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Giro Distrital destaca aniversário de 35 anos da CLDF

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Agência CLDF

Fonte: Agência CLDF

Bloco PSOL/PSB e bancada do PT na CLDF têm novos líderes

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O bloco PSOL/PSB e a bancada do PT na Câmara Legislativa alteraram suas respectivas lideranças. A deputada Dayse Amarílio (PSB) foi designada pelos pares como nova líder e o deputado Max Maciel (PSOL) como vice-líder do bloco PSOL/PSB. A mudança foi publicada no Diário Oficial da CLDF (DCL), nesta quinta-feira (5).

Já o PT escolheu o deputado Chico Vigilante como líder e o deputado Ricardo Vale como vice-líder da bancada. A indicação da nova liderança, que foi publicada no DCL nessa quarta-feira (4), também definiu os deputados Gabriel Magno e Ricardo Vale, respectivamente, como líder e vice-líder da Minoria.

De acordo com o Regimento Interno da CLDF, líder é o deputado distrital escolhido por seus pares para falar em nome da bancada de seu partido ou bloco parlamentar.

Mario Espinheira – Agência CLDF

Fonte: Agência CLDF

No Dia Mundial do Câncer, especialistas cobram melhorias na rede oncológica do DF

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou, na noite desta quarta-feira (4), sessão solene em alusão ao Dia Mundial do Câncer, iniciativa do deputado Eduardo Pedrosa (União Brasil), presidente da Frente Parlamentar de Enfrentamento e Combate ao Câncer. O evento reuniu especialistas da área da saúde, representantes de organizações da sociedade civil e pacientes, que relataram desafios, conquistas e expectativas para o futuro da política oncológica no Distrito Federal.

Na abertura, Eduardo Pedrosa ressaltou que o câncer “não é apenas uma patologia, mas uma ruptura profunda na vida das pessoas e famílias”, destacando que o tempo representa a diferença crucial entre cura e agravamento. Ele criticou gargalos da rede pública, como a indisponibilidade do PET-CT, aparelho utilizado na detecção da doença; a demora na regulação; e a falta de medicamentos quimioterápicos — situações que, segundo o deputado, “não podem ser normalizadas”. Pedrosa também citou histórias de pacientes que enfrentam atrasos no diagnóstico por falhas em biópsias e equipamentos quebrados, reforçando que o Estado não pode permitir lacunas no atendimento.

O parlamentar destacou ainda que, apesar das dificuldades, há avanços recentes que merecem ser ressaltados. O programa “O Câncer Não Espera, o GDF Também Não”, da Secretaria de Saúde, reduziu o tempo para a primeira consulta oncológica de 81 para 9,5 dias, permitindo que cerca de 2 mil pacientes iniciassem o tratamento desde julho de 2025. Pedrosa anunciou ainda a chegada de um novo acelerador linear – equipamento usado em radioterapia externa; a reforma do 8º andar do Hospital de Base — onde funciona o setor de hematologia — com recursos parlamentares; e a continuidade da mobilização para viabilizar o Hospital do Câncer do DF, considerado fundamental para reorganizar a rede.

Representando a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), o médico Gustavo Ribas enfatizou a importância de políticas públicas contínuas e baseadas em evidências. Ele lembrou que o Instituto Nacional do Câncer (INCA) divulgou dados atualizados no mesmo dia da solenidade, estimando 781 mil novos casos de câncer no Brasil entre 2026 e 2028.

Em sua fala, reforçou que 40% dos cânceres poderiam ser prevenidos com hábitos saudáveis, vacinação e rastreamento adequado, mas destacou que o país ainda sofre com fragmentação, dificuldade de acesso e insuficiências estruturais. “O dia de hoje não serve apenas para estarmos alinhados com esses números, mas para buscarmos soluções políticas eficazes, contínuas e perenes que combatam essa progressão do câncer e promovam a humanização aos pacientes”, afirmou.

Para a vice-presidente da Associação Vencedoras Unidas, Denise Santos, ações concretas do poder público — como diagnóstico precoce, acesso rápido a exames, início oportuno do tratamento, medicamentos adequados e cuidado integral e humanizado — precisam ser garantidas para todas as pessoas, independentemente de lugar, renda ou condição social. “Políticas públicas eficazes não são uma concessão, são um dever do Estado”, reforçou.

Membro do Comitê Científico do Instituto Lado a Lado pela Vida, o médico Igor Morbeck destacou o aumento global de casos e a pressão que isso exerce sobre os sistemas de saúde, públicos e privados, defendendo a incorporação constante de novas tecnologias como caminho para ampliar a sobrevivência. Ao comparar avanços das últimas décadas, afirmou que “na década de 1970, menos de 50% dos pacientes oncológicos viviam cinco anos com a doença; hoje, mais de 70% dos casos são tratáveis e, em muitos cenários, potencialmente curáveis”. Morbeck reforçou ainda que prevenção, diagnóstico precoce e linhas de cuidado eficientes são pilares indispensáveis para enfrentar o cenário atual.

 

Desafios no enfrentamento

Profissionais da rede pública, como representantes do Hospital de Base, HUB e Hospital Regional de Taguatinga, relataram desafios do dia a dia e ressaltaram a importância de equipes multidisciplinares, reforçando que o cuidado oncológico precisa integrar acolhimento emocional, suporte familiar e atenção contínua. O oncologista Daniel Girardi alertou que o paciente vive um “labirinto de filas” que não se comunicam entre si — consulta que não garante exame, exame que não garante cirurgia, serviços espalhados e falta de regulação eficiente — situação que provoca sofrimento evitável e impacta diretamente o prognóstico.

A sessão também deu espaço às organizações do terceiro setor, que tiveram papel de destaque. Representantes das Vencedoras Unidas, Carimbo pela Vida, Abrace, Rede Feminina, ABRAPEC, Canomama, Amavi Raras, entre outras entidades, relataram experiências, campanhas, ações de acolhimento e iniciativas de mobilização social. Muitas delas atuam onde o Estado não consegue chegar, oferecendo apoio emocional, orientação, exames, combate ao abandono do tratamento e até suporte para famílias inteiras.

A vice-presidente das Vencedoras Unidas, Denise Santos, afirmou que o Dia Mundial do Câncer “não deve ser lembrado apenas como uma data, mas como um chamado à ação”, e destacou o papel central da sociedade civil na luta contra a doença.

Entre os relatos mais emocionados, mães de crianças em tratamento relembraram o colapso recente no Hospital da Criança e agradeceram à Frente Parlamentar por intervir para normalizar os serviços. Pacientes e sobreviventes também compartilharam suas vivências e agradeceram a mobilização coletiva que, segundo elas, faz diferença real na qualidade de vida de quem enfrenta o câncer.

Ao final da cerimônia, foi exibido um vídeo produzido pelas Vencedoras Unidas, seguido de um minuto de silêncio dedicado às pessoas que lutam ou já lutaram contra o câncer.

 

 

 

Fonte: Agência CLDF

Deputados distritais retomam trabalhos legislativos

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal abriu os trabalhos legislativos de 2026, nesta terça-feira (3), com a realização da primeira sessão ordinária do ano. Para a ocasião, a tradicional mensagem do Executivo foi protocolada pelo Governo do Distrito Federal na Casa.

O texto traz um balanço das realizações referentes a 2025 dividido entre os temas: saúde; segurança pública; economia e desenvolvimento; infraestrutura, desenvolvimento urbano e mobilidade; desenvolvimento social e cidadania; educação e tecnologia; além de cultura, esporte e lazer. Acesse o documento na íntegra.

 

 

Foto: Andressa Anholete / CLDF

O presidente da Câmara Legislativa, deputado Wellington Luiz (MDB), ponderou que a sessão de abertura dos trabalhos foi destinada somente aos deputados, sem a presença do Executivo, ”para que todos pudessem se manifestar livremente”. 

Protesto da oposição

Durante a sessão, deputados da oposição fizeram um protesto contra o governador do DF, Ibaneis Rocha. Os distritais oposicionistas defenderam na tribuna a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as denúncias envolvendo a operação entre o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master, e pediram o impeachment do governador.

Lideranças

Na sessão ordinária, a bancada do PT comunicou que escolheu o deputado Chico Vigilante como líder e o deputado Ricardo Vale como vice-líder do partido em 2026. Já o deputado Gabriel Magno (PT) foi definido como o novo líder da minoria.

Confira a íntegra da sessão ordinária: 

 

 

 

Fonte: Agência CLDF

Capital paulista tem 2º maior número de mortes no trânsito em 2025

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A capital paulista registrou, em 2025, o maior número de mortes no trânsito desde o ano de 2015. Foram 1.034 óbitos no ano passado; em 2024, 1.029; e em 2015, 1.101 – os três anos em que as mortes superaram o milhar. Os dados são do Sistema de Informações Gerenciais de Sinistros de Trânsito de São Paulo (Infosiga SP).

Motociclistas formam o maior número de vítimas, com 475 mortes, seguida dos pedestres (410), motoristas e passageiros de automóvel (85), ciclistas (35), ocupantes de caminhões (6); ocupantes de ônibus (6); outros (2); e não disponível (15). Segundo os dados, 82% das vítimas eram homens e 18%, mulheres. 

Em 2025, a faixa etária com maior número de vítimas foi a de 25 a 29 anos, seguida da de 20 a 24 anos, e a de 40 a 44 anos. Já o dia da semana em que mais mortes foram registradas foi o domingo (180), seguido da sexta-feira (154), e sábado (151).

Segundo o membro do Instituto de Engenharia, urbanista e arquiteto Flaminio Fichmann, a alta quantidade de mortes no trânsito paulistano em 2025 pode ser explicada pelo aumento da utilização de motocicletas, movimento que ocorre desde a pandemia de covid-19, e também pela migração de usuários do transporte coletivo para o transporte individual, modal em que os acidentes são mais frequentes.

“A gente teve uma diminuição do volume de pessoas utilizando o transporte público, metrô, trem e ônibus. E essa redução transferiu esse pessoal para o transporte individual, que é mais perigoso. O transporte público é muito seguro de maneira geral, são raros os acidentes fatais. Em contrapartida, os acidentes que envolvem motocicletas e, depois, automóveis, são consideráveis”, destaca.

De acordo com Fichmann, as mortes no trânsito podem ser mitigadas com o incentivo, pelo poder público, ao uso do transporte coletivo, o que beneficiaria também o sistema público de saúde.

“A cidade não tem espaço viário suficiente para abrigar uma quantidade cada vez maior de viagens, seja por motocicleta, seja por automóveis. Isso produz enormes congestionamentos e todas as demais consequências, como poluição, e toda sorte de problemas, como acidentes e o consequente maior número de internações”.

Em nota, a Prefeitura de São Paulo disse que tem adotado diversas medidas para aumentar a segurança no viário urbano, como Áreas Calmas, com limite de 30 km/h, Rotas Escolares Seguras, redução de velocidade em vias, ampliação do tempo de travessia, implantação de mais de 10 mil faixas de pedestres, travessias elevadas, minirrotatórias e o Programa Operacional de Segurança, em locais com maior índice de acidentes.

“Além dos Programas de Segurança Viária, o Plano de Metas Municipal inclui a implantação de tempo integral nas passagens de pedestres semaforizadas em vias com canteiro central, evitando assim longos tempos de espera, e as Frentes Seguras (boxes de motos na espera do semáforo veicular), que ampliam a segurança e a visibilidade entre pedestres e veículos”.

Fonte: Agência Brasil

PMs acusados da morte de menino vão a júri popular, no Rio

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Os policiais militares Diego Pereira Leal e Aslan Wagner Ribeiro de Faria acusados de matar o menino Thiago Menezes Flausino, de 13 anos de idade, durante uma abordagem na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, serão julgados pelo júri popular na próxima terça-feira (27). A sessão está marcada para as 13h, no Tribunal de Justiça do Estado.

O jovem foi assassinado em 7 de agosto de 2023, na garupa de uma moto na principal via de acesso à Cidade de Deus. Ele foi atingido por três tiros. Thiago não portava armas e não havia confronto com a polícia no momento em que foi atingido. Há cenas do jovem sendo executado, mesmo depois de imobilizado.

Os dois policiais acusados do crime integravam o Batalhão de Choque da PM do Rio. Eles admitiram os disparos contra o jovem. São acusados de homicídios e de fraude processual. Na tentativa de justificar os disparos, os PMs manipularam a cena do crime e plantaram uma arma para sustentar a versão de confronto.

Antes da sessão de julgamento, familiares, amigos e organizações de direitos humanos promovem um ato para denunciar o caso e a violência policial nas favelas cariocas. A Anistia Internacional apoia a manifestação.

“Eu não vou ter mais meu filho, mas eu quero Justiça por ele e por outras crianças”, disse a mãe, Priscila Menezes, dias após o ocorrido, em um ato na Praia de Copacabana. “[Quero] que eles [a PM] parem de agir assim nas comunidades, parem de achar que, em toda favela, só existe bandido, não é assim, existe morador, existem famílias. Igual a minha, meu filho tinha um sonho de ser jogador de futebol”, desabafou.

Inicialmente, quatro policiais foram acusados do assassinado de Thiago. Dois deles, no entanto, foram soltos pela Justiça. O tribunal entendeu que esses PMs não tinha tido participação direta no homicídio.

Fonte: Agência Brasil

Fifa lança marca da Copa Feminina 2027 em evento no Rio de Janeiro

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A 515 dias para a Copa do Mundo Feminina no Brasil, a Fifa divulgou em um hotel no Rio de Janeiro o emblema e slogan oficial do torneio. A marca une as letras M e W, que significam mulher e mundo em português e inglês (tradução de women e world). A junção das letras também forma um losango que remete à bandeira do Brasil e ainda lembra a geometria de um campo de futebol. O troféu do Mundial fica evidenciado em frente ao símbolo criado.

O slogan GO EPIC™ convida a torcida a fazer parte de uma jornada memorável no Brasil. Também foi lançada a identidade sonora do torneio inspirada em ritmos brasileiros, percussões ligadas ao samba e à herança afro-brasileira.

O evento conduzido pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, reuniu autoridades do esporte, personalidades do futebol masculino e feminino. 

“O Brasil vive e respira futebol, e já dá para sentir por aqui a empolgação em receber o mundo todo e sediar um evento histórico”, afirmou o presidente da FIFA, Gianni Infantino.

Lenda da modalidade, a ex-jogadora Formiga, que agora ocupa o cargo de diretora de Políticas de Futebol e de Promoção do Futebol Feminino da Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor do Ministério do Esporte, participou do lançamento ao lado da jogadora ainda em atividade Cris Rozeira.

“Espero que possamos aproximar os torcedores ao futebol feminino e que possamos mudar, dia a dia, a estrutura do futebol feminino”, ressaltou Formiga.


Evento de lançamento da marca da Copa do Mundo Feminina 2027, Cristiane, Formiga, Cafú, evento, rj - em 25/01/2026
Evento de lançamento da marca da Copa do Mundo Feminina 2027, Cristiane, Formiga, Cafú, evento, rj - em 25/01/2026

Cristiane, Fomiga e Cafu (centro da imagem) participaram do evento de lançamento da marca e identidade sonora da Copa do Mundo Feminina de futebol de 2027- Buda Mendes – FIFA/Direitos Reservados

Ícones deo futebol masculino, Cafu e Ronaldo Fenômeno foram convocados para representar o apoio dos atletas homens ao torneio.

“Eu sou brasileiro mais animado. Acho merecíamos a Copa no nosso país perante tudo o que essas meninas fizeram que para que esse momento chegasse. Temos umas das maiores representantes do futebol feminino aqui. Quando as condições eram precárias, vocês fizeram com que o futebol feminino fosse reconhecido mundialmente. Eu poderia falar de varios craques, mas o dia é de vocês”, ressaltou o capitão do pentacampeonato, Cafu.

A Copa do Mundo masculina de 2026 também foi destaque do evento. Infantino salientou que [o torneio] “vai ser espetacular. O mundo necessita de união e alegria e vamos levar alegria nesse mundial”.

Após o lançamento da Copa de 2027, a Fifa homenageou os heróis dos títulos mundiais da seleção brasileira: Pepe  (1958);  Mengalvio (1962); Jairzinho (1970); Bebeto (1994); e Cafu (2022).


RIO DE JANEIRO, BRAZIL - JANUARY 25: FIFA Legends friendly football match on the sidelines of the FIFA Women’s World Cup Brazil 2027™ tournament launch at the Copacabana beach on January 25, 2026 in Rio de Janeiro, Brazil. (Photo by Wagner Meier - FIFA / FIFA via Getty Images)
RIO DE JANEIRO, BRAZIL - JANUARY 25: FIFA Legends friendly football match on the sidelines of the FIFA Women’s World Cup Brazil 2027™ tournament launch at the Copacabana beach on January 25, 2026 in Rio de Janeiro, Brazil. (Photo by Wagner Meier - FIFA / FIFA via Getty Images)

Uma partida amistosa com lendas da Fifa fez parte das atividades de lançamento da marca da Copa Feminina 2027 neste domingo (25),na praia de Copacabana – – Wagner Meier – FIFA/Direitos Reservados

Para o público em geral, a praia de Copacabana foi palco do evento considerado pontapé inicial para o torneio, o primeiro da modalidade na América do Sul. Artistas desenharam no asfalto pinturas especiais que representavam as oito capitais brasileiras que vão sediar a competição. 

Um jogo com lendas da Fifa e ex-jogadoras fizeram uma partida promocional no Posto 4, que contou com torcida formada por crianças de projetos sociais de futebol de mulheres.

Fonte: Agência Brasil

Vice no Sul-Centro Americano, Brasil sela vaga no Mundial de handebol

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O Brasil dependia apenas de um empate contra a Argentina para conquistar o tri consecutivo no Campeonato Sul-Centro Americano de handebol, em Assunção (Paraguai). Mas, por diferença de um gol, marcado por Giménez a 13 segundos do término do jogo, a taça ficou com o arquirrival sul-americano. Na noite de sábado (24), a Amarelinha foi superada por 26 a 25 pelos argentinos, na última rodada do torneio de pontos corridos.

A Amarelinha encerrou a campanha em segundo lugar geral, com oito pontos, dois a menos que a Argentina. Foi o segundo título dos hermanos, campeões pela primeira vez na edição inaugural, em 2023.

A competição distribuiu quatro vagas para o Mundial de 2027, na Alemanha. Além de argentinos e brasileiros, também se classificaram chilenos e uruguaios. Na rodada final, o Chile assegurou a medalha de bronze ao derrotar o Paraguai por 36 a 29. Já a última vaga no Mundial ficou com o Uruguai, que bateu o Peru por 36 a 17.



Fonte: Agência Brasil

Minneapolis pede reforço para conter situação tensa na cidade

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O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, solicitou formalmente ao governador do Minnesota, Tim Walz, o auxílio da Guarda Nacional do Minnesota para reforçar os recursos policiais da cidade.

Neste sábado, um enfermeiro estadunidense de 37 anos identificado como Alex Pretti foi morto por um agente de imigração do Departamento de Segurança Interna (DHS), o que gerou protestos pela cidade.

A prefeitura apontou que os recursos policiais locais estão sobrecarregados, com as manifestações causadas pelo que classificou de “perturbação da segurança pública decorrente da ação de milhares de agentes federais de imigração nos bairros de Minneapolis”.

A administração contou que os integrantes da Guarda Nacional do Minnesota vão auxiliar a polícia local e os serviços de emergência na proteção da segurança da comunidade na área próxima da Rua 26 e da Avenida Nicollet, região onde ocorreu o enfermeiro foi morto. Se necessário, os agentes da Guarda podem atuar em outros postos da cidade.

Ainda seguindo a nota da prefeitura, para diferenciar de outros agentes com uniformes semelhantes, que atuam na região, os membros da Guarda Nacional de Minnesota usarão coletes refletores néon e estarão sempre em contacto próximo com os agentes da polícia de Minneapolis que estiverem na operação.

A prefeitura informou que o destacamento da Guarda Nacional do Minnesota foi a pedido das autoridades locais, não tendo, qualquer, envolvimento do governo federal nas atividades.

Em uma medida para a área de segurança pública, o Departamento de Polícia de Minneapolis (MPD) determinará, temporariamente, um perímetro de restrição de circulação de veículos junto ao local onde ocorreu o tiroteio. Somente o tráfego residencial terá acesso ao local.

“Pedimos a todos os que estão reunidos na zona que se retirem para garantir a segurança pública. Caso as autoridades municipais observem materiais a serem recolhidos para barricadas ou incêndios, esses materiais serão removidos e quaisquer incêndios serão extintos”, apontou a prefeitura em nota.

Durante do sábado, autoridades democratas reagiram ao terceiro tiroteio envolvendo agentes federais na cidade, demonstrando indignação pelo medo e pela degradação da segurança pública, além das perdas de vidas provocada pela ação de milhares de agentes federais em Minneapolis. Aconselharam também que a comunidade continue dando prioridade à segurança de todos e que participem pacificamente dos protestos.

“Pedimos que a administração Trump e a invasão de agentes federais abandonem a nossa cidade. Quantas pessoas mais precisam morrer?”, disse o presidente da Câmara, Jacob Frey, conforme a nota, acrescentando que espera que os agentes federais reflitam o que ocorre na cidade. Frey afirmou que eles precisam defender a América e não dividir a nação como estão fazendo.

“Sabemos que há muita raiva, mas também pedimos à nossa comunidade que mantenha a calma enquanto trabalhamos nos detalhes desta tragédia”, disse o chefe da polícia de Minneapolis, Brian O’Hara.

A polícia de Minneapolis informou que foi montado um posto de comando desta força de segurança e que a Patrulha Rodoviária de Minnesota e outras forças policiais da área metropolitana de Minneapolis-Saint Paul estão prontas para auxiliar, caso seja necessário. As forças policiais da área metropolitana ajudam a polícia da cidade no atendimento de chamadas de emergência.

“A nossa exigência hoje é que os agentes federais da nossa cidade ajam com a disciplina e a integridade que esperamos dos nossos próprios agentes todos os dias”, disse O’Hara.

No entendimento da diretora de Gestão de Emergências de Minneapolis, Rachel Sayre, que tem vasta experiência em operações de emergência internacionais em países como a Síria e o Iémen, eventos deste tipo provocam impacto duradouro e intergeracional nas famílias da comunidade.

De acordo com a diretora, nestes momentos, surgem o melhor e o pior da comunidade, sendo o pior o terror e o medo em famílias por toda a cidade até em uma ida ao supermercado ou à escola.

“Mas o melhor, sem dúvida, é a resposta pacífica da comunidade neste momento e o cuidado com os seus vizinhos. Além disso, a nossa equipe da Câmara Municipal trabalha incansavelmente para garantir que os recursos disponíveis sejam disponibilizados”, completou na nota.

A morte de Alex Pretti elevou o nível de tensões entre as autoridades federais e estaduais, na escalada que vem desde o assassinato da norte-americana Renee Good, em 7 de janeiro, também na cidade e ainda e foi reforçada com a detenção de um norte-americano levado de casa de bermuda e com a detenção de crianças em idade escolar, incluindo um menino de 5 anos.

Fonte: Agência Brasil

IA é a principal preocupação de segurança para os negócios no Brasil

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Um ranking de riscos empresariais elaborado pela seguradora corporativa do Grupo Allianz, a Allianz Commercial, mostra que a inteligência artificial é a principal preocupação do setor de negócios no Brasil. Essa é a primeira vez que a IA aparece como o principal risco empresarial apontado pelos executivos brasileiros.

Segundo o levantamento, a inteligência artificial segue sendo vista como uma poderosa alavanca estratégica para os negócios, mas também como uma fonte crescente de riscos operacionais, legais e reputacionais, superando a capacidade das empresas de estruturar governança, acompanhar a regulação e preparar adequadamente suas equipes.

“Considerando a crescente importância da IA ​​na sociedade e na indústria, não é surpreendente que ela seja o principal fator de variação no Allianz Risk Barometer. Além de trazer enormes oportunidades, seu potencial transformador, aliado à rápida evolução e adoção, está remodelando o cenário de riscos, tornando-se uma preocupação central para empresas”, destacou o CEO da Allianz Commercial, Thomas Lillelund.

As principais preocupações apontadas pelos empresários no ranking são:

  • Inteligência artificial (32% de citações);
  • Incidentes cibernéticos (31%);
  • Mudanças na legislação e regulamentação (28%);
  • Mudanças climáticas (27%) e
  • Catástrofes naturais (21%).

Fonte: Agência Brasil