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VERDADES E MENTIRAS

Juvenal, meu alter ego acha que não adianta trocar os cabeças da SECOM, sem fazer rolar as cabeças dos incompetentes que ainda por lá estão deixando ministros e agregados e até o Presidente Lula falar o que não se apura sobre os deportados brasileiros, criando mais um vexame para o já desgastado Governo. É preciso entender que as redes sociais, embora sejam por vezes sensacionalistas nos títulos, não deturpam o conteúdo. Já a grande parte da mídia tradicional prega a desinformação, sempre a favor do governo, talvez para preservar as verbas milionárias da SECOM. As “verdades” deles já não são notícias tão verdadeiras assim. A história dos deportados brasileiros, que estavam presos nos Estados Unidos, está muito melhor contada no excelente oiluiz (@oiluiz), o melhor da internet. Vale a pena conhecer a verdade para deixar que o vexame da má informação fique apenas no governo e na mídia deles, sem se alastrar até você.

A Construção de Narrativas: A Polêmica da Deportação e as Críticas ao Governo Trump

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Recentemente, o Brasil foi palco de um intenso debate político após a deportação de 88 brasileiros dos Estados Unidos. A chegada desses deportados se tornou um campo fértil para críticas direcionadas ao ex-presidente Donald Trump, especialmente por parte do ministro Ricardo Lewandowski, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal. No entanto, essa narrativa ignora contextos históricos e realidades práticas que merecem uma análise mais crítica.

As deportações não são uma novidade na relação entre Brasil e Estados Unidos, e durante o governo Biden, as estatísticas de deportações atingiram números alarmantes. O uso de algemas durante esses processos é uma prática comum que transcende administrações; mesmo sob o governo Bolsonaro, houve tentativas de revisão desse procedimento, mas sem sucesso.

O foco das críticas de Lewandowski e outros políticos parece estar mais relacionado à construção de uma narrativa política do que a uma análise fundamentada dos fatos. Ao direcionar o descontentamento para Trump, eles podem estar buscando desviar a atenção das falhas e desafios enfrentados pelo próprio governo brasileiro. Essa estratégia retórica levanta questões sobre a eficácia da gestão atual e se realmente estão preparados para enfrentar problemas complexos como imigração e deportação.

Recentemente, o Itamaraty anunciou que irá pedir explicações sobre a deportação dos brasileiros. Essa atitude soa como mais uma piada que os cidadãos terão que engolir, evidenciando o despreparo total da administração em lidar com questões tão sensíveis. A falta de uma equipe técnica robusta no Ministério da Justiça também é um ponto crítico. Sem uma assessoria adequada, o ministro pode se ver vulnerável a críticas infundadas e decisões apressadas. A ausência de um suporte sólido sugere que a gestão atual carece de um entendimento profundo sobre como construir narrativas que sejam verdadeiramente eficazes e alinhadas com a realidade dos cidadãos brasileiros.

Com mais de dois anos no poder, o atual governo tem enfrentado desafios significativos em sua comunicação e estratégia política. As narrativas que tentam deslegitimar Trump revelam mais sobre as fragilidades do governo brasileiro do que sobre o ex-presidente americano. O despreparo e a desconexão com as necessidades reais da população são evidentes nas declarações públicas dos líderes.

A situação é alarmante, pois se figuras proeminentes como Lewandowski falham em construir narrativas coerentes e informadas, o que podemos esperar dos demais membros da administração? Essa falta de clareza na comunicação política não apenas prejudica a imagem do governo, mas também deixa os cidadãos sem orientações claras sobre questões cruciais.

Em resumo, o episódio da deportação dos 88 brasileiros expõe não apenas falhas individuais, mas também um sistema político marcado pela falta de preparação para construir narrativas eficazes. À medida que os cidadãos buscam liderança forte e competente, é crucial questionar as motivações por trás das críticas e quais soluções estão realmente sendo propostas para enfrentar os desafios do país.

Auditores internos da CGDF passam a contar com carteira funcional específica

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O Governo do Distrito Federal (GDF) estabeleceu em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), no último dia 24, a emissão de carteira de identidade funcional para os auditores da carreira de auditoria de controle interno da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF).

A medida, assinada pela então governadora em exercício, Celina Leão, visa a garantir maior segurança e reconhecimento aos servidores da área e facilita a identificação e comprovação de vínculo dos servidores com a administração pública, especialmente em situações de fiscalização e controle.

“Essa medida fortalece a atuação dos servidores e reitera o compromisso da Controladoria-Geral com a transparência e a integridade no serviço público”, destacou o controlador-geral do DF, Daniel Lima. A carteira funcional será aceita em todo o território nacional e não terá prazo de validade, conferindo aos auditores internos da CGDF maior proteção e respaldo no exercício de suas funções.

O documento funcional será emitido pelo Instituto de Identificação do Departamento de Polícia Técnica da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), conforme as normas estabelecidas no decreto nº 46.777, de 24 de janeiro de 2025, que também define as especificações do documento e os procedimentos para sua obtenção.

“A carteira funcional garante a identificação oficial dos auditores, fortalecendo a legitimidade das ações e a identidade institucional. O uso exige responsabilidade ética, sendo restrito às atribuições legais, preservando a credibilidade e a integridade da função pública”, afirmou a subcontroladora de Controle Interno da CGDF, Graziella Brunale.

*Com informações da CGDF

Fonte: Agência Brasília

Inscrições para Prouni 2025 terminam hoje

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As inscrições para a primeira edição de 2025 do Programa Universidade para Todos (Prouni) terminam às 23h59 desta terça-feira (28) para todos os que realizaram o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) em 2023 e 2024. O programa do Ministério da Educação (MEC) oferece bolsas integrais ou parciais sobre o valor da mensalidade de cursos em instituições privadas de educação superior.

Nesta edição, o programa oferece 338.444 bolsas, sendo 203.539 bolsas integrais e 134.905, parciais, em 403 cursos de 1.031 instituições privadas de todo o país. Os cursos com mais ofertas de bolsas são administração (27.101); pedagogia (22.947); direito (22.746); ciências contábeis (14.800); e educação física (13.639).

Inscrições

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior do Prouni. Os interessados devem usar a conta no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br, e realizar o login com o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e a senha.

O segundo passo é preencher os dados do candidato, o perfil socioeconômico e o grupo familiar que concorrerá à bolsa.

Em seguida, o candidato deve selecionar a primeira e a segunda opção de cursos pretendidos. Para isso, é possível filtrar as vagas por curso, instituição e município. Por fim, ao clicar na ficha de inscrição, o estudante deve conferir todas as informações.

No momento da inscrição, o candidato deverá optar por concorrer às bolsas destinadas à ampla concorrência ou àquelas destinadas à implementação de políticas afirmativas referentes às pessoas com deficiência (PCD) ou autodeclaradas pardas, pretas ou indígenas.

O Ministério da Educação (MEC) publicou em seu site um vídeo com o passo a passo para realizar a inscrição.

Condições

Para se inscrever nesta primeira edição do ano do Prouni, é necessário que o estudante tenha o ensino médio completo; tenha participado de edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2024 e/ou de 2023; tenha obtido, no mínimo, 450 pontos na média das cinco provas do exame; e não tenha zerado a prova da redação do Enem. 

Os candidatos também precisam atender a pelo menos uma das seguintes condições: 

·         ter cursado o ensino médio integralmente em escola da rede pública ou em instituição privada, na condição de bolsista integral, de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista;

·         ter cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista integral ou parcial, nesta respectiva instituição;

·         ser uma pessoa com deficiência (PCD), conforme previsto na legislação brasileira;

·         ser professor da rede pública de ensino, exclusivamente para os cursos de licenciatura e pedagogia, destinados à formação do magistério da educação básica.

No caso da escolha das bolsas integrais, é necessário que a renda familiar bruta mensal por pessoa não exceda o valor de 1,5 salário mínimo. Já para escolher bolsas parciais, é preciso que a renda familiar bruta mensal por pessoa não exceda o valor de três salários mínimos. Em 2025, o salário mínimo vale R$1.518.

Os requisitos de renda não se aplicam aos professores da rede pública que vão concorrer às vagas de licenciatura e pedagogia.  

Classificação

A classificação e eventual pré-seleção neste processo seletivo irá considerar a edição do Enem em que o estudante conquistou a melhor média.  

A classificação ainda observará a modalidade de concorrência escolhida na inscrição pelo candidato, por curso, turno, local de oferta e instituição.

Em cada modalidade, será obedecida a ordem decrescente das notas e deverá ser priorizada a seguinte ordem:  

·         professor da rede pública de ensino, exclusivamente para os cursos de licenciatura e pedagogia destinados à formação do magistério da educação básica, se houver inscritos nessa situação;

·         estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em escola da rede pública;

·         estudante que tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição;

·         estudante que tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista;

·         estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista integral da respectiva instituição;

·         estudante que tenha cursado o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista parcial da respectiva instituição ou sem a condição de bolsista.

Resultado

O resultado da 1ª chamada está previsto para 4 de fevereiro e a comprovação das informações deve ser realizada até 17 de fevereiro. 

Após ser pré-selecionado, o candidato deve apresentar de forma presencial ou virtual, à instituição, os documentos que comprovem o que foi informado na ficha de inscrição. Entre eles estão o documento de identificação e dos membros do grupo familiar, os comprovantes de residência; de ensino médio; de rendimentos; de professor da educação básica, quando for o caso; de separação, divórcio ou óbito dos pais; e de deficiência, quando for o caso.

Após as duas divulgações, o candidato não contemplado pode participar da lista de espera do Prouni. A inscrição deverá ser feita também no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior em 26 e 27 de março.

Em 1º de abril, o resultado da lista de espera ficará disponível no mesmo site para consulta pelas instituições de ensino superior e pelos candidatos.

O candidato pré-selecionado na primeira chamada deverá entregar entre 4 a 17 de fevereiro a documentação na instituição de ensino superior para a qual foi pré-selecionado, para comprovar as informações prestadas no momento da inscrição.

Prouni

Desde 2004, o Programa Universidade para Todos (Prouni) oferta bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições de educação superior privadas. 

O Prouni ocorre duas vezes ao ano. O MEC aponta que o público-alvo a ser beneficiado é o estudante sem diploma de nível superior.

Para bolsas integrais, a renda familiar bruta mensal per capita do candidato inscrito não pode exceder o valor de um salário mínimo e meio (R$ 2.277, em valores de 2025). No caso de bolsas parciais, a renda familiar bruta mensal por pessoa exigida é de até três salários mínimos (R$ 4.554, em valores de 2025).

Para mais esclarecimento sobre o programa, o MEC disponibiliza o telefone 0800-616161.

Fonte: Agência Brasil

Governo fecha ano com arrecadação recorde de R$ 2,65 trilhões

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A arrecadação do governo federal fechou o ano de 2024 em R$ 2,709 trilhões, informou, nesta terça-feira (28), a Receita Federal. É o maior valor registrado na série histórica, iniciada em 1995, e representa crescimento real de 9,6%, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2024 contra o ano anterior. Descontada a inflação, o governo arrecadou R$ 2,653 trilhões no ano.

Segundo a Receita, o aumento decorreu principalmente da expansão da atividade econômica que afetou positivamente a arrecadação e da melhora no recolhimento do PIS/Cofins (Programa de Interação Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) em razão do retorno da tributação incidente sobre os combustíveis, entre outros fatores.

Em entrevista coletiva para apresentar os dados, o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, destacou o aumento na atividade econômica entre os fatores para o resultado.

“Os grandes números refletem os resultados importantes da política econômica nos últimos anos, da reativação da economia que vimos no ano passado e que resulta nesse resultado espetacular. Tivemos a reativação de setores inteiros da economia que, com esse aquecimento, voltaram a recolher valores relevantes de tributos. A mínima histórica do desemprego no Brasil, o grande aumento da massa salarial, que têm papel importantíssimo na arrecadação de 2024”, disse o secretário.

Também contribuíram para a arrecadação recorde o crescimento da arrecadação do Imposto de Renda (IRRF Capital) sobre a tributação de fundos e o desempenho do Imposto de Importação e do IPI vinculado à Importação, em razão do aumento das alíquotas médias desses tributos.

“[Esse resultado reflete] uma Receita Federal menos repressiva e mais orientadora do contribuinte, atuando na desoneração do pequeno contribuinte, do empresário produtivo e focando a fiscalização e arrecadação naqueles que antes não contribuíam com a uma parcela justa, especificamente nas grandes rendas passivas no Brasil, na tributação dos super-ricos”, afirmou. “Trabalhamos para trazer para a tributação aqueles que não estavam, trazer para a tributação aqueles com patrimônio de centenas de milhões de reais em fundos fechados, em outros países, e que nunca recolheram”, acrescentou Barreirinhas.

No ano passado, os principais indicadores apontaram para um bom desempenho macroeconômico do setor produtivo. A produção industrial teve cresceu 3,22%; a venda de bens, 3,97%; e a venda de serviços, 2,9%. O valor em dólar das importações teve resultado positivo de 8,65% e o crescimento da massa salarial ficou em 11,78%.

Entre os tributos, a arrecadação da Cofins/PIS-Pasep somou R$ 541,743 bilhões, um aumento de 18,6% em relação ao ano de 2023. As contribuições previdenciárias fecharam em R$ 685,012 bilhões, crescimento de 5,34% em relação a 2023; Imposto sobre Importação e IPI-Vinculado, com arrecadação de R$ 109,608 bilhões, aumento de 33,75% na comparação com 2023.

O IRRF-Rendimentos de capital fechou o ano passado com arrecadação de R$ 146,539 bilhões, crescimento de 13,12%. Já o Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) arrecadaram R$ 502,720 bilhões, alta de 2,85%.

No recorte setorial, as maiores altas nominais de arrecadação em 2024 se deram nas áreas de comércio atacadista, que recolheu R$ 171,285 bilhões; entidades financeiras, R$ 288,621 bilhões; combustíveis, R$ 105,354 bilhões; atividades auxiliares do setor financeiro, R$ 86,044 bilhões; e fabricação de automóveis, com R$ 63,907 bilhões.

O resultado da arrecadação também foi positivo em dezembro do ano passado, ficando 7,78% acima da inflação e recolhendo R$ 261,265 bilhões.

Fonte: Agência Brasil

PGE-GO abre seleção para estágio de pós-graduação em Direito

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Serão selecionados até 450 candidatos para a formação de cadastro de reserva (Foto: PGE-GO)

A Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO) publicou edital para seleção de estagiários de pós-graduação em Direito (lato ou stricto sensu). Serão selecionados até 450 candidatos para a formação de cadastro de reserva, com convocações previstas conforme a demanda e a disponibilidade orçamentária da PGE.

A bolsa de estágio é de R$ 3 mil, além de auxílio-transporte no valor de R$ 200, para uma carga horária de 5 horas diárias. Também haverá reserva de 10% das vagas para pessoas com deficiência, que deverão apresentar laudo médico especificando a espécie e o grau ou nível da deficiência.

As inscrições poderão ser realizadas no site da Procuradoria, entre 8 horas do dia 10 de fevereiro e 17 horas do dia 14 de fevereiro. Os candidatos deverão escolher a localidade da vaga de estágio: Goiânia (Procuradoria-Geral do Estado e demais unidades na Capital), Brasília (Procuradoria do Estado na Capital Federal) ou Anápolis (Procuradoria Regional).

Para efetivar a inscrição, é necessário que o candidato faça a doação de 5 kg de alimentos não perecíveis (exceto sal e açúcar), conforme o local da vaga escolhida.

A seleção será realizada em duas fases, Prova Objetiva e Prova Discursiva, aplicadas no mesmo dia. As provas ocorrerão no dia 9 de março, em Goiânia, das 8 às 13 horas, com duração máxima de 5 horas. O conteúdo programático pode ser consultado no edital, disponível no site da PGE-GO.

Saiba mais

Caiado destaca atuação da PGE no combate à corrupção

PGE vence ação do Fundeinfra e garante mais de R$ 170 milhões aos cofres goianos

Fonte: Portal Goiás

Cotecs oferecem qualificação profissional com foco no Carnaval

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São diversos cursos gratuitos para gerar renda e empregabilidade nas festas carnavalescas (Imagem: Freepik)

Com a missão de gerar renda e aumentar a empregabilidade durante as festividades do carnaval, a Secretaria da Retomada e a Universidade Federal de Goiás lançam cursos de capacitação gratuitos em Goiânia e cidades do interior nos Colégios Tecnológicos do Estado (Cotecs).

As inscrições estão abertas para os cursos de penteados criativos, maquiagem artística, confecção de roupas e adereços de carnaval, customização e upcycling (reciclagem) de roupas e adereços de Carnaval, e confecção de fantasias infantis.

As inscrições seguem abertas até o dia 31 de janeiro, através do site do Cotec. Os cursos serão realizados nas cidades de Goiânia, Alexânia, Caiapônia, Caldas Novas, Ceres, Cidade de Goiás, Formosa, Goianésia, Jaraguá, Luziânia, Porangatu, Piranhas, Santa Helena de Goiás, Trindade e Uruana.

“Assim como fizemos com a Páscoa e com o Natal, nós planejamos esses cursos para atender uma demanda sazonal, como é o caso de customização de abadás e produção de fantasias. Mas esses cursos servem também como um caminho, a pessoa pode se identificar com uma atividade e decidir ser um profissional da área”, explica o secretário da Retomada, César Moura.

As aulas serão iniciadas a partir da formação de turma, o que ocorre a cada 30 inscritos.

Confira os cursos ofertados em cada cidade

Cotecs oferecem qualificação profissional com foco no CarnavalCotecs oferecem qualificação profissional com foco no Carnaval
Cursos atendem demanda sazonal do carnaval (Foto: Retomada)

Cotec de Jaraguá
Costura Criativa: Roupas e adereços de Carnaval
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval
Serviços de Beleza: Penteados Criativos para o Carnaval

Cotec de Goiânia
Costura Criativa: Roupas e adereços de Carnaval
Serviços de Beleza: Penteados Criativos para o Carnaval
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval

Cotec de Caiapônia
Serviços de Beleza: Penteados Criativos para o Carnaval
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval

Udepi de Trindade
Costura Criativa: Roupas e adereços de Carnaval

Cotec de Porangatu
Serviços de Beleza: Penteados Criativos para o Carnaval
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval

Cotec de Santa Helena de Goiás
Costura Criativa: Roupas e adereços de Carnaval
Serviços de Beleza: Penteados Criativos para o Carnaval

Cotec de Goianésia
Costura Criativa: Fantasias infantis
Costura Criativa: Customização e upcycling de roupas para Carnaval
Costura Criativa: Roupas e adereços de Carnaval

Cotec de Alexânia
Costura Criativa: Fantasias infantis
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval

Cotec da Cidade de Goiás
Costura Criativa: Customização e upcycling de roupas para Carnaval
Costura Criativa: Roupas e adereços de Carnaval
Serviços de Beleza: Penteados Criativos para o Carnaval
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval

Udepi de Luziânia
Costura Criativa: Fantasias infantis
Serviços de Beleza: Penteados Criativos para o Carnaval
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval

Cotec de Piranhas
Serviços de Beleza: Penteados Criativos para o Carnaval
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval

Cotec de Uruana
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval
Costura Criativa: Fantasias infantis

Cotec de Ceres
Costura Criativa: Fantasias infantis
Costura Criativa: Roupas e adereços de Carnaval
Serviços de Beleza: Penteados Criativos para o Carnaval
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval

Cotec de Formosa
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval

Cotec de Catalão – Aguinaldo de Campos Neto
Costura Criativa: Customização e upcycling de roupas para Carnaval

Udepi de Caldas Novas
Serviços de Beleza: Penteados Criativos para o Carnaval
Serviços de Beleza: Maquiagem Artística para o Carnaval

Saiba mais

1ª etapa do Feirão de Empregos do Cotec chega ao fim com quase 9 mil atendimentos

Alunos dos Cotecs ganham consultoria para abrir negócio

Fonte: Portal Goiás

Cinema deve olhar para violações a indígenas na ditadura, diz diretora

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Há uma semana, o cinema brasileiro vem comemorando a indicação do filme Ainda Estou Aqui a três categorias do Oscar. O longa-metragem alcançou o feito inédito ao levar para as telas a história da família de Rubens Paiva, deputado federal que teve seu mandato cassado pela ditadura militar e que foi posteriormente torturado e morto.

Inaugurando o calendário do audiovisual brasileiro, a Mostra de Cinema de Tiradentes que ocorre ao longo desta semana na cidade de Tiradentes, em Minas Gerais, se tornou mais um espaço para se debater e se celebrar a conquista. Mas a programação também levou para as telas um filme que, de alguma forma, resgata uma história que realça uma marca pouco conhecida do mesmo regime militar: a violação aos povos indígenas.

“São memórias que o cinema nos dá uma chance de revisitar e que podem assim ser jogadas na cara do povo brasileiro de uma certa forma”, avalia o etnólogo e cineasta Roberto Romero, um dos diretores do documentário Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá.

Exibido no domingo (26), ele aborda o assunto de uma forma lateral. O documentário narra o reencontro de Sueli Maxakali com seu pai Luiz Kaiowá. “Eu não o conheci. Eu tinha seis meses de idade e minha irmã tinha cinco anos quando ele partiu”, conta Sueli, em debate sobre o filme realizado nessa terça-feira (27). Ela também é uma das diretoras do documentário.

Luiz Kaiowá é um indígena Guarani-Kaiowá que chegou, através da Fundação Nacional do Índio (Funai), para trabalhar na terra Maxacali, em Minas Gerais. Ele operava um trator e lá se casou com a mãe de Sueli. No entanto, ele acabou voltando para a terra dos Guarani-Kaiowá em Mato Grosso do Sul.

Tudo aconteceu “no tempo dos soldados” como dizem os indígenas mais velhos que dão seus depoimentos no filme. Eles relatam os maus-tratos a que foram submetidos e o desmatamento, relegando a aldeia a uma porção de terra reduzida que sequer tinha água.

“Boa parte desse território foi dividido durante a ditadura militar. O capitão Manoel dos Santos Pinheiro, que era o sobrinho do governador de Minas Gerais, foi enviado para lá para ser o dono daquela região e fazer o que quisesse. Ele dividiu a terra entre os próprios funcionários do SPI [Serviço de Proteção aos Índios] e depois da Funai”, conta Roberto Romero, lembrando que o militar também atuou para impedir a demarcação.

O filme Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá foi dirigido a oito mãos: além de Sueli Maxacali e Roberto Romero, o quarteto foi composto ainda por Isael Maxakali e Luísa Lanna. Um ônibus levou os Maxacalis até a aldeia Guarani-Kaiowá. Dessa forma, o reencontro entre Sueli e seu pai foi também o momento de uma comunhão entre os dois povos.

Luísa defende que o cinema olhe com mais atenção para a memória que os povos indígenas guardam do período militar. “As atrocidades que aconteceram foram muitas e elas são muito pouco conhecidas pela população de uma forma geral. Mas é importante pontuar que é um buraco que não é só na cinematografia. É na história também,” enfatiza.


Rio de Janeiro (RJ) 28/01/2025 - Luísa Lanna - Cinema deve olhar para violações a indígenas na ditadura.
Foto: Leo Fontes/UNIVERSO PRODUÇÃO/ DIVULGAÇÃO
Rio de Janeiro (RJ) 28/01/2025 - Luísa Lanna - Cinema deve olhar para violações a indígenas na ditadura.
Foto: Leo Fontes/UNIVERSO PRODUÇÃO/ DIVULGAÇÃO

A diretora Luísa Lanna defende o que cinema olhe para violações a indígenas na ditadura. Foto: Leo Fontes/UNIVERSO PRODUÇÃO/ DIVULGAÇÃO

Ela vê a possibilidade de uma evolução paralela. “As coisas vão andando juntas. Na medida que a historiografia for reconhecendo, a cinematografia vai reconhecendo. Uma coisa puxa a outra. E assim vai tornando possível que essas histórias sejam contadas e passem a integrar o repertório histórico da população brasileira. Mas, com certeza, acho que ter mais editais dedicados principalmente a autorias indígenas e realizadores indígenas [isso] pode contribuir para resgatar essas memórias.”

Violações

As violações de direitos no regime militar já foram exploradas por diferentes filmes. O Que é Isso Companheiro?, Zuzu Angel, Marighella, O ano em que meus pais saíram de férias e Batismo de Sangue são alguns títulos de referência, ao qual agora se soma Ainda Estou Aqui. No entanto, nenhum deles aborda o que ocorreu com os indígenas.

Alguns livros vêm buscando tirar essas histórias do anonimato. Um dos mais recentes é Tom Vermelho do Verde, lançado em 2022 pelo jornalista e escritor Frei Betto. A obra narra um drama que tem como pano de fundo o massacre dos indígenas Waimiri Atroari durante a abertura de rodovias na Amazônia entre as décadas de 1960 e 1980. Frei Betto, que participou de ações da resistência contra a ditadura, disse em recente entrevista à Agência Brasil que atualmente compreende que os indígenas foram as maiores vítimas da violência empreendida pelos militares.

No cinema, Luísa destaca como um dos trabalhos de referência o filme GRIN – Guarda Rural Indígena, lançado em 2016 sob direção de Roney Freitas e Isael Maxakali. Já no filme Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá, ela observa que essa memória da ditadura aparece de um jeito diferente dos registros produzidos pela cultura ocidental do homem branco. De acordo com a diretora, não é uma memória estanque.

“Ela se constrói a partir das várias histórias que são repassadas pelas falas das pessoas que testemunharam esse momento, que viveram esse momento. Elas vão contando cada uma sua memória, mas também as suas várias percepções dessa história, do que aconteceu. Produzem uma memória que é viva e visível. E ela é acima de tudo criativa e inventiva, nesse sentido de que mais de uma história é sempre melhor do que uma história só”, salienta.

A diretora considera que há uma desconstrução da ideia de uma história voltada para a uma busca por uma verdade única e universal. Através dos depoimentos do filme, segundo ela, são apresentadas vivências e percepções individuais.

Resistência

Os Maxakalis formam um povo com cerca de três mil pessoas vivendo na região do Vale do Mucuri em Minas Gerais, dividida em aldeias que ocupam pequenos territórios. Na maioria delas, não tem rio e a paisagem de Mata Atlântica foi substituída por pasto. O filme documenta também a luta liderada por Sueli e Isael para retomada de um novo território para cerca de 100 famílias. Em uma das cenas, uma placa é pintada para demarcar o local.


Rio de Janeiro (RJ) 28/01/2025 - Debate com diretores- Cinema deve olhar para violações a indígenas na ditadura.
Foto: Leo Fontes/UNIVERSO PRODUÇÃO/ DIVULGAÇÃO
Rio de Janeiro (RJ) 28/01/2025 - Debate com diretores- Cinema deve olhar para violações a indígenas na ditadura.
Foto: Leo Fontes/UNIVERSO PRODUÇÃO/ DIVULGAÇÃO

Debate sobre o papel do cinema reuniu diretores e indígenas – Foto:  Leo Fontes/UNIVERSO PRODUÇÃO/ DIVULGAÇÃO

“Antes de eu viajar para conhecer meu pai, eu queria deixar meu povo mais à vontade. Pintamos a placa para saber que ali está o meu povo”, conta Sueli. Para Roberto Romero, ao colocar o filme como parte do processo de retomada, os Maxakalis o transformam em um instrumento de resistência. Ele destaca ainda a decisão de gravar o documentário todo em idioma indígena. São faladas as línguas dos dois povos retratados: Maxakalis e Guarani-Kaiowás.

“Os Maxacalis perderam tudo de concreto, digamos assim. Mas preservaram a memória das palavras. Eles lembram os nomes de todos os animais da Mata Atlântica mesmo não convivendo com eles há décadas. E essas palavras são faladas como histórias, como narrativas. E também são cantadas. E a gente tenta mostrar isso no filme: que os cantos são parte vida social, da vida cotidiana. Para quase tudo se canta”, diz o diretor.

Para Isael Maxakali, preservar o idioma é uma das principais motivações para fazer filme. “É para não apagar o nosso histórico. Eu gosto de fazer filme também para que o Brasil possa conhecer nossa linguagem”, afirma.

Fonte: Agência Brasil

Hub Goiás oferece apoio a startups e empresas inovadoras

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HUB Goiás
Unidade funciona no setor Leste Universitário, em Goiânia (Foto: Secti-GO)

O Hub Goiás vai garantir até R$ 20 mil a startups e empresas inovadoras de todo Brasil que apresentem soluções tecnológicas a um dos nove desafios selecionados entre aqueles que são enfrentados por micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) goianas.

O edital para os interessados está disponível no link e as inscrições podem ser realizadas até o dia 17 de fevereiro. Os desafios envolvem áreas como automação e integração de processos, experiência do usuário, comunicação e colaboração, gestão e eficiência operacional.

O edital faz parte do programa Transformação Digital das Empresas, iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), executada pelo Hub Goiás, primeiro centro de excelência público em empreendedorismo inovador do Centro-Oeste.

Inovação aberta e transformação digital

Este é o primeiro ciclo do programa de inovação aberta e transformação digital do Governo de Goiás, e que tem o objetivo de resolver desafios tecnológicos enfrentados por empresas goianas, promovendo a colaboração com startups e empresas inovadoras.

“Investir na transformação digital é uma estratégia fundamental para garantir a competitividade dos nossos municípios. Isso ativa o ecossistema de inovação, gera novas oportunidades de trabalho, facilita o relacionamento com os clientes, atrai investimentos e, consequentemente, promove o desenvolvimento econômico local”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Goiás, José Frederico Lyra Netto.

Lançado no segundo semestre de 2024, o programa piloto selecionou MPMEs para participar do processo de capacitação a fim de entender os desafios de transformação digital de seus negócios.

Contratação de soluções

Após uma imersão com as selecionadas, foi realizado diagnóstico detalhado de suas necessidades e desafios. Agora, o programa entra na fase de contratação de soluções para nove desafios em diferentes segmentos, que vão de arquitetura a distribuição hospitalar e de biocosméticos.

Além de receber até R$ 20 mil, as startups e empresas inovadoras que se inscreverem também terão a possibilidade de contratação definitiva pelas MPMEs.

“O maior desafio para qualquer startup é conquistar seus primeiros clientes. Com esse programa, o Hub Goiás não só cria uma oportunidade real de crescimento para essas startups, mas também conecta empresas tradicionais a soluções inovadoras, mostrando a elas o caminho da inovação”, relata a líder de Inovação Aberta do Hub Goiás, Liana Araújo.

Hub Goiás oferece apoio a startups e empresas inovadoras
Secretário José Frederico Lyra Netto ressalta que investir em inovação é fundamental para promover o desenvolvimento econômico (Fotos: Secti-GO)

O Hub Goiás é uma iniciativa do Governo de Goiás, ligado à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), e gerido pela Organização da Sociedade Civil Porto Digital, responsável pelo maior parque tecnológico urbano da América Latina.

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Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Hugol investe R$ 1 milhão na aquisição de 50 novas macas

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Aquisição das novas macas representa um avanço para a estrutura hospitalar (Foto: Lais Castilho/Hugol)

O Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), unidade do Governo de Goiás, adquiriu 50 novas macas.

O investimento de R$ 1 milhão é destinado a aprimorar o atendimento e a estrutura hospitalar. A medida está alinhada ao Planejamento Estratégico 2024-2028, que tem entre suas metas o fortalecimento da assistência e a otimização de recursos.

Segundo o diretor-geral do Hugol, Guillermo Sócrates, a aquisição representa um avanço para a estrutura hospitalar.

“Esse investimento reflete nossa preocupação em garantir que os pacientes tenham acesso a um atendimento ainda mais humanizado e ágil. Além disso, promove melhores condições de trabalho para nossas equipes, que agora dispõem de equipamentos mais modernos e confiáveis”, destacou.

Do ponto de vista operacional, o coordenador de Acolhimento do Hugol, Luiz Carlos de Freitas Gomes, também celebrou a novidade, destacando os benefícios diretos para os pacientes.

“Essas novas macas oferecem maior conforto e segurança, especialmente em casos de transferência e mobilização. Elas também permitirão mais eficiência nas rotinas assistenciais, impactando positivamente na experiência de quem passa pelo hospital.”

Além de aprimorar o atendimento, a aquisição das novas macas também terá reflexos operacionais e financeiros. Fernando Henrique de Paula, gerente de Infraestrutura do Hugol, explicou que a renovação reduzirá custos de manutenção e o tempo de indisponibilidade dos equipamentos.

“Estamos garantindo não apenas uma estrutura mais moderna, mas também a eficiência operacional, que é essencial para a sustentabilidade do hospital e para atender às demandas com maior agilidade”, afirmou.

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Fonte: Portal Goiás