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Países do Golfo Pérsico cancelam reunião sobre reabertura de Ormuz

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Países árabes do Golfo Pérsico cancelaram reunião com Irã e Omã prevista para esta segunda-feira (14) sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, enquanto os houthis do Iêmen atacaram novamente a Arábia Saudita. Tais medidas prejudicam ainda mais o abastecimento global de petróleo.

Praticamente fechado desde que Estados Unidos e Israel atacaram o Irã no final de fevereiro, Ormuz é a rota marítima de transporte de petróleo mais importante do mundo.

O ministro das Relações Exteriores de Omã, Sayyid Badr Albusaidi, anunciou durante a madrugada que a reunião havia sido adiada “em prol do consenso”. O Irã afirmou que o adiamento ocorreu a pedido da Arábia Saudita.

Houthis atacam Arábia Saudita

Os houthis, aliados do Irã, afirmaram ter disparado dezenas de mísseis e drones nesta segunda-feira contra uma base aérea militar saudita em Khamis Mushait, perto da fronteira.

O ataque atingiu hangares, sistemas de radar, pistas de decolagem e depósitos de munição. Eles descreveram o ataque como uma retaliação às centenas de ofensivas aéreos sauditas contra o Iêmen nos últimos dias.

As autoridades sauditas anunciaram breves alertas de emergência na região e em outras três cidades do Sul que já haviam sido alvo de ataques dos houthis.

Os houthis tomaram a ilha situada na foz do Mar Vermelho na sexta-feira (11). Outra ação danificou o oleoduto leste-oeste da Arábia Saudita – principal rota para o petróleo do Oriente Médio que contorna o Estreito de Ormuz.

Preço do petróleo dispara

Os preços do petróleo bruto subiram mais de 3% nesta segunda-feira, quando o mercado reabriu após o fim de semana. O preço médio de varejo do diesel nos Estados Unidos atingiu novo recorde, ao ultrapassar US$6,23 por galão.

Operadores do mercado financeiro afirmam que o fechamento do oleoduto saudita poderia reduzir em até 4% o abastecimento global de petróleo, a menos que seja reaberto nos próximos dias. 

Imagens de satélite mostram trechos do oleoduto danificados por incêndios. 

Enquanto isso, o Irã divulgou uma lista de 77 navios que, segundo o país, teriam violado seus protocolos para operar no Estreito de Ormuz. 

Qualquer embarcação da lista enfrentaria “restrições em futuras passagens, incluindo multas, detenção ou confisco”, e outras que os auxiliassem ao aceitar transferências de carga seriam adicionados à lista.

*Com informações da Reuters.

Fonte: Agência Brasil

Eleições 2026 e projetos para famílias de baixa renda são destaques desta edição

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Já está no ar a 216ª edição do programa Giro Distrital! Aqui você fica por dentro dos principais acontecimentos da esfera política de Brasília!
 
Nesta edição:
 
1) O que faz um deputado distrital? Faltando menos de um mês para as Eleições, o Giro explica o papel dos representantes do povo na CLDF;
 
2) Recortes do Cerrado: mostra em cartaz na CLDF retrata paisagens do DF pela ótica da arte japonesa;
 
3) Primeiro abraço: projetos sociais buscam garantir enxovais infantis para famílias de baixa renda;
 
4) Os destaques da semana na Câmara Legislativa.
 

 

Fonte: Agência CLDF

Mercado projeta corte da Selic para 13,75%

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O mercado financeiro tem a expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) reduza em 0,25 ponto percentual (p.p.) a taxa básica de juros (Selic) em reunião prevista para esta semana. Atualmente, a taxa está em 14%, devendo baixar para 13,75%.

A projeção consta do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (14) pelo Banco Central. Para os analistas, a Selic deverá fechar 2026 nestes mesmos 13,75%. O próximo encontro do Copom para definir a taxa será nos dias 15 e 16 de setembro.

Com relação aos demais índices projetados pelo mercado financeiro por meio deste boletim, foram observadas tendências de queda para a inflação de 2026 (para 4,90%) na comparação com a semana anterior, que estava em 5%.

Há quatro semanas, o mercado financeiro projetava uma inflação de 5,02% ao final do ano.

PIB

Em relação à economia, o mercado trabalha com a projeção de crescimento de 1,89% em 2026. Na semana passada, a expectativa do mercado era que o Produto Interno Bruto brasileiro (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) fecharia o ano em 1,93%; e há quatro semanas, em 1,98%.

Para 2027, o Boletim Focus projeta que a economia do país crescerá 1,45%. Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, que é a referência oficial da inflação no país), deverá ficar em 4,30% ao final do ano que vem.

As projeções do mercado relacionadas ao câmbio permanecem estáveis, com o dólar fechando 2026 cotado a R$ 5,20 – cotação que vem sendo projetada há 13 semanas consecutivas.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, definida atualmente em 14% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, em agosto, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela quarta vez seguida.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião de março, em cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta a queda da taxa.

Fonte: Agência Brasil

Ciência ainda não foi lembrada na campanha eleitoral, diz SBPC

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Enquanto o cenário político e as denúncias envolvendo o caso Master monopolizam as atenções em todo o Brasil, os desafios estratégicos que o país enfrentará a curtíssimo prazo — do envelhecimento populacional à transição energética, passando pela importância de se tornar capaz de processar os minerais críticos que abriga em seu subsolo — seguem à margem do debate eleitoral. Para a presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Francilene Garcia, os recentes escândalos e as disputas pessoais aprofundam o esvaziamento das discussões de temas vitais para os rumos nacionais, deixando em segundo plano itens como ciência, transição energética e a necessidade de se preparar para cenários adversos, incluindo uma iminente crise sanitária.

Para a doutora em engenharia elétrica, professora e pesquisadora da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), que desde 2025 está à frente da mais importante entidade de promoção e defesa da ciência e tecnologia no Brasil, eleitores e candidatos parecem ter sido empurrados para uma falsa dicotomia: a ideia errônea de que é preciso escolher entre passar as instituições a limpo ou discutir e planejar o futuro do país. “O país acaba sendo obrigado a escolher entre discutir a integridade das instituições ou o projeto de desenvolvimento, quando as duas coisas fazem parte de uma mesma agenda”, defendeu Francilene em entrevista exclusiva à Agência Brasil. Na conversa, ela falou ainda sobre temas como o envelhecimento da população e o baixo engajamento das candidaturas com o tema da ciência. Leia a íntegra abaixo:


Brasília (DF), 06/07/2026 - A presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Francilene Garcia. Foto: SBPC/Divulgação
Brasília (DF), 06/07/2026 - A presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Francilene Garcia. Foto: SBPC/Divulgação

Brasília (DF), 06/07/2026 – A presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Francilene Garcia. Foto: SBPC/Divulgação – SBPC/Divulgação

Agência Brasil: Quais temas a SBPC considera prioritários nestas Eleições Gerais?

Francilene Garcia: Primeiro, acho fundamental começar dizendo que [com a crise] o país acaba sendo obrigado a escolher entre discutir a integridade das instituições ou o projeto de desenvolvimento, quando as duas coisas fazem parte de uma mesma agenda. Também é importante dizer que a ciência brasileira ainda não entrou nessa campanha. Justo a ciência, que depende de regras estáveis, orçamento previsível e atenção – inclusive quando estamos à beira de novas crises pandêmicas. Isso vem sendo discutido quase que em lacunas, de forma periférica, porque a agenda [eleitoral] está sendo ocupada por temas que a sociedade não escolhe. Na nossa visão, há uma lacuna imensa em relação aos temas que realmente importam. Tanto que lançamos o Observatório das Eleições justamente para tentar levar mais de uma centena de propostas de políticas públicas que julgamos importantes para o desenvolvimento do país. Temos tentado engajar as candidaturas e qualificar os debates em torno de temas como as mudanças climáticas e seus impactos para as cidades, bem como o risco de novas crises pandêmicas e o processo de transformação digital. Temas que ainda hoje não entraram nas campanhas.

Agência Brasil: E não entraram devido à dimensão da atual crise político-institucional e suas repercussões ou porque, historicamente, a ciência sempre fica à margem dos debates eleitorais?

Francilene: Historicamente, a ciência fica à margem do debate. Isso mudou um pouco em 2020, quando enfrentamos o problema da crise sanitária [a pandemia de covid-19]. Ali começamos a ver um pouco mais de discussão. Depois, em 2024, ocorreram as enchentes no Rio Grande do Sul; queimadas no Centro-Oeste e seca, escassez hídrica, em regiões do Norte e Nordeste. Tudo isso fruto do novo regime climático. Nesses momentos, a temática ganhou peso. Já no atual debate eleitoral, as temáticas acabam fugindo ao que de fato interessa do ponto de vista de um projeto de nação. Olhando para os países líderes globais, vemos, por exemplo, que temas da maior importância, como o aproveitamento das terras raras, que são fundamentais para toda a indústria do complexo de transformação digital das sociedades, estão postos nos debates. No Brasil, não, pois tivemos um esvaziamento não só da participação [dos próprios candidatos] nos debates, como dos temas relevantes para o futuro do país.

Agência Brasil: A estratégia que a SBPC tinha definido e as ações que vêm realizando para tentar pautar a ciência nos debates eleitorais foram impactados pela dimensão da atual crise?

Francilene: Estão sendo. Temos no Observatório das Eleições pouco mais de uma centena de candidaturas engajadas. Dentre as quais, uma única de âmbito [Executivo] federal e nenhuma de âmbito estadual. Quer dizer, nenhum candidato a governador se comprometeu com nossas propostas. Alguns candidatos a deputado federal e ao Senado vinham se comprometendo, mas isso também perdeu velocidade nos últimos dias. Então, ao ocupar o centro das atenções em um momento importante como este das eleições gerais, essa discussão que tomou conta de grande parte da imprensa e que nos obriga a escolher discutir a integridade das instituições em vez de um projeto de país, acaba afastando outros temas. Incluindo a própria questão do financiamento da ciência. A questão é que temos pela frente um curto período pré-eleitoral ao fim do qual escolhas terão que ser feitas sem que tenhamos respostas para problemas que afetam a vida de todos. Para não falar que, ao monopolizar a agenda, esta crise evidencia uma situação muito complicada para toda a comunidade científica, que é a disputa de versões.

Agência Brasil: Mas, considerando a gravidade das suspeitas e dos fatos que têm vindo a público, que a situação poderia ser diferente? Há como discutirmos outros temas sem deixar de lado a necessária fiscalização dos Poderes?

Francilene: Enquanto entidade científica, não nos cabe fazer julgamento prévio de processos investigativos em andamento. Tal como, creio eu, não cabe a nenhum indivíduo. Este, inclusive, foi o tema da nota que a SBPC, a Academia Brasileira de Ciências e (ABC) e várias entidades científicas tornaram pública na semana passada. Há de se cumprir o rito processual, garantindo o amplo direito à defesa. É fundamental entendermos que a integridade das instituições, os legítimos protocolos definidos na Constituição Federal, precisam ser respeitados e cumpridos dentro dos prazos legais. Complicado é quando começamos a ver vazamentos de informações em prol de interesses específicos, particulares. E quando esses acabam ocupando a centralidade do debate público, esvaziando a discussão de temáticas importantes. 

Agência Brasil: Além dos investimentos em educação, ciência e tecnologia e da regulamentação da exploração das terras raras, quais outros temas a SBPC vê como centrais para o Brasil?

Francilene: Uma discussão que já vinha ocupando espaço na mídia diz respeito aos impactos da crise climática, que já é uma realidade. Temos que continuar discutindo o impacto do aquecimento para a vida no planeta, especialmente para o Brasil e para nossos biomas. Estamos todos testemunhando o aumento dos eventos climáticos extremos. Temos que seguir discutindo e adotando medidas para [conter] os impactos. Inclusive, no caso brasileiro, para a agroindústria. Associado a isso, de maneira muito direta, há a questão de novas crises sanitárias pandêmicas. Sabemos que isso ocorrerá, só não quando. É preciso discutir como o Brasil, em particular o Sistema Único de Saúde (SUS) está se preparando para isso. Precisamos melhorar as imunizações. E, para isso, vamos ter que discutir e rever estratégias, pois sabemos que uma parte da população nega a importância das vacinas. Além disso, quando olhamos para as transformações digitais e para os [prováveis] impactos da inteligência artificial, é preciso nos perguntarmos qual espécie de soberania o Brasil está construindo para a próxima década. São temas fundamentais que deveriam estar no centro do debate político eleitoral e ainda não estão. Até porque, como disse antes, a ciência também ainda não chegou à pauta das discussões entre os candidatos nessas eleições.

Agência Brasil: Por quê? A classe política não está sabendo avaliar e pautar os temas que importam para o futuro do país?

Francilene: Provavelmente não. Esta é uma grande preocupação para a comunidade científica. Por exemplo, lançando um olhar para daqui a pouco mais de dez anos, quando estaremos próximos de ter mais pessoas acima dos 60 anos de idade do que na faixa etária produtiva, nos perguntamos que espécie de soberania e autonomia teremos construído para o Brasil? O país vai voltar a ser um país colônia, [exclusivamente] exportador de matéria-prima? Será isso que a população quer? Parte da própria classe política parece nos dar uma demonstração de estar um pouco alheia aos debates fundamentais para o futuro do país. Tudo isso preocupa muito a comunidade científica.

Fonte: Agência Brasil

Saiba as novas regras da Anac para passageiros indisciplinados

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Começam a valer, nesta segunda-feira (14), as novas regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para punir passageiros que adotem comportamentos que coloquem em risco a segurança, a ordem ou a integridade de pessoas em aeroportos e aeronaves.

As medidas punitivas, previstas na Resolução Anac nº 800/2026, podem chegar à suspensão do direito de embarque em voos domésticos pelo prazo de até 12 meses, a depender da gravidade da infração.

Companhias aéreas e operadores aeroportuários poderão adotar medidas imediatas diante de atos de indisciplina, como advertências, acionamento das autoridades policiais, contenção do passageiro e retirada da aeronave.  Em casos graves ou gravíssimos, o transporte poderá ser interrompido.

Compartilhamento de informações

Para viabilizar a medida, as empresas aéreas compartilharão as informações necessárias para identificar passageiros suspensos. A penalidade será aplicada pela própria companhia responsável pela ocorrência, que deverá comunicar o passageiro e garantir o direito de defesa.

A norma prevê também sanções administrativas. Para atos classificados como graves ou gravíssimos, a multa-base fixada pela Anac é de R$ 17,5 mil – valor que poderá ser ajustado de acordo com as circunstâncias apuradas em processo administrativo.

Fonte: Agência Brasil

Mendonça retira sigilo de processo sobre rede de pagamentos de Vorcaro

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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta segunda-feira (14) o sigilo sobre um processo que trata da rede de pagamentos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. 

A medida foi tomada após determinação do presidente do STF, ministro Edson Fachin. Mais cedo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia opinado pela retirada do sigilo que ainda vigorava sobre o processo. 

Fachin, por sua vez, havia sido acionado pelo ministro Alexandre de Moraes, que em ofício disse ser essencial a quebra do sigilo da petição sobre os pagamentos de Vorcaro antes do julgamento marcado para terça-feira (15). Amanhã, o plenário decidirá sobre uma abertura ou não de investigação sobre Moraes. 

Com a nova retirada de sigilo, o STF derrubou o segredo judicial sobre 54 linhas de investigação derivadas da Operação Compliance Zero, que apura a corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias supostamente praticadas por Vorcaro. 

Julgamento 

No julgamento de terça, os ministros devem se debruçar sobre um relatório da Polícia Federal (PF) que traz 52 mensagens que os investigadores dizem ter sido enviadas por Vorcaro a Moraes, com quem o ex-banqueiro demonstra ter relação próxima. 

O material foi recuperado do celular apreendido de Vorcaro. As mensagens foram enviadas entre 2023 e 17 de novembro de 2025, dia em que o ex-banqueiro foi preso preventivamente. 

Nas mensagens, Vorcaro aparenta compartilhar com Moraes um contrato de R$ 131 milhões do Master com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Em outro trecho, o ex-banqueiro busca informações sobre a operação da PF para prendê-lo. As respostas do interlocutor não puderam ser resgatadas, informaram os investigadores. 

O relatório veio à tona no início de setembro, quando o sigilo sobre material foi retirado pelo ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo. O ato desencadeou uma crise sem precedentes na Corte, com embate direto entre os ministros. 

A PGR pediu ao Supremo a anulação do relatório, devido a supostas irregularidades na sua produção. Segundo o órgão, o relator não poderia ter autorizado o avanço das investigações sobre um ministro do Supremo sem ter informado ao plenário previamente. 

Reação 

Em resposta, Moraes divulgou o que disse ser um “relatório de inteligência” da PF segundo o qual haveria direcionamento das investigações do caso Master por Mendonça, com objetivo de atingir desafetos políticos. 

O documento, contudo, não é assinado nem traz o timbre da corporação, além de trazer na capa o alerta de que o material foi produzido como uma conjectura e “sem valor probatório”. 

Moraes pediu a Fachin a abertura de investigação contra Mendonça por suspeita de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. O presidente do Supremo marcou o julgamento deste pedido para 23 de setembro

 

Fonte: Agência Brasil

Câmara Legislativa homenageia Ordem DeMolay por atuação na formação de jovens

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) homenageou a organização juvenil Ordem DeMolay com sessão solene na noite de sexta-feira (11). Criada em 1919, a fraternidade é voltada para a formação social, moral e cívica de rapazes de 12 a 21 anos, em mais de 20 países.

No Brasil, a organização iniciou as atividades no ano de 1980. Pouco depois, em 1984, o Distrito Federal ganhou o seu primeiro capítulo — como são chamadas as unidades locais.

>> Confira a cobertura fotográfica

Para a autora da solenidade, deputada distrital Jaqueline Silva (MDB), os membros da Ordem são jovens dedicados e diferenciados. “É isso que nós precisamos na nossa juventude. Precisamos formar seres humanos melhores. Eu tenho certeza que todo ensinamento, todo direcionamento, é fundamental para conseguirmos ter uma cidade e um Brasil muito melhor de viver”, defendeu a parlamentar.

A doutrina da organização é guiada por sete virtudes cardeais, cada uma representada pela luz de uma vela: amor filial; reverência pelas coisas sagradas; cortesia; companheirismo; fidelidade; pureza e patriotismo. A Ordem DeMolay é uma entidade paramaçônica, ou seja, tem apoio e patrocínio da Maçonaria.
 

A deputada Jaqueline Silva e os maçons José Iran Pinheiro e José Sales Neto
(Foto: Sara Marques/ Agência CLDF)


O secretário de entidades paramaçônicas do Grande Oriente do DF, José Iran Pinheiro, elogiou a conduta dos membros da Ordem: “Num mundo onde muito jovem se perde nas telas, no individualismo e na falta de valores, vocês escolheram estar aqui, em pleno final de semana, aprendendo sobre oratória, liderança, filantropia e amor ao próximo. Isso não é pouca coisa. Isso é ser diferente. Isso é ser DeMolay”.

Representando as famílias, a mãe Josilaine de Castro Gonçalves falou sobre o impacto da organização na vida dos jovens. “Acompanhar um filho dentro da Ordem DeMolay é testemunhar uma transformação. Ao longo dessa caminhada, tive a oportunidade de acompanhar de perto o crescimento do meu filho, Ian. Vi ele se tornar um jovem mais responsável, participativo e seguro de si”, comentou Josilaine, que é presidente do Clube de Mães e Amigos do Capítulo Coração de Estudante nº 428.

Para o mestre conselheiro distrital da Ordem DeMolay DF, Thiago Doca, o objetivo da organização é justamente a transformação do caráter do jovem, por meio do serviço desinteressado e da busca pela virtude, entre outras práticas. Já o mestre conselheiro distrital-adjunto da Ordem DeMolay DF, Matheus Laboissiere, ressaltou que a entidade ensina companheirismo, respeito e união entre os irmãos.
 

Amanda Prado, Matheus Laboissiere, Thiago Doca e Josilaine Gonçalves
(Foto: Sara Marques/Agência CLDF)

O mestre conselheiro nacional-adjunto Hugo Pires resumiu o propósito da entidade, lembrando um ensinamento do fundador da Ordem DeMolay no Brasil: “Alberto Mansur costumava dizer que, para ser útil à sociedade, não precisa ser DeMolay. Mas para ser um DeMolay é preciso ser útil à sociedade”.

Ao final da sessão solene, foram entregues moções de louvor.

A transmissão do evento está disponível no YouTube da TV Câmara Distrital.

Fonte: Agência CLDF

EBC participa de evento internacional sobre futuro do futebol feminino

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A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é apoiadora institucional da primeira edição do Women’s International Football Summit (WIFS), evento dedicado ao desenvolvimento, à profissionalização e ao fortalecimento da indústria do futebol feminino no Brasil. O encontro acontece nesta segunda-feira (14) e terça-feira (15), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ).

A participação da EBC reforça a atuação da TV Brasil como a tela do futebol feminino, com a presença da diretora-presidente da empresa, Antonia Pellegrino; da jornalista Marília Arrigoni; e da comentarista Rachel Motta como painelistas da programação. No evento também será divulgado o Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas, iniciativa criada para reconhecer atletas, treinadoras, equipes técnicas, gestoras e clubes que se destacam na modalidade.

Nesta segunda-feira (14), a jornalista Marília Arrigoni, da TV Brasil, participou do painel “Futebol feminino entre gerações: experiências, conquistas e novos horizontes”. Integram a mesa a moderadora Marion Konczyk Kaplan, presidente da Bancada Feminina do Flamengo; Renata Armiliato, gerente de Futebol Feminino do Internacional; e as ex-jogadoras Pelézinha e Danda.

Na terça-feira (15), às 14h30, a diretora-presidente da EBC, Antonia Pellegrino, modera o painel “Comunicação do futebol feminino em transformação: novos formatos, plataformas e narrativas”. A mesa terá a participação de Suleima Sena, fundadora do Donas FC; Rachel Motta, jornalista esportiva e comentarista da TV Brasil; Daniela Grelin, diretora-executiva da NO MORE Foundation; e da fotojornalista esportiva brasileira Lívia Villas Boas.

“O convite para a TV Brasil participar de dois painéis temáticos tão importantes está em consonância com o papel que a emissora vem assumindo como a tela do futebol feminino nos últimos anos. Estamos nesse debate como uma televisão pública que transmite a modalidade, que ajuda a ampliar sua presença no cotidiano do público e que entende a comunicação como parte essencial da valorização das atletas, dos clubes e das histórias que movem esse universo”, afirma Antonia Pellegrino.

“Às vésperas da Copa do Mundo Feminina de 2027, esse compromisso ganha ainda mais força. A TV Brasil tem trabalhado para ampliar as transmissões, fortalecer parcerias com o setor esportivo e desenvolver iniciativas como o Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas, que reconhece o futebol feminino em sua dimensão mais ampla: esportiva, cultural, econômica e social. Queremos contribuir para que essa visibilidade se transforme em legado”, acrescenta Pellegrino, destacando que o Brasil será a sede da próxima Copa do Mundo Feminina da FIFA.

Sobre o evento

O Womens International Football Summit surge com a proposta de se consolidar como um ponto de encontro estratégico para os principais profissionais do setor, com formato B2B (Business to Business) e voltado à geração de negócios, à construção de parcerias e à capacitação de profissionais que atuam direta ou indiretamente na modalidade.

Ao longo dos dois dias de programação, os participantes terão acesso a uma imersão em conteúdos, tendências, desafios e oportunidades que impactam o presente e o futuro do futebol feminino. O evento também será um espaço privilegiado para networking, troca de experiências e construção de conexões entre diferentes agentes do ecossistema do futebol feminino.

Clubes, federações, atletas, patrocinadores, agências, empresas, investidores, profissionais de marketing, comunicação e gestão esportiva, além de outros representantes do mercado, poderão compartilhar experiências, discutir soluções e impulsionar novas oportunidades para o desenvolvimento sustentável do setor. A organização é da Confut,  plataforma global de negócios voltado ao futebol.

Fonte: Agência Brasil

Encontro sobre futuro profissional deve reunir 15 mil jovens no Rio

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O Rio de Janeiro recebe, a partir desta segunda-feira (14), o encontro Planos pro Futuro, que busca aproximar os jovens de novas referências e caminhos para a formação e o futuro profissional.

A expectativa dos organizadores é receber cerca de 15 mil estudantes na Cidade das Artes, na zona oeste da cidade, até a quarta-feira (16), último dia do evento.
 
O encontro, que é gratuito, terá 200 painéis em nove palcos simultâneos, onde serão discutidas as experiências e possibilidades em diversas carreiras, com profissionais de mercado, especialistas e professores universitários.
 
“Serão palestras com grandes referências do mercado, acadêmicos, que vão orientar os alunos sobre as diversas profissões”, afirma Dani Flomin, um dos idealizadores do encontro.
 
Universidades do Rio de Janeiro também estarão presentes no encontro, apresentando cursos e possibilidades de bolsas em diversas áreas. Haverá ainda atividades práticas, oficinas e conversas com mentores e profissionais, que permitirão aos jovens contato mais próximo com diferentes áreas de atuação.

“O evento é voltado para alunos, principalmente de ensino médio. Cada aluno traça ali a trilha que faz mais sentido para ele, dependendo dos seus gostos, do que ele considera para a vida dele”, explica Flomin.

Também estão previstos eventos culturais, como apresentações de música e de dança, especialmente de grupos oriundos das periferias e de projetos sociais. Ao fim de cada dia, haverá um show de encerramento: Syon Trio, no dia 14; PK, no dia 15; e Tilia, no dia 16.
 
O encontro Planos pro Futuro, apoiado pelo Ministério da Cultura, ocorrerá na Cidade das Artes (Avenida das Américas, 5.300, Barra da Tijuca), das 9h às 17h.

Fonte: Agência Brasil

Confira a agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira (14)

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A agenda dos candidatos à Presidência da República nesta segunda-feira (14) inclui reuniões, encontros e atividades de campanha em diferentes estados.

Augusto Cury (Avante)
Às 10h30, participa do III Congresso da Associação Paulista de Saúde Integrativa e Bem-Estar (APIBEM), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), na capital paulista. O candidato receberá uma homenagem e terá um momento de fala no evento. Às 12h, participa de almoço com empresários no Café Journal, em São Paulo. Às 15h, participa de reunião na Assembleia de Deus no Brás, também na capital paulista. 

Clariana Barão (DC)
Às 10h, participa de entrevista ao vivo na rádio Metrópole FM Cuiabá, 105,9 FM. Às 15h, grava entrevista para a MidiaNews, em Cuiabá.

Edmilson Costa (PCB)
A agenda prevista para esta segunda-feira (14), no litoral norte de São Paulo, foi cancelada em razão das condições climáticas.

Flávio Bolsonaro (PL)
Às 16h30, participa de moto-carreata em Belém (PA). Às 18h, faz comício no Complexo Turístico Ver-o-Rio, em Umarizal, Belém (PA).

Hertz Dias (PSTU)
Às 11h, concede entrevista ao Café Quente Podcast. Às 12h30, participa de entrevista à TV Cidade (TV Record). Às 14h30, tem entrevista ao UQ Podcast. Às 17h, faz panfletagem no comércio da Rua Grande. Às 18h30, entrevista à TV Band. Todos os compromissos ocorrem em São Luís (MA).

Renan Santos (Missão)
Às 20h, participa de encontro de presidenciáveis organizado pela Mathias TV, em São Paulo.

Ronaldo Caiado (PSD)
Às 20h, participa de encontro de presidenciáveis organizado pela Mathias TV, em São Paulo.

Rui Costa Pimenta (PCO)
Às 18h, tem reunião com candidatos de Mato Grosso do Sul.

Romeu Zema (Novo)
Às 20h, participa de encontro de presidenciáveis organizado pela Mathias TV.

Samara Martins (UP)
Às 7h, faz panfletagem Move Tamoios (Av. Paraná, 301). Às 12h, participa de panfletagem com trabalhadores na Vilma. Às 16h, panfletagem e agitação na Praça Sete. Às 19h, tem reunião com Comunicados Eclesiais de Base. Todos os compromissos ocorrem em Belo Horizonte (MG).

Wilson Grassi (Democrata)
Às 18h, concede entrevista ao vivo à Rádio Líder FM de Pernambuco.

O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não divulgou agenda de campanha até o momento desta publicação.

A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

*Colaborou Isabela Vieira, Guilherme Jeronymo e Andreia Verdélio.


Fonte: Agência Brasil