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Câmara cria o Prêmio Roberto Campos para valorizar empreendedorismo no DF

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A Câmara Legislativa vai homenagear empreendedores que se destacarem por suas contribuições ao desenvolvimento econômico, à geração de empregos e à promoção da liberdade econômica no Distrito Federal. Este é o propósito do Prêmio Roberto Campos, criado nesta sexta-feira (27) pela CLDF, com a promulgação da resolução 359/2025.

A premiação — que leva o nome de um dos principais defensores do liberalismo no Brasil — acontecerá anualmente, na primeira semana do mês de junho. Portanto, a primeira edição está prevista para junho de 2026. Os agraciados vão receber o troféu Prêmio Roberto Campos e um diploma de Honra ao Mérito concedido pela Câmara Legislativa, além de divulgação nas mídias institucionais da Casa.

A escolha dos homenageados ocorrerá mediante votação conjunta das comissões de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) e de Constituição e Justiça (CCJ), conforme critérios de edital publicado previamente. “O prêmio busca reforçar valores como a liberdade de mercado, a meritocracia e a inovação, fundamentais para o fortalecimento da economia regional e para a criação de novas oportunidades de negócios”, defenderam os autores da iniciativa, os deputados Eduardo Pedrosa (União) e Thiago Manzoni (PL), presidentes das comissões CEOF e CCJ, respectivamente.

 

Roberto Campos. Foto: Arquivo Senado Federal

 

A premiação terá quatro categorias: 

  1. Empreendedor individual: destinado a pessoas físicas que, por meio de sua atuação, contribuíram para a expansão de negócios no Distrito Federal;

  2. Pequena e média empresa: destinado a empresas de pequeno e médio porte que se destacaram no desenvolvimento econômico e na geração de empregos;

  3. Inovação e tecnologia: destinado a empreendedores ou empresas que inovaram em processos, produtos ou serviços, trazendo impactos positivos à economia local;

  4. Educação e desenvolvimento: destinado a premiar iniciativas, de pessoas físicas ou jurídicas, que promoveram princípios da liberdade econômica, do livre mercado e da meritocracia.

 

O projeto foi votado pelo Plenário da Câmara Legislativa na última terça-feira (24). Ao celebrar a aprovação, o deputado Thiago Manzoni ressaltou a importância de valorizar quem empreende no Brasil: “Quem empreende num país como o nosso, que penaliza o lucro e a atividade comercial, é herói. Essas pessoas geram empregos, sustentam famílias e precisam ser reconhecidas”, afirmou.

O parlamentar destacou ainda que a medida reafirma seu compromisso com a pauta econômica liberal. “Permaneço fiel aos valores que me trouxeram até aqui: combater o excesso de tributos, reduzir a burocracia e premiar quem arrisca seu capital para movimentar a economia e gerar dignidade para os trabalhadores”, completou.

Fonte: Agência CLDF

Inscrições para Encceja Exterior 2025 terminam nesta sexta-feira

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Termina às 23h59 desta sexta-feira (27) o prazo para inscrição no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja 2025). O exame é voltado para brasileiros residentes no exterior.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente no Sistema do Encceja Exterior. O participante deverá, no momento da inscrição, optar por quais áreas de conhecimento deseja realizar as provas.

O prazo também vale para quem necessita de atendimento especializado e para os que querem tratamento pelo nome social, direito exclusivo de participantes travestis, transexuais ou transgêneros que se identificam e querem ser reconhecidos socialmente conforme a identidade de gênero. As solicitações das duas situações devem ser feitas no momento da inscrição.

Entre as condições para requerer o atendimento especializado estão as pessoas com deficiência (PCD), com idade avançada, gestantes, lactantes, entre outras.

A participação no Encceja Exterior é voluntária, gratuita e destinada a jovens e adultos que não concluíram seus estudos na idade apropriada para cada nível de ensino, desde que tenham, no mínimo, 15 anos completos para o ensino fundamental e, no mínimo, 18 anos completos para o ensino médio, na data de realização do exame.

Encceja Exterior PPL

Para os participantes do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos submetidos a Penas Privativas de Liberdade em países estrangeiros (Encceja Exterior PPL), a inscrição deverá ser realizada no mesmo período, pelo responsável no Consulado-Geral.

Aplicação

A aplicação do Encceja Exterior será realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) em 28 de setembro, em dois turnos.

Já a aplicação Encceja Exterior PPL ocorre de 29 de setembro de 2025 a 3 de outubro, sob supervisão do responsável no Consulado-Geral, em unidades prisionais em Nagoia e Tóquio (Japão); e em Madri (Espanha).

As provas do turno matutino terão a duração de quatro horas. Vespertino, cinco horas.

O edital publicado em maio informa que Encceja Exterior 2025 será aplicado nas seguintes cidades e países: Frankfurt (Alemanha); Bruxelas (Bélgica); Barcelona e Madri (Espanha); Boston, Miami e Nova Iorque (Estados Unidos); Paris (França); Amsterdã (Holanda); Roma (Itália); Hamamatsu, Nagoia e Tóquio (Japão); Lisboa (Portugal); Genebra (Suíça); e Paramaribo (Suriname).

A aplicação do Encceja Exterior para as Pessoas Privadas de Liberdade ou sob medidas socioeducativas (PPL)

É obrigatória a apresentação de via original de documento oficial de identificação com foto para a realização das provas.

As provas

O Encceja é constituído de quatro provas objetivas, por nível de ensino, cada uma com 30 questões de múltipla escolha e uma proposta de redação.

Para o ensino fundamental, serão avaliadas as seguintes áreas de conhecimento: ciências naturais, matemática, língua portuguesa, língua estrangeira (inglês e espanhol), artes, educação física, história, geografia, além da redação.

Os jovens e adultos que fizerem o Encceja para obter certificação do ensino médio, terão avaliados os conhecimentos nestas áreas: química, física e biologia, língua portuguesa, língua estrangeira (inglês e espanhol), artes, educação física, História, Geografia, Filosofia e Sociologia e redação.

Os resultados individuais do Encceja Exterior e Encceja Exterior PPL não serão divulgados por meio de publicação. O Inep manterá, em sua base de dados, todos os resultados individuais dos participantes do exame, que serão disponibilizados para o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense e para o Colégio Pedro II do Rio de Janeiro, que firmaram Acordo de cooperação técnica com o Inep.

Encceja

Desde 2002, o Encceja possibilita a retomada da trajetória escolar por jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade regular para cada nível de ensino.

Há quatro tipos de aplicação do Encceja, cada uma com público-alvo e cronograma específicos:

  • Encceja Nacional: para residentes no Brasil;
  • Encceja Nacional PPL: para residentes no Brasil privados de liberdade ou que cumprem medidas socioeducativas;
  • Encceja Exterior: para brasileiros residentes no exterior;
  • Encceja Exterior PPL: para residentes no exterior privados de liberdade ou que cumprem medidas socioeducativas;

O Encceja ainda orienta o poder público sobre a implementação de políticas para a melhoria da qualidade na oferta da educação brasileira de jovens e adultos.


Fonte: Agência Brasil

Julho chegando? Temporada Mais Araguaia também!

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Seis cidades turísticas do Vale do Araguaia receberão várias frentes do Governo de Goiás durante a temporada de julho. Os detalhes foram anunciados pelo governador Ronaldo Caiado, nesta sexta-feira (27/06), durante o lançamento do Mais Araguaia 2025, no Palácio das Esmeraldas.

“É um momento que atrai milhares de pessoas. A cada ano estamos aprimorando mais, qualificando o atendimento aos turistas e realçando nossas tradições e cultura à beira do querido Rio Araguaia”, afirmou o chefe do Executivo goiano.

Ponto forte do turismo goiano no mês de julho, a temporada 2025 deve receber cerca de 1 milhão de visitantes. Por isso, o Estado coordena ações transversais, com resultados perenes para a comunidade ribeirinha.

“Não é apenas visando o turismo de temporada, mas uma somatória das ações na educação, saúde, programas sociais: tudo isso reflete o resultado nesse período”, enfatizou Caiado.

As ações serão nos municípios de Aruanã, Aragarças, Britânia, São Miguel do Araguaia, Nova Crixás e Montes Claros.

Cerca de 600 servidores estarão envolvidos, desenvolvendo atividades de forma conjunta, com a participação das secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Esporte e Lazer; Comunicação; Retomada; Saúde; e Segurança Pública; além das agências Goiás Turismo e Goiás Fomento, de Regulação (AGR) e a Controladoria Geral do Estado.

Segurança e cultura

Caiado dá largada nas ações do Mais Araguaia 2025
Forças de segurança serão deslocadas para destinos turísticos (Foto: Andre Saddi)

No lançamento do Mais Araguaia, Caiado cumprimentou as forças de segurança que serão deslocadas aos destinos turísticos. O Governo de Goiás autorizou aporte extra no orçamento para garantir o pagamento de horas extras aos policiais durante a operação, que contará com reforço em todos os Comandos Regionais da PMGO, além do recém-criado Batalhão Turístico.

O lançamento da temporada contou com a presença do secretário de Segurança Pública, coronel Renato Brum e do comandante-geral da PMGO, coronel Marcelo Granja. “Levaremos, ainda, os batalhões Ambiental, Rodoviário, de Divisas e de Eventos”, destacou Granja. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil também vão atuar na temporada, garantindo um trabalho integrado durante o período de férias.

Mais Araguaia 2025 leva cultura e entretenimento aos municípios

Na área do entretenimento, somente para ações culturais, o investimento do governo estadual gira em torno de R$ 4,5 milhões. Artistas goianos sobem aos palcos instalados nos municípios ribeirinhos de maior circulação de pessoas.

Em Aruanã, por exemplo, haverá shows gratuitos todos os finais de semana na praça principal. Toda a programação cultural conta com apoio do Estado, em parceria com as prefeituras.

“Você nunca viu um aparato tão grande de segurança como agora: sala de controle, tecnologias modernas e drones com identificação visual. Também teremos os shows artísticos, com uma característica muito importante, que é enaltecer a cultura goiana. Não apenas trazendo cantores e shows de fora. Isso é um reconhecimento da classe artística de Goiás”, comentou o governador.

Meio ambiente e economia

Caiado dá largada nas ações do Mais Araguaia 2025Caiado dá largada nas ações do Mais Araguaia 2025
Mais Araguaia 2025 incentiva a pesca legal (Foto: André Saddi)

Com foco na preservação do meio ambiente, o Governo de Goiás vai promover ações educativas e de fiscalização, com ênfase na pesca legal, no descarte correto de resíduos e incentivo à reciclagem. Uma central de atendimento aos turistas vai funcionar em Aruanã para suporte e informações gerais, além da emissão da carteira de pesca.

E para contemplar os moradores dos destinos turísticos, o Estado levou qualificação profissional para incentivar o empreendedorismo e complementar a renda familiar durante a alta temporada. Por meio do Colégio Tecnológico do Estado, foram ministrados os cursos de condutor de turismo para pesca; preparo e montagem de prato à base de pescado; e preparo de entradas e petiscos.

“Preparamos o morador e o comércio local para oferecer mais produtos e serviços, de forma que o turista deixe mais dinheiro nas pequenas lojinhas e em toda a região. Já temos notícias de cidade que vai oferecer eventos até o final de agosto, estendendo a temporada e gerando renda por mais tempo, que é um objetivo nosso desde o primeiro ano do Mais Araguaia”, concluiu secretário da Retomada, César Moura.

Saiba mais

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Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Juros do cartão de crédito sobem a 449,9% ao ano

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Os juros médios cobrados em maio pelas empresas de cartão de crédito rotativo estão mais altos no Brasil, enquanto os do cheque especial e do crédito consignado caíram. É o que informam as Estatísticas Monetárias e de Crédito, divulgadas nesta sexta-feira (27) pelo Banco Central (BC).

De acordo com o BC, em maio, os juros médios dos cartões de crédito rotativo chegaram a 449,9% ao ano, o que representa alta de 5,7 pontos percentuais (p.p.), na comparação com o mês anterior (444,2%).

A cobrança do rotativo é feita quando o valor total da fatura não é pago até a data de vencimento do cartão de crédito, levando o cliente a ter de parcelar o que é devido.

Já os juros médios cobrados pelo cheque especial ficaram em 134,7% ao ano. Em abril, a taxa estava 2,7 p.p. abaixo da observada em maio (137,4%).

Consignado

Outra modalidade de crédito que tem sido muito usada pelos brasileiros é a do consignado. Segundo o BC, no mês de maio houve queda de 0,4 p.p. na modalidade, na comparação com o mês anterior, ficando em 26,5% (consignado total).

No caso do consignado cobrado em maio na folha de servidores públicos (mais barato em função das garantias dadas pela estabilidade no emprego), os juros cobrados ficaram em 24,8% ao ano. Para o consignado dos trabalhadores do setor privado, o percentual sobe para 55,6% ao ano.

Nos consignados adquiridos por beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o juro cobrado estava em 24,3%, também tendo como maio como mês de referência.

Fonte: Agência Brasil

CPI sobre incêndio em pousada em PA aponta negligência de proprietário

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal de Porto Alegre que investigou as causas e os responsáveis pelo incêndio da Pousada Garoa LINK 1  aprovou, na quinta-feira (26), o documento final da apuração iniciada em fevereiro.

Por sete votos a quatro, os integrantes da comissão aprovaram o relatório do vereador Marcos Felipi (Cidadania) que, embora tenha apontado “negligência grave” por parte do proprietário da rede de pousadas Garoa André Kologeski, afirmou não ter encontrado “elementos suficientes” para responsabilizar qualquer agente público municipal.

O relatório contém os principais achados e conclusões da comissão acerca do incêndio que matou 11 pessoas e deixou 15 feridas, no fim de abril de 2024.

Além de atender a particulares, a pousada na região central da capital gaúcha tinha convênios com a Prefeitura de Porto Alegre, que encaminhava ao estabelecimento pessoas em situação de vulnerabilidade social, e com o Grupo Hospitalar Conceição, vinculado ao Ministério da Saúde.

Entre as vítimas do incêndio, seis eram pessoas em situação de rua, e cinco tinham se hospedado às suas próprias custas.

A rede de pousadas chegou a oferecer mais de 450 vagas em diferentes unidades espalhadas por 22 endereços, um dos quais, inclusive, já tinha pegado fogo em 2022.

Para o relator, há evidências de que Kologeski sabia “das condições estruturais inadequadas do imóvel, bem como da inexistência das medidas mínimas de segurança exigidas por lei”, como o fato, “comprovado”, de que, meses antes do incêndio, o empresário se recusou a renovar os extintores da pousada por discordar dos valores cobrados. Segundo a perícia, os extintores recolhidos no local não tinham a pressão exigida.

Ainda de acordo com Felipi, a edificação tinha inúmeros problemas estruturais, como quartos sem janelas, apenas uma escada em formato de caracol e uma única porta de entrada e saída. O estabelecimento também não tinha alvará de funcionamento, o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI), extintores em número suficiente e sinalização de rotas de fuga em caso de emergência.

“Diante da materialidade dos fatos e da comprovação das ações e omissões do proprietário, esta comissão entende que há elementos suficientes para o enquadramento do sr. André Kologeski em responsabilidade civil e criminal, com possibilidade de configuração de dolo eventual, uma vez que ele assumiu conscientemente o risco, como de fato se concretizou”, conclui o relatório.

Em dezembro de 2024, Kologeski foi indiciado pela Polícia Civil, junto com o ex-presidente da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) Cristiano Roratto, e a fiscal de serviços da fundação Patrícia Mônaco Schüler, responsável por acompanhar a execução do contrato/convênio de cerca de R$ 2,70 milhões que a Fasc mantinha com a rede de pousadas Garoa.

De acordo com o Ministério Público estadual, no momento do incêndio, cuja real origem a Polícia Civil não identificou, havia 32 pessoas hospedadas na unidade da Avenida Farrapos por meio do contrato entre a Fasc e a rede de pousadas Garoa.

Para o relator da CPI, Marcos Felipi, não há elementos suficientes para demonstrar que Roratto, Patrícia ou outros agentes públicos poderiam ter feito qualquer outra ação “suficiente para evitar a tragédia”.

“Diversos depoimentos foram enfáticos ao afirmar que os relatórios de fiscalização apontando as condições precárias da Pousada Garoa nunca foram levados ao conhecimento do então presidente da Fasc. Dessa forma, torna-se evidente que não se poderia exigir do gestor da pasta uma conduta preventiva em relação a fatos dos quais não tinha ciência”, aponta o relator.

“Quanto à conduta da sra. Patrícia Mônaco, merece destaque que, como fiscal de serviço, ela registrou formalmente sua preocupação com a segurança da Pousada Garoa”, disse o relator, acrescentando que “não era de sua responsabilidade a exigência de documentação relacionada ao plano de prevenção e proteção contra incêndio”

Diante dos fatos, o relator conclui que a servidora “não pode responder criminalmente por omissão imprópria, haja vista que não era seu dever agir sobre atos relacionados à prevenção e proteção de incêndio”.

O vereador sugeriu em seu relatório que, em caso de discordâncias, novas diligências devem ser realizadas para aprofundar as investigações acerca das eventuais responsabilidades dos gestores do convênio.

Divergência

Os quatro vereadores que divergiram do relatório aprovado, entre eles o presidente da CPI, Pedro Ruas (PSOL), apresentaram um voto por escrito, fundamentando suas conclusões.

De acordo com Ruas, ao contrário da maioria dos membros da CPI, o grupo divergente entende que houve um homicídio doloso, pois os responsáveis tinham consciência de seus atos e assumiram o risco de provocar a morte de pessoas por “omissão criminosa e tolerância institucional ao risco”.

O voto divergente propõe a responsabilização penal do prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, por se tratar da máxima autoridade municipal; do ex-secretário municipal de Desenvolvimento Social Léo Voigt, bem como de Roratto, Patrícia, da fiscal de contratos Maristela Ribeiro de Medeiros e Kologeski, que se negou a prestar depoimento à CPI.

Procurada, a Prefeitura de Porto Alegre disse que não vai se manifestar sobre o assunto por entender que “se trata de matéria exclusiva da Câmara Municipal”. O prefeito Sebastião Melo também não se pronunciou. 

A Agência Brasil não conseguiu contato com o dono da Pousada Garoa, e está aberta a manifestações.

Fonte: Agência Brasil

PF prende prefeito de Palmas por vazamento de investigação sigilosa

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A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira (27) mais uma fase da Operação Sisamnes, que apura um suposto esquema de vazamento e venda de decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ), entre outros tribunais. O prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, é alvo de um mandado de prisão preventiva. 

Ao todo, a PF cumpre seis mandados. Além de Campos, são alvo de prisão um advogado e um policial. Três diligências são de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares autorizadas pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo as investigações, a “organização criminosa é responsável pelo vazamento sistemático de informações sigilosas, oriundas de investigações em curso no Superior Tribunal de Justiça, com impacto direto sobre operações da Polícia Federal”, disse a corporação, em nota. 

Os vazamentos teriam prejudicado apurações contra juízes e advogados do Tocantins. “A apuração revelou indícios de que informações confidenciais estariam sendo antecipadamente acessadas, articuladas e repassadas a investigados, com o envolvimento de agentes públicos, advogados e operadores externos”, acrescentou a PF. 

Redes de influência

A PF informou ainda que “o grupo é suspeito de utilizar desses dados sensíveis para proteger aliados, frustrar ações policiais e construir redes de influência”. 

A prisão preventiva de Campos já havia sido pedida pela PF em fase anterior da operação Sisamnes, em maio, mas havia sido negada por Zanin, que, na ocasião, autorizou apenas buscas em endereços ligados ao prefeito, como na prefeitura de Palmas e em sua casa. O telefone celular do político foi então apreendido pelas autoridades policiais. 

A Agência Brasil tenta contato com a defesa do prefeito. Na fase anterior da Sisamnes, Campos deu entrevista na qual negou ter vazado qualquer informação sigilosa sobre investigações no STJ. 

“Eu só sei o que dizem por aí. Eu não tenho nenhuma informação privilegiada. Estou aqui para responder em relação a suposto vazamento de informação perante o STJ. Eu não tenho fonte no STJ, não é meu papel”, afirmou o prefeito, em maio. 

A Operação Sisamnes teve como origem a investigação do assassinato de um advogado no Mato Grosso. Ao analisar o celular da vítima, os policiais encontraram informações indicando a venda de sentenças em diferentes tribunais, abrindo diversas frentes de investigação, incluindo no STJ. 

Em ocasião anterior, durante fase que teve como alvo servidores do tribunal, o STJ divulgou nota na qual negou que ministros da Corte tivessem conhecimento de qualquer eventual irregularidade cometida por integrantes de seus gabinetes. 

Fonte: Agência Brasil

Moraes abre prazo para alegações finais em ação sobre trama golpista

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu nesta sexta-feira (27) prazo para que acusação e defesas apresentem suas alegações finais na ação penal que tem como alvo o núcleo crucial de uma trama golpista cujo objetivo seria manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder após derrota eleitoral.

Pelo despacho, a partir da intimação, a Procuradoria-Geral da República (PGR) terá o prazo de 15 dias para apresentar sua versão final dos fatos investigados. Após esse tempo, o delator do complô golpista, o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, terá o mesmo tempo pra apresentar suas próprias alegações finais.

Por último, as defesas dos outros sete réus da Ação Penal 2.668 terão também 15 dias para apresentar ao Supremo sua última manifestação antes do julgamento do caso pela Primeira Turma, composta por cinco ministros: além de Moraes, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flavio Dino.

Segundo o STF, o prazo para as alegações finais não deve ser interrompido durante o recesso judicial de julho, porque a ação penal possui um réu preso, o general Walter Braga Netto, motivo pelo qual a contagem a partir da intimação de cada réu deve seguir normalmente.

Todos os oito réus, incluindo o próprio Bolsonaro, foram denunciados pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, pelos mesmos cinco crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolir violentamente o Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado por violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. Somadas, as penas podem ultrapassar os 40 anos de prisão. 

Segundo a denúncia, o plano golpista começou a ser posto em ação em meados de 2021, com ataques sistemáticos ao processo eleitoral e à urna eletrônica, e culminou nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas por apoiadores de Bolsonaro.

Ainda segundo a acusação, os planos golpistas chegaram a incluir, no fim de 2022, o monitoramento e até assassinato de autoridades públicas, entre as quais o próprio Moraes e o então presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, bem como seu vice, Geraldo Alckmin.

À exceção dos advogados do delator Mauro Cid, as defesas dos demais sete réus negam qualquer envolvimento de seus clientes na suposta trama e alegam, entre outros pontos, que a denúncia é inepta, por não ter especificado em detalhes as condutas criminosas de cada acusado.

Ao todo, foram abertas cinco ações penais relativa à trama golpista, cada uma focando em um núcleo com atribuições específicas dentro do complô. Nos últimos meses, a Primeira Turma do Supremo tornou 31 acusados réus no caso.

Instrução encerrada

Ao abrir prazo para as alegações finais, Moraes declarou encerrada a instrução da ação, isto é, fechou a fase em que são ouvidas as testemunhas e os próprios réus, bem como são analisados pedidos de defesa e acusação por providências adicionais que possam ajudar a esclarecer o caso.

Ao todo, de 19 de maio a 2 de junho, foram ouvidas 52 testemunhas de acusação e defesa, além de mais duas que apresentaram manifestações por escrito. Não sendo obrigadas a falar, outras 28 foram dispensadas pelas defesas. Elas falaram em sessões fechadas, que puderam ser acompanhadas apenas por jornalistas, sem nenhum tipo de gravação.

Os oito réus foram também interrogados por Moraes. O ministro Luiz Fux também fez perguntas. Nesse caso, os depoimentos foram transmitidos ao vivo pela TV Justiça, em sinal aberto, procedimento inédito no Supremo.

Foram feitas duas acareações a pedido de defesas: entre Cid e o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil, e entre Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, e o general Freire Gomes, ex-comandante do Exército e que figura apenas como testemunha no processo.

Ao contrário das etapas anteriores, as acareações foram totalmente fechadas, sem a presença do público ou da imprensa. Também não foram feitas gravações, por determinação de Moraes, mas somente o registro em ata do que foi dito.

Matéria ampliada às 13h12.

 

 

 
 

Fonte: Agência Brasil

Ouvidoria da CLDF superou média anual de demandas em 2024 

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Em 2024, a Ouvidoria da CLDF registrou 1.363 demandas, valor acima da média dos últimos anos. O número supera os 917 da média anual quando se consideram todas as manifestações recebidas desde 2008. Além disso, destaca-se que das demandas de ouvidoria — como denúncia, elogio, reclamação, solicitação e sugestão —, cerca de 65% foram atendidas em até cinco dias. 

Responsável por acolher manifestações dos cidadãos, a Ouvidoria é um canal de relacionamento com o Poder Legislativo local que aprimora o serviço público prestado pela Casa ao promover a participação social. 

Para acionar o serviço, a população tem optado majoritariamente pelo meio digital, canal de 94,94% das demandas, que se distribuem via e-mail (ouvidoria@cl.df.gov.br); portal; intranet, no caso do público interno; Sistema Eletrônico de Informações (SEI); e Whatsapp, disponível pelo número (61) 99677-5435. O atendimento presencial ocupa o segundo lugar, seguido pelo telefônico, que responde no (61) 3348-8315. Vale ressaltar que a Ouvidoria recebe contatos identificados e anônimos.  
 

O deputado Jorge Vianna é o ouvidor da CLDF

 

“Fiquei bem feliz com o resultado e com o trabalho da nossa Ouvidoria”, enaltece o ouvidor da Casa, deputado Jorge Vianna (PSD). “A gente está preparado para atender a população, que deve procurar os nossos serviços. A população precisa estar mais próxima da CLDF, e não ver a Câmara como um órgão comum do estado mas, sim, como um órgão auxiliador dos cidadãos, que muitas vezes não sabem dos seus direitos”, resume Jorge Vianna. 

Principais demandas 

Queixas sobre mobilidade, calçadas, estacionamentos e vias públicas despontaram entre as mais recorrentes em 2024, com 163 registros. Os relatos trazem um panorama da realidade vivida pela população do Distrito Federal. 

O ouvidor conta que se surpreendeu com a alta incidência de reclamações sobre mobilidade no ano passado, especialmente em Planaltina: diversas manifestações abordam a BR 20, que conecta a saída norte do Plano Piloto à Planaltina. Outro tema que se repetiu ao longo do ano trata dos serviços públicos de Planaltina, de forma ampla, que  inclui transporte, saneamento básico e iluminação pública. Embora reflitam atribuições do Executivo, tais assuntos relacionam-se às funções fiscalizatórias do Legislativo e servem como sinais de alerta para a elaboração de políticas públicas

Quanto aos pedidos de informação, os temas mais populares no último ano versam sobre publicidade e transparência de processos e documentos sob a responsabilidade da CLDF, além de dados administrativos relativos a gastos, estrutura, cargos, carreiras e servidores. 

Para demandas de ouvidoria, a área trabalha com o prazo de 30 dias previsto na Lei Distrital 6.519/2020. Já nos pedidos de informação que se enquadrem na Lei de Acesso à Informação 12.527/2011, o atendimento deve ocorrer em até 20 dias. A norma também permite a ampliação do período, nos casos previstos pelo texto.  

Acesse a íntegra do Relatório anual da Ouvidoria da CLDF de 2024

Fonte: Agência CLDF

Conferência envolve 61 mil escolas em ações por justiça climática

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As escolas brasileiras interessadas em enviar contribuições para a VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA) têm até a segunda-feira (30) para realizar o encontro em sua unidade.

O processo de mobilização nacional é destinado a todas as escolas brasileiras que possuem pelo menos uma turma do 6º ao 9º ano do ensino fundamental.

A iniciativa é dos Ministérios da Educação (MEC) e do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em parceria como o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O tema desta sexta edição da Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente é: “Vamos transformar o Brasil com educação e justiça climática”. O principal objetivo é fortalecer a educação ambiental, para que as escolas sejam espaços que promovam debates sobre justiça climática, soluções para a mudança do clima e resiliência climática.

A temática é oportuna no ano em que o Brasil sediará, em Belém, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), entre 6 e 21 de novembro.

A organização espera que a mobilização social da VI CNIJMA represente uma oportunidade de ecoar a voz de crianças e adolescentes sobre o que é mais relevante para suas comunidades.

O MEC confirma que 61.806 escolas possuem pelo menos uma turma de 6º ao 9º ano do ensino fundamental. Por isso, o cálculo é que a conferência tem o potencial de mobilizar mais de 775 mil professores e 9 milhões de estudantes de escolas públicas e privadas, nesta etapa de ensino.

Registro da conferência escolar

Depois de realizada esta primeira etapa até 30 de junho, a escola precisa registrar a conferência local no formulário do site oficial da VI CNIJMA, até 5 de julho, com o código da unidade de ensino do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O registro é fundamental para que a escola possa avançar paras as próximas etapas do processo de realização de uma conferência nacional.

O governo federal criou um documento com o passo a passo da Conferência na Escola

Cumpridas todas as etapas, as alegações de participantes e centenas de projetos finalistas de vários estados chegarão à fase nacional agendada para 6 a 10 de outubro de 2025, em Brasília.

Vivência em conferências

A geógrafa e servidora da rede pública de ensino do Ceará, Roseneide Furtado, desde 2009, participou de três conferências Infantojuvenil pelo Meio Ambiente,  sendo duas delas com atuação na etapa nacional.

Atualmente, ela integra a Comissão Organizadora Estadual da Sexta Conferência Nacional, no estado. Anteriormente, a professora foi convidada a participar das etapas da quarta conferência, em 2013, e da quinta edição, a última, em 2018, representando o Ceará.

Para ela, é de suma importância que o secretário de educação de município saiba todas as etapas de uma conferência nacional e que o gestor enxergue as possibilidades de aprendizado dos estudantes que participam desta jornada pedagógica.

“Passei a me engajar mais, buscando maior proximidade com a Secretaria da Educação do Estado e auxiliando o processo nas demais escolas, visitando as escolas municipais e estaduais, acompanhando a produção dos alunos. Trata-se de um processo gratificante, pois observamos a concretização das ações. A Conferencia é um legado importante, pois fomenta projetos e dá vida às iniciativas nas escolas”, afirmou a integrante da comissão organizadora Estadual da VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, no Ceará, Rosindey de Furtado.

Roseneide Furtado explicou que, nesta quinta-feira (26), a Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação 9, da Secretaria da Educação do Estado do Ceará, realizou a conferência regional que reuniu as escolas de seis muncípios: Cascavel, Beberibe, Chorozinho, Horizonte, Pacajus e Pindoretama. Cinco projetos e delegações foram eleitos para a etapa estadual da conferência, a ser realizada até 15 de agosto. 


Brasília (DF), 27/06/2025 - geógrafa e servidora da rede pública de ensino do Ceará, Roseneide Furtado, integrante da comissão organizadora da  Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, pelo Ceará.  -  VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio.
Foto: Luanna Viana/Secretaria da Educação do Estado do Ceará
Brasília (DF), 27/06/2025 - geógrafa e servidora da rede pública de ensino do Ceará, Roseneide Furtado, integrante da comissão organizadora da  Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, pelo Ceará.  -  VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio.
Foto: Luanna Viana/Secretaria da Educação do Estado do Ceará

Servidora da rede pública de ensino do Ceará Roseneide Furtado – Foto : Secretaria da Educação do Estado do Ceará

Prazos

Conferências  nas escolas:  até 30 de junho;

 Conferências Regionais/Municipais (opcional): prazo definido pelas Comissões Organizadoras Estaduais (COE) a partir de regulamento próprio;

Conferências Estaduais: até 15 de agosto;

Conferência Nacional: 6 a 10 de outubro.

Público das conferências

A Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente foi realizada, pela primeira vez, em 2003. 

Nas cinco edições realizadas ao longo de 15 anos (2003-2018), mais de 20 milhões de pessoas participaram, entre crianças e adolescentes de 11 a 14 anos (como delegados); jovens de 18 a 29 anos (como mobilizadores, facilitadores, oficineiros e gestores); professores e profissionais das comunidades escolares; gestores da educação e do meio ambiente. 

Cada edição mobilizou, em média, 14 mil escolas de todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.

Legado da educação ambiental

Ao longo da jornada da VI CNIJMA serão incentivadas a criação e permanência das Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (Com-Vida) nas escolas.

O objetivo é que cada comissão possa organizar um processo integrado, articulado e permanente de diálogo, construção e troca de conhecimentos. 

O evento também pode contribuir para as políticas de formação dos profissionais da educação para estimularem as práticas educativas que ampliem o compromisso com a educação ambiental.

 

 


Fonte: Agência Brasil

Festa de Trindade tem segurança reforçada

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Festa de Trindade tem segurança reforçada
Forças de segurança pública atuam de forma conjunta para garantir a tranquilidade e o bem-estar dos romeiros na Festa de Trindade (Fotos: SSP-GO)

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-GO) reforça a integração das polícias para garantir a segurança dos fiéis e visitantes que participarão da Romaria do Divino Pai Eterno 2025, em Trindade. O evento, considerado uma das maiores celebrações religiosas do país, tem início nesta sexta-feira (27/06) e segue até 6 de julho, com o tema: Pai Eterno, fazei-nos peregrinos da esperança.

A operação contará com um esquema especial, coordenado pela Superintendência de Ações e Operações Integradas da pasta, com participação das Polícias Militar, Civil, Penal, Científica e Corpo de Bombeiros, além de equipes de inteligência e da Prefeitura de Trindade, que firmou parceria ativa para o planejamento das ações.

Entre as principais medidas previstas estão:

  • reforço do efetivo policial,
  • operações de inteligência,
  • cumprimento de mandados,
  • abordagens e bloqueios em pontos estratégicos,
  • ações de fiscalização administrativa
  • monitoramento de possíveis crimes ou irregularidades.
Festa de Trindade tem segurança reforçadaFesta de Trindade tem segurança reforçada
Operação contará com esquema especial, coordenado pela Superintendência de Ações e Operações Integradas da SSP-GO, com participação das Polícias Militar, Civil, Penal, Científica e Corpo de Bombeiros, além de equipes de inteligência e da Prefeitura de Trindade (Fotos: SSP-GO)

A cidade será dividida em áreas de atuação setorizadas, garantindo maior eficiência às forças de segurança.

Outro destaque é a instalação de um Centro de Comando e Controle Integrado no município, que funcionará durante todo o período da festa para gerenciar, em tempo real, as ações e ocorrências. Também foi instituída a Sala de Gestão Integrada da Romaria, responsável por coordenar e fiscalizar todas as atividades relacionadas ao evento. O videomonitoramento urbano será reforçado.

Para o secretário Renato Brum dos Santos, o planejamento reflete o compromisso do Estado com a proteção dos fiéis e o sucesso do evento.

“A Romaria de Trindade é um patrimônio da fé goiana e nacional. Nosso papel é garantir que todos possam viver esse momento de esperança e devoção com segurança, organização e tranquilidade”, afirmou.

“Estamos empenhados em garantir uma Romaria segura, bem estruturada e à altura da fé e da tradição do nosso povo. O apoio da Secretaria de Segurança Pública é essencial para que possamos antecipar soluções, mapear os pontos críticos e organizar toda a logística, em parceria com a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e demais instituições envolvidas”, afirmou o secretário de Infraestrutura de Trindade, Gustavo Queiroz.

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Secretaria de Segurança Pública (SSP) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás