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Em meio à prestação de contas, Iges-DF aceita receber enfermeiros que ameaçam greve

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Na segunda parte da audiência pública para a apresentação à Comissão de Saúde (CSA) da Câmara Legislativa do Relatório de Atividades do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), relativas ao último quadrimestre de 2024, os temas foram recursos humanos e as unidades geridas pela instituição. Durante o debate, a deputada Dayse Amarilio (PSB), presidente do colegiado, apresentou reivindicação dos enfermeiros que atuam no Iges-DF, que ameaçam entrar em greve.

A parlamentar cobrou isonomia da categoria com os técnicos em enfermagem. Estes últimos teriam recebido do instituto reajuste maior que os primeiros. “Os enfermeiros estão tratando de uma possibilidade real de paralisação”, avisou a distrital. Segundo os dirigentes do Iges-DF presentes à discussão, os técnicos estão recebendo uma correção salarial porque não haviam sido beneficiados com outras majorações estendidas aos demais empregados.

Cleber Monteiro Fernandes, presidente do Iges-DF, ao garantir “portas abertas aos sindicatos”, marcou uma reunião para a próxima segunda-feira, às 14h30. Por sua vez, Dayse Amarilio disse esperar “um diálogo de verdade”, já que identifica no Iges-DF “uma precarização da mão de obra, principalmente na área de enfermagem”.

O gestor acrescentou que está em contratação uma empresa que ajudará a elaborar um plano de cargos e salários, ouvindo todos os envolvidos, incluindo as representações sindicais, o qual considera “mais importante que o aumento nominal”. A intenção é que o PCS entre em vigor no ano que vem. Também informou que a ideia é implantar um plano de saúde, um plano de remoção – deslocamento de uma unidade para outra –, além de um banco de talentos, que pode auxiliar na ocupação de cargos de chefia.

Atendimentos

 

Sobre os contratados pelo instituto foram colocadas diversas questões. Cleber Fernandes citou, por exemplo, o custo com pessoal, especialmente os cedidos pela Secretaria de Saúde, num momento em que o Tribunal de Contas do Distrito Federal exigiu que o Iges cubra todos os gastos com essa rubrica. “Um técnico de enfermagem da secretaria custa o dobro de um profissional contratado diretamente pelo instituto”, exemplificou.

Essa decisão do TCDF, de acordo com Fernandes, vai exigir devoluções de servidores. “Não tem como equilibrar essa conta”, observou. Contudo, argumentou que o retorno dos cedidos à Secretaria de Saúde “precisa ser programada, para não haver desassistência”. No final do ano passado, havia 932 servidores cedidos.

Outro ponto da apresentação do relatório, na parte da tarde, foi centrado nas unidades de saúde geridas pelo Iges-DF. Entre setembro e dezembro de 2024, o Hospital Cidade do Sol prestou 3,3 mil atendimentos; o Hospital de Santa Maria fez mais de 97 mil; no Hospital de Base foram computados acima de 199 mil; enquanto nas UPAS – unidades de pronto atendimento – foram registrados mais de 298 mil atendimentos. Ao longo do ano passado, o total foi de 1,9 milhão de pacientes atendidos.
 

 

Os técnicos do Iges relataram ainda as áreas nas quais as metas foram alcançadas e outras não cumpridas. “As metas precisam ser repactuadas”, concluiu Dayse Amarilio, salientando que existem “mais de 34 mil pessoas esperando na fila de cirurgias eletivas”. Sobre a demora no atendimento, a deputada distrital comentou sobre os inúmeros pedidos da população “buscando vagas” nas unidades de saúde, lembrando que a Comissão de Saúde recebe denúncias e outras demandas pelo e-mail do colegiado: csa@cl.df.gov.br.

Fonte: Agência CLDF

Gestores brasileiros retidos em Israel conseguem chegar à Jordânia 

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Parte dos gestores municipais brasileiros que ficaram retidos em Tel Aviv após o início dos conflitos entre Israel e Irã, na última quinta-feira (12), conseguiu cruzar a fronteira com a Jordânia em segurança, nesta segunda-feira (16).

“Graças a Deus, deu tudo certo na viagem […] e já estamos aqui, na Jordânia, fazendo os procedimentos de visto”, informou, em uma mensagem de vídeo, o tesoureiro da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Nélio Aguiar, pouco após chegar à Jordânia, de ônibus. 

Aguiar integra o grupo de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e secretários municipais que viajaram a Israel com a justificativa de participar de uma feira de tecnologia e segurança. Segundo a CNM, além de Aguiar, fazem parte do primeiro grupo que conseguiu deixar Israel após as operações do Aeroporto Internacional de Tel Aviv serem suspensas: 

  • Álvaro Damião, prefeito de Belo Horizonte;
  • Márcio Lobato, secretário de Segurança Pública de Belo Horizonte;
  • Welberth Porto, prefeito de Macaé (RJ);
  • Johnny Maycon, prefeito de Nova Friburgo (RJ);
  • Cícero de Lucena, prefeito de João Pessoa (PB);
  • Janete Aparecida, vice-prefeita de Divinópolis (MG);
  • Flávio Guimarães, vereador do Rio de Janeiro;
  • Gilson Chagas, secretário de Segurança Pública de Niterói (RJ);
  • Francisco Vagner, secretário de Planejamento de Natal (RN);
  • Davi de Matos, chefe-executivo do Centro de Inteligência, Vigilância e Tecnologia de Segurança Pública do Rio de Janeiro (Civitas).

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores de Israel garantiu que fará “todos os esforços, em coordenação com a Embaixada do Brasil, para garantir uma saída segura para os demais brasileiros de todas as delegações, sempre que houver as condições adequadas para o deslocamento”.

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Em uma mensagem de vídeo, o prefeito de João Pessoa, Cícero de Lucena, contou que, ao chegar à Jordânia, o grupo foi acolhido por funcionários da embaixada do Brasil. “Agora, vamos seguir para a Arábia Saudita, já que, lá, o espaço aéreo está aberto. Continuamos com bastante segurança e tranquilidade”, comentou Lucena.

Conflito

A viagem das autoridades públicas brasileiras ocorre em meio à guerra entre Israel e o grupo palestino Hamas – conflito bélico que se arrasta há décadas e se intensificou em outubro de 2023, quando o Hamas atacou Israel, matando e sequestrando civis em território israelense. 

A partir daí, a reação militar israelense arrasou a Faixa de Gaza, ceifando milhares de vidas, incluindo de civis e crianças. Em resposta às ações do governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o governo brasileiro estuda medidas para romper relações militares com Israel.

Além de ocupar a Faixa de Gaza, Israel abriu, na semana passada, uma nova frente de guerra, bombardeando o Irã durante a madrugada da última sexta-feira (13). Segundo Tel Aviv, os alvos dos ataques foram instalações militares e nucleares. De acordo com fontes iranianas, ao menos nove pessoas morreram e uma centena ficou ferida já neste primeiro ataque israelense. 

A retaliação iraniana não demorou e, no mesmo dia (13), mísseis balísticos atingiram Tel Aviv e Jerusalém.


mapa israel irã
mapa israel irã

 

Fonte: Agência Brasil

Ministro defende gás mais barato para reindustrialização do país

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu nesta segunda-feira (16), na capital paulista, a redução do preço do gás natural como condição essencial para a reindustrialização do país.

“O Brasil precisa ter como premissas a segurança jurídica, o respeito aos contratos e a previsibilidade. A Petrobras, ao mesmo tempo que tem sua natureza jurídica, tem um grande papel social, especialmente onde ela tem monopólio, como no escoamento do gás natural das nossas plataformas. É preciso equilibrar a força empresarial com a compreensão das necessidades do Brasil. Não se trata de intervencionismo, e a valorização das ações da companhia durante a gestão do presidente Lula é a maior prova disso”, disse.

Na manhã de hoje, o ministro participou do seminário Gás para Empregar: Construindo uma Estrutura Justa e Sustentável de Preços, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Durante o evento, Silveira também defendeu mudanças na forma como a Petrobras atua no mercado de gás natural. Para o ministro, a estatal precisa ajudar a reduzir os índices de reinjeção do insumo. “Nós precisamos que a estrutura corporativa da Petrobras ajude o Brasil. E que daqui para frente a companhia tenha a condição de diminuir a reinjeção do gás para aumentar esse importantíssimo combustível para a indústria nacional”, declarou.

Segundo o ministro, o primeiro passo para que essas mudanças ocorram “será um compromisso da Petrobras com a PPSA [Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A] para o primeiro leilão de gás da União”, disse.

A expectativa do governo, afirmou ele, é que esse leilão ocorra “no máximo, no primeiro semestre do ano que vem”.
 

Fonte: Agência Brasil

Gestão da saúde no DF: Iges apresenta resultados do 3º quadrimestre de 2024

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Em audiência pública nesta segunda-feira (16), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) prestou contas de suas atividades, relativas aos últimos quatro últimos meses de 2024, à Comissão de Saúde (CSA) da Casa. O evento foi acompanhado por representantes do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT) e por entidades e movimentos representativos de usuários da saúde pública.

O presidente do Iges, Cleber Monteiro Fernandes, afirmou que o instituto tem aprimorado mecanismos de gestão, mencionando como exemplo a criação da superintendência de contratos, que já está em operação. Monteiro pontuou ainda que está sendo instituído um cartão corporativo que será utilizado pelas unidades na ponta, o que, segundo ele, vai proporcionar maior agilidade na aquisição de insumos para atender as necessidades mais urgentes. “Precisamos auditar nossos contratos de ponta a ponta. Por isso, estamos criando processos de auditoria permanente”, mencionou.

UPAs

O anúncio da construção de sete novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) pelo GDF gerou debates entre os parlamentares. Conforme divulgado pelo Executivo este mês, as regiões de Sol Nascente/Pôr do Sol, Taguatinga Sul, Estrutural, Água Quente, Guará, Águas Claras e Arapoanga serão contempladas com novas UPAs, com investimentos que totalizam R$ 117 milhões.
 

 

Para a presidente da comissão, deputada Dayse Amarilio (PSB), os investimentos são muito bem-vindos, mas é preciso que se repense o planejamento para a saúde pública no DF. A parlamentar defendeu o fortalecimento do investimento na atenção primária, considerada a porta de entrada do SUS. As atividades nessa fase são voltadas à promoção da saúde, prevenção de doenças e cuidado contínuo da população e são realizadas principalmente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), oferecendo, por exemplo, serviços como vacinação, pré-natal, controle de doenças crônicas.

Amarilio denunciou falhas no atendimento que vem sendo prestado em UPAs do DF – que são geridas pelo Iges – como a demora nas filas, a falta de leitos e o baixo quantitativo de ambulância para o transporte de pacientes.

“Temos pacientes que estão internados há três dias esperando uma ambulância para fazer um exame em uma unidade. Não é verdade que a UPA é melhor que a atenção primária. O que falta é compromisso de gestão, para que as pessoas possam entregar o que é melhor, para que as pessoas possam trabalhar sem a sensação de que seus pacientes vão morrer”, desabafou.

A deputada narrou que, recentemente, levou uma familiar para ser atendida com urgência na UPA de Vicente Pires, mas que ficaram sem acolhimento pois a unidade estava completamente lotada. “O que vi foi um cenário de guerra. Não se faz saúde sem nomear servidores. Temos um déficit de 25 mil postos de trabalho na saúde. A sensação que a gente tem é de impotência”, declarou.
 

Segundo o deputado Pastor Daniel de Castro (PP), muitos pacientes têm procurado as UPAs por entenderem que as unidades vêm apresentando um serviço de melhor qualidade que a própria Secretaria de Saúde, o que faz com que o sistema fique sobrecarregado. Para o distrital, a existência de dois modelos diferentes de atendimento – Iges e SES/DF – não pode ser um fator complicador no atendimento.

“Eu vou sempre aos hospitais e às UPAs. Defendo a ideia de que a saúde tenha uma gestão única. É preocupante quando vemos um paciente procurar uma UBS, ser direcionado a uma UPA, e, quando ele chega nessa UPA, ela não tem acesso ao sistema da UBS e o atendimento precisa ser refeito. Quando a gente refaz o atendimento, a gente gasta em dobro”, explicou.
 

 

A Promotora de Justiça do MPDFT Hiza Carpina contou que o órgão vem identificando sérios problemas nas unidades geridas pelo Iges, como a taxa de lotação superior a 200% em prontos-socorros, déficit de profissionais e altas taxas de absenteísmo, que é a ausência ou o não comparecimento do funcionário ao trabalho. “É possível enxergar o colapso. Precisamos de um projeto de saúde para o DF”, ponderou.

Dados apresentados

Os técnicos do Iges apresentaram à CSA um relatório com a prestação de contas relativa ao 3º quadrimestre de 2024. O documento, que pode ser acessado na íntegra na página do instituto, apresenta, dentre outras informações, a aplicação de recursos públicos, os contratos firmados e o monitoramento de penalidades contratuais.

No campo da gestão financeira, o Iges – DF recebeu, entre setembro e dezembro de 2024, um total de R$ 564 milhões, sendo a maior parte proveniente do Contrato de Gestão e aditivos (R$ 558 milhões). As demais receitas vieram de emendas parlamentares, recursos próprios e rendimentos bancários. As despesas no período totalizaram R$ 547 milhões, com destaque para os gastos com pessoal (R$ 297 milhões) e serviços de terceiros (R$ 142 milhões). Também houve investimentos em materiais de consumo, obras e insumos hospitalares.

A área de contratos formalizou 465 instrumentos contratuais no período, sendo 396 voltados à aquisição, 59 à prestação de serviços e 10 à locação. Esses contratos totalizaram mais de R$ 448 milhões, com destaque para serviços como vigilância patrimonial, lavanderia hospitalar e fornecimento de alimentação. Cerca de 16% dos contratos foram classificados como emergenciais.

A coordenação de penalidades do IgesDF atua na análise de falhas contratuais, com o objetivo de aplicar sanções previstas em contrato de forma proporcional e legal. O processo inclui apuração preliminar, notificação das empresas, análise da defesa e, se necessário, aplicação de penalidades com acompanhamento do cumprimento. A entidade avalia que esse mecanismo é essencial para garantir a responsabilização de fornecedores e a integridade das contratações públicas.
 

 

A audiência pública contou ainda com a participação dos deputados Jorge Vianna (PSD) e Pepa (PP). A íntegra da Reunião pode ser assistida pelo YouTube da CLDF.

Fonte: Agência CLDF

Circulação de ônibus em SP é normalizada após ataques no fim de semana

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Depois de uma onda de ataques a ônibus na capital paulista e na região do ABC, iniciada na última quinta-feira (12), a circulação de coletivos voltou a operar normalmente nesta segunda-feira (16).

De quinta a domingo, pelo menos 70 veículos foram danificados e tirados de circulação. Não houve feridos graves durante os ataques.

Segundo a SPTrans, responsável pela gestão do sistema de transporte público por ônibus na capital, diversas empresas tiveram veículos atingidos, por pedradas e objetos lançados durante emboscadas.

A SPTrans informou que acionou a Polícia Militar devido à depredação de coletivos das concessionárias Transpass Metrópole Paulista, Transunião, Express, Via Sudeste, Mobibrasil e Campo Belo nas regiões Leste e Sul de São Paulo.

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Em nota, o governo municipal lamentou o ocorrido: “a Secretaria de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans lamentam e repudiam os atos de vandalismo que prejudicam a população, como os registrados neste fim de semana.”

Questionada, a Secretaria de Segurança Pública da cidade de São Paulo não informou o motivo dos ataques.


Fonte: Agência Brasil

Nota de corte da segunda fase do Revalida fica em 65,655 pontos

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Os participantes da segunda etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2025/1 precisam obter, no mínimo, 65,655 pontos de 100 para serem aprovados na prova de habilidades clínicas.

A nota de corte foi divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e está publicada no Diário Oficial da União (DOU).

O Revalida avalia a formação de brasileiros e estrangeiros que querem exercer a medicina no Brasil e se formaram no exterior. O objetivo do exame é garantir a qualidade do atendimento médico prestado no país.

Para participar da prova prática, o participante deve ter sido aprovado na primeira etapa do Revalida 2025, aplicado em março, que contemplou as provas objetiva e discursiva.

Também podem participar aqueles formados no exterior que fizeram nas duas edições de 2024 e que foram aprovados na primeira etapa, mas reprovados na segunda.

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Habilidades clínicas

A segunda etapa do Revalida é estruturada em um conjunto de dez estações, que são percorridas ao longo dos dois dias de exame, sendo cinco em cada dia.  

Nesta etapa, serão realizadas tarefas específicas, que podem incluir investigação de história clínica, interpretação de exames, formulação de hipóteses diagnósticas, demonstração de procedimentos médicos, aconselhamento a pacientes ou familiares, entre outros trabalhos. A prova também avalia as habilidades de comunicação verbal e não verbal com pacientes, familiares e equipe médica.

De acordo com o edital da segunda fase do Revalida 2025, em cada estação, os participantes disporão de, no máximo, dez minutos para realizar as tarefas exigidas, seguindo as orientações do material de aplicação existente na estação e do chefe de estação, além das informações a serem fornecidas pelos pacientes simulados, conforme as especificidades do caso.

Cada estação da prova de habilidades clínicas será pontuada de zero a dez, implicando em nota máxima de 100 pontos para o giro nessas dez estações.

Cronograma do exame:

  • divulgação do Cartão de Confirmação de Inscrição: 14 de julho;
  • aplicação da prova de habilidades clinicas: 19 e 20 de julho;
  • divulgação do resultado final: 31 de outubro;
  • Indicação da universidade parceira revalidadora: 1º de novembro.



Fonte: Agência Brasil

Fica anuncia os vencedores da 26ª edição

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Em cerimônia realizada no domingo (15/06), o 26º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2025) divulgou os filmes premiados. Marcada por homenagens e pela celebração do cinema ambiental, a solenidade ocorreu no Cine Teatro São Joaquim, na cidade de Goiás.

Durante seis dias de evento, foram exibidos centenas de filmes em quatro mostras competitivas e sessões especiais. Ao todo, mais de R$ 220 mil foram distribuídos em prêmios, de R$ 5 mil a R$ 35 mil, contemplando produções nacionais, internacionais, goianas, vilaboenses e de povos originários e tradicionais.

Premiados na mostra Washington Novaes

O grande vencedor desta edição na mostra Washington Novaes foi o longa-metragem pernambucano Tijolo por Tijolo, de Victória Álvares e Quentin Delaroche, que recebeu o prêmio Cora Coralina, no valor de R$ 35 mil. O longa também foi vencedor no prêmio Carmo Bernardes, que consagra a melhor direção, no valor de R$ 10 mil, e vencedor na escolha do Júri Jovem e do Júri da Imprensa. 

“Esse nome remete, obviamente, à vida de crise, de aumento da construção da casa, mas remete também a como conseguimos construir esse filme. Filmamos num contexto de pandemia, num país que não tinha Ministério da Cultura. É importante celebrarmos nossas vitórias, mas lembrar também das nossas trajetórias de luta. A gente precisa ter audácia. A nossa alegria é uma tecnologia ancestral sobre a vivência. Eu fico muito grata com esse reconhecimento”, declara a diretora Victória Álvares.

Já o prêmio Acari Passos, que define o melhor curta ou média metragem com valor de R$15 mil, além de troféu, foi para Marés da Noite, de São Paulo, das diretoras Juliana Sada e Noemi Martinelle. Ainda dentro da principal mostra do festival, o prêmio João Bennio de melhor filme goiano, no valor de R$ 20 mil, foi para o curta Entre as Cinzas, de Daniel Cali e Renato Ogata.

As produções foram avaliadas em diversas categorias dentro de cada mostra competitiva. Além dos prêmios em dinheiro e troféu, o festival concedeu, ainda, menções honrosas aos filmes Nós Vivemos Aqui, da Mostra Washington Novaes, e Mãos à Terra, exibido na sessão especial da Fiocruz. 

Participaram da cerimônia a cineasta nigeriana AnuOluwapo Adelakun, vencedora do Prêmio Fiocruz em 2024, com o documentário The Water Manifesto: Osun (Water for Gold). Na ocasião anterior, a diretora não pôde comparecer para receber o prêmio e, por isso, fez questão de estar na entrega e no reconhecimento pelo trabalho.

Prêmio TV Anhanguera do Cinema Goiano

Uma das novidades do Fica deste ano é um novo prêmio para o filme vencedor da Mostra Competitiva do Cinema Goiano. Em parceria com a TV Anhanguera, o Prêmio TV Anhanguera do Cinema Goiano oferece ao diretor e ao produtor da obra premiada uma visita aos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, uma oportunidade única de aproximação com o mercado audiovisual nacional.

Vencedores do 1º Guia Gastronômico

Durante os dias do festival, a cidade de Goiás foi palco de uma verdadeira celebração da culinária goiana. Restaurantes, lanchonetes e bistrôs selecionados abriram suas portas com receitas irresistíveis e experiências únicas. Quem estava pela histórica Vila Boa pôde visitar os estabelecimentos participantes, experimentar os pratos ofertados e votar em seus favoritos. 

Vencedores:

  • Primeiro lugar: Restaurante Sabor dos Anjos
  • Segundo lugar: Aroma Café com Arte
  • Terceiro lugar: Restaurante Bistrô Fênix

Homenageados

O cantor goiano Juraíldes da Cruz Rodrigues foi o homenageado oficial do Fica 2025, em reconhecimento à trajetória artística e à valorização da cultura popular brasileira, especialmente a goiana.

“Minha mãe também era poeta e foi dela que eu herdei esse dom de poder dizer o que eu sinto, a impressão que eu tenho da vida através das músicas. A ela dedico esse reconhecimento e a todos que pela persistência não largaram na beira da estrada os seus objetivos e seus sonhos. Então, eu sinto que isso é fruto da persistência. Graças a vocês pelo reconhecimento, isso me deixa muito feliz”, declarou.

O estilista mineiro Ronaldo Fraga, que tem construído uma profunda relação com Goiás, também recebeu a homenagem do festival.

“Eu digo que eu tenho caminhado por várias terras e vários caminhos para um dia encontrar a cidade de Goiás. E hoje falo dela com amor e com intimidade como se aqui tivesse nascido. Eu prometo e pretendo realmente criar pontes e reforçar pontes, que só essas são indestrutíveis, são as pontes da cultura. E para receber essa homenagem de um festival, que é mais do que um festival, é um patrimônio afetivo dessa cidade, desse estado e desse país, eu fico”, afirma Fraga.

Sobre o festival

Com o tema “Cerrado: a savana brasileira e o equilíbrio do clima”, o festival teve início na última terça-feira (10/6), e termina neste domingo, 15, com o show da banda Os Paralamas do Sucesso – com apoio do Sesc Goiás.

O evento é uma realização do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), em correalização com a Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio da Fundação Rádio e Televisão Educativa (RTVE).

O festival conta ainda com a cooperação de diversas instituições, entre elas: a Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro (APAN), MapBiomas, The Nature Conservancy Brasil, Unesco, Museu do Índio (Funai), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

Participam também as Secretarias de Estado da Educação; do Desenvolvimento Social; da Saúde, Esporte e Lazer; do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, além do apoio do programa Goiás Social, Sesc Goiás, Saneago, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar do Estado de Goiás, Instituto Federal Goiano e da Prefeitura da cidade de Goiás.

A cobertura de imprensa oficial do Fica 2025 é realizada pelas emissoras TV Anhanguera, TV Brasil Central, TV UFG e Canal Saúde (Fiocruz).

Confira todos os premiados nesta edição:

Mostra Internacional Washington Novaes

Prêmio Cora Coralina – melhor longa-metragem: Tijolo por Tijolo

Prêmio Carmo Bernardes – melhor direção: Tijolo por Tijolo

Prêmio Acari Passos – melhor curta ou média-metragem: Marés da Noite

Prêmio João Bennio – melhor filme goiano: Entre as Cinzas

Menções Honrosas do Júri Oficial: Nós Vivemos Aqui e Mãos à Terra

Prêmio José Petrillo – Júri da Imprensa: Tijolo por Tijolo

Prêmio Jesco Von Puttkamer – Júri Jovem: Tijolo por Tijolo

Prêmio Luiz Gonzaga Soares – Júri Popular: Encontro das Águas

Prêmio Fiocruz: Mãos à Terra

Mostra do Cinema Goiano

Melhor filme de longa metragem: Mambembe 

Melhor filme de curta metragem: Entressonho

Melhor direção de longa metragem: Fabio Meira, por Mambembe 

Melhor direção de curta metragem: Yorrana Maia, por Fidèle 

Melhor direção de fotografia: Larry Machado, por A Mulher Esqueleto

Melhor roteiro: Yorrana Maia, por Fidèle 

Melhor montagem: Afonso Uchoa, Fabio Meira e Juliano Castro, por Mambembe 

Melhor personagem: Francisca Americo dos Reis, por Planta de Raiz Profunda 

Melhor som: Theo Farah e Bruno Fiorezi, por Goiânia Rock City

Melhor trilha musical: Goiânia Rock City

Melhor direção de arte: Paulo César Alves, por A Mulher Esqueleto

Menção Honrosa: Jamming – O ano em que Junior Marvin morou em Goiânia

Mostra do Cinema Indígena e Povos Tradicionais

Melhor filme de Longa-metragem: Originárias

Melhor filme de curta ou média-metragem: Sukande Kasáká / Terra Doente

Menção Honrosa: ADOBE: Habilidades tradicionais da construção Kalunga

Mostra Becos da Minha Terra

Melhor filme: Atitudinal
 
Melhor direção: Carlos Cipriano, por Para Carlos
 
Melhor roteiro: Jadson Borges, por Lockdown
 
Melhor montagem: Helena Caetano, por Sol Noturno
 
Melhor som: Brisa Castro, por Tom de Ameaça
 

Fonte: Portal Goiás

Irã diz que EUA é cúmplice de Israel e suspende negociações

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O governo do Irã acusou os Estados Unidos (EUA) de estarem por trás dos ataques de Israel e suspendeu as negociações com Washington sobre o programa nuclear do país persa previstas para este domingo (15), em Omã. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqaei, disse que não faz sentido negociar com o principal cúmplice da agressão contra Teerã. 

“Os EUA, apesar de todas as suas alegações sobre diálogo e diplomacia, apoiaram a agressão do regime sionista, incluindo o ataque às instalações nucleares pacíficas do Irã”, disse Esmail nesta segunda-feira (16) em coletiva de imprensa. 

O ministro das relações exteriores do Irã, Seyyed Abbas Araghchi, em comunicado publicado também nesta segunda-feira, defendeu que a agressão de Israel não poderia ter ocorrido sem o apoio dos EUA.

“Temos evidências sólidas de que forças e bases americanas na região auxiliaram os ataques do regime sionista. Monitoramos de perto e possuímos provas substanciais de como as forças americanas auxiliaram o regime sionista, mas mais reveladoras do que nossas evidências são as declarações explícitas do presidente dos EUA expressando apoio. Portanto, consideramos os EUA cúmplices desses ataques e exigimos que assumam a responsabilidade”, disse o ministro iraniano

O analista militar e especialista em geopolítica, Robinson Farinazzo, avalia que os ataques de Israel contra o Irã em meio as negociações com os EUA quebraram a confiança entre os países, podem inviabilizar um futuro acordo e terão consequências duradouras para o Oriente Médio.

“Mesmo que a guerra acabe agora, a confiança foi quebrada, tanto do Irã com Israel, como de Israel com EUA. Isso pode levar a que o Oriente Médio acabe se nuclearizando. Se o Irã fizer sua bomba nuclear, provavelmente a Arábia Saudita e a Turquia vão fazer a sua também. Houve quebra de confiança porque Israel atacou o Irã enquanto negociava com EUA”, disse o especialista.

Apoio dos EUA

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Seyyed Araghchi, acrescentou que recebeu mensagens “por vários canais” de que os EUA não tiveram envolvimento no ataque, mas que o Irã não acredita nessa posição e que tem evidências que dizem o contrário.

“Se os EUA realmente defendem essa posição, deveriam declarar pública e explicitamente sua posição. Mensagens privadas são insuficientes. Para demonstrar boa vontade, os EUA devem condenar o ataque às instalações nucleares e distanciar-se claramente deste conflito”, completou o chanceler do Irã.

O presidente Donald Trump elogiou o ataque de Israel na última sexta-feira (11) e sugeriu ao Irã que aceitasse o acordo sobre o programa nuclear de Teerã para evitar novos ataques.

Nesse domingo (15), Trump disse que trabalha para um acordo entre Irã e Israel.

  “Teremos paz, em breve, entre Israel e Irã! Muitas ligações e reuniões estão acontecendo agora”, disse o presidente dos EUA em uma rede social

Acordo nuclear

O ministro do Irã Seyyed Abbas Araghchi ressaltou que, apesar da suspensão das negociações, o país segue disposto a mostrar ao mundo que não busca armas nucleares e que o programa é unicamente para fins pacíficos.

“Iniciamos negociações com os Estados Unidos e realizamos cinco rodadas de negociações. Na sexta rodada, estávamos preparados para apresentar nossa própria proposta para um possível acordo ao lado americano”, lembrou Arghchi.

Ainda segundo o ministro, o Irã acreditava que as negociações poderiam ter chegado a um acordo, mas foi interrompido pela agressão israelense.

“É bastante claro que o regime israelense não deseja nenhum acordo nuclear, negociações ou diplomacia. Atacar o Irã em meio a negociações nucleares demonstra a oposição do regime israelense a qualquer forma de diálogo”, completou o ministro.

Para o analista Robinson Farinazzo, Trump é um governante “errático” e vem tentando costurar um acordo com o Irã que ele mesmo cancelou em 2018.

“A acordo costurado por Brasil e Turquia sobre o programa nuclear do Irã em 2010 foi rejeitado pelo presidente Obama. Quatro anos depois, Obama chega a um acordo com Teerã, mas Trump rasga esse acordo em 2018. Agora, ele está tentando um acordo que ele mesmo rasgou em 2018. Ele é completamente errático, uma pessoa muito complicada. Então, o quadro é de instabilidade”, ponderou.

Entenda

O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu alega que atacou o Irã porque teria informações de que Teerã estaria construindo bombas atômicas, o que seria um “risco existencial” ao estado judeu. O Irã nega. 

Ao contrário de Israel, que é o único país daquela região que não assinou o Tratado de Não Proliferação de Armas Nuclear (TNP), o Irã tem se submetido a inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) da Organização das Nações Unidas (ONU).

Estima-se que Israel possua cerca de 90 armas nucleares, segundo organizações como a Federação de Cientistas Americanos (FAS) e a Associação de Controle de Armamentos, ambas dos EUA.

Um dia antes de Israel atacar o Irã, a AIEA aprovou resolução afirmando que Teerã não estava cumprindo suas obrigações com a agência. Já Teerã acusa a organização de agir “politicamente motivada” e guiada por Reino Unido, França, Alemanha e EUA, “sob influência de Israel”.

O professor de relações internacionais da Universidade Federal do ABC paulista (UFABC), Mohammed Nadir, disse que a Agência da ONU é controlada pelos EUA e suspeita que a última resolução pode ter sido manipulada para justificar a intervenção no país persa.

“O Irã declara que procura energia nuclear para fins civis e pacíficos. Enquanto isso, Israel nunca admitiu que tem armas nucleares e nunca permitiu à AEIA entrar fiscalizar suas instalações secretas. O que se busca e garantir a hegemonia de Israel no Oriente médio”, disse o professor.

Já para o especialista Robinson Farinazzo, se o Irã quisesse ter armas nucleares, eles já teriam desenvolvido. O analista lembra ainda que Israel sempre acusou o Irã de ter armas nucleares.

“Essa história de que o Irã vai fabricar bombas, acho isso uma falácia do Netanyahu.  Ele fala isso há 20 anos. Se ele quisesse fazer a bomba, ele já tinha feito. Um país que coloca satélites no espaço, que tem mísseis de alcance de 3 mil quilômetros. Todo ano, o Irã forma mais engenheiros que o Brasil, isso com metade da população”, avaliou.

Fonte: Agência Brasil

Tesouro paga R$ 1,1 bilhão em dívidas de estados e municípios em maio

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A União pagou R$ 1,1 bilhão em dívidas atrasadas de estados e municípios em maio, segundo o Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito e Recuperação de Contragarantias, divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Tesouro Nacional. No acumulado do ano, já são R$ 4,42 bilhões de débitos honrados de entes federados.

Em 2024, o valor chegou a R$ 11,45 bilhões de dívidas garantidas pela União.

Do total pago no mês passado, R$ 745,80 milhões são débitos não quitados pelo estado do Rio de Janeiro; R$ 245,48 milhões do Rio Grande do Sul; R$ 73,86 milhões de Goiás; R$ 36,88 milhões de Minas Gerais; R$ 2,71 milhões do Rio Grande do Norte e R$ 70,09 mil do município de Santanópolis (BA).

Dos R$ 4,42 bilhões de dívidas de entes federados honradas pela União em 2025, R$ 1,63 bilhão são do Rio de Janeiro; R$ 1,55 bilhão de Minas Gerais; R$ 748,97 do Rio Grande do Sul; R$ 370,05 milhões de Goiás; R$ 119,63 milhões do Rio Grande do Norte; R$ 2,47 milhões do município de Iguatu (CE); e R$ 350 mil de Santanópolis (BA).

Desde 2016, a União pagou R$ 79,86 bilhões em dívidas garantidas. Além do relatório mensal, o Tesouro Nacional disponibiliza os dados no Painel de Garantias Honradas.

As garantias representam os ativos oferecidos pela União – representada pelo Tesouro Nacional – para cobrir eventuais calotes em empréstimos e financiamentos dos estados, municípios e outras entidades com bancos nacionais ou instituições estrangeiras, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Como garantidora das operações, a União é comunicada pelos credores de que não houve a quitação de determinada parcela do contrato.

Recuperação de garantias

Caso o ente não cumpra suas obrigações no prazo estipulado, o Tesouro compensa os calotes, mas desconta o valor coberto de repasses federais ordinários – como receitas dos fundos de participação e compartilhamento de impostos, além de impedir novos financiamentos. Sobre as obrigações em atraso incidem ainda juros, mora e outros encargos previstos nos contratos de empréstimo, também pagos pela União.

Há casos, entretanto, de bloqueio na execução das contragarantias pela adoção de regimes de recuperação fiscal, por meio de decisões judiciais que suspenderam a execução ou por legislações de compensação das dívidas. Dos R$ 79,86 bilhões honrados pela União, cerca de R$ 72,54 bilhões se enquadram nessas situações.

Desde 2016, a União recuperou R$ 5,78 bilhões em contragarantias. Os maiores valores são referentes a dívidas pagas pelos estados do Rio de Janeiro (R$ 2,77 bilhões) e de Minas Gerais (R$ 1,45 bilhão), além de outros estados e municípios. Em 2025, a União já recuperou R$ 131,56 milhões em contragarantias.

Fonte: Agência Brasil

Polícia Civil investiga queda de balão tripulado que matou uma pessoa

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A Polícia Civil investiga a queda de um balão tripulado, ocorrida na manhã de domingo (15), em Capela do Alto, São Paulo, causando uma morte. A aeronave carregava mais de 30 pessoas. O caso está sendo investigado como homicídio culposo, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP).

Segundo a pasta, o piloto do balão foi preso em flagrante, e os exames periciais, assim como o laudo necroscópico, estão em elaboração e serão analisados para determinar tanto as causas do acidente quanto a causa da morte da vítima.

“Durante o voo, o piloto realizou tentativas mal sucedidas de pouso em áreas inadequadas, o que resultou na queda dos ocupantes. Uma das vítimas, uma mulher, foi socorrida e levada a um hospital em Sorocaba, mas não resistiu aos ferimentos”, diz nota da SSP. 

A Guarda Civil Municipal prestou os primeiros socorros no local.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) também apura o caso.

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Fonte: Agência Brasil