Início Site Página 785

Escola Meninos e Meninas do Parque recebe homenagem por 30 anos de atividade

0

Em sessão solene realizada durante a manhã desta quarta-feira (13), a Câmara Legislativa prestou homenagens para a Escola Meninos e Meninas do Parque (EMMP) por seus 30 anos. A reunião ocorreu por iniciativa do deputado Gabriel Magno (PT), reunindo a comunidade escolar com professores, diretores e alunos, além de representantes de órgãos públicos. A escola é considerada referência nacional na educação de crianças e adolescentes em situação de extrema vulnerabilidade social. Além de atender crianças e adolescentes em situação de extrema vulnerabilidade, a escola recebe jovens, adultos e idosos, na Modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA).

O deputado Gabriel Magno lembrou, logo no início da cerimônia, que a unidade foi a única da rede pública a ter seu nome escolhido pelos estudantes em um processo de participação popular como alusão ao movimento organizado dos Meninos e Meninas em situação de rua. “Tem um processo de muito pertencimento, acolhimento [em toda a história da escola]. Por isso, nosso objetivo é parabenizar professores e servidores, mas fundamentalmente estudantes dessa escola que a fazem acontecer no dia a dia”, afirmou o deputado.

“Há escolas na rede que têm suas peculiaridades. Elas precisam ser respeitadas e devem caber dentro da burocracia, que precisa ser um instrumento para permitir que a educação chegue para todo mundo que precise dela”, disse Gabriel.

 

Amelinha Arararipe, diretora da Escola Meninos e Meninas do Parque (Ângelo Pignaton/Agência CLDF)

A diretora da EMMP, Amelinha Arararipe, ressaltou a relação de troca entre professores e alunos, necessária para o processo educacional. “Nós educadores aprendemos todos os dias com a história que cada um e cada uma traz. A construção de conhecimento não se dá só nos livros, se dá no cotidiano, no fazer diário. Estamos em eterno processo de aprendizagem. Aprendemos com cada estudante. E nossos estudantes não têm tempo a perder, já perderam muito tempo por vários motivos. A vida é latente e nós estamos lá para acompanhar os sonhos. Por isso precisamos garantir a permanência da EMMP no Parque da Cidade”, declarou a diretora, que também ressaltou o trabalho da primeira diretora da unidade, Palmira Eugênia.

Já a deputada federal Érika Kokay (PT) disse que “a EMMP é uma escola que tem o sentido do que representa a educação, inclusive já tive a oportunidade de participar de formaturas lá. É sonho, esforço e esperança transformados em diploma”, falou a deputada.

A promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Território Luisa de Marilac disse que celebrar essa data é um presente para o DF. “Esse aniversário de 30 anos da Escola Meninos e Meninas do Parque é um presente para todos nós que somos do Distrito Federal. É um momento no qual podemos dizer que a garantia de Direitos Humanos pode acontecer com longevidade, continuidade e permanência. A escola nos mostra isso. Quando a gente vê que a política pública tem a capacidade de revelar o brilho da pedra preciosa que todos somos, isso dá sentido às nossas lutas e ao nosso cotidiano profissional”, declarou a promotora.

 

Encaminhamentos

Ela ainda reivindicou que a Secretaria de Educação perceba a perenidade do trabalho. “Não é possível que a gente ainda precise retornar a cada ano para a Secretaria de Educação para dizer: olha tem que manter e fortalecer a escola. Não é possível que a gente não reconheça, depois de 30 anos, esse lugar de referência da EMMP. A educação é o que de fato pode transformar a vida de cada um. Se a educação não estiver na matriz das políticas para as pessoas em situação de rua, a gente trabalhará sem a perspectiva de superação da condição de situação de rua”, asseverou Luiza.
 

Deputado Gabriel Magno (Ângelo Pignaton/Agência CLDF)

A reivindicação foi acolhida pelo deputado Gabriel Magno, se tornando um dos encaminhamentos da reunião. “Vamos encaminhar para a Secretaria de Educação, para a Secretaria de Desenvolvimento Social, para a Casa Civil e para a Secretaria de Governo em nome da Comissão de Educação, assinando em conjunto com o Ministério Público”, garantiu o parlamentar. Outro encaminhamento será enviar para a Secretaria de Mobilidade as dificuldades enfrentadas pela população em situação de rua para usar o transporte coletivo, fazendo com que alunos precisem ir caminhando para a escola.

A diretora de Direitos Humanos da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, Patrícia Melo, ressaltou o valor da EMMP. “Sou professora há quase o tempo que essa escola existe. Faz tudo valer a pena quando vemos as pessoas que mais precisam da transformação da educação na vida delas. A educação é o único veículo de transformação da sociedade. Vale a pena ser educador e enfrentar todas as dificuldades. Estamos aqui homenageando esta escola, que é referência da política de escolarização das pessoas em situação de rua. Felizmente existe esta escola modelo. Amelinha e Jorjão são inspiração para a rede inteira”, falou a representante da Secretaria de Educação.
 

A estudante Rafaela usou a palavra para registrar um ensinamento que recebeu da diretora. “A Amelinha sempre fala para a gente que podem tomar tudo que for da gente. Podem tomar um boné, um celular, um calçado, a namorada ou um amigo. Menos nossa sabedoria, menos nosso estudo. Por isso, queria agradecer a nossa família da EMMP”, destacou Rafaela.

Por sua vez, o vice-diretor, Jorge Luiz lembrou que está na escola há 30 anos. “Vi essa escola nascer e crescer. Plantamos uma sementinha de amor e eis aqui o exemplo da Joana [ex-aluna], com suas palavras maravilhosas. Aquele espaço [no Parque] era um acampamento de escoteiros e estava abandonado. Pegamos lá bem ruim e conseguimos transformar na escola que vocês têm hoje. No meu recesso, dou um pouco de mim para vocês, trabalhando [voluntariamente] com pintura e fazendo serviço de pedreiro para dar um pouco do que vocês não têm com conforto e, o mais importante, o amor”, declarou o vice-diretor.

 

Representando o Sindicato do Professores do Distrito Federal (Sinpro/DF), Solange Buosi contou que atuar na escola vai além do compromisso com o sindicato. “Tratar dessa escola ao longo dos 30 anos de vida, existência e resistência é algo que ultrapassa o compromisso que tenho de representar meu sindicato. Esta escola traz a certeza de que escolhi a profissão certa”, certificou a professora Solange.
 

Ângelo Pignaton/Agência CLDF

 

A representante do Movimento Nacional da População em Situação de Rua, Joana Bazílio, ex-estudante da EMMP, disse que “falar da escola é dizer de um espaço aberto de inclusão verdadeira”. “O educar, para nós, pessoas com trajetória em situação de rua, vem de uma forma diferente. Vem com afeto e cuidado. A Escola Meninos e Meninas do Parque faz a diferença para a população em situação de rua do DF porque é um espaço que acolhe as demandas das pessoas, sendo inclusivo de verdade. É preciso que este espaço seja valorizado, aumentado e que fique no Parque da Cidade para a vida inteira”, declarou Joana.

Já o aluno Ênio relatou a evolução dele. “Estou há três meses na Escola e meu dia a dia tem melhorado muito por isso. Gostaria de destacar os professores que nos ensinam a olhar mais para nós mesmos, mostrando o potencial que a gente pode desenvolver”, disse Ênio.

Ao fim da solenidade foram entregues moções de louvor pelos relevantes serviços prestados à educação por ocasião da sessão solene em homenagem aos 30 anos da EMMP.

Fonte: Agência CLDF

Estudantes brasileiros participam da olímpiada de astronomia

0

O Brasil está sendo representado por cinco estudantes do ensino médio na 18ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA). A competição, que se estende até 21 de agosto, acontece desta vez em Mumbai, na Índia.

 A olimpíada é destinada à estudantes do segundo grau da escola e tem como objetivo gerar interesse na juventude pela astronomia e astrofísica. Na competição participam equipes formadas por cinco estudantes e dois professores.

 Na edição deste ano, a delegação brasileira é formada pelos alunos: Franklin da Silva, de Recife, Francisco Carluccio, de Campinas, Giovanna Karolinna Ribeiro, de São Paulo, Luca Pieroni, de Valinhos, e Lucas Amaral, de Itapetininga. Além dos professores Júlio César e Eduardo Henrique Camargo.

 Um dos participantes, Lucas Amaral, estudante de 17 anos, começou a participar de competições de astronomia no 8º ano da escola. Inicialmente motivado por gostar de filmes de ficção científica, disputou a OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia) e conquistou uma medalha de ouro.

 Quando o estudante entrou no ensino médio, começou a se dedicar nos estudos para as seletivas da olimpíada internacional. Lucas comenta que, “tudo começou por um interesse meio infantil e virou uma coisa séria”.  

O jovem espera que a IOAA seja um momento de troca com outros estudantes.

“Minha expectativa é, além de tudo, aproveitar essa experiência. Eu vou ter contato com 60 países diferentes. É uma troca cultural, uma troca de experiências muito grande. Eu acho que vai ser muito enriquecedor. Mesmo que eu não consiga uma medalha, vou ficar feliz de estar lá”, disse o estudante.

 Outra participante é a estudante Giovanna Ribeiro, de 18 anos. A jovem tem um carinho especial pela ciência, e principalmente pela astronomia, desde criança. Giovanna começou a estudar para a Olimpíada no 9º ano da escola.

 Quando a jovem entrou no ensino médio, teve uma forte conexão com a área da física. “Foi mais ou menos um casamento entre meu interesse de criança e toda essa questão da área das exatas no geral,” disse a participante.

 A estudante está orgulhosa de representar o Brasil na Olimpíada Internacional.

“Por mais que tenha uma certa pressão por você ser uma das poucas pessoas representando o Brasil, você se sente muito orgulhoso de poder estar carregando o nome do país e de ter passado por todo o processo seletivo, que é muito concorrido. É uma sensação de gratidão, pressão e orgulho, tudo misturado,” conta Giovanna.

 *Estagiário sob supervisão de Eduardo Luiz Correia

Fonte: Agência Brasil

Falando Delas Com Eles: roda de conversa busca conscientizar jovens sobre violência contra a mulher

0

No âmbito da 2ª Semana de Combate ao Feminicídio, a Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Legislativa do Distrito Federal promoveu, nesta terça-feira (12), a roda de conversa “Falando Delas Com Eles”. A iniciativa, liderada pela deputada distrital Paula Belmonte (Cidadania), 2ª vice-presidente da CLDF e procuradora Especial da Mulher, reuniu estudantes do 3º ano do Centro de Ensino Médio nº 01 de São Sebastião, o “Centrão”, para discutir temas como feminicídio, violência doméstica, abuso psicológico e violência digital.

Com a proposta de sensibilizar principalmente os jovens do sexo masculino, o evento trouxe depoimentos fortes de especialistas da segurança pública, psicologia e projetos sociais, que reforçaram a urgência de uma cultura de respeito, empatia e prevenção à violência de gênero. “Essa é uma oportunidade para nós conhecermos a boa convivência. Nosso objetivo como procuradora é defender a liberdade de sonhar e realizar. Nós, meninas, necessitamos de respeito”, afirmou a deputada Paula Belmonte ao abrir o encontro. Ela ainda reforçou a importância da denúncia: “A gente tem que meter a colher mesmo e denunciar”.
 

Foto: Luis Tajes/Gab. Paula Belmonte

 

Relatos que despertam

A policial civil Fernanda Glaucia de Moura Mello, lotada na Delegacia da Mulher, compartilhou experiências profissionais e pessoais. Ela contou que identificava sinais de um relacionamento abusivo ainda na infância, mas não sabia nomear aquilo. “Existia uma desproporção do que é ser homem e o que é ser mulher dentro de casa. A polícia me proporcionou ver a gravidade dessa violência”, destacou.

A agente de polícia também apresentou alguns dados. Em 2024, o Distrito Federal registrou 23 feminicídios e 104 tentativas. “São mulheres que só não morreram porque Deus não quis”, afirmou. Para ela, é preciso “mudar a realidade”.

Violência na mídia

Por muitas vezes, os casos trágicos repercutem na imprensa. A repórter de Cidades do jornal Correio Braziliense Darcianne Diogo chamou a atenção para a cobertura responsável de crimes contra a mulher, apontando que o jornalismo tem “o papel de ajudar às famílias”.

A jornalista destacou que, somente este ano, foram 17 ocorrências, sendo que 12 delas foram confirmadas como feminicídio. O caso mais marcante para Darcianne foi o de Géssica Moreira de Sousa, moradora da zona rural de Planaltina. A jovem tinha 17 anos quando foi assassinada e estava grávida do terceiro filho. A comunicadora destacou a situação de vulnerabilidade em que vivia Géssica e a comoção passageira quando o caso acontece na periferia.
 

A repórter do Correio Braziliense Darcianne Diogo destaca a importância de se realizar coberturas responsáveis dos crimes contra a mulher (Foto: Rinaldo Morelli/CLDF)

“Quando uma mulher morre no Plano Piloto, Brasília para por quase um ano, mas quando acontece em lugares mais pobres, a gente noticia por dois dias”, lamenta. Darcianne trouxe dados da Secretaria de Segurança Pública do DF apontando que a maior parte das ocorrências são registradas em regiões como Planaltina, Fercal e Estrutural. São localidades em que a própria vítima tem dificuldades de procurar ajuda. “Em que momento ela vai sair da Rajadinha e vai numa delegacia para registrar ocorrência?”, questiona.

Quando são noticiados, a voz passiva se sobressai à própria responsabilização do homicida. É o que aponta a professora de linguística Cíntia da Silva Pacheco. A educadora acredita que a linguagem tem um objetivo: apagar a responsabilidade do homem.

Manchetes como “mulher é morta por alguém” podem esconder a verdadeira face do feminicídio e pode trazer dúvidas sobre o verdadeiro impacto da violência contra a mulher. Cintia lembrou que a linguagem tem poder transformador. “A linguagem não só representa a sociedade onde a gente está, mas pode transformar”, opina a docente.

O perigo digital e a violência silenciosa

A delegada Fabíola Bruginario Chellotti, da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos, alertou os estudantes sobre a violência digital, ressaltando que ela pode ter impactos tão sérios quanto a física.
 

Professora Cínia Pacheco (esquerda) e a delegada Fabíola Chelotti

“A violência digital traz tantas consequências quanto a violência real”, afirmou. Ela também lembrou que a violência não está mais só nas ruas:

“A violência está na sua casa. A pessoa não foi para a rua, mas sofreu um golpe e perdeu R$ 1 mil. Tudo na internet deixa vestígios.” E finalizou com um recado essencial: “A educação salva vidas.”

A escalada da violência

A 2ª tenente Samara Dantas Nunes destacou o caráter progressivo da violência contra a mulher. “O agressor nunca começa agredindo uma mulher. Ele começa sendo um cavalheiro. São pequenas coisas.”

Ela enfatizou o papel da Lei Maria da Penha como mecanismo de proteção e igualdade: “A mulher precisa ser protegida de forma diferenciada.”E lembrou que o crime de feminicídio “vai muito além da vítima”.

Homens como aliados

O fundador do projeto “Elas no Tatame – Mulheres em Ação”, Francisco Mesquita Júnior, fez um apelo direto aos jovens presentes:

“Vocês, meninos, sejam exemplo. As mulheres estão sendo violentadas, agredidas, morrendo, graças a homens de má índole. Eu pergunto: vocês querem ser esse homem?”
 

Foto: Luis Tajes/CLDF

Sua fala destacou a importância da postura e do respeito: “A nossa defesa pessoal começa na nossa maneira de se portar. Se seu namorado te xingou, isso já é uma forma de violência.”

Por trás da violência, o afeto

A psicóloga Mariana Rego propôs uma reflexão profunda sobre os laços emocionais que muitas vezes prendem mulheres em relações abusivas. “Elas não vão embora porque têm medo de morrer. E antes da violência tem afeto”, argumenta. Ela reforçou a importância do respeito como base das relações: “Eu preciso, antes do amor, do respeito.”

A roda de conversa “Falando Delas Com Eles” reforçou a importância de envolver os jovens, especialmente os homens, na luta contra a violência de gênero. A presença de especialistas e a fala direta com os alunos ajudaram a construir um espaço de escuta, conscientização e mobilização.

“Daqui há alguns dias, que vocês estejam em um lugar de poder”, finalizou Paula Belmonte, apontando para o protagonismo que os jovens podem e devem assumir na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

 

* Com informações da assessoria de imprensa da deputada Paula Belmonte 

Fonte: Agência CLDF

Parcela de agosto do IPVA 2025 vence nesta sexta-feira

0
IPVA 2025: parcela de agosto vence nesta sexta-feira - Carros enfileirados no trânsito da capital
Nesta sexta-feira (15/08), vence a parcela de agosto do IPVA 2025 para todos os finais de placa (Foto: Denis Marlon)

A Secretaria da Economia informa que vence nesta sexta-feira (15/08) a parcela de agosto do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2025 para todos os finais de placa.

O contribuinte deve emitir o boleto ou Documento Único de Arrecadação no portal de serviços Expresso.

O boleto também pode ser acessado no aplicativo Detran GO ON e presencialmente nas unidades do Vapt Vupt.

Para os veículos com final de placa 1 e 2, essa é a penúltima parcela do ano, com o prazo final para pagamento do imposto e licenciamento anual em 15 de setembro. Os donos de veículos com placa final 3 a 0 tiveram a opção de dividir o IPVA em dez vezes, com vencimento da parcela final e da cota única em 15 de outubro.

Quem preferir pagar o IPVA em apenas uma vez pode acessar o boleto da parcela única a qualquer momento, até a data limite, pelos mesmos canais de emissão das parcelas. Para os donos de veículos que têm parcelas em aberto e querem quitar o IPVA, a orientação é emitir a cota única.

“Quando o contribuinte emite todas as parcelas no mesmo dia, haverá excesso de pagamento, pois a última parcela contém todo o saldo. Se quer liquidar, ignore as parcelas não pagas e emita a cota única”, explica o gerente do IPVA da Secretaria da Economia, Jorge Arêas.

Data limite para pagamento do valor total do IPVA + licenciamento anual:

  • Final de placa 1,2 – 15/9/2025
  • Final de placa 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 0 – 15/10/2025

Emissão do boleto

Canais para tirar dúvidas

  • Assistente Virtual do IPVA – Atende pelo WhatsApp no número 62 99427-9777.
  • Site da Secretaria da Economia: www.goias.gov.br/economia
  • E-mail da Gerência do IPVA: atendimentogipva.economia@goias.gov.br.

Secretaria de Estado da Economia – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Aluguel Social: 76 mil famílias beneficiadas em 145 municípios goianos

0
Aluguel Social: 76 mil famílias beneficiadas em 145 municípios goianos - Mulheres em situação de violência doméstica devem entregar documentação do Aluguel Social
Em 2024, programa foi ampliado para atender novos perfis de vulnerabilidade, como mulheres vítimas de violência doméstica e responsáveis por crianças em situação de risco (Foto: Edgard Soares)

O Governo de Goiás, por meio do Goiás Social, da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), segue avançando com o programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social.

Desde a criação da iniciativa, em 2021, já foram contempladas 76 mil famílias em situação de vulnerabilidade social, com o benefício mensal de R$ 350 para pagamento do aluguel. O programa já está presente em 145 municípios goianos.

Coordenadora do Goiás Social, a primeira-dama Gracinha Caiado celebra os resultados e reforça a importância de garantir um teto para quem mais precisa.

“O Goiás Social atua onde o poder público historicamente demorou a chegar. O Aluguel Social começou em um momento de dor para o mundo inteiro, mas se tornou uma política de Estado justamente porque cumpre um papel essencial: dar dignidade às famílias goianas. Ter um lar, mesmo que provisório, muda vidas”, afirma.

O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, destaca que o aumento no número de municípios atendidos reflete o compromisso do Governo de Goiás com a inclusão social.

“O programa já alcança 145 cidades, o que representa mais de 60% do território goiano. Isso mostra o quanto temos avançado em garantir apoio direto às famílias que mais precisam. O Aluguel Social tem sido fundamental não só para mães chefes de família e idosos, mas também para vítimas de violência e pessoas com deficiência”, pontua Baldy.

Ampliação

Em 2024, o programa foi ampliado para atender novos perfis de vulnerabilidade, como mulheres vítimas de violência doméstica e responsáveis por crianças em situação de risco.

A legislação atual permite que o benefício seja concedido a esse público em qualquer um dos 246 municípios do estado, com edital aberto de forma contínua, facilitando o acesso dessas mulheres, crianças e seus responsáveis legais.

Histórias como a de dona Rosenilda Barbosa Conceição, de 28 anos, mãe solo de três crianças, ilustram o impacto positivo do programa.

“Eu pago R$ 380 de aluguel, então vai facilitar muito minha vida. Não tenho renda fixa, pois trabalho como diarista. Fiquei muito feliz com a chegada desse benefício”, conta a moradora de Nova Glória.

Rosenilda Barbosa de Nova Glória é beneficiada pelo Aluguel Social. Não tenho renda fixa, trabalho como diarista. Fiquei muito feliz com a chegada desse benefício” (Foto: Edgard Soares)

Em Nova Iguaçu de Goiás, a babá Maria Aparecida Jonas de Oliveira, de 49 anos, conta que a ajuda chegou em um momento importante.

“Agora vai sobrar dinheiro para ajudar na alimentação, por exemplo. Já tive que deixar de comprar muitas coisas que precisava para pagar aluguel. Agora estou mais tranquila”, revela Maria Aparecida, que recebeu seu cartão na última segunda-feira (04/08), na cidade.

Saiba mais

Aluguel Social abre inscrições para 2 mil vagas em 6 municípios

Benefícios habitacionais chegam a Luziânia e Novo Gama

Anicuns recebe casas a custo zero, restauração de rodovia e quadra

Agência Goiana de Habitação (Agehab) e Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Guarda Nacional chega a Washington DC; prefeita denuncia autoritarismo

0

Os militares da Guarda Nacional dos Estados Unidos destacados por Donald Trump para Washington DC começaram a chegar às ruas da capital norte-americana, que o presidente considera palco de uma onda de crimes violentos.

Ao todo, serão oito centenas de soldados mobilizados para a cidade, assim como 500 agentes federais. A prefeita da cidade denuncia o “impulso autoritário” do presidente.

Sob o lema “tornar DC segura outra vez”, Donald Trump anunciou na segunda-feira (11) a decisão de destacar centenas de membros da Guarda Nacional na capital durante um período de emergência de 30 dias.

“Vou tornar a nossa capital mais segura e mais bonita. Os sem-teto têm de sair imediatamente. Vamos dar acomodação para ficarem, mas longe da capital. Os criminosos não precisam se mudar. Vamos colocá-los todos na cadeia, onde pertencem”, anunciou então o presidente. Trump justificou a decisão com o “crime, selvajaria, sujidade” e com “as mortes impiedosas de pessoas inocentes” que diz existirem em Washington DC.

Ao final desta terça-feira (12) já se observavam na cidade, especialmente em locais centrais e turísticos, veículos blindados da Guarda Nacional. Ao longo dos próximos o restante das tropas deve chegar.


A banner depicting the Washington, D.C., flag with a text reading
A banner depicting the Washington, D.C., flag with a text reading

Alegações falsas

A prefeita de Washington DC, a democrata Muriel Bowser, negou que o crime esteja fora de controle e condenou a decisão do presidente.

“Temos de proteger a nossa cidade, proteger a nossa autonomia, proteger o nosso direito interno e superar este tipo [Donald Trump], para garantir que elegemos uma Câmara democrata para que tenhamos uma barreira contra este impulso autoritário”, disse Muriel ao New York Times.

A chefe do executivo local frisou ainda que a Guarda Nacional não tem o poder de prender pessoas.

Segundo dados oficiais da Polícia Metropolitana de Washington DC, a taxa de crimes violentos em Washington DC é a mais baixa dos últimos 30 anos.

Dados do FBI também indicam uma queda de 9% na criminalidade da cidade desde o ano passado. Ainda assim, estudos sugerem que a capital tem uma taxa de homicídios mais elevada do que outras grandes cidades americanas.

Apenas o início

Enquanto nos Estados norte-americanos a Guarda Nacional funciona como uma milícia que responde ao governador, exceto quando é chamada para o serviço federal, em Washington esta força responde diretamente do presidente.

Raramente um presidente recorre diretamente à Guarda Nacional para combater a criminalidade. No entanto, em junho deste ano Donald Trump já tinha mobilizado cerca de 2 mil militares para Los Angeles para responder aos protestos contra detenções de imigrantes ilegais na cidade californiana.

Na terça-feira, a secretária de imprensa da Casa Branca adiantou que, para além da mobilização dos militares em Washington DC, cerca de 850 policiais foram destacados para a cidade nesta madrugada, realizando 23 detenções por homicídio, infrações com armas de fogo, tráfico de droga, evasão fiscal, atos obscenos e perseguições.

“Este é apenas o início. Ao longo do próximo mês, a Administração Trump irá perseguir e prender implacavelmente todos os criminosos violentos do distrito que infringem a lei, prejudicam a segurança pública e põem em perigo os americanos”, assegurou.

Fonte: Agência Brasil

Rio Innovation Week deve gerar R$ 4 bilhões em negócios

0

O Rio Innovation Week (RIW) 2025, que começou nessa terça-feira (12) no Rio de Janeiro, espera negociar R$ 4 bilhões em negócios e criar 22 mil empregos. A edição deste ano tem como tema “Um olhar através da ética” e contará com 40 palcos simultâneos, 2 mil startups e 300 expositores. 

Os números do evento foram apresentados pelo presidente do comitê organizador do RIW, Fábio Queiróz. “A consolidação do Rio de Janeiro como polo de tecnologia e inovação é uma realidade. Nosso papel é compreender o avanço da tecnologia por meio de um olhar ético. O ser humano, precisa estar no comando, respeitando a privacidade. As empresas presentes devem manter essa visão. Nossa bússola é não esquecer o passado, viver e se adaptar ao presente e olhar para o futuro”, disse.

O psicólogo e escritor Daniel Goleman, autor do best-seller Inteligência Emocional, obra que redefiniu o conceito de inteligência, afirma que o desenvolvimento da inteligência emocional amplia a empatia, possibilitando a transformação de pessoas, organizações e sociedades de dentro para fora.

Goleman explicou o funcionamento do cérebro sob o efeito das emoções e a relevância do equilíbrio emocional a partir do estado de presença e do foco no momento presente. O psicólogo destacou que essas habilidades fazem com que a inteligência emocional se sobreponha à artificial.

“A inteligência emocional é uma habilidade definidora para o desempenho profissional e pessoal das pessoas. A inteligência artificial (IA) é muito mais inteligente do que nós em muitas coisas, mas não domina o campo das emoções. Essas habilidades são unicamente nossas. Dependemos dessa ferramenta para gerenciar os relacionamentos. Como exemplo, a intuição é resultado da nossa experiência de vida, e isso nunca poderá ser superado pela IA”, afirmou.

Segundo Goleman, a IA não tem o repertório que nos permite compartilhar o mundo com as pessoas. “À medida que a IA entra na nossa rotina de trabalho, a inteligência emocional passa a ser ainda mais relevante. O aprendizado social é uma habilidade que tornará as pessoas mais eficazes em todas as suas funções”, afirmou.

Goleman fez um comentário, durante a palestra, que provocou risos na plateia: “Converso com diferentes pessoas que têm condições econômicas e sociais diversas. E o que me atrai é a riqueza delas, a maneira como elas se relacionam. E essas questões não são definidas pela condição social, mas pelas habilidades emocionais. Eu prefiro conviver com o Dalai Lama do que com o Elon Musk”, declarou.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que a prefeitura se tornará investidora de startups que desenvolvam serviços digitais para facilitar a rotina dos cidadãos. “Queremos colocar o Rio na rota global da tecnologia para melhorar a vida da nossa gente”, afirmou. Paes adiantou que o Rio Innovation Week será palco de uma experiência para que empresas testem tecnologias de forma livre, buscando soluções para trazer inteligência urbana à cidade.

A feira de negócios prossegue nesta quarta-feira, (13) com inúmeras atrações, entre elas o escritor Marcelo Rubens Paiva, o filósofo Luiz Felipe Pondé, o cantor Ney Matogrosso e o cientista James Daniel Whitfield, que falará sobre computação quântica.

Fonte: Agência Brasil

Câmara apresenta texto sobre adultização infantil nas redes em 30 dias

0

O Colégio de Líderes da Câmara dos Deputados definiu, nesta terça-feira (12), que será criado um grupo de trabalho (GT), a partir da próxima semana, com o objetivo de elaborar um projeto de lei (PL) para combater a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais. O grupo terá até 30 dias para apresentar um texto sobre o tema.

O assunto ganhou repercussão após denúncias do influenciador Felca Bress contra perfis que usam crianças e adolescentes com pouca roupa, dançando músicas sensuais ou falando de sexo em programas divulgados nas plataformas digitais com objetivo de monetizar esse conteúdos, gerando dinheiro para os donos dos canais.

Uma comissão geral, liderada pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), foi marcada para o dia 20 para dar início ao debate. Ela deve contar com a participação de especialistas e de organizações da sociedade civil.

Diversos projetos em tramitação no Congresso estão sendo sugeridos para que sirvam de base da nova proposta, e o tema passou a ser considerado prioridade pelo presidente Motta.

A líder do PSOL na Câmara, deputada Talíria Petrone (RJ), defendeu que o projeto deve passar pela regulação das redes sociais, tema que sofre resistência da oposição liderada pelo PL.

“Não é possível proteger as crianças e adolescentes na internet sem responsabilizar as plataformas digitais. Porém, parte dos parlamentares é contrária a qualquer medida que afete a ação das empresas de redes sociais. Para nós, o que é proteção de crianças e adolescentes para eles é censura à liberdade de expressão”, explicou.

Um dos textos sugeridos como base para o novo texto é o PL 2.628 de 2022, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE). O projeto exige que as empresas de redes sociais criem mecanismos para evitar conteúdos com erotização de crianças, por exemplo. O texto prevê multas para as plataformas de até 10% do faturamento da companhia em caso de descumprir o que determina a legislação.

Já a oposição liderada pelo PL, que costuma ser contrária à criação de regras para o funcionamento das redes sociais, disse que há consenso para medidas contra a adultização infantil na internet. Porém, o deputado Domingos Sávio (PL-MG) defendeu que o projeto não pode servir para cercear a liberdade de expressão.

“Há até um consenso, e é absurdo que alguém não concorde, que o crime nas redes sociais tem que ser punido e tem que ter regras claras sobre isso. Agora, não é necessário e nós não podemos admitir que, sob o pretexto que nós vamos punir crime, nós cometemos outro crime contra a Constituição que é acabar com a liberdade de expressão”, comentou.

Adultização infantil

A adultização infantil se refere à exposição precoce de crianças a comportamentos, responsabilidades e expectativas que deveriam ser reservadas aos adultos. A prática pode provocar a erotização e apresenta efeitos que prejudicam o desenvolvimento emocional e psicológico das crianças, segundo a Instituto Alana, organização que trabalha na proteção infantojuvenil.

Confira reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, sobre o tema 

 

Fonte: Agência Brasil

Explosão em fábrica: Bombeiros do Paraná reiniciam buscas pelos corpos

0

Equipes de do Corpo de Bombeiros do Paraná retomaram na manhã desta quarta-feira (13) os trabalhos de busca dos corpos de vítimas da explosão de a fábrica de explosivos Enaex Brasil na cidade de Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba. A Secretaria da Segurança Pública do Paraná confirmou, na noite dessa terça-feira (12), a morte de nove trabalhadores. Sete sofreram ferimentos leves e já estão em casa.

Os mortos são seis homens e três mulheres. A identificação das vítimas ainda não foi possível, porque com os corpos ficaram fragmentados. Para a identificação, será necessário passar por exame de DNA.

A Enaex Brasil, especializada na produção de explosivos e desmonte de rochas, opera em regime de turno 24 horas — o que explica a presença de pessoas no momento da tragédia.

O secretário estadual da Segurança Pública, Hudson Teixeira, disse que a prioridade é para a identificação das vítimas da explosão.

“Tivemos também a ação fundamental do esquadrão antibombas da Polícia Militar do Paraná, que criou um espaço seguro para que as buscas pudessem ser realizadas. Um trabalho que uniu todas as forças de segurança para rapidamente darem uma resposta às famílias das vítimas e a toda a sociedade”, explicou o secretário.

A Polícia Científica do Paraná trabalha com quatro equipes para o trabalho de identificação dos nove funcionários. Paralelamente, será dada continuidade à investigação das causas da explosão.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior lamentou a tragédia que causou a morte de nove pessoas. “Eram trabalhadores e trabalhadoras que tinham histórias vinculadas ao Paraná. Minha solidariedade a todos os familiares e amigos. Esse é um dia triste na história do nosso estado”.

Fonte: Agência Brasil

STF faz hoje acareação de Cid e Câmara, réus na trama golpista

0

O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta quarta-feira (13) a acareação entre o tenente-coronel Mauro Cid e o coronel Marcelo Costa Câmara, ambos réus em uma das ações penais de uma trama golpista para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder. 

A acareação foi marcada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator das quatro ações penais sobre a tentativa de golpe, a pedido da defesa de Câmara, que acusa Cid, antigo ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro e delator da trama golpista, de mentir. 

Em contraposição ao delatado por Cid, a defesa de Câmara nega qualquer contato dele com minutas golpistas em reuniões no Palácio do Alvorada. O coronel também nega que tivesse conhecimento dos objetivos por trás das ordens que recebia para monitorar alvos. 

Outro ponto contestado é o trecho que Cid afirma que Câmara promoveu um monitoramento contínuo de Moraes. 

Ao autorizar a acareação, Moraes ordenou que Câmara seja levado do Complexo Penitenciário da Papuda, onde se encontra preso preventivamente, “mediante a instalação de equipamento de monitoramento eletrônico durante o período necessário para o deslocamento e realização da acareação, mantida a proibição de se comunicar com qualquer pessoa que não seja seu advogado”. 

Nas duas acareações anteriores em processos sobre a trama golpista, Moraes proibiu qualquer tipo de gravação, em áudio ou vídeo, do procedimento. Apenas a ata com o que foi dito foi anexada aos autos do processo. Jornalistas também não puderam acompanhar as falas dos réus. 

Marcelo Câmara é réu do núcleo 2 da trama golpista. O grupo foi apontado pela PGR como responsável por ações gerenciais para o golpe, como a produção de minutas golpistas e a coordenação de operações contra adversários. 

Todos foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por cinco crimes: organização criminosa, golpe de Estado, tentativa violenta de abolir o Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. 

São réus do núcleo 2: 

Filipe Martins (ex-assessor de assuntos internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro);

Marcelo Câmara (ex-assessor de Bolsonaro);

Silvinei Vasques (ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal);

Mário Fernandes (general do Exército);

Marília de Alencar (ex-subsecretária de Segurança do Distrito Federal); e

Fernando de Sousa Oliveira (ex-secretário-adjunto de Segurança do Distrito Federal).

 

Fonte: Agência Brasil