz o COB em nota.



Fonte: Agência Brasil

Oscar "uniu o país em torno das quadras", diz Lula

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nesta sexta-feira (17), em sua rede social, mensagem de pesar pela morte de Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro e que morreu hoje

Lula disse que o ex-jogador foi um “exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção” e “uniu o país em torno das quadras, com arremessos inesquecíveis e liderança indiscutível”. 

“Sua dedicação elevou o nome do país e fez dele inspiração para gerações de atletas e amantes do esporte. Neste momento de pesar, deixo minha solidariedade à família, aos amigos e à legião de fãs que ele conquistou no esporte”, afirmou o presidente.

Na seleção principal de basquete do Brasil, Oscar, conhecido como Mão Santa, foi campeão sul-americano e ganhou medalha de bronze. Em 1979, ganhou um dos títulos mais importantes de sua carreira: a Copa William Jones, o mundial interclubes de basquete. No ano seguinte, disputou sua primeira Olimpíada, em Moscou. 

Disputou outras quatro olimpíadas: Los Angeles (1984), Seul (1988), Barcelona (1992) e Atlanta (1996), sempre se destacando como cestinha da competição. Em 2003, Oscar se aposentou das quadras. 

Morte

Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial, faleceu nesta sexta-feira (17), em Santana de Parnaíba (SP), na Grande São Paulo.

De acordo com a prefeitura de Santana de Parnaíba, Oscar passou mal em sua residência e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) pelo Serviço de Resgate, “já em parada cardiorrespiratória (PCR), chegando à unidade sem vida”.

Segundo a assessoria do atleta, a despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento. O atleta enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos.

Fonte: Agência Brasil

Novo lança a pré-candidatura de Eduardo Moura a Deputado Federal

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O partido Novo de Penrmabuco lança a pré-candatura o vereador Eduardo Moura para Deputado Federal em evento no Recife.

Clique no link abaixo e assista as entrevistas.

https://www.youtube.com/watch?v=jZE380XjdvM

Irã pode fechar Estreito de Ormuz se bloqueio naval dos EUA persistir

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A Agência Tasnim, ligada ao Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (CGRI) , informou que se o bloqueio naval dos Estados Unidos (EUA) continuar, o Estreito de Ormuz voltará a ser fechado, prejudicando a comercialização de 20% da produção de petróleo no mundo.

Para os iranianos, a permanência dos navios estadunidenses na região é violação do acordo de cessar-fogo. As embarcações bélicas dos EUA podem prejudicar exportações e importações do Irã.

Navios norte-americanos estão posicionados no Oceano Índico a uma distância do Estreito de Ormuz de onde podem interceptar eventuais ataques do Irã.

Em postagem em rede social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o bloqueio naval contra o Irã permanecerá em pleno vigor “até que nossas negociações sejam 100% concluídas.”

Além do fim do bloqueio naval, a liberação do Estreito de Ormuz está condicionada 

  • À proibição de passagem de navios militares e de navios de carga de países considerados hostis
  • Ao trânsito exclusivo das embarcações na rota designada pelo Irã
  • À coordenação do CGRI

O cessar-fogo dos ataques de Israel ao Líbano, determinado por Donald Trump após exigência do Irã, também foi condição fundamental para a reabertura do Estreito de Ormuz.

Após o fracasso das negociações de paz no Paquistão no último fim de semana, os EUA anunciaram bloqueio naval contra os portos iranianos.

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A eficiência desse bloqueio às exportações e importações iranianas é contestada. Três petroleiros iranianos, transportando 5 milhões de barris de petróleo bruto, deixaram o Golfo Pérsico pelo Estreito de Ormuz em meio ao bloqueio dos EUA, informou a empresa de rastreamento de navios Kpler à agencia francesa AFP.

Fonte: Agência Brasil

Douglas Ruas é eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio

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O deputado estadual Douglas Ruas (PL) foi eleito, na manhã desta sexta-feira (17), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em meio a uma sessão com tentativas de obstrução. No plenário, dos 45 parlamentares presentes à votação, 44 foram a favor e uma abstenção.

Os partidos de oposição PSD, MDB, Podemos, PR, PSB, Cidadania, PCdoB e PSOL ficaram de fora da sessão por discordarem da realização do pleito por voto aberto. A alegação era de que parlamentares poderiam sofrer pressões e retaliações políticas e, por isso, defendiam a votação secreta.

Ao todo, 25 deputados estaduais não participaram da votação. A abstenção foi do deputado Jari Oliveira (PSB).

Mesmo sendo da oposição, Oliveira participou da votação por meio remoto, mas apenas para votar em Dr Deodalto para 2º secretário da mesa diretora. Deodalto foi eleito com 45 votos.

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A intenção dos partidos de oposição tinha sido derrubada, quando em decisão desta quinta-feira (16), o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) rejeitou o pedido do PDT para que a sessão fosse com votação secreta.

“Votaram 45 deputados, 44 votos sim e uma abstenção. Para a presidência, o meu irmão Douglas Ruas está eleito e empossado como presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Peço que o mesmo venha assumir a presidência”, disse o deputado Guilherme Delaroli (PL).

Delaroli estava no exercício da presidência da Casa, desde o afastamento do então presidente Rodrigo Bacellar, que chegou a ser preso por vazar informações sigilosas da Operação Unha e Carne, que investiga o ex-deputado estadual TH Joias por ligações com o Comando Vermelho.

Em março 27 de março deste ano, Bacellar voltou a ser preso pela Polícia Federal. Antes disso, em dezembro de 2025, já havia sido levado à prisão, mas foi solto por decisão do plenário da Alerj.

>>STF tem maioria para manter cassação do ex-deputado Rodrigo Bacellar

Douglas Ruas

Em discurso após assumir a presidência da Alerj, Douglas Ruas, restringiu as suas críticas ao PSD e ao PDT por tentarem impedir a votação aberta, considerada por ele como mais democrática.

O novo presidente da Alerj disse ainda que o Rio de Janeiro, nos últimos dias, passava por um cenário jamais visto com interinidade nos três poderes.

“No governo do estado do Rio de Janeiro, também interinidade no Judiciário, tendo em vista que o presidente daquele poder [desembargador Ricardo Couto] está exercendo cargo de governador, e lá está a desembargadora [Suely Lopes Magalhães] de forma interina conduzindo aquele poder e também tínhamos uma interinidade no poder legislativo”, afirmou.

Ruas disse ainda que será presidente dos 70 deputados que compõem o quadro de parlamentares da Alerj. “Agradeço a cada um dos senhores e senhoras deputados e deputadas que confiaram a mim essa missão, que não é uma missão individual e, sim, coletiva, construída através do diálogo, buscando sempre as soluções em favor da população do estado do Rio de Janeiro”, disse.

Ruas já tinha sido eleito para o cargo em votação rápida da Alerj, mas em decisão da presidente em exercício do TJRJ, a eleição foi anulada por considerar que o processo eleitoral só poderia ser deflagrado após a retotalização dos votos nos parlamentares pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), após a cassação do mandato de Rodrigo Bacellar.

Saiba mais sobre o imbróglio político do Rio de Janeiro no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Fonte: Agência Brasil

Morte de equipe da Band expõe precarização do jornalismo, diz Fenaj

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A morte de um cinegrafista e uma repórter da equipe da Band em Minas Gerais, nesta semana, expõe riscos do acúmulo de função e da precarização do jornalismo, defenderam em nota A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG).

Na última quarta-feira (15), o repórter cinematográfico Rodrigo Lapa e a repórter Alice Ribeiro foram vítimas de um acidente de carro na rodovia BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, enquanto voltavam de uma pauta jornalística. Quem dirigia o carro era o próprio cinegrafista, o que configura acúmulo e desvio de função, na avaliação das entidades. 

Rodrigo morreu ainda no local e Alice teve morte cerebral confirmada na quinta-feira (16). Ela era mãe de um bebê de 9 meses. 

“Profissionais responsáveis pela captação de imagens jornalísticas vêm sendo sobrecarregados com tarefas que não lhes cabem, como a condução de veículos, o que amplia significativamente os riscos, especialmente em rodovias perigosas e em jornadas exaustivas”, diz trecho da nota.

As entidades da categoria manifestaram pesar pelas mortes e prestaram solidariedade com familiares, amigos e colegas de trabalho. Porém, ressaltaram que o acontecimento acende alerta sobre as condições de trabalho no setor.

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De acordo com a nota, apesar de os motivos do acidente ainda estarem sendo investigados, é importante destacar a constante situação de vulnerabilidade e risco em que os trabalhadores da área de jornalismo se encontram. A redução de equipes e a imposição da multifunção contribuem para esse cenário. 

Fenaj e o SJPMG cobram a atuação do Ministério Público do Trabalho (MPT) para investigar as condições de trabalho nas empresas de comunicação. Também exigem medidas para garantir equipes completas e condições seguras para o exercício da atividade jornalística.

“A defesa do jornalismo passa, necessariamente, pela valorização e proteção de quem o exerce”, encerra a nota.

Procurada pela reportagem da Agência Brasil, a Band ainda não se manifestou sobre as críticas das entidades. O espaço continua aberto a manifestações da empresa.

Confira reportagem sobre a morte da jornalista da Band, Alice Ribeiro, no Repórter Brasil

Fonte: Agência Brasil

STF determina o retorno de Monique Medeiros à prisão

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu nesta sexta-feira (17) a prisão preventiva de Monique Medeiros, acusada de participação no homicídio de Henry Borel, aos 4 anos de idade, em 2021. 

Monique, mãe da criança e o ex-namorado Jairo dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, estão sendo julgados pelo crime. 

A decisão proferida atendeu reclamação proposta pelo pai de Henry, Leniel Borel de Almeida Junior, assistente de acusação na ação penal. Ele questionou a decisão do 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro que revogou a prisão preventiva de Monique Medeiros por excesso de prazo.

A Procuradoria-Geral da República manifestou a necessidade de restabelecer a medida cautelar. 

O documento da PGR encaminhado ao ministro Gilmar Mendes reconhece que o relaxamento da prisão de Monique pelo 2º Tribunal do Júri, em março, “importa em violação à autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal que, em análise de mérito para o mesmo caso, restabeleceram a segregação para garantia da ordem pública e conveniência da instrução”. 

Para o ministro Gilmar Mendes, ao revogar a prisão preventiva, o juízo fluminense não observou a razão de decidir contida no acórdão da Corte, proferido no recurso extraordinário com agravo. 

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Além disso, o ministro explicou que o suposto excesso de prazo da prisão decorreu exclusivamente de manobra de defesa técnica de um dos corréus para esvaziar a sessão de julgamento. A conduta, inclusive, foi reprovada em primeira instância como atentatória à dignidade da Justiça. 

“Quando o retardo da marcha processual decorre de atos da própria defesa ou de incidentes por ela provocados, resta afastada a configuração de constrangimento ilegal”, afirmou o ministro Gilmar Mendes. 

Ao determinar o restabelecimento da prisão preventiva, Gilmar Mendes reforçou à Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap) que adote as medidas cabíveis para preservar o direito à integridade física e moral de Monique Medeiros. 

O caso

O menino Henry Borel morreu na madrugada de 8 de março de 2021. Ele foi levado ao Hospital Barra d’Or pela mãe, Monique Medeiros, e pelo padrasto, o ex-vereador Dr. Jairinho, já sem vida, apresentando múltiplas lesões indicativas de agressão e tortura.

No depoimento à Justiça, Monique relatou que acordou de madrugada, por volta de 3h30, com o barulho da TV, tendo se levantado e ido ao quarto do filho, encontrando-o deitado no chão, com mãos e pés gelados e olhos revirados. 

“Quando abri a porta do quarto, o encontrei deitado no chão. Peguei meu filho, botei em cima da cama. Estranhei. As mãos e os pés dele estavam muito geladinhos. Chamei o Jairinho. Ele enrolou meu filho numa manta e fomos ao hospital”, disse em depoimento. 

As médicas do hospital Barra d’Or, que atenderam o menino, garantiram à polícia que ele já chegara morto à unidade de saúde. 

As investigações mostraram, por meio das imagens da câmera do elevador, que mostram Monique e Jairinho levando Henry ao hospital e que o menino já estava morto ao deixar o apartamento do vereador. 

Um laudo do Instituto Médico Legal concluiu que Henry tinha lesões no crânio, ferimentos internos e hematomas nos membros superiores. 

O pai de Henry, Leniel Borel, que clama por Justiça há 5 anos, traçou um perfil do casal. 

“Na verdade, o Jairo é um sádico. Ele é um psicopata, mas ele é consciente, com nível superior, médico. Ele não fazia sem consciência, não. Eu estou falando de um vereador com cinco mandatos, que tinha prazer em agredir crianças”, diz. 

“Hoje, eu ouso dizer que o Jairo só foi morar com a Monique por causa do Henry. Isso pra mim é terrível. Como a gente pode explicar um adulto que pode agredir uma criança, um anjo, uma criança indefesa”, destacou Leniel Borel. 

Ele criticou também a mãe de Henry, Monique Medeiros. “Uma mãe que sabia das agressões e nada fez. Hoje eu falo que a Monique é muito pior do que o Jairo. Foram vários cenários, o Jairo dando banda, dando cascudo na criança, agredindo. O Henry desesperado. Quando ele via o Jairo, vomitava”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil

Ministério do Esporte lamenta morte de Oscar: "Inspirou gerações"

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O Ministério do Esporte divulgou nota em que lamenta a morte de Oscar Schmidt, nesta sexta-feira (17), aos 68 anos.

Lenda do basquete mundial e conhecido mundialmente como “Mão Santa”, a pasta relembra a carreira de conquistas e marcas históricas de Oscar, que foi o segundo maior pontuador da história do basquete, com 49.973 pontos, e o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.

O ministério cita que Oscar levou o Brasil para o cenário esportivo internacional, “como também inspirou gerações de atletas e apaixonados pelo basquete, tornando-se um símbolo de talento, dedicação e amor ao esporte”.

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No último dia 8 de abril, Oscar foi homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) e seu nome foi incluído no Hall da Fama da entidade. Ele também faz parte do Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete (FIBA).

“Oscar, o nosso querido ‘Mão Santa’ teve uma trajetória esportiva que encheu de orgulho a todos os brasileiros. Com seu desempenho nas quadras do Brasil e do mundo, conseguiu dar ao basquete brasileiro uma visibilidade única. Nesse momento de tristeza para o esporte brasileiro, nos solidarizamos com a família, com os amigos e com os fãs desse grande atleta que jamais será esquecido por nós”, disse o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, na nota. 

Segundo a Prefeitura de Santana de Parnaíba (SP), onde o ex-jogador morreu, Oscar passou mal em sua residência e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) pelo Serviço de Resgate, “já em parada cardiorrespiratória (PCR), chegando à unidade sem vida”. O atleta enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos.

Fonte: Agência Brasil

Mulheres Incríveis: autoras são homenageadas em lançamento de obra com histórias de superação

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A Câmara Legislativa realizou sessão solene, na noite dessa quinta-feira (16), para o lançamento do livro “Mulheres Incríveis III – Lugar de mulher é onde ela quiser”. A obra reúne histórias de superação e transformação social contadas por 41 coautoras que conciliam múltiplos papéis, como mães, profissionais, terapeutas, empreendedoras, líderes e agentes de mudança.

Durante a solenidade, que ocorreu na sala de comissões da CLDF, as autoras foram homenageadas com moções de louvor em reconhecimento às histórias de vida femininas marcadas pela dedicação, coragem e compromisso com a transformação social. O lançamento fez parte da 3ª edição do Mulheres Incríveis, projeto que incluiu ciclo de palestras realizada pelas autoras durante a tarde no auditório da CLDF.

Autor da sessão solene, o deputado Ricardo Vale (PT) parabenizou as participantes na abertura do evento, ressaltando que elas se tornaram referência para outras mulheres. “Vocês são exemplos para a nossa sociedade: exemplo de superação, de vitória, de luta, então eu tenho muito orgulho de participar aqui hoje e desejo do fundo do meu coração sucesso para vocês”, afirmou o distrital. Para ele, a luta contra o machismo não é apenas das mulheres: “Eu acredito muito que nós só vamos diminuir a violência que existe hoje na sociedade contra as mulheres, o preconceito, com a participação dos homens”.

 

Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF 

 

Vale também destacou duas leis de sua autoria sobre a pauta: a Lei 5.806/2017, que visa valorizar as mulheres e combater o machismo nas escolas; e a Lei 7.264/2023, que obriga agressores de mulheres a ressarcirem os custos públicos de atendimento à vítima. “Nosso mandato é solidário à luta das mulheres”, frisou. Ainda segundo o parlamentar, são registradas diariamente 60 ocorrências de violência doméstica nas delegacias do DF.

A empreendedora e diretora do Instituto Mulheres Incríveis, Janaína Graciele, contou parte da sua luta de superação. “Você ter três filhos para criar, sem saber de onde tirar o sustento do dia. Você ter de escolher entre tomar café e almoçar. Eu passei por isso. Não faz muito tempo, não.” Ela disse que foi formada pela “faculdade da vida, que é a mais difícil”, e que se supera a cada dia. “Mesmo assim, eu ainda tenho coragem para estar com esse projeto, para ajudar essas mulheres, porque a minha força é a força de várias mulheres.”, ressaltou.

Outro relato de resistência e transformação foi o da gestora e empreendedora na área da saúde Maria Elane Araújo: “Enfrentei muito preconceito no início da minha vida, ainda como estudante aqui no DF, mas as coisas mudaram com muita garra, com muita luta, com muita dedicação”. Ao longo dos anos, com “muita batalha e com muito estudo”, ela afirma que foi “alçando novos patamares e alcançando lugares que nunca imaginei a cada etapa que foram surgindo”.

Bisneta de Cora Coralina, a advogada e fundadora do Grupo As Coras – Conexões Femininas, Gisela Salles disse que a poeta era uma mulher forte, que vivia “à frente do seu tempo”, mas que precisou criar uma identidade “para sobreviver”.
Como o exemplo da sua bisavó, ela contou que a própria história também foi de superação. “A minha vida mudou, hoje eu tenho voz. Eu sou empresária, sou gestora, e sou fundadora de um grupo que preza pelas conexões femininas. E essas conexões fortalecem tanto a gente. Então, só tenho a agradecer por fazer parte desse grupo das Mulheres Incríveis”.

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Fonte: Agência CLDF