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Três brasileiros vão à semi de etapa da Copa do Mundo de skate street

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Os brasileiros Giovanni Vianna, João Lucas e Wallace Gabriel avançaram nesta sexta-feira (28) às semifinais da segunda e última etapa da Copa do Mundo de skate street, em Kitakyushu (Japão). Eles voltarão à pista a partir das 4h35 (horário de Brasília) deste sábado (29) em busca de vaga na decisão do título. Já Ivan Monteiro, Isabelly Ávila e Pâmela Rosa se despediram da competição nas quartas de final.

Excepcionalmente, a Amarelinha não contou com a participação da medalhista olímpica Rayssa Leal na etapa japonesa. Prestes a completar 18 anosa e na reta final do Ensino Médio, a skatista maranhense decidiu não competir para se dedicar aos estudos.

O melhor brasileiro na disputa de quartas de final foi Giovanni Vianna, que obteve a quinta posição geral, ao totalizar 62.47. Em 11º lugar, com nota final 52.07 ficou João Lucas. Já Wallace Gabriel avançou às semifinais na 15ª colocação, com 52.07. O Brasil foi representado ainda por Ivan Monteiro, que finalizou sua participação em 34º lugar, ficando fora das semifinais.

Dos 40 atletas que competiram nas quartas, apenas 16 garantiram presença nas semifinais, tanto no masculino quanto no feminino. Nascida em São José dos Campos (SP), Pâmela Rosa teve dificuldade nas duas voltas (notas 8,03 e 19,55) e terminou em 36º lugar. Já Isabelly Ávila, paulista de Itapetinga, foi bem na primeira volta, cravando 38.11, mas não chegou a concluir a última (13.11). Ela fechou a participação na 20ª colocação.

O Brasil iniciou a competição com um total de 11 atletas. Alguns pararam na primeira fase eliminatória: Gabi Mazetto e Maria Almeida na disputa feminina; e Kelvin Hoefler e Felipe Mota na masculina.



Fonte: Agência Brasil

Black Friday: problemas em entregas lideram reclamações

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Problemas de entrega e propaganda enganosa já despontam como os principais desafios desta Black Friday, temporada de compras que tem como marco esta sexta-feira (28). O balanço preliminar foi divulgado pela plataforma Reclame AQUI, que reúne reclamações de compradores e é usada para checar a reputação de lojas no momento da compra.

O monitoramento, referente a esta quarta-feira (26) e quinta-feira (27), mostra que problemas na entrega lideram o ranking das reclamações, respondendo por 25,29% de todos os registros.

As queixas mais frequentes envolvem promessas de “entrega em 2 horas”, “entrega no mesmo dia” ou “frete express”. Segundo o Reclame AQUI, são benefícios amplamente utilizados como chamariz comercial, mas que não se cumprem na prática, repetindo um padrão observado em edições anteriores da temporada de promoções.

Em segundo lugar no ranking aparece o problema de “produto não recebido”, com 12,62% das reclamações. O Reclame AQUI chama atenção para um cenário recorrente: consumidores que acreditam ter enfrentado apenas atraso, mas descobrem que o item adquirido nunca chegou a existir ou sequer foi despachado.

A terceira posição é ocupada por “propaganda enganosa”, responsável por 9,33% das queixas analisadas. Os relatos mostram que muitas lojas divulgam condições atrativas que são alteradas na hora da finalização da compra, frustrando o consumidor.

Entre as práticas que têm gerado insatisfação, destacam-se ainda os “descontos agressivos” com regras pouco claras, que incluem limitações de valor, validade restrita a determinadas regiões ou exigência de formas de pagamento que anulam o benefício anunciado.

De acordo com o Reclame AQUI, essas entrelinhas acabam passando despercebidas em meio ao ritmo acelerado de compras da data.

Aquecimento do mercado

Também segundo o Reclame AQUI, desde agosto, o número de consumidores indecisos caiu: de 76% para 36%. Agora, 31% afirmam que vão comprar na Black Friday. Em agosto, eram apenas 10%. Outros 33% dizem que não pretendem fazer compras na data. A maioria (69%), porém, ainda condiciona qualquer decisão a preços e promoções.

Os dados mostram ainda que o consumidor está cauteloso. Embora 63% apontem o preço como fator decisivo, a compra não é mais determinada apenas por desconto. Os consumidores consideram também: valor do frete (29%); avaliações de outros consumidores (27%); reputação das marcas (23%); condições de pagamento (16%); e segurança contra golpes e fraudes (17%).

A inteligência artificial (IA) também preocupa: 76% se sentem inseguros ou desconfiados com golpes feitos com IA; 63% não sabem identificar esse tipo de golpe; e 56% conhecem alguém que já caiu em golpes feitos com a tecnologia.

Recomendações

A plataforma faz algumas recomendações aos consumidores para evitar problemas com as compras. Entre elas, verificar o prazo de entrega e pesquisar sobre as empresas em que pretende comprar. Além disso, recomeda-se tirar prints do carrinho de compras e revisar atentamente o pagamento final.

Fonte: Agência Brasil

Por acordo, Congresso derruba vetos a projeto sobre dívidas de estados

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Após acordo entre governo e partidos, o Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (27), parte dos vetos ao projeto que criou o Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag). 

O programa – sancionado em janeiro deste ano – cria condições mais favoráveis para as unidades da federação pagarem as dívidas que acumulam com a União.

Pelo acordo, foram derrubados os vetos a seis dispositivos da Lei Complementar 212 de 2025, que criou o Propag. Em compensação, foram mantidos os demais 24 vetos ao texto que chegou do parlamento. 

O governo espera que, com o acordo, mais estados se somem ao programa para o pagamento das dívidas. As unidades da federação têm até o dia 31 de dezembro para aderir ao Propag.

“Este projeto, obviamente, beneficiará todos os estados brasileiros, mas em especial o Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Rio Grande do Sul”, explicou, durante a sessão, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).

Pagamento de dívidas

Um dos vetos derrubados permite que os estados paguem suas dívidas por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR). Esse fundo foi criado pela reforma tributária para reduzir as desigualdades regionais, fomentar atividades produtivas e promover a ciência e tecnologia.

Inicialmente, o governo alegou que o uso desse fundo para o pagamento de dívidas era inconstitucional, uma vez que essa não é uma das atribuições originais do FNDR.

Outro veto derrubado pelo Congresso manteve benefícios previstos na renegociação de dívidas em 2021, como o que prevê que a União assuma o pagamento de operações de crédito com o sistema financeiro e instituições multilaterais que tenham a própria União como garantidora.

Redução de valores

Outro veto derrubado manteve a possibilidade de a União reduzir das dívidas dos estados o montante que foi pago pelas unidades da federação entre 2021 e 2023 para execução de obras de responsabilidade da União.

O líder do PP na Câmara e relator do projeto do Propag, deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), agradeceu ao governo e aos partidos pelo acordo construído em torno do tema. “É um dia histórico que vai livrar os estados de uma espada que cerceou o investimento público, que cerceou o avanço na saúde e na educação nos últimos anos”, explicou.

Entenda

A lei que criou o Propag permite que os entes paguem os débitos com a União em até 30 anos e com juros que variam de 0% a 2% ao ano, somada a inflação registrada a cada ano. A taxa do programa anterior chegava a 4% – mais a inflação.

Os estados também podem quitar até 20% do saldo devedor de suas dívidas por meio da transferência de empresas públicas ou ativos do estado para a União ou por meio de aportes no Fundo de Equalização Federativa, por meio do qual os estados em situação fiscal ruim compensarão os estados com boa situação fiscal.

Segundo cálculos do Tesouro Nacional, as dívidas estaduais somam mais de R$ 820 bilhões, sendo que mais de 90% do total se referem a cinco unidades da federação – São Paulo (R$ 291,7 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 178,5 bilhões), Minas Gerais (R$ 164,1 bilhões), Rio Grande do Sul (R$ 101,6 bilhões) e Goiás (R$ 19,0 bilhões).

Fonte: Agência Brasil

Brasília: técnico da CEB Ipes morre 3 dias após explosão na Esplanada

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O técnico da distribuidora de energia elétrica CEB Ipes (Companhia Energética de Brasília Iluminação Pública e Serviços S.A), Raimundo Nonato do Nascimento Chaves, de 52 anos, morreu nesta sexta-feira (28), após sofrer queimaduras graves em cerca de 60% do corpo, causadas pela explosão na subestação de energia do Bloco C da Esplanada dos Ministérios, na última terça-feira (25).

A estrutura é de propriedade das distribuidoras de energia elétrica Neoenergia e CEB Ipes. Esta última é contratante da empresa Diamante Engenharia, onde a vítima trabalhava no momento do acidente.

O prestador de serviço terceirizado realizava a manutenção na rede de iluminação pública, conforme nota da CEB Ipes.

A distribuidora Neoenergia informou à Agência Brasil que foi acionada apenas para dar suporte ao Corpo de Bombeiros Militares do Distrito Federal (CBMDF), mas não tem envolvimento no acidente.

Notas de pesar

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), responsável pela gestão administrativa dos prédios públicos da Esplanada dos Ministérios, comunicou pesar, apoio aos envolvidos, e garantia de cooperação com as investigações.

“Expressamos nossa solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho neste momento de grande dor. O MGI reforça seu compromisso com a segurança e o cuidado com todos os profissionais que atuam no entorno e no interior das edificações públicas sob sua gestão, e acompanhará os desdobramentos oficiais relativos ao incidente, colaborando com as autoridades competentes no que for necessário.”

CEB Ipes também emitiu uma nota lamentando a perda. “A CEB Ipes se solidariza com os familiares, amigos e colegas neste momento de dor, expressando sinceros sentimentos pela perda [de Raimundo Nonato do Nascimento Chaves].”

A companhia afirma, ainda, que adota rigorosos padrões de segurança e exige o cumprimento e uso de todos os procedimentos e equipamentos de proteção (EPIs) necessários por parte das prestadoras de serviço.

Histórico

O Ministério da Gestão e da Inovação (MGI) e o Corpo de Bombeiros Militares do Distrito Federal informaram que a explosão ocorreu durante uma manutenção de rotina e foi provocada por um curto-circuito elétrico na subestação de energia.

No dia do incidente, seis pessoas ficaram feridas. As causas oficiais da explosão ainda estão sendo periciadas para emissão do laudo conclusivo.

A CEB IPes diz que acompanha as apurações conduzidas pelas autoridades competentes e pela prestadora de serviço.

Fonte: Agência Brasil

STM declara perda da patente de capitão da Marinha por peculato

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O Superior Tribunal Militar (STM) declarou a perda da patente de um capitão de corveta da Marinha por peculato. A decisão foi tomada pelo tribunal no dia 19 deste mês e atendeu ao pedido do Ministério Público Militar (MPM), que entrou com uma ação de indignidade para o oficialato em função do crime. 

O capitão foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão pelo furto de combustível da corveta Frontin, que estava atracada na Base Naval do Rio de Janeiro. O crime ocorreu em 2012. A perda com o desvio do combustível foi avaliada em R$ 346,2 mil.

Durante a investigação, foi descoberta movimentação bancária atípica de R$ 1,5 milhão nas contas do capitão.

De acordo com o acórdão da decisão, os ministros do STM entenderam que o capitão cometeu um crime contra a administração e maculou o decoro da classe militar e a imagem da Marinha do Brasil.  

Com a perda da patente, o militar deverá ser expulso da Marinha. Contudo, o salário será repassado para a esposa ou filhas em forma de pensão. O benefício é conhecido como “morte ficta” e está previsto na legislação das Forças Armadas desde 1960. 

Trama golpista

O STM deve julgar no início de 2026 o eventual pedido do MPM para perda da patente do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros militares das Forças Armadas condenados na ação penal da trama golpista. 

O caso envolve Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, os generais Augusto Heleno, Paulo Sergio Nogueira, Braga Netto e o almirante Almir Garnier.

De acordo com a Constituição, o oficial das Forças Armadas pode ser expulso no caso de condenação criminal superior a dois anos de prisão por condenação criminal. No caso do processo da trama golpista, as penas do militares variam entre 19 e 27 anos de prisão.

O tribunal militar é composto por 15 ministros, sendo cinco civis e dez militares, cujas cadeiras estão distribuídas entre quatro vagas destinadas ao Exército, três à Marinha e três à Aeronáutica.

Fonte: Agência Brasil

Criação de região administrativa do Noroeste será debatida em audiência pública

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A criação de uma nova região administrativa no Distrito Federal, a do Noroeste, será debatida pela Câmara Legislativa na próxima segunda-feira (1). A iniciativa é do deputado distrital Martins Machado (Republicanos), que é autor do projeto de lei 609/2023, que propõe a criação da nova RA, que seria a de número 36 no DF.

A audiência pública acontecerá no salão de festas do Residencial Espaço Noroeste, localizado no bloco C da SQNW 109, a partir das 19h, e é aberto a todos os interessados no tema.

A realização do debate é um pré-requisito para a transformação da área do Noroeste em uma região administrativa, conforme determina a Lei nº 5.161/2013, que “estabelece critérios para a criação de regiões administrativas no Distrito Federal e dá outras providencias”.

 

A iniciativa é do deputado Martins Machado. Foto: Andressa Anholete/ Agência CLDF

“Ao propor a criação da referida região administrativa, pretendemos não apenas atender um clamor – que já se faz sentir – da população que reside e constitui força de trabalho naquelas áreas, mas também propiciar uma maior representação governamental, com a adoção de um novo modelo organizacional, o qual, certamente, será um elo de ligação entre a população local e a equipe do Governo do Distrito Federal, assegurando eficiência na prestação de serviços ao cidadão”, justifica o deputado distrital.

Martins Machado também explica que a realização de audiência pública tem como objetivo promover o diálogo democrático e transparente com a população sobre a criação da região administrativa do Noroeste.

Para o parlamentar, o debate com os interessados possibilitará a escuta ativa da comunidade local; o esclarecimento dos impactos administrativos, sociais e econômicos da proposta; a coleta de sugestões e manifestações que subsidiarão o processo legislativo, e o fortalecimento da cidadania e da governança participativa.

Fonte: Agência CLDF

Sábado da saúde: Novembro Azul do Diabetes faz mutirão na Praça Cívica

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Governo de Goiás realiza mutirão de atendimentos durante Novembro Azul do Diabetes

Objetivo do Mutirão de atendimentos é alertar para o diagnóstico precoce da doença (Foto: SES-GO)

O Governo de Goiás realiza, neste sábado (29/11), a Campanha Goiás Unido contra o Diabetes, um mutirão de atendimentos gratuitos voltado a pessoas com diabetes e também à população em geral.

Executada pela Secretaria da Saúde de Goiás (SES-GO) e Goiás Social, a ação integra o Novembro Azul do Diabetes, que alerta para o diagnóstico precoce da doença, e vai ocorrer na Praça Cívica, em Goiânia, das 8 às 12 horas, com expectativa de receber entre 2 e 3 mil participantes.

O secretário adjunto da Saúde, Sérgio Vencio, ressalta a importância da iniciativa para ampliar o acesso ao diagnóstico e orientar a população sobre cuidados essenciais.

“Eventos como esse aproximam os serviços de saúde das pessoas e reforçam que o diagnóstico precoce do diabetes salva vidas. Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de controle, tratamento adequado e prevenção de complicações graves”, afirma.

“O combate ao diabetes passa pela informação, pelo acolhimento e pela oferta contínua de cuidados. Esse é o compromisso da Secretaria, cuidar das pessoas para que tenham mais saúde e qualidade de vida”, diz Vencio.

Durante o mutirão, pessoas com diabetes terão acesso a diversos serviços gratuitos, mediante apresentação do documento de identidade.

Serão oferecidos:

  • Exames de fundo de olho (mapeamento de retina);
  • Avaliação do pé diabético;
  • Ecodoppler de carótidas (em casos graves);
  • Eletrocardiograma;
  • Avaliação nefrológica e orientações.
  • Coleta de exames laboratoriais: antropometria (peso, altura, circunferência), cálculo de IMC; aferição da pressão arterial; e encaminhamento via regulação estadual para tratamento especializado.

Feira da Saúde

A população também poderá participar da Feira da Saúde, que reunirá serviços ofertados pelo Centro Estadual de Atenção ao Diabetes (Cead) do Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi (HGG) voltados para diagnóstico, prevenção e educação.

São eles aferição de glicemia e pressão arterial; orientações sobre diabetes e suas complicações no corpo; oficina sobre uso de insulina; orientações sobre cuidados com rins, neuropatia e doenças nos pés; informações sobre problemas cardíacos e circulatórios; oficina de leitura de rótulos; orientações sobre visão e prevenção de complicações oculares.

Ainda, o evento exibe um vídeo educativo sobre complicações do diabetes; mostra 3D de órgãos do corpo; jogo de tabuleiro educativo; contação de história; e oferece degustação de alimentação saudável para diabéticos.

O mutirão integra a campanha Novembro Azul do Diabetes, que celebra o Dia Mundial do Diabetes, em 14 de novembro. Em 2025, o tema reforça a inclusão e o respeito no ambiente de trabalho, promovendo bem-estar e acolhimento a pessoas com diabetes.

O evento é uma realização da SES-GO e Goiás Social, com o HGG/Cead e o Hospital Estadual de Dermatologia Sanitária (HDS), em parceria com o Centro de Referência em Oftalmologia (Cerof), Hospital de Olhos de Aparecida (HOA), Universidade Evangélica de Goiás e Laboratório Núcleo.

Diabetes

O diabetes mellitus (DM) é uma condição crônica caracterizada pelo aumento da glicose no sangue. O DM tipo 2 representa 90% dos casos e está associado a fatores como obesidade, sedentarismo e alimentação inadequada.

O diabetes aumenta o risco de doenças cardiovasculares e outras complicações graves.

Em 2024, Goiás registrou 26,45 óbitos por 100 mil habitantes por mortalidade prematura relacionada à doença. Qualquer pessoa com sintomas ou idade a partir dos 35 anos deve fazer o exame para saber se tem diabetes.

Vigitel Goiás

De acordo com o Inquérito de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas Não Transmissíveis por Inquérito Telefônico (Vigitel) Goiás, 6,4% dos adultos possuíam diagnóstico médico de diabetes em 2023.

Dados preliminares para 2025 apontam crescimento para 9,3% (8,3% homens / 10,2% mulheres). O total pela rede SUS chega a 624,5 mil pessoas – 8,41% da população. O Brasil é o 6º país com mais casos no mundo, com 16,6 milhões de pessoas com diabetes.

Para 2050, a projeção é de 24 milhões. Atualmente, 50% dos pacientes pesquisados não sabiam que tinham a doença no momento do diagnóstico.

Serviço

Assunto: Campanha Goiás Unido contra o Diabetes
Quando: Sábado (29/11), 8h às 12h
Onde: Praça Cívica, Setor Central, Goiânia (GO)

Saiba mais

HGG promove 4ª edição da corrida Colorindo a Vida Sem Diabetes

Crianças e adolescentes diabéticos do HGG ganham sensores de glicose do Governo de Goiás

Secretaria da Saúde – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Fuvest divulga notas de corte da primeira fase do vestibular 2026

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A Fundação para o Vestibular (Fuvest) divulgou nesta sexta-feira (28) as notas de corte para a primeira fase de seu vestibular para ingresso em 2026. Como já é comum, a nota mais alta continua sendo a do curso de medicina: são necessários 80 pontos para que o candidato siga para a segunda fase da prova.

Veja as notas de corte para todos os cursos. 

Depois de medicina, as notas de corte mais altas são:

Engenharia aeronáutica – 75

Engenharia – 69

Psicologia em São Paulo – 69

Psicologia em Ribeirão Preto – 67

Relações internacionais – 67

Engenharia mecânica e mecatrônica – 67

Direito – 66

Engenharia elétrica e engenharia de computação – 66

Audiovisual – 65

As provas da primeira fase do vestibular da Fuvest foram realizadas no último domingo (23). A lista de aprovados e os locais de prova da segunda etapa serão publicados no dia 1º de dezembro, às 12h. A segunda fase ocorre nos dias 14 e 15 de dezembro. A lista final de aprovados sai no dia 23 de janeiro de 2026.

Fonte: Agência Brasil

Taxa de desemprego cai para 5,4%, a menor desde 2012

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O Brasil atingiu no trimestre encerrado em outubro a taxa de desemprego de 5,4%. É o menor índice registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012.

O período de três meses terminou também com recorde no número de pessoas com carteira assinada e no rendimento médio do trabalhador.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgada nesta sexta-feira (28).

Destaques da pesquisa:

– Desemprego no trimestre terminado em outubro caiu para 5,4%. No trimestre móvel anterior, terminado em setembro, era de 5,6%. No trimestre terminado em outubro de 2024, a taxa era 6,2%.

A maior taxa já anotada foi de 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.

– O número de desocupados atingiu 5,910 milhões, menor contingente da série histórica. Esse total de pessoas representa queda de 11,8% (menos 788 mil pessoas procurando emprego) em relação ao mesmo trimestre de 2024. Já o total de ocupados ficou em 102,5 milhões, patamar recorde.

– O total de ocupados com carteira assinada chegou a 39,182 milhões, outro recorde da pesquisa.

– Massa salarial: o aumento do rendimento e o crescente número de ocupados fez com que a massa de rendimento, o total de renda dos trabalhadores, atingisse o recorde de R$ 357,3 bilhões, representando expansão de 5% em um ano.

Juro alto e renda na máxima

A coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, destaca que a massa de rendimentos funciona como um estímulo na economia, de forma a ser um contraponto aos juros altos, que encarecem o crédito e tendem a esfriar a economia.

“Ter essa massa em patamares elevados influencia o consumo”, diz.

A taxa básica de juros, a Selic, está em 15% ao ano, o maior patamar desde 2006. É um esforço do Banco Central (BC) para conter a inflação, que está há 13 meses acima da meta do governo, de 4,5% no máximo. 

Setores

Dos dez grupamentos de atividade pesquisados pelo IBGE, dois aumentaram a ocupação: construção (2,6%, ou mais 192 mil pessoas) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,3%, ou mais 252 mil pessoas). O único com redução foi o classificado como “outros serviços” (2,8%, ou menos 156 mil pessoas).

Mercado de trabalho

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

Informalidade e recorde da previdência

No trimestre encerrado em outubro, a taxa de informalidade, ou seja, proporção de pessoas da população ocupada sem direitos trabalhistas, foi de 37,8%, o que significa 38,7 milhões de trabalhadores informais. É o mesmo patamar do trimestre encerrado em julho e móvel anterior e abaixo dos 38,9% do trimestre encerrado em outubro de 2024.

A pesquisa do IBGE revela que o número de trabalhadores que contribuíram para institutos de previdência foi recorde. No trimestre encerrado em outubro alcançou 67,8 milhões de pessoas.

Em termos proporcionais, isso representa que 66,1% dos ocupados contribuíram para a aposentadoria, igualando o recorde atingido no trimestre encerrado em janeiro de 2016.

“Isso está muito associado à retração maior da informalidade. Normalmente os informais são os mais afastados da cobertura previdenciária”, diz Adriana Beringuy.

Caged

A Pnad foi divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada.

De acordo com o Caged, outubro apresentou saldo positivo de 85,1 mil vagas formais. Em 12 meses, o balanço é positivo em 1,35 milhão de postos com carteira assinada. 

* Matéria alterada às 11h16 para atualização.

Fonte: Agência Brasil

Congresso rejeita 52 vetos ao PL do licenciamento ambiental

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O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (27), 52 vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei (PL) que elimina ou flexibiliza regras para o licenciamento ambiental no Brasil. O texto foi apelidado pelos críticos de “PL da Devastação”. No total, foram analisados 59 vetos. 

Os parlamentares apreciaram ainda 28 destaques apresentados pelo PT e PSOL, como forma de tentar manter os vetos presidenciais. Na Câmara dos Deputados, os destaques foram rejeitados por 295 votos a 167. No Senado, foram 52 a 15 pela derrubada.

O governo conseguiu, por outro lado, adiar a análise de sete dos vetos referentes ao Licenciamento Ambiental Especial (LAE), nova modalidade criada que previa o licenciamento de forma simplificada e com “fase única” para obras consideradas “estratégicas”. 

Ao vetar o dispositivo da LAE, o Executivo editou a Medida Provisória (MP) 1308 de 2025, mantendo a previsão desse instrumento ambiental. Porém, em vez de licenciamento em fase única, a MP editada pelo governo prevê equipes exclusivas destinadas para dar celeridade aos licenciamentos de obras consideradas estratégicas, mantendo todas as fases hoje previstas para liberação de empreendimentos.

O relator da MP 1308 na Câmara é o deputado Zé Vitor (PL-MG). A medida precisa ser analisada até o dia 5 de dezembro para não perder a validade. A comissão que analisa a MP é presidida pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), importante liderança da bancada ruralista no Parlamento.  

Apoiado pelo agronegócio e setores empresariais, o PL do Licenciamento Ambiental vem sendo denunciado como grave retrocesso por organizações ambientalistas e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). 

Com a derrubada dos vetos, são retomados dispositivos como o que autoriza o autolicenciamento para obras de porte médio, chamado de Licença por Adesão e Compromisso (LAC). Essa modalidade requer apenas um compromisso dos empreendedores para liberação das obras, sem os estudos ambientais exigidos atualmente.

A derrubada dos vetos permite ainda transferir a definição dos parâmetros ambientais do licenciamento da União para estados e Distrito Federal (DF); retira atribuições de órgãos ambientais como Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) e limita a consulta aos povos indígenas e comunidades quilombolas afetados pelos empreendimentos.

O Legislativo ainda derrubou o veto do governo que impediu retirar a Mata Atlântica do regime de proteção especial para supressão de floresta nativa. A derrubada do veto reduz as exigências para desmatar o bioma que mantém atualmente cerca de 24% da vegetação original.

O Observatório do Clima, que reúne 161 organizações sociais e ambientais, afirma que a derrubada desses vetos é o maior retrocesso ambiental da história do país, e logo após a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA).  

“Manter os vetos de Lula é crucial para impedir o esvaziamento do licenciamento ambiental, o principal instrumento de prevenção de danos ambientais do país, criado há mais de quatro décadas pela Política Nacional do Meio Ambiente, de 1981”, disse o Observatório, em nota. 

Alcolumbre pauta tema após COP30

Deputados e senadores favoráveis aos vetos do presidente Lula criticaram o presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre (União-AP), por pautar o tema após a COP30, enquanto há muitos outros vetos na fila para serem apreciados.

Alcolumbre argumentou que a votação do licenciamento ambiental era necessária para destravar o processo legislativo.

“Há regiões inteiras aguardando que o Congresso finalize essa discussão para que grandes projetos saiam do papel, gerando empregos, renda e crescimento econômico — sempre com responsabilidade ambiental”, disse o presidente do Senado.

O deputado federal Nilto Tatto (PT-SP), falando como líder do PT, destacou que a votação do tema após a COP30 reflete uma decisão política de setores privados que querem flexibilizar as regras ambientais no Brasil.

“O momento em que se está trazendo para votar, logo depois da Conferência do Clima, tem uma posição política de setores que desnortearam o debate do licenciamento ambiental para defender interesses menores e não interesses do país, não interesses da sociedade brasileira”, disse.

Debate

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) avaliou que a derrubada dos vetos vai aumentar o desmatamento ao transferir para os estados e o Distrito Federal a responsabilidade por definir parâmetros e critérios para o licenciamento ambiental.  

“Vai se criar uma verdadeira guerra ambiental na tentativa de levar algum tipo de empreendimento sem o devido rigor e, portanto, [sem] a proteção dos nossos biomas e do nosso meio ambiente”, afirmou.

O deputado José Vitor (PL-MG) argumentou, por outro lado, que o projeto aprovado respeita o meio ambiente e que o atual modelo de licenciamento no Brasil impede a realização de obras. Ele ainda defendeu a exclusão do Ibama dos processos de liberação de obras.

“Nenhum de nós aqui está abrindo mão para qualquer flexibilização ou qualquer ponto que coloque em risco o meio ambiente. Depois de um órgão ambiental, como uma secretaria de estado de meio ambiente, fazer toda a análise técnica e conceder uma autorização, que, mesmo assim, precisava do carimbo do Ibama, um carimbo que, de fato, não protege nada”, afirmou.

O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), defendeu que o Brasil explore suas riquezas. 

“[O governo] quer colocar travas no agronegócio, que é a única coisa que ainda está dando certo, economicamente, no Brasil. Aí querem colocar aqui o veto no licenciamento ambiental votado por essas duas Casas. O verdadeiro Brasil que nós temos é o Brasil que explora as suas riquezas do agro”, afirmou.

Por sua vez, o deputado federal Túlio Gadêlha (Rede-PE) argumentou que os atrasos que, eventualmente ocorrem, no processo de licenciamento ambiental é resultado do desmonte praticado contra os órgãos ambientais ao longo dos anos.

“Se existe morosidade hoje é por conta do desmantelamento do governo anterior com relação à pauta ambiental, que retirou salários, diárias, combustível e instrumentos para que esses servidores pudessem agir”, comentou.

Gadêlha também criticou que órgãos ambientais como Ibama, Funai, Iphan e outros passam a ter um caráter de “observador”  sem que os seus pareces tenham “caráter vinculante” nos processos de licenciamento.

Fonte: Agência Brasil