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Coreia do Sul vence República Tcheca de virada

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Em outros tempos, ninguém poderia apostar que uma seleção asiática mandasse numa partida de Copa do Mundo contra uma seleção europeia. Mas, nesta Copa de 2026, a Coreia do Sul mostrou um futebol mais vistoso e eficiente do que a República Tcheca, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo A, em Guadalajara, no México.

Aos 13 minutos do 1° tempo, Kan Lee chutou de fora da área e o goleiro Kovar espalmou a corner. Aos 38, o ídolo Son, jogador do Los Angeles F. C., dos Estados Unidos, teve a oportunidade de abrir o placar, estava livre, na meia lua da grande área, mas chutou para fora.

Os primeiros 45 minutos não foram generosos em emoção. Com mais posse de bola, a Coreia do Sul não criava muitas chances. A República Tcheca, com jogadores mais altos, não conseguia sequer utilizar a bola aérea como arma de ataque. Assim, o 0 a 0 era mais do que justo.

Com três minutos do segundo tempo, Jae Lee arriscou rasteiro e o goleiro Kovar defendeu em dois tempos. Aos dez, o sul-coreano Son novamente teve a bola do jogo nos pés. Frente a frente com o goleiro tcheco, ele tentou dar uma “cavadinha”, mas acertou o peito de Kovar e conseguiu só um escanteio.

Aos 13 minutos, a antiga máxima do futebol de “quem não faz, leva”, se concretizou. Numa jogada de lateral cobrado para a área, Krejci subiu sozinho e testou as redes do goleiro Seung Kim: 1 a 0 para a República Tcheca.

Aos 21 minutos, a Coreia do Sul chegou ao empate. In Hwang é lançado dentro da área, dá um drible no zagueiro tcheco e um leve toque para tirar do goleiro Kovar. Um gol de “cavadinha”, executada corretamente desta vez: 1 a 1.

Aos 31, a República Tcheca chegou ao segundo gol, com Soucek. Numa cobrança de falta para a área, ele cabeceou livre dentro da pequena área, mas a arbitragem marcou impedimento e o gol foi corretamente anulado.

A Coreia do Sul reagiu imediatamente. Aos 34, cruzamento rasteiro para a área e o reserva Oh chegou com tudo para empurrar para as redes. A bola ainda bateu no goleiro Kovar, mas não teve jeito, era a virada: 2 a 1.

Aos 36, Hlozek teve a chance de empatar, em mais uma jogada de lateral cobrado para dentro da área, mas o goleiro Seung Kim fez uma bela defesa no pé da trave, impedindo um gol certo. Aos 48, Sadilek teve grande oportunidade, chutando rasteiro de dentro da área e, novamente, o goleiro sul-coreano salvou sua equipe, defendendo sem dar rebote.

Quando o árbitro egípcio apitou o fim do jogo, um alívio: a vitória por 2 a 1 fez os muitos torcedores sul-coreanos no estádio vibrarem. Na realidade, o placar premiou a seleção que mais buscou a vitória e mostrou melhor futebol. A República Tcheca, limitada à força e à altura dos seus jogadores, não teve técnica para conseguir sequer um empate na estreia.

Agora, México e Coreia do Sul lideram a chave A com 3 pontos e vão se enfrentar logo na segunda rodada, no dia 18 de junho, também em Guadalajara. Os tchecos terão que se recuperar na partida contra a África do Sul, na mesma data, em Atlanta, nos Estados Unidos.

Fonte: Agência Brasil

Projeto de turismo em favelas do Rio prepara rota especial para a Copa

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O clima de Copa do Mundo inspirou o projeto social Na Favela Turismo a criar uma rota temática que levará os visitantes da Rocinha e do Vidigal, no Rio de Janeiro, a lugares das comunidades onde a bola balança a rede. Ao fim do passeio, os turistas ainda vão poder assistir aos jogos do Brasil na comunidade

A iniciativa, chamada de Copa na Favela, começa no próximo sábado (13) e é do empreendedor social Renan Monteiro. O objetivo é promover integração social e geração de renda a partir do turismo.

O projeto já chegou a receber mais de 40 mil visitantes em um mês e espera ter seu melhor resultado em agosto, quando o Hemisfério Norte estará em férias de verão. 

“Dentro dessa rota, o turista que comprar o passeio vai fazer um tour pelas comunidades com um guia local, visitar os pontos esportivos, as quadras de futebol da Rocinha e do Vidigal, e assistirá também uma apresentação cultural do projeto Acorda Capoeira”, disse Renan Monteiro à Agência Brasil.

Além disso, os turistas terão aula de “altinha”, lazer típico do Rio de Janeiro e surgido nas décadas de 1950 e 1960. Comum nas praias da cidade, o jogo coletivo consiste em manter a bola no ar sem usar as mãos, utilizando apenas partes do corpo, como pés, pernas, peito, cabeça e ombro.

Quem quiser, poderá participar ainda de uma “pelada” no Castelinho, na localidade de Paula Brito, na Rocinha. Na partida de futebol, os visitantes terão a oportunidade de confraternizar e tirar fotos com Josiel Dalto dos Santos, morador da comunidade e considerado sósia do jogador Vini Jr, da seleção brasileira.

No final do passeio, haverá um evento no Mirante da Rocinha, com roda de samba e telão para transmissão dos jogos do Brasil. Os três jogos do país na primeira fase estão marcados para 13, 24 e 29 de junho.

“Esse tour vai ocorrer todos os dias que tiver jogo do Brasil”, informou Monteiro.

Celebração

Caso o Brasil avance no torneio mundial, a Copa na Favela terá continuidade garantida, afirmou Renan Monteiro. “No final do tour, a ideia é que tenha ali uma celebração, uma troca entre turistas e comunidade, em um grande evento”.

O empreendedor social considera que, quando turistas e moradores compartilham experiências, são criadas conexões especiais e novas oportunidades para a comunidade. “O esporte e a cultura têm o poder de aproximar pessoas e promover inclusão social”, afirmou.

A maior parte dos turistas atendidos pelo projeto são oriundos da América Latina, englobando argentinos, chilenos e colombianos, além de muitos visitantes nacionais. Em seguida, aparecem americanos, franceses e italianos. 

“Mas vem gente do mundo todo”, esclareceu.

 

Fonte: Agência Brasil

Nota Fiscal Goiana: contemplados no sorteio de maio têm 90 dias para solicitar resgate dos prêmios

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Nota Fiscal Goiana: começa prazo para resgate dos prêmios do sorteio de maio - notas de 50 e 100 reais na mão de uma pessoa
Lista completa com nomes dos ganhadores da 115ª edição pode ser consultada no portal oficial do programa (Foto: Denis Marlon)

A Secretaria da Economia publicou nesta quinta-feira (11/06), no Diário Oficial do Estado, a homologação do resultado do sorteio de maio da Nota Fiscal Goiana.

Com a publicação, os contemplados têm 90 dias para solicitar o resgate dos prêmios.

O pedido deve ser feito exclusivamente pelo site da Nota Fiscal Goiana.

Após acessar o sistema com login e senha, o ganhador deve entrar na área de premiação, selecionar a opção de resgate e informar os dados bancários para recebimento.

O pagamento é realizado em até 30 dias, já com desconto do Imposto de Renda.

Quem não solicitar o resgate dentro do prazo perde o direito ao prêmio, conforme as regras do programa.

Nota Fiscal Goiana – ganhadores

O prêmio principal, de R$ 50 mil, contemplou a moradora de Goiânia, Cristiane Alves Moreira.

Os prêmios de R$ 10 mil e R$ 5 mil saíram para consumidores de:

  • Goiânia;
  • Trindade;
  • Aparecida de Goiânia;
  • São Luís de Montes Belos.

Já os prêmios de R$ 1 mil e R$ 500 contemplaram consumidores de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Trindade, Anápolis, Rio Verde e Luziânia, entre outros municípios, alcançando ao todo 37 cidades.

A lista completa dos ganhadores da 115ª edição pode ser consultada no portal oficial do programa.

Secretaria da Economia – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

CLDF homenageia profissionais que movem o setor de eventos no Distrito Federal

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Em sessão solene realizada nesta quarta-feira (10), a Câmara Legislativa do DF prestou homenagem aos profissionais que compõem a cadeia produtiva de eventos na capital. A iniciativa, proposta pela deputada Paula Belmonte (PSDB), buscou dar visibilidade a um setor que movimenta a economia, gera empregos e promove a cultura, muitas vezes por meio de um trabalho realizado nos bastidores.

A parlamentar destacou a importância de reconhecer aqueles que transformam planejamento em realidade. “Há profissões que aparecem no palco e há aquelas que tornam o palco possível”, afirmou Paula Belmonte, ressaltando que o setor é feito de pessoas que constroem histórias e conexões humanas.

Ela também relembrou as dificuldades enfrentadas pelo segmento durante a pandemia, quando muitos profissionais foram “invisibilizados”.
“Essa sessão solene é em homenagem a cada um de vocês que movimentam a economia do DF”, reforçou.

Desafios da profissão

A mesa de honra contou com referências do setor, que compartilharam suas trajetórias e a complexidade da profissão. O cerimonialista e consultor César Serra, com quase 37 anos de carreira, definiu o trabalho como um “sacerdócio”. “Quero saudar a todos os mercadores de sonho que estão aqui presentes… Trabalhar na condução do sonho de alguém é uma responsabilidade muito grande”, declarou o realizador do congresso Luxo de Festa.

 

Sara Marques/Agência CLDF

 

Já Tito Santana, fundador do projeto “Bate-papo do Terceiro Setor”, trouxe uma reflexão sobre a resiliência necessária na área. De forma bem-humorada, ele pontuou que, apesar dos imprevistos técnicos e logísticos, a paixão pelo ofício prevalece. “A felicidade não é ausência de conflitos, mas a habilidade em lidar com eles. Isso é ser produtor de evento”, afirmou, destacando ainda o papel social do setor na melhoria de vidas.

Força feminina e união no pós-pandemia

A representatividade feminina no setor também foi pauta central. A presidente da Associação Brasiliense de Empresários do Setor de Eventos (Abra Eventos), Carla Vinhas, lembrou que a entidade nasceu em meio ao “caos” da pandemia para apoiar pequenos e médios empresários. Ela fez um apelo por políticas públicas mais eficazes: “O que eu quero te pedir? Que seja por menos burocracia e mais apoio. Nós precisamos de apoio”.

A empresária Eline Pink reforçou a necessidade de valorizar o “backstage”, que compõe 80% dos trabalhadores envolvidos em eventos. Além disso, alertou para a importância de as empresas e instituições garantirem a proteção de crianças e adolescentes em grandes eventos.

A empresária e decoradora Anete Carrard  destacou que o setor de eventos é “construído por pessoas que transformam sonhos e ideias em realidade”. Em sua fala, ela ressaltou que, por trás da beleza e da decoração final, existe um intenso trabalho de logística, montagem e dedicação que exige coragem e resiliência dos profissionais.

Reconhecimento

A solenidade também homenageou figuras históricas da cidade. Nilton Garcia, diretor da Diretor da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes  (Abrasel), relembrou sua participação na criação do Eixão do Lazer e na arrecadação de fundos para a construção do Hospital da Criança. “Essas coisas foram construídas com amor, com carinho, com compartilhamento”, disse o profissional com mais de 50 anos de atuação na área.

 

Sara Marques/Agência CLDF

 

A noite foi marcada pela entrega de Moções de Louvor a centenas de profissionais, incluindo decoradores, fotógrafos, seguranças e produtores. 

Ao encerrar a sessão, Paula Belmonte reafirmou seu compromisso com o fomento à autonomia financeira e com a defesa do setor produtivo. “Brasília é cultura, é fomento e é o povo. Precisamos estar unidos por princípios e valores”, concluiu a deputada.

Fonte: Agência CLDF

Salários diminuem pobreza em 22 regiões metropolitanas

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Entre 2021 e 2025, mais de 10 milhões de pessoas deixaram a condição de pobreza nas regiões metropolitanas do país,. Os dados são do boletim Desigualdade nas Metrópoles, produzido em parceria pelo Observatório das Metrópoles, a Rede de Observatórios da Dívida Social na América Latina (RedODSAL) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Segundo o estudo, baseado em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de pobreza em 22 metrópoles brasileiras chegou a 18,4% em 2025, “alcançando, pelo terceiro ano consecutivo, o menor valor da série histórica [desde 2012]”.

“Foi uma redução significativa. Um patamar grande, apesar do nível de pobreza ainda se manter bastante alto no conjunto das metrópoles do Brasil”, afirma, em entrevista à Agência Brasil, o economista e sociólogo Marcelo Ribeiro, professor do Programa de Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pesquisador do Observatório das Metrópoles.

Para o especialista, a redução observada da pobreza tem a ver com a remuneração do trabalho e foi beneficiada com a maior oferta de ocupações no país. “Está muito vinculada com o fato de as pessoas mais pobres terem aumentado o seu nível de renda a partir do rendimento do trabalho.”

Ele descarta que a melhoria tem a ver com os programas sociais de transferência de renda. Os valores pagos pelo Bolsa Família não sofrem alteração desde março de 2023.

Renda domiciliar mensal

Conforme o boletim Desigualdade nas Metrópoles, “a renda média domiciliar per capita do conjunto das metrópoles do país alcançou novo recorde em 2025”. O valor foi de R$ 2.766.


Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução da média de rendimentos. Foto: RedODSAL/ PUC-RS
Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução da média de rendimentos. Foto: RedODSAL/ PUC-RS

No ano passado, havia nas regiões metropolitanas RM cerca 15,2 milhões de pessoas (15.188.817) em situação de pobreza – que contavam com até R$ 729 por mês (valor resultado da renda domiciliar mensal dividida pelo número de pessoas da família). O volume equivale ao total da população somada do Pará, da Paraíba e de Sergipe.

Desse universo, 2,6 milhões de pessoas estavam em condição de extrema pobreza: contavam com até R$ 229 por mês (renda familiar per capita mensal). O volume equivale ao total de habitantes de Fortaleza ou de Salvador.

O boletim destaca que “a taxa de extrema pobreza caiu para 3,2% no conjunto das metrópoles brasileiras. Esse nível só foi maior do que as taxas registradas em 2013 e 2014.

10% mais ricos ganham 16,1 vezes a mais que os 40% mais pobres

O boletim também avaliou a concentração de renda aferida pelo índice de Gini. Em 2025, o valor foi de 0,511 – conforme o indicador, quanto mais próximo de 1, maior o acumulo do rendimento em menor número de pessoas.


Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução do coeficiente de Gini. Foto: RedODSAL/ PUC-RS
Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução do coeficiente de Gini. Foto: RedODSAL/ PUC-RS

Segundo nota de divulgação do estudo, “o aumento da desigualdade [entre 2024 e 2025] também foi identificado pela razão entre os rendimentos dos 10% mais ricos e dos 40% mais pobres da população. Em 2025, os integrantes do topo da distribuição de renda receberam, em média, 16,1 vezes mais do que aqueles situados na base, reforçando a persistência das disparidades socioeconômicas nas metrópoles brasileiras.”


Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Média de rendimento por estrato de renda. Foto: RedODSAL/ PUC-RS
Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Média de rendimento por estrato de renda. Foto: RedODSAL/ PUC-RS

Para Marcelo Ribeiro, há mais de uma razão para a perpetuação da histórica desigualdade social no Brasil: o mercado de trabalho e os rendimentos de aplicações financeiras. “Para os mais ricos, o mercado de trabalho tem efeito especial. Eles estão nas ocupações de maior remuneração, pois são aquelas de maior escolarização.”

Além disso, o economista lembra que no período de análise o país conviveu “com taxas de juros muito elevadas. Somente os grupos de maior poder aquisitivo têm condições de realizar aplicações financeira. Os rendimentos deles, tanto decorrentes do trabalho quanto de aplicações financeiras, contribuíram para o aumento de renda – que foi proporcionalmente maior do que os estratos socioeconômicos mais baixos.”

Desigualdade no mapa

Ribeiro ressalta que a desigualdade tem distribuição geográfica. As metrópoles das regiões Norte e Nordeste têm proporcionalmente mais pobres do que as do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O Distrito Federal, com média de renda mensal de R$4.401, dispõe de um valor 2,7 vezes maior do que a média de renda da grande São Luís (R$ 1.616).

As regiões metropolitanas observadas foram Manaus, Belém, Macapá, São Luís, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Vale do Rio Cuiabá e Goiânia, o Distrito Federal e a Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento de Teresina (PI).

As 22 regiões metropolitanas observadas no estudo são formadas por cerca de 300 cidades. Quatro de cada dez pessoas que moram no Brasil vivem nessas áreas.

Fonte: Agência Brasil

Petrópolis, na região serrana do Rio, terá novo sinal de TV aberta

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O Ministério das Comunicações vai levar novo sinal de televisão aberta para o município de Petrópolis, na região serrana do Rio. O canal vai ampliar o acesso da população à informação, cultura e ao entretenimento. A autorização para a retransmissão de TV foi publicada nessa quinta-feira (11), no Diário Oficial da União.

Com a ação, o ministério permite que sinais de emissoras geradoras de TV comercial ou educativa cheguem a localidades onde o sinal não alcança diretamente ou chega com baixa qualidade.

Para o início das transmissões, as emissoras precisam obter autorização de funcionamento das antenas junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Quando habilitadas, os moradores poderão assistir à programação pelo canal 38.

“O serviço de retransmissão de televisão ajuda a garantir que mais brasileiros tenham acesso à televisão com qualidade e menos interferências, principalmente em localidades mais remotas”, disse o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

A ampliação da retransmissão de TV aberta faz parte da estratégia de fortalecimento da radiodifusão no país, garantindo que mais comunidades tenham acesso gratuito à informação, programação educativa e conteúdos culturais.

Fonte: Agência Brasil

Ao negar extradição de Zambelli, Justiça italiana cita Moraes

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A Corte de Cassação de Roma, instância máxima de apelação da Justiça italiana, publicou a íntegra da decisão em que negou a extradição ao Brasil da ex-deputada Carla Zambelli, condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

A decisão italiana diz respeito ao pedido de extradição feito pelo Brasil relativo ao caso de invasão aos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), crime pelo qual foi considerada culpada pela Primeira Turma do Supremo, no ano passado. 

Para a Justiça italiana, há “diversos elementos” que trazem dúvida sobre a imparcialidade do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo. Isso porque ele ocupou diferentes papéis ao longo do processo, sendo, além de juiz, o prejudicado pelo ato considerado criminoso. 

A decisão italiana afirma haver “insuficiência e ilogicidade da fundamentação em relação ao acúmulo das funções de vítima, juiz de primeira instância, juiz de segunda instância e juiz da execução na pessoa de M.A.D.M. [Ministro Alexandre de Moraes]”.

A Corte de Cassação concluiu que Moraes atuou, nesse caso específico, “em violação ao princípio da imparcialidade e da independência do juiz”. 

Pouco antes da condenação se tornar definitiva, Zambelli fugiu, em julho do ano passado, para os Estados Unidos e em seguida para a Itália, país do qual possui cidadania. Ela foi presa no país europeu para aguardar o julgamento do pedido de extradição feito pelo Brasil, mas acabou solta em maio deste ano, depois da decisão que rejeitou o procedimento. 

Há ainda, contudo, um segundo pedido de extradição em tramitação na Justiça italiana, ao aguardo de uma decisão da Corte de Cassação italiana. 

Esse caso diz respeito a uma condenação da ex-deputada por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal no episódio em que ela sacou um revólver e perseguiu um jornalista pelas ruas de São Paulo, em 2022. 

Acionados, o Supremo Tribunal Federal ou o gabinete do ministro Alexandre de Moraes ainda não se manifestaram sobre a decisão da Justiça italiana. 

 

Fonte: Agência Brasil

Inscrições para o Enem terminam nesta sexta na página do participante

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Os interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 devem se inscrever até as 23 horas e 59 minutos desta sexta-feira (12), no horário de Brasília. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogou por uma semana o prazo, que terminaria, até então no dia 5. 

A inscrição é on-line e deve ser feita diretamente na Página do Participante no portal do Inep e com o login do portal Gov.br.

Mesmo os alunos que tiveram aprovado o pedido de isenção de taxa precisam acessar o sistema do Inep para fazer a inscrição na prova de 2026.

Inclusão e acessibilidade

O prazo ampliado até esta sexta-feira (12) também vale para solicitar tratamento pelo nome social e, se necessário, pedir atendimento especializado.

O Inep incluiu no Enem 2026 a possibilidade de atendimento especializado para pessoas com fibromialgia e transtornos mentais, como ansiedade, Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), entre as situações.

Todas as condições específicas para pedir recursos de acessibilidade estão descritas no edital.

A resposta preliminar à solicitação de atendimento especializado e ao tratamento pelo nome social sairá em 26 de junho.

Inscrição automática

Pela primeira vez, todos os concluintes do ensino médio de escolas públicas foram inscritos automaticamente pelo governo federal.

 A única obrigação do estudante é confirmar, até esta sexta-feira, sua participação no sistema de inscrição, escolher a opção de prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol) e indicar, se for o caso, a necessidade de recursos de acessibilidade ou se quer ser tratado pelo nome social em todas as fases do exame.

Taxa de inscrição

Após a inscrição, o sistema do Enem vai gerar a GRU Cobrança no valor de R$ 85 aos candidatos não isentos.

Com a prorrogação do período de inscrições, o pagamento da taxa do exame deve ser feito até 17 de junho.

A opções de pagamento são via Pix, cartão de crédito, débito ou boleto. A quitação poderá ser feita em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários.

O Inep destaca que participantes do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC) e os concluintes do ensino médio de escolas públicas são isentos do pagamento.

Mais locais de provas

A aplicação das provas do Enem está agendada para os domingos 8 e 15 de novembro.

De acordo com estimativas do Inep, aproximadamente 80% dos concluintes da rede pública devem fazer as provas nos dois dias, na própria escola em que estudam. A medida tem o objetivo de facilitar o acesso e reduzir deslocamentos.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies)

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Fonte: Agência Brasil

Revolução do Haiti: a história vetada pela Fifa em camisa da Copa

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Quando estrear na Copa do Mundo de futebol no sábado (13), o Haiti não exibirá mais na camisa a ilustração de um episódio emblemático da história moderna: a revolução que levou à abolição da escravidão e à independência do país (1791–1804). 

A seleção caribenha teve que modificar seus uniformes de jogo depois do veto da Federação Internacional de Futebol (Fifa). A entidade argumentou que era uma manifestação política, algo proibido em seu regulamento.

O desenho mostrava um grupo de pessoas segurando uma bandeira vermelha e branca. Em entrevista ao The Athletic, jornal dos Estados Unidos ligado ao The New York Times, um representante do Haiti disse que era uma referência à Batalha de Vertières. Ocorrida em 1803, a rebelião foi decisiva para a derrota francesa no território.

A inclusão da imagem valorizava um símbolo de orgulho nacional, mas também explorava uma coincidência. A batalha aconteceu em 18 de novembro de 1803. A seleção de futebol se classificou para a Copa do Mundo no dia 18 de novembro de 2025, ao vencer a Nicarágua por 2 a 0, em jogo válido pelas Eliminatórias.

O professor e mestre em história pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Gabriel Léccas pesquisa sobre a memória da revolução haitiana. Ele lembra que não é a primeira vez que uma entidade esportiva censura imagens históricas de uma delegação haitiana. 

Em fevereiro deste ano, nos Jogos de Inverno na Itália, o Comitê Olímpico Internacional (COI) proibiu uma ilustração de Toussaint Louverture, um dos líderes da revolução, no uniforme que o Haiti usaria na abertura do evento. O argumento também foi de que era um elemento político.

“São demonstrações do silenciamento histórico e político da memória da revolução e dos sujeitos históricos que a construíram. Esse silenciamento se deu no século XIX pelos discursos escravistas, quando as elites temiam uma nova revolução escrava.” 

Segundo Léccas, esse processo evidencia-se por discursos racistas, cuja visão de mundo não reconhece o protagonismo de sujeitos históricos não brancos na luta por seus direitos e pelo questionamento das hierarquias raciais.


A história vetada pela Fifa em camisa da Copa - Revolução do Haiti: a história vetada pela Fifa em camisa da Copa
Uniforme da seleção caribenha retratava batalha pela independência. Na foto de cerca de 1797 que representa as limitações da liberdade da democracia francesa em solo haitiano. Foto: Archives départementales de la Gironde.
A história vetada pela Fifa em camisa da Copa - Revolução do Haiti: a história vetada pela Fifa em camisa da Copa
Uniforme da seleção caribenha retratava batalha pela independência. Na foto de cerca de 1797 que representa as limitações da liberdade da democracia francesa em solo haitiano. Foto: Archives départementales de la Gironde.

A imagem, de cerca de 1797, representa as limitações da liberdade da democracia francesa em solo haitiano. Archives départementales de la Gironde

Entenda a seguir o que foi Revolução do Haiti e a Batalha de Vertières:

Colonização 

Segundo o historiador Marco Morel, no livro A Revolução do Haiti e o Brasil Escravista (2017), a ilha caribenha era habitada pelo grupo indígena Taïno (ou Arawak), que chamava o local de Haïti (terra montanhosa), antes da chegada dos europeus. Em 1492, Cristovão Colombo desembarca no local e batiza a ilha de Hispaniola. 

A população indígena, estimada entre centenas de milhares a um milhão de pessoas, foi dizimada em poucas décadas devido a massacres, doenças europeias e ao trabalho nas minas imposto pelos espanhóis.

Para suprir a carência de mão de obra, o rei Carlos V da Espanha autorizou, em 1517, a importação de africanos escravizados para a ilha. Os espanhóis concentraram sua colonização na parte ocidental. A parte oriental foi cedida para a França em 1697 e passou a ser chamada de Saint-Domingue (São Domingo).

A economia nessa área era baseada em um tripé de agricultura de exportação: cana-de-açúcar, café e anil. Em 1789, a colônia representava dois terços do comércio exterior da França e era o maior mercado individual para o tráfico negreiro europeu. A sociedade era dividida entre uma minoria de brancos e negros libertos, e uma maioria de africanos e descendentes escravizados.

A vida dos escravizados era regulada pelo Code Noir (Código Negro) de 1685, que previa castigos corporais severos e estratégias para evitar rebeliões. O que acabou não se mostrando suficiente para evitar o colapso do sistema colonial.

Revolução 

No livro Os Jacobinos Negros: Toussaint L’ouverture e a Revolução de São Domingos, o historiador caribenho C. L. R. James explica que o enfraquecimento do poder da França e a circulação de ideais iluministas de liberdade e igualdade na ilha criaram um quadro favorável para a revolta.


A história vetada pela Fifa em camisa da Copa - Revolução do Haiti: a história vetada pela Fifa em camisa da Copa
Uniforme da seleção caribenha retratava batalha pela independência. Gravura de Nicolas Maurin de 1838. Foto: Bibliothèque Nationale de France François
A história vetada pela Fifa em camisa da Copa - Revolução do Haiti: a história vetada pela Fifa em camisa da Copa
Uniforme da seleção caribenha retratava batalha pela independência. Gravura de Nicolas Maurin de 1838. Foto: Bibliothèque Nationale de France François

Imagem de Toussaint Louverture, de autoria de Nicolas Maurin (1838). Bibliothèque Nationale de France François

A rebelião foi organizada por lideranças de origem africana, como Toussaint Louverture, Jean-Jacques Dessalines e Henri Christophe. Foram chamadas pelo pesquisador de “jacobinos negros”, pela semelhança com os jacobinos da Revolução Francesa (1789–1799), que representavam camadas mais pobres da população e tinham posição mais firme de defesa da igualdade social.

Em São Domingos, o levante armado começou efetivamente na noite de 22 de agosto de 1791, quando foram destruídas centenas de engenhos e plantações, e colonos brancos foram mortos. A ilha entrou em uma guerra que durou 12 anos.

Embora a França tenha decretado formalmente a abolição da escravidão em suas colônias em 1794, o governo liderado por Napoleão Bonaparte enviou uma expedição militar em 1802 com o objetivo de restabelecer o regime escravista na ilha. A medida provocou a união das forças rebeldes locais em uma guerra total pela independência.

Batalha de Vertières

O confronto decisivo contra as tropas francesas ocorreu em novembro de 1803, nas proximidades do Cabo Francês (atual Cabo Haitiano). Forças rebeldes integradas por negross, sob a liderança de Jean-Jacques Dessalines, concentraram a ofensiva contra o exército comandado pelo general francês Donatien de Rochambeau.

Durante os combates, destacou-se a atuação do oficial haitiano François Capois (conhecido como Capois-la-Mort), que liderou o avanço de sua coluna militar sob fogo de artilharia. A vitória das tropas comandadas por Dessalines forçou a evacuação e a rendição definitiva dos soldados franceses no território.

Independência e impacto

Em 1º de janeiro de 1804, Dessalines proclamou oficialmente a independência de São Domingos, que foi rebatizada com o nome de origem indígena Haiti. O ato marcou a fundação da primeira república negra do mundo e o primeiro Estado nacional das Américas a abolir legalmente a escravidão desde a sua origem.

O processo revolucionário haitiano gerou repercussões internacionais, influenciando movimentos emancipacionistas e debates sobre direitos civis e raciais em outros territórios das Américas, inclusive no Brasil durante o período imperial.

Para o historiador Gabriel Léccas, um dos elementos mais importantes da Revolução foi o fato de ela ter sido a primeira a combinar a luta anticolonial com um programa político abolicionista.

“O traço que contribui diretamente para esse pioneirismo foi o protagonismo de negros, libertos e escravizados nas lutas de independência.”

O professor explica que a revolução fundou um império abolicionista em que os cidadãos – de qualquer cor – eram denominados negros, ressignificando o termo negritude como uma identidade política.

“Esse aspecto questionou a ideia de humanidade elaborada por movimentos como a Revolução Francesa e a Independência dos Estados Unidos, que inicialmente não reconheceram a cidadania de negros e mestiços.”

Fonte: Agência Brasil

Temporada de musicais do Basileu França apresenta “Mamma Mia”

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Mamma Mia abre temporada de musicais do Basileu França em Goiânia
Montagem leva ao palco a história de Sophie e Donna Sherida, personagens do musical inglês que conquistou públicos ao redor do mundo (Foto: Basileu França)

O público de Goiânia poderá assistir a uma nova montagem de Mamma Mia neste fim de semana. Produzido pelo Núcleo de Teatro Musical da Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França, o espetáculo será apresentado em três sessões no Teatro Escola Basileu França, com versões em português das músicas do grupo ABBA e execução da trilha sonora ao vivo pela Big Band.

As apresentações serão no sábado (13/06), às 16 horas; e, no domingo (14/06), serão duas sessões: às 16 horas e às 19 horas. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla, com valor de R$ 45, além da taxa de serviço.

O que esperar da apresentação Mamma Mia em Goiânia?

A montagem leva ao palco a história de Sophie e Donna Sherida, personagens do musical inglês que conquistou públicos ao redor do mundo e ganhou adaptações para o cinema em 2008 e 2018.

A trama se passa em um pequeno hotel na Ilha de Calicos, na Grécia, às vésperas do casamento de Sophie. Determinada a descobrir a identidade do pai para realizar o sonho de ser conduzida ao altar por ele, a jovem encontra um antigo diário da mãe, Donna.

Ao descobrir que Donna se relacionou com três homens no mesmo período, Sophie decide convidar todos para a cerimônia, dando início a uma série de revelações, encontros e situações que movimentam a narrativa.

Para esta adaptação, foram escalados 35 atores e atrizes. O elenco contará a história por meio da interpretação de canções que marcaram gerações, eternizadas pelo grupo sueco ABBA.

Além da música que dá nome ao espetáculo, o público poderá acompanhar versões produzidas exclusivamente para a montagem de sucessos como Super Trouper, Dancing Queen, Money, Money, Money e Thank You for the Music.

A participação da Big Band promete tornar a experiência ainda mais envolvente, com a execução da trilha sonora ao vivo durante toda a apresentação.

“Com o objetivo de fomentar e estimular a formação na área de teatro musical em Goiânia, decidimos produzir e trazer para o público goiano um dos musicais mais queridos, descontraídos e envolventes do mundo. A inédita montagem foi inspirada no libreto original escrito por Catherine Johson para a peça Mamma Mia, encenada pela primeira vez em 1999 no Prince Edward Theatre, em Londres na Inglaterra. O público vai se emocionar do início ao fim”, diz o diretor musical da peça, Eduardo Machado.

Serviço

Assunto: Mamma Mia – O Musical
Quando: Sábado (13/06), às 16h; e domingo (14/06), às 16h e 19h
Onde: Teatro Escola Basileu França – Avenida Universitária, nº 1.750, Setor Leste Universitário, Goiânia-GO
Ingressos: Sympla – R$ 45, mais taxa de serviço de R$ 4,50.

Secretaria de Ciência, Tecnologai e Inovação (Secti) – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás