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Moraes autoriza assistência religiosa para mulher que pichou estátua

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (7) a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos a receber assistência religiosa em casa.

Débora foi condenada a 14 anos de prisão pela participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e por pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua A Justiça, localizada em frente ao edifício sede da Corte. Desde março deste ano, ela cumpre prisão domiciliar por ter filhos menores de idade.

Na decisão, Moraes disse que a assistência religiosa está prevista na legislação e é um direito dos apenados. Com a autorização, a defesa de Débora deverá indicar o nome dos pastores, as datas e horários das visitas.

“Todos os presos, sejam provisórios ou definitivos, têm direito à assistência religiosa, nos termos do que dispõe o preceito constitucional, razão pela qual inexiste óbice ao deferimento do pedido”, decidiu o ministro.

Na mesma decisão, Moraes negou pedido da defesa para que Débora seja autorizada a se deslocar para clínicas e postos de saúde para consultas e realização de exames quando necessário.

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Ao analisar o pedido, Moraes disse que as solicitações de atendimento médico não podem ser genéricas, devem indicar o estado de saúde de Débora e apresentar documentos comprobatórios.

Em abril deste ano, a Primeira Turma do STF julgou recurso e manteve a condenação a 14 anos de prisão.

Com o fim do julgamento, a cabeleireira está condenada pelos crimes de crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado.

 

Fonte: Agência Brasil

Inscrições para certificador de provas do Inep terminam nesta segunda

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As inscrições individuais para a Rede Nacional de Certificadores (RNC) terminam nesta segunda-feira (7). Somente os servidores públicos do Poder Executivo federal, regidos pela Lei nº 8.112/1990, e docentes das redes públicas de ensino estaduais e municipais, efetivos e em exercício da docência neste ano, podem se inscrever pelo Sistema RNC.

Os selecionados poderão atuar durante a aplicação de um ou dois dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025, em 9 e 16 de novembro, e da Prova Nacional Docente (PND) 2025, também chamada de CNU dos Professores, em 26 de outubro, de acordo com o edital.

Excepcionalmente, devido à realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), em Belém, a aplicação do Enem 2025 para os participantes dos municípios paraenses de Ananindeua, Belém e Marituba ocorrerá em 30 de novembro e 7 de dezembro de 2025.

Critérios

Os interessados precisam ter formação mínima de ensino médio. É vetada a inscrição de voluntários que tenham cônjuge, companheiro ou quaisquer parentes de até terceiro grau inscritos no Enem ou na PND 2025.

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Após a inscrição, o candidato a certificador terá acesso a sua página de acompanhamento para ter notícias sobre os exames e avaliações, informes sobre a capacitação, demandas de atividades e o relatório que deverá ser preenchido.

Remuneração

A remuneração dos servidores selecionados pela Rede Nacional de Certificadores será de R$ 510 por dia de trabalho.

Em casos de atuação em municípios com número insuficiente de certificadores, com deslocamento superior a 150 quilômetros do município de origem, a diária será de R$ 864.

CNU dos Professores

O Inep esclarece que a inscrição na Rede Nacional de Certificadores não impede que os professores sejam candidatos na Prova Nacional Docente, no período de 14 a 25 de julho.

Porém, neste caso, a atuação como certificador de provas será restrita à prova do Enem 2025. O candidato não poderá trabalhar na certificação da PND. “É possível se inscrever na RNC 2025 para atuar no Enem e na PND, mas não poderá atuar na PND se estiver inscrito(a), como candidato(a), na PND”, diz o aviso do Inep.

Tarefas

Os certificadores selecionados terão a responsabilidade de acompanhar presencialmente, nos locais de prova, de forma independente, o cumprimento de todos os procedimentos operacionais definidos pelo Inep para as aplicações dos dois exames.

Os certificadores não aplicam as provas. Entre as funções deles, estão o acompanhamento da entrega, guarda, integridade e a abertura dos malotes com os cadernos de questões, bem como a observação da atuação das equipes aplicadoras, incluindo a vistoria eletrônica, o cumprimento dos horários estabelecidos para a abertura e o fechamento dos portões, além do início e o término das provas.

A atuação do certificador inclui, ainda, o monitoramento das salas extras, a identificação dos participantes, a contagem do número de ausentes, a substituição de provas e cartões-resposta, além da devolução dos malotes de provas aos Correios.

Curso de capacitação

A divulgação dos inscritos confirmados e convocados para o curso de capacitação será feita em 14 de julho, na Página de Acompanhamento dos certificadores, no Sistema RNC.

Quem não tiver a inscrição confirmada pela rede poderá entrar com recurso administrativo de 15 a 22 de julho.

Os interessados com inscrição confirmada precisam completar o curso de capacitação promovido pelo Inep e obter rendimento mínimo de 70%.

A data do início da capacitação ainda será divulgada.

Convocação

O Inep pode convocar para o curso de capacitação pela plataforma virtual até três vezes a quantidade estimada necessária para cada município, usando como critério a ordem de inscrição confirmada.

Caso a quantidade de certificadores aptos a receber a demanda excepcional exceda o quantitativo necessário no município de aplicação, a seleção do certificador adotará os seguintes critérios de prioridade:

  1. Atuação como certificador na edição do ano anterior do Enem;
  2. Maior rendimento no curso de capacitação;
  3. Em caso de empate nos critérios definidos, a demanda será gerada por sorteio realizado no sistema da RNC.

Cronograma

  1. Inscrições no Sistema RNC: 5 de junho a 7 de julho;
  2. Divulgação dos inscritos confirmados e convocados para capacitação: 14 de julho;
  3. Período para recursos das inscrições não confirmadas: 15 a 22 de julho;
  4. Resultado dos recursos: 11 de agosto.
  5. Aplicação do Enem: 9 e 16 de novembro.
  6. Aplicação da Prova Nacional Docente (PND): 26 de outubro.

Fonte: Agência Brasil

Saiba o que disse o Brics sobre Ucrânia, Sudão, Líbano, Síria e Haiti

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Boa parte da declaração final da 17ª Cúpula do Brics, publicada nesse domingo (6), foi dedicada ao tema da paz e da guerra, com manifestações sobre parte dos principais conflitos em curso no mundo. Além da questão Palestina e do Irã, o Brics se manifestou sobre as guerras na Ucrânia, no Líbano, no Sudão e sobre a instabilidade na Síria e no Norte da África.  

“Conclamamos a comunidade internacional a responder a esses desafios e às ameaças à segurança associadas por meio de medidas político-diplomáticas para reduzir o potencial de conflitos e enfatizamos a necessidade de engajamento em esforços de prevenção de conflitos, inclusive por meio do enfrentamento de suas causas profundas”, enfatiza a Declaração do Rio de Janeiro do Brics 2025.

O documento faz uma única menção à Ucrânia, invadida pela Rússia, um dos membros permanentes do Brics. O documento afirma que os países recordaram suas “posições nacionais” em relação ao conflito e pedem uma saída negociada.

“Registramos com apreço as propostas relevantes de mediação e bons ofícios, incluindo a criação da Iniciativa Africana de Paz e do Grupo de Amigos para a Paz, voltadas para a resolução pacífica do conflito por meio do diálogo e da diplomacia. Esperamos que os esforços atuais conduzam a um acordo de paz sustentável”, registrou o documento sobre a Ucrânia.  

Na fala durante abertura do evento nesse domingo (6), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva relembrou a condenação do Brasil à invasão da Ucrânia. “É urgente que as partes envolvidas na guerra na Ucrânia aprofundem o diálogo direto com vistas a um cessar-fogo e uma paz duradoura”, disse o presidente brasileiro.

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Ao mesmo tempo, a declaração final do Brics também condenou ataques ucranianos contra o território russo. “Condenamos nos termos mais fortes os ataques contra pontes e infraestrutura ferroviária que visaram deliberadamente civis nas regiões de Bryansk, Kursk e Voronezh, na Federação Russa, em 31 de maio e 1º e 5 de junho de 2025, resultando em várias vítimas civis, incluindo crianças”, disse o grupo.

Gastos militares

O bloco ainda manifestou “apreensão” pela tendência atual de aumento dos gastos militares, “em detrimento do financiamento adequado para o desenvolvimento dos países em desenvolvimento”.
Recentemente, os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que reúne, principalmente, países europeus, Turquia e Estados Unidos (EUA), anunciaram o aumento dos gastos militares até 5% do PIB de cada nação. A única que rejeitou a decisão foi a Espanha.

Síria

Em relação à Síria, o Brics pediu a Israel que saia dos territórios sírios ocupados e condenou os ataques terroristas recentes no país, incluindo a perseguição contra minorias étnicas

“Condenamos a violência generalizada perpetrada em várias províncias da Síria, entre as comunidades do país, a continuação das atividades terroristas do Estado Islâmico (Da’esh) e afiliados da Al-Qaeda na Síria, inclusive o recente ataque à Igreja Mar Elias e à localidade de Rif Dimashq, e expressamos nossas sinceras condolências e solidariedade às famílias das vítimas”, diz o comunicado.

A Síria tem registrado episódios de violência sectária após o ex-presidente Bashar al-Assad ter sido derrubado por coalizão de grupos insurgentes patrocinada por potências estrangeiras após 13 anos de guerra civil. A instabilidade interna coloca em risco a integridade territorial do país do Oriente Médio.

O Brics ainda elogiou o anúncio dos EUA de levantar as sanções contra o país e pediu a Israel que saia do território sírio.

Ao condenarmos veementemente a ocupação de partes do território sírio, em flagrante violação do direito internacional e do Acordo de Desengajamento de 1974, instamos Israel a retirar, sem demora, suas forças do território sírio”, conclui o documento.

Líbano

A Declaração do Rio de Janeiro do Brics ainda comemorou o cessar-fogo costurado no Líbano, mas condenou as violações do acordo por parte de Israel.

“Pedimos a Israel que respeite os termos acordados com o governo libanês e retire suas forças de ocupação de todo o território libanês, incluindo dos cinco locais no sul do Líbano onde ainda permanecem”, disseram os países.

Haiti

O grupo expressou ainda preocupação com a situação do Haiti, que sofre com uma grave crise social, econômica e de segurança, com gangues armadas controlando mais de 80% da capital, Porto Príncipe. 

“A crise atual requer uma solução liderada por haitianos que abranja o diálogo nacional e a construção de consenso entre as forças políticas locais, as instituições e a sociedade, e pedimos à comunidade internacional que apoie os esforços haitianos para desmantelar as gangues, melhorar a situação de segurança e estabelecer as bases para o desenvolvimento social e econômico duradouro no país”, disse o Brics, acrescentando que apoia o papel da ONU na solução da crise haitiana.

Sudão

Outro ponto de preocupação expressa na declaração final foi em relação ao Sudão, país africano que vive uma guerra civil dilacerante com milhões de pessoas em situação de emergência.

“Expressamos profunda preocupação com a situação no Sudão, que resultou em uma crise humanitária e em risco crescente de proliferação do extremismo e do terrorismo. Reiteramos nossas posições a esse respeito e apelamos por um cessar-fogo imediato”, diz o documento.

O Brics acrescenta outros conflitos que afetam a África, em especial, a região norte do continente. “expressamos profunda preocupação com as graves crises humanitárias resultantes de novos e prolongados conflitos armados em algumas regiões da África, particularmente os efeitos devastadores dos conflitos no Sudão, na região dos Grandes Lagos e no Chifre da África”, diz.

O bloco de países considera que as soluções para esses conflitos devem privilegiar a liderança dos africanos, com papel destacado para União Africana (UA), que unifica os mais de 50 estados do continente.

“Reconhecemos o papel fundamental desempenhado pela União Africana na prevenção, gestão e resolução de conflitos e reafirmamos o nosso apoio aos esforços africanos de paz no continente, incluindo aqueles empreendidos pela União Africana e por organizações sub-regionais africanas”, diz o documento final da Cúpula do Brics no Rio.

Fonte: Agência Brasil

Brics: Lula defende espaço fiscal para erradicar doenças no Sul Global

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu mais espaço fiscal (gasto público) para que países do Sul Global possam assegurar vida saudável às populações. A declaração foi na abertura do segundo dia da cúpula de líderes dos países do Brics, nesta segunda-feira (7), no Rio de Janeiro.  
 

“Não há direito à saúde sem investimento em saneamento básico, alimentação adequada, educação de qualidade, moradia digna, trabalho e renda”, disse Lula o presidente. 

“Implementar o ODS 3 — saúde e bem-estar — requer espaço fiscal”, completou. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3 (ODS 3) é uma das metas da Organização das Nações Unidas. Já o espaço fiscal é a capacidade de os governos ampliarem gastos.  
 
Em sua intervenção à frente dos demais líderes do Brics, Lula chamou atenção para as doenças determinadas por questões sociais, que atingem os países do Sul Global – nações em desenvolvimento que partilham problemas sociais.  

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“No Brasil e no mundo, a renda, a escolaridade, o gênero, a raça e o local de nascimento determinam quem adoece e quem morre”, declarou. “Muitas das doenças que matam milhares em nossos países, como o mal de Chagas e a cólera, já teriam sido erradicadas se atingissem o Norte Global”, acrescentou. 
 
Lula afirmou que o Brics aposta na ciência e na transferência de tecnologias “para colocar a vida em primeiro lugar” e que é urgente recuperar o protagonismo da Organização Mundial da Saúde (OMS) como foro legítimo para o enfrentamento às pandemias e a defesa da saúde dos povos. 
O presidente Lula adiantou que o Brics lançará nesta segunda-feira uma parceria para a eliminação de doenças socialmente determinadas, que se propõem a superar desigualdades com ações voltadas para infraestrutura física e digital. 

Ele apontou, ainda, que o Brics já alcançou avanços concretos, como a consolidação da Rede de Pesquisa de Tuberculose, com apoio do Novo Banco de Desenvolvimento (também conhecido como Banco do Brics) e da Organização Mundial da Saúde, assim como a cooperação regulatória em produtos médicos. “Estamos liderando pelo exemplo”, disse o presidente. “Colocando a dignidade humana no centro de nossas decisões”.  

Entenda o Brics 

O Brics é formado por 11 países-membros: África do Sul, Arábia Saudita, Brasil, China, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia, Índia, Irã e Rússia. Essas nações representam 39% da economia mundial e 48,5% da população do planeta.  Os países que têm status de parceiros são Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda, Uzbequistão e Vietnã. Os parceiros não têm poder de voto nos debates. 

O Brics se identifica como nações do Sul Global e busca mais cooperação entre si e tratamento mais equânime em organismos internacionais.   
Os países-membros se alternam ano a ano na presidência. O Brasil será sucedido pela Índia em 2026. 
 

Perguntas e respostas sobre o Brics 

 

 

Fonte: Agência Brasil

Cobertura vacinal contra influenza é ampliada nos municípios por meio de estratégias de mobilização

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Cobertura vacinal contra influenza é ampliada nos municípios com estratégias de mobilização
Damolândia, localizada na Região de Saúde Central, alcança o maior percentual em todo território goiano, com 74,6% de cobertura (Foto: Iron Braz)

Um total de 61 municípios com cobertura vacinal baixa teve aumento significativo da imunização contra a influenza depois de adotar estratégias simples e contínuas, recomendadas pelo Governo de Goiás. Dos que conseguiram evoluir, 11 são de diferentes regiões do Estado, que se destacaram por apresentar índices superiores a 60%. Outras 50 localidades estão com coberturas superiores a 50%.

Damolândia, localizada na Região de Saúde Central, alcança o maior percentual em todo o território goiano, com 74,6% de cobertura. Na sequência estão os municípios de Caturaí, com 67%, Brazabrantes (65,7%), São Miguel do Passa Quatro (65,1%) e Palminópolis (63,7%).

O avanço alcançado por esse grupo de municípios é resultado do desenvolvimento de ações preconizadas pelo Governo de Goiás desde o início da Campanha de Vacinação contra a influenza, em 1º de abril.

O secretário de Estado da Saúde de Goiás, Rasível Santos, tem conclamado os gestores municipais, responsáveis por executar as ações de vacinação, a realizar estratégias para alcançar a meta de vacinar 95% dos componentes dos grupos prioritários, em especial idosos, gestantes, crianças de 6 meses a 5 anos e pessoas imunodeprimidas

Medidas que ampliam a cobertura

O município de Damolândia melhorou os índices de cobertura no município com a adoção de medidas abrangentes. Entre essas iniciativas, destaque para a ampliação do horário de funcionamento do posto de vacinação, o deslocamento de equipes para o Centro de Convivência de Idosos e a realização de busca ativa na cidade e na zona rural.

 “Os agentes de saúde e as equipes de vacinação percorreram casa por casa com os objetivos de conscientizar e vacinar as pessoas acamadas, portadores de doenças crônicas e demais componentes dos grupos prioritários”, acentua a secretária municipal de Saúde de Damolândia, Suely Aparecida da Silva.

A titular da Secretaria Municipal de Saúde de Brazabrantes, Ângela Stival Leal, apostou na divulgação por meio de carros de som e de publicações nas redes sociais para mobilizar a população.

Além disso, as equipes, em sintonia com os agentes de saúde, fizeram visitas de casa em casa; participaram de reuniões com grupos de idosos, ampliaram o horário de vacinação, abriram os postos aos sábados e percorreram as escolas para imunizar as crianças com menos de 5 anos.

A subsecretária de Vigilância em Saúde, Flúvia Amorim, destaca a importância de todos os gestores municipais seguirem os exemplos bem-sucedidos desses municípios e desenvolverem estratégias para ampliar os índices de cobertura vacinal.

“A imunização é fundamental para evitar mortes e complicações por Síndrome Respiratória Aguda Grave, a Srag”, enfatiza a subsecretária.

Os dados da SES apontam que só neste ano foram registrados 6.864 de casos de Srag, com 413 mortes. Do total de casos, 1.150 foram por Influenza e 308 por Covid-19. 

Emergência

Os baixos índices de cobertura vacinal e o avanço dos casos de Srag por sete semanas consecutivas levaram o Governo de Goiás a decretar Situação de Emergência em relação à Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag).

De imediato, a SES ampliou a rede de atendimento com mais 163 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI), bem como de outros 50 leitos de suporte ventilatório em 52 municípios de todas as regiões do Estado.

Secretaria de Estado da Saúde (SES) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Procon encontra variação de mais de 240% em preços de produtos de camping e pesca

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Procon encontra variação de mais de 240% em preços de produtos de camping e pesca
Entre itens de pesca e camping pesquisados pelo Procon, a lanterna recarregável da marca Power Led Lumens foi o item que apresentou maior diferença de preços, chegando a 244,90%. Produto foi encontrado de R$ 49 a R$ 169 em Goiânia (Foto: Procon-GO)

Julho é mês de férias e muitos goianos aproveitam esta época para acampar e pescar no Rio Araguaia.  Pensando nisso, o Procon Goiás realizou uma pesquisa comparativa de preços nos produtos de camping e pesca. Foram analisados 64 itens, como barracas, anzóis, lanternas, colchões infláveis, fogareiros, molinetes e varas de pesca.  A pesquisa visitou 17 estabelecimentos de Goiânia dos dias 23 a 30 de junho.  

A lanterna recarregável Power Led Lumens foi o item com maior diferença de preços, chegando a 244,90%. O produto foi encontrado de R$ 49 a R$ 169 em Goiânia.  O colete salva-vidas de 15kg também contou com uma diferença considerável de preços, sendo vendido de R$ 28 a R$ 88,90. O equipamento chegou a uma variação de 217,50%.

Os pescadores de plantão devem ficar atentos ao preço da linha de pesca. Em Goiânia, a linha Para Ultra da marca Araty de 300 metros – 0,50mm é vendida de R$ 14,90 a R$ 35,90, chegando a uma variação de 140,94%. Já a linha de pesca de 120 metros – 0,50mm da mesma marca contou com uma variação de 140%, comercializada de R$ 5 a R$ 12 na capital.

Procon Goiás encontra variação de quase 245% em preços de produtos de camping e pescaProcon Goiás encontra variação de quase 245% em preços de produtos de camping e pesca
Pesquisa registrou também queda nos preços. É o caso da vara para carretilha da Pesca Brasil, vendida ao preço médio de R$ 161,73, em 2024, e por R$ 79,70, agora em 2025. Item contou com redução de preço de pouco mais de 50% (Foto: Procon-GO)

Variação de preços entre 2024 e 2025

A pesquisa do Procon Goiás avaliou a diferença dos preços dos itens de camping e pesca entre os anos de 2024 e 2025.  A barraca para 4 pessoas da marca Coleman foi o produto com maior alta anual, sendo comercializada ao preço médio de R$ 372,67, em 2024, e R$ 509,67, em 2025.

No entanto, a pesquisa registrou também queda nos preços no mesmo período. É o caso da vara para carretilha da Pesca Brasil, vendida ao preço médio de R$ 161,73, em 2024, e por R$ 79,70, em 2025. O item contou com uma redução de pouco mais de 50%.

Recomendações

Nesta época, o comércio normalmente prepara promoções de férias. Por isso, o Procon Goiás recomenda que o consumidor guarde todo material publicitário, pois estes documentos servirão como provas, caso necessite fazer uma reclamação.

Durante a compra é importante lembrar que os produtos expostos em vitrines devem ter o preço fixado, bem como suas condições de pagamento. Os produtos devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa.

Lembrando que compras realizadas fora do estabelecimento comercial, como na internet, por exemplo, podem ser canceladas dentro do prazo de arrependimento de 7 dias e o consumidor tem direito à devolução dos valores já pagos.

E em caso de vícios, o consumidor tem o prazo de 30 dias para efetuar a reclamação de produtos não duráveis e 90 dias para produtos duráveis.

A pesquisa completa, com relatórios e planilhas, está disponível no site goias.gov.br/procon.

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Superintendência de Proteção aos Direitos do Consumidor (Procon) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Trump ameaça países que se alinhem ao Brics com tarifa de 10%

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Em meio à reunião de cúpula do Brics, que ocorre no Rio de Janeiro, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ameaçou taxas extras a produtos de países que se alinhem ao grupo, formado por 11 nações, entre elas Brasil Rússia Índia, China e África do Sul. A publicação foi feita em seu perfil na rede Truth Social.

“Qualquer país que se alinhe às políticas antiamericanas do Brics será taxado com tarifa extra de 10%. Não haverá exceções a essa política. Obrigado pela atenção em relação a essa questão”, escreveu Trump.

Em sua declaração de líderes, divulgada no domingo (6), o Brics criticou medidas protecionistas adotadas no comércio global. 

“Reiteramos nosso apoio a um sistema multilateral de comércio baseado em regras, aberto, transparente, justo, inclusivo, equitativo, não discriminatório e consensual, com a OMC em seu núcleo, com tratamento especial e diferenciado (TED) para seus membros em desenvolvimento”, destaca a declaração do Brics.

Trump, que assumiu em janeiro deste ano, anunciou, logo no início de seu mandato, aumento de tarifas sobre produtos importados, o que gerou críticas e respostas de vários países.

Além de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, compõem o Brics a Arábia Saudita, o Irã, os Emirados Árabes, a Indonésia, o Egito e a Etiópia. Mais dez países são parceiros do grupo: Bielorrússia, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda, Uzbequistão e Vietnã.

Fonte: Agência Brasil

Países do Brics querem os próprios cabos submarinos de comunicação

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Países do Brics planejam realizar um estudo de viabilidade técnica e econômica para a construção de uma rede de comunicação de alta velocidade por meio de cabos submarinos. A medida já havia sido discutida pelos ministros de Ciência, Tecnologia e Inovação do grupo e agora foi incluída na Declaração Final da 17ª Reunião de Cúpula.

“Fazer um estudo de viabilidade para o estabelecimento de cabos submarinos ligando diretamente membros do Brics aumentará a velocidade, a segurança e a soberania na troca de dados”, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso na segunda sessão plenária da reunião de Cúpula, que ocorre neste domingo (6) e segunda-feira (7), no Rio de Janeiro.

O estudo é o primeiro passo para a construção dessa infraestrutura necessária, por exemplo, para o compartilhamento de dados entre os países e o desenvolvimento de inteligências artificiais (IA).

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil, Luciana Santos, também falou sobre o assunto em entrevista à Empresa Brasil de Comunicação (EBC). De acordo com Santos, o estudo deverá ser financiado pelo Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco do Brics.

“Os cabos de fibra óptica onde hoje circulam os dados são muito concentrado no Norte Global. Nós vamos fazer esse estudo de viabilidade. Foi uma decisão dos 11 países, e nós vamos buscar o NDB”, afirmou em entrevista à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), neste domingo (6).

É por meio de cabos de fibra óptica instalados no fundo do oceano que dados em larga escala são transmitidos entre continentes e entre países de todo o mundo. Esses cabos possibilitam a realização de chamadas de vídeo e outras comunicações e possibilitam inclusive o tráfego na própria internet. A maior parte desses cabos é, no entanto, de países como Estados Unidos, França, Japão e China.

“Nós estamos em um tempo dadocêntrico, cuja questão dos dados é decisiva para uma agenda de desenvolvimento dos países. Nós temos que ter um cabo próprio, em que os dados sejam nossos, sejam desses países”, reforçou a ministra.

O Brics é um bloco que reúne representantes de 11 países-membros permanentes: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia. Também participam os países-parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Tailândia, Cuba, Uganda, Malásia, Nigéria, Vietnã e Uzbequistão.

Os 11 membros permanentes representam 39% da economia mundial, 48,5% da população do planeta e 23% do comércio global. Em 2024, países do Brics receberam 36% de tudo que foi exportado pelo Brasil, enquanto nós compramos desses países 34% do total do que importamos.

Inteligência artificial

Na Declaração Final da 17ª Reunião de Cúpula, a Declaração do Rio de Janeiro, os países sinalizam positivamente para a construção de uma rede própria: “Saudamos a proposta brasileira de discutir, em 2025, a realização de um “Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica” para o estabelecimento de uma rede de comunicação de alta velocidade por meio de cabos submarinos entre os países do BRICS”, diz o texto.

Além da Declaração do Rio de Janeiro, o países do BRICS aprovaram um documento específico de Governança Global da Inteligência Artificial.

De acordo com a ministra, no Brasil, há atualmente 11 centros de competência para desenvolver soluções de inteligência artificial de diversas questões da saúde, da educação, de agropecuária, que buscam dialogar com as necessidades brasileiras. Esses centros fazem parte do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, que conta com R$ 23 milhões,

“A inteligência artificial, assim como todo todas as revoluções tecnológicas, não precisa ser vista como o bicho-papão, precisa ser dominada. E o Brasil está demonstrando que pode fazer isso”, disse Santos.

“Têm várias soluções brasileiras de inteligência artificial, e é isso que a gente quer, que, cada vez mais, a ciência e a tecnologia se aproximem das as pessoas e não tenham os vieses que a gente conhece hoje, de uso indevido, de intolerância, de ódio, ou que afete a democracia, que seja usado contra os interesses da democracia e contra os interesses das pessoas”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

Brasil garante quatro ouros em etapa cazaque da Copa do Mundo de boxe

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O pugilismo brasileiro encerrou a participação na etapa de Astana, no Cazaquistão, da Copa do Mundo de boxe, com sete medalhas, quatro douradas, conquistadas neste domingo (6). A delegação verde e amarela obteve, ainda, duas pratas e um bronze. O desempenho ficou atrás somente dos anfitriões, que foram ao topo oito vezes.

Os quatro ouros vieram nas disputas masculinas. Na categoria até 60 quilos, Luiz Oliveira, o Bolinha, neto do medalhista olímpico Servílio de Oliveira, superou Lundaa Gantumur, da Mongólia.

Entre os pugilistas até 70 kg, Kaian Reis foi campeão diante do indiano Hitesh Gulia. No combate que decidiu o campeão até 90 kg, deu Isaías Ribeiro contra o turco Emrah Yasar. Já na categoria até 65 kg, Yuri Falcão garantiu a medalha dourada ao bater Abhinash Jamwall, da Índia.

O Brasil ainda participou de duas finais femininas, ficando com a prata em ambas. Na decisão da categoria até 60 kg, Rebeca Santos não resistiu à cazaque Viktoryia Grafeyev, atleta da casa. Na categoria até 57 kg, Jucielen Romeu – ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, no Chile, em 2023 – foi superada pela indiana Jaismine Lamboria.

No último sábado (5), Caroline Almeida já tinha assegurado o bronze, ao cair na semifinal da disputa entre pugilistas até 51 kg.

Esta foi a terceira etapa da Copa do Mundo em 2025, após disputas em Foz do Iguaçu (PR) e Ústí Nad Labem, na República Tcheca. A última parada da temporada será em Nova Déli, na Índia, entre 15 e 22 de novembro.

Antes, em setembro, ocorre o Campeonato Mundial, em Liverpool, na Inglaterra. Será o primeiro organizado pela World Boxing, que virou a federação internacional do esporte em abril de 2023, após o Comitê Olímpico Internacional (COI) desfiliar a Associação Internacional de Boxe (IBA), antiga responsável, por corrupção e falta de governança.

Fonte: Agência Brasil

Rafael Matos e Marcelo Melo passam às quartas de final em Wimbledon

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A parceria entre Rafael Matos e Marcelo Melo se classificou, neste domingo (6), às quartas de final de duplas masculinas no Torneio de Wimbledon, um dos quatro maiores eventos do circuito mundial de tênis, os chamados Grand Slams. Números 44 e 58 do ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), respectivamente, os brasileiros precisaram de duas horas e sete minutos para superarem o austríaco Alexander Erler (42º) e o alemão Constantin Frantzen (52º) por 2 sets a 1, 6/4, 3/6 e 7/5.

O próximo desafio da dupla nas quadras de grama do All England Club – complexo de Londres, no Reino Unido, que recebe o torneio centenário – serão o australiano Rinky Hijikata (149º) e o holandês David Pel (82º). A previsão é que o duelo ocorra na terça-feira (8), sem horário definido.

“A gente vinha treinando muito duro, muito focado para tentar encontrar o caminho, com muita resiliência e, uma hora, os resultados vêm e estão vindo. Agora, é recuperar bem, vamos ter pelo menos um dia de folga, para ir com tudo em busca dessa semifinal”, disse Marcelo, em nota à imprensa.

Outro brasileiro que pode chegar às quartas de final nas duplas masculinas em Wimbledon é Marcelo Demoliner (87º). Ele e o argentino Guido Andrezzi (51º) encaram os britânicos Julian Cash (12º) e Llyod Glasspool (10º) pelas oitavas. Ainda sem horário agendado, o jogo está previsto para segunda-feira (7).

O Brasil também estará representado nas quartas de final de duplas mistas, com Luísa Stefani. Neste domingo, a parceria da brasileira, número 29 do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês), com o britânico Joe Salisbury, 17º da lista da ATP, venceu o argentino Andres Molteni (22º da ATP) e a norte-americana Asia Muhammad (10ª da WTA) por 2 sets a 0, em duas horas e três minutos de jogo, com parciais de 7/6 (9-7 no tie-break) e 7/6 (7-5).

Na próxima fase, Luísa e Salisbury pegam os ganhadores do confronto entre os norte-americanos Evan King (18º da ATP) e Taylor Townsend (2ª da WTA) contra o polonês Jan Zielinski (41º da ATP) e Su-Wei Hsieh (15ª da WTA), de Taipei. O vencedor será conhecido ainda neste domingo.

Luísa ainda compete no torneio de duplas femininas, junto da húngara Timea Babos (23ª). Nas oitavas, elas enfrentam a australiana Ellen Perez (18ª) e a ucraniana Lyudmyla Kichenok (14ª), em jogo inicialmente previsto para segunda, ainda sem horário definido.

Outra brasileira na briga pelo título é Beatriz Haddad Maia, número 35 do ranking de duplas da WTA. Também nesta segunda e aguardando confirmação de horário, ela e a alemã Laura Siegmund (22ª) encaram a russa Veronika Kudermetova (11º) e a belga Elise Mertens (19ª), pelas oitavas. Um confronto entre Bia e Luísa poderia ocorrer somente na final.

Fonte: Agência Brasil