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“Estado tem que chegar aos mais pobres”, diz Lula em evento em MG

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta (11), que as políticas públicas promovidas pelo Estado devam chegar até os mais pobres, onde eles estiverem. Ele participou da abertura da Caravana Federativa em Belo Horizonte, uma iniciativa do governo federal para atender serviços necessários aos municípios. 

“Nós temos que nos indignar com as desigualdades”, disse o presidente. Lula explicou que o objetivo da caravana é realizar integração de serviços dos entes federativos. Ele exemplificou que os prefeitos devem solicitar que as ações cheguem onde mais é necessário. 

“Nós temos estrutura de procurar as pessoas para cuidar delas. E é isso que nós estamos fazendo”, garantiu Lula.

O presidente defendeu que é necessário fazer a caravana porque a política pública deve ir até o povo. “Não vamos esperar que uma pessoa que não tem dente, no Vale do Jequitinhonha, no Vale do Mucuri, tenha tempo de tomar um banho, sair de casa e ir à cidade ao dentista”, argumentou. 

Centro de radioterapia

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também no evento, chamou atenção para a importância da inauguração de mais um centro de radioterapia na cidade de Itabira (MG), que vai ampliar a oferta de tratamento oncológico no Sistema Único de Saúde (SUS) nesta quinta-feira (11). A unidade foi financiada pelo governo federal, por meio do Novo PAC.

O investimento na sala de radioterapia do Hospital Nossa Senhora das Dores foi de R$ 13,9 milhões, entre obras e equipamentos. Os centros são equipados com acelerador linear e outras tecnologias de ponta para o tratamento do câncer.

Foram inaugurados centros também no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (Goiânia); no Hospital Geral Tarquínio Lopes Filho (São Luís – MA); na Santa Casa de Misericórdia de Marília (SP); e no Hospital Maternidade São José (Colatina – ES). Juntos, esses investimentos ultrapassam R$ 53,7 milhões.

O ministro disse que o Estado contará também com carreta para fazer tomografia para resolver problemas de filas de exame. A carreta da saúde da mulher contará com ultrassom, exame de colo de útero, mamografia e biópsia de câncer. 

Ele destacou ainda a entrega de 32 novas unidades de saúde bucal. “Agora a unidade móvel vai até a área rural e até a periferia da cidade”, ressaltou.

No evento, a ministra das relações institucionais, Gleisi Hoffmann, disse que a caravana é uma política interministerial. “Ninguém governa sozinho, nós precisamos nos ajudar para governar o Brasil (…) independente de partido político ou de posição, nós temos um compromisso com a população e temos que fazer essas entregas”.

Ações

Em Minas Gerais, segundo o governo federal, a ação vai oferecer atendimento e suporte técnico por meio dos balcões de ministérios e órgãos federais, além de oficinas temáticas voltadas à qualificação de gestores municipais e estaduais. 

Estão previstos diálogos promovidos por diferentes ministérios, incluindo programas e projetos estruturantes do governo para o Estado, a participação das mulheres nos espaços de poder e ações federais para reparação do crime ambiental na bacia do Rio Doce e no litoral norte capixaba. 

A caravana, desde 2023, contemplou os Estados da Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins, Maranhão, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Amapá, Piauí e Pará.

Pobres no orçamento

O presidente Lula argumentou que os pobres, costumeiramente, são tratados como se fossem “invisíveis”. Ele criticou que na elaboração do orçamento da União, os pobres “não aparecem” porque já existe uma estrutura formatada para distribuir os recursos. “Nós tivemos que começar a mudar alguns padrões”, afirmou Lula.  

No evento, ainda, Lula manifestou preocupação com a tensão entre Venezuela e Estados Unidos. Ele disse que manifestou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que não deseja uma guerra na América Latina.

“Eu falei que acredito mais no poder da palavra do que no poder da arma”.

Mais uma vez, também, o presidente repudiou os casos de violência contra a mulher e feminicídios no País. “Se a gente não mudar o nosso processo de educação, não adianta fazer lei aumentando pena, criar pena de morte. Não adianta aumentar para 80 anos”.

Fonte: Agência Brasil

Megaoperação combate grupo que traficava drogas a partir de SP

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A Polícia Civil de São Paulo prendeu dez suspeitos ligados a uma organização criminosa que atuava a partir de São Paulo e mantinha conexão direta com o tráfico de drogas na Bahia.

As prisões foram feitas em diferentes estados com apreensão de drogas, veículos e eletrônicos. Também foram bloqueados R$ 100 milhões pertencentes aos investigados. Em todo o país, foram 46 pessoas detidas.

“A organização criminosa estruturava todo o fluxo financeiro do tráfico por meio de empresas de fachada, comerciantes usados como laranjas, para movimentar grandes quantias em contas bancárias. O bando paulista atuava com distribuição de drogas, articulação de viagens ao exterior como parte do esquema”, afirmou a Polícia Civil da Bahia, que conduziu as investigações.

Na capital paulista, os mandados foram cumpridos na Vila Antônio, na zona leste, onde dois investigados foram localizados e tiveram celulares e um notebook apreendidos. Em Parelheiros, na zona sul, os agentes encontraram um veículo com sinais identificadores adulterados, o que levou à prisão em flagrante de uma pessoa e à apreensão de dois veículos.

Em um hotel na Barra Funda, a Polícia Civil localizou um dos alvos da investigação. A partir dessa abordagem, outras cinco pessoas foram flagradas com malas de fundo falso, contendo cerca de 9,8 quilos de cocaína, além de celulares, cartões bancários, relógio, balança de precisão e materiais usados para o preparo e transporte da droga.

Em Sumaré, no interior paulista, também foram cumpridos mandados em um apartamento ligado ao bando, onde foram recolhidos um notebook, um caderno com anotações, um capacete e uma moto utilizada na logística da quadrilha.

Fonte: Agência Brasil

Denunciados por atentado à bomba em Brasília podem se tornar réus

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (12) para que se tornem réus os três homens denunciados pelo fracassado atentado à bomba próximo ao Aeroporto Internacional de Brasília, em 24 de dezembro de 2022. 

George Washington de Oliveira Souza, Alan Diego dos Santos Rodrigues e Wellington Macedo de Souza foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de associação criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado e atentado contra a segurança de transporte aéreo.

Na avaliação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, o atentado fez parte de um plano maior para dar um golpe de Estado, pelo qual centenas de pessoas já foram condenadas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, considerado culpado por liderar o complô. 

O trio, contudo, já foi condenado pela Justiça do Distrito Federal por outros crimes relacionados ao episódio da bomba no aeroporto, como explosão, incêndio criminoso, posse de arma de fogo sem autorização e confecção de artefato explosivo. 

Os três encontram-se em prisão preventiva, por força de decisão de Alexandre de Moraes, para proteção da ordem pública diante da gravidade dos atos investigados. 

“Os meios elegidos foram suficientes para caracterizar grave ameaça, por anunciar catástrofe coletiva com recado persuasivo. Firmada essas premissas, há necessidade de acautelar a ordem pública”, justificou ao decretar a prisão. 

O julgamento sobre o recebimento ou não da nova denúncia contra os três acusados ocorre em sessão virtual da Primeira Turma do Supremo. Os demais ministros do colegiado – Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin – têm até 19 de dezembro para votar. 

A Agência Brasil busca contato com a defesa dos acusados e está aberta à manifestações.

Atentado

Segundo a investigação policial, George Washington veio do Pará para Brasília, onde se juntou às manifestações de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

No acampamento de bolsonaristas montado em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, o empresário se juntou a Alan Diego dos Santos Rodrigues e Wellington Macedo de Souza, com quem planejou o atentado a bomba, de acordo com o relatório da Polícia Civil do DF sobre o caso.

Ainda segundo as investigações, os três pretendiam causar um episódio de grande comoção social. A ideia seria precipitar uma intervenção militar no país. De início, pensaram em explodir alguma instalação elétrica, mas de última hora resolveram instalar o explosivo junto a um caminhão de querosene estacionado perto do aeroporto, diz o relato policial.

George Washington foi condenado como sendo o responsável pela fabricação da bomba, cuja explosão falhou. Ele foi preso ainda no dia do atentado.

Fonte: Agência Brasil

Deputados de SC proíbem cotas raciais em universidades estaduais

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A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) aprovou projeto de lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais. A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros.

O Projeto 753/2025, de autoria do deputado Alex Brasil (PL), não cita textualmente cotas raciais, mas não as inclui nas reservas de vagas que ficam autorizadas.

“Ficam excluídas dessa proibição as reservas de vagas a pessoas com deficiência (PCD), a reserva baseada em critérios exclusivamente econômicos e a de estudantes oriundos de instituições estaduais públicas de ensino médio”.

A proibição de outras cotas se aplica também a instituições que recebem verbas públicas no âmbito do estado.

Uma das instituições afetadas pelo texto é a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que tem cerca de 14 mil alunos distribuídos em mais de 60 cursos de graduação e em mais de 50 mestrados e doutorados.

Projeto

O projeto impõe multa de R$ 100 mil para editais que não respeitarem a vedação e o procedimento administrativo disciplinar contra agentes públicos por ofensa ao princípio da legalidade.

Na justificativa da matéria, o deputado Alex Brasil afirma que a adoção de cotas fundadas em outros critérios, que não o estritamente econômico ou de origem estudantil em escolas públicas, “suscita controvérsias jurídicas e pode colidir com os princípios da isonomia e da impessoalidade, ao criar distinções que não necessariamente refletem situações de desvantagem”.

Antes da votação, o autor criticou o surgimento de outros tipos de ação afirmativa, como população transsexual e refugiados. “Cotas para tudo que é coisa que se imaginar”.

“O mérito daquela pessoa que precisa estudar, que precisa realmente se dedicar para conseguir uma vaga, estava sendo deixado de lado”, disse.

Na visão do deputado, o projeto de lei valoriza quem realmente precisa de cota.

“Pode ser filho de pai negro, pode ser filho de pai branco”, completou.

Votação simbólica

A votação do projeto de lei no plenário da Alesc ocorreu de forma simbólica, ou seja, sem registro dos votos no painel de votação. Mas a mesa diretora da Casa citou nominalmente os sete deputados que se opuseram à matéria:

Padre Pedro Baldissera (PT)

Fabiano da Luz (PT)

Neodi Saretta (PT)

Marquito (Psol)

Dr. Vicente Caropreso (PSDB)

Paulinha (Podemos)

Rodrigo Minotto (PDT)

A Alesc tem 40 parlamentares. Dois não estavam presentes no plenário.

Oposição

Em discurso, o deputado Fabiano da Luz afirmou que o projeto de lei não promove justiça ou igualdade, “mas sim um apagamento”.

“As cotas raciais não são privilégios, são instrumentos de uma correção da desigualdade histórica profunda que ainda estrutura o Brasil e que, infelizmente, prova que também estrutura Santa Catarina”, declarou.

De acordo com o Censo 2022, pretos e pardos representam 55,5% da população. No caso de Santa Catarina, os dois grupos somam 23,3%. 

O petista lembrou que pessoas negras (pretos e pardos) recebem cerca de 40% menos que as brancas.

“Há ampla base científica mostrando que raça e renda operam juntas, como fatores de exclusão, inclusive no acesso ao ensino superior”.

Segundo ele, “fingir que isso não existe é escolher a cegueira institucional”.

Fabiano da Luz considera que o projeto de lei é “retrógrado e envergonha Santa Catarina” e levantou dúvidas sobre a constitucionalidade da matéria.

“Vai ser tema de ação judicial e vai ser feio esta Casa ter mais uma vez na Justiça um projeto anulado pela inconstitucionalidade”.

Para passar a valer, o projeto precisa ser sancionado pelo governador Jorginho Mello, do PL, mesmo partido do autor da proposta.

A Agência Brasil pediu comentários sobre o posicionamento do governador, mas não recebeu retorno até a conclusão da reportagem.

OAB/SC 

A Ordem dos Advogados do Brasil seccional Santa Catarina (OAB/SC) informou que fará uma análise técnico-jurídica da proposta aprovada.

O objetivo, segundo a instituição, é verificar a constitucionalidade da proposição e eventuais medidas a serem adotadas, “se for o caso”, considerando a possibilidade de que a legislação seja sancionada pelo governador.

A instituição considera que as cotas afirmativas não configuram discriminação.

“Ao contrário, representam um dever do Estado na promoção da efetiva igualdade e no enfrentamento das desigualdades históricas – resultantes, no caso da questão racial, de séculos de escravização”, diz a nota enviada à Agência Brasil.

A OAB-SC informou que a análise também discutirá a autonomia da instituição de ensino para regular políticas de acesso, seja para estudantes ou corpo docente e técnico-administrativo.

Âmbito federal

A proibição de cotas não vale para instituições federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

No âmbito federal vigora a Lei de Cotas, com reserva de vaga para minorias. Em alguns estados, como no Rio de Janeiro, há leis específicas para universidades estaduais.

Estudos apontam que a política de cotas transformou um dos espaços mais elitizados da sociedade brasileira, a universidade, democratizando o acesso.

Em julgamento no ano de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF), Corte máxima da Justiça no país, decidiu pela constitucionalidade da política de cotas para negros e indígenas nas universidades. 

“A regra tem o objetivo de superar distorções sociais históricas, com base no direito à igualdade material e no princípio da proporcionalidade”, diz o resultado do julgamento.

*Matéria ampliada às 15h53 para inclusão do posicionamento da OAB-SC

Fonte: Agência Brasil

Bruno Oliveira Recebe Título de Cidadão Benemérito por Impacto Estratégico na Gestão do SIA

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) concedeu, quinta-feira dia 11 de dezembro o Título de Cidadão Benemérito ao administrador do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Bruno Oliveira. A honraria, uma das mais tradicionais do Legislativo local, reconhece personalidades que contribuem de forma expressiva para o desenvolvimento econômico, social e institucional do Distrito Federal. No caso de Bruno, o título reafirma o comprometimento com a gestão pública, e mais recentemente, o impacto de sua gestão à frente de uma das regiões mais estratégicas para Brasília.

A cerimônia foi marcada por momentos de forte emoção. Bruno Oliveira recebeu familiares, amigos, autoridades e empresários que fizeram questão de prestigiar sua trajetória. Entre eles, esteve presente o deputado distrital Thiago Manzoni, um dos principais entusiastas do reconhecimento ao administrador. Em discurso, Manzoni destacou que o SIA se transformou nos últimos anos graças à liderança ativa e ao comprometimento de Bruno com o setor produtivo e com a melhoria dos serviços prestados à comunidade. Cabe ressaltar que a honraria foi proposta pelo Dep. Roberio Negreiros, mas entregue pelo o amigo de infância.

O plenário da CLDF reuniu ainda outras lideranças políticas, representantes de entidades empresariais, servidores e moradores da região. Amigos e empresários ressaltaram que a atuação de Bruno tem fortalecido o ambiente de negócios do SIA, promovendo organização urbana, avanços em infraestrutura, regularização de áreas e aproximação efetiva entre governo e iniciativa privada. Além disso, citaram o coração generoso do homenageado, que tanto faz para as pessoas carentes, como o pequeno Miguel, que foi correndo para abraça-lo no seu discurso.

Em seu discurso, visivelmente emocionado, Bruno agradeceu ao deputado Thiago Manzoni pela entrega do título e pela parceria constante. Agradeceu também à família, aos servidores da administração e aos empresários da região. Ele afirmou que a homenagem representa não apenas um reconhecimento pessoal, mas também um estímulo para continuar trabalhando por um DF melhor e justo. “Recebo este título com gratidão e responsabilidade. É um incentivo para seguir comprometido com o desenvolvimento da nossa região e com todos que acreditam no potencial do SIA como um polo estratégico para Brasília”, disse. Para encerrar, Bruno citou um versículo bíblico: “o temor do Senhor conduz à sabedoria, e a humildade precede a honra”, e pediu um cântico de louvor, que emocionou a todos presentes.

Ao conceder o Título de Cidadão Benemérito, a CLDF reforça o seu legado e sua importância para o Distrito Federal. A homenagem celebra não só a trajetória de Bruno Oliveira, mas também o papel decisivo de lideranças como o deputado Thiago Manzoni, que buscam fortalecer políticas e ações voltadas ao desenvolvimento regional.

Alan Rick recebe o Prêmio Excelência Parlamentar pelo 4º ano consecutivo e se mantém entre os melhores parlamentares do país

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O senador Alan Rick (Republicanos-AC) recebeu, nesta quarta-feira (10), em Brasília, o Prêmio Excelência Parlamentar 2025, concedido pelo Ranking dos Políticos. Esta é a quarta vez consecutiva que o parlamentar figura entre os mais bem avaliados do país — a primeira em 2022, ainda como deputado federal, e as demais em 2023, 2024 e 2025, já no Senado. Na edição deste ano, ele se destaca como o melhor senador do Acre e integra o grupo dos 18 senadores com melhor desempenho nacional, reforçando seu protagonismo em pautas estruturantes para o Brasil, especialmente para o Acre e para a Amazônia.

O reconhecimento é baseado em critérios objetivos que avaliam combate à corrupção, rejeição a privilégios, uso responsável dos recursos públicos e eficiência legislativa, consolidando o Ranking dos Políticos como uma das análises independentes mais respeitadas do país. A atuação de Alan Rick ao longo do mandato tem refletido com precisão esses parâmetros, resultando em entregas legislativas de impacto nacional.

Entre os avanços recentes, o senador foi relator do PL 2874/2019, que originou a Lei nº 15.224, de 2025, responsável por instituir a Política Nacional de Combate à Perda e ao Desperdício de Alimentos. A lei garante segurança jurídica aos doadores e fortalece ações de enfrentamento à fome, tornando o Brasil referência na regulamentação do tema. Também é autor do PL 2708/2024, convertido na Lei nº 15.227, de 2025, que assegura prioridade no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) a municípios em situação de emergência ou calamidade pública.

Ao receber o prêmio, Alan Rick também lembrou conquistas dos anos anteriores que contribuíram para sua trajetória no Ranking. No campo do turismo e da conectividade, destacou sua atuação na nova Lei Geral do Turismo, como autor da proposta que incluiu uma política de subsídio aéreo para a Amazônia Legal, medida destinada a reduzir o preço das passagens e ampliar a integração regional. Na agenda econômica, ressaltou a relatoria do PL 3817/2024, que moderniza as práticas tributárias brasileiras e fortalece a competitividade das empresas, com potencial para gerar emprego e renda em todo o país.

O senador citou ainda seu trabalho à frente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, quando foi determinante para destravar e aprovar na CRA o marco temporal de 5 de outubro de 1988 para demarcações indígenas, no âmbito do PL 2903/2023 — um passo decisivo que recolocou o tema no centro do debate nacional. Nesta terça, 9, o Senado voltou ao tema e aprovou a PEC do Marco Temporal que agora segue para análise na Câmara dos Deputados.

Para ele, o reconhecimento reafirma a importância de manter um mandato firme e comprometido. “Receber este título de Excelência Parlamentar 2025 é uma grande honra. A verdadeira excelência na política nasce do trabalho incansável e do foco total nas pessoas que representamos, lá no Acre e em toda a nossa Amazônia. Nossas pautas são compromissos permanentes e pilares que precisam ser tratados com a seriedade que nosso povo merece, para garantir um futuro de dignidade”, afirmou.

A nova premiação consolida Alan Rick entre os parlamentares de maior relevância do país, somando consistência legislativa, postura técnica e compromisso permanente com a população acreana 

O VASCO E O FLAMENGO (12.12.25)

Luiz Carlos Costa
Juvenal conta uma história interessante sobre a sua mãe, Dona Elsa, que completaria, nesse 12 de dezembro, 105 anos. Na sua juventude, ao conhecer um rapaz bonito, alto, olhos verdes, alegre, remador do flamengo, declarou-se como rubro-negra, mas não sabia que ele era, na verdade, vascaíno. Ao conhecer a verdade, trocou imediatamente de time – ele mais tarde foi para a equipe de remadores do Vasco – e viveram felizes por mais de 60 anos de casamento. Dona Elsa descansa no céu ao lado de Seu Luiz, o vascaíno pai de Juvenal, com certeza felizes com a vitória do Vasco contra o Fluminense ontem à noite.

UM GRANDE CONSELHEIRO. (11.12.25)

Luiz Carlos Costa
Juvenal, meu alter ego diz que a indicação de Flávio Bolsonaro como candidato a Presidência da República ganha novos contornos quando a 1ª. pesquisa sobre o assunto aponta um empate técnico entre Flávio e Lula. O fato não é tão surpreendente porque tirando aquele grupo de petistas que são doentes, que não pensam e não dão bola pelo que acontece no país por cima dos panos e teimam em não imaginar o que pode estar acontecendo por debaixo dos panos ou nos segredos dos 100 anos, os mais atentos sabem que o Senador Flávio tem, além de suas qualidades, um enorme conselheiro ao seu lado: seu próprio pai. E o Senador Flávio foi muito feliz no seu primeiro pronunciamento: “VOCÊS NÃO IRÃO ESCOLHER UMA PESSOA. VOCÊS IRÃO ESCOLHER UM CAMINHO.”

Caio Bonfim e Maria Clara Pacheco vencem Prêmio Brasil Olímpico

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A noite de gala do esporte brasileiro teve Caio Bonfim e Maria Clara Pacheco como protagonistas. Eles foram eleitos, nesta quinta-feira (11), os melhores atletas masculino e feminino do ano, respectivamente, no Prêmio Brasil Olímpico. A edição 2025 do evento foi realizada na Cidade das Artes, que fica na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

Ganhador do prêmio em 2024, Caio voltou a ser contemplado na cerimônia graças à medalha de ouro no Campeonato Mundial de Atletismo, realizado em Tóquio (Japão) na prova de 20 quilômetros (km) da marcha atlética. Ele ainda levou a prata nos 35 km. Mãe do marchador, Gianetti Bonfim também foi laureada no evento, escolhida como melhor treinadora do ano.

Maria Clara, por sua vez, foi campeã mundial de taekwondo em Wuxi (China) na categoria até 57 quilos (kg), repetindo o feito de Natália Falavigna após 20 anos. Ela também finalizou a temporada como a número um de sua categoria no ranking.

O evento deste ano também consagrou, pela primeira vez, dois vencedores no prêmio de Atleta da Torcida – um masculino, outro feminino. A votação on-line, realizada através do site do Comitê Olímpico do Brasil (COB), elegeu o tenista João Fonseca e a ponteira Gabi Guimarães, do vôlei, respectivamente.

A edição de 2025 teve a criação de novos prêmios: Melhor Clube, Destaques dos Jogos da Juventude (masculino, feminino e delegações) e dos Jogos Pan-Americanos Júnior e Medalha Vanderlei Cordeiro de Lima. Este último, criado para reconhecer espírito e valores olímpicos, foi dado à equipe de remadores que, mesmo com um dos remos quebrado, conquistou a medalha de bronze no Pan Júnior na prova do Quatro Sem (quatro atletas no barco que competem sem timoneiro). O quarteto foi formado por Andrei Alves, Diogo Gonçalves, Kayki Siqueira e Miguel Marques.

Um dos prêmios mais tradicionais da cerimônia, o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, foi dado ao velejador Robert Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas, sendo duas de ouro. A honraria presta reverência a ídolos do esporte brasileiro. Já o troféu de Atleta Revelação em 2025 ficou com Rebeca Lima, que foi campeã mundial de boxe na categoria até 60 quilos.

Vencedores do Prêmio Brasil Olímpico em 2025

Atleta do Ano – Feminino: Maria Clara Pacheco, do taekwondo
Atleta do Ano – Masculino: Caio Bonfim, do atletismo
Equipe do ano: Ginástica Rítmica – Conjunto (Nicole Pircio, Paula Caminha, Duda Arakaki, Sofia Madeira e Mariana Gonçalves)
Melhor Treinadora: Gianetti Bonfim, do atletismo
Melhor Treinador: Diego Guimarães Ribeiro, do taekwondo
Troféu Adhemar Ferreira da Silva: Robert Scheidt, da vela
Medalha Vanderlei Cordeiro de Lima: Remadores do Quatro Sem do Pan Júnior (Andrei Alves, Diogo Gonçalves, Kayki Siqueira e Miguel Marques)
Atleta da Torcida – Feminino: Gabi Guimarães, do vôlei
Atleta da Torcida – Masculino: João Fonseca, do tênis
Atleta Revelação: Rebeca Lima, do boxe
Destaque Jogos Pan-Americanos Júnior: Stefanie Balduccini, da natação
Destaque Jogos da Juventude – Feminino: Clarisse Rocha Valim, do judô
Destaque Jogos da Juventude – Masculino: Davi Souza de Lima, do atletismo
Destaque Jogos da Juventude – Delegação: São Paulo (1º), Rio de Janeiro (2º) e Paraná (3º)
Melhor Clube: Esporte Clube Pinheiros
Águas Abertas: Ana Marcela Cunha
Atletismo: Caio Bonfim
Badminton: Juliana Viana
Basquete 3×3: Gabriela Guimarães
Basquete: Yago Mateus
Beisebol: Victor Coutinho
Boxe: Rebeca Lima
Canoagem Slalom: Ana Sátila
Canoagem Velocidade: Jacky Godmann e Gabriel Assunção
Ciclismo BMX Freestyle: Gustavo Bala Loka
Ciclismo BMX Racing: Paola Reis
Ciclismo de Estrada: Tota Magalhães
Ciclismo Mountain Bike: Ulan Galinski
Ciclismo Pista: João Vitor da Silva
Críquete: Laura Cardoso
Desportos na Neve: Lucas Pinheiro Braathen (esqui alpino)
Desportos no Gelo: Nicole Silveira (skeleton)
Escalada: Anja Köhler
Esgrima: Isabela Carvalho
Flag Football: Karol Souza
Futebol: Marta
Ginástica Artística: Flávia Saraiva
Ginástica de Trampolim: Camilla Gomes
Ginástica Rítmica: Nicole Pircio, Paula Caminha, Duda Arakaki, Sofia Madeira e Mariana Gonçalves
Golfe: Fred Biondi
Handebol: Bruna de Paula
Hipismo – Adestramento: João Victor Oliva
Hipismo – Concurso Completo de Equitação (CCE): Marcio Jorge
Hipismo – Saltos: Stephan Barcha
Hóquei sobre Grama: Yuri Van Der Heijden
Judô: Daniel Cargnin
Lacrosse: Titus Chapman
Levantamento de Peso: Laura Amaro
Nado Artístico: Gabriela Regly
Natação: Guilherme Caribé
Pentatlo Moderno: Jhon Xavier
Polo Aquático: João Fernandes
Remo: Beatriz Tavares
Remo Costal: David Faria de Souza
Rugby: Thalia Costa
Saltos Ornamentais: Anna Lúcia dos Santos e Luana Lira
Skate: Rayssa Leal
Softbol: Mayra Sayumi Akamine
Squash: Diego Gobbi
Surfe: Yago Dora
Taekwondo: Maria Clara Pacheco
Tênis: João Fonseca
Tênis de Mesa: Hugo Calderano
Tiro com Arco: Marcus D’Almeida
Tiro Esportivo: Felipe Wu
Triatlo: Miguel Hidalgo
Vela: Mateus Isaac
Vôlei de Praia: Carol Solberg e Rebecca
Vôlei: Gabi Guimarães
Wrestling: Pedro Henrique Rodrigues

Fonte: Agência Brasil

Câmara Legislativa presta homenagem às mulheres advogadas do DF

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A manhã desta sexta-feira (12) na Câmara Legislativa foi de homenagem às mulheres advogadas que atuam no Distrito Federal por ocasião do Dia da Mulher Advogada, que é comemorado em 15 de dezembro. Para celebrar a data, a deputada Jaqueline Silva (MDB) realizou sessão solene no auditório da Casa, com a presença das homenageadas. 

“Hoje esta Casa reconhece a atuação de todas as advogadas de Brasília. Enquanto eu aqui estiver como deputada, quero ser a voz de todas essas profissionais. Quando fortalecemos a atuação de nossas mulheres advogadas, todas nós saímos fortalecidas”, afirmou a deputada na abertura da solenidade. 

A solenidade contou também com a presença da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, que prestigiou o evento e discursou em defesa da advocacia feminina. “Eu também sou advogada. Busquei o curso de direito para melhor representar a população do Distrito Federal. É importante que as advogadas militem e cobrem mais mulheres nos tribunais superiores. É importante porque o nosso olhar é diferente. É importante que essas mulheres que estão aqui hoje possam ser o que querem ser, advogadas respeitadas e atuantes”, destacou a vice-governadora.

 

Foto: Ângelo Pignaton/Agência CLDF

A ex-presidente da OAB-DF, Estefânia Viveiros, discorreu sobre sua atuação na entidade e cobrou mais oportunidades para as mulheres advogadas. “Agradeço a todas as mulheres advogadas que lutaram e ergueram a bandeira do respeito, da cordialidade, do companheirismo e da sororidade. Tive a honra indescritível de ser a primeira mulher a presidir a OAB-DF. Na época eu tinha 31 anos de idade. Mas já se passaram 65 anos de história da OAB-DF e até hoje somente uma mulher presidiu a instituição”, observou. 

Para a diretora da Mulher da OAB-DF, Nildete Santana, é preciso lutar por mais participação política das mulheres. “As mulheres sofrem preconceitos e discriminações quando recebem menos que os homens. Precisamos de garantias de cadeiras no parlamento para as mulheres defenderem a nossa pauta. A Constituição de 1988 garantiu o direito à creche e tantos outros porque havia uma bancada do batom no Congresso Nacional, formada por 20 e poucas mulheres. Continuamos precisando de mulheres nos espaços de poder”, afirmou. 

O presidente da OAB-DF, Paulo Maurício, adiantou que a instituição vai atuar para garantir a participação política das mulheres nas próximas eleições. “Hoje as mulheres são apenas um sexto dos parlamentares desta Casa. Precisamos de paridade também no parlamento. Não pode mais haver violência política pelos partidos e nem candidaturas falsas de mulheres. Queremos que as mulheres possam concorrer nas próximas eleições com igualdade de forças. Teremos um observatório na OAB-DF para garantir que isso ocorra e quero que cobrem isso de nós”, garantiu. 

Sthefany Vilar, presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB-DF, ressaltou o papel da mulher advogada na construção de uma sociedade mais igualitária. “Hoje somos mais de 24 mil advogadas, mas ainda precisamos ecoar nossa voz para muitas outras mulheres. Quando uma advogada ergue a voz, a justiça se torna mais justa. Quando uma advogada transforma sua dor em pauta e seu trabalho em serviço, toda a sociedade avança”, destacou. 

A sensibilidade das mulheres foi destacada pela presidente do Instituto dos Advogados do DF, Jaqueline Domenico. “Quando uma mulher ocupa um espaço de poder, todas avançam junto. Nossa sensibilidade, que por muito tempo foi vista como fragilidade, é na verdade uma ferramenta poderosa para construir pontes e atuar de forma mais humana”, destacou Jaqueline. 

A presidente da Caixa de Assistência da OAB-DF, Lenda Tariana, lamentou o número de casos de violência contra mulheres advogadas. “Eu choro muito ao perceber que o maior auxílio concedido em 2025 é o auxílio à advogada vítima de violência doméstica. Somos agredidas por aqueles que disseram um dia nos amar. Os passos que nós damos são invisíveis, mas as transformações que fazemos no mundo são visíveis e necessárias”, afirmou. 

A vice-presidente da OAB-DF, Roberta Queiroz, ressaltou a necessidade de mais empenho no combate à violência contra a mulher. “Temos que trabalhar ainda mais para coibir e acabar a violência contra a mulher. Devemos refletir sobre nosso papel e a construção nos locais onde atuamos. Precisamos continuar lutando unidas em nosso propósito”, convocou. 

Representando a Defensoria Pública do DF, a promotora Rafaela Mitre refletiu sobre o papel da mulher advogada na garantia de direitos. “É necessário refletir sobre um sistema de justiça que desrespeita as prerrogativas das mulheres advogadas. Muito antes de ser uma carreira, o espaço da advogada era um espaço de luta. O direito foi utilizado para perpetuar desigualdades. Cerca de 80% das mulheres advogadas relatam já terem sofrido algum tipo de violência nos processos. A defensoria está aqui para fazer valer o direito das mulheres”, disse a promotora. Ao final da solenidade, foram entregues certificados de reconhecimento às advogadas que se destacaram no fortalecimento da advocacia feminina no Distrito Federal. 

 

 

Fonte: Agência CLDF