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Com disposição e alegria, corredores anônimos agitam a São Silvestre

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A mais tradicional corrida de rua do Brasil chega à sua centésima edição, alcançando um recorde no número de inscritos. Mais de 55 mil pessoas se cadastraram para participar dessa edição histórica da Corrida Internacional de São Silvestre, que acontece na manhã desta quarta-feira (30) na capital paulista.

A maior parte deste público é formada pelos corredores anônimos, pessoas que vem de diferentes partes do país e também de outras partes do mundo para se exercitar, se divertir ou até mesmo para cumprir uma promessa. Os motivos são variados, mas uma coisa eles têm em comum: eles encerram o ano com muita motivação e alegria e o difícil objetivo de conseguir completar a prova, enfrentando até mesmo o imenso calor que atinge a capital paulista na manhã desta quarta-feira.

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Uma dessas corredoras é Iza Soares, 43 anos, do Rio de Janeiro, que veio participar da corrida vestida de brigadeiro, uma forma de homenagear o trecho mais famoso e difícil da Corrida de São Silvestre: a subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio.

“Vim fantasiada de brigadeiro porque é o momento mais emblemático da corrida. Só chega na [avenida] Paulista quem passa pela Brigadeiro. E ali, ao contrário do que as pessoas pensam, que é o medo, ali é a verdadeira festa, é a hora de jogar tudo para o alto e curtir”, disse ela à reportagem.

Esta é a segunda vez em que ela participa da corrida.

“A São Silvestre é a nossa tradição e simboliza tudo nesse último dia do ano: tudo que a gente correu, tudo que a gente viveu. E é um momento de celebrar tudo isso. É, sem dúvida, a corrida mais importante do Brasil”, ressaltou Iza. “Isso só vai acontecer de novo daqui a 100 anos. Então é imperdível, não tem como não estar aqui hoje”.

A jovem Laila de Andrade da Silva, 29 anos, também veio fantasiada para a sua primeira participação na São Silvestre. Correndo ao lado de um grupo de amigos, eles vieram para a prova vestidos de personagens da série televisiva Teletubbies. “O pessoal queria alguma coisa diferente. Eu pensei numa coisa que fosse fácil para todo mundo conseguir roupa e foi essa mesmo. Todo mundo topou”, explicou. “Estou com bastante expectativa porque esta é a centésima edição, então eu sei que tem um peso diferente, que é muito importante e eu espero que dê tudo certo e que a gente se divirta acima de tudo. Um trecho que preocupa mais é a [subida da]  Brigadeiro porque todo mundo tem medo da mais temida, né? Mas a gente vai vencer com certeza e vai fazer a dancinha no final”, brincou.

 


São Paulo (SP), 31/12/2025 - Pessoas aguardam o início da 100ª Corrida Internacional de São Silvestre. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
São Paulo (SP), 31/12/2025 - Pessoas aguardam o início da 100ª Corrida Internacional de São Silvestre. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Participação das mulheres é recorde

Neste ano, a participação de mulheres na São Silvestre cresceu e bateu recorde. De acordo com os organizadores, 47% das pessoas que se inscreveram para participar da prova são mulheres.

As amigas Islaine Souza, 45 anos, e Thais Crespo, de Jacareí, interior paulista, fazem parte dessa estatística. Elas que vão participar pela primeira vez da São Silvestre, integram um grupo de 400 mulheres que costumam correr em Jacareí.

“Nós temos um grupo de mulheres corredoras em Jacareí, que tem cerca de 400 mulheres. Tem muitas delas aqui na corrida [de hoje] e a São Silvestre é um ícone para os corredores. Esse é um dia de celebração. A gente queria muito estar aqui hoje. A gente está na verdade aqui conquistando mais um marco na nossa carreira de corredoras”, brincou Islaine.

Para marcar esse dia, elas vieram fantasiadas de bailarinas. “Bailarinas pisca-pisca. A nossa saia brilha porque a gente quer aparecer na São Silvestre”, ressaltou Islaine. “Nossa ansiedade está a mil porque essa é a nossa primeira São Silvestre. Estamos aqui para celebrar o nosso momento, o nosso ano e tudo que a gente conquistou durante o ano. Isso aqui é uma celebração”, completou Thais.

Para elas, é muito importante ver mulheres correndo. “Para a gente é uma conquista muito grande porque eu acho que correr todo mundo acha legal, todo mundo acha bonito. Mas para nós, mulheres, que temos que cuidar da casa, do filho, do marido, do trabalho e dar conta de tanta coisa e ainda conseguir evoluir na corrida, fazer os treinos todos os dias, conseguir 1 km a mais, essa é uma conquista muito grande”, disse Islaine.

Ao contrário dessas duas amigas, que participam a São Silvestre pela primeira vez, Wantuil do Carmo Osório, 73 anos, chega à sua 25a participação na prova. Morador de Santo André, na Grande São Paulo, ele é uma das 5,5 mil pessoas com mais de 60 anos que integram a São Silvestre neste ano.

“Esse é um hobby. Comecei a correr já faz 25 anos. Corri a primeira, gostei e não parei mais. Aqui é festa, alegria total”, disse ele à reportagem da Agência Brasil. “É muito bacana a evolução [da prova]. A gente acha legal porque estamos motivando outras pessoas. Está sempre aumentando [o número de inscritos], então fico até emocionado”, disse ele.

Após participar de tantas provas, Wantuil não se preocupa com as dificuldades da prova. “Como eu já estou habituado, estou acostumado, então não tenho tanta dificuldade”, falou.

 

 

 

Fonte: Agência Brasil

China impõe restrições a importações de carne bovina em 2026

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A China vai impor uma tarifa adicional de 55% sobre importações de carne bovina que excederem os níveis de cota dos principais países fornecedores, incluindo Brasil, Austrália e Estados Unidos, em uma medida para proteger o setor pecuário doméstico, que está lentamente saindo do excesso de oferta.

O Ministério do Comércio da China informou nesta quarta-feira que a cota total de importação para 2026 para os países atingidos por suas novas “medidas de salvaguarda” é de 2,7 milhões de toneladas, praticamente em linha com o recorde de 2,87 milhões de toneladas importadas no total em 2024.

Os novos níveis de cota anual estão abaixo dos patamares de importação para os primeiros 11 meses de 2025 para alguns países, incluindo os principais fornecedores, Brasil e Austrália.

“O aumento na quantidade de carne bovina importada prejudicou seriamente a indústria doméstica da China”, disse o ministério ao anunciar a medida após uma investigação iniciada em dezembro passado. A medida entra em vigor em 1º de janeiro por três anos, com a cota total aumentando anualmente.

As importações de carne bovina para a China caíram 0,3% nos primeiros 11 meses deste ano, para 2,59 milhões de toneladas.

As importações chinesas de carne bovina diminuirão em 2026 como resultado das medidas, disse Hongzhi Xu, analista sênior da Beijing Orient Agribusiness Consultants.

“A criação de gado bovino da China não é competitiva em comparação com países como o Brasil e a Argentina. Isso não pode ser revertido no curto prazo por meio de avanços tecnológicos ou reformas institucionais”, disse Xu.

Em 2024, a China importou 1,34 milhão de toneladas de carne bovina do Brasil, 594.567 toneladas da Argentina, 243.662 toneladas do Uruguai, 216.050 toneladas da Austrália, 150.514 toneladas da Nova Zelândia e 138.112 toneladas dos EUA.

Nos primeiros 11 meses deste ano, o Brasil embarcou 1,33 milhão de toneladas de carne bovina para a China, de acordo com dados da alfândega chinesa, bem acima dos níveis de cota estabelecidos pelas novas medidas de Pequim.

Também neste ano, os embarques australianos para a China aumentaram, ganhando participação às custas da carne bovina dos EUA, depois que Pequim, em março, permitiu que as licenças expirassem em centenas de frigoríficos norte-americanos e o presidente dos EUA, Donald Trump, desencadeou uma guerra tarifária. Os embarques norte-americanos foram de apenas 55.172 toneladas até novembro.

As exportações australianas de carne bovina para a China ficaram em 294.957 toneladas nos primeiros 11 meses de 2025.

A medida da China ocorre em um momento em que a escassez global de carne bovina faz com que os preços subam em muitas partes do mundo, inclusive para níveis recordes nos EUA.

Em resposta ao anúncio de Pequim, Mark Thomas, presidente da Western Beef Association na Austrália, disse que “há muitos outros países que aceitarão nosso produto”.

Proteção doméstica 

A China fez seu anúncio após duas extensões de sua investigação sobre a importação de carne bovina, que, segundo autoridades, não tem como alvo nenhum país em particular.

As tarifas ajudarão a conter o declínio no estoque de vacas reprodutoras da China e darão tempo para que as empresas nacionais de carne bovina façam ajustes e atualizações, disse Zengyong Zhu, pesquisador do Instituto de Ciência Animal da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas.

Pequim intensificou o apoio de políticas ao setor de carne bovina este ano e afirmou, no final de novembro, que a criação de gado havia sido lucrativa por sete meses consecutivos.

* É proibida a reprodução deste conteúdo

Fonte: Agência Brasil

Petroleiros do Norte Fluminense suspendem greve após 16 dias

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Em assembleia realizada nesta terça-feira (30), os petroleiros do Norte Fluminense decidiram suspender a greve que já durava 16 dias e aceitar a recente contraproposta da Petrobras referente ao Acordo Coletivo de Trabalho. A categoria seguiu o indicativo de fim da greve apresentado pelo Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), maior entidade representativa da categoria no país, filiada à Federação Única dos Petroleiros (FUP).

Foi aprovada também durante a assembleia a manutenção do estado de assembleia permanente e do estado de greve, visando assegurar o cumprimento pela Petrobras das cartas-compromisso encaminhadas ao sindicato. Os petroleiros aprovaram ainda o desconto assistencial ao sindicato, correspondente a 1% do salário líquido, a ser aplicado em três parcelas.

“Melhor caminho”

Na avaliação do coordenador-geral do Sindipetro-NF e diretor da FUP, Sérgio Borges, a aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho e a suspensão da greve, com manutenção do estado de greve e da assembleia permanente, “é o melhor caminho neste momento”. “Apresentamos o indicativo, votamos e a decisão da assembleia é soberana”, disse.

Segundo Borges, a contraproposta da Petrobras representou avanços importantes. “Essa greve mostrou, mais uma vez, que a luta organizada traz resultados concretos. A mobilização iniciada no dia 15 garantiu avanços importantes no acordo e compromissos fundamentais da empresa com demandas históricas do Norte Fluminense”.

Entre as principais conquistas, destaque para avanços na cláusula da folga suprimida e a garantia de que não haverá punições, transferências ou mudanças de regime para os grevistas.

“Também conquistamos a neutralização de dias de greve, o pagamento do dia de desembarque como hora extra, a criação do Auxílio Mercado e a complementação do Auxílio Deslocamento”, disse o diretor da FUP. “Mesmo com pontos ainda em aberto, saímos dessa campanha mais fortes, organizados e com conquistas que só foram possíveis graças à mobilização da categoria”, acrescentou.

Para o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar, a maior conquista da greve “foi quebrar a blindagem que havia na gestão da presidente Magda [Chambriard, da Petrobras], diante do governo do presidente Lula”. “A força da greve da categoria petroleira demonstrou a capacidade de mobilização e de negociação da FUP, que garantiu avanços significativos para os três eixos de nossa campanha reivindicatória, para o fim dos PEDs assassinos, para o Acordo Coletivo de Trabalho e para a pauta pelo Brasil Soberano”. PEDs são Planos de Equacionamento de Déficit referentes aos planos de previdência complementar da Fundação Petrobras (Petros), fundo de pensão da estatal.

Deyvid argumentou que os petroleiros não conseguiram tudo que queriam. “Agora é tempo de a categoria se reagrupar porque teremos negociações importantes em 2026, a respeito da Participação nos Lucros e Resultados [PLR], do novo plano de cargos e salários e a negociação que será feita sobre os PEDS assassinos no Tribunal de Contas da União”. Os PEDs, que buscam equilibrar o déficit atuarial do plano de previdência dos petroleiros, impõem a cobrança de contribuições extraordinárias de seus participantes, com valores muito elevados, que penalizam a categoria, explicou o coordenador-geral da FUP.

Petrobras

Até o momento, 12 sindicatos já aprovaram a proposta da Petrobras, encerrando o movimento grevista na grande maioria das bases, informou a empresa, por meio de nota. No decorrer do dia de hoje outras bases sindicais devem deliberar sobre o tema.

Em relação aos sindicatos que ainda não aprovaram o acordo, a Petrobras entrou com ação judicial (dissídio coletivo de greve) no Tribunal Superior do Trabalho (TST) para que o órgão possa mediar a situação. Em decisão liminar, o TST determinou que 80% dos trabalhadores de cada unidade da Petrobras permaneçam em atividade e proibiu a obstrução de acesso a áreas operacionais, portos e aeroportos.

De acordo com a Petrobras, as paralisações não trouxeram impacto à produção, e o abastecimento ao mercado continua garantido, sem alterações. As equipes de contingência foram mobilizadas onde foi necessário, garantiu a companhia.

Matéria ampliada às 16h13

Fonte: Agência Brasil

Mega da Virada sai hoje a noite; saiba como apostar

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Tão aguardado quanto o novo ano, o sorteio da Mega da Virada será realizado nesta quarta-feira (31), último dia do ano, às 22 horas, com transmissão pelo perfil das Loterias Caixa no Facebook e pelo canal da Caixa no YouTube. As apostas ainda podem ser realizadas, de forma física ou online, até o horário das 20 horas. O prêmio estimado para o sorteio deste fim de ano é de R$ 1 bilhão, o maior da história.

O concurso especial ocorre anualmente na última noite do ano. As apostas podem ser feitas em mais de 13 mil lotéricas de todo o país, pelo portal da Caixa e pelo aplicativo de loterias da Caixa. Clientes do banco também podem utilizar o internet banking. Para fazer uma aposta simples, de seis números, é preciso desembolsar R$ 6. Mas, atenção: o horário de funcionamento das casas lotéricas, para registrar uma aposta física, pode variar de cidade para cidade, e encerrar antes das 20h.

A chance de acertar as seis dezenas, em uma aposta simples, é de uma em 50 milhões, de acordo com matemáticos.

O prêmio da Mega da Virada não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de seis números, o prêmio será dividido entre os acertadores da segunda faixa, com acerto de cinco números, e assim por diante.

Desde a sua primeira edição, em 2009, a Mega da Virada já premiou 130 apostas que acertaram as seis dezenas.

Alerta

Na última semana, a Caixa alertou para o surgimento de diversos sites falsos que simulam o portal Loterias Online, único site oficial para recebimento de apostas, inclusive apostas da Mega da Virada.

“Além de não registrarem as apostas, os falsários podem furtar os dados pessoais da vítima e ficar com o dinheiro dela”, destacou a Caixa em comunicado.

Fonte: Agência Brasil

Moraes nega pedido da defesa de Bolsonaro para receber visita de sogro

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou na manhã desta quarta-feira (31) o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para receber seu sogro, Vicente Reinaldo, no hospital privado DF Star, em Brasília, onde está internado desde a véspera de Natal para realização de procedimentos cirúrgicos. O pedido de visita do pai de Michelle Bolsonaro foi apresentado ao STF nesta terça-feira (30).

Na última semana, o ex-presidente foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a deixar a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por condenar a trama da tentativa de golpe de Estado.

Na decisão publicada nesta manhã, o ministro justificou por que o apenado não pode receber visitas extras, mesmo estando em um hospital, e não em uma unidade prisional, o que gera um regime excepcional de custódia. O motivo é a “necessidade de garantir a segurança e a disciplina”.

 “No caso concreto, o apenado encontra-se internado em unidade hospitalar, circunstância que impõe regime excepcional de custódia, distinto daquele existente no estabelecimento prisional, submetido às normas próprias do ambiente hospitalar e às orientações médicas. Dessa forma, diante das circunstâncias excepcionais da internação hospitalar, da necessidade de garantir a segurança e a disciplina, indefiro o pedido formulado.”

Internado no Hospital DF Star desde a quarta-feira da semana passada, o ex-presidente passou por cirurgia para correção de hérnia inguinal bilateral e, também, realizou outros três procedimentos para tentar conter crises persistentes de soluços, por meio do bloqueio do nervo frênico – responsável pelo controle do diafragma, músculo que atua na respiração. 

Visitas autorizadas

Em decisão de 24 de dezembro, o ministro Moraes já autorizava a internação e as visitas de todos os cinco filhos do ex-presidente, desde que observadas as regras gerais estabelecidas pelo Hospital DF Star para todos os pacientes e com a proibição expressa de ingresso no quarto hospitalar de computadores, telefones celulares ou quaisquer dispositivos eletrônicos.

O ministro também autorizou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro permaneça no hospital como acompanhante de Jair Bolsonaro durante todo o período de internação, para recuperação cirúrgica do cônjuge.

O último boletim médico, no início da noite de terça, não cita previsão de alta do ex-presidente, que segue em cuidados pós-operatórios.

Fonte: Agência Brasil

Com ultrapassagem nos minutos finais, etíope vence a São Silvestre

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Com uma arrancada nos minutos finais, o etíope Muse Gisachew ultrapassou o queniano Jonathan Kipkoech Kamosong e venceu hoje (31) a centésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre.

Kamosong vinha liderando a prova com folga, mas foi ultrapassado por Gisachew já próximo da linha de chegada, na Avenida Paulista. Kamosong terminou a corrida com o tempo de 44 minutos e 32 segundos, apenas quatro segundos a mais que o vencedor da prova, que fez o tempo de 44 minutos e 28 segundos.


São Paulo (SP), 31/12/2025 - Atleta brasileiro Fábio Jesus Correia comemora terceiro lugar da categoria masculina da 100ª Corrida Internacional de São Silvestre. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
São Paulo (SP), 31/12/2025 - Atleta brasileiro Fábio Jesus Correia comemora terceiro lugar da categoria masculina da 100ª Corrida Internacional de São Silvestre. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

O brasileiro Fábio de Jesus Correia foi o terceiro colocado, fazendo o tempo de 45 minutos e 06 segundos.

Na quarta posição chegou o queniano William Kibor, com o tempo de 45 minutos e 28 segundos. Já o também queniano Reuben Logonsiwa Poguisho fechou o pódio, na quinta posição, com 45 minutos e 46 segundos.

A última vez que o Brasil conquistou a São Silvestre no masculino foi em 2010, com a vitória de Marilson Gomes dos Santos.

Fonte: Agência Brasil

Brasil cria 85,8 mil vagas de trabalho em novembro

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O Brasil gerou 85.864 postos de trabalho no mês de novembro, resultado de um total de 1.979.902 admissões e 1.894.038 desligamentos.

Os dados fazem parte do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta terça-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Acumulado

Os números mostram que, no acumulado de janeiro a novembro de 2025, foi verificado um saldo positivo de 1.895.130 postos de trabalho, decorrentes de 25.055.514 admissões e 24.160.384 desligamentos.

Desse total de 1,895 milhão, 1,462 milhão eram postos de trabalho típicos e 434 mil eram não típicos.

São considerados não típicos os trabalhadores aprendizes, intermitentes, temporários, contratados por CAEPF e com carga horária até 30 horas.

Ainda de acordo com o novo Caged, no acumulado dos últimos 12 meses (dezembro de 2024 a novembro de 2025), o saldo positivo é de 1.339.878 postos de trabalho, montante menor que o saldo observado no período de dezembro de 2023 a novembro de 2024 (1.781.293 postos).

Setores

De acordo com o balanço apresentado pelo titular da pasta, Luiz Marinho, apenas dois dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos: o comércio (+78.249 ou +0,7%) e o setor de serviços (+75.131 ou +0,3%). Registraram saldos negativos a agropecuária (-16.566 ou -0,8%), a construção (-23.804 ou -0,7%) e a indústria (-27.135, ou -0,2%).

Em novembro, foram registrados saldos positivos em 20 unidades federativas, com maiores saldos absolutos em São Paulo (+31.104), Rio de Janeiro (+19.961) e Pernambuco (+8.996).

Os estados com menores saldos absolutos de geração de empregos no mês passado foram Minas Gerais: (-8.740 postos ou -0,1%), Goiás (-8.413 ou -0,5%) e Mato Grosso: (-5.802 postos ou -0,5%).

Salário médio

O salário médio real de admissão em novembro de 2025 foi de R$ 2.310,78, praticamente estável em relação ao mês anterior (R$ 2.305,00). Houve variação positiva de R$ 5,78 (+0,3%). Já em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o que desconta mudanças decorrentes da sazonalidade do mês, o aumento foi de R$ 67,95 (+3,03%). 

Para os trabalhadores considerados típicos o salário real de admissão foi de R$ 2.355,56 (1,9% mais elevado que o valor médio), enquanto para os trabalhadores não típicos foi de R$ 1.991,42 (13,8% menor que o valor médio).

 

*Matéria ampliada às 15h59

 

Fonte: Agência Brasil

Bombeiros aprovam vistoria de balsas para fogos em Copacabana

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O Corpo de Bombeiros concluiu, na manhã desta terça-feira (30), uma das etapas mais importantes da grande festa de réveillon nas praias do Rio, sendo a principal delas em Copacabana, zona sul do Rio. Todas as balsas que serão utilizadas na tradicional queima de fogos da orla foram vistoriadas e aprovadas pela Diretoria-Geral de Diversões Públicas, do Corpo de Bombeiros.

“A vistoria rigorosa das balsas e toda a operação planejada demonstram o compromisso do governo com a proteção da população, dos turistas e com a excelência dos nossos bombeiros”, avaliou o governador Cláudio Castro.

Os militares avaliaram critérios técnicos e de segurança, como estabilidade das balsas, posicionamento dos artefatos pirotécnicos, sistemas de acionamento, distanciamento da orla e cumprimento das normas de segurança exigidas para eventos de grande porte.

“Durante a vistoria, foram analisados os principais itens de segurança, como o layout das estruturas, a quantidade, o tipo e o tamanho dos artefatos pirotécnicos, sempre em conformidade com o projeto previamente apresentado na parte documental. Ressaltamos que durante o espetáculo as balsas não vão contar com equipes a bordo e nem a presença de brigadistas e operadores”, disse o porta-voz da corporação, tenente-coronel Fábio Contreiras.

Segundo Contreiras, a operação funcionará de forma remota, conforme previsto no planejamento técnico.

“A prevenção e a resposta a incêndios também estarão garantidas por um rebocador de apoio, equipado com bomba de incêndio, posicionado estrategicamente para atuação imediata, caso necessário”, esclareceu.

A montagem da estrutura dos fogos possui Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), emitida por engenheiro legalmente habilitado, assegurando que a instalação segue os critérios técnicos e de segurança exigidos.

A ação contou ainda com a participação de representantes da Capitania dos Portos, da Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos (DFAE) da Polícia Civil e da Empresa de Turismo do Rio (Riotur).

Queima de Fogos

Neste ano, 19 balsas serão distribuídas ao longo da orla de Copacabana, com quase o dobro do número de artefatos utilizados na virada de 2024. O espetáculo terá duração aproximada de 12 minutos. As balsas, nas quais foram montados os fogos de artifício, devem deixar a Praia da Ribeira, na Ilha do Governador ainda na noite desta terça-feira (30) para serem posicionadas ao longo da orla de Copacabana.

Réveillon

O Corpo de Bombeiros vai empregar cerca de 1.500 militares na operação do réveillon, com o apoio de 360 viaturas, 250 embarcações, três aeronaves e 13 drones, além de dois grandes drones equipados com megafone, farol de busca de longo alcance e capacidade de voo em condições adversas.

A corporação terá ainda três Postos de Comando e Controle e 38 novos postos móveis de salvamento marítimo espalhados pelas principais praias do Estado do Rio. Em Copacabana, área de maior concentração de público, serão mobilizados 170 bombeiros, 20 postos de guarda-vidas e equipes médicas embarcadas em motos aquáticas, garantindo rapidez no atendimento em casos de salvamento de banhistas.

Fonte: Agência Brasil

Retrospectiva: 2025, ano mágico de João Fonseca no tênis profissional

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Fenômeno, sensação, prodígio. Não foram poucos os elogios recebidos pelo tenista carioca João Fonseca ao longo de 2025, quando conquistou os primeiros títulos no circuito profissional e cravou vitórias importantes em Grand Slams e Masters 1000 – torneios que distribuem maior pontuação. O número 1 do tênis brasileiro abriu a temporada na 145ª posição no ranking mundial, subiu 121 posições e fechou o ano entre os 24 melhores tenistas do planeta. Não à toa, arrebatou uma legião de fãs, entre eles grandes estrelas da modalidade como Jannik Sinner, Novak Djokovic e Roger Federer. Em votação popular no fim do ano, João foi eleito o Atleta da Torcida na categoria masculina do Prêmio Brasil Olímpico 2025, láurea concedida pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB).

João iniciou 2025 de forma avassaladora, após decidir abrir mão de ingressar no tênis universitário nos Estados Unidos para abraçar a carreira profissional. Um ano antes, o carioca estreou nos torneios profissionais e terminou 2024 como campeão Next Gen ATP Finals, competição que reúne os oito melhores tenistas de até 20 anos de idade. Confiante, João começou a temporada em janeiro de 2025 com 18 anos. Logo de cara faturou o primeiro título de simples, o Challenger 125 de Camberra (Austrália) e saltou 32 posições no ranking.


João Fonseca vibra durante partida contra Andrey Rublev no Aberto da Austrália
14/01/2025 REUTERS/Jaimi Joy
João Fonseca vibra durante partida contra Andrey Rublev no Aberto da Austrália
14/01/2025 REUTERS/Jaimi Joy

Na estreia no Aberto da Austrália, seu primeiro Grand Slam na carreira, João eliminou o russo Andrey Rublev, o nono melhor do mundo na ocasião – Reuters/Jaimi Joy/Proibida reprodução

Na sequência, João disputou o primeiro Grand Slam da carreira, o Aberto da Austrália, após garantir vaga na fase principal vencendo o qualifying (qualificatório). Arrojado, o tenista brasileiro surpreendeu o russo Andrey Rublev – o nono melhor do mundo na ocasião – no jogo de estreia em Melbourne, com vitória pro 3 sets a 0. A partir daí, João decolaria no ranking e passaria a contar com o apoio da torcida nos demais embates. O triunfo sobre Rublev não passou desapercebido pelo multicampeão Djokovic, que na época ressaltou as qualidades do carioca em quadra.

“Ele é corajoso, bate muito bem e é um jogador completo”, disse o sérvio. “É um momento empolgante para o Brasil, mas também para todo o mundo do tênis, porque um jogador e uma pessoa tão jovem ser capaz de jogar tão bem em um grande palco é impressionante”, completou o sérvio, com 24 títulos Grand Slams. 

Mesmo se despedindo de Melbourne na rodada seguinte – João perdeu para o italiano Lorenzo Sonego – o brasileiro subiu mais 13 posições, fechando o mês entre os 100 melhores do mundo. Uma façanha e tanto: o carioca se tornara o segundo tenista mais jovem, depois do espanhol Carlos Alcaraz, a figurar no seleto grupo. 

Em fevereiro, João faturou o primeiro título no circuito profissional, o ATP 250 de Buenos Aires (Argentina), com vitória na final sobre o anfitrião Francisco Cerundolo. O carioca galgou mais 31 posições no ranking, passando a ocupar a 68ª colocação. Número 1 do mundo, Alcaraz  parabenizou o colega de quadras nas redes sociais.

Após levantar a taça em Buenos Aires, o tenista brasileiro passou a ser convidado a participar de grandes torneios, como os Masters 1000 de Indians Wells e de Miami, ambos nos Estados Unidos. João derrotou rivais de renome como o britânico Jacob Fearnley (na estreia de Indian Wells) e o francês Ugo Humbert, em Miami, quando se classificou pela primeira vez na carreira à terceira rodada de um torneio Masters 1000. Entre um e outro torneio, ele ainda competiu o Challenger de Phoenix, no Arizona, e saiu de lá campeão. 

Em plena ascensão meteórica, João chegou ao Torneio de Roland Garros (França) em maio já como o 65º do mundo. Na estreia, ele não se intimidou, despachando o polonês Hubert Hurkacz (ex-top 10 e 28º no ranking na ocasião). No entanto, acabou se despedindo na terceira rodada.

O brasileiro seguiu colecionando vitórias sobre adversários mais experientes. Em junho, no Torneio de Wimbledon (Inglaterra) – terceiro Grand Slam do ano – João bateu o anfitrião Jacob Fearnley e o norte-americano Jenson Brooksby e se tornou o tenista mais jovem a garantir presença na terceira rodada da disputa masculina de simples nos últimos 14 anos. João deu adeus à grama londrina após revés para o chileno Nicolas Jarry, que avançou às quartas.

Depois, em agosto, João competiu nos Estados Unidos o Masters 1000 de Cincinatti e o US Open – quarto e último Grand Slam da temporada. Em ambos parou na segunda rodada e aproveitou para repor energias em um breve período de férias. 

Revigorado após o descanso, João foi um dos destaques do quinteto brasileiro na Copa Davis, realizada em setembro, na Grécia. Um mês após completar 19 anos, e em 45º lugar no ranking, o carioca fez parte do quinteto brasileiro que garantiu vaga nos qualifiers da Copa Davis 2026. O Brasil selou a classificação com vitória sobre a Grécia, por 3 jogos a 1. Em um dos confrontos, João derrotou o ex-top 3 mundial Stefanos Tsisipas.  

Mas o melhor ainda estava por vir. Em outubro, João Fonseca conquistou o primeiro troféu ATP 500 na carreira. Ele foi campeão no Torneio da Basileia, com vitória por 2 sets a 0 sobre o espanhol Alejandro Fokina – na ocasião número 18 no ranking.  A conquista já alçava João a encerrar o ano entre os 30 melhores do mundo. Mas ele foi além: menos de 48 horas depois do título na Basileia, o brasileiro estreou com tudo no Masters 1000 de Paris: derrotou de virada o canadense Denis Shapovalov, que ocupava o 24º lugar na ocasião. Na rodada seguinte, o brasileiro foi superado pelo russo Karen Khachanov e deu adeus ao torneio francês.

Terminou em Paris a temporada histórica de João Fonseca, que por conta de uma lombalgia, desistiu de competir o ATP 250 de Atenas (Grécia), último torneio que competiria em 2025. Ao encerrar o ano como número 24 do mundo, o carioca comemorou mais do que nunca a decisão tomada em 2024 de seguir carreira como tenista profissional.

“Foi um ano maravilhoso. As coisas aconteceram rápido nas nossas vidas. Minha temporada começou no Next Gen de 2024. Cheguei à primeira chave principal de Grand Slam [Aberto da Australia], ganhei do Rublev e, a partir daí, foi só para cima. Muito grato por tudo”, disse o jovem carioca, durante coletiva em novembro no Rio de Janeiro. 


João Fonseca e Carlos Alcaraz - Miami Invitational, 2025
João Fonseca e Carlos Alcaraz - Miami Invitational, 2025

Ao final do ano, João enfrentou o número 1 do mundo Carlos Alcaraz em uma partida de exibição, em Miami. “Foi muito especial jogar com o João”, afirmou o espanhol após vitória sobre o brasileiro por 2 sets a 1 – Reprodução Instagram/João Fonseca

A última grande atuação do ano de João Fonseca foi numa partida de exibição contra o espanhol Carlos Alcaraz, de 22 anos, atual número 1 do mundo, no Miami Invitational, nos Estados Unidos. O jogo começou de forma descontraída e, aos poucos, o brasileiro equilibrou o duelo. No entanto, Alcaraz levou a melhor no finalzinho por 7/5. Na parcial seguinte, João sobrou em quadra – ganhou por 6/2 – e forçou o match tie-break (set de desempate).

O carioca seguiu altivo diante do espanhol e chegou a abrir 5 a 0 de vantagem. Quando a vitória parecia encaminhada para o brasileiro, Alcaraz emplacou uma reação excepcional, fazendo jus ao posto de número 1 do mundo: ganhou tie-break por 10/8 e a partida por 2 sets a 1, após 1h29min. Ao fim do jogo amistoso, ambos eram só sorrisos. “Quase consegui, pessoal”, disse João na entrevista, dirigindo-se diretamente à torcida. Com um futuro promissor, não é difícil imaginar embates do brasileiro contra o espanhol em torneios da ATP, que valem pontos no ranking. É só uma questão de tempo.



Fonte: Agência Brasil

Ano eleitoral não impede redução da jornada de trabalho, diz ministro

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta terça-feira (30) que o ano de 2026 pode ser propício para a aprovação, pelo Congresso Nacional, da redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas semanais e o fim da escala de trabalho 6×1, aquela em que o empregado trabalha seis dias consecutivos para um de descanso. Durante coletiva de imprensa para anunciar dados de empregos formais gerados em novembro, o ministro apontou que a mobilização social pode impulsionar o avanço do tema justamente em um ano eleitoral.  

“A jornada de trabalho, até por ser um ano eleitoral, talvez até facilite [a aprovação], em vez de ser difícil. Vai depender muito de como as categorias, de como a classe [trabalhadora] se mobiliza”, analisou.

O ministro comparou o tema da redução da jornada com a aprovação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, que passou por unanimidade nas duas Casas, no segundo semestre deste ano.

“Ali [no Congresso] era hostil o debate de aprovar o Imposto de Renda do jeito que foi aprovado, com a parte de cima tendo que pagar a diferença. Passou pelo calor das ruas. Aquela unanimidade congressual, na Câmara e no Senado, foi uma unanimidade forçada”, observou.

Para Luiz Marinho, a economia brasileira “está madura há muito tempo” para suportar uma redução da jornada semanal máxima de trabalho.

“É plenamente possível fazer a redução da jornada máxima para 40 horas semanais e buscar um espaço de eliminar a [escala] 6×1 , que é  a grande bandeira, em especial da nossa juventude”, insistiu.

O ministro destacou o fato de que as negociações coletivas entre sindicatos e empresas podem viabilizar um mecanismo para que nenhuma atividade econômica que tenha que funcionar sete dias por semana, por exemplo, seja prejudicada pelo fim da escala com apenas um dia de descanso.

“Não tem nenhuma lei que vai fazer enquadramento de grade de jornada propiciando que uma entidade, uma fábrica, uma atividade de saúde, qualquer atividade, trabalhe 24 horas por dia. As duas partes da mesa, trabalhadores e empregadores, sentam e seguramente vão compor da maneira mais serena possível. Portanto, ano eleitoral não vejo como impedimento que se avance nesse debate”, ponderou Marinho. Para ele, no entanto, é fundamental que não haja “fla-flu” eleitoral sobre o assunto e que se leve em consideração o quanto essas medidas poderiam ser benéficas para empresas, trabalhadores, economia e o ambiente de trabalho.

Discussões no Congresso

No momento, diferentes projetos de lei tramitam simultaneamente, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado, sobre redução de jornada e fim da escala 6×1. No início deste mês, na Câmara,a subcomissão especial que analisa uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovou a redução gradual da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mas rejeitou o fim da escala 6×1.

Já no Senado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi mais adiante e aprovou, também no início de dezembro, o fim da escala de seis dias de trabalho por um dia de descanso (6×1) e a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 36 horas semanais. Ambas as mudanças são sem redução salarial. O tema seguirá para o plenário do Senado no ano que vem.

Fonte: Agência Brasil