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Aluguel Social abre mais de 3.400 novas vagas em 20 municípios goianos

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Aluguel Social abre mais de 3.400 novas vagas em 20 municípios goianos
Candidatos interessados nas vagas do Aluguel Social podem fazer inscrições pela internet, nas unidades do Vapt-Vupt ou em pontos de atendimento das prefeituras (Fotos: Octacílio Queiroz e Edgard Soares)

O Governo de Goiás, por meio do Goiás Social e da Agência Goiana de Habitação (Agehab), abre nesta quarta-feira (15/10) inscrições do Programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social em 20 municípios goianos.

São oferecidas 3.420 vagas. As inscrições seguem abertas até 17 de novembro de 2025.

Os municípios contemplados são: Caldas Novas, Campos Belos, Cavalcante, Colinas do Sul, Cristalina, Divinópolis, Goianápolis, Goianira, Guarani de Goiás, Iaciara, Inhumas, Itajá, Jussara, Matrinchã, Nova América, Nova Crixás, Palmeiras de Goiás, Rio Verde, Santo Antônio de Goiás e São Miguel do Passa Quatro.

A coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, reforça que o programa é uma resposta do Governo de Goiás às famílias que enfrentam dificuldades para manter o pagamento do aluguel.

“A despesa com o aluguel consome a maior parte da renda familiar. Com esse auxílio, as famílias têm a chance de investir em outras necessidades, como alimentação e remédios”, destaca Gracinha.

O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, lembra que o benefício é no valor de R$ 350 mensais, por até 18 meses.

“As inscrições podem ser feitas por meio do aplicativo Aluguel Social ou diretamente no site da Agehab. Além disso, os candidatos sem acesso à internet podem contar com apoio nas unidades do Vapt-Vupt ou em pontos de atendimento das prefeituras nos próprios municípios”, informa Baldy.

Os principais critérios para se inscrever são: CadÚnico atualizado, residência no município há pelo menos três anos, não possuir imóvel próprio e renda familiar de até meio salário por pessoa.

Além disso, é necessário atender a pelo menos um dos critérios específicos, como superendividamento, moradia improvisada, gasto excessivo com aluguel, ser idoso, pessoa com deficiência, ou família chefiada por apenas um dos pais.

Número de vagas por municípios

  • Caldas Novas 400
  • Campos Belos 200
  • Cavalcante 90
  • Colinas do Sul 20
  • Cristalina 500
  • Divinópolis de Goiás 50
  • Goianápolis 100
  • Goianira   230
  • Guarani de Goiás  50
  • Iaciara 100
  • Inhumas 300
  • Itajá  30
  • Jussara  100
  • Matrinchã  50
  • Nova América 100
  • Nova Crixás  100
  • Palmeiras de Goiás 100
  • Rio Verde  800
  • Santo Antônio de Goiás 50
  • São Miguel do Passa Quatro   50

Serviço

Assunto: Abertura de inscrições do Aluguel Social em 20 municípios goianos
Quando: De 15 de outubro a 17 de novembro de 2025
Onde: Aplicativo Aluguel Social ou no site da Agehab

Agência Goiana de Habitação – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Prazo para divulgar relatório de transparência salarial acaba hoje

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Mais de 54 mil empresas com 100 ou mais trabalhadores têm até esta quarta-feira (15) para divulgar o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios em seus canais institucionais, como site, redes sociais ou meios de ampla visibilidade para os trabalhadores e para o público em geral.

O prazo que terminaria em 30 de setembro foi prorrogado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), após a identificação de inconsistências em parte dos resultados apurados.

A divulgação do relatório é obrigatória, conforme previsto na Lei nº 14.611/2023 de promoção da igualdade salarial entre mulheres e homens que exercem a mesma função. No Brasil, a igualdade salarial já é garantida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) desde 1943, porém não é cumprida em diversos segmentos.

A não divulgação do relatório pode acarretar em sanções às empresas, incluindo a aplicação de multas administrativas de até 3% da folha de salários do empregador, limitado a 100 salários mínimos.

O Ministério do Trabalho e Emprego é quem fiscaliza o cumprimento da exigência. A terceira edição do relatório registrou que 217 empresas foram inspecionadas, e 90 delas foram autuadas por não disponibilizarem o relatório em local visível.

Relatórios

Os dados fornecidos pelas empresas na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) referentes ao período de julho de 2024 a junho de 2025 foram processados pela empresa pública Dataprev.

Os Relatórios de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios são publicados semestralmente.

A quarta edição do relatório individual já pode ser acessada pelos empregadores no portal do Emprega Brasil, governo federal, com login da plataforma Gov.br.

Os dados gerais desta nova edição do Relatório de Transparência Salarial serão divulgados em conjunto pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pelo Ministério das Mulheres.

“A expectativa é que, nesta edição, a desigualdade salarial entre mulheres e homens ainda não apresente redução significativa, evidenciando a importância da continuidade e do fortalecimento das políticas públicas voltadas à promoção da igualdade no mundo do trabalho”, disse o MTE em nota.

 Última edição

Os dados da terceira edição revelaram que, em média, as mulheres recebiam 20,9% a menos do que os homens, nos 53.014 estabelecimentos com 100 ou mais empregados do país.

A situação é ainda mais grave para as mulheres negras, que recebem 52,5% a menos do que um homem não negro.

Nos casos em que for identificada a desigualdade salarial ou de critérios remuneratórios, a empresa deverá apresentar e implementar um plano de ação para diminuir a desigualdade, com metas e prazos.

Para elaboração do plano, deve ser garantida a participação de representantes das entidades sindicais e de representantes dos empregados nos locais de trabalho.

Igualdade salarial

A Lei nº 14.611, que trata da igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens, vai além da transparência salarial nas empresas com mais de 100 empregados.

A nova legislação determina que os empregadores adotem medidas para garantir essa igualdade e desenvolvam ações de diversidade e inclusão que combatam as barreiras que dificultam o crescimento profissional das mulheres, como:

fiscalização de práticas discriminatórias;

criação de canais para denúncias de discriminação salarial;

promoção de programas de diversidade e inclusão no ambiente de trabalho;

incentivo à capacitação de mulheres.

No mundo, a meta de igualdade salarial para homens e mulheres está vinculada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 8, que trata do “Trabalho decente e crescimento econômico” adotado pelas Nações Unidas em 2015.

A meta 8.5 busca até 2030 “o emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas as mulheres e homens, inclusive para os jovens e as pessoas com deficiência, e remuneração igual para trabalho de igual valor.”

 

Fonte: Agência Brasil

Acordo encerra disputa por falhas em monotrilho em São Paulo

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As empresas que compõe o Consórcio Expresso Monotrilho Leste (CEML), responsável pela construção e operação da Linha 15 do monotrilho, assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) no valor de R$ 41,2 milhões.

O acordo foi divulgado nessa terça (14), apesar de firmado no último dia 26 de setembro.

Com a assinatura o MP-SP abre mão de ação civil pública contra o consórcio, formado pelas empresas Alstom e Queiroz Galvão (atualmente Álya).

Entenda

O valor indeniza o Metrô pelo estouro de um pneu em 27 de fevereiro de 2020 e a queda de peças em uma avenida (imagem em destaque) abaixo do monotrilho, em 11 de janeiro de 2023.

As falhas já haviam rendido um acordo entre o Metrô e o Consórcio, com pagamento de R$ 27,3 milhões para encerrar processos administrativos e judiciais relacionados a prejuízos e à aplicação de multas.

O valor será aplicado na própria linha, que liga a zona leste da capital, região mais populosa da cidade, ao centro.

Parte da indenização será destinada à aquisição de itens como assentos dos bancos, câmeras e filtros de ar.

Fonte: Agência Brasil

Rádio Nacional transmite as emoções de Fortaleza e Vasco

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No futebol, tornou-se comum os jogadores se referirem aos treinadores como professores. Nesta quarta-feira (15), Dia do Mestre, na Arena Castelão, o Fortaleza de Martín Palermo recebe o Vasco da Gama de Fernando Diniz. A Rádio Nacional transmite o duelo, válido pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, a partir das 21h15 (horário de Brasília).

O Leão do Pici vem de uma vitória de 2 a 1, de virada, sobre o Juventude dentro do estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. O resultado levou a equipe nordestina aos 24 pontos, mas ainda dentro do Z4 (zona do rebaixamento) na 18ª posição da tabela. Treinando seu primeiro clube no Brasil, o argentino Palermo, de 51 anos, contabiliza três vitórias e duas derrotas à frente do Fortaleza com um pouco mais de um mês de trabalho.

O ex-jogador chegou para substituir o seu conterrâneo Juan Pablo Vojvoda e vem agradando a torcida pelo estilo intenso e a mentalidade ofensiva. Quem desfalca o time da casa é o volante Matheus Pereira, suspenso por acúmulo de cartões amarelos. O Departamento Médico do Tricolor Cearense também corre para colocar vários jogadores à disposição, entre eles o goleiro João Ricardo, os laterais Weverson e Bruno Pacheco, os meio-campistas Lucas Crispim e Lucca Prior e o atacante Moisés.

O Vasco também vem de vitória no Brasileirão, superando o Vitória por 4 a 3 dentro de São Januário. O triunfo alçou o Cruzmaltino à 11ª posição da tabela com 33 pontos. Também com 51 anos, Fernando Diniz assumiu o Gigante da Colina em maio deste ano e conquistou a sua primeira vitória no clube, justamente contra o rival desta quarta, oportunidade na qual triunfou por 3 a 0 pelo primeiro turno do Brasileirão.

Psicólogo de formação, que aposta no controle da posse de bola, Diniz não contará com o lateral-esquerdo Paulo Henrique, que atuou em Tóquio pela seleção brasileira, marcando inclusive o primeiro gol do time de Carlo Ancelotti na derrota de 3 a 2 para o Japão. Puma Rodríguez, que atuou pela seleção do Uruguai nesta Data Fifa, é esperado para substituir PH. Quem retorna à zaga vascaína é o colombiano Carlos Cuesta.

Transmissão da Rádio Nacional

A Rádio Nacional transmite Fortaleza e Vasco com a narração de André Luiz Mendes, comentários de Rodrigo Ricardo e reportagem de Carlos Molinari. Você acompanha o Show de Bola Nacional aqui:



Fonte: Agência Brasil

Trama golpista: réus do Núcleo 4 pedem absolvição ao STF

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou o primeiro dia do julgamento dos réus do Núcleo 4 da trama golpista ocorrida durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A sessão desta terça-feira (14) foi dedicada às sustentações orais das defesas e da Procuradoria-Geral da República (PGR), que reforçou pedido de condenação dos sete réus que pertencem ao grupo.

Após as manifestações, o julgamento foi suspenso e será retomado na próxima terça-feira (21).

Durante as sustentações, as defesas dos réus pediram a absolvição dos acusados e negaram que eles tiveram participação em ações de desinformação para propagar notícias falsas sobre o processo eleitoral e em ataques virtuais a instituições e autoridades, em 2022.

Fazem parte deste núcleo os seguintes investigados: Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército); Ângelo Martins Denicoli (major da reserva do Exército); Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente do Exército); Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel do Exército); Reginaldo Vieira de Abreu (coronel do Exército); Marcelo Araújo Bormevet (policial federal) e Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal).

Eles respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Defesas

A advogada Juliana Malafaia afirmou que acusação feita pela PGR não apontou a ligação de Giancarlo Gomes Rodrigues com os demais réus e disse que seu cliente não tinha ciência do plano golpista.

Servidor cedido à Agência Brasileira de Inteligência (Abin), ele foi acusado pela procuradoria de participar das ações da chamada “Abin Paralela” e auxiliar na divulgação de desinformação contra as urnas eletrônicas.

“Todos os corréus não conhecem Giancarlo. Ramagem [ex-diretor da Abin], suposto superior hierárquico, não o conhece. O delator Mauro Cid não conhece Giancarlo. As duas únicas testemunhas de acusação não o conhecem. Os outros corréus dos outros núcleos não conhecem Giancarlo. Giancarlo não conhecia Jair Bolsonaro”, sustentou.

O advogado Leonardo Avelar disse que Guilherme Marques Almeida é inocente e que a denúncia da PGR está “desprovida de lastro fático”. Avelar rebateu a acusação de difusão de desinformação e disse que Almeida só repassou links de notícias em listas de transmissão de colegas militares.

“A presente ação penal representa um exemplo de se atribuir a responsabilidade de eventos de gravidade nacional a um cidadão, cuja única conduta concreta e comprovada nos autos foi o compartilhamento de um link em conversa privada”, afirmou.

O advogado Hassan Souki, representante do policial federal Marcelo Araújo Bormevet, afirmou que a acusação da PGR cometeu “grave erro” ao imputar ao réu acusações que teriam ocorrido antes do período em que organização criminosa atuou.

“Se nós formos analisar a denúncia, concluiremos que as condutas atribuídas ao acusado ocorreram em período anterior a 29 de junho de 2021, ou seja, pretende-se atribuir responsabilidade penal ao acusado por condutas antes da existência da organização criminosa, que supostamente começou a atuar em 29 de junho de 2021”, disse.

O advogado acrescentou ainda que Bormevet deixou a Abin em 2022 e não teve relação com o plano golpista.

“Não há nos autos nenhuma mensagem na qual Marcelo Bormevet defenda ou admita o uso de violência e grave ameaça para deposição do governo democraticamente eleito e para abolição do Estado Democrático de Direito.”

De acordo com a PGR, Bormevet estava cedido à Abin e também integrou um grupo responsável por estratégias de desinformação contra o processo eleitoral. Além disso, o policial teria realizado pesquisas sobre a empresa de tecnologia Positivo, responsável pela produção das urnas eletrônicas.

O advogado Diego Ricardo Marques falou pela defesa de Reginaldo Vieira de Abreu. Segundo o defensor, o acusado não participou de reuniões e não tinha ciência do conteúdo de documentos golpistas.

“Não podemos concluir que Reginaldo tinha ciência integral do conteúdo do documento que estava imprimindo”, afirmou.

De acordo com a PGR, Reginaldo ocupou o cargo de chefe de gabinete do general Mario Fernandes e foi o responsável pela impressão do plano Punhal Verde e Amarelo, que previa o assassinato do ministro Alexandre de Moraes, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente Geraldo Alckmin. Conforme a acusação, o plano foi criado pelo general, que também é um dos réus no processo da trama golpista.

Pela manhã, os advogados de Ailton Gonçalves, Ângelo Denicoli e Carlos Cesar Moretzsohn também defenderam a absolvição dos acusados.

Outros núcleos

Até o momento, somente o Núcleo 1, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus, foi condenado.

Além do Núcleo 4, serão julgados ainda neste ano os núcleos 2 e 3. O julgamento do Núcleo 3 está marcado para 11 de novembro. O grupo 2 será julgado em dezembro.

O Núcleo 5 é integrado pelo empresário Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente da ditadura João Figueiredo. Ele mora dos Estados Unidos e não apresentou defesa no processo.  Ainda não há previsão para o julgamento.

Fonte: Agência Brasil

Governador sanciona lei que garante R$ 40 mil a professores de escolas contempladas com Prêmio Leia

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Governador sanciona lei que garante R$ 40 mil a professores de escolas contempladas com Prêmio Leia
Lei sancionada por Ronaldo Caiado e publicada no Diário Oficial do Estado reforça compromisso do Governo de Goiás com a alfabetização na idade certa (Fotos: Secom-GO)

O governador Ronaldo Caiado sancionou nesta segunda-feira (13/10) a Lei nº 23.730, que destina 50% do valor do Prêmio Leia às escolas municipais para bonificação dos professores do ciclo de alfabetização (1º e 2º ano do ensino fundamental).

A medida integra o programa AlfaMais Goiás, que reforça o compromisso do governo com a alfabetização na idade certa e consolida a educação como uma política permanente de Estado.

Em mensagem nas redes sociais, Caiado reforçou o comprometimento do governo estadual com o fortalecimento da educação pública.

“Em Goiás, as escolas que tiram a melhor nota no Saego e têm o melhor índice de alfabetização na idade certa recebem R$ 80 mil cada. Agora, acabo de sancionar um projeto de lei que destina 50% do valor destes prêmios aos professores regentes das turmas do 1º e 2º ano do ensino fundamental. São R$ 40 mil para os que chegarem no top do ranking do Prêmio Leia”, afirmou o governador.

Instituído pela Lei nº 21.073, o prêmio Leia tem como objetivo incentivar e reconhecer as escolas com bons resultados na Avaliação Educacional do Estado de Goiás na Alfabetização (Saego-Alfa).

As 150 melhores escolas recebem R$ 80 mil cada. Com a novidade, metade do valor do prêmio passará a ser repassado aos professores alfabetizadores e a outra metade deverá ser utilizada pelos gestores para realizar melhorias nas unidades educacionais, fortalecendo ainda mais a parceria entre Estado e municípios.

Desde a criação do prêmio Leia em 2023 a 2025 foram beneficiadas aproximadamente 900 escolas premiadas e fomentadas, contribuindo para a elevação dos índices de alfabetização em todo o estado. O programa AlfaMais Goiás, por sua vez, já atingiu aproximadamente 978.580 alunos nos 246 municípios goianos.

Ao lado do governador, a primeira-dama e coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado, ressaltou a importância da valorização dos profissionais da educação.

“É por conta de iniciativas como esta que Goiás é o primeiro lugar no Ideb e o segundo lugar nacional na alfabetização na idade certa. E seguimos firmes com o nosso compromisso de valorizar o servidor público e investir na melhor educação do Brasil”, destacou.

Os efeitos da nova lei passam a valer a partir de 1° de janeiro de 2026 e representam mais um incentivo às escolas municipais que atuam no ciclo de alfabetização. Atualmente, Goiás é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) como o segundo estado com melhor média de alfabetização do país, com 72,7% das crianças alfabetizadas na idade certa.

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Fonte: Portal Goiás

Não foi falta de energia, mas problema técnico, diz ministro Silveira

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o apagão registrado na madrugada desta terça-feira (14) em todos os subsistemas do país foi um problema na infraestrutura ocasionado por um incêndio numa subestação do Paraná.

Diferentemente de outros episódios ocorridos no país, o problema desta madrugada não foi ocasionado por falta de energia. 

“É importante que a população entenda o que acontece neste momento. Não é falta de energia. É um problema na infraestrutura que transmite a energia. Quando se fala em apagão, a gente sempre lembra aqueles tristes episódios de 2001 e de 2021 que, na verdade, aconteceram por falta de energia e falta de planejamento. Hoje, não. Hoje, nós temos muita energia.”
 

Sistema reforçado

Em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil  de Comunicação (EBC), Silveira destacou que o sistema de transmissão brasileiro foi reforçado por meio da contratação de 70 bilhões de linhas de transmissão.

“Estamos com obras em todo o Nordeste brasileiro para o centro de carga, que é o Sudeste. E também ligamos Manaus a Boa Vista. Temos mais segurança energética”, destacou.

“É um episódio pontual que o Operador Nacional do Sistema deu pronta resposta graças a um moderno sistema”, finalizou o ministro.  



Fonte: Agência Brasil

Aneel envia equipe ao Paraná para apurar origem de apagão

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Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que enviará uma equipe técnica ao Paraná para apurar a origem do apagão que atingiu todas as regiões do país durante a madrugada desta terça-feira (14) 

De acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS), a interrupção no fornecimento de energia teria sido causado por um incêndio na subestação Bateias, localizada no Paraná.

“A fiscalização da Agência se deslocará ainda hoje para realizar inspeção in loco na subestação afetada e averiguar as causas da interrupção, além disso serão instaurados processos de fiscalização para apurar a responsabilidade dos agentes envolvidos”, diz a nota divulgada pela agência reguladora. 

O ONS informou ainda que a energia foi restabelecida nas regiões Norte, Sudeste e Centro-Oeste uma hora e meia após a queda. Na Região Sul, o fornecimento foi retomado duas horas e meia depois da ocorrência. 

Problema técnico 

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o apagão foi resultado de um problema na infraestrutura ocasionado pelo incêndio na subestação do Paraná, não tem relação com falta de energia.  

“É importante que a população entenda o que acontece neste momento. Não é falta de energia. É um problema na infraestrutura que transmite a energia. Quando se fala em apagão, a gente sempre lembra aqueles tristes episódios de 2001 e de 2021 que, na verdade, aconteceram por falta de energia e falta de planejamento. Hoje, não. Hoje, nós temos muita energia”, disse em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Fonte: Agência Brasil

STJ anula condenação e manda soltar acusado pelo crime da 113 Sul

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (14) anular a condenação de Francisco Mairlon Aguiar, um dos acusados pelo triplo assassinato que ficou conhecido como “Crime da 113 Sul”, ocorrido em Brasília há 16 anos. 

Com a decisão, o acusado, que está preso há cerca de 15 anos, será solto imediatamente. 

Em 2009, o advogado e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, a esposa dele, Maria Carvalho Villela, e a empregada da família, Francisca Nascimento da Silva, foram mortos a facadas no apartamento em que moravam, localizado na Superquadra 113 Sul. 

Em 2013, Francisco foi condenado pelo Tribunal do Júri a 55 anos de prisão, mas a pena foi reduzida para 47 anos na segunda instância. 

A anulação da condenação foi definida pela Sexta Turma do STJ e motivada por um recurso protocolado pela defesa do acusado, feita pela ONG Innocence Project Brasil, organização não governamental que atua na defesa de condenados injustamente pela Justiça. 

Pelo entendimento do colegiado, a condenação de Francisco Mairlon deve ser anulada em função de irregularidades processuais.

De acordo com o relator do caso, ministro Sebastião Reis, a confissão de Francisco nos depoimentos prestados à Polícia Civil do Distrito Federal e a acusação apresentada por outros investigados contra o acusado não foram corroboradas por outras provas. 

“É inadmissível que em um Estado Democrático de Direito, um acusado seja pronunciado e condenado por um Tribunal do Júri apenas com base em elementos de informação da fase extrajudicial, dissonantes da prova obtida em juízo e sob o crivo do contraditório” afirmou.

A decisão do STJ foi tomada após o tribunal anular, em setembro deste ano, a condenação da arquiteta Adriana Villela a 61 anos de prisão. Adriana é filha do casal Villela e foi acusada de ser a mandante do crime. 

Fonte: Agência Brasil

Haddad diz que cortar benefícios tributários é combater privilégios

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou nesta terça-feira (14) a repercussão negativa da Medida Provisória 1303/2025, que taxou rendimentos de aplicações financeiras e apostas esportivas para compensar a revogação do decreto que aumentou do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O texto precisava ser aprovado até a quarta-feira (8) última para não perder a eficácia, mas foi retirado da pauta da Câmara dos Deputados e, com isso, caducou.

“É muito curioso que setores muito conservadores da nossa sociedade equivocadamente tratam o corte de gastos tributários como aumento de tributo e não como o fim de um privilégio. É curioso isso. Você cortar um gasto tributário no Brasil é encarado pela imprensa como um todo não como o fim de um privilégio que foi dado momentaneamente, mas como aumento de imposto. Não poderia haver equívoco maior do que isso”, disse.

“Vez ou outra, olho notícias do tipo ‘Vão tributar as bets’. Eu tenho até dificuldade de compreender a frase. Porque toda atividade econômica é tributada. Toda! Todos vocês, todos os empresários, todo mundo contribui com a sua justa parte para o orçamento público. Aí o ônus recai ao poder público, que quer corrigir uma distorção. Vão tributar as bets? Sim. Porque todos nós pagamos tributos. E, quando alguém escapa, isso faz recair sobre toda a sociedade o que está sendo desonerado de um determinado setor”, afirmou.

Durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), Haddad avaliou que programas de renúncia fiscal “não podem ser eternos, a não ser em casos muitos específicos”. 

“Vou dar um exemplo típico. As santas casas, que sabemos que são entidades filantrópicas que não pagam determinados tributos, isso está na Constituição. O constituinte colocou lá na Constituição porque sabia da necessidade para o SUS [Sistema Único de Saúde] do complemento dessas entidades”, explicou, acrescentando, porém, que “não há nada mais pernicioso do que tratar isso [cobrança de tributos de bets] como aumento de tributo”. 

“Isso [cobrar das bets] não é aumento de tributo. Estamos protegendo a sociedade de grupos de interesse privilegiados que querem tornar perene, querem perenizar aquilo que foi feito conjunturalmente por uma determinada situação. Esse projeto [MP] tem esse mérito. É um projeto que ataca a desigualdade. É isso que ele visa. Ele começa a corrigir a desigualdade produzida pelo próprio Estado”.

Fonte: Agência Brasil