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Consumidor terá redução no preço da energia elétrica em dezembro

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (28) que a bandeira tarifária em dezembro passou da vermelha no patamar 1, em novembro, para amarela em dezembro.

Isso significa que a pessoa deixa de pagar R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (KW/h) consumidos e passa a pagar R$ 1,885.

De acordo com a Aneel, a entrada do período chuvoso no país, a previsão de chuvas para dezembro é superior às chuvas que ocorreram em novembro, na maior parte do país.

“Contudo, essa expectativa de chuvas está, em geral, abaixo da sua média histórica para esse mês do ano. Diante de condições de geração de energia um pouco mais favoráveis, foi possível mudar da bandeira vermelha patamar 1 para amarela. Por isso, o acionamento das termelétricas continua sendo essencial para atender à demanda”, informou a Agência.

A Aneel acrescentou “que a geração solar é intermitente e não fornece energia de forma contínua, especialmente no período noturno e nos horários de maior consumo”. A redução ocorre após a adoção da bandeira vermelha patamar 1 em outubro e novembro.

Em agosto e setembro, a Aneel havia acionado a bandeira vermelha patamar 2, com adicional de R$ 7,87 por 100 kWh.

>>Agência Brasil explica: como funcionam as bandeiras tarifárias

Custos extras

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Fonte: Agência Brasil

Flamengo vence Palmeiras e vira 1º brasileiro tetra da Libertadores

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O primeiro tetracampeão da América do futebol brasileiro se chama Clube de Regatas do Flamengo. Neste sábado (29), o Rubro-Negro se tornou o time do Brasil com mais títulos de Libertadores ao derrotar o Palmeiras por 1 a 0 no Estádio Monumental de U, em Lima (Peru). A partida foi transmitida ao vivo pela Rádio Nacional.

O último ano em que o posto de brasileiro mais vezes campeão do torneio esteve isoladamente com um clube foi 2011. O Santos venceu aquela edição e se igualou ao São Paulo, que era o único tricampeão desde 2005.

Revanche

A vitória teve gosto de revanche para os rubro-negros, que perderam a decisão de 2021 para o próprio Verdão, no Estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai). Na ocasião, o título alviverde veio após um erro de Andreas Pereira, à época no time carioca, que o atacante Deyverson aproveitou. O volante desta vez esteve no lado palmeirense da final, com participação discreta.

O título coroa uma geração extremamente vitoriosa, que levantou 16 taças desde 2019, sendo três Libertadores (2019, 2022 e 2025). Todas com as presenças do meia Giorgian de Arrascaeta – eleito o craque da edição deste ano – e do atacante Bruno Henrique. Ambos se tornaram os jogadores mais vezes campeões pelo clube.

E eles podem colocar mais um troféu nessa estatística na próxima quarta-feira (2). Se a equipe carioca vencer o Ceará no Maracanã, no Rio de Janeiro, às 21h30 (horário de Brasília), conquista o Brasileirão com uma rodada de antecedência.

Arrascaeta e Bruno Henrique, aliás, festejaram um título de Libertadores pela segunda vez no Monumental. Foi lá que eles conquistaram a taça em 2019, na final contra o River Plate (Argentina), a primeira no formato de jogo único. O técnico Filipe Luís – que se tornou o nono a vencer o torneio sul-americano como treinador e jogador – e o auxiliar Rodrigo Caio também estiveram em campo naquela decisão, respectivamente como lateral-esquerdo e zagueiro do time dirigido por Jorge Jesus.

O Jogo

A partida teve início 15 minutos depois do previsto, por conta do atraso do ônibus do Palmeiras, que teve dificuldades para chegar ao estádio devido ao trânsito de Lima. Se Abel não trouxe novidades na formação alviverde, no Flamengo foi diferente, com Samuel Lino ganhando de Everton Cebolinha a disputa pela vaga no ataque.

Com a bola rolando, o Flamengo iniciou a partida ocupando o campo de ataque e diminuindo os espaços do Palmeiras. O Rubro-Negro teve duas boas chances, uma de cada lado. Aos 14 minutos, o lateral Guillermo Varela lançou Bruno Henrique às costas da marcação. O atacante finalizou da entrada da área, mas por cima. No lance seguinte, Samuel Lino recebeu pela esquerda, saiu da marcação do lateral Khellven e bateu cruzado, próxima à trave esquerda do goleiro Carlos Miguel.

À medida que transcorreu, a primeira etapa ficou mais tensa e faltosa. Foram quatro cartões amarelos antes dos 40 minutos (três para o Flamengo e um para o Palmeiras). Um deles, aplicado no volante Erick Pulgar, gerou reclamações do Verdão. O chileno acertou a canela de Bruno Fuchs, com o jogo parado, após falta do zagueiro no lance anterior. Os jogadores alviverdes pediram vermelho, em vão.

O Palmeiras, gradualmente, acertou a marcação e passou a frequentar o campo do Flamengo, mas sem grande efetividade. A melhor chance foi aos 20, em um cruzamento de Khellven, pela direita, que o atacante Vitor Roque cabeceou para baixo, a bola quicou no gramado e subiu rente ao travessão.

As equipes voltaram para o segundo tempo impondo correria e buscando mais finalizações. O Flamengo, assim como na etapa inicial, buscou ditar o ritmo. O melhor rendimento rubro-negro, desta vez, foi recompensado.

Aos 21 minutos, Arrascaeta cobrou escanteio pela esquerda, Danilo subiu sozinho e, de cabeça, mandou no canto direito de Carlos Miguel. Quatorze anos depois de fazer o gol do título do Santos contra o Peñarol (Uruguai), o zagueiro voltou a balançar as redes em uma final de Libertadores. E novamente de forma decisiva.

O Verdão se lançou ao ataque em busca do empate. Aos 43 minutos, Vitor Roque teve a melhor oportunidade da equipe paulista no jogo, na sequência de uma cabeçada do zagueiro Gustavo Gómez travada pela defesa. O atacante concluiu na pequena área, mas a bola desviou em Danilo e saiu pela linha de fundo.

Cebolinha, que perdeu a vaga para Samuel Lino no time titular, entrou bem no jogo e tirou a pressão que o Flamengo sofria após o gol. Nos últimos minutos, conseguiu puxar contra-ataques e tirar a bola da defesa.

Nos acréscimos, ele avançou em velocidade em grande jogada e foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, ele bateu falta rasteira, Carlos Miguel não segurou e a bola foi na trave esquerda. O quase gol não fez falta. O apito final fez explodir a festa rubro-negra em Lima, como em 2019, no Rio de Janeiro em vários cantos do Brasil.



Fonte: Agência Brasil

Filipe Luís afirma que sempre acreditou no título da Libertadores

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O técnico Filipe Luís afirmou, após a conquista da Copa Libertadores com a equipe do Flamengo, com uma vitória de 1 a 0 sobre o Palmeiras neste sábado (29) no Estádio Monumental de U, em Lima (Peru), que sempre acreditou que poderia levar o Rubro-Negro ao tetracampeonato da competição continental.

“Se eu esperava? Claro que esperava, pois sempre pensei grande, sempre pensei em conquistar coisas grandes. O Flamengo não tem que ser grato a mim, pois o Flamengo me dá essa oportunidade pela qualidade, investimento e organização. Me sinto privilegiado”, declarou o comandante da equipe da Gávea em entrevista coletiva.

Para Filipe Luís, ele faz parte de um grupo [como jogador e técnico] que está escrevendo uma página bonita da história do clube, repleta de conquistas importantes, como três edições da Copa Libertadores: “Antes de chegar aqui, o Flamengo tinha uma final de Libertadores. Agora tem cinco finais e quatro títulos, e continuará vencendo sem o Filipe, sem o Arrascaeta, sem o Bruno Henrique. Tenho certeza de que a nossa passagem aqui está sendo muito valiosa. Estamos deixando um clube muito melhor do que encontramos. Isso me deixa muito orgulhoso”.

Na coletiva, o técnico do Flamengo afirmou que, após a grande festa que a torcida fez na última quarta-feira (26) no embarque da equipe para Lima, está na expectativa para reencontrar os torcedores no Rio de Janeiro para comemorar o título continental: “Desejo esse carinho dos torcedores para os jogadores, pois eles merecem. Eles se esforçaram muito e desejo que vivamos esse momento de alegria. Que os torcedores do Flamengo vejam esse troféu maravilhoso e que continuem aumentando. Segundo o [ex-jogador] Zico, o torcedor é patrimônio do Flamengo”.

Fonte: Agência Brasil

BC proíbe fintechs sem licença de usar termos como “banco” e “bank”

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As instituições financeiras sem autorização de funcionar como banco estão proibidas de usar termos “banco” ou “bank” em seus nomes empresariais, marcas, domínios na internet ou qualquer forma de apresentação ao público. A norma integra um conjunto de medidas aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e passa a valer imediatamente.

Aprovada na reunião mensal do CMN na quinta-feira (27), a medida só foi divulgada pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira (28). Segundo a autoridade monetária, a restrição atinge especialmente fintechs e empresas de tecnologia que oferecem serviços financeiros, como instituições de pagamento ou sociedades de crédito, mas sem licença específica para operar como banco.

De acordo com o BC, o uso inadequado da nomenclatura pode levar clientes a interpretar equivocadamente o tipo de serviço prestado.

“Será vedado às instituições utilizar termos que sugiram atividade ou modalidade de instituição, em português ou em língua estrangeira, para a qual não tenham autorização de funcionamento específica”, afirmou o Banco Central, em nota.

A regra é detalhada na Resolução Conjunta 17/2025 e vale para nome empresarial, nome fantasia, marca, domínio de internet e qualquer forma de comunicação ao público. A determinação também alcança conglomerados financeiros: fintechs que façam parte de grupos em que haja ao menos um banco autorizado poderão manter o uso da denominação.

Segundo o BC, a padronização da nomenclatura contribui para reduzir riscos de interpretação por parte dos usuários e reforça a transparência sobre quais serviços cada instituição está autorizada a oferecer. A medida também acompanha o avanço das fintechs no mercado e a necessidade de atualização regulatória diante de novos modelos de negócio no sistema financeiro nacional.

Prazos de adequação

Instituições que estiverem em desacordo deverão apresentar ao BC, em até 120 dias, um plano de adequação contendo procedimentos e cronograma de implementação. O prazo máximo para que a adaptação seja concluída é de um ano.

Segundo o diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan, a medida busca trazer mais clareza ao consumidor e reforçar a segurança do sistema financeiro. “Temos observado novos modelos de negócio em que o nome utilizado pela instituição não corresponde ao serviço autorizado. Isso pode gerar confusão ao cliente e risco ao sistema”, afirmou.

Impacto no mercado

A autoridade monetária estima que entre 15 e 20 instituições deverão ser afetadas. Um dos casos mais conhecidos é o Nubank, que possui autorizações para atuar como instituição de pagamento, sociedade de crédito e corretora de valores, mas não como banco. A instituição financeira informou que analisa a nova regulação e que os serviços seguem funcionando normalmente.

A definição das regras ocorreu após consulta pública realizada de fevereiro a maio deste ano. O tema vinha sendo discutido internamente pelo BC como parte de um esforço para padronizar nomenclaturas e ampliar a fiscalização sobre instituições financeiras.

Fonte: Agência Brasil

Cinco PMs são presos por crimes em megaoperação no Rio

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Cinco policiais militares do Batalhão de Polícia de Choque foram presos nesta sexta-feira (28) por crimes cometidos durante a Operação Contenção, realizada no último dia 28 de outubro, no Rio de Janeiro, nos complexos da Penha e do Alemão, que deixou 122 pessoas mortas. 

Além dos cinco policiais presos, outros cinco são alvo de mandados de busca e apreensão. A ação é realizada pela Corregedoria-Geral da PM que iniciou, nesta sexta-feira, uma ação decorrente de investigações realizadas a partir da análise das imagens das Câmeras Operacionais Portáteis utilizadas por PMs. 

Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Militar, as investigações estão sob responsabilidade da 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), que identificou indícios de cometimento de crimes militares no decorrer do serviço.

Em nota, o comando da corporação diz que não compactua “com possíveis desvios de conduta ou cometimento de crimes praticados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos”.

Roubo de fuzis

De acordo com a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio (CDDHC), que acompanha a operação deflagrada pela Corregedoria da Polícia Militar, os indícios revelados pelas câmeras corporais incluem “o furto de um fuzil possivelmente destinado à revenda para criminosos”, conforme divulgou a presidente da comissão, deputada Dani Monteiro (PSOL). 

A parlamentar destacou que a comissão atua no território onde foi deflagrada a megaoperação, que colheu denúncias, acompanhou famílias e oficiou órgãos com pedidos de transparência e preservação de provas. Esse material foi encaminhado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em reunião em Brasília no início do mês, no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 635), conhecida como ADPF das Favelas , na qual a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania atua como amicus curiae. Uma das principais demandas apresentadas pelos amici tem sido a federalização das investigações.

Confira as informações do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Megaoperação

No início deste mês, a Ouvidoria Geral da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro divulgou um relatório no qual denuncia violações de direitos humanos a partir de relatos de moradores e familiares.

Entre os relatos, familiares dizem que pessoas inocentes foram mortas ou presas e mulheres afirmaram que foram assediadas por policiais. A Ouvidoria Geral é um órgão externo à Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. 

Considerada a operação mais letal do Rio de Janeiro dos últimos anos, ela tinha como objetivo, segundo a Segurança Pública do Rio de Janeiro, conter os avanços do Comando Vermelho. O principal alvo, Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca, não foi preso na ação. 

Fonte: Agência Brasil

Cruzeiro empata com Ceará e sai da briga pelo título do Brasileirão

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As chances de título, que já seriam remotas mesmo em caso de vitória, chegaram ao fim para o Cruzeiro. Neste sábado (29), a Raposa empatou por 1 a 1 com o Ceará, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Arena Castelão, em Fortaleza.

Os mineiros, em terceiro lugar, foram a 69 pontos, seis a menos que o Flamengo. Apesar de poder igualar a pontuação do Rubro-Negro, líder da competição, a equipe celeste não teria como ficar à frente, pois teria uma vitória a menos. O Vozão, com 43 pontos, é o 14º, ainda ameaçado pelo rebaixamento, a somente dois pontos do Z4, como é chamado o grupo dos quatro últimos colocados, que descem à Série B.

No primeiro tempo, o Cruzeiro teve dois gols anulados por impedimento, ambos do volante Christian, aos 30 e aos 44 minutos. Melhor para o Ceará, que balançou as redes aos 10 minutos da etapa final, com Vinícius Zanocelo. O volante recebeu do meia Lucas Mugni em jogada de contra-ataque, finalizou de fora da área e o goleiro Cássio não conseguiu defender.

A Raposa buscou o empate aos 25. O lateral Kaiki Bruno foi lançado na área pela esquerda e cruzou rasteiro. A defesa do Vozão tentou afastar e o zagueiro Willian Machado – que tentou se antecipar ao atacante Gabriel Barbosa – desviou para o gol, marcando contra. Os dois times tiveram chances de conseguir a vitória, mas o placar não se alterou.

Vitória deixa Inter no Z4

Mais cedo neste sábado, o Vitória superou o Mirassol por 2 a 0 no Barradão, em Salvador, e saiu da zona de rebaixamento. Pior para o Internacional, que entrou no Z4 restando duas rodadas para o fim do Brasileirão. O Leão baiano soma 42 pontos e subiu para 15º. O time paulista, com 63 pontos, perdeu a chance de garantir vaga antecipada à fase de grupos da próxima Libertadores, mas segue em quarto.

O triunfo do Vitória começou a ser desenhado aos 24 minutos do primeiro tempo. O atacante Erick cruzou pela direita e Lucas Halter cabeceou na pequena área. O goleiro Walter conseguiu bloquear, mas o rebote sobrou com o próprio zagueiro, que mandou para as redes. Na etapa final, aos 44, o meia Matheuzinho, de pênalti, garantiu o resultado positivo dos anfitriões.

A equipe rubro-negra ultrapassou Santos e Inter, que têm 41 pontos. Na última sexta-feira (28), o Peixe venceu o Sport por 3 a 0 na Vila Belmiro, em Santos (SP), enquanto o Colorado foi goleado pelo Vasco por 5 a 1 em São Januário, no Rio de Janeiro. Pelo saldo de gols, o Alvinegro fica em 16º e os gaúchos em 17º, abrindo a zona de rebaixamento.

Sob nova (velha) direção

Por conta da derrota, o Inter demitiu o técnico Ramón Diaz neste sábado. Campeão mundial e da Libertadores pelo Colorado em 2006, Abel Braga foi contratado poucas horas depois para dirigir a equipe nas duas rodadas finais do Brasileirão. O treinador, que iniciará a oitava passagem pelo clube, é quem mais comandou o time gaúcho na história (340 jogos).



Fonte: Agência Brasil

Brasil iguala Argentina no topo da Libertadores, com 25 títulos

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O título do Flamengo, conquistado neste sábado (29) no Estádio Monumental de U, em Lima (Peru), sobre o Palmeiras, colocou o Brasil no topo do ranking de conquistas de Libertadores ao lado da Argentina. Os dois países acumulam 25 troféus do mais importante torneio interclubes da América do Sul.

O Brasil volta a ocupar o posto depois de 61 anos. Em 1963, quando o Santos ganhou a Libertadores pela segunda vez, o futebol brasileiro se igualou ao Uruguai, vencedor em 1960 e 1961 com o Peñarol. Em 1964 e 1965, graças ao Independiente, a Argentina também foi a duas conquistas.

Em 1966, o Peñarol foi tricampeão e recolocou o Uruguai, de forma isolada, no topo de países com mais títulos, tirando o Brasil da ponta. A liderança charrua, porém, durou somente até 1968, quando o Estudiantes levantou a quarta taça dos argentinos – a terceira, que os igualou aos uruguaios, veio em 1967, com o Racing.

De lá para cá, os hermanos mantiveram, sozinhos, o status de país com mais Libertadores. Nos últimos anos, porém, a diferença para os argentinos, construída nos anos 1960 e 1970, foi caindo drasticamente. Desde 2019, apenas clubes brasileiros levantaram o troféu. São sete títulos em sequência, um recorde no torneio.

Os maiores campeões da Libertadores ainda são argentinos. O Independiente lidera a estatística, com sete títulos, seguido pelo Boca Juniors, com seis, e o intruso uruguaio Peñarol, com cinco. Ainda há River Plate e Estudiantes com os mesmos quatro títulos que o Flamengo igualou neste sábado.

Em número de campeões, o Brasil lidera com folga. São 12 clubes diferentes a terem erguido a taça, com o Rubro-Negro assumindo o posto de maior vencedor do país com o título em Lima. Na Argentina, são oito equipes. Apenas Peru, Bolívia e Venezuela nunca tiveram um time que conquistou a América, sendo que somente os peruanos já estiveram em finais. Em 1972, o Universitário foi derrotado pelo Independiente, enquanto em 1997 o Sporting Cristal foi vice para o Cruzeiro.

Considerando as cidades, Buenos Aires é a mais laureada, com as 13 conquistas de Boca Juniors, River Plate, Argentinos Juniors, San Lorenzo e Vélez Sarsfield. A também argentina Avellaneda aparece na sequência, com oito taças (sete do Independiente e uma do Racing). Graças ao tetra do Flamengo, o Rio de Janeiro se igualou a São Paulo, ambas com sete títulos – Fluminense, Vasco e Botafogo têm um troféu cada.



Fonte: Agência Brasil

Trump diz em rede social que espaço aéreo da Venezuela está fechado

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o espaço aéreo da Venezuela deve ser considerado “fechado em sua totalidade” por companhias aéreas. A declaração foi dada a Truth Social, rede social criada pelo próprio Trump. “O espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela está fechado em sua totalidade”, postou e estendeu o aviso a traficantes de drogas e de pessoas.

Segundo a agência Reuters, autoridades norte-americanas ficaram surpresas com o anúncio de Trump e não tinham conhecimento de nenhuma operação militar dos EUA em andamento para impor o fechamento do espaço aéreo venezuelano.

Horas depois, o governo da Venezuela se manifestou em comunicado, condenando a afirmação de Trump. Em nota, classificou os comentários de Trump de “ameaça colonialista” contra a soberania do país e incompatível com o direito internacional. Chamou a atitude de Trump de “ilegal e injustificada” contra o povo da Venezuela.

“Esse tipo de declaração se constitui um ato hostil, unilateral e arbitrário, incompatível com os princípios mais elementares do Direito Internacional e que se insere em uma política permanente de agressão contra o nosso país, com pretensões coloniais sobre a nossa região da América Latina e Caribe, negando o Direito Internacional”, afirmou o governo venezuelano.

A escalada de Trump em ações e discursos contra a Venezuela do presidente Nicolás Maduro vem trazendo novos episódios nos últimos meses. Os Estados Unidos já posicionaram navios de guerra no Mar do Caribe, próximo ao país sul-americano, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas. Já abateram pequenas embarcações e provocaram mortes.

Há cerca de duas semanas, Trump disse que poderia iniciar conversas com Maduro, mas não deu detalhes. Na última sexta-feira (28), no entanto, afirmou que poderá ordenar ações terrestres contra os narcotraficantes que diz combater. Em resposta, Maduro pediu aos integrantes da Força Aérea que estejam em “alerta, prontos e dispostos” a defender os direitos da Venezuela.

* Com informações da Agência Reuters

** Matéria atualizada às 19h14 com informações adicionais sobre a resposta da Venezuela.

Fonte: Agência Brasil

Petrobras não deve pagar dividendos extraordinários no curto prazo

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O diretor Financeiro da Petrobras, Fernando Melgarejo, esclareceu nesta sexta-feira (28) que a Petrobras poderá manter a meta da dívida em US$ 65 bilhões, prevista no Plano de Negócios 2026/2030, mesmo com valor mais baixo do petróleo Brent no mercado internacional.

Segundo Melgarejo, a estimativa é que a dívida da empresa chegue a US$ 70 bilhões este ano e caia para US$ 65 bilhões, em 2026.

Com o barril do Brent projetado a US$ 63, a empresa poderá abater parte da dívida no ano que vem. Se o preço variar entre US$ 59 ou US$ 60 o barril, “a gente vai ter uma dívida líquida neutra, ou seja, ela não vai crescer”.

Deixou claro que a Petrobras está trabalhando com busca de toda eficiência e otimização de custo para fazer convergência para os US$ 67 bilhões no ano que vem e atingindo US$ 65 bilhões a partir de 2026 e durante o Plano de Negócios 2026/2030.

Dividendos extraordinários

Para a distribuição de dividendos extraordinários, Melgarejo explicou que é preciso ter um fluxo de caixa operacional robusto e deixar a dúvida neutra, por isso “muito provavelmente não deverá haver dividendos extraordinários nos próximos períodos”.

Do investimento projetado no Plano de Negócios 2026/2030 da companhia, de US$ 109 bilhões, US$ 91 bilhões serão aplicados em projetos em implantação, considerados mais maduros, e US$ 18 bilhões em projetos em avaliação.

A cada três meses, a Petrobras verificará se os projetos em avaliação têm viabilidade financeira e flexibilidade para terem seguimento. 

Pico de produção

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a companhia prevê atingir, no quinquênio 2026/2030, a produção de 2,7 milhões de barris de petróleo por dia (bpd) em 2028 e 3,4 milhões de barris equivalentes de óleo e gás por dia (boed) em 2028 e 2029.

“Isso significa novos poços pendurados nas mesmas plataformas, substituindo poços que perderam sua produtividade. Isso significa trocar poços menos produtivos por mais produtivos”, afirmou.

O aumento da produção resultará da implantação de oito novos sistemas de produção até 2030, dos quais sete já estão contratados, com destaque para o pré-sal da Bacia de Santos, considerados “um ativo preciosíssimo” conforme a presidente da companhia. 

Fonte: Agência Brasil

EBC prorroga inscrições para vaga no Comitê Editorial até dia 6

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Foram prorrogadas até o próximo dia 5 de dezembro as inscrições para o preenchimento de vagas disponíveis no Comitê Editorial e de Programação (Comep), da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), instância ligada ao Sistema Nacional de Participação Social na Comunicação Pública (Sinpas).

As oportunidades são para representantes de três segmentos da sociedade: cursos de comunicação social, comunidade cultural e entidades de defesa dos direitos humanos e das minorias. As inscrições devem ser feitas pela plataforma Brasil Participativo.

A eleição é organizada por uma comissão interna cujos membros foram definidos pela Portaria-Presidente 537, publicada em 10 de novembro, via SEI da EBC. Cada membro do Comitê terá um suplente, que o substituirá em suas ausências e seus impedimentos.

O mandato dos representantes terá a duração do período remanescente do mandato em vigência do COMEP, iniciado em 8 de julho de 2025, indo até 8 de julho de 2027, sendo vedada a recondução.

Os membros do Comep serão escolhidos a partir de listas tríplices, compostas por pessoas, preferencialmente, de diferentes gêneros, raças e regiões do país. A eleição será realizada por meio de voto direto e secreto, também pela plataforma Brasil Participativo, com apoio da Secretaria Geral da Presidência da República. Titulares e suplentes serão designados em decreto do presidente da República.

Participação Social

A EBC estava há nove anos sem instâncias de participação social. No dia 11 de junho de 2025, os comitês foram instaurados representando um marco histórico para a empresa. O antigo Conselho Curador, que contava com representantes do governo e da sociedade civil, foi extinto em 2016.

A instalação dos comitês do Sinpas ocorreu após o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, publicar, no dia 5 de junho, o decreto designando membros para o Comep. Os representantes do Cpadi foram nomeados em 2024, com a  Portaria-Presidente 634/2024.

Os membros dos dois comitês foram eleitos em processo eleitoral ocorrido em 2024 e aberto para toda a sociedade civil.

O Comep tem como objetivo promover a participação da sociedade civil no acompanhamento da aplicação dos princípios do sistema público de radiodifusão, observando a pluralidade da sociedade brasileira.

Já o Cpadi é responsável por acompanhar as diretrizes da programação veiculada pelas emissoras de comunicação pública operadas pela EBC, com foco na promoção da participação social, diversidade social, cultural, regional e étnica.

Além disso, o comitê visa assegurar a pluralidade de ideias na abordagem dos fatos, estimulando a produção regional e independente, e promovendo conteúdos educativos, artísticos, culturais, científicos e informativos.

Fonte: Agência Brasil