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Com nova geração, Brasil estreia nesta quarta na Billie Jean King Cup

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O Brasil estreia nesta quarta-feira (8) contra o Chile no Grupo I das Américas aa Billie Jean King Cup (BJKC), principal competição entre nações do tênis feminino, a partir das 13h (horário de Brasília), em Ibagué (Colômbia)  A equipe Amarelinha contará com duas promessas da modalidade: a paulista Nauhany Silva, a Naná, e a potiguar Victória Barros, números 9 e 10 do ranking juvenil, respetivamente. Além das tenistas de 16 anos – convocadas após a desistência de Beatriz Haddad Maia e Luisa Stefani – o time brasileiro também entrará em quadra com Gabriela Cê e Ana Candiotto.

Naná Silva vive ótima fase. Em março ela foi campeã do torneio juvenil Banana Bowl, após hiato de 35 anos sem brasileiras no topo do pódio. Na final 100% brasileira, Naná superou Victória Barros por 2 sets a 1. Nesta terça (7), a jovem paulista (658ª no ranking mundial) recebeu um convite (wild card) para disputar o WTA 1000 de Madri, com início em 21 de abril. Naná debutou em novembro do ano passado na BJKC, integrando a equipe brasileira principal. Na ocasião, ela derrotou a portuguesa Matilde Jorge.  


Victória Barros - Banana Bowl 2026 - tênis
Victória Barros - Banana Bowl 2026 - tênis

A potiguar Victória Barros tornou-se a primeira tenista do Brasil a chegar às oitavas de final da chave juvenil na edição de 2025 do Aberto da Austrália – Luiz Candido/CBT/Direitos Reservados

Já Victória Barros vive a expectativa de jogar pela primeira vez na BJK. Em janeiro do ano passado, ela se tornou a primeira tenista brasileira a alcançar as oitavas de final da chave juvenil do Aberto da Austrália.

“Sua primeira convocação para a Billie Jean King Cup. Com certeza irá contribuir muito para o nosso time nesse zonal em Ibagué”, afirmou Luiz Peniza, capitão da seleção na BJKC.

Ao todo oito seleções competem por duas vagas nos playoffs do Grupo Mundial. Brasil e Chile estão na chave A, junto com Argentina e Peru. Já o grupo B conta com Colômbia, México, Venezuela e Equador. Pelo regulamento, todas as equipes de cada chave jogam entre si, sendo que cada confronto inclui três partidas (duas de simples e uma de duplas). As duas melhores equipes de cada grupo se enfrentarão pela classificação aos playoffs.

Programação

Quarta-feira (08)
Brasil x Chile – 13h

Quinta (09)
Brasil x Argentina ou Peru – 13h

Sexta (10/04)
Brasil x Argentina ou Peru – 13h

Fonte: Agência Brasil

Proposta que transforma servidores de Gestão Governamental em carreira típica de Estado recebe apoio de distritais

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A Proposta de Emenda à Lei Orgânica (PELO) nº 15/2024, de autoria do deputado Gabriel Magno (PT) e outros, foi o assunto principal da sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta terça-feira (7). A proposta coloca os integrantes da carreira de Políticas Pública e Gestão Governamental (PPGG) como típica de Estado e garante a independência funcional “no exercício das atribuições de formulação, implementação, gestão, monitoramento, avaliação e revisão das políticas públicas”.

Representantes da carreira PPGG acompanharam a sessão e receberam o apoio de alguns deputados que ocuparam a tribuna. Outras categorias também estiveram nas galerias, como Procuradoria Geral do DF, Instituto de Medicina Legal (IML) e representantes da assistência à saúde, embora o prazo para votação de projetos de reestruturação de carreiras tenha se encerrado devido ao calendário eleitoral.

 

Foto: Carlos Gandra/Agência CLDF

O deputado Gabriel Magno lamentou a ausência de deputados da base na sessão e se solidarizou com os servidores presentes nas galerias. Magno destacou a importância da carreira PPGG e defendeu a votação da PELO para valorizar os servidores, “que não podem ficar à mercê ou refém de governo de plantão”. O distrital criticou o GDF por não ter dialogado com os servidores. Para ele, o governo de Celina Leão “começou muito mal”. 

 

Foto: Carlos Gandra/Agência CLDF

Já o deputado João Cardoso (PL) garantiu apoio à carreira PPGG, que, segundo ele, permeia todos os órgãos do DF e é uma categoria que está presente em todas as unidades do governo. “O importante é valorizar esta carreira que tem feito todo um trabalho de recepcionar a população”, disse ele. 

Também se manifestaram em defesa da aprovação da PELO 15/2024 os deputados Fábio Felix (Psol), Paula Belmonte (PSDB), Chico Vigilante (PT), Max Maciel (Psol) e Ricardo Vale (PT).

 

Fim do prazo

 

Foto: Carlos Gandra/Agência CLDF

O presidente da Câmara, deputado Wellington Luiz (MDB), lamentou que o projeto de reestruturação da carreira da Procuradoria Geral do DF não tenha chegado no prazo para votação. Segundo ele, a Câmara estava disposta, inclusive, a realizar sessão extraordinária no final de semana para apreciação da proposta, caso o projeto tivesse sido encaminhado pelo governo. “Mas lamentavelmente o projeto não chegou. O que resta de consolo é trabalhar a partir de agora para buscar a aprovação de reestruturação em outro momento, após o período eleitoral”, completou ele.

Denúncias contra o BRB

Outro assunto que mereceu a atenção dos distritais durante a sessão ordinária foi a denúncia de irregularidades envolvendo o BRB e o Banco Master. O deputado Fábio Felix lembrou que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou hoje a convocação do presidente do BRB e de dirigentes da secretaria de Economia, após as autoridades não atenderem ao convite feito para que comparecessem à Casa e respondessem aos questionamentos dos distritais.

 

Foto: Carlos Gandra/Agência CLDF

“Não é coisa banal, estamos falando do maior escândalo da história do DF. Esses agentes públicos agiram com escárnio contra toda a população do DF.  Vou falar sobre este assunto todas as vezes que for necessário, pois só podemos descansar quando esses bandidos estiverem na cadeia”, finalizou ele. 

 

Foto: Foto: Carlos Gandra/Agência CLDF

A deputada Paula Belmonte também falou sobre o tema considerando “descaso” o fato de “a presidência do BRB, até hoje, não ter informado qual é o tamanho do prejuízo do banco e não ter aceitado convite da CCJ para prestar esclarecimentos”. Para ela, a população tem que ficar atenta, “porque foram estes governantes que estão aí que abriram as portas para a maior fraude do DF”. 

 

Foto: Carlos Gandra/Agência CLDF

O deputado Chico Vigilante comentou notícias recentes envolvendo “operações entre o BRB e a Reag, acusada de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC)”. Na opinião dele, as operações revelam que os envolvidos “assaltaram os cofres da população do DF e por causa disso falta dinheiro para a saúde e para outras ações do governo”.

 

Ponte Alta e Casa Grande

O deputado Rogério Morro da Cruz (PSD) ocupou a tribuna para defender a criação da região administrativa da Ponte Alta Norte e Casa Grande, “pleito antigo das comunidades daquelas localidades”. Segundo ele, a criação desta nova região administrativa é um “clamor justo das pessoas que ali residem, e que se encontram vinculados ao Gama”. 

 

Foto: Carlos Gandra/Agência CLDF

“Nós deputados somos passageiros, mas as comunidades são permanentes. Muito se fala sobre a competência da CLDF para criar região administrativa, mas projeto de minha autoria tem o intuito de fomentar o debate. Não podemos deixar de reconhecer que a proposição legislativa cumpre papel de mobilização. O mais importante para nós não é a autoria, mas a criação da nova região administrativa”, justificou.

 

Confira a sessão:

 

 

Fonte: Agência CLDF

Rússia e China vetam resolução sobre Ormuz em Conselho de Segurança

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Com vetos dos membros permanentes China e Rússia, o Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) rejeitou projeto de resolução apresentado pelo Bahrein, em nome dos países do Golfo Pérsico, que condenava o fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã.

O texto apresentado criticava apenas as retaliações iranianas, sem citar as agressões dos Estados Unidos (EUA) e Israel, defendendo a soberania dos países do Golfo, sem citar a integridade territorial ou independência política do Irã.

O projeto ainda afirmava o direito de os “Estados-Membros, em conformidade com o direito internacional, de defenderem suas embarcações contra ataques e provocações, incluindo aquelas que prejudicam os direitos e liberdades de navegação”. 

Onze membros do Conselho votaram a favor do projeto de resolução, são eles: Bahrein, EUA, Reino Unido, França, Dinamarca, Grécia, Panamá, Libéria, Letônia e Congo. A Colômbia e o Paquistão se abstiveram.

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Ao defender a aprovação do texto, o Bahein – que estava representando Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Jordânia – afirmou que o Irã não teria o direito de fechar o Estreito de Ormuz, por onde transitam cerca de 20% do petróleo e gás mundiais.

“A não adoção desta resolução envia um sinal errado ao mundo, aos povos do mundo — um sinal de que as ameaças às vias navegáveis ​​internacionais podem passar sem qualquer ação decisiva da comunidade internacional”, disse o ministro das Relações Exteriores do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani.

Segundo o direito internacional, o uso da força só pode ser exercido pelos Estados se aprovado no Conselho de Segurança da ONU ou em casos de autodefesa.


Mapa Estreito de Ormuz
Mapa Estreito de Ormuz

Irã

O Irã fechou o Estreito de Ormuz em retaliação à agressão sofrida por Israel e EUA, prometendo manter o canal fechado para os países hostis à República Islâmica. 

O embaixador de Teerã, Amir Saeid Iravani, disse que o objetivo do projeto do Bahrein é “punir a vítima por defender sua soberania e seus interesses nacionais vitais no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz, ao mesmo tempo que oferece cobertura política e jurídica para futuros atos ilegais dos agressores”.

Iravani acrescentou que, na essência, esse foi um projeto dos EUA e que Washington e Tel-Aviv devem assumir a “total responsabilidade” pelo sofrimento que infringiram, assegurando que “embarcações não hostis” poderão passar livremente pelo Estreito.

Rússia


Russian ambassador to the United Nations Vassily Nebenzia addresses delegates during a meeting of the United Nations Security Council, following U.S attack on Iran's nuclear sites, at UN headquarters in New York City, U.S., June 22, 2025. REUTERS/Eduardo Munoz
Russian ambassador to the United Nations Vassily Nebenzia addresses delegates during a meeting of the United Nations Security Council, following U.S attack on Iran's nuclear sites, at UN headquarters in New York City, U.S., June 22, 2025. REUTERS/Eduardo Munoz

O embaixador russo Vassily Nebenzia afirmou que o texto apresentado ao Conselho de Segurança tem abordagem fundamentalmente “errônea e perigosa para a situação na região”.

Para o diplomata de Moscou, o texto do Bahrein apresenta o Irã como única fonte de tensões regionais, sem mencionar os ataques ilegais dos EUA e de Israel, lembrando que a “interpretação vaga e abrangente” da Resolução 1973 de 2011 prejudicou a Líbia.

Naquele ano, o Conselho autorizou uso da força contra o governo líbio de Muammar Gaddafi sob a alegação de “proteger civis”, levando a sua queda. Desde então, a Líbia não tem um governo unificado e o controle territorial é fragmentado por grupos muitas vezes rivais.  

Nebenzia acrescentou que Russa e China “em breve” apresentarão uma resolução alternativa. “Nosso projeto será conciso, equitativo e equilibrado”, afirmou.

China

Por sua vez, a China destacou que o projeto de resolução não conseguiu captar as “causas profundas e o quadro completo do conflito de forma abrangente e equilibrada”, disse o embaixador Fu Cong.

O diplomata chinês acrescentou que o Conselho de Segurança não deve se precipitar na votação de um projeto de resolução “quando sérias preocupações foram levantadas por seus membros”.

Fu Cong disse que a China tem o compromisso de abordar a situação de forma adequada, combatendo suas causas profundas.

“Esta guerra nunca deveria ter acontecido”, acrescentou, culpando os EUA e Israel como instigadores e instando-os a cessar com as “ações militares ilegais”. Fu Cong também pediu ao Irã que interrompa seus ataques.

EUA

O representante dos Estados Unidos no Conselho de Segurança da ONU destacou que o Estreito de Ormuz é vital demais para o mundo para ser usado “como refém, bloqueado ou instrumentalizado por qualquer Estado”, disse o embaixador Michael Waltz.

Os EUA se solidarizam com os povos do Golfo e acusaram a China e a Russa de se alinharem a um “regime que busca intimidar o Golfo para subjugá-lo”.

Após a agressão dos EUA e de Israel contra o Irã, o país persa passou a retaliar bases militares dos norte-americanos e infraestruturas energéticas sediadas nos países do Golfo. Teerã justifica que essas nações fazem parte da guerra ao permitirem que os agressores usem seu território e espaço aéreo para ataques contra o Irã.

Fonte: Agência Brasil

FGC libera R$ 6 bi a credores com mais de R$ 1 mil no Will Bank

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Quase três meses após a liquidação do Will Bank, fintech ligada ao Banco Master, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) iniciou a segunda fase de pagamentos aos clientes da instituição. Nesta etapa, serão liberados R$ 6,06 bilhões para cerca de 312 mil credores com valores a receber entre R$ 1 mil e R$ 250 mil.

Os pagamentos são feitos exclusivamente pelo aplicativo do FGC. Para receber, o cliente precisa se cadastrar na plataforma, preencher os dados solicitados, enviar a documentação necessária e formalizar o pedido.

O fundo orienta que os usuários mantenham as notificações do aplicativo ativas para acompanhar o andamento da solicitação e eventuais pendências.

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Como receber

  1. Para ter acesso ao dinheiro, o credor deve:
  2. Baixar o aplicativo do FGC;
  3. Realizar cadastro na plataforma;
  4. Conferir e complementar informações;
  5. Enviar documentos exigidos;
  6. Pedir o ressarcimento.

O FGC alerta que não entra em contato por telefone, redes sociais ou aplicativos de mensagens para pedir dados ou senhas. Todo o processo deve ser feito apenas pelos canais oficiais.

Balanço

A primeira etapa dos pagamentos aos credores do Will Bank, iniciada em fevereiro, contemplou clientes com até R$ 1 mil a receber. Até agora, foram pagos R$ 126 milhões a mais de 1,1 milhão de pessoas.

Desde janeiro, o FGC desembolsou cerca de R$ 39,3 bilhões em ressarcimentos a clientes do Banco Master, Banco Master de Investimento e Letsbank, o equivalente a 96,9% da quantia prevista. Ao todo, aproximadamente 669 mil credores já receberam os valores, o que representa 90,24% dos beneficiários.

Em relação ao Banco Pleno, outra instituição ligada ao Master, os pagamentos somam R$ 3,61 bilhões, beneficiando cerca de 107,3 mil pessoas. Isso equivale a 70,45% dos credores e a 75,39% do valor previsto a ser liberado para essa instituição.

Regras e limites

O ressarcimento segue o limite de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, conforme as regras do sistema. Clientes que já atingiram esse teto em outras instituições do mesmo grupo, como o Banco Master e empresas associadas, não terão valores adicionais a receber do Will Bank.

Há exceção para investimentos realizados até 31 de agosto de 2024, que mantêm a garantia individual dentro do limite.

Liquidação

A liquidação do Will Bank foi decretada pelo Banco Central (BC) após a deterioração da situação financeira da instituição e problemas no cumprimento de obrigações. O banco fazia parte do conglomerado liderado pelo Banco Master.

Desde então, o FGC vem conduzindo o processo de devolução dos valores aos clientes afetados.

Fonte: Agência Brasil

Motta diz que fim da escala 6×1 será debatida por meio de PEC

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse nesta terça-feira (7) que o governo não vai mais encaminhar um projeto de lei com urgência para tratar do fim da escala de trabalho 6X1. Segundo ele, o debate ocorrerá por meio de uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) que, atualmente, está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

“O governo não mais enviará, segundo o líder do governo [deputado José Guimarães], o projeto de lei com urgência, pactuando assim o entendimento já feito e determinado por essa presidência de que nos iremos analisar a matéria por Projeto de Emenda à Constituição”, disse Motta após reunião de líderes na residência oficial.

Atualmente, a Constituição estabelece que a carga de trabalho será de até oito horas diárias e até 44 horas semanais. A CCJ analisa os textos das PECs apresentadas pela deputada Érika Hilton (PSOL-SP) e pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). A expectativa é que o colegiado análise a admissibilidade da matéria na próxima semana.

O primeiro acaba com a escala 6×1, de seis dias de trabalho e um de descanso e limita a duração do trabalho normal a 36 horas semanais. O texto ainda faculta a compensação de horas e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. Pela proposta, a nova jornada entra em vigor 360 dias após a data da sua publicação.

O segundo projeto também reduz a jornada de trabalho para 36 horas semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, nos mesmos termos da proposta anterior. A matéria, entretanto, prevê que a nova jornada entre em vigor 10 anos após a data de sua publicação.

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Urgência

O governo avaliava enviar um projeto de lei com urgência para o Congresso Nacional, caso as discussões que tratam sobre a jornada de trabalho considerados como prioritários não caminhassem com a “velocidade desejada”. 

A urgência impõe que tanto a Câmara dos Deputados quanto o Senado tenham 45 dias para deliberar o tema, sob pena de trancamento da pauta.

Motta disse que após a aprovação na CCJ, encaminhará a criação de uma comissão especial para debater e deliberar sobre a matéria. Segundo o presidente da Câmara, a intenção é que o texto seja votado nessa comissão especial ainda em maio para posteriormente ser levado para ao plenário.

“Imediatamente [após a aprovação na CCJ] criaremos a Comissão Especial para trabalharmos a votação em plenário até o final do mês de maio, dando a oportunidade de que todos os setores possam se manifestar acerca dessa proposta que é importante para a classe trabalhadora do país, pois nós estamos tratando da redução da jornada de trabalho sem prejuízo salarial”, afirmou.

Votações

Motta disse ainda que a Câmara deve votar esta semana o projeto de lei que regulamenta o trabalho de motoristas e entregadores por aplicativo.

“Esse projeto de lei é importante. Ele atende mais de 2 milhões de trabalhadores no país, que trabalham para essas plataformas. Com essa aprovação, esses trabalhadores passarão a ter previdência, seguro saúde, seguro de vida e garantias que hoje eles não têm”, apontou.

Também estará na pauta dessa semana a votação da PEC 383/2017 que vincula o repasse de 1% da Receita Corrente Líquida da União para financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

O objetivo é garantir recursos contínuos para os Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializada da Assistência Social (CREAS) e programas de proteção social.

Fonte: Agência Brasil

Ouvidoria: Fala.BR passa a usar IA para agilizar atendimento

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O Fala.BR começa a usar nesta segunda-feira (6) a inteligência artificial para simplificar o atendimento ao cidadão. Essa nova versão do principal canal de ouvidoria do governo federal automatiza a classificação das demandas e visa a tornar o registro mais simples, rápido e acessível, principalmente aos usuários com menor familiaridade digital.

Gerenciado pela Controladoria-Geral da União (CGU), o sistema será capaz de identificar, a partir do relato por escrito do cidadão, qual tipo de manifestação está sendo registrada – elogio, sugestão, solicitação de providência, reclamação ou denúncia.

Nos próximos meses, com novas atualizações, a tecnologia também conseguirá sugerir, de forma automática, a classificação da demanda por assunto, órgão destinatário e serviço público. Atualmente, para fazer um registro por meio do sistema, o cidadão precisa escolher essas classificações por conta própria, a partir de listas com várias opções.

O objetivo da CGU é que o novo fluxo apoiado por inteligência artificial simplifique e agilize essas etapas para que mais pessoas passem a acessar o Fala.BR, com menos barreiras para o cidadão se comunicar com o poder público.

De acordo com a Ouvidoria-Geral da União, a interface mais simples beneficiará principalmente aqueles que usam a plataforma em telas menores, por meio de dispositivos móveis, e que hoje representam a maioria dos usuários do Fala.BR.

O órgão destaca que as manifestações dos cidadãos são insumos para melhoria dos serviços públicos e até para o combate à corrupção. Recentemente, uma operação contra desvios de recursos da educação em um município baiano, feita pela CGU e pela Polícia Federal (PF), teve origem em uma manifestação registrada no sistema.

A Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação do Poder Executivo Federal, chamada Fala.BR, está em operação desde 2019. Por meio do canal, os cidadãos podem enviar quaisquer tipos de manifestações para o governo federal e para estados e municípios que aderiram à ferramenta.

Na plataforma, os solicitantes podem acompanhar a tramitação das manifestações, com prazos definidos para o recebimento de respostas dos órgãos responsáveis, de acordo com a Lei n° 13.460/2017, o Código de Defesa do Usuário do Serviço Público.

Ouvidoria da EBC

Assim como diversos órgão federais, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) está no Fala.BR e já conquistou prêmios de boas práticas por sua atuação junto ao público. Entre eles, está uma série de programetes de rádio que levam ao público informações e análises sobre a programação dos veículos da EBC.

Além da plataforma da CGU, denúncias, solicitações, sugestões, reclamações e elogios sobre a EBC podem ser enviados para o e-mail ouvidoria@ebc.com.br. A ouvidoria recebe demandas relacionadas aos serviços prestados pela EBC e à programação de seus veículos, como a Rádio Nacional, Agência Brasil e TV Brasil.

Fonte: Agência Brasil

Fachin diz que imprensa exerce papel fundamental para a democracia

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira (7) que a imprensa exerce papel fundamental para a democracia brasileira.

O reconhecimento faz parte da mensagem divulgada pelo ministro em alusão ao Dia do Jornalista, celebrado hoje.

Fachin disse que a atividade jornalística constitui pilar indispensável do Estado de Direito. Para o ministro, a liberdade de imprensa fortalece a transparência, o controle social e a confiança nas instituições.

“O Poder Judiciário reafirma que a livre circulação de ideias, críticas e informações é elemento estruturante da democracia e de uma sociedade aberta”, afirmou.

O presidente do STF também destacou que o jornalismo profissional deve ser reconhecido pela apuração rigorosa, responsabilidade na divulgação de conteúdos e compromisso com a verdade.

“O Supremo Tribunal Federal e o Conselho Nacional de Justiça reiteram seu apreço pelo trabalho da imprensa e renovam o compromisso republicano com a defesa intransigente da liberdade de expressão e de informação, fundamentos essenciais da ordem constitucional brasileira”, completou o ministro.

 

Fonte: Agência Brasil

MEC abre as adesões de governos à PND e divulga calendário de 2026

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O Ministério da Educação (MEC) abriu o período de abril a maio para novas adesões voluntárias à Prova Nacional Docente (PND) pelas redes públicas de ensino (municipais, estaduais e distrital) para a edição de 2026.

Os governos municipais e estaduais que tiverem interesse em usar a nota obtida pelos candidatos no exame, em seus próprios processos seletivos de professores, já podem aderir à PND diretamente no Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec), do MEC.

O acesso ao sistema é realizado com login e senha da plataforma Gov.br do dirigente local e sua equipe técnica. Este processo formaliza a adesão à prova nacional com o Ministério da Educação. 

A data final exata para adesão ainda será divulgada pelo MEC.

A prova tem o objetivo de facilitar a contratação para o magistério da educação básica pelas prefeituras e governos estaduais. Isto porque a nota alcançada pelo participante da PND poderá ser usada como etapa única ou complementar de concursos públicos locais ou processos seletivos simplificados para admissão de professores.

>>> Confira o tutorial com o passo a passo, desde o acesso ao sistema Simec e até o preenchimento do termo de adesão à Prova Nacional Docente (PND) do MEC.

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Adesões anteriores

O governo federal também dispensou de assinar novos termos de adesão com o Ministério da Educação (MEC) as redes municipais, estaduais e do Distrito Federal que já formalizaram a adesão à PND em 2025.

No entanto, os secretários de educação ou dirigentes municipais cadastrados destas localidades deverão manifestar o interesse em usar novamente a nota da PND, por meio do mesmo sistema oficial.

As regras foram estabelecidas na portaria do MEC  publicada nesta segunda-feira (6).

No ano passado, 1.508 municípios e 22 estados aderiram à PND e, agora, não precisam de um novo contrato.

Pela nova norma, a adesão feita a partir de 2025 será por prazo indeterminado e poderá ser cancelada se o gestor local de educação desejar. A solicitação de cancelamento também deverá ser via Simec.

Cronograma geral

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também divulgou, nesta segunda-feira (6), o calendário geral da PND neste ano. Os prazos oficiais ainda serão estabelecidos pelo governo federal.

A PND é a mesma avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas.

Após o período de novas adesões de gestores das secretarias de educação de estados e municípios e também da renovação de interesse por aqueles entes federados que aderiram à PND em 2025, Ministério da Educação deverá publicar – no Diário Oficial da União e em sua página eletrônica – a lista dos que aderiram à prova.

A previsão é até junho. Anualmente, essa divulgação ocorre antes do período de inscrições dos participantes na PND. Em 2026, o período de inscrição dos candidatos será de 15 a 26 junho.

A prova chamada de Enem dos Professores será realizada em 20 de setembro, conforme o calendário do Enade das Licenciaturas.

Os resultados finais da PND 2026 serão conhecidos em dezembro. 

Enem dos Professores

O exame chamado de “Enem dos Professores” é realizado anualmente pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A aplicação é descentralizada em todas as 27 unidades da federação.

A PND não gera um banco de candidatos para a rede de ensino, não é possível fazer uma consulta geral dos inscritos na PND ou obter uma lista de participantes.

A prova nacional não substitui o processo de seleção da rede de ensino, que deverá publicar edital próprio, com vagas, cargos, prazos e critérios de ingresso. 

A rede só acessa as notas quando informa os números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) dos candidatos.

Os resultados de cada edição do exame têm validade de três anos.

 

Fonte: Agência Brasil

Kwibuka 32: CLDF realiza sessão solene em memória do genocídio dos tutsis em Ruanda

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No dia 7 de abril de 1994, começava um dos maiores massacres da história da humanidade. O genocídio contra a etnia tutsi em Ruanda perdurou até o dia 4 de julho daquele ano, resultando na morte de mais de 1 milhão de pessoas. A tragédia foi tema de uma sessão solene nesta terça-feira (7) na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), por iniciativa da deputada Doutora Jane (Republicanos).

“Como parlamentar negra, considero muito importante reafirmar o compromisso com a não violência e a não opressão de pessoas e povos”, afirmou a deputada. Ela ressaltou o sentido de Kwibuka, palavra que significa “lembrar” em Kinyarwanda, a língua nativa de Ruanda. O ano de 2026 representa o 32º Kwibuka, período anual de luto e memória sobre o genocídio.

“Nesse caso, lembrar não é apenas olhar para o passado. É proteger o futuro. É lembrar para que a dor não seja apagada, para que a verdade não seja negada, para que a barbárie jamais se repita”, disse Doutora Jane.

A prevenção a episódios semelhantes foi um dos principais temas da solenidade. O embaixador de Ruanda no Brasil, Lawrence Manzi, enfatizou que a prevenção exige o reconhecimento de genocídios conforme o direito internacional. “Preservar esse entendimento é muito importante para evitar que minimizem a gravidade. A distorção do genocídio é um problema que diminui o que as vítimas e os sobreviventes passaram”, disse o embaixador.

 

Foto: Rinaldo Morelli/ Agência CLDF

O tema não está distante dos dias atuais, lembrou o representante do Itamaraty, Márcio Augusto dos Anjos, chefe da seção de África Oriental e do Norte. “Continuamos a ver surgirem novos conflitos na Europa, no Oriente Médio e na África. E novamente permanecemos atônitos e sem ação. Assistimos ao aumento da desigualdade e da pobreza, criando terreno para ressentimento, revolta e novos conflitos. Continuamos a ouvir discursos de ódio, xenofobia, racismo e intolerância”, analisou.

O caso de Ruanda representou uma “falha de ação” da comunidade internacional, ressaltou o decano do Grupo de Chefes de Missões Africanas em Brasília, Martin Mbeng. “As pesquisas e investigações independentes da ONU concluíram que a resposta internacional falhou em aspectos cruciais de prevenção deste genocídio”, disse Mbeng.

A violência teve origem em discriminações acentuadas pelo colonialismo da Bélgica. Entre outras medidas, os colonizadores instituíram cartões de identificação étnica e priorizaram a minoria tutsi para cargos do governo, provocando tensões crescentes com a maioria hutu.

“O genocídio não começa com assassinatos e massacres, ele começa com ideias. O genocídio não foi um ato de ódio espontâneo, mas algo completamente planejado”, definiu o professor Jean-Pierre Karegeye. “No início dos anos 90, as milícias foram treinadas e as armas foram distribuídas. Estávamos lidando com um plano deliberado de genocídio e extermínio”, detalhou o professor.

A solenidade completa está disponível no YouTube da TV Câmara Distrital.

Fonte: Agência CLDF

Corinthians goleia Bragantino e assume liderança do BR Feminino

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O Corinthians é o novo líder da Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino. E as Brabas do Timão assumiram a ponta da classificação após golearem o Bragantino por 5 a 1, na noite desta sexta-feira (3) no Parque São Jorge, em partida transmitida ao vivo pela TV Brasil.

Com o triunfo, o Corinthians chegou aos mesmos 13 pontos do Palmeiras (que ficou no 1 a 1 com o Flamengo na última segunda), mas assumiu a ponta da tabela por ter um melhor saldo de gols. Já as Bragantinas fecharam a rodada na 12ª colocação, com sete pontos.

As Brabas do Timão foram dominantes desde o primeiro minuto, precisando de apenas 31 minutos no primeiro tempo para abrirem uma vantagem de 4 a 0 graças a gols de Andressa Alves, Belén Aquino e Gabi Zanotti (dois). Ainda antes do intervalo, a atacante Miriã descontou para as Bragantinas. Mas, na etapa final, Vic Albuquerque deu números finais ao marcador.

Outros resultados:

Mixto 0 x 0 Internacional
Grêmio 3 x 0 Vitória
Botafogo 1 x 1 Santos



Fonte: Agência Brasil