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Scanners corporais são instalados em 100% das unidades prisionais goianas

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Governo instala scanners corporais em 100% das unidades prisionais goianas
Scanners corporais permitem identificar objetos escondidos na roupa e no corpo de visitantes, sem necessidade de revista íntima (Fotos: Polícia Penal)

A Polícia Penal (PP) concluiu a instalação de equipamentos de revista corporal (scanners corporais) em todas as 85 unidades prisionais do estado. Goiás se destaca nacionalmente por antecipar o cumprimento de uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF), cujo prazo final é abril de 2027.

O investimento do Governo de Goiás na locação dos últimos 55 scanners que faltavam para cumprir a determinação é de R$ 22,9 milhões por um período de 60 meses.

Os equipamentos aumentam a segurança das unidades prisionais, impedindo a entrada de objetos ilícitos, como drogas, armas e celulares.

“Os equipamentos reforçam a segurança dos estabelecimentos penais e garantem a aplicação de um método de revista pessoal a todos visitantes de modo mais digno e humanizado”, destaca o diretor-geral da PP, Josimar Pires.

Polícia Penal instala scanners corporais em 100% das unidades prisionais goianasPolícia Penal instala scanners corporais em 100% das unidades prisionais goianas
Com instalação de equipamentos de revista corporal (scanners corporais) em todas as 85 unidades prisionais do estado, Goiás se destaca nacionalmente por antecipar cumprimento de exigência do STF, cujo prazo final é abril de 2027 (Fotos: Polícia Penal)

A contratação dos equipamentos pela Polícia Penal de Goiás envolve, além da instalação, manutenção preventiva e corretiva, treinamento de servidores e operação assistida.

“Além de inibir a entrada de material ilícito, os scanners facilitam o controle de acesso de pessoas no cumprimento das modalidades de visitação nas unidades. É de extrema importância para a manutenção do controle total do sistema prisional pela Polícia Penal”, explica o superintendente de Segurança Penitenciária, Leopoldo de Castro Coelho. 

Na decisão de abril deste ano, o STF deu prazo de 24 meses para a compra e instalação de equipamentos como scanners corporais, compostos por esteiras de raios X e portais detectores de metais, em todos os estabelecimentos penais do país.

Investimentos

De 2019 a 2024, o Governo de Goiás investiu mais de R$ 350 milhões no sistema penitenciário goiano em:

  • reforma;
  • construção e modernização de unidades;
  • aquisição de veículos, armamentos e equipamentos;
  • compra de mobiliários;
  • artigos hospitalares
  • artigos de informática, entre outros.

Em 2025, a Polícia Penal recebeu R$ 41,9 milhões em recursos para aquisição de equipamentos de segurança e 86 viaturas.

A melhoria nas condições de trabalho dos servidores penais aprimorou as ações preventivas nas unidades e contribuiu para a redução dos índices negativos no sistema penal. O Estado não registra rebeliões há quatro anos e reduziu em 99% a apreensão de celulares nos presídios entre 2018 e 2024. Desde 2023, não há registro de apreensões de armas de fogo.

Saiba mais

Polícia Penal abre chamamento público para 8 galpões de trabalho

Polícia Penal – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Caminhos da Reportagem aborda educação para pessoas com deficiência

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Nesta segunda-feira (6), a TV Brasil exibe, às 23h, um episódio do programa Caminhos da Reportagem que tem como tema “Uma Escola Para Todos”. A atração mostra os desafios e avanços na educação para pessoas com deficiência no Brasil. 

De acordo com o Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem 14,4 milhões de habitantes com algum tipo de deficiência, cerca de 7% da população. No entanto, os dados da pesquisa apontam uma profunda desigualdade para essa parcela da sociedade: quase dois terços (63,1%) das pessoas com deficiência com mais de 25 anos não completaram o ensino fundamental. Além disso, a taxa de analfabetismo (21,3%) é três vezes maior do que a meta estabelecida no Plano Nacional de Educação. 

Para Meire Cavalcante, da Rede Ibero-Americana REDSEI/OEI, a perspectiva sobre a pessoa com deficiência no contexto escolar tem mudado nos últimos anos. “Antes, entendia-se a deficiência como algo próprio do sujeito. A partir da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, de 2006, estabelece-se um novo conceito, que retira o foco da pessoa. O foco passa a ser a sociedade”, explica. 

Caminhos da Reportagem ouviu também o relato de pais de crianças com deficiência para entender os principais desafios relacionados à educação. É o caso da educadora Fabiana Elisa dos Santos, mãe de Victor, de oito anos. Ao programa, ela conta que conseguir uma escola para o filho, que tem paralisia cerebral, tornou-se um desafio.

“Duas escolas que eu achava muito boas me decepcionaram. Em uma delas, me disseram que a sala de aula tinha 20 alunos, mas que não havia ninguém para ficar com ele, porque o Victor ainda não andava”, lamenta. 

O casal Karla Cunha e André Nogueira também compartilha da mesma luta. Os pais de Felipe, de 14 anos, afirmam que, embora nenhuma escola tenha negado matrícula explicitamente, o acolhimento sempre foi problemático.

“Desde que começou a alfabetização, a gente percebia que as escolas não sabiam lidar com ele, nem como integrá-lo à turma. Por ele ser muito tranquilo, é fácil passar despercebido. E isso é muito ruim, porque ele está sendo excluído, né?”, desabafa o pai. 

Educação inclusiva 

Segundo o Ministério da Educação, atualmente, 92% das crianças e adolescentes com deficiência estão matriculados no sistema de ensino, a grande maioria delas, mais de 85%, na rede pública. A secretária da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI), Zara Figueiredo, destaca: “Isso mostra para nós que as políticas, os programas e as ações desenhadas a partir de 2008 foram muito exitosas ao trazer esse público para dentro das escolas, para as turmas, as classes comuns da escola pública”. 

A cantora lírica Giovanna Maira perdeu a visão antes de completar 2 anos. Apesar dos desafios, conseguiu entrar para a graduação e se formar em Música.

“Partitura em braile não existia, ou era preciso mandar fazer. Então, eu escrevia à mão as minhas”, lembra.

Giovanna reconhece os avanços: “Hoje em dia as coisas estão muito melhores. Tenho muito orgulho daquilo que plantei. Mas desejo que essa nova geração não desista e lute pela próxima, para que tudo seja cada vez melhor”. 

Fonte: Agência Brasil

Ministra Esther Dweck aposta em queda na abstenção no CNU

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O Concurso Nacional Unificado (CNU) 2025 deverá registrar queda na abstenção em relação à última edição do certame, disse neste domingo (5) a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. Segundo ela, o menor número de inscrições e de vagas neste ano fez um público mais especializado disputar os postos de trabalho.

“Apesar de ter tido menos inscrições [neste ano], são mais de 761 mil inscritos, a gente tem uma expectativa de que o comparecimento proporcional será maior. Quase 600 mil pessoas dessas 761 mil acessaram o seu cartão de confirmação, portanto olharam o seu local de prova”, afirmou.

“A nossa expectativa é que o número [de comparecimento] seja próximo a isso. Na verdade, são 565 mil, se não me engano, que acessaram o cartão e devem comparecer”, declarou a ministra. 

Pouco antes das 12h30, a ministra visitou um centro universitário na Asa Norte, em Brasília, onde 7.068 pessoas estão inscritas para fazer a prova. Para a ministra, a queda no número de inscrições deve-se à redução do número de carreiras disponíveis e ao fim da novidade do formato de concurso unificado.

“O primeiro ano foi uma grande novidade. Não havia concurso dessa dimensão há mais de dez anos no Brasil”, declarou Dweck.

“A gente viu que existe uma demanda reprimida muito grande, por isso aquela grande inscrição. Foram pouco mais de 2 milhões de pessoas inscritas e 1 milhão de pessoas que compareceram no dia da prova. Foi o maior concurso da história, mas eram 6.640 vagas. Então era uma quantidade de vagas muito grande e cargos que estavam havia muitos anos sem concurso.”

Estatísticas

Na primeira edição do CNU, no ano passado, houve 2,1 milhões de inscrições, com 970.037 comparecimentos, o que resultou em abstenção de 54,12%. Segundo o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, o percentual ficou dentro da média de outros concursos.

Em 2025, o CNU registrou 761.528 inscrições para 3.652 vagas em 32 órgãos federais. Caso os percentuais de acesso ao cartão de prova se confirmem, a abstenção deverá ficar em torno de 25%.

Segurança

A ministra procurou tranquilizar os candidatos em relação à segurança do concurso. Dweck ressaltou que a operação da Polícia Federal que desmantelou, na semana passada, um esquema de fraudes na primeira edição do CNU e em concursos estaduais foi resultado do trabalho do ministério e de outros órgãos federais.

“A operação que houve esta semana é fruto da nossa operação de segurança no primeiro concurso. Foi a troca de informações que a gente fez com a Polícia Federal, o próprio processo que a Polícia Federal trabalhou nesse concurso para poder desbaratar quadrilhas, mostrando que se alguém tentar algo, vai ser punido. Ter havido essa operação antes da data de hoje é muito importante”, afirmou.

Segundo Dweck, dos seis candidatos investigados pela Polícia Federal pela suspeita de fraude no CNU, três foram imediatamente eliminados da segunda edição do certame. No entanto, a Justiça pediu mais informações para excluir outros três candidatos. “A gente não pode tirar ninguém sem provas absolutas”, declarou.

A ministra reiterou que o governo não permitirá que fraudadores roubem vagas dos concursados. “O nosso compromisso é quem fizer a prova de forma honesta, correta e passar poderá entrar. [O governo] não deixará ninguém que fraudou entrar no lugar dessas pessoas”, disse.

Próximas edições

A ministra reiterou que não haverá uma nova edição do Enem dos Concursos em 2026. Isso porque a proposta de Orçamento para o próximo ano enviada ao Congresso não prevê uma nova seleção. Apenas autorizações para poucos órgãos públicos e recursos para convocar os excedentes de candidatos que fizeram a prova de 2024 e de 2025, caso haja vagas no Poder Executivo Federal.

Fonte: Agência Brasil

CNU: escola em Manaus fica sem energia e candidatos terão tempo extra

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A falta de luz afetou a realização de provas do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2025) em uma escola em Manaus (AM) neste domingo (5), informou o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). O local conta com 436 candidatos inscritos que terão tempo adicional de 1 hora e 31 minutos para finalizar a prova, igualando ao mesmo período dos demais candidatos do país. 

As provas dessa edição tiveram início às 13h (horário de Brasília) em 1.284 locais de provas, em 228 cidades. O monitoramento em tempo real do certame ocorre no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), localizado em Brasília.

Duração

As provas objetivas aplicadas neste domingo são dos nove blocos temáticos de nível superior e médio do CNU 2025

Para todos os cargos de nível superior, as provas objetivas terão a duração de cinco horas – das 13h às 18h, no horário de Brasília.

Já os candidatos dos cargos de nível médio terão 3 horas e 30 minutos para realização das provas – das 13h às 16h30 (também no horário de Brasília).

Cadernos de provas

Neste domingo, a primeira fase será composta por 90 perguntas de múltipla escolha, para o nível superior, e por 68, para o nível intermediário.

O candidato somente poderá levar o caderno de prova, caso a sua saída ocorra durante a última hora do horário determinado para o término das provas.

As três últimas pessoas candidatas a terminarem as provas deverão permanecer juntas na sala de aplicação, sendo liberadas somente após as três terem entregado os materiais de prova e terem seus nomes registrados na ata de sala.

Somente os candidatos habilitados nesta primeira etapa serão convocados para fazer a prova discursiva em 7 de dezembro. 

CNU 2025

Ao todo, o chamado Enem dos Concursos tem 761.545 inscritos confirmados que concorrem a 3.652 vagas de 32 órgãos federais.

Do total de vagas ofertadas, há 3.144 para o nível superior e 508 para o nível intermediário. Serão 2.480 vagas imediatas e 1.172 vagas para provimento no curto prazo após a homologação dos resultados​.

Fonte: Agência Brasil

Segunda edição do CNU atrai servidores em busca de cargos melhores

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Responsável por cerca de 80% da lotação das 3.652 vagas da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2025), o Distrito Federal atraiu um público específico. Servidores em busca de cargos melhores estão disputando a prova junto com iniciantes.

Os candidatos apontam os salários maiores que os atuais e a jornada de trabalho como atrativos para disputarem uma nova seleção. A possibilidade de converter um cargo temporário em definitivo também pesa na decisão.


 Brasília - 05/10/2025 -A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, durante visita ao campus da Asa Norte do Centro Universitário de Brasília (CEUB), onde 7.068 pessoas estão inscritas para realizar a prova do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). ( Lívia Blandina.). 
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
 Brasília - 05/10/2025 -A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, durante visita ao campus da Asa Norte do Centro Universitário de Brasília (CEUB), onde 7.068 pessoas estão inscritas para realizar a prova do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). ( Lívia Blandina.). 
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Ocupante de um cargo temporário no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a arqueóloga Lívia Blandina, 40 anos, chegou cerca de duas horas antes da abertura dos portões para disputar uma vaga no Bloco Temático 2 do CNU (Cultura e Educação). Natural do interior de Pernambuco, ela mora em Brasília desde o ano passado, quando assumiu o posto temporário.

“Como fiz outro concurso no ano passado, praticamente terminei a prova e continuei estudando”, diz Blandina. “Já estou adaptada ao ritmo de estudos de quatro horas por dia, mas, especificamente para o CNU, estou me preparando desde julho”, continua.

Segundo a arqueóloga, a maior dificuldade é estudar conteúdos de estatística, cobrados na prova do Bloco 2.

Falta de crescimento


Brasília - 05/10/2025 -A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, durante visita ao campus da Asa Norte do Centro Universitário de Brasília (CEUB), onde 7.068 pessoas estão inscritas para realizar a prova do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU).
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Brasília - 05/10/2025 -A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, durante visita ao campus da Asa Norte do Centro Universitário de Brasília (CEUB), onde 7.068 pessoas estão inscritas para realizar a prova do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU).
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Mesmo servidores públicos com anos de carreira estão disputando a edição de 2025 do CNU. Professora concursada há 12 anos da rede pública de ensino do Distrito Federal, Rosana Silva, 42 anos, disputa um cargo no Bloco 5 (Administração). Segundo ela, a falta de perspectivas de crescimento na carreira e o fato de levar frequentemente trabalho para casa a convenceram a tentar uma vaga no governo federal.

“Sou professora desde os 30 anos e dou aula de português para 200 alunos. Tenho muita redação para corrigir em casa. Na verdade, trabalho mais em casa do que em sala de aula”, destaca.

Com tempo para estudar apenas aos fins de semana e feriados, ela faz um cursinho online e pretende continuar a se preparar para ser servidora do Poder Judiciário, independentemente se passar ou não no CNU.

Rosana Silva também reclama da falta de valorização profissional do professor e de um plano de carreira sólido na rede pública. “Tenho especialização e mestrado e ganho R$ 8 mil líquidos por mês. Um professor com doutorado recebe na faixa de R$ 13 mil líquidos. Parece muito para a maioria da população, mas é pouco para o tanto que o professor estuda e se prepara”, afirma.

Matemática

A segunda etapa do CNU também atrai o público tradicional de não servidores públicos em busca de uma oportunidade profissional. Recém-formado em direito, Fabiano Schelb, 32 anos, sonha em trabalhar num tribunal. Ele pretende aproveitar a predominância de conteúdo em direito do Bloco 7 (Justiça e Defesa) para tentar uma vaga no Poder Executivo enquanto, assim como Rosana, prepara-se ingressar no Poder Judiciário.

“Quem estudou direito naturalmente leva uma vantagem”, acredita Schelb, que chegou ao centro universitário na Asa Norte, em Brasília, por volta das 10h50. Ele diz que a experiência na primeira edição do CNU, no ano passado, ajudou-o, mas alerta para as dificuldades com questões de matemática.

“No ano passado, fui bem no conteúdo de direito e de português. Mas só acertei duas questões de matemática, que eu não sabia que seria cobrada daquela forma. Este ano, estou mais bem preparado”, relata o recém-formado.

Fonte: Agência Brasil

Virada e derrota rubro-negra levam Palmeiras à ponta do Brasileirão

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A fé do torcedor do Palmeiras foi colocada à prova neste domingo (5). Primeiro, ao buscar uma virada épica diante do São Paulo, no Morumbis, por 3 a 2, após ir para o intervalo perdendo por 2 a 0. Depois, pela necessidade de uma derrota do Flamengo para o Bahia, em um confronto no qual o Rubro-Negro levou a melhor nos últimos dez jogos. E o tropeço carioca veio: triunfo do Esquadrão de Aço por 1 a 0, em Salvador. No fim, tudo deu certo para o Verdão, que assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro.

O Palmeiras iniciou a rodada com 52 pontos, três a menos que o Flamengo. Em caso de vitória no clássico, os alviverdes se igualariam ao Rubro-Negro e ficariam à frente pelo primeiro critério de desempate, que é o número de vitórias (17 a 16). Faltaria, porém, que o time carioca perdesse seu compromisso pela 27ª rodada. Qualquer outro resultado – triunfo ou empate – manteria a equipe do Rio de Janeiro na ponta.

No Morumbis, os atacantes Luciano e Gonzalo Tápia balançaram as redes no primeiro tempo e poderiam ter garantido a primeira vitória do São Paulo sobre o Palmeiras como mandante pelo Brasileirão desde 2017. Tudo mudou na etapa final, marcada por muita contestação do Tricolor.

Os donos da casa reclamaram de um pênalti do meia palmeirense Allan em cima de Tápia, aos seis minutos, que não foi assinalado pelo árbitro Ramon Abatti Abel. Quatro minutos depois, uma falta de Andreas Pereira sobre o meia Marcos Antônio, passível de expulsão, resultou em cartão amarelo para o volante alviverde, para desespero dos são-paulinos, que exigiam o vermelho direto.

A maré virou de vez para o Palmeiras aos 24 minutos, quando Vitor Roque, de cabeça, diminuiu a vantagem. Aos 28, o também atacante Flaco Lopez recebeu na entrada da área e chutou cruzado, no canto do goleiro Rafael. Por fim, aos 43 minutos, o volante Aníbal Moreno lançou na área e o atacante Ramon Sosa decretou a virada.

O Verdão foi a 55 pontos, assumindo o primeiro lugar de forma provisória. O São Paulo, estacionado nos 38 pontos, perdeu a chance de se aproximar do Mirassol, sexto colocado com 43 pontos e último time na zona de classificação para a Libertadores, o chamado G-6.

Bahia derruba Flamengo

As atenções da briga do título, então, voltaram-se para a Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador. O primeiro tempo foi para o torcedor do Flamengo esquecer – e o do Palmeiras agradecer. Aos 12 minutos, o zagueiro Danilo ergueu demais o pé e acertou o rosto do atacante Tiago, sendo expulso.

Pouco antes do intervalo, aos 44, o volante Jean Lucas dividiu com o zagueiro Cleiton, que substituiu o centroavante Pedro assim que o Rubro-Negro ficou com um a menos, e o atacante Willian José mandou para as redes da entrada da área, abrindo o placar para o Bahia.

No segundo tempo, o Tricolor teve um gol do volante Michel Araújo anulado por impedimento, com auxílio do VAR. O Flamengo, porém, pouco teve o que comemorar. O atacante Wallace Yan, que entrou em campo aos 22 minutos no lugar do meia Giorgian de Arrascaeta, durou menos de 11 minutos na partida. Aos 31, ele levou amarelo por reclamação. No lance seguinte, acertou o braço no atacante Gilberto e foi expulso, deixando o Rubro-Negro com dois homens a menos.

O time de Filipe Luís não encontrou forças para reagir e sofreu a terceira derrota no Brasileirão. Esta, em especial, custou a liderança. Já o Bahia foi aos mesmos 43 pontos do Botafogo, mas fica atrás, em quinto, por ter um saldo de gols inferior ao do Glorioso.

Vasco e Fortaleza viram

Em outra partida deste domingo, destaque ao triunfo dramático do Vasco sobre o Vitória, por 4 a 3, em São Januário, transmitida ao vivo pela Rádio Nacional. O Cruzmaltino saiu na frente com Nuno Moreira, mas levou a virada ainda no primeiro tempo com gols do também atacante Aitor Cantalapiedra e do zagueiro Lucas Halter.

Na segunda etapa, o jovem atacante Rayan marcou duas vezes, uma delas de pênalti, e devolveu os cariocas à frente. O lateral Raúl Cáceres igualou quase na sequência. Nos acréscimos, o atacante GB, outra Cria da Colina, definiu o placar no Rio de Janeiro.

Com 33 pontos, o Vasco abriu oito pontos para o próprio Vitória, primeiro time na zona de rebaixamento, que reúne os quatro clubes de pior campanha – o chamado Z-4. O Rubro-Negro sofreu a quarta derrota nas últimas cinco partidas pela competição.

Quem também venceu foi o Fortaleza. Em confronto na parte de baixo da tabela, o Leão do Pici superou o Juventude por 2 a 1, de virada, no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS). O atacante Rafael Bilu abriu para os gaúchos, mas o lateral Eros Mancuso (filho do ex-volante argentino Alejandro Mancuso, que atuou por Palmeiras e Flamengo na década de 1990) e o atacante Adam Bareiro garantiram o triunfo dos cearenses.

Os dois times permanecem no Z-4. O Fortaleza foi a 24 pontos, na 18ª posição, ultrapassando o próprio Juventude, que segue com 23 pontos.

Fonte: Agência Brasil

Libertadores Feminina: Corinthians marca 11 vezes e bate Always Ready

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O Corinthians se reabilitou na edição deste ano da Libertadores Feminina, disputada na Argentina, após o frustrante empate por 1 a 1 na estreia, com o Independiente Dragonas, do Equador. Neste domingo (5), as Brabas atropelaram o Always Ready, da Bolívia, por 11 a 0, no Estádio Nuevo Francisco Urbano, em Morón.

Apesar do placar vultoso, esta não é a maior goleada da história do torneio. Em 2021, o próprio Corinthians fez 16 a 0 no El Nacional, do Equador. Coincidentemente, no mesmo estádio do jogo deste domingo.

As Alvinegras, que buscam o sexto título continental, foram a quatro pontos e lideram provisoriamente o Grupo A. Também neste domingo, às 20h (horário de Brasília), Santa Fe, da Colômbia, e Dragonas se enfrentam no mesmo estádio. As colombianas somam os três pontos da goleada por 7 a 0 sobre o Always Ready, na estreia, enquanto as equatorianas têm o ponto do empate com as brasileiras.

Na quarta-feira (8), o Corinthians encara o Santa Fe, às 20h, no Estádio Florencio Sola, em Banfield. A partida reedita a última final da Libertadores, vencida pelo Timão. As paulistas aguardam o outro jogo deste domingo para saberem o cenário que lhes será favorável para conquista de vaga às quartas de final.

O técnico Lucas Piccinato mandou a campo uma formação bem diferente da que encarou o Dragonas na estreia. Foram nove trocas. Apenas a volante Dayana Rodríguez e a atacante Gisela Robledo seguiram na equipe titular. Diante de um rival bem mais frágil que na primeira rodada, as Brabas não demoraram a abrir o placar. Aos dois minutos, a lateral Juliete cruzou pela esquerda e a atacante Ariel Godoi mandou para o gol.

Aos 16, a zagueira Thaís Regina arriscou da intermediária, o chute desviou na marcação e saiu do alcance da goleira Selena Wilson. Aos 23 minutos, Day Rodríguez recebeu na esquerda, da entrada da área, e tentou cruzar. A bola acabou se direcionando para o gol e encobriu Selena. O quarto saiu dos pés de Letícia Monteiro. Aos 36, a meia subiu pela direita, tabelou com Rodríguez para invadir a área e finalizou rasteiro.

O Corinthians voltou para o segundo tempo com duas mudanças: Robledo e Day Rodríguez deram lugar à lateral Gi Fernandes e à meia Gabi Zanotti, respectivamente. E foi justamente a camisa 10 que marcou o quinto das Brabas. Aos cinco minutos, Zanotti aproveitou desvio de calcanhar de Thaís Regina na área e, livre, mandou para a rede. Inicialmente anulado por impedimento, o lance foi validado com auxílio da arbitragem de vídeo (VAR), após mais de três minutos de paralisação.

Aos nove, a zagueira Letícia Teles, acionada pela esquerda, lançou Letícia Monteiro na área. A “xará” dominou livre, quase na marca do pênalti, driblou Selena e fez o sexto do Timão. Dois minutos depois, na sequência de uma troca rápida de passes em contra-ataque, a meia Andressa Alves deixou Ariel Godoi na cara do gol. Ela bateu cruzado e marcou o sétimo das alvinegras e o segundo dela na partida.

A pressão corintiana não arrefeceu. Aos 33 minutos, Gi Fernandes cobrou escanteio pela esquerda e Thaís Regina, de cabeça, anotou o oitavo gol alvinegro. Aos 37, a meia Duda Sampaio, que havia entrado em campo dois minutos antes, chutou de primeira, da entrada da área. A bola ainda desviou na zaga antes de parar nas redes bolivianas.

Ainda deu tempo para, aos 40, Juliete cruzar rasteiro pela esquerda, quase na linha de fundo, Letícia Monteiro tentou completar de calcanhar, a zaga do Always Ready afastou mal e Gi Fernandes, quase debaixo do gol, anotou o décimo do Corinthians. Já nos acréscimos, a atacante Jhonson marcou mais um na goleada das brasileiras.

Fonte: Agência Brasil

Ato pede libertação de ativistas de flotilha e medidas duras do Brasil

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Em mais um ato pró-palestina no centro de São Paulo, alguns milhares de manifestantes demonstraram solidariedade aos ativistas presos nesta semana por Israel enquanto tentavam romper o bloqueio naval imposto à região da Faixa de Gaza.

Eles ainda denunciaram a postura violenta da marinha israelense e pediram um posicionamento mais firme do governo brasileiro para garantir a segurança dos 11 nacionais entre as centenas de ativistas detidos.

“O principal motivo de a gente estar aqui hoje é pela luta pela liberdade e pelo fim do genocídio que acontece na Palestina. Também para demonstrar nossa solidariedade à flotilha, que foi sequestrada pelo estado de Israel em áreas de águas internacionais”, disse Ziad Saifi, 51 anos, comerciante de origem libanesa.

“Israel cometeu outro crime e deve ser julgado também por isso, e é por isso que a gente está aqui hoje lutando e gritando em alto e bom som”, disse ele, ao participar do protesto para chamar a atenção ao preconceito que o ocidente tem com o mundo árabe, à perseguição de islâmicos e contra o genocídio do povo palestino.

Concentrados desde o final da manhã na Avenida Paulista, os manifestantes se deslocaram em caminhada rumo à Praça Roosevelt, também no centro.

Bastante heterogêneo, o grupo contou com representantes de partidos políticos e sindicatos, brasileiros de origem árabe e organizações estudantis.

“Trazemos a exigência que o governo brasileiro, o governo Lula, rompa relações diplomáticas e comerciais com o Estado de Israel”, defendeu o jornalista Bernardo Cerdeira, 70 anos.

“É um absurdo que o governo brasileiro continue exportando petróleo e aço para um Estado assassino, genocida, e a única possibilidade de paz no Oriente Médio é que esse Estado que usa métodos, inclusive, nazistas seja eliminado e que exista uma Palestina livre do rio ao mar, como é a reivindicação de praticamente 100% dos manifestantes aqui presentes”, avaliou.

Lembrando do histórico das intervenções sionistas em territórios palestinos e de outros povos de origem árabe e persa na região, os militantes trouxeram a memória de Yasser Arafat, citada em caráter de igualdade às lideranças atuais e aos participantes da Flotilha.

Arafat foi líder da Autoridade Palestina e chegou a receber o Prêmio Nobel da Paz, por seus esforços em busca da paz no conflito no Oriente Médio.

Ele morreu em 2004, antes mesmo de parte dos jovens presentes na manifestação deste domingo terem nascido. É o caso de Sol, de 19 anos. Ele tem comparecido aos protestos desde o ano passado e caminhava para protestar contra o genocídio do povo palestino, contra o apartheid e contra o regime neocolonialista de Israel.

“A gente está aqui porque o povo palestino, não só pelo genocídio deles, mas porque o povo palestino representa a resistência anticolonial do mundo inteiro.” 

Flotilha Global Sumud

A Flotilha Global Sumud reuniu cerca de 50 embarcações que carregavam 461 ativistas de diversas partes do mundo com doações de alimentos e remédios para o litoral da Faixa de Gaza.

A intenção da mobilização é diminuir o impacto do bloqueio israelense à região, que tem levado a mortes por inanição e a surtos de doenças ligadas à higiene básica e às condições de vida.

Todos os barcos foram interceptados e seus tripulantes presos, desde a última quarta-feira, ainda fora das águas territoriais israelenses, com uso de equipamentos e tropas da marinha e força aérea de Israel.

Entre as denúncias nesta abordagem uma das que tem chocado o mundo é a de violência não justificada, como teria alegadamente ocorrido à ativista norueguesa Greta Thunberg. Ela teria sido arrastada e espancada, à vista dos demais militantes, como uma espécie de “exemplo”. 

“Temos de participar e defender os nossos ativistas, assim como as vítimas desse genocídio”, conclamou a professora aposentada Marta da Silva Mendes, 68 anos, que acompanha o tema há anos por solidariedade.

Brasileiros na flotilha

Dentre os mais de 400 ativistas detidos, onze são brasileiros. Para o Itamaraty, a interceptação fere direito internacional de liberdade de navegação, previsto por convenção das Nações Unidas, além da “detenção ilegal de ativistas pacíficos”.  

Em nota na última quinta-feira (2), o Ministério das Relações Exteriores cobrou a liberação dos brasileiros detidos.

O Brasil defende que Israel “deverá ser responsabilizado por quaisquer atos ilegais e violentos cometidos contra a Flotilha e contra os ativistas pacíficos que dela participam e deverá assegurar sua segurança, bem-estar e integridade física enquanto permanecerem sob a custódia de autoridades israelenses”.
 

 

Fonte: Agência Brasil

SP segue em atenção para queimadas; reservatórios estão em alerta

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O clima seco na região da capital e no interior de São Paulo colocam a região metropolitana, com mais de 10% da população do país, em situação delicada.

Segundo a Defesa Civil do Estado o risco de incêndios em vegetação segue elevado em praticamente todo o território paulista, com áreas em nível de emergência nas regiões de Ribeirão Preto, Bauru, Araraquara e Presidente Prudente.

O nível de alerta vermelho se concentra principalmente no Vale do Paraíba, Região Metropolitana de São Paulo e litoral sul, onde a combinação de baixa umidade e ventos constantes também favorece a propagação do fogo.

“A análise dos últimos dias mostra que as condições críticas típicas do período de estiagem continuam exigindo atenção redobrada das equipes municipais e estaduais”, informa a nota.

A faixa leste do estado, incluídos o Vale do Ribeira e o litoral norte devem entrar em situação de emergência nesta segunda-feira (6), segundo o órgão. A situação começa a mudar na terça-feira (7), com melhora sensível somente a partir da quarta-feira (8). 

Neste domingo (5) foram registrados focos de incêndio de grandes proporções nas cidades de Presidente Venceslau, Presidente Prudente, Espírito Santo do Pinhal e Itapura, sem registro de vítimas.

Reservatórios

A intensidade da seca na região tem diminuído a quantidade de água nos reservatórios a um ritmo de cerca de 0,3% das reservas por dia.

Neste domingo, elas estavam em 30,3%. O marco de 30% é considerado crítico e a partir do qual o sistema é considerado em situação emergencial, como já ocorre desde o dia primeiro de outubro no reservatório da Cantareira, o maior do estado.

Incêndios no país

O estado do Maranhão ultrapassou o Mato Grosso como unidade federativa com maior número de registros de queimadas no país este ano, com 11.511 focos até hoje, e queda de 4% em relação ao total de focos de 2024. 

O estado é, dentre os grandes em número de focos, o único que não apresentou queda relevante este ano, com variação praticamente nula desde 2022 e possibilidade de aumento em relação aos últimos três anos.

Destaque negativo no ano passado, o Mato Grosso teve diminuição de 80% dos focos, mas ainda é o segundo da lista, com 9.399 focos em 2025.

Terceiro com mais registros, o Tocantins (8.849 focos) teve queda de 42%.

Até outubro o Brasil registrou 81.374 focos de queimadas, queda de 62% em relação a 2024 e o valor mais baixo da década. Os dados são do portal do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). 

Fonte: Agência Brasil

Ederson se machuca e John, ex-Botafogo, é convocado para amistosos

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O técnico da seleção masculina de futebol, Carlo Ancelotti, precisou efetuar uma segunda troca na relação de convocados para os amistosos contra Japão e Coreia do Sul.

Neste domingo (5), o goleiro John, do Nottingham Forest, da Inglaterra, foi chamado para o lugar de Ederson, do Fenerbahçe, da Turquia, que se contundiu durante um treino no último sábado (4).

John, de 29 anos, chegou ao futebol inglês no fim de agosto, negociado pelo Botafogo. É a primeira convocação do goleiro para a seleção principal.

Em 2013, quando defendia o Santos, ele representou o Brasil no Campeonato Sul-Americano sub-17 junto de nomes como o zagueiro Léo Pereira (hoje no Flamengo, mas à época no Athletico-PR), o meia Arthur (Grêmio) e o volante Thiago Maia (atualmente no Internacional, foi companheiro do arqueiro no Peixe).

Revelado no Alvinegro Praiano, John também jogou em Portuguesa Santista, Internacional e Valladolid, da Espanha, antes de chegar ao Botafogo e ser decisivo nas conquistas do Campeonato Brasileiro e da Libertadores em 2024.

O goleiro, porém, fez apenas um jogo pelo Nottingham Forest até o momento. No último dia 17 de setembro, ele foi titular na derrota por 3 a 2 para o Swansea City, pela Copa da Liga Inglesa.

Além de John, as opções que Ancelotti terá para o setor nos amistosos com Japão e Coreia do Sul são Hugo Souza, do Corinthians, e Bento, do Al Nassr, da Arábia Saudita.

Este último, aliás, foi o primeiro jogador a se apresentar ao técnico italiano em Seul, capital sul-coreana, onde a delegação estará concentrada antes do jogo com os donos da casa, na sexta-feira (10), às 8h (horário de Brasília), no Sangam Stadium.

Já no dia 14, às 7h30, será a vez de visitar os japoneses no Ajinomoto Stadium, em Tóquio.

A outra mudança na convocação original de Ancelotti também foi provocada por questões médicas. Na quinta-feira (2), o lateral Vitinho, do Botafogo, foi escolhido para substituir Vanderson, do Mônaco.

Um dia antes, o defensor do time francês sofreu uma lesão no músculo posterior da coxa esquerda durante o empate por 2 a 2 com o Manchester City, da Inglaterra, pela Liga dos Campeões.

Eliminação precoce

Também neste domingo, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou a saída de Ramon Menezes do comando da seleção masculina sub-20.

O treinador deixa o cargo após a eliminação na fase de grupos da Copa do Mundo da modalidade, disputada no Chile.

No último sábado, o Brasil perdeu por 1 a 0 para a Espanha, no Estádio Nacional de Santiago, despedindo-se da competição sem nenhum triunfo.

“O torcedor também fica triste e chateado, mas, às vezes, ele também não entende as dificuldades que passamos. Pouco tempo para trabalhar, pouco tempo para treinar, se não nem esses atletas teriam sido liberados. Nós nos apresentamos no dia 22 de setembro e nossa estreia já era dia 28”, lamentou Ramon, ao site da CBF, após a eliminação no Mundial.

Fonte: Agência Brasil