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Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 52 milhões

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 3.006 da Mega-Sena, realizado neste sábado (8). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 52 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 25 – 42 – 45 – 48 – 50 – 60

  • 39 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 59.801,78 cada
  • 2.904 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.323,82 cada

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Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de terça-feira (12), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

 

 


Fonte: Agência Brasil

PM desocupa estudantes da reitoria da USP

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A Polícia Militar (PM) fez, na madrugada deste domingo (10), a desocupação do saguão da Reitoria da Universidade de São Paulo (USP), ocupado por aproximadamente 150 pessoas desde a última quinta-feira (7). Cerca de 50 policiais participaram da ação. Segundo a PM, não houve feridos.

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da USP informou que houve seis feridos levados para a UPA Rio Pequeno. Dois já foram liberados e quatro continuam internados, sendo que um deles teve o nariz fraturado. Segundo o DCE, os policiais usaram bombas de efeito moral, gás lacrimogênio e cassetetes que feriram os estudantes.

A PM disse que quatro pessoas foram levadas ao 7º Distrito Policial, onde foi registrado boletim de ocorrência por dano ao patrimônio público e alteração de limites. Após a qualificação, elas foram liberadas.

Após a desocupação, uma vistoria no espaço constatou os danos ao patrimônio público, entre eles a derrubada do portão de acesso, portas de vidro quebradas, carteiras escolares danificadas, mesas avariadas e danos à catraca de entrada, afirmou a corporação.

Ainda segundo a PM, no local, também foram apreendidos entorpecentes, armas brancas e objetos contundentes, como facas, canivetes, estiletes, bastões e porretes.

A Polícia Militar ressalta que eventuais denúncias de excesso serão rigorosamente apuradas. O policiamento segue no local para garantir a ordem pública e a integridade do patrimônio público.

Os estudantes fizeram a paralisação para reivindicar aumento no valor pago pelo Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil, melhorias nas moradias estudantis e também nos restaurantes universitários, conhecidos como bandejões.

Fonte: Agência Brasil

Desinformação sobre PL da Misoginia cresce nas redes, diz estudo

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O chamado Projeto de Lei da Misoginia se transformou em alvo de uma ofensiva de desinformação nas redes sociais, coordenada por políticos de direita, segundo levantamento do Observatório Lupa. O estudo identificou narrativas falsas, teorias conspiratórias e conteúdos produzidos com inteligência artificial para atacar o PL aprovado pelo Senado em março deste ano.

Entre os dias 24 de março e 30 de abril de 2026, os pesquisadores coletaram mais de 289 mil publicações no X sobre o tema. Também foram analisados 6,3 mil posts no Facebook, 2,9 mil no Instagram e mil no Threads.

A partir desse conjunto de dados, o observatório identificou “picos de desinformação, tendências narrativas e padrões de comportamento” nas plataformas digitais. O projeto em discussão no Congresso é o PL 896/2023, que define misoginia como “a conduta que exterioriza ódio ou aversão às mulheres”.

Caso seja aprovado pela Câmara sem alterações, o texto passará a incluir a “condição de mulher” na Lei do Racismo (Lei 7.716/1989), prevendo pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa, para práticas enquadradas como misóginas.

Segundo a Lupa, o principal pico de engajamento da campanha de desinformação ocorreu em 25 de março, um dia após a aprovação da proposta no Senado, impulsionado por um vídeo publicado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

O parlamentar associou ao PL da Misoginia trechos de outro projeto de lei, o PL 4224/2024, da senadora Ana Paula Lobato, que tratava da Política Nacional de Combate à Misoginia, mas que não fazia parte do texto aprovado no Senado.

De acordo com o levantamento, a publicação alcançou ao menos 751 mil visualizações em apenas 24 horas. Posteriormente, o vídeo foi apagado e republicado sem o trecho relacionado ao outro projeto.

O estudo também aponta que uma das principais narrativas disseminadas nas redes foi a de que o projeto restringiria a liberdade de expressão e poderia ser utilizado para “perseguir a direita”.

Outra linha recorrente de desinformação afirmava que perguntar a uma mulher se ela estava com TPM poderia levar alguém à prisão.

“As publicações mais virais sobre o PL da Misoginia têm explorado, sobretudo, o medo como motor de engajamento”, afirma o relatório.

 Segundo os pesquisadores, conteúdos falsos sugeriam ainda que a proposta provocaria “demissões em massa” de mulheres ou criminalizaria trechos da Bíblia. A pesquisa identificou o uso de inteligência artificial para criar vídeos falsos sobre supostas consequências da proposta. Um dos exemplos citados envolve publicações alegando que empresários teriam começado a demitir mulheres para evitar processos relacionados à futura legislação.

Entre os atores mais influentes na circulação desses conteúdos aparecem, além de Nikolas Ferreira, o senador Flávio Bolsonaro (PL), o vereador paulistano Lucas Pavanato (PL), o comentarista político Caio Coppola e a influenciadora Babi Mendes. O relatório destaca o crescimento de termos associados à cultura misógina “redpill”, que retrata o projeto como uma ameaça aos homens.

Também foram identificadas menções recorrentes a aplicativos de transporte, em tom irônico, sugerindo medo de acusações falsas em interações cotidianas.

Para os pesquisadores, as postagens ignoram um ponto central do projeto: a misoginia, no escopo da proposta, está relacionada a práticas discriminatórias que gerem “constrangimento, humilhação, medo ou exposição indevida” em razão do gênero.

“Ao ignorar esse contexto, as postagens distorcem o debate e ampliam a desinformação”, conclui o estudo.

Fonte: Agência Brasil

Produção de veículos cresce 2,4% em abril, diz Anfavea

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Com dois dias úteis a menos devido a feriados, a produção de veículos no Brasil no mês de abril não repetiu os bons números de março. Mesmo assim, a produção apresentou crescimento na comparação anual, o que demonstra, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) que o mercado está em recuperação contínua.

Em abril, a produção registrou crescimento de 2,4% em comparação ao mesmo mês de 2025 e teve uma queda de 9,5% ante março deste ano, com a produção de 238,5 mil unidades.

Com o desempenho, o setor fechou o primeiro quadrimestre com a fabricação de 872,6 mil veículos, avanço de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

“Isso está acima das projeções da Anfavea. No final do ano projetávamos 3,7% de [crescimento na] produção”, disse Igor Calvet, presidente da Anfavea, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (8).

Já em relação aos emplacamentos, o crescimento foi de 19% em relação a abril do ano passado, com 248,3 mil unidades comercializadas.

“Esse é o melhor abril dos últimos 12 anos”, comemorou o presidente da Anfavea.

Ele destacou que isso dá uma média de 12,4 mil unidades emplacadas por dia, melhor marca do ano e melhor média diária para um mês de abril desde 2014.

Quando se considera o acumulado do ano, o volume total de emplacamentos somou 873,5 mil autoveículos, com aumento significativo de 14,9% sobre os quatro primeiros meses do ano anterior.

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Exportações

Entre janeiro e abril deste ano, 142,4 mil veículos foram enviados ao exterior, o que significou um recuo de 16,9% ante o mesmo período do ano passado. Segundo a Anfavea, embora os embarques tenham crescido 8,2% em abril em relação ao mês de março, eles caíram 11,7% na comparação com o ano passado.

Isso se deve principalmente porque o mercado argentino já não em absorvendo um grande volume de produtos brasileiros.

“O mercado argentino caiu 6% no primeiro quadrimestre de 2026”, informou Calvet.

Veículos pesados

 


Sao Paulo (SP), 15/01/2026 . Coletiva do presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores)  Igor Calvet, apresentando os resultados de 2025 é projeções para 2026.
Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
Sao Paulo (SP), 15/01/2026 . Coletiva do presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores)  Igor Calvet, apresentando os resultados de 2025 é projeções para 2026.
Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Sao Paulo (SP), 15/01/2026 . Presidente da Anfavea, Igor Calvet, destacou que o resultado foi o melhor abril dos últimos 12 anos. Foto-arquivo: Paulo Pinto/Agencia Brasil – Paulo Pinto/Agência Brasil

A venda de caminhões continua em queda, no entanto, ressaltou a Anfavea, essa queda vem se reduzindo nos últimos meses. Isso é resultado do programa federal Move Brasil, que oferece juros reduzidos na troca de caminhões mais antigos.

“O Move Brasil continua ajudando, mas ainda não foi capaz de reverter a queda nas vendas. Essa segunda etapa do programa, que foi recentemente anunciada, vem sim em um bom momento e a gente espera que agora nós consigamos reverter essa queda nas vendas”, disse o presidente da Anfavea.

Em abril, foram emplacados 8,8 mil caminhões, crescimento de 0,1% em relação a março e queda de 5,8% ante abril de 2025. No acumulado do ano, os emplacamentos de caminhões somaram 30,7 mil unidades, queda de 17,2% sobre igual período.

Já os ônibus tiveram crescimento de 4,6% nos emplacamentos em relação a março, com 2.049 unidades vendidas, o que representou queda de 6,9% em relação a abril de 2025.

Elétricos

Os veículos eletrificados apresentaram um novo recorde de participação, alcançando a marca de 18,3% do total de vendas do país.

“Temos um total de 48,7 mil unidades de veículos eletrificados emplacados no Brasil no mês de abril. Nesse ritmo a Anfavea já está prevendo em torno de 420 mil a 450 mil veículos eletrificados emplacados nesse ano, o que seria um número bastante robusto”, informou Calvet.

Fonte: Agência Brasil

João Fonseca perde na estreia do Masters 1000 de Roma e é eliminado

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O brasileiro João Fonseca perdeu na estreia do Master 1000 de Roma para o sérvio Hamad Medjedovic (67º do ranking mundial) por 2 sets a 1, com parciais de 6 x 3, 3 x 6 e 6 x 7 (1/7).

Com o resultado da tarde deste sábado (9), no Foro Itálico, em Roma, o tenista de apenas 19 anos (29º do ranking mundial), que havia entrado diretamente na segunda rodada como cabeça de chave, foi eliminado do torneio.

Agora, o brasileiro começa a preparação para Roland Garros. O Grand Slam de saibro, ocorrerá de 18 de maio a 7 de junho de 2026, no Stade Roland Garros, em Paris, França.

 


Fonte: Agência Brasil

Importações de diesel da Rússia e EUA aumentam com fechamento de Ormuz

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O Brasil vêm recorrendo à Rússia e aos Estados Unidos para suprir suas necessidades de diesel, desde que as importações do combustível foram suspensas, devido ao acirramento do conflito no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz, em março. 

Segundo dados do sistema Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), a compra do combustível russo mais que dobrou em dois meses.

Em março e abril, o Brasil importou US$ 1,76 bilhão em diesel, dos quais 81,25% da Rússia (US$ 1,43 bilhão). Em segundo lugar, vêm os Estados Unidos, com 6,42% (US$ 112,92 milhões).

Ao considerar apenas abril, a participação russa é ainda maior. O Brasil comprou US$ 924 milhões de diesel do país (89,84% do total) e US$ 104,44 milhões dos Estados Unidos (10,98%). Completa a lista a importação de US$ 4.264 do Reino Unido, com participação de apenas 0,001%.

Em março, o Brasil conseguiu importar diesel do Oriente Médio, por causa de navios que haviam saído do Golfo Pérsico antes do início do conflito.

No mês retrasado, o país comprou US$ 111,89 milhões dos Emirados Árabes Unidos (15,7% do total importado em março) e US$ 99,23 milhões da Arábia Saudita (13,57%).

Em relação à Rússia, a importação de combustível mais do que duplicou. Em fevereiro, o Brasil havia comprado US$ 433,22 do país. O valor saltou para US$ 505,86 em março e aproximou-se de US$ 1 bilhão em abril.

Medidas

Para lidar com os efeitos da guerra sobre o preço do diesel aos consumidores, o governo tomou uma série de medidas. Em março, uma medida provisória concedeu R$ 10 bilhões de subsídios para a importação e a comercialização do produto.

Além disso, um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva zerou o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para o combustível, com impacto de R$ 20 bilhões sobre a arrecadação federal.

O corte dos impostos deve reduzir o valor do litro em R$ 0,32 na refinaria. Já a subvenção aos produtores e importadores deve ter impacto de mais R$ 0,32 por litro.

Segundo a equipe econômica, as perdas de recursos com as desonerações foram cobertas pelo crescimento na receita de royalties de petróleo, impulsionadas pela disparada na cotação do barril.

ICMS

Em abril, a equipe econômica criou um programa para que os estados reduzam o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o diesel importado, bancado metade pelos estados e metade pela União.

Embora o governo tenha prorrogado o prazo de adesão até a última terça-feira (5), apenas Rondônia não aderiu ao acordo.

A medida reduz o preço do litro do diesel em R$ 1,20 na bomba, com custo de R$ 4 bilhões em dois meses. Inicialmente, o Ministério da Fazenda tinha informado que esse subsídio custaria R$ 3 bilhões.

Ainda em abril, o governo anunciou uma subvenção extra de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil, com custo estimado de R$ 3 bilhões mensais.

Em ambos os casos, empresas deverão comprovar o repasse da redução ao consumidor.

 

Fonte: Agência Brasil

Planos de saúde coletivos têm reajuste médio de 9,9%, mostra ANS

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Os planos de saúde coletivos tiveram reajuste anual médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026. Essa variação é a menor em cinco anos, mas representa mais que o dobro da inflação oficial medida.

Os dados se referem aos reajustes anuais praticados pelas operadoras nos dois primeiros meses do ano e foram divulgados na sexta-feira (8) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão regulador do setor.

A última vez em que os planos coletivos – aqueles contratados por empresas, empresários individuais e associações de classe – tiveram reajuste médio menor que o do início de 2026 foi em 2021, quando subiram 6,43%.

Veja a média de reajuste dos últimos anos:

ANO REAJUSTE
2016 15,74%
2017 14,24%
2018 11,96%
2019 10,55%
2020 7,71%
2021 6,43%
2022 11,48%
2023 14,13%
2024 13,18%
2025 10,76%
2026 9,90%

Em 2021, ano de pandemia de covid-19, os planos subiram menos porque o isolamento social levou à redução na realização de consultas, exames e cirurgias eletivas (não urgentes).

Acima da inflação

Para efeito de comparação, em fevereiro de 2026, a inflação oficial – apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 3,81%.

O Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), uma organização independente, costuma criticar aumentos acima da inflação. 

A ANS, no entanto, defende que não é correto fazer comparação simples entre inflação e reajuste dos planos.

“O percentual calculado pela ANS considera aspectos como as mudanças nos preços dos produtos e serviços em saúde, bem como as mudanças na frequência de utilização dos serviços de saúde”, diz a agência.

Regra de reajuste

Diferentemente dos planos de saúde individuais ou familiares ─ celebrados diretamente com as operadoras para a própria pessoa e dependentes ─ os reajustes dos planos de saúde coletivos são decididos por meio de livre negociação entre a pessoa jurídica contratante e a operadora ou administradora do plano.

Nesses planos coletivos, os que têm menos de 30 beneficiados têm o mesmo percentual de reajuste por operadora. Dessa forma, a ANS consegue observar o reajuste médio, separando os planos por porte.

Nos dois primeiros meses de 2026, os planos com 30 ou mais vidas, como classifica o jargão do setor, subiram 8,71% em média. Já os com até 29 clientes, 13,48%. De acordo com a ANS, 77% dos clientes são de planos com 30 ou mais vidas.

No caso dos planos individuais, é a ANS que determina a mudança de valor.

Dados do setor

Os dados mais recentes da ANS, relativos a março de 2026, apontam que o Brasil tinha 53 milhões de vínculos de planos de saúde (uma pessoa pode ter mais de um contrato), aumento de 906 mil em um ano. De cada 100 clientes, 84 eram de planos coletivos.

Em 2025, ainda segundo a ANS, o setor de saúde suplementar registrou receitas totais de R$ 391,6 bilhões, com lucro líquido acumulado de R$ 24,4 bilhões, o maior já registrado.

Isso significa que para cada R$ 100 recebido, o setor obteve cerca de R$ 6,20 de lucro.

 

Fonte: Agência Brasil

Justiça do Rio critica polícia e arquiva inquérito contra vereador

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A Justiça do Rio de Janeiro determinou, esta semana, o trancamento do inquérito policial contra o vereador Salvino Oliveira Barbosa (PSD), ex-secretário municipal da Juventude na gestão do então prefeito Eduardo Paes (PSD).

Salvino chegou a ser preso no dia 11 de março, com a Polícia Civil alegando envolvimento com o Comando Vermelho (CV), principal organização criminosa do estado. Dois dias depois, uma decisão da Justiça mandou soltar o vereador.

Na ocasião, Paes criticou a ação policial e denunciou perseguição política. O então prefeito renunciou ao cargo uma semana depois, para ser pré-candidato ao governo do estado nas eleições de outubro.

Salvino Oliveira Barbosa foi eleito em 2024, ano em que deixou a secretaria municipal, e está no primeiro mandato como vereador.  

Perseguição política

Na decisão desta semana, o juiz Renan de Freitas Ongaratto, da 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), criticou o trabalho de investigação da polícia e, além de trancar o inquérito, ordenou o arquivamento das diligências realizadas.

O juiz relata que a Polícia Civil usou como evidência para investigação de Salvino o fato de o nome dele ter sido citado por terceiros em uma conversa de WhatsApp. Um dos interlocutores era Edgar Alves de Andrade, o Doca, líder do CV.

A conversa, em 25 de março de 2025, registra suposta autorização para que o vereador trabalhasse na Comunidade da Gardênia Azul e fosse prestado suporte aos seus projetos.

Para o juiz, “até o presente momento não há, porém, qualquer outro elemento concreto que indique conduta criminosa praticada pelo investigado”.

Irregularidades

Ainda na decisão, o magistrado diz verificar “uma série de irregularidades praticadas pela autoridade policial na condução das investigações”.

O juiz lista mandados de condução coercitiva a pessoas próximas ao investigado, incluindo pastores de sua igreja e avós, “tudo sob ameaça de crime de desobediência”.

“Nota-se, por exemplo, que o pastor Miquea de Souza Brandão foi alvo de condução coercitiva na data de 16/03/2026 e teve seu depoimento tomado às 21h25min, lavrando-se termo de declaração em que seu comparecimento foi consignado como voluntário, de forma a maquiar a coercitividade da medida”, aponta o magistrado.

Renan Ongaratto descreve também que os avós do vereador foram submetidos a interrogatórios sem a presença de advogados.

“Sendo obrigados a responder perguntas sobre a vida pessoal do investigado, sua rotina na Igreja, suas finanças familiares e aspectos de sua infância, temas totalmente alheios ao objeto da investigação criminal”, relata trecho da decisão judicial.

Divulgação de dados

O juiz da vara especializada em organização criminosa criticou também o fato de a Polícia Civil ter divulgado, inclusive nas redes sociais institucionais, a existência de movimentações financeiras supostamente atípicas, sem que tais informações tivessem “sequer embasado o pedido de prisão temporária ou constassem formalmente nos autos”.

A Polícia Civil apontou que o vereador Salvino havia recebido um depósito suspeito de R$ 100 mil.

Ongaratto lembrou na decisão que o ex-secretário justificou a origem do dinheiro: um prêmio recebido da Organização das Nações Unidas (ONU) por sua atuação social.

Pescaria de provas

O juiz nota ainda que após a prisão do vereador e sua soltura, dias depois, as investigações se intensificaram “sem novos indícios concretos”.

“As condutas apuradas suscitam diversos questionamentos acerca de possível utilização do aparato investigativo para fins de perseguição política.”

O magistrado identificou a prática de fishing expedition, algo como pescaria de provas. No mundo jurídico, trata-se de uma prática ilegal caracterizada pela investigações genérica e indiscriminada, em que se buscam provas sem alvo ou causa provável, na expectativa de “pescar” qualquer indício de crime. A prática é repudiada reiteradamente pela jurisprudência dos tribunais superiores, no Brasil. 

Ao sustentar o trancamento do caso, o juiz afirma que, além da existência de “flagrantes ilegalidades”, não há justa causa para a continuidade das investigações.

Cenário eleitoral

O juiz acrescenta que “a possível instrumentalização do inquérito policial para fins eleitorais e políticos constitui desvio de finalidade incompatível com o ordenamento jurídico”.

Ex-chefe de Salvino, Eduardo Paes deve enfrentar nas urnas, em outubro, o deputado estadual Douglas Ruas (PL), aliado do ex-governador Cláudio Castro (PL).

Em março, Castro deixou o cargo dias antes de ficar inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por oito anos, por abuso de poder político e econômico, condutas vedadas e captação ilícita de recursos na eleição de 2022

No último dia 17, Douglas Ruas foi eleito presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Entenda como está a sucessão para o cargo de governador do Rio, até o fim do ano.

Origem em favela

Após a decisão pelo trancamento do inquérito, o vereador Salvino Oliveira usou as redes sociais para criticar o que chamou de uso do aparato policial para fins políticos.

“A justiça foi feita, mas deixo aqui o meu alerta, investigações tendenciosas são uma ameaça direta à nossa democracia. O uso da máquina pública contra adversários é uma prática de tempos sombrios que não podem retornar ao nosso país”.

Em uma mensagem enviada à Agência Brasil, Salvino diz que foi perseguido politicamente por expor publicamente que tem orgulho de ser nascido e criado em favela.

“Eles escreveram isso no documento que pedia a minha prisão, que eu tinha orgulho de ser da Cidade de Deus e que por isso eu era uma ameaça”.

O que diz a polícia

Procurada pela Agência Brasil, a Polícia Civil informou que todas as medidas adotadas no âmbito da investigação foram fundamentadas em elementos técnicos, provas produzidas ao longo das apurações e “dentro dos estritos limites da legalidade”.

A instituição lembrou que as representações realizadas pela autoridade policial foram “analisadas e acolhidas pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário, que concordaram com as medidas judiciais adotadas no caso”.

Ainda no comunicado, a instituição “reforça que sua atuação é pautada exclusivamente por critérios técnicos e jurídicos, sem qualquer tipo de interferência”.

A Polícia Civil acrescenta que respeita integralmente as decisões da Justiça, ao mesmo tempo em que seguirá atuando com responsabilidade, imparcialidade e rigor investigativo.

Fonte: Agência Brasil

Santos faz 2 a 0 no Fluminense fora de casa pelo Brasileiro Feminino

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Na abertura da 10ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino A1, o Santos venceu o Fluminense por 2 a 0 na tarde deste sábado (9).

Em partida transmitida ao vivo pela TV Brasil, no Estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, as Sereias da Vila marcaram com Evelin Bonifácio, de cabeça, aos 7 minutos do segundo tempo e com Laryh, de vôlei, aos 45 minutos da etapa final.  

A vitória deixou o time paulista com 14 pontos, se mantendo na 11ª colocação. O Tricolor Carioca, na nona posição, segue com 15 pontos e pode perder posição na rodada.

Além de superar o rival fora de casa e se aproximar da zona de classificação, o resultado também fez com que as Sereias da Vila voltassem a vencer depois de um jejum de sete partidas e iniciassem uma tentativa de recuperação com o novo técnico Marcelo Frigerio, que assumiu o cargo após a demissão de Caio Couto no final de abril.

O Fluminense joga novamente na próxima sexta-feira (15), às 21h, enfrentando o Flamengo, pela 11ª rodada do Brasileirão.

O Santos, pelo Paulistão feminino, na quinta-feira (14), enfrenta o Palmeiras. No torneio nacional, as Sereias da Vila jogam em casa contra o Bragantino no domingo (17).

Fonte: Agência Brasil

Durante comemoração do Dia das Mães em Caçu, governo anuncia construção de casas a custo zero no município

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Durante comemoração do Dia das Mães em Caçu, governo anuncia construção de casas a custo zero no município
Daniel Vilela anunciou, neste sábado (09/05), construção de 65 moradias do programa Pra Ter Onde Morar – Casas a Custo Zero em Caçu, durante evento que celebrou Dia das Mães na cidade (Fotos: Hegon Corrêa)

O governador Daniel Vilela anunciou, neste sábado (09/05), a construção de 65 moradias do programa Pra Ter Onde Morar – Casas a Custo Zero em Caçu, durante a 2ª edição da Pamonhada Comunitária, promovida pela prefeitura do município em celebração ao Dia das Mães e realizada no recém-revitalizado Polo Alcaçuz.

Na ocasião, o governador também destacou as obras de recapeamento asfáltico executadas pelo Estado.

“Recentemente, concluímos o recapeamento asfáltico em parceria com a prefeitura e, em breve, faremos um anúncio ainda mais significativo, com a ordem de serviço para a construção de 65 casas, proporcionando moradia digna à população”, afirmou.

Durante comemoração do Dia das Mães em Caçu, governo anuncia construção de casas a custo zero no municípioDurante comemoração do Dia das Mães em Caçu, governo anuncia construção de casas a custo zero no município
Além do anúncio das moradias, Daniel Vilela também ressaltou investimento do governo em infraestrutura urbana, por meio do programa Goiás em Movimento – Eixo Municípios. Cidade recebeu recapeamento asfáltico em área de 29.664,83 m², com investimento de R$ 993.661,05 (Fotos: Hegon Corrêa)(Fotos: Hegon Corrêa)

Casas a Custo Zero

O programa Pra Ter Onde Morar – Casas a Custo Zero já beneficiou mais de 5,3 mil famílias em todo o estado com moradias totalmente gratuitas.

As unidades são destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade social, com renda mensal de até um salário mínimo, e entregues com documentação regularizada, sem qualquer custo para os beneficiários.

Durante a agenda em Caçu, Daniel Vilela também ressaltou o investimento do Governo de Goiás em infraestrutura urbana, por meio do programa Goiás em Movimento – Eixo Municípios.

A cidade recebeu recapeamento asfáltico em uma área de 29.664,83 metros quadrados, com investimento estadual de R$ 993.661,05.

Em discurso, o governador destacou a relação histórica de sua família com Caçu e reafirmou o compromisso da gestão estadual com o município.

“Sinto um profundo apreço e carinho por esta cidade. Meu pai sempre foi recebido com grande afeto aqui, e ele retribuiu esse carinho, construindo laços fortes em nossa querida Caçu”, declarou.

O prefeito do município, Kelson Vilarinho, destacou a parceria com o Governo de Goiás e a importância da presença do governador no evento.

“É uma grande satisfação receber o governador Daniel Vilela, que tem nos ajudado muito. Hoje, celebramos o Dia das Mães, a união da nossa comunidade e também importantes conquistas para Caçu”, disse.

Anúncio da construção de moradias foi feito durante participação de Daniel Vilela na 2ª edição da Pamonhada Comunitária da cidade. Evento contou com colaboração de produtores rurais, responsáveis pela doação do milho utilizado na produção (Fotos: Hegon Corrêa)

Pamonhada Comunitária

Integrada ao calendário do município, a Pamonhada Comunitária reuniu moradores e visitantes para a produção de cerca de 8 mil pamonhas, além da distribuição gratuita de milho cozido ao longo do dia.

O evento contou com a colaboração de produtores rurais, responsáveis pela doação do milho utilizado na produção.

“Nós pedimos a contribuição por meio da doação do milho, e os produtores têm nos ajudado. Então, todo o insumo foi gratuito, e aqui está o resultado”, explicou Fabrício Lemos, um dos organizadores do evento.

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Secretaria de Comunicação (Secom) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás