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Enquanto sediam final da Copa, EUA atacam unidade nuclear no Irã

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Enquanto se preparam para sediar a final da Copa do Mundo de Futebol neste domingo (19), os Estados Unidos (EUA) intensificam a guerra contra o Irã com ataque a uma instalação nuclear em construção em Darkhoveyn, no sudoeste do país. Do outro lado, o Irã escala a guerra com ataques a alvos na Jordânia, Kuwait e Bahrein nas últimas horas.

O ataque ao canteiro de obras de uma usina nuclear do Irã ocorreu na madrugada de hoje, no horário local iraniano, segundo informou a Organização de Energia Atômica do Irã (AEOI).

“O canteiro de obras de Darkhoveyn, um dos símbolos da dignidade científica e da autossuficiência da nação iraniana, foi alvo de um ataque terrorista injustificável”, disse o comunicado da organização publicado na mídia estatal iraniana Press TV.

O ataque a instalações nucleares pacíficas é proibido pelo direito internacional, esteja ela em operação ou não. Os EUA não se manifestaram sobre esse ataque informado pelas autoridades iranianas. 

Por meio de nota, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), ligada à ONU, afirmou que está investigando os relatos de ataques ao canteiro de obras da usina nuclear em Darkhoveyn, destacando que a instalação estava nos estágios iniciais de construção.

“E não continha material nuclear quando foi visitada pela última vez pelo AIEA. Embora o ataque relatado não seja considerado como representando qualquer risco radiológico, o diretor geral Rafael Grossi reitera o apelo por moderação militar nas proximidades de todos os locais relacionados a nuclear”, diz comunicado da AIEA.

Sem citar a unidade nuclear iraniana, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) no Oriente Médio informou que realizou, durante a noite de ontem, a 8ª onda consecutiva de ataques contra o Irã desde a retomada da guerra.

“As forças do CENTCOM atingiram com sucesso instalações iranianas de vigilância costeira e defesa aérea, capacidades marítimas e locais de armazenamento de mísseis e drones, visando continuar a degradar as capacidades militares do Irã”, informaram os militares estadunidenses.

A guerra no Oriente Médio vem escalando nas últimas semanas com acusações, de ambos os lados, de violações do Memorando de Entendimento assinado entre os países.  O Irã afirma que 57 pessoas morreram durante as novas ondas de ataques.

O país persa acusa os EUA de atacar infraestrutura civil, incluindo hospital, pontes e postos de monitoramento do tráfego marítimo. Do outro lado, os EUA afirmam que o Irã teria violado o acordo com ataques contra navios comerciais no Estreito de Ormuz, que voltou a ter o trânsito fechado.

Ataques do Irã no Kuwait, Jordânia e Bahrein

O Irã informa que vem realizando ataques “retaliatórios” contra instalações militares dos EUA em países da região. Nesse domingo (19), o Kuwait informou que unidades de geração de energia e dessalinização de água do país foi atingida pela segunda vez em dois dias.

Também foram registrados, durante esse final de semana, ataques contra bases militares dos EUA no Bahrein e no território da Jordânia, com saldo de, pelo menos, dois militares estadunidenses mortos. 

Por meio de nota, o Exército do Irã informou que teve como alvo bases dos EUA no Kuwait, em al-Adiri, como respostas aos ataques dos EUA a “infraestrutura civil”, incluindo pontes.

“Localizado a aproximadamente 104 quilômetros das fronteiras do Irã, o acampamento al-Adiri serve como um importante centro de apoio logístico e de reconstrução de força para as forças americanas”, diz comunicado do Exército iraniano publicado na mídia estatal persa.

Já o governo da Jordânia informou, neste domingo (19), que interceptou três de quatro mísseis iranianos que entraram no espaço aéreo do país.

“O quarto míssil caiu em uma área remota e desabitada no sul da Jordânia. Os militares confirmaram que o incidente não causou vítimas nem danos materiais”, diz comunicado das Formas Armadas da Jordânia publicado na agência estatal de notícias Petra.

O Corpo da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) anunciou hoje que interceptou dois drones MQ-9 Reaper e a Marinha da IRGC comunicou que quatro embarcações foram impedidas de passar no Estreito de Ormuz neste domingo.

Fonte: Agência Brasil

Eleições: prazo para convenções partidárias começa nesta segunda-feira

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Começa nesta segunda-feira (20) o prazo para os partidos políticos fazerem suas convenções. Essa é uma das etapas mais importantes do período eleitoral, pois é nas convenções que os partidos definem seus candidatos aos cargos em disputa.

Os partidos terão até o dia 5 de agosto para realizarem suas convenções e enviarem as informações dos candidatos e seus respectivos números para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse envio é feito através do Módulo Externo do Sistema de Candidaturas (CANDex), pela internet.

Além da escolha dos representantes dos partidos nas eleições, são sorteados os números com os quais cada candidato concorrerá. O partido tem direito a manter o número de legenda usado na eleição anterior. Os candidatos também têm o direito de manter o número que usaram na eleição anterior para o mesmo cargo.

Também é na convenção que o partido formaliza coligação com um ou mais partidos.

Em 2026, os eleitores vão votar para os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual (ou distrital, no caso do Distrito Federal).

Este ano, os partidos deverão fazer convenções estaduais, para escolha de candidatos a governador, vice-governador, senador e suplentes, deputados federais, estaduais e distritais. A convenção nacional decide os candidatos a presidente e vice-presidente da República, ou a participação em uma coligação nacional.

Partidos que já marcaram convenções nacionais

  • Partido Democrático Trabalhista (PDT) – 20 de julho
  • Partido Liberal (PL) – 25 de julho
  • Partido Social Democrático (PSD) – 26 de julho
  • Movimento Democrático Brasileiro (MDB) – 27 de julho
  • Partido Novo (Novo) – 27 de julho
  • Partido Comunista do Brasil (PCdoB) – 30 de julho
  • Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 31 de julho
  • Partido Verde (PV) – 31 de julho
  • Missão – 1º de agosto
  • Partido da Causa Operária (PCO) – 1º de agosto
  • Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 2 de agosto
  • Partido dos Trabalhadores (PT) – 2 de agosto

Fonte: Agência Brasil

Tempo seco intensifica risco de queimadas no interior paulista

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A Defesa Civil do estado de São Paulo divulgou alerta para risco elevado de incêndios e queimadas nas regiões central, oeste e leste do estado. Segundo os dados divulgados, toda área a partir de Piracicaba está em alerta entre hoje (19) e quarta-feira (21), com a região norte, entre Barretos e Araçatuba, em situação de risco extremo no dia 21.

A região segue em situação de seca moderada ou leve desde fevereiro de 2024, segundo o Monitor das Secas, da Agência Nacional de Águas (ANA). Apesar da situação, o estado registra poucos focos de incêndio e queimadas, historicamente.

A pior situação ocorreu em 2024, quando a região norte paulista teve registro de queimadas extensas na região de lavouras de cana-de-açúcar. Na ocasião também esteve presente o fenômeno meteorológico El Niño, com menos intensidade do que é esperada para esse ano. No ano anterior foram registrados incêndios em parques estaduais e regiões de áreas de proteção ambiental (APAs), mas um plano robusto de prevenção e combate a incêndios florestais impediu impactos maiores nos últimos anos.

O abastecimento urbano também preocupa. Nos últimos dez anos as cidades do interior têm enfrentado dificuldades nos períodos mais secos, recorrendo a rodízios e a obras de captação alternativa. Municípios como Itu, Bauru, Campinas e Ribeirão Preto registraram longos períodos de estresse nos sistemas de saneamento.

A região metropolitana da capital também tem assistido meses seguidos de torneiras secas nas madrugadas, enquanto passou a captar água cada vez mais longe, na bacia do Rio Paraíba do Sul, desde janeiro deste ano.

Fonte: Agência Brasil

Redes de educação devem enviar dados sobre equidade ao MEC até quarta

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Termina na próxima quarta-feira (22), o prazo para que as redes estaduais e municipais de ensino enviem as informações do Diagnóstico Equidade 2026, com informações sobre o avanço na implementação da Lei nº 10.639/2003. A partir dela, se tornou obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), até o momento, 96% dos questionários já foram enviados.O percentual corresponde a 5.324 municípios, além dos 26 estados e do Distrito Federal. Outro 1% está em preenchimento, e 3% ainda não foram iniciados. O prazo terminou na última quarta-feira (15), mas foi estendido pelo ministério.

Os dados devem ser enviados pelas secretarias estaduais e municipais por meio do módulo da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), disponível no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec).

O MEC alerta que o não envio das informações via Simec poderá inviabilizar o repasse de futuros investimentos operacionalizados no contexto do Plano de Ações Articuladas (PAR). 

“O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também busca monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil”, informou o MEC.

Equidade racial nas escolas

Instituída em 2024, a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, reúne ações e programas educacionais voltados à educação para as relações étnico-raciais, à educação escolar quilombola e ao tratamento de temas relacionados às desigualdades étnico-raciais e ao racismo nos ambientes de ensino. 

Seus eixos possuem metas e monitoramento para a formação de profissionais da área de ensino para atuar na educação para as relações étnico-raciais e na educação escolar quilombola, o reconhecimento de práticas educacionais antirracistas, as ações relacionadas às desigualdades étnico-raciais na educação, a educação escolar quilombola, os protocolos de identificação e resposta a situações de racismo nas escolas públicas e privadas, entre outros. 

O Diagnóstico Equidade 2026 é composto por 10 eixos:

  • fortalecimento do marco legal;
  • formação de gestores e profissionais da educação;
  • gestão educacional;
  • materiais didáticos e paradidáticos;
  • currículo; financiamento;
  • indicadores, avaliação e monitoramento;
  • gestão democrática e mecanismos de participação social;
  • educação escolar quilombola;
  • e educação escolar indígena. 

Fonte: Agência Brasil

Em jogo esperado há meses, Argentina e Espanha disputam final da Copa

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A Copa do Mundo de 2026 chega a sua grande final neste domingo (18) num confronto inédito pelo título entre Argentina e Espanha, que nunca antes se enfrentaram na fase final da competição.

Atual campeã mundial, a Argentina busca coroar a era Lionel Messi com mais uma conquista, após terem vencido duas Copas Américas e um Mundial nos últimos cinco anos.

Já a Espanha persegue seu segundo Mundial com um time jovem, mas elevando ao estado da arte uma forma consagrada de jogar, com numerosos passes velozes e certeiros, a mesma dinâmica de jogo que resultou na conquista de sua primeira Copa, em 2010, na África do Sul.


Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group H - Spain v Saudi Arabia - Atlanta Stadium, Atlanta, Georgia, U.S. - June 21, 2026 Spain's Lamine Yamal and Pau Cubarsi before the match IMAGN IMAGES via Reuters/Brett Davis
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group H - Spain v Saudi Arabia - Atlanta Stadium, Atlanta, Georgia, U.S. - June 21, 2026 Spain's Lamine Yamal and Pau Cubarsi before the match IMAGN IMAGES via Reuters/Brett Davis

Soccer Football – FIFA World Cup 2026 – Group H – Spain v Saudi Arabia – Atlanta Stadium, Atlanta, Georgia, U.S. – June 21, 2026 Spain’s Lamine Yamal and Pau Cubarsi before the match IMAGN IMAGES via Reuters/Brett Davis – Reuters/BRETT DAVIS/Arquivo/Proibida reprodução

O confronto tem sabor de pendência para as duas seleções, que deveriam ter se enfrentado em março na Finalíssima, torneio que colocaria frente a frente as atuais campeãs da Copa América e da Eurocopa. A partida, contudo, acabou cancelada por questões logísticas e de calendário.

Comprovando a força do longo trabalho do técnico argentino Lionel Scaloni, que assumiu a seleção ainda em 2018, e do treinador Luis de la Fuente, à frente da Espanha desde o fim de 2022, os dois times acabaram realocando o embate para a final do Mundial.

A Argentina, por um lado, vem embalado por uma campanha com aproveitamento total, vencendo todas as sete partidas até a final. No caminho, protagonizou três viradas antológicas na parte final das partidas, como o 3 x 2 sobre Cabo Verde na fase de 16 avos, um novo 3 x 2 sobre o Egito nas oitavas e um dramático 2 x 1 sobre a Inglaterra na semifinal.

A Espanha, por sua vez, teve a moral elevada ao derrotar na semifinal a França, seleção amplamente tida como favorita ao título de 2026. Brilhou na partida o estilo espanhol de jogar conhecido mundialmente como tik taka – passes curtos, rápidos e numerosos até uma finalização certeira.

Entre as curiosidades da partida, está o fato de Scaloni ter sido aluno de Fuente no curso de formação de treinadores da federação espanhola.


Lionel Messi, Bebê, Yamal, Banho
Lionel Messi, Bebê, Yamal, Banho

Lionel Messi, Bebê, Yamal, Banho – Joan Monfort/Unicef

Outro acontecimento improvável em torno do confronto é o fato de Messi, quando tinha 20 anos, ter dado banho em Lamine Yamal, astro de apenas 19 anos do time espanhol, quando este era apenas um bebê com menos de um ano. Os dois agora Lamine Yamal estarão cara a cara em uma final de Copa do Mundo.

Isso aconteceu em 2007, em fotos para um calendário beneficente promovido pelo jornal catalão Diari Sport, em parceria com o Barcelona – onde Messi atuava – e o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). Na semana anterior à final, a imagem viralizou nas redes sociais e teve a veracidade confirmada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Onde assistir

Os dois times entram em campo às 16h, no MetLife Stadium, que fica na cidade de Nova Jersey, nos Estados Unidos. A partida pode ser assistida na TV aberta, em canais pagos ou por meio de streaming, nos canais TV Globo, Globoplay, ge TV, sportv, NSports, SBT e Cazé TV.

Antes do jogo, a partir das 14h30, ocorre a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo. Pela primeira vez na história, haverá também um show no intervalo da partida. A apresentação segue os moldes do SuperBowl – grande final da NFL, campeonato estadounidense de futebol americano – e está prevista para 11 minutos. Entre os artistas confirmados estão Shakira, Madonna e Justin Bieber.

O técnico escolhido pela Fifa para apitar a final foi o esloveno Slavko Vinčić, primeiro árbitro da Eslovênia a ser escalado para a função. É o mesmo que apitou a partida entre Brasil e Marrocos, que terminou em 0 a 0, na fase de grupos da competição.

O trio de arbitragem é completado pelos também eslovenos Tomaž Klančnik e Andraž Kovačič. O jordaniano Adham Makhadmeh será o quarto árbitro e o alemão Bastian Dankert ficará a cargo de ser o árbitro de vídeo (VAR).

 

Fonte: Agência Brasil

Delegacias Especializadas em Proteção à Pessoa Idosa serão instituídas no DF

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Sede da Polícia Civil do DF: implantação das delegacias especializadas procura atender demandas do Estatuto do Idoso

A nova Lei nº 7.887/2026 estabelece diretrizes para a criação e o funcionamento das Delegacias Especializadas em Proteção à Pessoa Idosa no Distrito Federal (Depi), que terão o objetivo de prevenir, investigar e reprimir crimes e infrações administrativas cometidas contra pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. 

A legislação segue os exemplos dos estados de São Paulo, Espírito Santo, Pará e Ceará, que já observam resultados expressivos na redução dos índices de violência e abuso contra idosos após a implementação das delegacias especializadas. Atualmente, o Congresso Nacional discute a alteração do Estatuto do Idoso para tornar essas delegacias uma política obrigatória em nível nacional.

Segundo o texto de justificativa do projeto de lei, da deputada Jaqueline Silva (MDB), as Depi são fundamentais para materializar as disposições do Estatuto do Idoso, que prevê a garantia da segurança física, psicológica e financeira dos idosos como dever do Estado. “Essas unidades especializadas são fundamentais para proporcionar um atendimento prioritário, qualificado às vítimas e desenvolver ações de prevenção e conscientização social sobre os direitos das pessoas idosas”, defendeu a distrital.

Cabe às Depi a proteção integral do idoso, instaurar inquéritos policiais específicos, ações preventivas, capacitação profissional humanizada, campanhas de conscientização e monitoramento contínuo dos serviços prestados nas delegacias.
 

Fonte: Agência CLDF

Sedes da Copa em 2030, Espanha e Argentina já preparam nova geração

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Independentemente de quem vencer a final deste domingo (19), o certo é que, daqui quatro anos, teremos uma seleção defendendo o título mundial em casa pela primeira vez. É que Espanha e Argentina, que começam a decidir a Copa do Mundo às 16h (horário de Brasília), em Nova Jersey (Estados Unidos), estão entre os seis países-sede da edição de 2030, que marca o centenário da mais importante competição do futebol.

Em dezembro de 2024, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) anunciou que a próxima Copa teria três sedes principais. Uma delas é a própria Espanha. As demais são Portugal e Marrocos. Em homenagem aos cem anos do evento, foi aprovado que três países da América do Sul recebessem uma partida cada. A Argentina foi escolhida ao lado do Uruguai – palco do primeiro Mundial, em 1930 – e do Paraguai.

Ou seja: argentinos e espanhóis, campeões ou não, terão uma responsabilidade a mais de fazer bonito diante dos torcedores em 2030. Mas como as duas seleções estarão lá?


Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Round of 16 - Portugal v Spain - Dallas Stadium, Arlington, Texas, U.S. - July 6, 2026 Spain's Pau Cubarsi and Lamine Yamal at the start of the second half IMAGN IMAGES via Reuters/Maria Lysaker
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Round of 16 - Portugal v Spain - Dallas Stadium, Arlington, Texas, U.S. - July 6, 2026 Spain's Pau Cubarsi and Lamine Yamal at the start of the second half IMAGN IMAGES via Reuters/Maria Lysaker

Soccer Football – FIFA World Cup 2026 – Round of 16 – Portugal v Spain – Dallas Stadium, Arlington, Texas, U.S. – July 6, 2026 Spain’s Pau Cubarsi and Lamine Yamal at the start of the second half IMAGN IMAGES via Reuters/Maria Lysaker – Reuters/MARIA LYSAKER/Arquivo/Proibida reprodução

Base duradoura

Considerando os convocados para a Copa de 2026, a Espanha tem boas chances de repetir, daqui quatro anos, boa parte da atual geração. Dos 26 nomes chamados pelo técnico Luis de la Fuente, dez sequer terão 30 anos em 2030 e três podem chegar lá para um terceiro Mundial na carreira: os meias Gavi (terá 25 anos) e Pedri (27) e o atacante Nico Williams (28).

Mais jovens do atual elenco e já peças fundamentais da Fúria (apelido da seleção espanhola), o zagueiro Pau Cubarsi (23 anos em 2030) e o atacante Lamine Yamal (22) estarão ainda mais experientes. Em caso de título no domingo, este último em especial pode chegar à Copa em casa com status de ídolo nacional.

Como o grupo deste ano em geral é jovem, mesmo os “veteranos”, na maioria, não podem ser descartados. Os volantes Rodri e Fabian Ruiz, por exemplo, terão 34 anos. O meia Dani Olmo e o lateral-esquerdo Marc Cucurella estarão com 32, mesma idade atual de Aymeric Laporte, zagueiro titular da equipe de 2026.

Além disso, uma nova geração que ainda mira a primeira Copa da vida já está no radar. Caso de Marc Bernal, de 19 anos, mais uma joia de La Masia – famosa academia de formação do Barcelona. Apesar de não ter sido convocado por De la Fuente, o volante foi chamado para integrar a preparação da seleção e até estreou pela Fúria, sendo titular em um amistoso contra o Iraque, em junho. É tido como possível sucessor de Rodri.

Outro que deve ganhar espaço é Samu Aghehowa. Nascido na Espanha e filho de pais nigerianos, escolheu representar o país natal. Foi medalhista de ouro na Olimpíada de Paris (França) e teve a primeira chance na seleção principal em 2024. Com 1,93 metro, o atacante de 22 anos tem 47 gols em 77 jogos pelo Porto, onde foi campeão português.


Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Semi Final - England v Argentina - Atlanta Stadium, Atlanta, Georgia, U.S. - July 15, 2026 Argentina's Nico Paz celebrates with a Emiliano Martinez themed drum after the match as Argentina qualify for the final of the World Cup REUTERS/Amanda Perobelli
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Semi Final - England v Argentina - Atlanta Stadium, Atlanta, Georgia, U.S. - July 15, 2026 Argentina's Nico Paz celebrates with a Emiliano Martinez themed drum after the match as Argentina qualify for the final of the World Cup REUTERS/Amanda Perobelli

Soccer Football – FIFA World Cup 2026 – Semi Final – England v Argentina – Atlanta Stadium, Atlanta, Georgia, U.S. – July 15, 2026 Argentina’s Nico Paz celebrates with a Emiliano Martinez themed drum after the match as Argentina qualify for the final of the World Cup REUTERS/Amanda Perobelli – Reuters/Amanda Perobelli/Arquivo/Proibida reprodução

 

Novas lideranças

Do lado argentino, a tendência é a maioria das referências da “Scaloneta” – como ficou conhecida a seleção sob comando de Lionel Scaloni – dar passagem tanto a nomes que já integram o grupo como aos que aguardam uma oportunidade. Os volantes Rodrigo de Paul e Leandro Paredes, por exemplo, terão 36 anos em 2030, um a menos que o lateral Nicolás Tagliafico. O próprio atacante Lionel Messi confirmou que este é seu último Mundial – no próximo, o craque estará com 43 anos.

O volante Enzo Fernández e o atacante Julián Álvarez – 29 e 30 anos na Copa que vem, respectivamente – são candidatíssimos a comandar a “nova” Argentina, seja ela tetra ou ainda tricampeã. Mas dá para visualizar Lisandro Martínez e Cristian Romero, que terão 32 anos em 2030, repetindo a dupla de zaga atual. Ou Lautaro Martínez (terá 33) no ataque ao lado de Álvarez ou do ex-Botafogo Thiago Almada (29).

Não se pode esquecer de Nico Paz, de apenas 21 anos e que terá 25 no próximo Mundial. Pouco aproveitado por Scaloni, o meia vem de 13 gols e sete assistências em 40 jogos na última temporada do Campeonato Italiano pelo Como, ajudando o clube a se classificar à Liga dos Campeões da Europa de maneira inédita. O Real Madrid (Espanha) tem opção de recompra do jogador em 2027 e deve exercê-la.

Entre os nomes que ficaram fora da convocação, quem dificilmente não estará na Copa de 2030 é Franco Mastantuono. Revelado no River Plate e hoje no Real Madrid, o ponta de 18 anos (terá 22 no Mundial que vem) integrou a pré-lista de Scaloni. Ao estrear, em 2025, tornou-se o mais jovem a vestir a camisa da Albiceleste (alviceleste, na tradução do espanhol, apelido da seleção), com 17 anos, nove meses e 22 dias.

No caso de Joaquin Panichelli, a ausência se deu pela ruptura dos ligamentos do joelho direito em um treino da seleção, em março – a lesão encaminhou a convocação de Flaco Lopez, do Palmeiras. Na ocasião, Scaloni se emocionou ao falar do atacante de 23 anos, vice-artilheiro do último Campeonato Francês pelo Strasbourg com 16 gols e que, três temporadas atrás, teve contusão idêntica no joelho esquerdo. Será lembrado no novo ciclo.

Até 2030, muita coisa pode acontecer. Em 2022, por exemplo, Rayan e Endrick eram atacantes das equipes sub-17 de Vasco e Palmeiras, respectivamente, na final da Copa do Brasil da categoria. Quatro anos depois, representaram a seleção brasileira em uma Copa. Considerando a tradição espanhola e argentina na revelação de talentos, não seria de se espantar se, no meio do caminho, um “novo Messi” ou “novo Yamal” furarem essa fila.

Fonte: Agência Brasil

Ato de jogadores argentinos reacende debate sobre domínio das Malvinas

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A imagem de jogadores da Argentina erguendo uma faixa com a frase “As Malvinas são argentinas”, após a vitória da seleção sobre a Inglaterra por 2 a 1, percorreu o mundo, na quarta-feira (15).

Pelas regras da Federação Internacional de Futebol (Fifa), o ato, na semifinal da Copa do Mundo, pode gerar punições, mas fora dos gramados reacendeu a discussão sobre a posse do arquipélago ultramarino, reivindicado pela Argentina, mas administrado pela Grã-Bretanha. Neste domingo (19), a seleção argentina busca o seu quarto título mundial em jogo único contra a seleção espanhola.

“O gesto dos jogadores, de exibir para o mundo inteiro uma bandeira confeccionada por um torcedor a partir de um lençol de hotel tornou-se um feito compartilhado por todo o povo argentino”, afirmou à Agência Brasil, a diplomata e ex-embaixadora da Argentina no Reino Unido, Alicia Castro.

O ato dos jogadores da albiceleste se assemelha ao do técnico da seleção egípcia, Hossam Hassan, defendeu Castro, que ergueu uma bandeira da Palestina. Ele não foi punido, no entanto, porque a seleção palestina de futebol é afiliada à Fifa.

As Ilhas Malvinas/Falklands são um território a sudoeste do Oceano Atlântico, a 500 quilômetros da costa argentina, administrado pelo Reino Unido. Objeto de disputa entre os dois países há décadas, a Argentina considera o arquipélago parte de seu território e mantém uma reivindicação de soberania.

As Nações Unidas (ONU) defendem uma solução pacífica para o conflito no âmbito das ações de descolonização. Em 1982, os dois países se enfrentaram em uma guerra de 74 dias que deixou centenas de mortos. A maioria soldados argentinos, sem condições de enfrentar o poderio bélico britânico.

Derrotada, a Argentina trata a questão como uma “ferida aberta”. Na Copa do Mundo de 1986, quatro anos depois da guerra, a vitória da albiceleste sobre a Inglaterra, por 2 x 1, foi encarada como uma revanche, com dois gols de Diego Maradona. Com 21 anos em 1982, ele não foi para a guerra por já ser um jogador de destaque indo para o exterior.

 


O astro argentino Diego Maradona levanta o braço ao ar após marcar o gol da vitória contra a Inglaterra nas quartas de final da Copa do Mundo no México, em 22 de junho de 1986. 
REUTERS/POOL/Ted Blackbrow
O astro argentino Diego Maradona levanta o braço ao ar após marcar o gol da vitória contra a Inglaterra nas quartas de final da Copa do Mundo no México, em 22 de junho de 1986. 
REUTERS/POOL/Ted Blackbrow

O astro argentino Diego Maradona levanta o braço ao ar após marcar o gol da vitória contra a Inglaterra nas quartas de final da Copa do Mundo no México, em 22 de junho de 1986. REUTERS/POOL/Ted Blackbrow – REUTERS/POOL/Ted Blackbrow/proibida reprodução

Ainda hoje, as Ilhas Malvinas estão nos cânticos das torcidas e lembradas em campeonatos, diz o cientista político Leandro Gabiati, diretor da Dominium Consultoria, e torcedor do Boca Juniors, um dos principais times argentinos. “A torcida da seleção traz essas lembranças, assim como os clubes locais. Todos fazem alguma menção à questão das Malvinas”, disse Gabiati.

“Esse é um tema que está presente sempre que a seleção argentina joga. A torcida, o povo, de alguma forma, tem uma memória coletiva do conflito e traz isso como uma bandeira nacional”, explicou. “Essa é uma agenda que unifica o país, está acima de qualquer divergência ideológica”, pontuou Gabiati.

Além do grande apoio popular na Argentina, a questão tem provocado desconforto aos ingleses. Em artigo no jornal The Guardian, na quinta-feira (16), o renomado colunista Simon Jenkins pediu uma negociação entre os países. “Nenhum dos territórios britânicos da era imperial tem o direito eterno de permanecer como está, muito menos um que custe aos contribuintes mais de 60 milhões de libras anuais”.

O embaixador Guillermo Carmona foi secretário das Malvinas do governo argentino até 2023, no governo de Alberto Fernández, e buscou soluções por meio do multilateralismo, com apoio da ONU. Ele concorda que a gestão das Malvinas pelo Reino Unido é anacrônica.

“Isso não pode continuar indefinidamente”, afirmou. Para ele, a abertura da faixa pelos jogadores foi um ato de “soft power”, para destravar as negociações.

“O gesto dos jogadores deveria despertar os diplomatas britânicos de sua inércia e forçá-los a confrontar uma realidade geográfica e histórica inescapável”, reiterou Carmona à Agência Brasil.

A diplomata Alicia Castro acrescenta que a abertura da faixa demonstrou que “a luta contra o colonialismo permanece um imperativo ético”. “Além de superioridade em campo, os nossos jogadores demonstraram um profundo senso de humanidade e, por isso, receberam apoio internacional”, avaliou.

Qualquer punição aos jogadores, conforme solicitado por autoridades britânicas, na avaliação dos entrevistados, é hipocrisia. Para eles, a Fifa aplica as regras de acordo com a conveniência.

“A Fifa baniu a Rússia de competições por motivos geopolíticos, cedeu aos Estados Unidos para suspender sanções a jogadores e maltratou o Irã por razões alheias ao esporte”, avaliou Carmona.

O político observa que a entidade máxima do futebol atua como um instrumento do norte global para desmerecer manifestações de soberania de nações, como ocorreu quando vetou à camisa do Haiti na Copa, por conter referências à revolução que levou à independência do país da América Central.

A Fifa não comentou as críticas e explicou que, no caso de manifestações políticas durante torneios, o procedimento padrão é acionar o Comitê Disciplinar Independente. O órgão já avalia os relatórios da partida de quarta-feira e decidirá novos passos de acordo com o Código Disciplinar da entidade.

Em 2014, a federação multou a Associação do Futebol Argentino (AFA) em US$ 33 mil depois que seus jogadores exibiram uma faixa com a mesma mensagem, antes de um amistoso contra a Eslovênia.

Em entrevista à Rádio El Observador, o presidente Javier Milei disse que compreende os sentimentos dos jogadores “e que estão presente em todos os argentinos”. Segundo ele, o ato de protesto foi “válido e lícito”. Milei também prometeu esforços para recuperar o território no mar. “As Malvinas são argentinas e nós vamos recuperá-las”, disse, citando que usará apenas as vias diplomáticas.

Histórico das Ilhas Malvinas/Falklands

Desde o chamado “descobrimento”, as Ilhas Malvinas pertenciam à Espanha, apesar de terem sido ocupadas por franceses e ingleses. O local passou anos desabitado, serviu de colônia penal e só interessava a pescadores, sobretudo, baleeiros. 


An Argentinian army soldier stands guard at an air base in Puerto Argentino during the Falkland War (Guerra de Las Malvinas) between Argentina and Britain, May 1982. Some 1,000 people died during the war that began with Argentina's invasion of the disputed islands on April 2, 1982, and ended with their expulsion by British forces on June 14, 1982.  REUTERS/Eduardo Farre  (FALKLANDS ISLANDS)
An Argentinian army soldier stands guard at an air base in Puerto Argentino during the Falkland War (Guerra de Las Malvinas) between Argentina and Britain, May 1982. Some 1,000 people died during the war that began with Argentina's invasion of the disputed islands on April 2, 1982, and ended with their expulsion by British forces on June 14, 1982.  REUTERS/Eduardo Farre  (FALKLANDS ISLANDS)

Em 1982, os dois países se enfrentaram em uma guerra de 74 dias que deixou centenas de mortos, maior parte soldados argentinos. REUTERS/Eduardo Farre (FALKLANDS ISLANDS) – Reuters/Eduardo Farre/Arquivo/Proibida reprodução

Após a independência argentina da ex-colônia, em 1816, o país considerava que tinha herdado o arquipélago. No entanto, a frágil administração local foi expulsa pelos ingleses, em 1833, que povoaram o território. A Grã-Bretanha queria a passagem entre os oceanos Atlântico e Pacífico e instalar ali uma base militar. Hoje, o local também é disputado por suas riquezas minerais, como o petróleo.

A argentina, no entanto, rejeita a soberania britânica, que trata as ilhas como um território ultramarino. Segundo os historiadores, até a primeira metade do século 20 as Ilhas Malvinas não foram uma prioridade dos argentinos, mas o tópico voltou a campo no governo Perón (1946-1955), que era um nacionalista. Nesse período, a prevaleceu a cooperação com os habitantes ingleses locais com a intenção de aproximá-los da Argentina.

Mais recentemente, em junho de 2026, a ONU, por meio Comitê de Descolonização, reiterou a necessidade de uma solução pacífica e negociada sobre o território, como vem fazendo desde 1989.

Fonte: Agência Brasil

Prêmio de R$ 35 milhões será sorteado pela Mega-Sena neste domingo

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As seis dezenas do concurso 3.033 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 11h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 35 milhões.

Ampliação do prazo

A partir de agora, com o novo prazo, os sorteios dos concursos regulares das modalidades lotéricas, que eram realizados aos sábados, passam a ocorrer aos domingos, às 11h.

Com a mudança, as apostas agora podem ser ser feitas até as 22h do sábado, nas casas lotéricas e pela internet no Portal Loterias Caixa. 

O volante com seis números marcados custa R$ 6.

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O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 


Fonte: Agência Brasil

Confusão no Maracanã e "freguesia" gaúcha marcam noite de Brasileirão

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A reta final da Copa do Mundo coincide com o retorno do Campeonato Brasileiro. A noite de sexta-feira (17) foi movimentada por dois jogos da 19ª rodada, a última do primeiro turno da competição, e um atrasado da quarta rodada.

No Maracanã, Fluminense e Red Bull Bragantino empataram por 1 a 1 em jogo que teve muita confusão no fim, três expulsões no total e gol com quase 60 minutos de segundo tempo. O duelo pela 19ª rodada marcou, também, a estreia oficial do atacante Hulk pelo Tricolor carioca.

O Flu, com 32 pontos, é o terceiro colocado, dois pontos à frente do Massa Bruta, que está na quarta posição. Ambos ainda podem ser ultrapassados pelo Athletico-PR, que tem 30 pontos e ainda vai a campo nesta rodada.

O atacante Eduardo Sasha abriu o marcador para o Bragantino no Rio de Janeiro, aos 26 minutos do primeiro tempo. Na segunda etapa, aos 17, o lateral Agustín Sant’Anna foi expulso, deixando a equipe paulista com um a menos.

Nos acréscimos, uma discussão entre Agustín Canobbio, do Fluminense, e Lucas Barbosa, do Massa Bruta, levou a uma confusão generalizada, que culminou nas expulsões do também atacante John Kennedy, do time da casa, e do volante Fabinho, dos visitantes. Quem acabou se beneficiando foi o Tricolor, que, no último lance, empatou com o zagueiro Ignácio.

Em Mirassol, no interior paulista, a equipe da casa fez valer o retrospecto e ganhou do Grêmio por 2 a 1 no Maião, também pela 19ª rodada. A “freguesia” do Tricolor gaúcho chama atenção: em quatro jogos (três pelo Brasileirão e um na Copa do Brasil de 2022) contra o Leão Caipira, são quatro triunfos do rival.

A vitória deixou o Mirassol próximo de sair na zona de rebaixamento, que engloba os quatro últimos colocados. A equipe paulista foi a 19 pontos, na 18ª colocação. São dois pontos a menos que o próprio Grêmio, primeiro clube fora do chamado Z-4, na 16ª posição.

O Leão construiu o resultado positivo no primeiro tempo, com gols de Bruno Santos, aos 15 minutos, e Edson Carioca, aos 37. A equipe gaúcha descontou aos 32 da etapa final, com o também atacante Carlos Vinícius.

Outro tricolor, o de Salvador, teve melhor sorte. Em duelo da quarta rodada, que tinha sido adiado devido a um compromisso do Bahia pela Libertadores, o Esquadrão de Aço bateu a Chapecoense por 2 a 0 na Casa de Apostas Arena Fonte Nova.

Os baianos estão em sexto lugar, com 29 pontos. O Verdão do Oeste, que não vence desde a estreia, é o último colocado entre 20 clubes, com apenas nove pontos.

Os gols saíram já na primeira etapa. Aos 11 minutos, o meia Rodrigo Nestor, de pênalti, abriu o placar. Já aos 33, o lateral Román Gómez definiu o marcador.

Fonte: Agência Brasil