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Congo vence de virada e segue na Copa, assim como Colômbia e Portugal

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Estreante em Copas do Mundo, a República Democrática do Congo arrancou a classificação à segunda fase da Copa do Mundo na noite deste sábado (27) com vitória de virada emocionante sobre o Uzbequistão, por 3 a 1, em Atlanta (Estados Unidos), pelo Grupo K. Atrás no placar durante todo o primeiro tempo – Shomurodoy marcou aos nove minutos para os uzbeques -, a seleção congolesa arrematou a vaga no mata-mata com dois gols de Wissa (ao 22 minutos e aos 45) e Mayele, aos 32 da etapa final.

Com o triunfo, os Leopardos – apelido da seleção africana – chegaram a quatro pontos e avançaram à segunda fase entre as melhores equipes terceiras colocadas do Mundial. Na próxima fase a RD Congo terá a Inglaterra pela frente.

Colômbia e Portugal avançaram em primeiro e segundo lugares na chave. As equipes travaram um embate acirrado durante os 90 minutos, em duelo disputado em Miami, que terminou empatado sem gols. Líder da chave, com sete pontos, a Colômbia enfrentará Gana no mata-mata. Já Portugal, vice-líder com cinco pontos, medirá forças contra a Croácia.

Portugal 0 x 0 Colômbia

No início do primeiro tempo, os sul-americanos pressionaram no ataque, e quase abriram o placar com Córdoba, aos 16 minutos, e Rúben dias, aos 21. Após a pausa para hidratação, os portugueses se recuperaram e por pouco não saem na frente após um chute à queima roupa de Bruno Fernande, defendido pelo Camilo Vargas.

O segundo tempo foi ainda mais intenso. Aos 14 minutos, Félix recebeu passe de Dalot, avançou pela esquerda e rolou para Cristiane Ronaldo acertar um belo chute cruzado no fundo da rede. Seria gol de Portugal, mas ao árbitro deu impedimento. Na sequência, a Colômbia também perdeu um ótima chance de abrir o placar, após Árias avançar pela direita e cruzar na medida para Richard Ríos chutar de primeira, mas passou fora do gol. A Colômbia segui insistindo: aos 21 minutos, Puerta chutou forte da entrada da área e passou rente à trave. O gol colombiano chegou a sair já nos acréscimos, aos 47 minutos. Após cobrança de escanteio, Quintero cruzou para o zagueiro Davinson Sánches cabecear para o fundo da rede. No entanto, após checagem do VAR, o árbitro anulou o gol devido a impedimento do defensor.



Fonte: Agência Brasil

Alemanha e Dinamarca registram temperaturas recordes

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 Da Escandinávia aos Alpes, os europeus enfrentam calor sufocante neste sábado (27), à medida que uma onda de calor ligada a dezenas de mortes se espalha para o leste, com temperaturas recordes ultrapassando os 40 graus Celsius em alguns locais.

A Dinamarca registrou a temperatura mais alta de todos os tempos, depois que Reino Unido, França, Suíça e Alemanha já haviam enfrentado calor recorde em junho e o sistema climático começou a se deslocar em direção à Polônia.

Cientistas afirmam que a onda de calor teria sido praticamente impossível sem as mudanças climáticas causadas pelo homem, que tornaram as temperaturas noturnas desta semana 100 vezes mais prováveis do que seriam há apenas duas décadas.

“A onda de calor atingirá seu pico no fim de semana, com temperaturas bem acima de 40°C em algumas partes da Alemanha”, disse Karsten Brandt, meteorologista do site de previsão do tempo Donnerwetter.de.

Na sexta-feira, um novo recorde alemão de 41,3 °C foi registrado perto da cidade de Saarbrücken, na fronteira com a França, informou o Serviço Nacional de Meteorologia da Alemanha, citando dados preliminares.

Enquanto isso, o Instituto Meteorológico Dinamarquês registrou 37°C ao norte da cidade de Aarhus neste sábado, a temperatura mais alta já registrada desde o início das medições, em 1874.

Economia de água

O serviço emitiu hoje alertas de calor extremo para quase toda a Alemanha, enquanto as autoridades pediam à população que economizasse água.

Segundo o serviço, eram esperadas temperaturas de 36°C em todo o país, com possibilidades de máximas locais de 42°C. As temperaturas subiram bem acima de 30°C em quase toda a Polônia.

Na França, dezenas de pessoas, tanto jovens quanto idosas, morreram durante a onda de calor. Temperaturas acima de 40°C interromperam o tráfego ferroviário e a geração de energia, provocaram proibições ao consumo de álcool, suspenderam as aulas e adiaram eventos ao ar livre.

O Ministério da Saúde da Itália emitiu alerta vermelho para a onda de calor em 18 cidades, incluindo Milão, Roma, Turim, Veneza, Gênova, Florença e Bolonha, para sábado e domingo, com previsão de que as temperaturas cheguem a 39°C.

Sexta-feira foi a noite mais quente de junho já registrada em Bolzano, nos Alpes italianos, com temperaturas noturnas que não caíram abaixo de 25,4°C, informou o meteorologista da cidade, Dieter Peterlin, no X.

O gabinete do primeiro-ministro francês informou que, embora a onda de calor esteja passando, a pressão sobre o sistema de saúde persistirá e as hospitalizações permanecerão elevadas por vários dias.

Os relatos de incêndios florestais na França aumentaram em comparação com o mesmo período do ano passado devido à onda de calor, afirmam autoridades.

Tráfego ferroviário

Enfrentando a perspectiva de danos à infraestrutura, incluindo estradas deformadas e trilhos de trem dilatados, algumas das principais operadoras ferroviárias têm buscado reduzir o tráfego.

A operadora ferroviária nacional alemã, Deutsche Bahn, permitiu que os clientes cancelassem viagens de longa distância até o início da próxima semana sem cobrança, para aliviar a pressão sobre sua rede.

Outra operadora, a National Express, informou que suspenderia alguns trens na tarde deste sábado na Renânia do Norte-Vestfália, o estado mais populoso da Alemanha, como medida de precaução.

Perto de Hamburgo, a faixa principal de tráfego de uma das rodovias mais movimentadas do país, foi parcialmente fechada depois que o calor causou rachaduras no asfalto, informaram as autoridades.

*(Reportagem adicional de Karol Badohal, Emma Farge, Elizabeth Pineau e Makini Brice; texto de Dave Graham)

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

Fonte: Agência Brasil

Paixão pelo futebol expõe população à publicidade de bets, alerta Idec

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Na Copa do Mundo, a paixão pelo futebol pode se tornar uma poderosa ferramenta de manipulação a serviço das empresas de apostas online, as chamadas bets. O alerta é do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).

“Eventos esportivos de grande mobilização emocional tendem a ampliar significativamente a exposição da população à publicidade de bets, atingindo não apenas apostadores habituais, mas também consumidores ocasionais e pessoas em situação de vulnerabilidade”, afirma o Idec.

O Instituto fez o alerta após a divulgação recente dos resultados de uma pesquisa realizada pela Softswiss, empresa multinacional fornecedora de tecnologias para plataformas de jogos online, sediada em Malta.

Segundo a pesquisa, a Copa deste ano pode incrementar em pelo menos 50% o volume global de apostas esportivas, em comparação com a edição anterior do evento, em 2022.

Ainda de acordo com a Softswiss, financeiramente, isto significa que as apostas esportivas que há quatro anos movimentaram cerca de US$ 35 bilhões têm agora o potencial para movimentar cerca de US$ 52 bilhões.

“Os principais motores desse crescimento são o formato ampliado do torneio, o avanço contínuo dos mercados regulamentados de apostas, as melhorias na experiência de apostas móveis e a capacidade única da Copa do Mundo de atrair apostadores frequentes e ocasionais em todo o mundo”, apontou, em nota, o diretor de Operações da Softswiss, Alexander Kamenetsky.

A Federação Internacional de Futebol (Fifa) ampliou o formato do campeonato na edição de 2026, passando de 32 equipes, em 2022, para 48; e de 64 partidas para 104, neste ano. 

Segundo estimativas do setor, os apostadores brasileiros podem responder por aproximadamente 10% do volume global de apostas. Essa participação pode aumentar caso a seleção chegue às fases decisivas da competição.

Placar

O Placar das Bets é uma plataforma de monitoramento do mercado de apostas criado pela empresa de análise de dados Klavi, que utiliza dados públicos do sistema financeiro (Open Finance). Os dados do placar reforçam a expectativa de que, mantido o ritmo atual, os brasileiros gastarão mais com apostas nesta Copa.

Desde o dia 9 junho (dois dias antes da abertura oficial da Copa), os brasileiros já gastaram cerca de R$ 530,21 milhões em casas de apostas.

O Placar das Bets não disponibiliza informações sobre as apostas na Copa de 2022, mas revela que, até o início do evento deste ano, cada apostador brasileiro gastava, em média, R$ 188. Nesta quinta-feira (25), este valor chegou a R$ 242.

Preocupação

Para o Idec, longe de ser uma notícia positiva, a expectativa de crescimento das apostas esportivas reforça as preocupações com os impactos negativos da expansão das bets no Brasil, legalizadas em 2018 e regulamentadas em 2023

“Essa prática é altamente nociva às pessoas consumidoras e causa impactos sociais e de saúde pública”, alertou o instituto, defendendo que o Supremo Tribunal Federal (STF) deveria declarar inconstitucionais as leis que permitiram os jogos e apostas online.

“Enquanto isso não ocorre, o Idec entende que as regras atuais para publicidade de apostas esportivas são insuficientes para proteger adequadamente a população consumidora. O que se observa hoje é uma naturalização crescente das apostas, impulsionada por campanhas massivas e pela atuação de influenciadores digitais, atletas, clubes e plataformas que apresentam o jogo como entretenimento simples, divertido e potencialmente lucrativo”, acrescentou o Idec, manifestando preocupação com a banalização dos riscos econômicos e psicológicos da prática.

“O discurso publicitário frequentemente minimiza efeitos concretos já identificados no Brasil, como superendividamento, perda de renda, comprometimento do mínimo existencial e impactos relevantes à saúde mental.”

Ilusão

Doutor em finanças e em educação e professor da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Ahmed El Khatib concorda com a tese de que a ligação emocional com o futebol, bem como com outros esportes e disputas, está sendo instrumentalizada para incentivar as pessoas a apostarem.

“Cada partida gera centenas de combinações distintas: do resultado final ao número de cartões, escanteios, faltas e expulsões. Tudo gera apostas. O que multiplica exponencialmente o volume de dinheiro movimentado. Então, é claro que torneios como a Copa são um grande negócio para as casas de apostas.”

“Sob a ótica comportamental, estes grandes eventos esportivos despertam muitas emoções. Algumas pessoas que normalmente não apostam, acabam fazendo isso por influência de fatores comportamentais. Além disso, com a evolução tecnológica, a pessoa consegue apostar de onde e quando quiser, usando um telefone celular.”

Segundo o professor, o maior desejo de apostar durante eventos de grande projeção é amplamente conhecido no meio acadêmico – que há tempos estuda a forma como a cobertura da mídia e as grandes campanhas publicitárias contribuem para criar uma excitação coletiva que pode reduzir os freios racionais e deixar os torcedores mais vulneráveis ao que a psicologia classifica como ilusão de controle.

“As pessoas acham que conhecem muito bem os jogadores e as equipes; acham que são capazes de antecipar todas as variáveis de uma partida e superestimam suas capacidades de prever os resultados”, explicou El Khatib.

“A questão é que, como o próprio nome diz, trata-se de um jogo de azar, e não de sorte”, acrescentou o professor, citando o endividamento e a transferência de recursos que antes iam para outros setores da economia.

Neste sentido, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) sustenta que, de janeiro de 2023 a março de 2023, a inadimplência dos consumidores atribuída a gastos com jogos e apostas retirarou R$ 143 bilhões do comércio varejista.

“Diferentemente do consumo tradicional, boa parte desse dinheiro [captado pelas bets] não financia bens de produção ou serviços. Em grande medida, é uma redistribuição de riqueza entre apostadores. Os perdedores bancam os ganhadores”, apontou El Khatib.

Ele pondera que o setor representa uma nova fonte de recursos tributários e pode beneficiar o setor financeiro e as empresas de infraestrutura tecnológica e de mídia, demandando destes novos serviços e soluções.

Além disso, o professor lembra que as bets favorecem modalidades esportivas de competição, já patrocinam clubes, campeonatos e veículos de mídia esportiva: “mais de 50% dos clubes de futebol brasileiro são, hoje, patrocinados por casas de apostas”.

Campanhas permanentes

Para o professor, a questão já não é mais proibir as apostas, mas sim “construir um ambiente regulado e responsável”, reduzindo os danos associados ao comportamento compulsivo, como já acontece em relação à venda de álcool e cigarro.

Para isso, ele propõe a realização de campanhas permanentes de educação financeira e de esclarecimento quanto aos mecanismos dos jogos de apostas. Outras sugestões incluem estipular limites para proteger os apostadores e regras mais rígidas para a publicidade, proibindo aquelas associadas a promessas de enriquecimento.

El Khatib também sugere obrigar as empresas de apostas a utilizar inteligência artificial para monitorar o comportamento dos apostadores, identificar os compulsivos e suspender o acesso automaticamente; além de criar grupos de apoio permanente a grupos vulneráveis.

“Também acho que as plataformas deveriam ser mais transparentes, sendo obrigadas a informar, por exemplo, a possibilidade real de ganhos em curto e médio prazos”, concluiu El Khatib destacando que a prevenção tende a ser mais eficaz e menos custosa em termos de saúde pública do que o tratamento das pessoas.

A Agência Brasil entrou em contato com a Associação de Bets e Fantasy Sport (Abfs), mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

 

Fonte: Agência Brasil

Inglaterra sobra no 2º tempo, vence Panamá e avança em 1º no Grupo L

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A Inglaterra bateu o Panamá por 2 a 0, com gols de Jude Belligham e Harry Kane no segundo tempo do terceiro e último jogo da fase de grupos no no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos). Os Três Leões – apelido da seleção britânica – se classificaram à segunda fase (mata-mata) do Mundial na liderança do Grupo L com sete pontos.  No mata-mata, os britânicos enfrentarão uma seleção terceira colocada (ainda não definida) e, pelo chaveamento, podem vir a enfrenar o Brasil nas quartas de final. Os Três Leões sonham com o bicampeonato mundial, após hiato de 60 anos.

Há um ano e meio sem marcar gols pela Inglaterra, coube ao camisa 10 Bellingham abrir o placar aos 16 minutos, após escanteio. inco minutos depois, o volante voltou a ser decisivo ao dar assistência para Kane cabecear para o fundo do gol. O camisa 9 chegou a 11 gols em Mundiais, tornando-se o maior artilheiro da Inglaterra. Kane superou  a marca anterior do Gary Lineker (10 gols). Em sua terceira participação em Mundiais, o jogador de 32 anos, capitão da seleçã britânica, balançou a rede duas vezes na vitória contra a Croácia (4 a 2), no jogo de estreia. Na segunda partida, contra Gana, terminou sem gols.

Comandada pelo técnico Thomas Tuchel, os ingleses ficaram sob tensão nos 15 minutos finais do primeiro tempo, quando a Croácia abriu o placar contra Gana, na outra partida da chave, disputada no mesmo horário, na Filadélfia. Com um chute rasteiro, de fora da área, o meio-campista Metar Sucic colocou a Croácia na frente do marcador.

Na segunda etapa, Gana chegou a empatar aos 28 minutos, com gol do zagueiro Luchassen. Antes do fim, Vlasic aproveitou escanteio cobrado por Modric para marcar de cabeça o gol da vitória e da classificação da Croácia, em segundo lugar da chave, com seis pontos.

Com quatro pontos, Gana também avançou à segunda fase, em terceiro lugar do Grupo L, ao somar quatro pontos. Pelo regulamento da competição, além do primeiro e segundo lugares de cada chave, também se classificam as oito melhores equipes terceiras colocadas na fase de grupos. O  Panamá somou três derrotas, mas marcou gol e deu adeus ao Mundial.



Fonte: Agência Brasil

Brasil faz penúltimo treino e viaja para o Texas onde enfrenta Japão

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A seleção brasileira já está a caminho do estado do Texas (Estados Unidos) onde disputará na próxima segunda-feira (29) o primeiro duelo mata-mata (16 avos de final) da Copa do Mundo. A delegação – com exceção do atacante Raphinha – embarcou às 15h45 (horário de Brasília) para Houston, onde deve chegar por volta das 20h45.

Na manhã deste sábado (28), o técnico italiano Carlo Ancelotti comandou o penúltimo treino da Amarelinha com o elenco completo no Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Nova Jersey. No treino da última sexta (26), Ancelotti poupou alguns titulares que entraram em campo na vitória por 3 a 0 contra a Colômbia na quarta (24). Ao invés de treinar em campo, Alisson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá e Matheus Cunha fizeram exercícios regenerativos.



Fonte: Agência Brasil

Brasil inicia operações de busca e resgate após terremoto na Venezuela

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Equipes brasileiras iniciaram neste sábado (27) a operação de busca e resgate na Venezuela após o terremoto que atingiu o país, em meio a um cenário de destruição e falta de serviços básicos. 

Coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), a missão humanitária integra uma força-tarefa internacional voltada à localização de sobreviventes. 

O Brasil enviou cerca de 10 toneladas de materiais e equipamentos, uma caminhonete, 37 bombeiros militares e quatro técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). 

As equipes estão instaladas em uma base improvisada na região de Los Corales, onde prestam apoio ao governo local. 

O Ministério da Integração informou que o primeiro dia de atuação foi dedicado à busca e salvamento de vítimas sob escombros

A operação utiliza sensores de movimento, aparelhos para detectar sinais de celulares de vítimas soterradas e seis cães farejadores. 

O governo brasileiro também prepara o envio de reforços, com uma Unidade Avançada de Trauma do Hospital de Campanha da Marinha do Brasil, e militares para operar a estrutura e purificadores de água. 

Segundo o diretor do Departamento de Preparação e Socorro da Sedec, Armin Braun, a situação no local é crítica. 

“Estamos em uma verdadeira corrida contra o tempo em um país devastado, sem água, sem energia, com muita gente na rua, fora de suas casas”, afirmou. 

Fonte: Agência Brasil

Dívida Pública sobe 2,66% em maio e supera R$ 9 trilhões

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A emissão forte de títulos vinculados à Taxa Selic (juros básicos da economia), fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em maio e superar a barreira dos R$ 9 trilhões. Segundo números divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 8,798 trilhões em abril para R$ 9,033 trilhões no mês passado, alta de 2,66%.

Em agosto do ano passado, o indicador havia superado a barreira de R$ 8 trilhões. Apesar da alta, a dívida pública está dentro do previsto. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado em janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 2,72%, passando de R$ 8,462 trilhões em abril para R$ 8,692 trilhões em maio. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 135,61 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis ligados à Selic. A alta foi reforçada pela apropriação de R$ 94,17 bilhões em juros.

Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14,25% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 166,23 bilhões em títulos da DPMFi, volume recorde para todos os meses desde o início da série histórica. O principal fator foi a substituição de títulos vinculados à Selic que venceram em março, mais o lançamento que atende à demanda dos investidores em maio.

Os resgates em maio somaram R$ 30,62 bilhões, baixo para os padrões do Tesouro Nacional. Isso porque tradicionalmente o segundo mês de cada trimestre concentra pouco vencimento de títulos.

A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 1,28%, passando de R$ 335,88 bilhões em abril para R$ 340,49 bilhões em maio. O principal fator foi a alta de 1,37% do dólar no mês passado.

Colchão

Após quedas nos últimos meses, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) subiu. Essa reserva passou de R$ 1,091 trilhão em abril para R$ 1,211 trilhão em maio, o maior nível desde novembro de 2025. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foram as emissões superiores aos resgates no mês passado.

Atualmente, o colchão cobre 9,14 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,804 trilhão em títulos federais.

Composição

Com a forte emissão de títulos vinculados à Selic, a composição da DPF variou da seguinte forma de abril para maio:

  • Títulos vinculados a Selic: 48,59% para 48,99%;
  • Títulos corrigidos pela inflação: 26,76% para 26,26%;
  • Títulos prefixados: 20,85% para 21%;
  • Títulos vinculados ao câmbio: 3,8% para 3,75%.
  • O PAF prevê que os títulos encerrarão o ano nos seguintes intervalos
  • Títulos vinculados a Selic: 46% a 50%;
  • Títulos corrigidos pela inflação: 23% a 27%;
  • Títulos prefixados: 21% a 25%;
  • Títulos vinculados ao câmbio: 3% a 7%.

Normalmente, os papéis prefixados (com taxas definidas no momento da emissão) indicam mais previsibilidade para a dívida pública, porque as taxas são definidas com antecedência. No entanto, em momentos de instabilidade no mercado financeiro, as emissões caem porque os investidores pedem juros muito altos, que comprometeria a administração da dívida do governo.

Em relação aos papéis vinculados à Selic (juros básicos da economia), esses títulos estão atraindo o interesse dos compradores por causa dos juros altos definidos pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). A dívida cambial é composta por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa.

Prazo

O prazo médio da DPF caiu de 4,12 para 4,07 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio em que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.

Detentores

A composição dos detentores da Dívida Pública Federal interna ficou a seguinte:

  • Instituições financeiras: 31,54% do estoque;
  • Fundos de pensão: 22,92%;
  • Fundos de investimentos: 21,74%;
  • Não-residentes (estrangeiros): 10,14%
  • Demais grupos: 13,67%.

Com a maior tensão no mercado financeiro em maio, com a guerra no Oriente Médio, a participação dos não residentes (estrangeiros) caiu em relação a abril, quando estava em 10,38%. Quanto maior a fatia de estrangeiros na dívida interna, maior a confiança no Brasil.

Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).

Fonte: Agência Brasil

Arquivos da Justiça guardam muitas histórias envolvendo o futebol

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O Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) guarda em seus arquivos várias histórias que fizeram parte de processos envolvendo, por exemplo, o furto da Taça Jules Rimet, da antiga sede da Confederação Brasileira de Futebol, (CBF), na Rua da Alfândega, centro do Rio. Há também disputas que envolveram o álbum de figurinhas dos tricampeões do mundo, na Copa de 1970, além do sequestro do pai do jogador Romário.

“Temos algumas raridades no nosso acervo, e em tempos de Copa do Mundo, podemos dizer que guardamos uma coleção de processos envolvendo a competição e jogadores que marcaram a nossa história”, afirmou o diretor da Divisão de Gestão de Documentos, Gilberto de Souza Cardoso.

Entre os destaques está o processo sobre o furto da Taça Jules Rimet, entregue em definitivo ao Brasil após os títulos mundiais de 1958, 1962 e 1970. O troféu foi furtado em dezembro de 1983, da sede da CBF, no centro do Rio e uma das curiosidades envolvendo o processo da Taça foi justamente a localização dentro do acervo.

Segundo Gilberto, o documento, que reúne toda a trajetória do caso, da investigação à condenação dos envolvidos, permaneceu por muito tempo sem identificação precisa, mantendo, de certa forma, a tradição do azar que marcou a trajetória da taça.  

“Os autos mostram não apenas o crime, mas também a relação afetiva dos brasileiros com a Copa do Mundo”.  Para o diretor, a preservação desses documentos permite resgatar histórias que ajudam a compreender diferentes momentos do país. “São registros que revelam a trajetória do futebol, das mulheres, da escravidão e de tantos outros temas. Histórias vivas que só os processos judiciais conseguem contar.”

Memória das Copas

Outro processo de destaque envolve o álbum de figurinhas “Heróis do Tri”, lançado em 1988 em homenagem às conquistas brasileiras nas copas de 1958, 1962 e 1970. Produzido sem autorização dos atletas retratados, o álbum motivou ações judiciais movidas por ex-jogadores como Jairzinho, Carlos Alberto, Altair, Amarildo, José Ferreira Franco, Moacir, e Joel contra a CBF e a Editora Abril por uso indevido de imagem. 

“Trata-se de um dos processos mais icônicos do nosso acervo, tanto pela relevância histórica quanto jurídica”, afirma a chefe de serviço Marileia Salazar. Segundo ela, as ações contribuíram para fortalecer a proteção ao direito de imagem dos atletas e influenciaram a evolução da legislação esportiva brasileira, consolidada anos depois pela Lei Pelé (Lei nº9.615/1998) “Isso é história. Esses processos ajudaram a garantir aos jogadores o direito sobre a própria imagem.”

O acervo também guarda o processo movido por Zico contra Romário, em 1999, após declarações e caricaturas consideradas ofensivas exibidas pelo ex-atacante em seu estabelecimento comercial. A ação por danos morais foi julgada procedente em favor de Zico e gerou outros desdobramentos judiciais, como explica a historiadora e auxiliar de documentação do Diged, Tainara Weber.

“Como torcedora do Internacional e amante do futebol, é muito gratificante trabalhar com registros que ajudam a dar visibilidade e preservar a memória das copas e de seus protagonistas. Eles mostram como os arquivos contribuem para compreender a relação entre o esporte e a sociedade brasileira e uma forma de aproximar o público de sua própria história e da Justiça.”

Entre os casos de maior repercussão está ainda o processo relacionado ao sequestro do pai de Romário, ocorrido em 1994, às vésperas do tetracampeonato mundial. A comoção nacional provocada pelo episódio mobilizou forças de segurança e ganhou ampla cobertura da imprensa. “Esses documentos retratam a nossa história. É isso que torna esse acervo tão importante e interessante”, esclarece Gilberto.

Nos autos judiciais estão registradas informações que ajudam a compreender os personagens, as transformações nas carreiras dos atletas e os contextos históricos do futebol e das copas em cada época.

O sequestro de Edevair de Souza Faria, pai do jogador Romário, ocorreu em 2 de maio de 1994, na Vila da Penha, zona norte do Rio. Os criminosos exigiram um resgate de US$ 7 milhões. A vítima foi libertada ilesa pela polícia após seis dias de cativeiro, sem que nenhum valor fosse pago.

O desfecho do caso teve bastidores tensos que quase mudaram o rumo da seleção brasileira às vésperas da Copa do Mundo dos Estados Unidos.

Três homens armados abordaram Seu Edevair enquanto ele saía do seu estabelecimento comercial, o bar “Garota do Quitungo”.

Na época, Romário jogava no FC Barcelona e era o principal jogador do Brasil. Ao saber do sequestro, ele ameaçou publicamente abandonar a seleção e não disputar o mundial caso seu pai não fosse solto, afirmando que a prioridade era sua família.

O caso ganhou comoção nacional. Além do forte aparato policial, a busca mobilizou até líderes do tráfico de drogas do Rio, que se empenharam em localizar a vítima por serem fãs do craque.

O cativeiro foi descoberto em uma casa em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A polícia invadiu o local, prendeu os vigias e resgatou o pai do jogador com vida e sem pagamento de resgate.

Com a soltura de Seu Edevair, Romário viajou para os Estados Unidos e foi um dos principais atletas no tetracampeonato mundial da seleção brasileira.

Fonte: Agência Brasil

Petroleiro é atingido em Ormuz em meio a ataques entre Irã e EUA

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Um navio-tanque informou ter sido atingido por um projétil no Estreito de Ormuz neste sábado (27), disse a agência de segurança marítima britânica, depois que os Estados Unidos e o Irã lançaram ataques mútuos na pior escalada desde que assinaram um acordo preliminar de paz.

Os lados em guerra acusaram um ao outro de violar o acordo alcançado há duas semanas para pôr fim ao conflito que já durava quatro meses. Washington afirmou ter atingido alvos iranianos durante a madrugada, enquanto o Irã declarou ter atacado alvos ligados às forças norte-americanas neste sábado, em resposta.

O ataque de hoje a um petroleiro no Estreito seguiu-se a outro contra um navio de carga na quinta-feira (25), que desencadeou a mais recente escalada. O Irã fez nova tentativa de afirmar seu controle sobre a rota de transporte de energia mais importante do mundo, que começou a ser reaberta nas últimas duas semanas após meses de interrupção.

A agência de segurança marítima britânica UKMTO informou que o petroleiro atingido sofreu danos na ponte de comando, com toda a tripulação em segurança. O Centro Conjunto de Informações Marítimas, administrado por uma coalizão de marinhas que protegem a navegação, afirmou ter elevado o nível de ameaça à segurança em decorrência dos recentes incidentes.

O Irã não comentou diretamente as notícias sobre ataques específicos a navios. Mas a televisão estatal iraniana informou que a Guarda Revolucionária havia disparado “tiros de advertência” contra embarcações não especificadas que tentavam passar por canais não aprovados pelo Irã, e que isso agora estava levando outros navios a solicitar autorizações iranianas antes de tentar atravessar o Estreito.

Anteriormente, o Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou ter lançado ataques “defensivos” contra alvos militares ligados aos EUA, enquanto o Barein, que abriga o quartel-general regional da Marinha dos EUA, relatou um ataque com drones iranianos. As Forças Armadas dos EUA não responderam imediatamente aos relatos.

Controle sobre Ormuz

O Irã acusou os Estados Unidos de não cumprirem o acordo provisório, em particular por não terem mantido o cessar-fogo prometido no Líbano, país que Israel — aliado dos EUA — invadiu em março em busca do grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã.

Israel e o Líbano concordaram repetidamente com cessar-fogos mediados pelos EUA, sendo que o mais recente foi anunciado na sexta-feira. Mas, até o momento, esses acordos tiveram apenas um impacto geral limitado. Israel insiste que não se retirará de uma faixa de território que ocupou, o Hezbollah rejeita repetidamente os apelos para que entregue suas armas e as tropas israelenses permanecem no local.

A televisão estatal libanesa noticiou um ataque com drone israelense neste sábado na região de Nabatiyeh, no sul, que tem sofrido ataques israelenses ao longo de todo o conflito. As Forças Armadas israelenses disseram ter atacado uma pessoa que representava uma ameaça às suas forças.

O líder do Hezbollah, Naim Qassem, rejeitou o acordo assinado no dia anterior entre Israel e o Líbano, classificando-o como uma rendição, e afirmou que ele era “nulo e sem efeito”.

Mohsen Rezaei, assessor do líder supremo do Irã, afirmou que Washington violou o memorando de entendimento que pôs fim à guerra ao apoiar o que ele chamou de “forças proxy” na região e ao criar tensões no Estreito de Ormuz.

“Violência será respondida com violência”

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, principal negociador do presidente Donald Trump no conflito, disse que os norte-americanos respeitaram o acordo de cessar-fogo e que o Irã seria o responsável por qualquer retomada do conflito que pudesse resultar de suas ações.

“O Irã assinou um acordo de cessar-fogo. Nós o honramos. Se eles tiverem divergências sobre como o memorando de entendimento está sendo aplicado, podem ligar para nós. Mas a violência será respondida com violência”, disse Vance no X.

Como tem sido comum ao longo da guerra, a escalada ocorreu no fim de semana, enquanto os mercados estão fechados, dando às partes dois dias para assumir posições rígidas e trocar tiros sem causar qualquer impacto imediato no preço do petróleo.

Anteriormente, incluindo os dois últimos fins de semana, declarações duras na sexta-feira e no sábado foram seguidas por posições mais conciliatórias de ambos os lados, a tempo da reabertura dos mercados na segunda-feira.

Antes da retomada da violência, os preços do petróleo caíram cerca de 3% na sexta-feira, caminhando para uma queda acentuada na semana.

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Fonte: Agência Brasil

Bandeira tarifária das contas de luz segue amarela em julho

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A bandeira tarifária permanecerá amarela em julho, informou hoje (26) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, será mantido o acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos nas contas de luz, no próximo mês, para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). 

Segundo a Aneel, a decisão foi tomada devido ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado.

“A manutenção da bandeira amarela, ativa desde abril, reflete condições menos favoráveis de geração no País, típicas do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado”, explicou a agência.

Bandeiras tarifárias

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda e traça uma previsão de custos a serem cobertos pelas bandeiras. 

Portanto, as cores são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 kWh consumidos.

Os valores cobrados são os seguintes: na bandeira amarela, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 por 100 kWh; na bandeira vermelha, no Patamar 1, a tarifa aumenta R$ 4,46 / 100 kWh

Já na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais caras e a tarifa sofre acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido

 


Fonte: Agência Brasil