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Dia Mundial do Autismo: CLDF debate acesso a emprego, saúde e outros direitos

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Nesta sexta-feira (10), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promoveu uma sessão solene em alusão ao Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, celebrado em 2 de abril. O tema foi abordado por pessoas autistas e seus familiares, autoridades públicas e profissionais da saúde e do direito, entre outras áreas.

O evento foi uma iniciativa do presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Autismo, deputado distrital Eduardo Pedrosa (União). Ele fez uma breve análise dos avanços já obtidos e dos desafios ainda presentes na causa autista, em especial no acesso à saúde, à educação e ao emprego.

Pedrosa considera que a inclusão produtiva é “o maior vazio das políticas públicas” para autistas. “Os índices de desemprego entre adultos autistas são altíssimos. Isso não acontece por falta de capacidade e sim por falta de oportunidade, de adaptação e de compreensão”, avaliou o deputado. “Falta política estruturada, falta incentivo às empresas, falta preparação dos ambientes de trabalho. Isso não é apenas um problema social: é uma perda econômica e de potencial humano”, afirmou Eduardo Pedrosa.

 

Carlos Gandra/Agência CLDF

 

E quando o emprego é conquistado, os autistas encontram obstáculos dentro do trabalho. O presidente do Movimento Orgulho Autista (Moab), Edilson Barbosa, chamou atenção para o caso de servidores públicos que enfrentam capacitismo estrutural. Barbosa denunciou que há servidores com direitos negados, em especial autistas do nível 1 de suporte.

“Não existe meio autista ou autista leve demais para ter direitos. Negar o status de pessoa com deficiência a um servidor concursado é um ato nulo e ilegal”, disse o presidente do Moab. Ele detalhou que a negação de direitos e de adaptações razoáveis no ambiente de trabalho pode levar a complicações como burnout e isolamento.

“O Estado não pode ser o carrasco da saúde mental de quem o serve”, declarou Edilson Barbosa, acrescentando que o Moab levará denúncias à Comissão Interamericana de Direitos Humanos. “Se as instituições brasileiras se omitem, a Justiça internacional será provocada a agir”, disse.

Avanços

A sessão solene também destacou melhorias, como a inauguração do primeiro Centro de Referência Especializado em Transtorno do Espectro Autista no Distrito Federal (Cretea-DF), inaugurado em dezembro de 2025, na Estação 108 Sul do Metrô. Atualmente, o centro atende crianças de 0 a 10 anos e aos poucos tem aberto novas vagas.

O local conta com equipe interdisciplinar, incluindo psiquiatra, pediatra, neuropediatra, psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e assistente social. “Nós completamos agora três meses de atendimento e já temos resultados maravilhosos. É gratificante ver como as crianças têm evoluído”, ressaltou a gerente do Cretea-DF, Viviane Veras.

O deputado Eduardo Pedrosa elogiou o trabalho do centro especializado e disse que o modelo precisa ser ampliado, com novas unidades e com aumento da faixa etária, para abarcar autistas adolescentes e adultos.

 

Carlos Gandra/Agência CLDF

 

Mães atípicas

O evento foi palco para depoimentos de muitas famílias, entre elas da mãe atípica e empreendedora Dulcelene Rodrigues. “A maternidade atípica é uma sentença de pobreza, solidão e guerra burocrática”, definiu Dulcelene. Para cuidar dos dois filhos autistas, ela precisou abrir mão do emprego. Mas o apoio do Estado não veio.

Ela considera que os critérios para ter acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) são excessivamente rigorosos. “O INSS, que deveria ser proteção, virou humilhação. Eu imploro para o Estado reconhecer que criar dois filhos autistas sozinha me impede de ter carteira assinada. E eu tenho que escolher: mentir e dizer que passo fome para conseguir o benefício ou falar que empreendo para sobreviver e então ter o benefício cortado, porque empreender não é miserável o suficiente”, desabafou Dulcelene.

Outro relato foi o de Cibelle Lopes, mãe de três filhos autistas e coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Autismo da CLDF. Ela disse que muitas mães atípicas estão “adoecendo em silêncio” por falta de suporte e de políticas públicas efetivas.

Carlos Gandra/Agência CLDF

 

Cibelle deixou um recado para as mulheres nessa situação: “Mesmo nos dias em que tudo parece desmoronar, você continua de pé. E isso já é extraordinário. Se hoje você está sobrevivendo, já é algo muito importante. Eu quero dizer, principalmente para algumas mães atípicas que estão aqui e eu conheci após tentativa de suicídio: eu estou muito feliz por vocês estarem aqui nesse momento. Porque existe vida após o diagnóstico, existe propósito no meio da dor e existe uma força dentro de cada uma de vocês, que nem vocês imaginam. Não desistam nunca”.

A solenidade completa pode ser assistida no YouTube da TV Câmara Distrital.

 

 

Fonte: Agência CLDF

Esporte Universitário leva mensagem de paz em meio a conflitos globais

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Em um cenário marcado por tensões geopolíticas, o esporte universitário coloca-se como instrumento de diplomacia e intercâmbio cultural. Em entrevista à Agência Brasil, primeiro vice-presidente da Federação Internacional do Esporte Universitário (Fisu), Luciano Cabral, destacou o papel dos atletas-estudantes na construção de um futuro harmônico. Presente nos Jogos Universitários de Futebol (JUBs Futebol), em Aracaju, o dirigente também falou das expectativas para os Jogos Mundiais Universitários 2027 em Chungcheong (Coreia do Sul) e sobre o desafio de manter um calendário esportivo em meio a tantos conflitos pelo mundo.

Agência Brasil: O esporte também promove o intercâmbio cultural?
Luciano Cabral: Sim, com certeza, e especialmente o universitário, por estar inserido no ambiente acadêmico. Os participantes são estudantes com sede de conhecimento. Essa troca permite que conversem sobre modalidades, profissões e a história de cada região.

Agência Brasil: Como está a situação do esporte universitário mundial diante de conflitos e guerras atuais?
Luciano Cabral: O esporte sempre foi um instrumento de paz. Enxergamos as dificuldades como oportunidades de levar essa mensagem. Jovens estudantes não desejam o conflito. No ambiente esportivo, tentamos reunir a todos, independentemente de religião ou posicionamento político. É fascinante ver que, dentro de quadra ou na piscina, atletas de países em conflito convivem harmoniosamente. Nosso desafio é manter o calendário internacional: temos 32 mundiais planejados, sendo cinco em áreas delicadas. Queremos garantir a participação de todos para mostrar que a conexão é possível.


Luciano Cabral, FISU, vice-presidente
Luciano Cabral, FISU, vice-presidente

“A Coreia [do Sul] está preparando um evento que deve retomar o patamar de segundo maior evento esportivo do mundo” afirmou Luciano Cabral, referindo-se aos Jogos Mundiais Universitários, programados para 2027, na cidade de Chungcheong – Celio Júnior/CBDU/Direitos Reservados

Agência Brasil: O esporte pode servir à diplomacia?
Luciano Cabral: Temos exemplos icônicos. Pelé interrompeu uma guerra. O esporte é um instrumento de paz contínuo. Queremos que esses jovens levem essa inspiração para a vida e se tornem líderes que preservem esses valores no futuro.

Agência Brasil: No próximo ano, a Coreia do Sul sediará os Jogos Mundiais Universitários. O que esperar desse evento em termos de infraestrutura e participação?
Luciano Cabral: A Coreia [do Sul] está preparando um evento que deve retomar o patamar de segundo maior evento esportivo do mundo. A Vila Olímpica, os estádios e os ginásios já estão prontos e são impressionantes, rivalizando até com a infraestrutura das Olimpíadas de Los Angeles 2028. Esperamos mais de 150 países e cerca de 12 mil participantes na vila. Será o grande momento de reposicionamento do esporte universitário global após os desafios da pandemia.

* Rodrigo Ricardo viajou a Aracaju à convite da CBDU.

Fonte: Agência Brasil

João Fonseca cai nas quartas de Mônaco para Zverev, número 3 do mundo

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O tenista brasileiro João Fonseca, de 19 anos, se despediu das quartas de final do Masters 1000 de Mônaco, após embate de 2h40min contra o número 3 do mundo, o alemão Alexander Zverev. O carioca (40º no ranking) fez jogo equilibrado nos dois primeiros sets contra o adversário de 28 anos: perdeu no detalhe o primeiro set (7/5) e depois arrancou o empate na parcial seguinte – 7/6 (3). No terceiro e decisivo set, a experiência de Zverev pesou mais e Fonseca acabou superado por 6/3, perdendo a vaga na semifinal por 2 sets a 1.

Apesar do revés, a campanha em Mônaco foi a melhor da curta carreira do carioca em torneios da categoria Masters 1000, que ficam atrás somente dos Grand Slams, com pontuação de 1500. Antes de cair contra Zverev, Fonseca deixou pelo caminho o canadense Gabriel Diallo (36º), o francês Arthur Rinderknech (27º), e o italiano Matteo Berretini – ex-top 10 e atual 90º no ranking.

”Acho que ele [João Fonseca] é um talento tremendo. Todos nós do topo sabemos que ele está chegando e está chegando muito, muito rápido, que ele vai estar entre nós em breve. Jogador completo? Acho que ele ainda precisa melhorar, com certeza, mas ele é muito, muito bom e um grande talento. Sem dúvidas, com o tempo, ele vai melhorar e [vai] estar entre os principais jogadores”, analisou Zverev, que enfrentará o italiano Jannik Sinner, vice-líder do ranking, na semifinal na sexta (11), a partir das 8h30 (horário de Brasília).

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Com o desempenho em Mônaco, Fonseca somou mais 400 pontos e deverá subir para a 35ª posição no ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), que será atualizado na próxima segunda (13).

O jovem brasileiro duelou contra os dois melhores tenistas do ranking mundial neste início de temporada. Em Indian Wells (Estados Unidos), ele foi superado após jogo parelho com o  número 2 Jannik Sinner (Itália), após dois tie-breaks. Depois, na segunda rodada do Masters 1000 de Miami (EUA), Fonseca enfrentou o líder do ranking, o espanhol  Carlos Alcaraz, (EUA), sendo superado por um duplo 6/4.



Fonte: Agência Brasil

México implementará modelo parecido com o SUS a partir de 2027

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Em janeiro de 2027, a população mexicana começará a ser atendida por uma rede semelhante ao Sistema Único de Saúde (SUS). A primeira fase, de cadastramento dos usuários com mais de 85 anos de idade e um acompanhante ou cuidador, terá início na próxima segunda-feira (13) e término em 30 de abril.

Um dos mecanismos prioritários do Serviço Universal de Saúde para o governo é a unificação de bases de dados dos pacientes das diferentes redes, o que permite a visualização de prontuários já cadastrados, evitando que os profissionais de saúde os tratem sem nenhuma informação.

A ideia é disponibilizar um aplicativo digital que centralize, inclusive, resultados de exames laboratoriais. 

O serviço receberá investimentos que garantam remessas de medicamentos e amplo funcionamento de unidades de atendimento e salas de cirurgia. O governo tem como foco áreas de atendimento emergencial, gravidez de alto risco, infartos, doenças do cérebro, câncer de mama, consultas preventivas, quadros graves, nutrição, exercícios físicos e saúde mental, além de tratamentos contínuos.

Em 2028, o governo dará ênfase ao intercâmbio de serviços como o abastecimento de remédios, consultas com médicos especialistas e atenção primária para pacientes com doenças crônico-degenerativas, caso do Alzheimer, osteoartrite e artrite reumatoide.

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Primeiro momento

Para o primeiro grupo de usuários, o documento de identificação atrelado ao sistema será entregue seis semanas depois do registro. Com emissões a cargo da Secretaria de Bem-Estar, o documento substituirá os expedidos pelas instituições que atuam na área da saúde, no país, como o Instituto Seguridade Social Mexicana (IMSS), o Instituto de Seguridade e Serviços Sociais dos Trabalhadores do Estado (ISSSTE) e o Petróleos Mexicanos (Pemex). Estas são organizações de seguridade social, que contam com verbas do governo, dos empregadores e dos funcionários e estrutura e equipe próprias.

Já os trabalhadores autônomos, sem carteira assinada, desempregados e pessoas fora do mercado de trabalho dependem da Secretaria de Saúde (SSa), de Serviços Estaduais de Saúde (Sesa) e do Programa IMSS-Oportunidades (IMSS-O). Há, ainda, a parcela contemplada por planos de saúde privados. 

O credenciamento será feito, nesse momento, em 24 dos 31 estados, número que deve ser ampliado. Ao todo, as equipes percorrerão 47 municípios, incluindo as 16 demarcações territoriais que compõem a Cidade do México, e a expectativa é atingir 2 milhões de pessoas em 2.059 módulos.

O governo mexicano informou a disponibilidade de 2 mil centros médicos, que considera o suficiente para vencer as demandas das capitais da primeira fase de implantação e as de outras localidades, futuramente. 

A pasta de Bem-Estar também ficou responsável por divulgar o calendário com os cadastros dos demais grupos populacionais. 

“Vamos continuar informando todas as semanas, para que as pessoas saibam onde estão os módulos e como vai o cadastramento. É o melhor modelo que podemos seguir para garantir o acesso à saúde”, disse a presidenta Claudia Sheinbaum Pardo, que anunciou o programa no início da semana.

Dados do país

A Organização Panamericana de Saúde (Opas) destaca que a população do México aumentou 31% de 2000 para 2023, sendo, hoje, de 128 milhões de pessoas, com maioria de mulheres. Em média, os mexicanos e mexicanas somam 9,7 anos de estudo e 75 anos de expectativa de vida. 

A proporção de habitantes com acesso à internet, algo relevante no contexto da transformação do sistema de saúde, é de 72%. A razão de dentistas que atendem à população era, em 2020, de 0,11 a cada 10 mil pessoas, enquanto a de médicos, 26,09 em 2021.

Fonte: Agência Brasil

Reservas provadas de petróleo no Brasil crescem 3,84% em 2025

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O volume de reservas de petróleo no Brasil alcançou 17,488 bilhões de barris em 2025, o que representa expansão de 3,84% em relação ao ano anterior.

Esse volume representa que, se o Brasil não descobrisse mais nenhum reservatório de petróleo e mantivesse o mesmo ritmo de produção, teria reservas suficientes para 12,7 anos.

Os dados fazem parte do Boletim Anual de Recursos e Reservas, divulgado nesta sexta-feira (10) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, autarquia federal que regula o setor.

As informações apontadas pela ANP são apuradas diretamente com companhias que exploram e produzem petróleo. 

Para alteração no volume de reservas, são levadas em conta informações sobre descobertas e também revisão de campos já conhecidos. A agência teve acesso a dados de 441 campos em 12 estados.

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Nível de reposição

Os dados de 2025 mostram que o índice de reposição de reservas provadas em 2025 foi de 147,03%, representando 2,023 bilhões de barris em novas reservas.

Quando um país ou uma empresa tem o índice superior a 100%, isso significa que descobre mais reservas do que produziu de petróleo em determinado período.

No caso do Brasil em 2025, para cada 100 barris produzidos foram provados 147 em reservas. No ano passado, os campos brasileiros produziram 1,38 bilhão de barris de petróleo.

Do total de reservas provadas no país, 82% ficam no pré-sal, vasta reserva localizada no litoral brasileiro, situada a mais de 7 mil metros de profundidade (equivalente a 184 vezes a altura da estátua do Cristo Redentor), abaixo de uma espessa camada de sal. O pré-sal se estende de Santa Catarina ao Espírito Santo.

Gás natural

O boletim da ANP traz informações também sobre gás natural. As reservas provadas alcançaram 572,752 bilhões de metros cúbicos (m³), expansão de 4,89% na passagem de 2024 para 2025.

Das reservas provadas de gás natural, 69,3% estão no pré-sal.

Fonte: Agência Brasil

Brasil e EUA anunciam acordo de combate ao tráfico de armas e drogas

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Brasil e Estados Unidos anunciaram um acordo de cooperação mútua visando o combate ao tráfico internacional de armas e drogas.

A parceria prevê, de maneira constante, por meio digital, o compartilhamento de informações sobre apreensões feitas nas aduanas dos dois países, de forma a viabilizar uma investigação célere de padrões, rotas e vínculos entre remetentes e destinatários de produtos ilícitos.

A parceria entre a Receita Federal brasileira e o U.S. Customs and Border Protection (CBP, a agência de fronteiras dos EUA) foi detalhada nesta sexta-feira (10), após reunião de autoridades dos dois países no Ministério da Fazenda.

Segundo o ministro Dario Durigan, ao facilitar esse “compartilhamento qualificado de informações” entre Brasil e EUA, os dois países terão melhores condições de executar, de forma articulada, ações não apenas no destino, mas também na origem das cargas ilícitas.

“Trata-se de um passo relevante que estamos dando após a conversa entre Lula e Trump, visando o combate ao crime organizado nos dois países”, disse o ministro, ao ressaltar que esse compartilhamento recíproco de informações será implementado nas aduanas dos dois países.

Drogas, armas ou peças de armas apreendidas em contêineres de navios ou em aeroportos possibilitarão aos investigadores identificar e trocar informações sobre os métodos cada vez mais sofisticados de ocultação de armas de fogo ou droga

Raio-X


10/04/2026 - Brasília/DF - O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anuncia a Cooperação Mútua entre a Receita Federal do Brasil (RFB) e o U.S. Customs and Border Protection (CBP), agência de fronteiras dos Estados Unidos, para o combate ao crime transnacional.  Na foto o ministro da Fazenda, Dario Durigan (e), e o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas (d).  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
10/04/2026 - Brasília/DF - O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anuncia a Cooperação Mútua entre a Receita Federal do Brasil (RFB) e o U.S. Customs and Border Protection (CBP), agência de fronteiras dos Estados Unidos, para o combate ao crime transnacional.  Na foto o ministro da Fazenda, Dario Durigan (e), e o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas (d).  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

De acordo com o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, algumas tecnologias recentes com uso de raio-x em contêineres têm ajudado a aumentar a quantidade de apreensões de peças destinadas à montagem de armamentos.

O secretário acrescenta que, do lado brasileiro, todos os contêineres que saem são escaneados.

“Como é mais fácil identificarmos as armas por meio de raio-x, essas organizações criminosas transnacionais têm adotado a estratégia de enviar peças. Por isso as apreensões de peças têm aumentado”, disse o secretário.

A reunião com as autoridades dos EUA contou também com a participação do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Segundo ele, mais de 1,1 mil armas e peças de armamentos foram apreendidos nos últimos 12 meses nas aduanas brasileiras.

“E, no primeiro trimestre de 2026, apreendemos mais de 1,5 mil toneladas de drogas vindas dos EUA”, acrescentou. De acordo com a PF, as drogas apreendidas foram basicamente sintéticas e haxixe.

Desarma

O acordo entre Brasil e EUA tem como uma das principais entregas o lançamento do Programa Desarma, que é o sistema informatizado da Receita Federal que amplia a capacidade de rastreamento internacional de armas e materiais sensíveis.

Sempre que a aduana brasileira identifica produtos de origem americana relacionados a armas, munições, peças, componentes, explosivos e outros itens sensíveis e vice-versa, essa ferramenta registra e organiza “dados estratégicos das apreensões”.

As informações registradas são itens como material, origem declarada, informações logísticas da carga e eventuais identificadores ou números de série, que permitem o rastreamento da origem desses produtos e o mapeamento de redes ilícitas de comércio internacional de armas.

Saiba mais detalhes no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Fonte: Agência Brasil

Desfiles de carnaval no Rio terão maior número de escolas de samba

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A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) e a prefeitura do Rio assinaram, nessa quinta-feira (9), acordo para aumentar gradativamente o número de escolas do carnaval carioca. Em reunião na Cidade do Samba, o prefeito Eduardo Cavaliere, o presidente da Liesa, Gabriel David, e representantes de todas as agremiações definiram um planejamento estruturado para a ampliação progressiva do Grupo Especial, que passará a contar com 15 escolas até o carnaval de 2030.

O modelo aprovado respeita o regulamento vigente: em 2027, a disputa seguirá com 12 escolas. A partir daí, a transição ocorrerá de forma gradual. Ao fim de cada ciclo, duas agremiações subirão da Série Ouro e apenas uma será rebaixada do Grupo Especial. Com essa dinâmica, o Grupo Especial terá 13 escolas em 2028, 14 em 2029, chegando a 15 agremiações em 2030.

Para o presidente da Liesa, Gabriel David, a decisão reflete o amadurecimento da gestão do carnaval. “Quero destacar a abertura do diálogo com as escolas. Esse tipo de escuta qualificada fortalece todo o setor. Tivemos uma conversa produtiva, em que foi possível aprofundar o entendimento sobre as demandas das agremiações e o momento atual do nosso espetáculo”.

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David afirmou ainda que a decisão permite avançar com responsabilidade na discussão sobre a ampliação do grupo. “O modelo definido é progressivo, respeita as regras vigentes e garante segurança financeira para todos os envolvidos”, acrescentou.

O compromisso do poder público em viabilizar essa expansão com responsabilidade foi citado pelo prefeito Eduardo Cavaliere, que garantiu o suporte necessário à transição.

“O papel da prefeitura é garantir toda a estrutura financeira, logística e infraestrutura para isso. E mesmo com a garantia da prefeitura, as escolas precisam de um tempo para se preparar, se planejar, garantindo que o carnaval vai seguir avançando, evoluindo cada vez mais, melhor e mais competitivo”, disse ele.

Fonte: Agência Brasil

Dino profere segundo voto contra lei de SC que proibiu cotas raciais

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu nesta sexta-feira (10) o segundo voto para derrubar a lei de Santa Catarina que proibiu a reserva de cotas raciais para ingresso de estudantes em instituições de ensino que recebem verbas públicas do estado.

Mais cedo, o plenário virtual da Corte iniciou o julgamento de ações que pedem o reconhecimento da inconstitucionalidade da norma. Até o momento, o placar do julgamento está 2 votos a 0.

Dino disse que a lei foi aprovada com base em um fundamento que foi considerado inconstitucional pela Corte. A política de cotas já foi validada diversas vezes pelo tribunal. 

“A lei impugnada não apenas se funda em premissa já repelida por esta Corte, como também resulta de processo legislativo marcado por evidente déficit de deliberação qualificada, desprovido de avaliação empírica mínima acerca dos efeitos e da necessidade de supressão da política pública em questão”, afirmou Dino.

O primeiro voto foi proferido pelo relator do caso, ministro Gilmar Mendes.

“Não há dúvidas quanto à constitucionalidade, em abstrato, das ações afirmativas baseadas em critérios étnico-raciais”, acrescentou. 

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O plenário julga ações protocoladas pelo PSOL, PT, PCdoB e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para considerar a norma inconstitucional.

A Lei 19.722 de 2026 foi aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Jorginho Melo.

A norma permite a reserva de vagas somente para pessoas com deficiência, alunos oriundos de escolas públicas ou com base em critérios exclusivamente econômicos.

O julgamento virtual prossegue até a próxima sexta-feira (17). Mais oito ministros vão votar.

Fonte: Agência Brasil

Em nova audiência, Iges-DF conclui prestação de contas do 3º quadrimestre de 2025

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O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) retornou à Câmara Legislativa do DF nesta sexta-feira (10) para dar sequência à prestação de contas referente ao terceiro quadrimestre de 2025. A audiência pública, promovida pela Comissão de Saúde da CLDF e presidida pela deputada Dayse Amarilio (PSB), reuniu o presidente do Iges-DF, Cleber Monteiro Fernandes, o presidente do Conselho de Saúde do DF, Domingos de Brito Filho, técnicos do instituto e representantes da sociedade civil.

Na primeira parte da reunião, ocorrida em 26 de março, o instituto apresentou dados relativos à gestão de insumos, engenharia e arquitetura, além da economia de custos. No encontro desta sexta, os técnicos trouxeram números sobre a gestão financeira, recursos humanos e metas assistenciais no período analisado.

A deputada Dayse Amarilio abriu a reunião cobrando explicações sobre uma denúncia recebida por seu gabinete. Segundo informou, trabalhadores da empresa Diagnose, que presta serviço ao instituto, estariam com salários atrasados. Cleber Monteiro, explicou que há um imbróglio jurídico relativo à prestadora em tramitação no Tribunal de Contas do DF, mas que a demanda já foi superada e os pagamentos em atraso serão realizados.

Para Amarilio, a raiz de problemas como esse está no modelo de contrato adotado pelo GDF. A parlamentar voltou a criticar o quantitativo de aditivos ao documento firmado entre o Executivo e o instituto e cobrou um novo modelo de acordo.

“O problema não foi o Tribunal de Contas, foi a forma como o serviço está sendo pago, porque não existe uma situação contratual que dê segurança tanto para o Iges-DF quanto para os trabalhadores da Diagnose desde o começo”, afirmou.

A deputada avaliou ainda que, embora o Iges-DF tenha apresentado melhorias no atendimento, a saúde pública do DF enfrenta uma crise gerada pelo governo atual, com baixo aporte orçamentário para a área, o que, em sua análise, reflete-se no atendimento à população.

Hoje estamos vivenciando uma crise, inclusive dentro do Iges-DF. Não dá para não ser dito. Há uma clara falta de prioridade no orçamento para a saúde. O instituto não tem sido visto da maneira que deveria, pois, se a saúde fosse prioridade, o contrato de gestão teria outro formato”, pontuou.

 

Felipe Ando/Agência CLDF

Outro problema apontado na reunião foi a inoperância de tomógrafos em unidades de saúde, como o Hospital de Base do DF (HBDF). O presidente do instituto detalhou que o aparelho do HBDF parou de funcionar devido a mau uso, mas que o conserto já está em andamento. Monteiro anunciou ainda que, até julho, o DF passará a contar com quatro novos tomógrafos, que estão sendo instalados em unidades geridas pelo Iges-DF.

Ainda sobre a situação dos tomógrafos, Dayse Amarilio criticou o fato de as empresas contratadas para a manutenção dos equipamentos atenderem apenas em dias úteis, o que, em sua avaliação, coloca em risco a vida de pacientes que aguardam exames de urgência. A parlamentar defendeu que os contratos sejam refeitos, prevendo atendimento inclusive aos fins de semana.

Gestão Financeira

Conforme apresentado, no período analisado, o Iges-DF registrou receita líquida total de R$ 433 milhões, oriunda principalmente dos repasses do Contrato de Gestão, complementados por convênios federais, rendimentos bancários e recursos próprios. O valor considera o repasse mensal atualizado após a formalização do 62º Termo Aditivo ao contrato, vigente a partir de janeiro de 2025.

As despesas do quadrimestre somaram R$ 516 milhões, distribuídas principalmente entre custos com pessoal, serviços de terceiros, material de consumo, investimentos e despesas gerais. A composição dos gastos apontou predominância das despesas com pessoal, que representaram cerca de 61% do custo total, seguidas pelos serviços de terceiros e pelo consumo de insumos assistenciais.

O relatório também apresentou a evolução da composição da dívida do instituto, com redução progressiva ao longo dos últimos exercícios. No terceiro quadrimestre de 2025, o passivo registrado foi de cerca de R$ 36 milhões, percentual significativamente inferior ao observado em períodos anteriores. As obrigações pendentes referentes ao quadrimestre, no valor total de R$ 137 milhões, foram quitadas integralmente até fevereiro de 2026.

No âmbito da gestão contratual, o Iges-DF formalizou novos instrumentos e aditivos, com destaque para a obtenção de reduções de custos decorrentes de processos licitatórios, renegociações e utilização de atas de registro de preços.

 

Felipe Ando/Agência CLDF

Gestão de Pessoal

Ao final do terceiro quadrimestre de 2025, o Iges-DF contava com 11.924 colaboradores, sendo 11.285 empregados celetistas (94,6%) e 639 servidores estatutários (5,4%), cedidos pela Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal. As mulheres representam 74% do total do quadro funcional.

A distribuição por categoria profissional indica predominância de trabalhadores da área assistencial, com destaque para técnicos de enfermagem, enfermeiros, médicos e equipes multiprofissionais. A média salarial dos empregados celetistas foi de R$ 5.984,31, enquanto aqueles que exercem funções gratificadas apresentaram média de R$ 11.764,42. No caso dos servidores estatutários, a remuneração segue os parâmetros da Secretaria de Saúde.

A despesa com pessoal permaneceu dentro do limite máximo de 70% do repasse previsto no Contrato de Gestão. No quadrimestre, o percentual apurado foi de 67,6%, considerando remunerações e encargos, incluindo a provisão do décimo terceiro salário.

Os indicadores trabalhistas registraram taxa média de absenteísmo de 2,1% e turnover (rotatividade de pessoal) geral de 1,3%. Entre setembro e dezembro de 2025, houve retorno de aproximadamente 23,7% dos servidores estatutários ao quadro da Secretaria de Saúde.

No campo do recrutamento e seleção, foram publicados 70 processos seletivos no período, totalizando 26.508 inscrições, destinadas à recomposição do quadro funcional nas áreas assistencial, administrativa, médica e multiprofissional. O texto aponta que também houve avanço nas etapas do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), com conclusão do diagnóstico institucional e andamento das fases de estruturação.

Metas Assistenciais

No período analisado, as unidades geridas pelo Iges-DF apresentaram produção assistencial superior às metas pactuadas em diversos indicadores, abrangendo hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). No Hospital de Base do Distrito Federal e no Hospital Regional de Santa Maria, destacaram-se resultados em internações clínicas e cirúrgicas, procedimentos especializados, consultas ambulatoriais e exames diagnósticos.

Nas 13 UPAs, os indicadores de acolhimento, atendimento médico e observação de até 24h superaram as metas contratuais. A taxa de mortalidade institucional inferior a 24h manteve-se abaixo do limite máximo estabelecido, enquanto os tempos médios de atendimento foram monitorados conforme a classificação de risco.

O período também registrou ampliação das ações de telessaúde e reorganização dos fluxos assistenciais, integradas à rede hospitalar, o que, segundo o Iges-DF, contribuiu para o gerenciamento da demanda e a continuidade do cuidado.

O relatório completo do Iges-DF está disponível na página da Comissão de Saúde da CLDF. A audiência pública pode ser assistida na íntegra pelo canal da CLDF no YouTube.

 

Fonte: Agência CLDF

CLDF homenageia executivas de seguros e destaca protagonismo feminino no setor

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou, na noite dessa quinta-feira (9), sessão solene em homenagem às mulheres que atuam em corretoras, seguradoras e outras empresas do setor no DF. A solenidade, proposta pela deputada Paula Belmonte (PSDB), teve como intuito reconhecer e valorizar as coautoras do livro “Executivas de Seguros – Série Brasília”, lançado em março passado. A obra constitui um retrato coletivo da força feminina no mercado de seguros da capital. 

Durante o evento, a parlamentar ressaltou que, embora o setor de seguridade seja historicamente masculino, esse cenário tem sido transformado pela competência e visão de futuro das mulheres. “É importante estarmos nos lugares que merecemos estar e ter a oportunidade de estar nesses lugares”, afirmou Belmonte, lembrando que a representatividade feminina na política e nos espaços de decisão ainda é um desafio e apontando o exemplo da própria CLDF, onde há apenas quatro deputadas entre 24 parlamentares. 

 

Foto: Luís Tajes / Comunicação Paula Belmonte

 

Resiliência e união 

Coordenadora do livro, a presidente do Clube das Executivas de Seguros do Brasil (Cesb), Regina Lacerda, lembrou o início do movimento que deu origem à publicação. Segundo contou, o Cesb nasceu de uma “inquietação” no começo da pandemia de Covid-19, em 2020: a partir de um grupo de apoio mútuo, em aplicativo de mensagens, para enfrentar incertezas profissionais e pessoais, foi criada uma rede nacional. 

“O livro é uma extensão desse movimento. Ele registra histórias, mas, mais do que isso, abre caminhos para exemplos de mulheres”, afirmou Lacerda. E emendou: “É por isso que esta homenagem da CLDF tem um significado tão especial para nós, porque esse reconhecimento afirma, publicamente, o valor da contribuição feminina para o desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal”. 

Sobre o livro, a executiva destacou: “Cada coautora da obra traz mais do que a sua história profissional, traz sua essência, seus desafios, suas conquistas e, acima de tudo, o seu legado. São mulheres que lideram equipes, inovam, protegem vidas, famílias e patrimônios; inspiram outras mulheres e acreditam que é possível ir mais longe”. 

A deputada Paula Belmonte reforçou o argumento da coordenadora da publicação: “Esses exemplos marcam, tornam-se referências, e a nossa sociedade está precisando de boas referências, de mulheres que sejam referências para as outras”. 

Memória e futuro 

Representando a prefaciadora da obra, a professora italiana Sara Landini, o advogado e professor Marcelo Barreto Leal leu mensagem enviada pela docente. Para Landini, o livro transforma a “experiência vivida em memória compartilhada e, portanto, em conhecimento transmissível”. 

A estudiosa avaliou, também, que Brasília funciona como um “laboratório privilegiado para observar como a liderança feminina se configura em ambientes altamente estratégicos”. A italiana concluiu, por fim, que a liderança feminina é construída por meio de experiências, relacionamentos e decisões, e não como uma categoria estática. 

Por sua vez, a presidente do Grupo Nacional de Novas Tecnologias e Inovação da Associação Internacional de Direito do Seguro (Aida Brasil), Niris Cristina Fredo Cunha, insistiu no impacto social da liderança feminina: “Valorizar as lideranças femininas é investir em um futuro mais justo, inovador e sustentável. Que esse livro inspire outras mulheres a ocuparem seus espaços”. 

 

Foto: Luís Tajes / Comunicação Paula Belmonte

Homenagens 

A sessão solene foi encerrada com a entrega de moções de louvor às 28 coautoras do livro “Executivas de Seguros – Série Brasília”, bem como às empresas que apoiaram o projeto.  

Confira abaixo as homenageadas:

  •  Adriana Ferraz: corretora e empreendedora à frente da Top Seg Corretora de Seguros; 
  •  Alessandra Gaiato: atuou em grandes seguradoras nacionais e internacionais e fundou a West Assessoria; 
  •  Alessandra Sautier: sócia e fundadora da Sautier Soluções Financeiras, especialista em consórcio e soluções financeiras; 
  •  Ana Carolina Berbet: atua na liderança de produtos e inteligência de negócios na BRB Seguros, com foco em estratégia, dados e desenvolvimento de portfólio no mercado de seguros; 
  •  Analice Cury da Silveira Costa: fundadora da Terra Fértil Seguros, referência em soluções para o agronegócio; 
  •  Andreia Severino: tem mais de 20 anos de experiência no mercado de seguros, tendo atuado em grandes seguradoras; 
  •  Camila Utsch: sócia e CEO da Alianza Consultoria Empresarial e sócia da Bluefive Corretora de Seguros; embaixadora do Programa de Empoderamento Feminino da Organização das Nações Unidas (WEPS/ONU); 
  •  Carolina Trein: diretora do Conglomerado da Proseg Seguros; 
  •  Cristina Alarcão: sócia e diretora comercial da Seguros do Brasil; 
  •  Dayse Boaventura: gestora comercial no mercado de seguros e saúde suplementar, sendo especialista na construção e aceleração de canais de vendas pela Qualicorp; 
  •  Denise Mesquita: atua há duas décadas no mercado, em especial no ramo de automóveis; conduz a Vogal Corretora; 
  •  Doris Maciel: executiva da Coris Seguro Viagem desde 2005; 
  •  Enir Junker: fundadora da Junker Assessoria; está entre as 50 mulheres mais influentes do mercado de seguros do Brasil; 
  •  Fernanda Souza: sócia da Opportunity Corretora de Seguros; 
  •  Juliana Nunes Morais: CEO da Inti Benefícios, instrutora e palestrante;  
  •  Kelly Christina: sócia da Innovaseg Corretora de Seguros desde 2013; 
  •  Liliana Couto: tem 27 anos de atuação no mercado; é gerente de Relacionamento com Clientes da SulAmérica no Centro-Oeste; 
  •  Linda Leite: corretora de seguros e CEO da Mundiseg Corretora de Seguros há dez anos; 
  •  Luciana Ximenes: analista de seguro de crédito à exportação; além de ser presidente da Comissão de Direito de Seguros da OAB-DF; 
  •  Oraida Maria Ferreira: fundou em 2009 a Laço Forte; representa multinacionais, com foco em ramos corporativos; 
  •  Regina Lacerda: fundou e dirige a Rainha Seguros em Brasília; em 2025, foi eleita uma das 50 mulheres mais influentes do mercado de seguros do Brasil; 
  •  Rosane Mota: fundadora da RM7 Corretora de Seguros, integra a Academia Nacional de Seguros Privados (ANSP); 
  •  Roseli Argolo: fundadora e CEO da Argolo Consultoria e Corretora de Seguros; 
  •  Rossana Rios: sócia da Cristo Redentor Seguros há 30 anos; 
  •  Silvânia Vieira: especialista em saúde suplementar e seguros, com 30 anos de experiência; fundadora da Fácil Corretora; 
  •  Silvia Albuquerque: sócia-proprietária da Star Corretora de Seguros; 
  •  Suely Ribeiro: diretora comercial da Allcare; 
  •  Suzana Ribeiro: gerente executiva da sucursal da Tokio Marine Seguradora em Brasília.

Fonte: Agência CLDF