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S&P mantém nota da dívida brasileira e não prevê mudanças

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A agência de classificação de risco S&P Global, antiga Standard & Poor’s, manteve a nota da dívida pública brasileira dois níveis abaixo do grau de investimento. A agência reafirmou a perspectiva estável da classificação, indicando que não pretende mudar a nota nos próximos meses.

O grau de investimento representa a garantia de que um país não corre o risco de dar calote na dívida pública.

Em comunicado, a S&P informou esperar um aumento na dívida líquida do governo em decorrência de déficits fiscais elevados. No entanto, a desaceleração da economia num cenário de juros elevados deve reduzir o déficit nas contas externas do país, compensando as preocupações fiscais.

“Nossa perspectiva estável equilibra a fraqueza do perfil fiscal do Brasil com os pontos fortes de sua política externa e monetária”, afirma a agência. As exportações de commodities (bens primários com cotação internacional), informou o comunicado, ajudarão a diminuir a necessidade de financiamentos externos.

Na avaliação da S&P, o arcabouço fiscal em vigor desde 2023 tem problemas para se sustentar no longo prazo. No entanto, as reformas necessárias para reequilibrar as contas públicas, segundo a agência, só serão feitas após as eleições presidenciais de 2026.

Para a agência, os principais problemas para as contas públicas são a estrutura rígida de gastos com expressivos volumes do Orçamento vinculados a gastos obrigatórios e os juros altos. Embora tenha mantido a perspectiva estável, a S&P advertiu que pode reduzir a nota da dívida pública brasileira nos próximos dois anos se não forem feitas reformas após 2026.

“Em nossa opinião, as políticas voltadas para a consolidação fiscal promoveriam um ambiente de taxas de juros mais baixas, contribuindo para o crescimento econômico”, destacou a S&P.

O Ministério da Fazenda não se manifestou sobre a manutenção da nota da dívida brasileira.

Histórico

Em dezembro de 2023, a S&P elevou a nota da dívida brasileira de três níveis para dois níveis abaixo do grau de investimento. Em 2018, a classificação estava três níveis abaixo do grau de investimento.

Em relação a outras agências de classificação de risco, em julho de 2023 a Fitch elevou a nota da dívida brasileira para dois níveis abaixo do nível do grau de investimento. A agência considera estável a perspectiva para a nota brasileira, sem a intenção de mudar a classificação nos próximos meses.

Na última sexta-feira (30), a agência de classificação de risco Moody’s reduziu a perspectiva da nota da dívida soberana brasileira de positiva para estável. Como a nota de crédito do Brasil está um nível abaixo do grau de investimento, a decisão eliminou a possibilidade de o país obter o selo de bom pagador até o fim do governo.

Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 51 milhões

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.872 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (05). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 51 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram:  08 – 23 – 32 – 34 – 35 – 57

  • 83 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 37.891,21 cada
  • 5.126 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 876,47 cada

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Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (07), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.


Fonte: Agência Brasil

Bolsonaro nega à PF contato com governo Trump para buscar sanções

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O ex-presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento nesta quinta-feira (5) à Polícia Federal (PF) e negou ter feito contato autoridades do governo dos Estados Unidos para promover sanções contra autoridades brasileiras, entre as quais, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Bolsonaro prestou depoimento no inquérito aberto para investigar a suposta atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para incitar o governo dos Estados Unidos a adotar medidas contra o ministro, que foi escolhido relator do caso por também atuar no comando das ações da trama golpista e no inquérito das fake news (notícias falsas). 

Para Moraes, Bolsonaro deve prestar esclarecimentos por ser “diretamente beneficiado” pelas ações do filho e ter declarado à imprensa que estava pagando as despesas deste no exterior.

Em março deste ano, Eduardo pediu licença de 122 dias do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos.

Durante o depoimento, o ex-presidente disse que não fez nenhum contato com autoridades norte-americanas para tratar de possíveis sanções.

Bolsonaro também disse que Eduardo tem atuação independente nos Estados Unidos e que não participa de seus atos.

“Que as ações realizadas por Eduardo Bolsonaro são independentes e realizadas por conta própria; que não auxilia ou determina a Eduardo Bolsonaro qualquer tipo de ação nos Estados Unidos”, diz trecho do depoimento. 

O ex-presidente também afirmou aos delegados que tomaram o depoimento que os “Estados Unidos não aplicariam sanções por lobby [pressão] de terceiros”.

Envio de recursos

Na mesma oitiva, Bolsonaro confirmou que enviou R$ 2 milhões para bancar as despesas de Eduardo nos Estados Unidos.

Segundo o ex-presidente, os valores foram repassados diretamente de sua conta bancária e têm origem em doações de Pix que foram feitas por seus apoiadores, em 2023. Na época, Bolsonaro recebeu R$ 17 milhões em transferências.

Defesa

Após a abertura do inquérito, Eduardo Bolsonaro considerou que o pedido de investigação é uma medida “injusta e desesperada”.

“Só configura aquilo que sempre falamos: o Brasil vive um regime de exceção, onde tudo no Judiciário depende de quem seja o cliente”, declarou. 

Fonte: Agência Brasil

“Sou estuprado todos os meses”: o grito de desespero de um pai ignorado pelo Estado e violentado pelo sistema de saúde

“Preciso manter vivo meu filho Lucas.” A frase ecoa como um grito surdo num país que virou as costas para seus próprios cidadãos. Um pai de família, trabalhador, com dois empregos – assim como a mãe de seu filho – pede socorro diante de um sistema que deveria protegê-lo, mas que se tornou seu algoz.

O Brasil vive uma silenciosa epidemia de negligência. E ela não está nos noticiários da grande mídia, tampouco nas pautas prioritárias do Congresso ou nas promessas dos gabinetes climatizados. Ela vive nas casas de milhões de brasileiros que, como este pai, enfrentam o colapso de um sistema de saúde privatizado, elitizado e imune à dor do povo.

Este homem, que prefere não ser identificado por medo de represálias, relata um cenário de horror: paga mais de R$ 5.000 por mês a um plano de saúde que prometia segurança, mas que oferece abuso. Seu filho, Lucas, é uma criança especial – autista e com paralisia cerebral – e necessita de acompanhamento médico contínuo, terapias e suporte especializado. Mas, na prática, o que recebe é o descaso.

“Sou estuprado todos os meses. Pago impostos, mas o hospital público não atende. Pago plano de saúde, mas os médicos se recusam a atender, exigem consultas particulares. Onde está o Estado? Onde está a justiça? Quem vai defender meu filho?”, desabafa.

O Lobby da Saúde: uma máquina que consome vidas

Este caso, infelizmente, não é isolado. A denúncia feita pelo pai escancara a impunidade dos planos de saúde, que reajustam mensalidades sem critério, impõem co-participações abusivas e deixam os mais vulneráveis sem alternativas.

Com um plano inicialmente cotado em R$ 1.600 mensais, o valor saltou repentinamente para R$ 2.000 e, no último mês, ultrapassou os R$ 5.000 reais, sem qualquer aviso ou justificativa plausível. Isso tudo em meio a um país onde o salário mínimo mal cobre as necessidades básicas de uma família.

“O Lobby da Saúde mata mais que a pandemia”, diz o pai. E ele não está errado. Enquanto órgãos reguladores fecham os olhos, enquanto a Justiça tarda ou falha, e enquanto políticos fazem vista grossa, milhões são arrastados para a miséria tentando salvar quem amam.

Silêncio institucional: cúmplice e criminoso

O mais estarrecedor, talvez, seja o silêncio. “Nem a polícia, nem os políticos, nem a ONU, nem a Globo… ninguém quer mexer com esse sistema”, denuncia. Uma sociedade inteira que assiste passivamente à destruição moral, emocional e financeira de seus cidadãos.

Vivemos num país onde ser pai de uma criança com deficiência é carregar uma cruz invisível. Um país onde a dor não mobiliza e onde a sobrevivência virou privilégio.

O preço da vida

Lucas não tem culpa. Ele é uma criança. E sua existência, como tantas outras, não pode ser medida por boletos ou por cláusulas contratuais obscuras.

“A vida dele tem valor ou preço?”, pergunta o pai. A pergunta deveria ecoar em cada gabinete público, em cada diretoria de operadora de saúde, em cada redação de jornal. Mas não ecoa. Fica engasgada, como tantas outras vozes que não têm palco nem proteção.

Brasil, até quando?

Quantos pais precisam gritar? Quantos filhos precisam morrer? Quantas famílias precisam ser destruídas até que alguém se levante?

Esta é mais que uma denúncia. É um pedido de socorro.

Brasil fatura 28 medalhas, 11 de ouro, no tênis de mesa paralímpico

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A seleção brasileira de tênis de mesa paralímpico voltou a brilhar esta semana no ITTF World Future de Santiago (Chile), uma semana após somar 30 pódios em competição similar em Buenos Aires (Argentina). Nesta quinta-feira (5) a equipe amarelinha encerrou sua participação com outras 28 medalhas, 11 delas de ouro. Os últimos pódios do Brasil foram hoje (5) nas duplas. A participação do país nos dois torneios tem como objetivo aumentar a experiência internacional dos atletas.

Os brasileiros fizeram uma final 100% nacional nas duplas mistas XD 14-20. A parceira da paulista Jennyfer Parinos com catarinense Gabriel Antunes foi ouro após derrotar a dupla da catarinense Danielle Rauen (Paris 2024) ao lado do paulista Luiz Manara, por3 sets a 0 (12/10, 11/2 e 11/4). Rauen e Manara ficaram com a prata e Lethicia Lacerda e Jean Mashki com o bronze.

Medalhista de bronze nos Jogos de Paris (ao lado de Bruna Alexandre), Daniele Rauen assegurou outro ouro hoje (5) nas duplas femininas classe WD14-20. Em parceria com a paulista Jenniffer Parinos, a catarinense venceu todas as partidas da fase de grupos, sem perder um set sequer. Vale destacar que na disputa de algumas classes, não houve eliminatórias nem finais.

Quem também comemorou o topo do pódio foi a parceria da goiana Thaís Fraga com a mineira Mariliane Amaral, que passou  invicta na fase de grupos das duplas femininas WD14-20.  

Já no masculino, na classe MD19, a dupla dos paulistas Cláudio Massad  com Luiz Manara foi vice-campeã após ser superada na final,  no detalhe, pelos chilenos Manuel Echaverguren e Claudio Benjamin Bahamondes por 3 sets a 2 (9/11, 11/8, 11/9, 7/11 e 7/11).

A segunda prata do dia foi dos paulistas Carlos Moraes e Fábio Silva que perderam a decisão para os argentinos Elias Romero e Gabriel Copola por 3 sets a 2 (11/4, 11/4, 11/6, 14/12 e 16/14).

Nas disputas individuais, na quinta (5), a seleção já havia faturado 17 medalhas, sete delas de ouro. Subiram ao lugar mais alto do pódio Danielle Rauen, Thaís Fraga, Gabriel Antunes, Lucas Carvalho,  Luiz Manara, Paulo Salim e Carlos Moraes.

Pódios brasileiros em Santiago

Disputas individuais

OURO
Danielle Rauen – classe 8-10
Thais Fraga – classe 1-2
Gabriel Antunes – classe 10
Lucas Carvalho – classe 9
Luiz Manara – classe 8
Paulo Salmin – classe 7
Carlos Eduardo – classe 4-5

PRATA
Marliane Amaral – classe 1-2
Cláudio Massad – classe 10
Lucas Arabian – classe 4-5
Fábio Silva – classe 3
Iranildo Espíndola – classe 1-2

BRONZE
Jennyfer Parinos – classe 8-10
Lethicia Lacerda – classe 8-10
Aline Ferreira – classe 6-7
Jean Mashki – classe 8
Ryan Victor – classe 10
Guilherme Costa – classe 1-2

Duplas

OURO
Thais Fraga e Fábio Silva – classe XD4-10
Thais Fraga e Marliane Amaral – classe WD10
Danielle Rauen e Jennyfer Parinos – classe WD14-20
Gabriel Antunes e Jennyfer Parinos – classe XD14-20

PRATA
Danielle Rauen e Luiz Manara – classe XD14-20
Cláudio Massad e Luiz Manara – classe MD18
Carlos Moraes e Fábio Silva – classe MD4-8

BRONZE
Paulo Salmin e Lucas Carvalho – classe MD18
João Pedro Possas e Logan Wade (Estados Unidos) – classe MD18
Lucas Arabian e Gabriel Mataruna – classe MD4-8
Jean Mashki e Lethicia Lacerda – classe XD14-20
Lethicia Lacerda e Jeanelly Scarlett (México) – classe WD14-20



Fonte: Agência Brasil

Fundação Getulio Vargas será a banca examinadora do CNU 2025

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A Fundação Getulio Vargas (FGV) será a banca organizadora da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2), que irá oferecer 3.652 vagas em 36 órgãos do poder Executivo federal.  

No processo seletivo, a FGV será responsável pelo planejamento, organização, realização, processamento e resultado final para homologação do segundo CPNU, assim como toda e qualquer logística necessária à execução dos serviços, sob a coordenação geral do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). 

Em abril deste ano, o Ministério da Gestão convocou as bancas interessadas na organização do certame. No modelo de chamamento público, com dispensa de licitação, as empresas apresentam suas ofertas ao Poder Público. O formato foi o mesmo adotado na primeira edição do concurso unificado, quando a banca responsável escolhida foi a Fundação Cesgranrio.

Edital

Após a escolha da banca examinadora, o Ministério da Gestão prevê que o edital do CNU 2025 será publicado em julho.

Diferentemente do primeiro CNU, esta edição será regida por um único edital que orientará a parte comum do certame. De acordo com informação adiantada pela pasta, os detalhes de cada um dos nove blocos temáticos serão publicados em nove anexos do edital único, cada um deles direcionado às respectivas carreiras.

Assim como na primeira edição, os candidatos poderão se inscrever para mais de um cargo dentro do mesmo bloco, definindo sua ordem de preferência.

Cronograma

A previsão de abertura do período de inscrições é o fim de julho. Portanto, ainda não podem ser cobradas taxas de inscrições.

As provas serão aplicadas em duas datas em 228 municípios de todas as regiões do país, como na primeira edição, em outubro e dezembro deste ano. Somente participarão da última etapa os candidatos aprovados na primeira.

O resultado final com os nomes dos aprovados será conhecido em fevereiro de 2026.

Calendário preliminar do CPNU 2025:

  • Edital e inscrições: julho;
  • Prova objetiva: 5 de outubro;
  • Prova discursiva (2ª fase): 7 de dezembro;
  • Resultado final: fevereiro de 2026.

Confira aqui os órgãos que ofertam vagas nesta nova edição.  

Para ter acesso às informações oficiais sobre o CNU 2025, acesse o site criado pelo Ministério da Gestão.

Fonte: Agência Brasil

Deputados visitam Estação de Tratamento de Esgoto em Samambaia

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A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga a poluição do Rio Melchior foi novamente a campo nesta quinta-feira (05). Desta vez, a visita técnica ocorreu na Estação de Tratamento de Esgoto Melchior, que fica em Samambaia e é administrada pela Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb). A estação é destino para o esgoto das cidades de Taguatinga, Ceilândia, Águas Claras, Vicente Pires e Samambaia.
 

A presidente da comissão, deputada Paula Belmonte (Cidadania), o vice, deputado Joaquim Roriz Neto (PL) e o membro titular deputado Rogério Morro da Cruz (PRD) foram recebidos por técnicos da companhia, que detalharam o funcionamento da ETE.

Os parlamentares puderam conferir de perto a infraestrutura dos locais envolvidos no processo de tratamento da água, como as estações de tratamento preliminar, os reatores anaeróbicos, os tanques de tratamento biológico, a estrutura de adensamento e desaguamento do lodo e o emissário efluente final, local onde o esgoto tratado é despejado no Melchior.

A visita foi acompanhada por representantes de organizações civis ambientais que lutam pela revitalização do rio e por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), que coletaram amostras de água em diversos estágios do tratamento para análise. Os dados das amostras coletadas serão compartilhados com a CPI para a produção do relatório final.
 

Efluentes

Belmonte demonstrou preocupação com relação à proporção de efluentes que são despejados no rio com relação à vasão total do corpo hídrico. Dados apresentados pela Caesb indicam que a vazão média aproximada do Melchior é de cerca de 750 litros/segundo. Já o volume de efluentes tratados despejados pela companhia é de aproximadamente 1400 litros/segundo, ou seja, quase o dobro de seu volume natural.
 

 

“Uma coisa que me preocupou muito é a questão do adensamento nessa região. O volume do rio é muito pequeno. O parâmetro do que é despejado aqui como efluente é comparável ao que é jogado no Corumbá. Há uma desproporcionalidade muito grande”, afirmou Belmonte. A deputada lembrou ainda que, além dos efluentes da Caesb, o curso de água recebe ainda efluentes do aterro sanitário de Samambaia e de abatedouros da região.

O assessor da diretoria de obras da Caesb Luiz Antônio Harada contou sobre o histórico de ampliação da infraestrutura da companhia para conseguir atender ao crescimento populacional do DF nos últimos 40 anos.
 

Segundo ele, áreas irregularmente ocupadas são um desafio para o saneamento, uma vez que toda a rede tem que ser implementada com moradias e malha viária já estabelecidas, o que encarece em até seis vezes os custos para os cofres públicos.

Harada deu como exemplo o caso da rápida expansão populacional do Sol Nascente, região que é atendida pela ETE Melchior e que vem exigindo grandes esforços do poder público para que a população local possa contar com água tratada. “Estamos fazendo constantemente uma série de intervenções no nosso sistema para deixá-lo mais seguro e funcional”, afirmou.

Outro ponto de questionamento feito pela deputada Belmonte e por pesquisadores é relacionado à escolha do método de tratamento utilizado na ETE. A companhia realiza o tratamento biológico de efluentes por meio do sistema “Unitank”, um processo que remove matéria orgânica e outros poluentes presentes utilizando microrganismos para degradar a poluição. O Unitank é um reator biológico aerado que permite a remoção de nitrogênio e outros contaminantes.

Foi questionado se não seria mais adequado o tratamento por osmose reversa – processo de filtragem que utiliza uma membrana semipermeável para remover impurezas, sais e contaminantes –, mas os técnicos da companhia garantiram que os protocolos adotados pela Caesb são os mais adequados para a realidade local e seguem padrões internacionais, além de estarem de acordo com as normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
 

O deputado Joaquim Roriz Neto afirmou que a visita foi satisfatória e que os protocolos de tratamento de efluentes apresentados pela companhia demonstram um zelo, por parte do governo, com a água que é oferecida à população. O parlamentar afirmou que é preciso que a comissão investigue as ações de governos anteriores que permitiram que o corpo hídrico chegasse à situação de poluição atual.

“O mais importante da visita é escutar os profissionais, ver os investimentos que estão sendo feitos aqui e os planejamentos futuros para melhorar ainda mais a qualidade do tratamento do esgoto. O que a gente presenciou é que temos uma qualidade de tratamento alta. Mas a pergunta que a gente deveria estar fazendo é: quando o rio entrou em risco? Qual governo pegou esse rio quando ele ainda não era de categoria de risco e fez ele virar categoria 4?”, questionou o deputado.

 

Dados apresentados

A Caesb apresentou um panorama atualizado da operação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Melchior. A apresentação destacou os investimentos realizados nos últimos anos, as melhorias na qualidade do esgoto tratado e os projetos em andamento para ampliar a eficiência da estação, considerada essencial para a recuperação do rio e a segurança hídrica da região.

Segundo a Caesb, o Distrito Federal já conta com 100% do esgoto coletado sendo tratado, e a ETE Melchior responde por cerca de 1.400 litros por segundo desse volume, operando próxima à capacidade de projeto (1.469 L/s). O tratamento é feito em nível terciário, com múltiplas etapas que garantem a remoção eficiente de carga orgânica e nutrientes. O efluente final é lançado no Rio Melchior, que percorre cerca de 59 km até o Lago Corumbá, importante manancial da região.
 

Morro da Cruz e Belmonte questionaram a informação de que há a oferta de água tratada para 100% da população, mas a companhia explicou que esse dado se refere apenas ao que é considerado como área urbana regularizada.

A companhia também destacou os avanços nos últimos cinco anos: foram mais de 250 mil metros de rede coletora implantados, mais de 23 mil novas ligações de esgoto e uma redução significativa do despejo irregular no leito do rio, com investimentos que ultrapassaram R$ 60 milhões. Além disso, a ETE conta com uma gestão sustentável de resíduos: o lodo gerado (cerca de 60 mil toneladas por ano) é 100% reutilizado na agricultura, com licenciamento ambiental.

Entre os projetos em execução estão a implantação do sistema de polimento final do efluente, orçado em R$ 40 milhões, e um robusto plano de ampliação da estação que prevê a instalação de novos reatores, decantadores e sistemas de desinfecção por ultravioleta, com orçamento estimado em R$ 300 milhões. Essas medidas visam garantir maior eficiência no tratamento e reforçar a segurança ambiental da região.

A Caesb ressaltou ainda ações educativas e de pesquisa que acompanham o trabalho técnico. Um ônibus educativo tem levado conhecimento sobre o ciclo do saneamento a escolas e comunidades, enquanto o laboratório da companhia realiza cerca de 300 mil análises por ano.

Próximos passos

As amostras de água coletadas durante a visita serão analisadas em laboratório e encaminhadas à CPI. Belmonte afirmou que vai incluir a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), que é responsável pela fiscalização da qualidade do rio, no circuito de visitas.
 

 

“Nós vamos verificar com os técnicos e com o superintendente da Adasa como está sendo feita a fiscalização aqui no Melchior”, declarou Belmonte.

A deputada afirmou ainda que a comitiva fará uma visita a um frigorífico de grande porte que despeja efluentes no rio para avaliar como esta sendo feito o manejo dos resíduos. A próxima reunião da CPI está agendada para a próxima quinta-feira (12).  

Fonte: Agência CLDF

Balança comercial tem superávit mais baixo em três anos

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A queda no preço de diversas commodities (bens primários com cotação internacional) e o crescimento econômico fizeram a balança comercial registrar o superávit mais baixo para meses de maio em três anos. No mês passado, o país exportou US$ 7,238 bilhões a mais do que importou, queda de 12,8% em relação ao registrado no mesmo mês de 2024.

Os números foram divulgados nesta quinta-feira (5) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O superávit em maio é o menor desde 2022, quando o resultado positivo ficou em US$ 4,958 bilhões.

A balança comercial acumula superávit de US$ 24,432 bilhões nos cinco primeiros meses de 2025. O valor representa queda de 30,6% em relação aos mesmos meses do ano passado. O recuo no valor acumulado ocorreu porque a balança comercial teve déficit de US$ 471,6 milhões em fevereiro, motivado pela importação de uma plataforma de petróleo.

As exportações ficaram estáveis, mas as importações cresceram. Em maio, o país exportou US$ 30,156 bilhões, com queda de 0,1% em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado. Este é o terceiro maior valor da história, só perdendo para maio de 2023 e de 2024.

As importações somaram US$ 22,918 bilhões, com alta de 4,7% na mesma comparação. O valor é o segundo maior da série histórica para o mês, só perdendo para maio de 2022.

Do lado das exportações, as vendas externas de soja, principal produto da agropecuária, caíram 3,9% em relação a maio do ano passado, por causa da queda de 8,4% dos preços médios. O volume vendido subiu 4,9%. Além disso, o milho e o algodão, dois dos principais produtos de exportação do agronegócio, tiveram queda de preço e de quantidade em maio.

As vendas de petróleo recuaram 9,7%, também motivadas pela redução de 15,2% nos preços, com o volume exportado subindo 6,5%. As exportações de minério de ferro recuaram 4,7%. Apesar de a quantidade ter subido 7,4%, os preços caíram 11,3%.

No entanto, a alta no preço do café e da carne bovina ajudou a sustentar a balança. As vendas de alguns produtos, como carne bovina, celulose, veículos e ferro-gusa, subiram no mês passado, compensando a diminuição na exportação dos demais produtos.

Do lado das importações, as aquisições de adubos e fertilizantes, veículos de passageiros, motores, máquinas, compostos químicos e componentes de veículos subiram. A maior alta ocorreu com os fertilizantes, cujo valor comprado aumentou US$ 257,9 milhões (+25,9%) em maio na comparação com maio do ano passado.

No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu 2,5%. Os preços, no entanto, recuaram 2,5% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada subiu 7,7%, impulsionada pelo crescimento econômico, mas os preços médios recuaram 3,3%, refletindo a queda no valor das commodities (bens primários com cotação internacional).

Setores

No setor agropecuário, a queda na quantidade vendida pesou mais para o recuo de 0,6% nas exportações do segmento. O volume de mercadorias embarcadas caiu 5,4% em abril na comparação com o mesmo mês de 2024, enquanto o preço médio subiu 6,4%.

Na indústria de transformação, a quantidade subiu 5,2% e o preço médio caiu 1,9%, refletindo uma certa recuperação econômica na Argentina, o maior comprador de bens industrializados do Brasil.

Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 7,1%, enquanto os preços médios recuaram 12,8%, fruto da desaceleração econômica na China e do acirramento da guerra comercial por parte do governo de Donald Trump.

Estimativa

Segundo as estimativas mais recentes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, divulgadas em abril, o superávit deverá ficar em US$ 70,2 bilhões, queda de 5,4% em relação a 2024. A próxima projeção será divulgada em julho.

De acordo com o ministério, as exportações subirão 4,8% em 2025, na comparação com 2024, encerrando o ano em US$ 353,1 bilhões. As importações subirão 7,6% e fecharão o ano em US$ 282,9 bilhões. As estimativas, no entanto, devem ser revistas na próxima projeção, em julho, porque não consideram os efeitos do tarifaço de Donald Trump nem da retaliação comercial da China.

As previsões estão mais pessimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 75 bilhões neste ano.

Fonte: Agência Brasil

Lula é o 20º chefe de Estado homenageado pela Academia Francesa

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi homenageado, nesta quinta-feira (5), pela Academia Francesa, em Paris. 

“Considero essa deferência um reconhecimento ao Brasil e ao povo brasileiro, que recebemos com muita gratidão e orgulho”, escreveu Lula em publicação nas redes sociais.

A academia foi criada em 1635 e, em seus quase 400 anos de história, apenas outros 19 chefes de Estado foram homenageados em sessão oficial. Antes de Lula, o único brasileiro reconhecido pela honraria havia sido Dom Pedro II, em 1872. A instituição tem uma influência significativa na cultura francesa e, além de regulamentar a língua francesa, concede prêmios em diversas áreas.

Os membros da Academia Francesa examinaram a palavra “multilateralismo” – que pressupõe igualdade soberana entre as nações – em homenagem ao presidente brasileiro. O termo ainda não figura no dicionário da instituição.

“A grande inovação introduzida após 1945 está sintetizada no sufixo ‘ismo’, acrescentado à palavra multilateral. Essa terminação traduz a intenção não apenas de descrever uma realidade, mas de incidir sobre ela”, disse Lula em discurso na academia. 

O presidente brasileiro é insistente na defesa do multilateralismo, ou seja, a interação na qual os países se reúnem para encontrar soluções coletivas para problemas comuns, em diversas áreas, como a urgência climática, o comércio global ou as guerras.

“O multilateralismo foi decisivo no processo de descolonização, na proibição de armas químicas e biológicas, na afirmação de direitos humanos, na promoção do livre comércio, na proteção do meio ambiente e na solução de diversos conflitos mundo afora. Infelizmente, estamos nos esquecendo dessas lições”, afirmou o presidente. 

“É insustentável manter ilhas de paz e prosperidade cercadas de violência e miséria”, destacou Lula, ao citar os conflitos do mundo atual.

Para o presidente, é preciso aperfeiçoar as democracias no âmbito interno dos países e o multilateralismo no plano externo. 

“São as duas faces de uma mesma visão de mundo, baseada no diálogo e no respeito à pluralidade”, disse.

Comunidade brasileira

Após a cerimônia, Lula se encontrou com membros da comunidade brasileira na França, na Prefeitura de Paris, a convite da prefeita Anne Hidalgo. Lá, ele também comentou sobre a homenagem na Academia Francesa.

“Eu fiquei orgulhoso porque eu sou um cidadão que não sou acadêmico, não tenho diploma universitário, eu tenho um curso primário e um curso técnico feito no Senai, no Brasil. Sou torneiro mecânico de profissão e fico orgulhoso de ter trazido uma palavra para enriquecer o dicionário francês, que é a palavra multilateralismo. Multilateral todo mundo sabia o que era, mas multilateralismo não, o ‘ismo’ foi nós que colocamos nessa palavra”, disse Lula em discurso no encontro.

O presidente destacou as realizações de seus governos, como ampliar o acesso ao ensino superior e tirar o Brasil do Mapa da Fome, e defendeu a democracia brasileira. 

“Tem muita gente que fala que o parlamentarismo é melhor no Brasil, mas eu jamais seria escolhido primeiro-ministro dentro do Congresso Nacional. Então, a única chance que eu tenho é exatamente o povo votar”, disse.

“Por isso, eu sou o único brasileiro que tenho três mandatos na Presidência da República eleito diretamente pelo povo. Isso me traz muito orgulho para andar o mundo brigando contra a desigualdade”.

Para o presidente Lula, é preciso “dotar o mundo de políticos responsáveis”, pois apenas o Estado pode garantir oportunidades a todos.

A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, ressaltou que Lula é uma “lenda viva de um país lendário”, que encontrou sua “força excepcional” na indignação perante a miséria. 

“Neste sentimento, ainda intacto, sempre vivo, sempre animado de recusa da injustiça, aquela que flagela os anônimos, os mais humildes, aqueles que mais merecem, os sem-terra, os explorados de uma sociedade de desigualdades”, afirmou.

“A eles, o senhor dedicou a sua vida, a sua vida de combate, de luta, de compaixão, de lutas políticas e sindicais e de escuta atenta. Eles não tinham voz e o senhor decidiu falar em nome deles para que finalmente eles fossem ouvidos”, completou.

Entre os presentes no encontro estavam as brasileiras Lélia Salgado, viúva do fotógrafo Sebastião Salgado, e Ana Lúcia Paiva, filha de Eunice Paiva e do ex-deputado Rubens Paiva, morto pela ditadura militar no Brasil. As duas vivem na França.

Lula está em visita de Estado ao país europeu e até a próxima terça-feira (10) tem diversas atividades agendadas

Nesta quinta-feira, pela manhã, o presidente foi recebido pelo presidente francês, Emmanuel Macron, quando assinaram 20 acordos bilaterais nas áreas de saúde, segurança pública, educação e ciência e tecnologia.

Fonte: Agência Brasil

Governo autoriza e detalha 2.021 vagas para o CNU 2025

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou, nesta terça-feira (3), três portarias que detalham a autorização de 2.021 vagas para a edição de 2025 do Concurso Público Nacional Unificado (CNU).

Ao todo, o Ministério já havia anunciado que o CNU de 2025 vai ofertar de 3.652 vagas, distribuídas entre 36 órgãos da administração pública. As portarias abaixo formalizam a autorização de criação das vagas.

Portarias

A Portaria nº 4.264/2025 destina 21 vagas no cargo de técnico de assuntos educacionais para a Fundação Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

A Portaria nº 4.265/2025 autoriza 300 vagas para o cargo de analista do seguro social no instituto nacional do seguro social (INSS).

Já a Portaria nº 4.266/2025 contempla 1,7 mil vagas, distribuídas entre os seguintes órgãos e entidades:

  • Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos: 500 vagas + cadastro de reserva
  • Comando da Marinha: 140 vagas
  • Comando do Exército: 131 vagas
  • Hospital das Forças Armadas (HFA): 130 vagas
  • Comando da Aeronáutica: 90 vagas
  • Agência Nacional de Mineração (ANM): 80 vagas
  • Agência Nacional de Aviação Civil (Anac): 70 vagas
  • Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro): 65 vagas
  • Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA): 64 vagas
  • Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP): 66 vagas
  • Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan): 60 vagas
  • Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI): 50 vagas
  • Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel): 50 vagas
  • Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT): 50 vagas
  • Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq): 30 vagas
  • Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA): 33 vagas
  • Ministério das Cidades (MCid): 15 vagas
  • Imprensa Nacional (IN): 14 vagas
  • Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): 14 vagas
  • Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS): 20 vagas
  • Agência Nacional do Cinema (Ancine): 20 vagas
  • Ministério do Turismo (MTur): 8 vagas

Vagas

Das 3.652 vagas ofertadas na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado, 3.144 são para cargos de nível superior e 508 para os de nível intermediário.

Do total de vagas, 2.480 vagas serão de provimento imediato, e 1.172 destinadas ao provimento no curto prazo, após a homologação dos resultados.

Os cargos do chamado segundo Enem dos Concursos serão organizados em nove blocos temáticos, o que permite ao candidato se inscrever para mais de um cargo dentro do mesmo bloco e definir a ordem de preferência, em caso de aprovação.

Confira aqui a tabela atualizada com os 36 órgãos e os 3.652 cargos participantes da segunda edição do CNU.

Cronograma

A banca organizadora da segunda edição deste processo seletivo ainda não foi definida. Em abril, o Ministério da Gestão publicou o termo de referência, que convoca as bancas interessadas na organização do certame. A previsão do MGI é de que a divulgação do edital será até julho, quando será aberto oficialmente o período de inscrições.

As provas serão aplicadas em duas datas em 228 municípios de todas as regiões do país. As provas objetivas de todos os cargos estão agendadas para 5 de outubro. Somente os aprovados na primeira fase serão convocados a fazer a discursiva da segunda fase do CNU 2025, em 7 de dezembro.

O resultado final com os nomes dos aprovados será conhecido em fevereiro de 2026.

O Ministério da Gestão criou um site que reúne todas as informações oficiais sobre o CNU 2025 e deve ser considerado a principal fonte de consulta pelos candidatos. 

Fonte: Agência Brasil