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Goiás celebra entrada de novo cinco mil alunos no ProBem

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Goiás celebra entrada de novo cinco mil alunos no ProBem
Cerimônia carregada de emoção marcou assinatura do termo de adesão de 5 mil novos estudantes contemplados no semestre 2026/1 do ProBem (Fotos: Júnior Guimarães, Hegon Correa, Walter Folador e Diego Canedo)

O governador Ronaldo Caiado, a coordenadora do Goiás Social e presidente de honra da Organização das Voluntários de Goiás (OVG), primeira-dama Gracinha Caiado, e o vice-governador Daniel Vilela recepcionaram nesta terça-feira (10/03) os novos alunos beneficiários do Programa Universitário do Bem (ProBem).

A cerimônia carregada de emoção marcou a assinatura do termo de adesão dos 5 mil novos estudantes contemplados no semestre 2026/1.

Ao destacar os investimentos no programa, que somam R$ 739 milhões, entre 2019 e 2026, com 56 mil beneficiários no período em 240 municípios goianos, Caiado garantiu que fez um governo respeitado pelas pessoas.

ProBem tem 5 mil novos beneficiáriosProBem tem 5 mil novos beneficiários
“Nós temos hoje 56 mil jovens que já passaram por essa condição que vocês estão passando hoje. Aproveitem, agarrem a profissão de vocês”, incentivou o governador, durante cerimônia de recepção aos novos beneficiários do ProBem (Fotos: Júnior Guimarães, Hegon Correa, Walter Folador e Diego Canedo)

“Cuidamos do dinheiro público, aplicamos corretamente e o resultado é que temos a melhor qualidade de vida com educação, segurança e programas sociais”, garantiu.

Aos novos beneficiados, o governador deu uma dica: “Nós temos hoje 56 mil jovens que já passaram por essa condição que vocês estão passando hoje. Aproveitem, agarrem a profissão de vocês”, incentivou.

Das cinco mil bolsas disponibilizadas, o programa contemplou 1.250 integrais e 3.750 parciais.

Do total de vagas, 500 são destinadas a cursos das áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, consideradas estratégicas para o desenvolvimento econômico e social.

Os contemplados recebem o benefício a partir da matrícula deste semestre e, caso o aluno já tenha arcado com os custos da matrícula, poderá solicitar o reembolso à faculdade.

Segundo Gracinha Caiado, o Goiás Social trabalha com três eixos: protetivo, emergencial e emancipatório, onde está o Probem.

“Só tem uma coisa que muda a vida: a educação e o estudo. E poder dar essa oportunidade a vocês, por meio do governo do estado, acomoda meu coração”, afirmou a primeira-dama.

“O ProBem é mais que uma bolsa de estudo, é esperança para transformar vidas”, assegurou.

“Ajuda a mudar histórias e abre caminhos para um futuro melhor, de novas oportunidades e vida diferente”, acrescentou.

“Mais que uma bolsa de estudo, ProBem é esperança para transformar vidas”, assegurou a primeira-dama Gracinha Caiado, durante cerimônia de recepção aos novos beneficiários do programa (Fotos: Júnior Guimarães, Hegon Correa, Walter Folador e Diego Canedo)

O vice-governador Daniel Vilela reforçou um novo estímulo aos bolsistas: a seleção semestral de 20 alunos para intercâmbio na Austrália, com seleção por desempenho acadêmico como requisito.

Vilela fez questão de enaltecer a atuação de Caiado e Gracinha, com a regularização da concessão de bolsas.

“Hoje eles têm consciência tranquila e o dever cumprido. Estão de alma lavada porque sabem que impactaram o estado e promoveram uma profunda transformação na vida dos goianos”, afirmou. 

Transparência

Os avanços no Probem, com critérios técnicos e transparência, foram destacados pela diretora-geral da OVG, Adryanna Caiado.

A iniciativa, segundo ela, gera mudança concreta na vida de beneficiários e familiares.

“É um programa que contribui para aumento da renda e futuro mais promissor aos estudantes”, afirma.

“É resultado de um trabalho transformador pelo Governo de Goiás nos últimos sete anos, marcado pela ampliação das políticas públicas, fortalecimento das ações sociais e cuidado com quem mais precisa de apoio”, afirmou.

O acadêmico Tales Bruno, que está no terceiro período de odontologia, fez um relato emocionante sobre a conquista da bolsa. Filho de garimpeiros, disse que quase acreditou que o sonho era grande demais para sua realidade.

“Ao ver o Probem nasceu algo em mim que estava perdendo: a esperança. Não recebi apenas uma bolsa, mas a resposta que meu sonho poderia continuar vivo”.

“O Probem não é só auxílio financeiro, é mudança social, que prova que jovens humildes podem alcançar lugares que parecem impossíveis para nossa realidade”, garantiu.

“O Probem não é só auxílio financeiro, é mudança social, que prova que jovens humildes podem alcançar lugares que parecem impossíveis para nossa realidade”, garantiu Tales Bruno, bolsista do ProBem e estudante do terceiro período de odontologia (Fotos: Júnior Guimarães, Hegon Correa, Walter Folador e Diego Canedo)

Feira de Oportunidades do ProBem

Além da cerimônia de inclusão dos novos bolsistas, o evento também contou com a segunda edição da Feira de Oportunidades do ProBem.

A iniciativa reuniu instituições públicas, empresas privadas e órgãos do Governo de Goiás com oportunidades abertas exclusivamente para beneficiários do programa.

As oportunidades são voltadas tanto para estudantes que estão iniciando a graduação quanto para recém-formados, com vagas de estágios e posições efetivas no mercado de trabalho.

ProBem tem 5 mil novos beneficiáriosProBem tem 5 mil novos beneficiários
Criado pelo Governo de Goiás, Programa Universitário do Bem (ProBem) tem como objetivo ampliar acesso e garantir permanência de jovens em situação de vulnerabilidade no ensino superior (Fotos: Júnior Guimarães, Hegon Correa, Walter Folador e Diego Canedo)

ProBem

Criado pelo Governo de Goiás, o Programa Universitário do Bem tem como objetivo ampliar o acesso e garantir a permanência de jovens em situação de vulnerabilidade no ensino superior.

A iniciativa integra as ações do Goiás Social, coordenado pela primeira-dama Gracinha Caiado, e visa à promoção da inclusão social e à ampliação de oportunidades para famílias carentes no estado.

Além das bolsas de estudo, a iniciativa oferece cursos de capacitação, participação em projetos sociais e oportunidades de inserção no mercado de trabalho.

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Rádio Nacional transmite nesta quarta jogo entre Flamengo e Cruzeiro

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Flamengo e Cruzeiro fazem, nesta quarta-feira (11), partida válida pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. O confronto ocorre no Estádio do Maracanã, no Rio, a partir das 21h30, com transmissão da Rádio Nacional, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O pré-jogo começa às 21h15.

No último domingo (8), o Flamengo saiu vencedor do Campeonato Carioca de 2026 após um duelo de pênaltis contra o Fluminense por 5 a 4. A final teve transmissão da Rádio Nacional. Já o Cruzeiro se consagrou campeão do Campeonato Mineiro ao vencer o Atlético Mineiro por 1 a 0, em uma partida marcada por brigas e confusões.

A transmissão da Rádio Nacional inicia com a faixa Show de Bola Nacional e contará com uma equipe completa para levar ao público todas as emoções do confronto. A narração será de André Luiz Mendes, os comentários ficam por conta de Rodrigo Ricardo e com reportagem de Marcelo Smigol. Por fim, Bruno Mendes comanda o plantão da rodada.  

A transmissão da partida entra no ar para parte da rede em AM e OC, além da FM no Rio de Janeiro, no Alto Solimões e parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). A Nacional FM nas demais praças segue com o conteúdo musical. O ouvinte pode ficar ligado nas produções preferidas pelo dial, no app Rádios EBC e no site da emissora. Os áudios ainda estão disponíveis em tempo real por streaming nas duas plataformas.

Sobre o Campeonato Brasileiro

O Campeonato Brasileiro é a liga brasileira de futebol profissional entre clubes do Brasil, sendo a principal competição futebolística no país. Por meio da disputa, são indicados os representantes brasileiros para a Copa Libertadores da América (junto ao campeão da Copa do Brasil).

Vinte clubes participam do torneio. No decorrer da temporada, cada time joga duas vezes contra os outros (em um sistema de pontos corridos), uma vez em seu estádio e a outra no de seu adversário, em um total de 38 jogos.

As equipes recebem três pontos por vitória e um por empate. Os clubes são classificados pelo total de pontos, depois pelo saldo de gols e, em seguida, pelos gols marcados. Em caso de empate entre dois ou mais times, os critérios de desempate são: maior número de vitórias; maior saldo de gols; maior número de gols pró; confronto direto; menor número de cartões vermelhos recebidos; e menor número de cartões amarelos recebidos.

Cobertura esportiva da Nacional

Esporte que é paixão do povo brasileiro, o futebol é um dos destaques da programação da Rádio Nacional, emissora pública referência em transmissões de partidas no país há décadas. Os jogos das principais competições e as notícias mais importantes têm espaço nas jornadas esportivas diárias.

Os torcedores podem ficar ligados pelo rádio, site ou streaming para acompanhar as emoções das disputas entre os maiores clubes brasileiros. Antes e depois dos confrontos, o ouvinte se informa sobre a preparação das equipes e a repercussão do placar nas ondas da Nacional. A análise sobre os resultados da rodada ainda ganha janela diária para um rico debate em produções consagradas no radiojornalismo esportivo.

A equipe da Rádio Nacional reúne craques da crônica esportiva. São produtores, jornalistas e apresentadores que buscam o diferencial da notícia. Além de informar o público nas ondas do rádio, o time também faz bonito na telinha da TV Brasil. Os profissionais realizam o programa Stadium, de segunda a sexta, às 12h30, e de terça a sexta, às 18h30.

Sempre ao vivo, as tradicionais produções da emissora pública trazem análises e apurações atualizadas. O esporte tem espaço destacado na programação do canal. O telejornal diário Repórter Brasil, às 12h45 e às 19h, também oferece uma ampla cobertura dos principais resultados do dia.

Fonte: Agência Brasil

Ações de Israel no Líbano deslocam 667 mil pessoas em uma semana

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Os ataques e as ordens de evacuação em massa de Israel no Líbano forçaram o deslocamento de 667 mil pessoas de suas residências em apenas uma semana do conflito, que envolve também o grupo xiita Hezbollah

A estimativa da Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) é baseada nos registros de deslocados em plataforma online do governo libanês. A representante da Acnur no Líbano, Karolina Lindholm, disse que houve “um aumento de mais de 100 mil em apenas um dia – e os números continuam a subir”.

A organização não governamental (ONG) Human Rights Watch acusa Israel de usar fósforo branco em áreas residenciais do sul do Líbano, na cidade de Yohmor. A substância tóxica é usada militarmente pra criar cortinas de fumaça ou iluminar alvos. O uso em áreas civis é proibido pelo direito internacional por causar ferimentos graves e incêndios difíceis de controlar. 

Autoridades israelenses informaram à Reuters que desconheciam as acusações da Human Rights Watch e não confirmaram o uso do fósforo branco em áreas civis.

Violação do Direito Internacional

O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos afirma que mais de 100 cidades e vilarejos – onde viviam dezenas de milhares de pessoas – receberam ordens de evacuação de Israel, o que pode configurar deslocamento forçado proibido pelo direito internacional.

“Centenas de milhares de pessoas já foram afetadas por essas ordens de deslocamento israelenses. Seu alcance torna muito difícil o cumprimento por parte da população e, portanto, coloca em questão sua eficácia, uma exigência do direito internacional humanitário, além de correr o risco de configurar deslocamento forçado proibido”, diz o comunicado.

O governo israelense também recomendou a evacuação completa de quase toda periferia sul de Beirute, a capital do país, bem como do Vale do Bekaa, no leste do Líbano. Estima-se que 100 mil pessoas estejam abrigadas em 469 centros de abrigo pelo país.

A Acnur calcula ainda que cerca de 78 mil sírios, que estavam no Líbano, voltaram para Síria fugindo da guerra.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) acrescentou que 43 centros de atenção primária a saúde e dois hospitais foram fechados devido a ordens de evacuação em suas áreas 

Israel alega que as ordens de evacuação seriam necessárias para mitigar os efeitos dos ataques contra civis.

“Ao longo dessas operações, as Forças de Defesa de Israel (FDI) mantiveram o compromisso com a precisão e a mitigação de danos a civis, emitindo alertas de evacuação para áreas próximas à infraestrutura do Hezbollah”, diz o comunicado da FDI. 

O Hezbollah afirma que a ação do grupo contra Israel é uma retaliação legítima e de autodefesa contra os ataques dos últimos 15 meses, que não cessaram durante a vigência do cessar-fogo costurado em novembro de 2024.

Uma onda de ataques do Hezbollah teria atingido a cidade de Khian, em Israel, nesta terça-feira (10), “em resposta à criminosa agressão israelense que teve como alvo dezenas de cidades e vilas libanesas e os subúrbios do sul de Beirute”, informou o grupo libanês.

Escalada no Líbano

A escalada do conflito no Líbano foi intensificada após o grupo político-militar Hezbollah voltar a atacar posições de Israel em resposta ao assassinato do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, e também como retaliação pelas violações o cessar-fogo fechado em novembro de 2024.

Apesar do acordo, Israel tem feito ataques e incursões militares contra o território do Líbano. O governo israelense vinha justificando os ataques contra o Líbano, nos últimos meses, com objetivo de atingir alvos do Hezbollah para evitar sua recuperação militar.

A atual fase do conflito entre o Hezbollah e Israel teve início com a guerra na Faixa de Gaza, quando o grupo libanês começou a lançar ataques contra o norte israelense em solidariedade ao povo palestino. 

Fonte: Agência Brasil

Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

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No ano passado, a indústria brasileira de alimentos e bebidas apresentou um faturamento de R$ 1,39 trilhão, o que representou alta de 8,02% na comparação com o ano anterior. O montante representa 10,8% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para 2025.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), o grande destaque do ano foi o mercado interno, que respondeu por R$ 1,02 trilhão desse total, sendo que R$ 732 bilhões são decorrentes do varejo e o restante, do food service, que vem retomando sua fatia de participação.

A demanda doméstica, diz a associação, também foi determinante para sustentar o crescimento real das vendas, que avançaram 2,2% no período. De acordo com a Abia, esse resultado reflete a recomposição gradual do consumo das famílias, o avanço do consumo fora do lar e também os ganhos de eficiência obtidos pelas empresas ao longo do ano.

Quanto às exportações, a indústria de alimentos e bebidas registrou um crescimento de 0,7% em 2025, somando US$ 66,73 bilhões. A Ásia foi o principal destino, alcançando US$ 27,4 bilhões. Já os Estados Unidos importaram US$ 4,9 bilhões em produtos brasileiros, um aumento de 9,2% no período, apesar das elevações tarifárias que foram aplicadas ao setor.

O balanço apresentado pela associação também apontou que a força de trabalho direta alcançou 2,12 milhões de empregados, um crescimento de 2,4% em relação a 2024. Somando os empregos indiretos, a cadeia produtiva chegou a 10,6 milhões de postos de trabalho o que corresponde, de acordo com a Abia, a 10,3% de toda a força de trabalho ocupada do país.

Perspectivas

Para este ano, a Abia espera que as vendas reais cresçam entre 2% e 2,5%, impulsionadas pelo mercado doméstico e pela recuperação gradual do mercado internacional. A geração de empregos também deve crescer, com alta entre 1% e 1,5%.

“Em 2026, a combinação de estabilidade da safra, redução gradual dos juros e um ambiente econômico de crescimento moderado, no Brasil e no mundo, cria condições mais previsíveis para o planejamento e o investimento. Ainda haverá desafios, especialmente do lado dos custos, mas o setor entra nesse ciclo com bases sólidas para crescer de forma sustentável, gerar empregos e seguir cumprindo seu papel estratégico no desenvolvimento do país”, disse João Dornellas, presidente executivo da Abia.

 

Fonte: Agência Brasil

Alckmin defende apuração rigorosa no caso Master

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, defendeu apuração rigorosa e punição a todos os envolvidos no escândalo do Banco Master, que gerou prejuízos bilionários a investidores e entidades públicas e privadas, segundo o Banco Central (BC).

A declaração foi dada ao jornalista José Luiz Datena, na estreia do programa Na Mesa com Datena, exibido na noite desta terça-feira (10) na TV Brasil.  

“Você não tem um desfalque, uma fraude, do ponto de vista bancário, que começou ontem. Isso vem lá de trás. Agora, está ficando claro que tinham pessoas dentro do Banco Central, que é o órgão responsável pela fiscalização e pelo acompanhamento do sistema financeiro, que tinham envolvimentos. Já ficou claríssimo isso. Tem que ser feita apuração rigorosa, punição rigorosa”, disse Alckmin.

O vice-presidente também comentou sobre a posição do governo e do presidente Lula em relação ao episódio, e assegurou a total liberdade investigativa da Polícia Federal.

“O presidente Lula tem sido claro. Ninguém no governo limita investigação. Nenhuma. É investigação rigorosa. Polícia Federal tem liberdade, o Ministério Público, Poder Judiciário. É apurar e fazer justiça, é isso que se deseja. E, de outro lado, responsabilizar e aprimorar os instrumentos de controle. Isso já poderia ter sido pego lá para trás”, observou.

Além de investigar e punir os responsáveis, Alckmin defendeu o fortalecimento das instituições, incluindo o BC e outros órgãos de controle. “Esse é um processo permanente de você melhorar as instituições, aprimorar as instituições. Na democracia, tem que ter transparência, tem que ter clareza”.

Na semana passada, o financista Daniel Vorcaro foi preso novamente pela PF, na terceira fase da Operação Compliance Zero. No ano passado, o empresário também foi alvo de um mandado de prisão da operação, mas ganhou direito à liberdade provisória, mediante uso de tornozeleira eletrônica.

A nova prisão foi fundamentada em mensagens encontradas no celular do banqueiro, apreendido na primeira fase da operação. Nas mensagens, Vorcaro ameaça jornalistas e pessoas que teriam contrariado seus interesses..

A Compliance Zero apura fraudes bilionárias no Banco Master, que causaram um rombo de até R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos para o ressarcimento a investidores.

Saída do MDIC

Na entrevista a Datena, Alckmin confirmou que deixará o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio no dia 2 de abril, uma exigência da legislação eleitoral para que ele possa disputar cargos públicos nas eleições de outubro.

Pela lei, a desincompatibilização de cargos executivos deve ser feita até seis meses antes do pleito, e a data limite é 4 de abril. O vice-presidente evitou antecipar seu futuro político e continuará exercendo a vice-presidência enquanto as tratativas eleitorais se definem.

“Olha, Datena, vice-presidente não precisa deixar a vice-presidência, você continua na vice-presidência. Agora, ministério, para qualquer cargo que você for disputar, você tem que se afastar. Então, no dia 2 de abril, cumprindo rigorosamente a lei, nós vamos nos afastar”, garantiu.

A informação já havia sido antecipada a jornalistas na semana passada, durante uma coletiva de imprensa no MDIC, para anunciar os resultados da balança comercial.

Guerra no Irã

Alckmin também comentou os efeitos econômicos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, e previu que o Brasil não deverá ser tão atingido pelo fato de depender mais do comércio internacional com China, União Europeia, Argentina e os próprios EUA, zonas distantes do conflito.

“Todos os países saem prejudicados, mas o Brasil é o menos prejudicado, porque nossos grandes compradores, parceiros comerciais são China, União Europeia, Argentina, Estados Unidos. Agora, já encareceu o petróleo, então claro que afeta gasolina e diesel”, disse.

Eleições

Sobre eleições, Alckmin afirmou que, no mundo inteiro, o cenário eleitoral está marcado pela polarização. Mesmo assim, ele se disse otimista com a percepção da sociedade sobre o bom momento econômico do país.

“No mundo inteiro, você tem eleições bastante polarizadas. Eleição é comparação, você faz uma comparação. Não tem eleição fácil, mas acredito que as coisas tendem a melhorar”, afirmou.

“O desemprego é o menor da série histórica e a inflação é 4,2%, a menor também. Então, você tem um ganho de renda da população. Salário mínimo com ganho real. Vamos lembrar que 60% dos aposentados e pensionistas vivem com um salário mínimo no Brasil”, acrescentou.

PEC da Segurança

Ao ser questionado por Datena sobre os desafios do combate ao crime no país, Alckmin destacou a aprovação recente da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, aprovada na semana passada pela Câmara dos Deputados, e que agora está em análise no Senado.

A proposta original foi apresentada pelo governo e cria o Sistema Único de Segurança Pública, uma tentativa de melhorar a integração entre as forças de segurança no país.

Para o vice-presidente, um dos destaques da proposta é o fortalecimento das polícias municipais.  

“Essa PEC dá mais espaço para a ação local. Não vai trocar as polícias, mas vai trazer mais um. A mudança da PEC dando mais poder à polícia municipal vai fazer a diferença, porque você está muito mais próximo da população local”.

A proposta aprovada pelos deputados também atribui de forma expressa à Polícia Federal o combate a crimes cometidos por organizações e milícias privadas com repercussão interestadual ou internacional.

A Polícia Rodoviária Federal mantém o mesmo nome, mas vai cuidar também das ferrovias e hidrovias federais.

Alckmin também defendeu aumento de pena contra o crime organizado e a necessidade de prisão dos cabeças do crime.

Fonte: Agência Brasil

Contra violência e por reforma agrária, mulheres do MST ocupam terras

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Em defesa de uma reforma agrária popular e contra a violência de gênero, mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupam, desde o último dia 8, latifúndios em sete estados: Rio Grande do Sul, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Pernambuco, Piauí e Tocantins.

A ação faz parte da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres do MST. De acordo com o movimento, as nove propriedades ocupadas são latifúndios onde ocorreram crimes como prática do trabalho escravo, grilagem de terras ou devastação ambiental.

“A jornada tem expressado aquilo que pode ser as mulheres organizadas enfrentando os crimes do latifúndio e também enfrentando essa escalada de violência contra as mulheres, legitimada muito por esse discurso conservador e pelo avanço da extrema direita em nossa sociedade”, destacou Ayala Ferreira, da coordenação nacional do MST.

Além das ocupações, a jornada também tem feito marchas, bloqueios de estradas e atos pedindo reforma agrária e o fim das violências. As ações ocorreram em 13 estados e 23 municípios.

“Nós estamos, nesse exato momento, em processos de ocupação de latifúndios, de bloqueio de rodovias, de marchas, em processos de diálogos e de formação com outras companheiras e companheiras de outros movimentos urbanos e também rurais, tentando expressar o que pode ser a capacidade de organizar e de resistir das mulheres da classe trabalhadora”, acrescentou Ferreira.

Fonte: Agência Brasil

Cármen Lúcia critica falta de espaços de poder para mulheres

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A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, defendeu nesta terça-feira (10) maior participação feminina nos espaços de poder da sociedade.

Durante a abertura da sessão do TSE, a ministra fez alusão ao Dia Internacional das Mulheres Juízas, celebrado hoje.

Cármen Lúcia disse que as mulheres são excluídas dos espaços de poder por não participarem de “clubes de charutos”.

“Como nós não participamos dos chamados clubes de charutos, nós temos mais dificuldade de ocupação de um cargo, na hora em que se tem uma promoção. Por conta até desses encontros entre os homens, que têm disponibilidade muito maior para se divertirem”, afirmou.

Violência

A ministra também pediu reflexão sobre o cenário de violência no país e disse que as mulheres vivem situações de muita “crueldade e perversidade”.

“Quando se bate, ameaça, mata uma mulher, cada uma de nós é igualmente açoitada e violentada, principalmente ferida em nossos direitos”, completou. 

Fonte: Agência Brasil

Resistência do Irã pressiona Estados Unidos a encerrarem guerra

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A capacidade de resistência da República Islâmica do Irã e as retaliações contra aliados dos Estados Unidos (EUA) no Golfo Pérsico, assim como os impactos sobre o comércio do petróleo, estão pressionando a Casa Branca a encerrar o conflito sem alcançar o objetivo de “mudança de regime” em Teerã. Essa é avaliação de especialistas consultados pela Agência Brasil. 

O cientista político e especialista em geopolítica Ali Ramos destacou que o Irã conseguiu afetar o sistema de radares dos EUA no Oriente Médio e impôs perdas importantes à cadeia do petróleo global

“Os EUA não têm como derrubar o governo iraniano sem invasão terrestre, o que traria baixas gigantescas. A topografia do Irã inviabiliza qualquer ação rápida. Os EUA simplesmente entraram num atoleiro e Trump não sabe como sair”, avalia o especialista em defesa e estudos sobre a Ásia.

Os radares dos EUA no Oriente Médio afetados por Teerã eram responsáveis pela interceptação dos mísseis iranianos. Há relatos de radares atingidos no Kuwait, Catar, Arábia Saudita, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, segundo análise de imagens de satélites e vídeos do jornal New York Times.

“Toda essa cobertura satelital e de radar faz com que os EUA tenham olhos no terreno. Com isso degradado, as baixas aumentam, o tempo do alerta [contra mísseis do Irã] em Israel diminui. Por isso, agora tem vídeo de mísseis entrando toda hora em Israel, que os interceptadores não conseguem mais barrar”, completou.

Aliados de Washington no Golfo passaram a pedir o fim do conflito, como o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed al-Ansari.

“Chegar rapidamente à mesa de negociações e suspender os ataques serviria aos interesses dos povos da região, bem como à paz e segurança internacionais, além de fortalecer a estabilidade econômica global”, disse al-Ansari, de acordo coma  Al Jazzera, um veículo de comunicação árabe.

Sem troca de regime

O professor de relações internacionais do Ibmec São Paulo (SP) Alexandre Pires ponderou à Agência Brasil que os EUA esperavam conseguir uma troca de regime rápida por meio do assassinato do líder Supremo Ali Khamenei.

“O Irã tem apresentado uma resiliência muito mais forte do que se esperava. Inclusive, escolhendo uma liderança suprema sem nenhum tipo de negociação, e que dá um sinal de que o regime vai continuar na mesma linha que já seguia com o Khamenei”, comentou. 

Pires acrescentou que a pressão sobre os mercados do petróleo, que levou o presidente estadunidense Donald Trump a relaxar as sanções contra a Rússia para aliviar os preços no mercado global, tem preocupado os aliados de Trump no mundo e internamente, com o preço do combustível aumentando nos EUA.

“Ainda que tenha sido dito no início que duraria quatro, cinco semanas, obviamente que esse não era o tempo que os EUA queriam. Isso vai fazendo com que os EUA mudem talvez o foco atual de uma guerra completa, de ter que ficar o tempo necessário até você ter uma troca das lideranças”, completou.

Donald Trump disse nesta terca-feira, em entrevista à Fox News, que não ficou feliz com a escolha do novo líder Supremo so Irã, mas que “é possível” que venha a negociar com Teerã.

Israel

Para o especialista do Ibmec SP Alexandre Pires, Israel deve resistir a encerrar o conflito uma vez que quer aproveitar o máximo para enfraquecer o Irã.

“Há um certo sinal de divisão nos dois aliados. Isso não foi tornado público, mas há um sinal de falas contraditórias de um lado e de outro”, disse.  

Para Pires, o Irã conseguiu afetar a cadeia do petróleo ao bloquear o canal comercial do Golfo Pérsico, Estreito de Ormuz e Golfo de Oman.  

“Isso faz com que tentem forçar um recuo ou uma negociação americana-israelense em razão da pressão feita pela comunidade internacional sobre Israel e EUA com relação à cadeia energética mundial”, completou.

Em entrevista nesta terça-feira (10), o ministro das relações exteriores de Israel, Gideon Saar, disse que o país não quer uma guerra sem fim.

“Consultaremos nossos amigos americanos quando acharmos que é o momento certo para isso. Não estamos buscando uma guerra sem fim”, disse Saar a repórteres em Jerusalém, segundo noticiou o jornal israelense The Times of Israel.

Repercussões regionais

Uma das dificuldades para encerrar a guerra, na avaliação do cientista político Ali Ramos, é que a manutenção do regime no Irã representaria uma derrota para Casa Branca.  

“O Irã vai ser o primeiro país da história que atacou tantas bases dos EUA ao mesmo tempo e sobreviveu. É por isso o desespero do Trump. Os países da região não vão mais confiar nos EUA no médio e longo prazo enquanto garantidor da sua segurança”, disse.

Ramos argumenta que a guerra contra o Irã deve modificar a arquitetura de poder e segurança do Oriente Médio ao mostrar que as bases dos EUA na região não poderiam defender os países aliados da Casa Branca.  

“Isso já estava acontecendo, os Emirados Árabes Unidos já firmaram um pacto de defesa com a Índia, a Arábia Saudita com o Paquistão”, completou.

Fonte: Agência Brasil

Governo do DF sanciona lei para socorrer BRB com imóveis públicos

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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, sancionou nesta terça-feira (10) a lei que autoriza o governo distrital a adotar medidas, como a venda de imóveis públicos, para reforçar o capital do Banco de Brasília (BRB). A decisão foi publicada em edição extraordinária do Diário Oficial do DF.

A nova legislação permite que o Governo do Distrito Federal, acionista controlador da instituição, realize operações financeiras e mobilize ativos públicos para apoiar o banco diante de pressões de liquidez e da crise de confiança relacionada a negócios com o Banco Master.

Entre as medidas autorizadas está a possibilidade de contratar empréstimos emergenciais de até R$ 6,6 bilhões, incluindo operações com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) ou com outras instituições financeiras.

Capitalização

O texto permite ao governo utilizar até nove imóveis públicos como garantia ou lastro para operações financeiras destinadas a reforçar o caixa do BRB. Os ativos também poderão compor estruturas como fundos imobiliários para monetização no mercado.

Entre as áreas listadas está uma região de cerca de 716 hectares na Serrinha do Paranoá, um dos mananciais da capital federal, além de imóveis ocupados por empresas públicas no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA).

Vetos

Durante a sanção, Ibaneis vetou três dispositivos incluídos durante a tramitação do projeto na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Um dos trechos previa garantir ao Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF), acionista minoritário do banco, participação mínima de 20% no processo de capitalização.

Também foram vetadas regras que exigiam a publicação trimestral de relatórios sobre os imóveis envolvidos nas operações e a apresentação de um plano formal de retorno financeiro ao Distrito Federal.

Críticas

A proposta foi aprovada na CLDF por 14 votos favoráveis e 10 contrários após debates entre parlamentares. Deputados da oposição classificaram o projeto como um possível “cheque em branco” ao governo, argumentando que faltaram informações detalhadas sobre os riscos ao patrimônio público.

Há também preocupação de que imóveis do Distrito Federal possam ser transferidos ao banco e posteriormente negociados no mercado por meio de fundos imobiliários. A lei foi aprovada apesar de recomendação contrária dos técnicos da Câmara Legislativa.

Investigação

O BRB tenta conter a crise de confiança após operações envolvendo o Banco Master. A Polícia Federal investiga suspeitas de fraude na compra de cerca de R$ 12,2 bilhões em créditos da instituição ligada ao empresário Daniel Vorcaro.

Na segunda-feira (9), o banco anunciou ainda uma proposta de aumento de capital de até R$ 8,86 bilhões. Segundo a instituição, a medida busca fortalecer o patrimônio de referência, manter o índice de Basileia (um dos principais indicadores de solidez de uma instituição financeira) em níveis considerados prudenciais e ampliar a capacidade de absorção de perdas.

Fonte: Agência Brasil

Regulamentação de trabalho por aplicativo deve ser votada em abril

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O projeto de lei complementar que regulamenta o trabalho de entregadores e motoristas por aplicativos pode ser votado no plenário da Câmara dos Deputados até o início de abril.

A previsão foi dada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, nesta terça-feira (10), após reunião na residência oficial da Presidência da Câmara.

Motta disse que o objetivo principal é construir uma legislação equilibrada que proteja os autônomos e garanta o funcionamento das plataformas. 

“Que consigamos entregar ao país uma condição de estes trabalhadores terem as suas garantias, terem condições mais dignas de trabalho e que isso não venha incidir no aumento do custo para os consumidores”, explicou. 

Atualmente, no Brasil, o governo federal estima que existem aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores de plataformas digitais como Uber, 99 Táxi, IFood e InDrive.

Taxa básica

O impasse na tramitação do PLP está em relação ao pagamento da taxa básica do serviço e do adicional pela distância percorrida para o transporte de passageiros e para a entrega de bens.

O governo federal entende que o valor mínimo do serviço deve ser de R$ 10, somado a R$ 2,50 por quilômetro rodado.

O relator da matéria na Comissão Especial da Câmara, deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE), confirma que este é o único ponto de divergência na regulamentação do trabalho de entregadores por aplicativo. 

“R$10, em São Paulo, no Rio ou em Brasília não é igual a R$10 no interior de Pernambuco, onde o ticket de um lanche é muito inferior ao daqui. Isso pode inviabilizar esse serviço na ponta”, avaliou.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, disse que irá buscar o diálogo para tentar incorporar o valor ao relatório final da comissão especial da Câmara.

“Para o governo existem pontos que são muito caros. Um deles, que é uma demanda dos entregadores de aplicativos, dos motoqueiros, é uma taxa mínima de R$ 10, com adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado. Se não for, o governo pretende apresentar como uma emenda [ao texto na votação].

Boulos enfatiza a necessidade urgente de regulamentação da questão. “Do jeito que está só interessa às grandes plataformas e não aos trabalhadores. Hoje, você pega o motorista de Uber, a plataforma fica com 50% de taxa de retenção, isso não é razoável”, disse.

Consenso para motoristas

Segundo Coutinho, durante a reunião houve o entendimento entre as partes de que não haverá valor mínimo da corrida para os motoristas de aplicativos. 

“Porque 25% das corridas no Brasil são cobradas menos de R$ 8,50. Na nossa proposta, já entendemos que isso é uma matéria que podia ser retirada do texto e ficaria somente o problema com os entregadores”, explicou o relator.

Segurança mínima

Na visão do relator, o projeto traz avanços para o trabalhador do ponto de vista previdenciário, pois o projeto não isentará os profissionais autônomos da contribuição mensal à Previdência Social. “Não existe no Brasil nenhum trabalhador que pague a Previdência para ter o agasalho social pelo quanto eles [motoristas e entregadores por aplicativo] vão pagar”, disse o parlamentar.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reconheceu que o projeto de lei, de fato, representa uma segurança mínima e que poderá ser atualizado a cada ano para mudar a realidade atual de ausência total de direitos.

“O pior dos mundos é a situação em que estamos. Esse é o pior dos mundos para o empregador e para o motorista. [É preciso] ter uma lei que estabeleça uma segurança mínima para, a partir daí, os trabalhadores, o próprio Parlamento, o governo procurarem reavaliar, avançar mais à frente para ver se está adequada ou se precisa de aperfeiçoamento”, avalia o ministro. 

Andamento

O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que as negociações estão em andamento para a elaboração de uma proposta final do relatório que será apresentado na Comissão Especial para ser aprovado, seguindo para votação do texto ao plenário.

O relator Augusto Coutinho adiantou que a Comissão Especial, presidida pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), deve se reunir nesta quarta-feira (11) com representantes do Executivo e do Legislativo para tratar do tema e tentar chegar a um entendimento.

 

*colaborou Priscilla Mazenotti, repórter da Rádio Nacional

Fonte: Agência Brasil