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Bombeiros aprovam vistoria de balsas para fogos em Copacabana

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O Corpo de Bombeiros concluiu, na manhã desta terça-feira (30), uma das etapas mais importantes da grande festa de réveillon nas praias do Rio, sendo a principal delas em Copacabana, zona sul do Rio. Todas as balsas que serão utilizadas na tradicional queima de fogos da orla foram vistoriadas e aprovadas pela Diretoria-Geral de Diversões Públicas, do Corpo de Bombeiros.

“A vistoria rigorosa das balsas e toda a operação planejada demonstram o compromisso do governo com a proteção da população, dos turistas e com a excelência dos nossos bombeiros”, avaliou o governador Cláudio Castro.

Os militares avaliaram critérios técnicos e de segurança, como estabilidade das balsas, posicionamento dos artefatos pirotécnicos, sistemas de acionamento, distanciamento da orla e cumprimento das normas de segurança exigidas para eventos de grande porte.

“Durante a vistoria, foram analisados os principais itens de segurança, como o layout das estruturas, a quantidade, o tipo e o tamanho dos artefatos pirotécnicos, sempre em conformidade com o projeto previamente apresentado na parte documental. Ressaltamos que durante o espetáculo as balsas não vão contar com equipes a bordo e nem a presença de brigadistas e operadores”, disse o porta-voz da corporação, tenente-coronel Fábio Contreiras.

Segundo Contreiras, a operação funcionará de forma remota, conforme previsto no planejamento técnico.

“A prevenção e a resposta a incêndios também estarão garantidas por um rebocador de apoio, equipado com bomba de incêndio, posicionado estrategicamente para atuação imediata, caso necessário”, esclareceu.

A montagem da estrutura dos fogos possui Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), emitida por engenheiro legalmente habilitado, assegurando que a instalação segue os critérios técnicos e de segurança exigidos.

A ação contou ainda com a participação de representantes da Capitania dos Portos, da Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos (DFAE) da Polícia Civil e da Empresa de Turismo do Rio (Riotur).

Queima de Fogos

Neste ano, 19 balsas serão distribuídas ao longo da orla de Copacabana, com quase o dobro do número de artefatos utilizados na virada de 2024. O espetáculo terá duração aproximada de 12 minutos. As balsas, nas quais foram montados os fogos de artifício, devem deixar a Praia da Ribeira, na Ilha do Governador ainda na noite desta terça-feira (30) para serem posicionadas ao longo da orla de Copacabana.

Réveillon

O Corpo de Bombeiros vai empregar cerca de 1.500 militares na operação do réveillon, com o apoio de 360 viaturas, 250 embarcações, três aeronaves e 13 drones, além de dois grandes drones equipados com megafone, farol de busca de longo alcance e capacidade de voo em condições adversas.

A corporação terá ainda três Postos de Comando e Controle e 38 novos postos móveis de salvamento marítimo espalhados pelas principais praias do Estado do Rio. Em Copacabana, área de maior concentração de público, serão mobilizados 170 bombeiros, 20 postos de guarda-vidas e equipes médicas embarcadas em motos aquáticas, garantindo rapidez no atendimento em casos de salvamento de banhistas.

Fonte: Agência Brasil

Retrospectiva: 2025, ano mágico de João Fonseca no tênis profissional

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Fenômeno, sensação, prodígio. Não foram poucos os elogios recebidos pelo tenista carioca João Fonseca ao longo de 2025, quando conquistou os primeiros títulos no circuito profissional e cravou vitórias importantes em Grand Slams e Masters 1000 – torneios que distribuem maior pontuação. O número 1 do tênis brasileiro abriu a temporada na 145ª posição no ranking mundial, subiu 121 posições e fechou o ano entre os 24 melhores tenistas do planeta. Não à toa, arrebatou uma legião de fãs, entre eles grandes estrelas da modalidade como Jannik Sinner, Novak Djokovic e Roger Federer. Em votação popular no fim do ano, João foi eleito o Atleta da Torcida na categoria masculina do Prêmio Brasil Olímpico 2025, láurea concedida pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB).

João iniciou 2025 de forma avassaladora, após decidir abrir mão de ingressar no tênis universitário nos Estados Unidos para abraçar a carreira profissional. Um ano antes, o carioca estreou nos torneios profissionais e terminou 2024 como campeão Next Gen ATP Finals, competição que reúne os oito melhores tenistas de até 20 anos de idade. Confiante, João começou a temporada em janeiro de 2025 com 18 anos. Logo de cara faturou o primeiro título de simples, o Challenger 125 de Camberra (Austrália) e saltou 32 posições no ranking.


João Fonseca vibra durante partida contra Andrey Rublev no Aberto da Austrália
14/01/2025 REUTERS/Jaimi Joy
João Fonseca vibra durante partida contra Andrey Rublev no Aberto da Austrália
14/01/2025 REUTERS/Jaimi Joy

Na estreia no Aberto da Austrália, seu primeiro Grand Slam na carreira, João eliminou o russo Andrey Rublev, o nono melhor do mundo na ocasião – Reuters/Jaimi Joy/Proibida reprodução

Na sequência, João disputou o primeiro Grand Slam da carreira, o Aberto da Austrália, após garantir vaga na fase principal vencendo o qualifying (qualificatório). Arrojado, o tenista brasileiro surpreendeu o russo Andrey Rublev – o nono melhor do mundo na ocasião – no jogo de estreia em Melbourne, com vitória pro 3 sets a 0. A partir daí, João decolaria no ranking e passaria a contar com o apoio da torcida nos demais embates. O triunfo sobre Rublev não passou desapercebido pelo multicampeão Djokovic, que na época ressaltou as qualidades do carioca em quadra.

“Ele é corajoso, bate muito bem e é um jogador completo”, disse o sérvio. “É um momento empolgante para o Brasil, mas também para todo o mundo do tênis, porque um jogador e uma pessoa tão jovem ser capaz de jogar tão bem em um grande palco é impressionante”, completou o sérvio, com 24 títulos Grand Slams. 

Mesmo se despedindo de Melbourne na rodada seguinte – João perdeu para o italiano Lorenzo Sonego – o brasileiro subiu mais 13 posições, fechando o mês entre os 100 melhores do mundo. Uma façanha e tanto: o carioca se tornara o segundo tenista mais jovem, depois do espanhol Carlos Alcaraz, a figurar no seleto grupo. 

Em fevereiro, João faturou o primeiro título no circuito profissional, o ATP 250 de Buenos Aires (Argentina), com vitória na final sobre o anfitrião Francisco Cerundolo. O carioca galgou mais 31 posições no ranking, passando a ocupar a 68ª colocação. Número 1 do mundo, Alcaraz  parabenizou o colega de quadras nas redes sociais.

Após levantar a taça em Buenos Aires, o tenista brasileiro passou a ser convidado a participar de grandes torneios, como os Masters 1000 de Indians Wells e de Miami, ambos nos Estados Unidos. João derrotou rivais de renome como o britânico Jacob Fearnley (na estreia de Indian Wells) e o francês Ugo Humbert, em Miami, quando se classificou pela primeira vez na carreira à terceira rodada de um torneio Masters 1000. Entre um e outro torneio, ele ainda competiu o Challenger de Phoenix, no Arizona, e saiu de lá campeão. 

Em plena ascensão meteórica, João chegou ao Torneio de Roland Garros (França) em maio já como o 65º do mundo. Na estreia, ele não se intimidou, despachando o polonês Hubert Hurkacz (ex-top 10 e 28º no ranking na ocasião). No entanto, acabou se despedindo na terceira rodada.

O brasileiro seguiu colecionando vitórias sobre adversários mais experientes. Em junho, no Torneio de Wimbledon (Inglaterra) – terceiro Grand Slam do ano – João bateu o anfitrião Jacob Fearnley e o norte-americano Jenson Brooksby e se tornou o tenista mais jovem a garantir presença na terceira rodada da disputa masculina de simples nos últimos 14 anos. João deu adeus à grama londrina após revés para o chileno Nicolas Jarry, que avançou às quartas.

Depois, em agosto, João competiu nos Estados Unidos o Masters 1000 de Cincinatti e o US Open – quarto e último Grand Slam da temporada. Em ambos parou na segunda rodada e aproveitou para repor energias em um breve período de férias. 

Revigorado após o descanso, João foi um dos destaques do quinteto brasileiro na Copa Davis, realizada em setembro, na Grécia. Um mês após completar 19 anos, e em 45º lugar no ranking, o carioca fez parte do quinteto brasileiro que garantiu vaga nos qualifiers da Copa Davis 2026. O Brasil selou a classificação com vitória sobre a Grécia, por 3 jogos a 1. Em um dos confrontos, João derrotou o ex-top 3 mundial Stefanos Tsisipas.  

Mas o melhor ainda estava por vir. Em outubro, João Fonseca conquistou o primeiro troféu ATP 500 na carreira. Ele foi campeão no Torneio da Basileia, com vitória por 2 sets a 0 sobre o espanhol Alejandro Fokina – na ocasião número 18 no ranking.  A conquista já alçava João a encerrar o ano entre os 30 melhores do mundo. Mas ele foi além: menos de 48 horas depois do título na Basileia, o brasileiro estreou com tudo no Masters 1000 de Paris: derrotou de virada o canadense Denis Shapovalov, que ocupava o 24º lugar na ocasião. Na rodada seguinte, o brasileiro foi superado pelo russo Karen Khachanov e deu adeus ao torneio francês.

Terminou em Paris a temporada histórica de João Fonseca, que por conta de uma lombalgia, desistiu de competir o ATP 250 de Atenas (Grécia), último torneio que competiria em 2025. Ao encerrar o ano como número 24 do mundo, o carioca comemorou mais do que nunca a decisão tomada em 2024 de seguir carreira como tenista profissional.

“Foi um ano maravilhoso. As coisas aconteceram rápido nas nossas vidas. Minha temporada começou no Next Gen de 2024. Cheguei à primeira chave principal de Grand Slam [Aberto da Australia], ganhei do Rublev e, a partir daí, foi só para cima. Muito grato por tudo”, disse o jovem carioca, durante coletiva em novembro no Rio de Janeiro. 


João Fonseca e Carlos Alcaraz - Miami Invitational, 2025
João Fonseca e Carlos Alcaraz - Miami Invitational, 2025

Ao final do ano, João enfrentou o número 1 do mundo Carlos Alcaraz em uma partida de exibição, em Miami. “Foi muito especial jogar com o João”, afirmou o espanhol após vitória sobre o brasileiro por 2 sets a 1 – Reprodução Instagram/João Fonseca

A última grande atuação do ano de João Fonseca foi numa partida de exibição contra o espanhol Carlos Alcaraz, de 22 anos, atual número 1 do mundo, no Miami Invitational, nos Estados Unidos. O jogo começou de forma descontraída e, aos poucos, o brasileiro equilibrou o duelo. No entanto, Alcaraz levou a melhor no finalzinho por 7/5. Na parcial seguinte, João sobrou em quadra – ganhou por 6/2 – e forçou o match tie-break (set de desempate).

O carioca seguiu altivo diante do espanhol e chegou a abrir 5 a 0 de vantagem. Quando a vitória parecia encaminhada para o brasileiro, Alcaraz emplacou uma reação excepcional, fazendo jus ao posto de número 1 do mundo: ganhou tie-break por 10/8 e a partida por 2 sets a 1, após 1h29min. Ao fim do jogo amistoso, ambos eram só sorrisos. “Quase consegui, pessoal”, disse João na entrevista, dirigindo-se diretamente à torcida. Com um futuro promissor, não é difícil imaginar embates do brasileiro contra o espanhol em torneios da ATP, que valem pontos no ranking. É só uma questão de tempo.



Fonte: Agência Brasil

Ano eleitoral não impede redução da jornada de trabalho, diz ministro

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta terça-feira (30) que o ano de 2026 pode ser propício para a aprovação, pelo Congresso Nacional, da redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas semanais e o fim da escala de trabalho 6×1, aquela em que o empregado trabalha seis dias consecutivos para um de descanso. Durante coletiva de imprensa para anunciar dados de empregos formais gerados em novembro, o ministro apontou que a mobilização social pode impulsionar o avanço do tema justamente em um ano eleitoral.  

“A jornada de trabalho, até por ser um ano eleitoral, talvez até facilite [a aprovação], em vez de ser difícil. Vai depender muito de como as categorias, de como a classe [trabalhadora] se mobiliza”, analisou.

O ministro comparou o tema da redução da jornada com a aprovação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, que passou por unanimidade nas duas Casas, no segundo semestre deste ano.

“Ali [no Congresso] era hostil o debate de aprovar o Imposto de Renda do jeito que foi aprovado, com a parte de cima tendo que pagar a diferença. Passou pelo calor das ruas. Aquela unanimidade congressual, na Câmara e no Senado, foi uma unanimidade forçada”, observou.

Para Luiz Marinho, a economia brasileira “está madura há muito tempo” para suportar uma redução da jornada semanal máxima de trabalho.

“É plenamente possível fazer a redução da jornada máxima para 40 horas semanais e buscar um espaço de eliminar a [escala] 6×1 , que é  a grande bandeira, em especial da nossa juventude”, insistiu.

O ministro destacou o fato de que as negociações coletivas entre sindicatos e empresas podem viabilizar um mecanismo para que nenhuma atividade econômica que tenha que funcionar sete dias por semana, por exemplo, seja prejudicada pelo fim da escala com apenas um dia de descanso.

“Não tem nenhuma lei que vai fazer enquadramento de grade de jornada propiciando que uma entidade, uma fábrica, uma atividade de saúde, qualquer atividade, trabalhe 24 horas por dia. As duas partes da mesa, trabalhadores e empregadores, sentam e seguramente vão compor da maneira mais serena possível. Portanto, ano eleitoral não vejo como impedimento que se avance nesse debate”, ponderou Marinho. Para ele, no entanto, é fundamental que não haja “fla-flu” eleitoral sobre o assunto e que se leve em consideração o quanto essas medidas poderiam ser benéficas para empresas, trabalhadores, economia e o ambiente de trabalho.

Discussões no Congresso

No momento, diferentes projetos de lei tramitam simultaneamente, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado, sobre redução de jornada e fim da escala 6×1. No início deste mês, na Câmara,a subcomissão especial que analisa uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovou a redução gradual da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mas rejeitou o fim da escala 6×1.

Já no Senado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi mais adiante e aprovou, também no início de dezembro, o fim da escala de seis dias de trabalho por um dia de descanso (6×1) e a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 36 horas semanais. Ambas as mudanças são sem redução salarial. O tema seguirá para o plenário do Senado no ano que vem.

Fonte: Agência Brasil

Número de homicídios, estupros e latrocínios diminui em São Paulo

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No mês de novembro, o estado de São Paulo registrou queda no número de homicídios dolosos (intencionais), latrocínios (roubos seguidos de morte) e estupros na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados na tarde de hoje (30) pela Secretaria de Segurança Pública.

O número de homicídios dolosos passou de 214 casos no ano passado para 186 ocorrências em novembro deste ano, queda de 13%. Já os latrocínios passaram de 16 para 11 casos.

Segundo a secretaria, no acumulado do ano, entre janeiro e novembro, foram registrados 2.194 homicídios dolosos e 120 latrocínios, menor patamar dos últimos 25 anos para o período.

Os estupros somaram 1.157 ocorrências em novembro, sete ocorrências a menos do que em 2024. Entre janeiro e novembro, o indicador teve redução de 128 casos, passando de 13.483 casos em 2024 para 13.355 registros neste ano.

“O combate a crimes de tão elevada gravidade é pauta permanente da Polícia Civil, que tem aprimorado os mecanismos de ação, seja pelo acolhimento das vítimas por equipes especializadas, com atenção contínua à capacitação dos policiais, seja pelo oferecimento de ambientes humanizados nas delegacias, de maneira a acolher e preservar a vítima”, disse, em nota, a delegada Cristiane Braga, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs).

Quanto aos feminicídios, que é o homicídio de uma mulher cometido em razão do gênero, 26 casos foram registrados em todo o estado paulista durante o mês de novembro. Só na capital paulista, foram cinco casos.

Na manhã de hoje, a Polícia Civil deflagrou Operação Ano Novo, Vida Nova para prender agressores de mulheres. Durante a ação foram 233 pessoas em todo o estado, envolvidas em crimes de violência doméstica e familiar contra mulheres.

“Essa operação tem grande valia e resultado porque, quando nós tiramos de circulação um condenado por crime contra honra, injúria, calúnia ou vias de fato, estamos tirando de circulação um possível autor de um crime mais grave”, disse a delegada.

Roubos e furtos

O registro de roubo também apresentou queda em todo o estado durante o mês de novembro, passando de 14.737 ocorrências no ano passado para 11.386 neste ano, variação de 22,95%. Os furtos caíram 5,1%, passando de 46.304 casos para 43.911. 

Fonte: Agência Brasil

Passagem dos ônibus urbanos do Rio vai subir para R$ 5 no domingo

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A passagem de ônibus urbanos da cidade do Rio de Janeiro vai subir de R$ 4,70 para R$ 5 a partir do próximo domingo (4). O decreto foi publicado pelo prefeito Eduardo Paes no Diário Oficial do Município desta terça-feira (30).

O aumento de R$ 0,30 representa um reajuste de cerca de 6% na tarifa do transporte coletivo. O novo valor também vai incidir sobre outros meios de transporte, como os BRTs e VLTs, além das vans e os chamados “cabritinhos”.

O preço da passagem também será atualizado para passageiros que utilizam Bilhete Único Carioca. De acordo com o decreto, a revisão tarifária segue parâmetros previstos na legislação municipal e em acordos judiciais firmados entre a prefeitura, o Ministério Público e os consórcios que operam o sistema, que são: o Intersul, Transcarioca, Internorte e Santa Cruz.

Apesar de o usuário pagar R$ 5 pela tarifa, os consórcios serão remuneradas em R$ 6,60. O subsídio a ser pago pela prefeitura é calculado considerando a remuneração por quilômetro rodado dos ônibus no município do Rio de Janeiro.

Fonte: Agência Brasil

Marinha emite alerta de ressaca para o litoral do Rio no réveillon

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A Marinha do Brasil emitiu um aviso de ressaca para a orla do Rio de Janeiro, com início às 12h desta quarta-feira (31) e previsão de término às 6h de quinta-feira (1° de janeiro). As ondas podem atingir de 2,5 metros de altura, oferecendo risco para banhistas e embarcações de pequeno porte.

A ressaca é um fenômeno que aumenta a agitação do mar, com possibilidade de formação de fortes correntes e valas. As ondas podem avançar sobre a orla e ciclovias, por isso é recomendável evitar o mar no período de vigência do alerta e seguir orientações de segurança da Marinha e do Corpo de Bombeiros.

Veja dica de segurança para banhistas durante o período de ressaca:

  • Evite banho de mar e a prática de esportes aquáticos em áreas com condições de ressaca;
  • Não permaneça em mirantes na orla ou em locais próximos ao mar durante o período do aviso;
  • Os frequentadores de praias devem seguir rigorosamente as orientações das equipes do Corpo de Bombeiros;
  • Pescadores devem evitar navegar enquanto a ressaca estiver ativa;
  • Evite pedalar de bicicleta na orla se as ondas estiverem alcançando a ciclovia;
  • Em caso de acidentes no mar, não tente resgatar vítimas por conta própria. Acione imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193;
  • Esteja atento aos avisos e tome precauções para garantir sua segurança e a dos outros na orla do Rio de Janeiro nos próximos dias.

Fonte: Agência Brasil

Moraes pede que Filipe Martins explique uso de rede social

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa de Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, se manifeste sobre um possível descumprimento de medidas cautelares impostas ao réu, que foi condenado à pena de 21 anos de prisão por participação na trama golpista e, atualmente, está em prisão domiciliar. A decisão de Moraes foi publicada nesta segunda-feira (29), e o prazo fixado para a manifestação dos advogados é de 24 horas.

Em seu despacho, o ministro informou que foi juntada aos autos a notícia de que Martins teria utilizado a rede social LinkedIn para a busca de perfis de terceiros, prática vedada pelo magistrado no regime de prisão domiciliar.

Além de não poder usar redes sociais próprias ou de terceiros, outras medidas cautelares da prisão domiciliar incluem, por exemplo, proibição de comunicar-se com os demais investigados, entrega de todos os passaportes e suspensão imediata de quaisquer documentos de porte de arma de fogo em nome do réu. Se descumpridas, as medidas podem levar à decretação de detenção preventiva em unidade prisional.

Apesar de já condenado, Martins ainda não está cumprindo a pena porque o acórdão condenatório emitido pela Primeira Turma do STF está pendente de publicação.

Na semana passada, Moraes havia decretado a prisão domiciliar de Martins e mais nove condenados. As prisões domiciliares foram determinadas para evitar novas fugas. Isso porque, na sexta-feira (26), o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques foi detido por autoridades locais após fugir para o Paraguai e tentar embarcar para El Salvador com passaporte falso.

No entendimento de Moraes, há uma estratégia dos condenados pelos atos golpistas para fugir do país.

Fonte: Agência Brasil

Gabi Guimarães é segunda melhor jogadora de vôlei do mundo em 2025

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Capitã da seleção brasileira de vôlei, Gabi Guimarães foi escolhida a segunda melhor jogadora de 2025 pela Federação Internacional (Volleyball Word). Atualmente no clube italiano Conegliano, a ponteira foi anunciada nesta terça-feira (30), três dias após a entidade eleger a compatriota Julia Kudiess, central da seleção, a quinta melhor atleta do mundo. A lista será concluída na quarta (31) com o anúncio da número 1 da temporada.

Em postagem nas redes sociais, a Volleyball Word ressalta a excelência de Gabi nas competições, tanto pelo clube quanto na Amarelinha.

“Adorada pelos fãs, respeitada pelas adversárias e referência para todas as companheiras de equipe, Gabi personifica a ponteira moderna. Passando, defendendo, atacando, liderando, a Miss Tudo faz tudo. A filha do deus do vôlei”, diz a nota.

A ponteira é enaltecida por sua liderança, equilíbrio, inteligência e consistência em quadra. A entidade também destaca o desempenho de Gabi em competições internacionais: “seu impacto foi igualmente constante, ancorando sua seleção com compostura, versatilidade e garra”.

A temporada 2024/2025 foi da segunda de Gabi no Conegliano. A brasileira conquistou três títulos com o clube: a Liga italiana de vôlei – em que foi eleita MVP (sigla em inglês para jogadora mais valiosa) –, a Liga dos Campeões, que lhe rendeu os prêmios de melhor ponteira e melhor recepção, e também a Copa da Itália. No Mundial de Clubes, Gabi foi vice-campeã com o Conegliano, e também foi escolhida a melhor ponteira da competição. À frente da Amarelinha, a jogadora faturou a prata na Ligas das Nações e bronze no Mundial – em ambas as competições também sobressaiu como melhor ponteira.



Fonte: Agência Brasil

TST diz que greve nos Correios não é abusiva, mas autoriza desconto

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O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou como não abusiva a greve dos trabalhadores dos Correios, que completou duas semanas, nesta terça-feira (30), e manteve a validade da cláusulas pré-existentes no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da categoria do ano anterior (2024/2025), incluindo a determinação de reajuste de 5,10% sobre os salários, com base na inflação do período de um ano até a data-base. Os termos foram definidos pela ministra relatora do processo, Kátia Magalhães Arruda, e foi acompanhada pela maioria dos demais ministros da Seção Especializada de Dissídios Coletivos (SDC) da Corte trabalhista.

Apesar da declaração de legalidade do movimento paredista, trabalhadores que paralisaram as atividades terão as faltas descontadas nos salários, em valores que serão divididos em três parcelas mensais, sucessivas e iguais, apurados de forma individualizada em relação à cada empregado. A greve foi deflagrada o dia 16 de dezembro.

A decisão encerrou o julgamento do dissídio coletivo da categoria, pondo fim a uma campanha salarial cuja data-base (referência para os reajustes) estava fixada no 1º de agosto. Com o fim do julgamento, os trabalhadores devem retomar o trabalho normalmente nesta quarta-feira (31). Na semana passada, a relatora já havia determinado que 80% do efetivo dos Correios fosse mantido, dado o caráter essencial do serviço postal. A greve estava concentrada em nove estados: Ceará, Paraíba, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.  

A mobilização dos trabalhadores dos Correios ocorre em meio a um momento delicado nas finanças da estatal, que acumula déficits bilionários. Ontem, a empresa anunciou um plano para fechar até 6 mil agências e demitir cerca de 15 mil empregados. A companhia, cujo capital é 100% público, estuda ainda um aporte de R$ 12 bilhões por meio de linhas de crédito aberta pelos maiores bancos do país.

“O resultado reflete aquilo que nós vínhamos trabalhando, cobrando da empresa, e retratamos tudo isso aqui dentro do TST, que é a garantia dos nossos direitos, com a garantia da reposição salarial. Claro que não tivemos, na plenitude, tudo que esperávamos, mas foi um julgamento que retrata a expectativa da categoria. Passamos os últimos 16 dias dizendo que a categoria não é responsável por essa crise”, afirmou Emerson Marinho, secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), uma das lideranças à frente da negociação com a direção dos Correios.

Procurada pela Agência Brasil, a empresa não se manifestou sobre o julgamento do TST até o fechamento da reportagem.

A manutenção das cláusulas pré-existentes no acordo coletivo de trabalho anterior vai vigorar por um ano, na forma de uma sentença normativa do TST, até a data-base de 1º de agosto. Depois disso, no entanto, elas deixarão de valer e entidades sindicais e empresa deverão negociar do zero, a partir de 2026. Esse cenário pode favorecer a intenção da direção da empresa de flexibilizar contratos de trabalho, com redução de benefícios como forma de cortar ainda mais despesas.  

Fonte: Agência Brasil

Com crise persistente de soluços, Bolsonaro faz nova cirurgia

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O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou ao centro cirúrgico, na tarde desta terça-feira (30), após apresentar um novo quadro de soluços. A intervenção ocorre um dia depois de o ex-presidente passar pelo mesmo procedimento para bloquear o nervo frênico – responsável pelo controle do diafragma, músculo que atua na respiração. A informação foi divulgada inicialmente pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em postagem nas redes sociais.

“Meu amor apresentou quadro de soluços às 10h da manhã, que não cessaram até o momento. Diante disso, a equipe médica optou pela realização de um reforço no bloqueio do nervo frênico”, escreveu a esposa do ex-presidente, em uma publicação postada por volta das 14h.

No início da noite, um novo boletim médico foi divulgado pelo Hospial DF Star, onde o ex-presidente está internado. Segundo o texto, Bolsonaro segue em cuidados pós-operatórios referentes à cirurgia de hérnia inguinal, realizada na semana passada. Os médicos confirmam a realização da complementação do bloqueio anestésico dos nervos frênicos bilaterais, após nova crise de soluços, e indicam a realização de um novo exame. 

“Deverá ser submetido a endoscopia digestiva alta, amanhã (31), para avaliação do refluxo gastroesofágico. Segue em fisioterapia respiratória, terapia de CPAP [aparelho para tratar apneia do sono] noturno e medidas preventivas para trombose”, diz a nota.

O boletim é assinado pelos médicos Claudio Birolini (cirurgião geral), Leandro Echenique (cardiologista), Brasil Caiado (cardiologista), Mateus Saldanha (radiologista intervencionista), Lauro Bogniotti (anestesiologista) e Allisson B. Barcelos Borges (diretor-geral do hospital).

Este é o terceiro procedimento cirúrgico de Bolsonaro para bloquear o nervo frênico e tentar conter as crises de soluços. Anteriormente, ele já havia passado pela operação no sábado (27), do lado direito, e ontem (29), no lado esquerdo.

Em manifestação anterior, a previsão dos médicos era que o ex-presidente permanecesse internado pelo menos até quinta-feira (1º de janeiro).

Jair Bolsonaro está internado no Hospital DF Star desde o dia 24 de dezembro. Ele foi submetido, no dia de Natal, a uma cirurgia de hérnia inguinal.

O ex-presidente foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a deixar a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pela condenação pela trama golpista.

 

*Matéria ampliada às 18h26 para inclusão das informações do boletim médico

Fonte: Agência Brasil