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Fórum Econômico Mundial expõe divisão entre Trump e multilateralismo

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A edição deste ano do Fórum Econômico Mundial expõe a divisão entre as primeiras medidas protecionistas do governo de Donald Trump e a resistência, principalmente da União Europeia, em manter o multilateralismo. Com uma delegação brasileira esvaziada, o evento, que reúne líderes políticos, empresários e acadêmicos de todo o planeta, começou na segunda-feira (20), mesmo dia da posse de Trump, e vai até sexta (24) em Davos, nos Alpes Suíços..

O novo presidente norte-americano discursará nesta quinta-feira (23), por meio de videoconferência. Esse é o ponto mais aguardado da edição de 2025 do fórum. A última vez em que Trump participou do Fórum Econômico Mundial foi na edição de 2020, pouco antes do início da pandemia de covid-19.

Com cerca de 60 chefes de Estado, 130 representantes de governos e 1,6 mil executivos de 900 empresas, o Fórum Econômico Mundial promoverá cerca de 300 painéis. Os temas dos debates se concentrarão em cinco eixos: enfrentamento às mudanças climáticas, regulação da inteligência artificial (principalmente nas empresas), fontes alternativas de crescimento econômico, desenvolvimento do capital humano e reconstrução da confiança global.

Quase todos os temas são opostos ao novo governo norte-americano. Nos três primeiros dias de mandato, Trump anunciou a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris, assinou uma medida para desregular a inteligência artificial e ampliou o isolamento da maior economia do planeta, ao assinar decretos para a deportação de imigrantes e para retirar o direito à cidadania norte-americana de filhos de imigrantes nascidos no país.

Divergências

As decisões de Trump provocam divergências no Fórum Econômico Mundial. Em discurso nesta quarta-feira (22), o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Antônio Guterres, disse que a crise climática e a inteligência artificial representam novas ameaças que podem “desestabilizar a vida” e exigem atenção em escala global.

Sobre o aquecimento global, o secretário-geral da ONU defendeu os benefícios das fontes renováveis de energia e afirmou que a “dependência de combustíveis fósseis é um monstro que não poupa ninguém”. As declarações vão ao encontro de Trump, que prometeu, no discurso de posse, “cavar e cavar” mais poços de petróleo para desenvolver a indústria norte-americana.

Mesmo entre os empresários, as primeiras decisões de Trump expõem as divergências. Representantes de grandes empresas norte-americanas, como a Coca-Cola, o Bank of America e a Occidental Petroleum, elogiaram as primeiras medidas do novo presidente, em especial o corte de impostos para as empresas.

Em contrapartida, a presidenta do Banco Santander, a espanhola Ana Botín, manifestou preocupação com as ameaças de elevação de tarifas comerciais de Trump. Em discurso na terça-feira (21), ela disse que a União Europeia precisa se preparar para a onda de protecionismo norte-americano. “Precisamos fazer mais e mais rápido e, pela primeira vez, estar à frente dos Estados Unidos”, declarou Botín.

Brasil

Sem a presença de ministros, a delegação brasileira compareceu esvaziada ao Fórum Econômico Mundial. Inicialmente, estava prevista a ida da ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, mas a viagem dos dois foi cancelada por causa da reunião ministerial convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na segunda-feira (20).

Entre figuras políticas, encabeçaram a delegação brasileira o governador do Pará, Helder Barbalho, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso. O governador paraense pretende promover a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), a ser realizada em Belém em novembro.

Fonte: Agência Brasil

Rui Costa diz que políticas ambientais de Trump preocupam a humanidade

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As medidas de retrocesso na preservação do meio ambiente, anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante seu discurso de posse, preocupam a humanidade como um todo, mas há esperança de que elas não sejam acompanhadas pelas políticas dos governadores daquele país. A expectativa foi manifestada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, nesta quarta-feira (22), durante o programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“A humanidade clama pelo cuidado com a natureza. Ao mesmo tempo que a grande maioria da humanidade quer e deseja o cuidado com o planeta e com o meio ambiente, têm sido eleitas, em alguns lugares, pessoas que dizem que isso não é prioridade, e que deverá ser [algo] secundarizado”, disse Rui Costa durante o programa.

O ministro lamentou o fato de o presidente dos EUA ter anunciado a saída dos EUA do Acordo de Paris, pacto em que todos os países signatários assumem responsabilidades para reduzir as emissões de poluição no planeta.

“Isso evidentemente preocupa, mas não apenas o governo brasileiro. Preocupa a humanidade inteira. Não adianta um só país reduzir as emissões, porque o planeta continuará contaminado. É preciso que todos possam somar esforços para descontaminar o planeta”, defendeu o ministro.

Rui Costa, no entanto, disse ter esperanças de que essa política não seja corroborada por governadores de alguns dos estados norte-americanos que, historicamente, demonstram preocupação com a questão ambiental.

“Provavelmente [a opinião do Trump] não seja a opinião da maioria do povo norte-americano. Até porque muitos dos governadores dos EUA têm políticas muito estruturadas de defesa do meio ambiente. São políticas muito fortes. Esses estados não mudaram suas políticas”, acrescentou, ao lembrar que, nos EUA, os estados têm muita autonomia e força legal institucional. 

“Eles são muito mais autônomos do que é o modelo brasileiro”, disse o ministro.

Fonte: Agência Brasil

AGU afirma que o governo não vai se omitir após decisões da Meta

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O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, disse, em audiência pública em Brasília, motivada pela alteração de políticas de moderação de publicações da Meta, que o Estado não vai se omitir após decisões da empresa. “A omissão não é uma opção para este governo. Estamos preocupados em proteger a sociedade brasileira”, afirmou.

Ele defendeu que o Estado é responsável pela segurança não apenas nas ruas. “Nós temos o compromisso de segurança em todas as vias, inclusive nas digitais”. 

As plataformas digitais convidadas para a audiência não apareceram para a audiência, que ocorreu nesta tarde, e contou com a participação de pesquisadores do tema e membros de diferentes grupos da sociedade. 

O AGU disse que a decisão sobre essas mudanças da política de exclusão de conteúdos preconceituosos, inclusive, afetam a vida de milhões de brasileiros. “Nós não podemos desconhecer que as plataformas digitais, para além de entretenimento, representam uma via importante de informação das pessoas”. 

Proteção

Para o ministro, diante dessas novas políticas nas redes, é necessário proteção de crianças e adolescentes, empresários que utilizam as redes sociais para negócios, os consumidores e a sociedade em geral para a prática de crimes. “Infelizmente, nós temos que constatar que as redes são utilizadas também para a prática de crimes de toda a ordem”, lembrou.  

Jorge Messias defendeu a audiência pública, afirmando que serve para uma tomada de argumentos e subsídios, a partir da fala dos especialistas. Ele explicou que o conteúdo também será encaminhado ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal. 

Ele garantiu que não existe, por parte do governo, um pré-julgamento de nenhuma rede, acrescentando que há interesse de dialogar e trabalhar em cooperação com todas as plataformas. 

O ministro ponderou que a ausência na audiência pública por parte dos representantes da empresa não “interdita o debate”. 

Compareceram ao evento 200 pessoas, segundo a AGU.

Fonte: Agência Brasil

Centro de Operações da PM aposta em tecnologia e expertise de policiais para garantir eficiência

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No fim do ano passado, ganharam repercussão dois casos distintos de mulheres do Distrito Federal que ligaram para o 190 e, sem poder falar do que se tratava, pediram uma pizza. Graças à rápida ação da Polícia Militar — que percebeu o que de fato acontecia —, as duas acabaram liberadas de situações de cárcere privado.

Os dois episódios ilustram bem como funciona esse serviço essencial para o DF. Apenas em 2024, o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) — que recebe as ligações do 190 — teve 134.091 ocorrências atendidas, que resultaram em 9.575 prisões, 2.411 kg de drogas apreendidas, 1.711 veículos recuperados e 1.401 armas retiradas de circulação, apenas para citar alguns exemplos. A central deve ser acionada em casos de emergência ou perigo iminente, como situações que colocam a vida em risco, acidentes de trânsito, crimes em andamento e casos de violência doméstica.

Diariamente, o Copom recebe cerca de 5 mil ligações, muitas das quais não são destinadas à PM, mas que acabam encaminhadas para os canais corretos. “A importância do 190 é imensurável. É ele que faz o atendimento de ponta. Quando o cidadão pega o telefone e liga 190, ele não liga só para uma ocorrência [policial], ele liga para um engasgo, para um incêndio… Então, ele é importantíssimo para a população do Distrito Federal. Hoje, a gente tem 40 policiais, 24 horas por dia, sete dias por semana para esse atendimento”, conta a subchefe do Copom, major Rozeneide dos Santos.

O centro é dividido em duas áreas. A primeira é a central de atendimento, onde chegam as ligações. Nela, policiais com anos de experiência anotam os primeiros dados, orientam a população e hierarquizam as ocorrências. É essa expertise que garante um atendimento mais rápido às demandas urgentes e um ouvido apurado para identificar episódios como os dos pedidos de pizza.

Em seguida, os casos são encaminhados à segunda área. Chamada de despacho, ela tem divisões geográficas e é a responsável por repassar as ocorrências aos policiais na rua. Os policiais também ficam atentos às imagens das mais de 600 câmeras espalhadas pelo DF e, agora, aos novos totens de segurança, instalados no Setor Comercial Sul e na Praça do Relógio, em Taguatinga.

“A gente tem uma ordem de prioridade. Homicídio, latrocínio, violência doméstica, por exemplo, têm prioridade em detrimento a um som alto, que pode esperar, uma coisa mais simples. Mas ninguém fica sem atendimento. Alguns podem demorar um pouco mais que outros, mas esse atendimento acontece”, enfatiza a major. “Nosso atendimento aqui é de excelência.”

Violência contra a mulher

Esses casos mais simples, classificados como perturbação da tranquilidade, são os mais comuns do Copom — que, hoje, graças a ações educativas, conseguiu reduzir o percentual de trotes a menos de 2%. Mas eles dividem o topo do ranking com outros bem graves: os de violência doméstica. Segundo a subchefe, eles são a “prioridade 01” do Centro de Operações. “Quando a mulher liga, a situação já está bem complicada. Então, o policial que faz essa triagem vem o mais rápido possível, nem espera o fluxo”, aponta.

Para melhor atender esses casos, no ano passado foi criada a bancada Copom Mulher. Ao mesmo tempo em que encaminha uma viatura para atendimento da ocorrência, essa bancada mantém uma policial feminina em contato com a vítima, para orientá-la.

“O Copom Mulher dá um suporte a essas vítimas de violência doméstica. Quando a viatura chega ao local e essa mulher não se sente à vontade para fazer o registro [da ocorrência], nós entramos em contato via telefone com essa vítima e tentamos sensibilizá-la para fazer essa denúncia, falando sobre a importância do registro, dela fazer essa denúncia na delegacia. Mesmo porque esse primeiro passo de fazer a denúncia é uma forma que ela tem de tentar cessar essa agressão para que não venha a aumentar, que esse incidente que começa com uma agressão física não chegue a um feminicídio”, explica a sargento Rosilenir Andrade, que atende na bancada do Copom Mulher.

Depois, as vítimas de violência ainda podem contar com a Assistência de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), que as auxilia a acessar os diversos programas do Governo do Distrito Federal (GDF) destinados a essas mulheres. No ano passado, foram contabilizados 19.970 atendimentos. Uma forma de garantir ajuda integral a elas. “Para que o atendimento não termine por aqui [no Copom], não seja só um atendimento de emergência. Para esse ciclo se fechar”, arremata a major Rozeneide.

22/01/2024 - Centro de Operações da PM aposta em tecnologia e expertise de policiais para garantir eficiência

Fonte: Agência Brasília

DF exportou quase 200 produtos somente no segundo trimestre de 2024

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O Distrito Federal apresentou recuperação nos seus indicadores do comércio exterior no segundo trimestre de 2024, com crescimento nas exportações e importações, em comparação com o primeiro trimestre do ano. No lado das exportações, a coordenadora Adrielli Dias destaca a retomada da demanda por soja no mercado internacional, com um crescimento de mais de 300% em valor e em volume, na comparação com primeiro trimestre.

A segunda edição do Boletim do Comércio Exterior do Distrito Federal aponta algumas particularidades e potencialidades para o comércio local. O DF tem se destacado em nichos específicos de produção, como no caso de vestuário e preparações do segmento de panificação. O destaque para a panificação no DF, com massas para preparação de pães, representando 30,6% do que foi exportado pelo Brasil, ficando na segunda colocação nacional, atrás de Minas Gerais.

“Os resultados do comércio exterior do DF apontam para uma diversificação dos itens exportados, com uma variedade de quase 200 produtos comercializados somente no segundo trimestre de 2024”, ressalta Francisca Lucena, diretora de Estatística e Pesquisa Socioeconômicas do IPEDF. Além disso, as exportações de milho para semeadura revelaram um mercado potencial, ampliando as possibilidades para além das já consolidadas exportações de soja e carnes de aves, que, até então, representaram mais de 80% do valor total exportado no trimestre.

A desvalorização do real em relação ao dólar e o comportamento dos preços internacionais de commodities também influenciaram o desempenho do comércio exterior do DF, no segundo trimestre de 2024. Além disso, outro fator relevante a ser destacado é a sazonalidade na comercialização de alguns produtos, que afetam tanto a oferta de exportações quanto a demanda no mercado internacional. Já nas importações, as compras públicas, principalmente de medicamentos e vacinas, contribuíram para as variações positivas observadas no período.

“Os resultados apresentados a cada nova edição do Boletim ampliam o conhecimento sobre o comércio exterior do DF, permitindo entender a dinâmica da economia local e fornecendo informações para o governo e a sociedade”, afirma o diretor-presidente do IPEDF Codeplan, Manoel Clementino.

*Com informações do IPEDF

 

Fonte: Agência Brasília

Trump em seu primeiro dia, um resumo

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No primeiro dia de governo, Donald Trump anunciou uma série de ações voltadas para a economia dos Estados Unidos, que refletem suas promessas de campanha e sua visão sobre a política econômica e social do país. Abaixo, uma análise das principais medidas e posturas adotadas:

Foco na Economia Interna

Trump reiterou seu compromisso com a economia interna ao assinar decretos que visam desmantelar algumas das políticas que considera prejudiciais ao crescimento econômico. Ele enfatizou a importância de priorizar o emprego e os negócios americanos, prometendo criar um ambiente mais favorável para as empresas operarem sem as amarras de regulamentações excessivas.

Investimentos em Petróleo

Uma das primeiras ações foi a revogação de restrições sobre a exploração de petróleo e gás natural. Trump acredita que o investimento em energia é crucial para garantir a independência energética dos EUA e gerar empregos. Essa postura reflete sua visão de que os recursos naturais devem ser utilizados plenamente para impulsionar a economia.

Gastos com Imigrantes Ilegais

Trump abordou também a questão da imigração, destacando os altos gastos com imigrantes ilegais. Ele argumentou que esses recursos poderiam ser melhor utilizados para apoiar cidadãos americanos. Ao mesmo tempo, fez críticas à política externa que permite que problemas sociais nos países de origem dos imigrantes persistam, forçando pessoas a deixar suas terras. Trump defende que é necessário resolver as questões na raiz, muitas vezes ligadas a governos de viés mais à esquerda.

Desmantelamento da Agenda Woke

Em um movimento simbólico, Trump tomou medidas para reverter políticas consideradas “woke”, que, segundo ele, têm causado prejuízos financeiros às empresas que as adotaram. Essa decisão visa restaurar o foco no lucro e no crescimento econômico, afastando-se de iniciativas que ele considera como distrações ideológicas.

Críticas à Administração Biden

Trump criticou abertamente as políticas da administração Biden, alegando que não melhoraram a vida dos americanos. Ele prometeu reverter muitas das ações implementadas durante o governo anterior, como parte de sua estratégia para restaurar a confiança do eleitorado e revitalizar a economia.

Uma Nova Abordagem

Agora em seu segundo mandato, Trump parece mais maduro e decidido. Com um apoio sólido entre seus seguidores, ele se mostra preparado para enfrentar os desafios econômicos e sociais do país com uma abordagem mais agressiva. Sua mensagem central é clara: “O mundo precisa mais dos EUA do que os EUA do mundo”, enfatizando o papel preponderante da América no cenário global.

Com essas ações iniciais, Trump tenta reafirmar sua posição como um líder focado na recuperação econômica e na segurança nacional. O futuro dirá se essas medidas trarão os resultados esperados ou se enfrentarão resistência tanto interna quanto externa.

Essas reflexões sobre as ações de Trump no primeiro dia de governo oferecem uma visão ampla das suas intenções econômicas e sociais.

Carnaval 2025 em Goiás terá apoio do governo estadual

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O Carnaval 2025 em Goiás vai contar com aporte financeiro de R$ 3 milhões do governo estadual. O Folia Goiás, pacote de ações de apoio à festa popular, foi lançado na manhã desta quarta-feira (22/01) pelo governador Ronaldo Caiado e a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado.

A medida visa incentivar as festividades no estado, buscando fortalecer a economia local e oferecer diversão aos foliões goianos. A solenidade foi prestigiada por organizadores e autoridades.

“Sem dúvida, é um momento que gira a economia de um município. Leva pessoas de um lugar a outro. Nem todos vão a eventos longe daqui. Então, nós temos de dar essa alternativa também em Goiás. Esse é o objetivo dessa ação”, explicou o governador, que garantiu um carnaval seguro no estado.

“Nosso aparato de polícia, com toda a área de inteligência, batalhões operacionais e parcerias, atenderá todas as exigências para dar uma ida e uma volta tranquila a quem for curtir o Carnaval”, acrescentou.

Por meio da Secretaria da Retomada e Secretaria da Cultura, serão lançados, na próxima sexta-feira (24/01), dois editais. O primeiro, destinado aos bloquinhos tradicionais da capital, conta com investimento de R$ 800 mil, sendo que cada um dos 16 selecionados receberá R$ 50 mil, além de mais R$ 200 mil para sua estrutura.

Já o segundo edital diz respeito ao apoio financeiro aos 20 municípios que organizam festas durante o feriado. O aporte do Estado será de R$ 2 milhões, sendo R$ 100 mil por cidade.

Gracinha Caiado ressaltou a transformação do Carnaval como parte da cultura goiana.

“Hoje, temos aqui 20 prefeitos que terão festas em suas cidades. Em Goiânia, teremos vários artistas vindos da Bahia. Mostraremos que é possível fazer uma festa bonita, que vai movimentar bem o comércio, os bares, os restaurantes e os hotéis. Além disso, em Goiás, dá para brincar o Carnaval com segurança. Nada melhor do que isso”, salientou.

Circuito Goiás

Durante o anúncio, foi firmada ainda uma parceria entre o Governo de Goiás e o Serviço Social do Comércio (Sesc) para realização do Circuito Goiás, na Avenida 85, em Goiânia. O desfile será no dia 22 de fevereiro e terá acesso gratuito, contemplando todos os blocos apoiados. Prefeito da capital, Sandro Mabel garantiu suporte da administração municipal para a realização do evento.

“Vamos entrar para facilitar as licenças, auxiliar na segurança e tudo o que pudermos ajudar”, afirmou.

Em 2025, o Carnaval será celebrado do dia 28 de fevereiro ao dia 5 de março. O apoio do Governo de Goiás à festividade demonstra a importância do acesso à cultura, valorização da identidade local, fomento às artes e à economia.

“Só na capital, do recurso de R$ 1 milhão em investimentos, o retorno será de R$ 7 milhões”, ressaltou o secretário da Retomada, César Moura.

“Nós acreditamos que a cultura também pode contribuir com as políticas públicas voltadas para o turismo, para a geração de emprego e renda”, resumiu a secretária da Cultura, Yara Nunes.

Agenda do governador desta quarta-feira
Desfile Circuito Goiás será no dia 22 de fevereiro e terá acesso gratuito (Foto: Divulgação)

Ocupa Goiás

No pacote de iniciativas, também foi lançado o site Ocupa Goiás, exclusivo para divulgação da programação cultural nos prédios públicos estaduais. Os eventos são divididos em seis categorias: artes visuais, concertos, dança, exposições, shows e teatro.

“É um site que chega para mostrar vários espaços que, historicamente, ficamos vendo que não funcionavam completamente, mesmo estando em atividade. Se alguém quiser saber de um evento no Teatro Goiânia, no Teatro de Pirenópolis, no Centro de Convenções de Anápolis, terá nesse local acesso a todas as informações”, concluiu o secretário da Retomada.

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Trump assume hoje pela segunda vez a presidência dos Estados Unidos

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Em meio a expectativas gerais no mundo, o presidente eleito Donald Trump assume hoje (20) a presidência dos Estados Unidos pela segunda vez. Ele toma posse em substituição a Joe Biden, que o venceu no pleito de quatro anos atrás. A cerimônia deve começar às 8h (horário de Brasília), com apresentações musicais por volta das 11h30.

Por causa do tempo, um frio intenso que toma conta de Washington D.C., a cerimônia de posse precisou ser transferida para um local fechado e o desfile deve ser em uma arena esportiva. Trump pediu que seu discurso de posse seja feito na Rotunda do Capitólio dos Estados Unidos. No início da campanha eleitoral, o presidente eleito chegou a tomar um tiro de raspão numa tentativa de assassinato, disparado por um jovem em um comício na cidade de Butler, na Pensilvânia.

O discurso de posse de Trump pode oferecer uma prévia do tom que ele planeja adotar nos primeiros dias de seu segundo mandato. Nas últimas semanas, Trump desconcertou seus aliados estrangeiros ao falar sobre assumir o controle da Groenlândia e do Canal do Panamá e sobre transformar o Canadá em um estado americano.

Polêmicas

O novo governo do presidente eleito Donald Trump está reconsiderando os planos de realizar deportações em massa em Chicago na próxima semana, após o vazamento de detalhes da operação, disse Tom Homan, o “czar da fronteira” de Trump, em entrevista ao Washington Post no sábado (18).

O novo governo “ainda não tomou uma decisão”, disse Homan, ex-diretor interino da Imigração e Alfândega dos EUA, de acordo com a reportagem. “Estamos analisando esse vazamento e tomaremos uma decisão com base nele”, acrescentou.

Autoridades e defensores dos direitos humanos disseram que o governo de Trump lançaria operações em várias cidades norte-americanas tão logo ele assumisse o cargo nesta segunda-feira, sendo Chicago considerada o provável primeiro local.

Dulce Ortiz, presidente da Coalizão de Illinois para os Direitos dos Imigrantes e Refugiados, disse à Reuters que cerca de 200 agentes da imigração deverão iniciar operações na área de Chicago ainda hoje, com o objetivo de pegar pessoas indo para o trabalho ou começando o dia.

A Reuters informou na sexta-feira (17) que os agentes também realizariam operações em Nova York e Miami. O Wall Street Journal informou na última sexta-feira (17) que a Imigração e Alfândega realizaria operação de uma semana em Chicago com centenas de agentes.

Ainda na noite de sexta-feira, executivos da área de criptomoedas tomaram coquetéis e dançaram ao som da superestrela do rap Snoop Dogg, quando comemoraram a proximidade da posse do presidente eleito Donald Trump, cujo governo prometeu grandes mudanças na política de criptomoedas.

Depois de anos de atritos com os formuladores de políticas de Washington, executivos de empresas de criptomoedas, incluindo Crypto.com, Kraken e Exodus, festejaram em baile realizado no Andrew W. Mellon Auditorium, de 90 anos, sob colunas imponentes de 19 metros.

*Com informações das agências Reuters e Lusa

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

Fonte: Agência Brasil

Primeira grande plataforma do pré-sal de Santos tem vida útil ampliada

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A plataforma de produção de petróleo Cidade de Angra dos Reis, a primeira de grande capacidade a operar nos campos de pré-sal da Bacia de Santos, litoral do Sudeste, terá a vida útil estendida por mais cinco anos.

A informação foi divulgada nesta quarta-feira (22) pela Petrobras, empresa majoritária no consórcio que opera o Campo de Tupi, a 300 quilômetros da costa do Rio de Janeiro.

O navio-plataforma é modelo FPSO, sigla em inglês para Floating Production Storage and Offloading, que significa unidade flutuante com capacidade para produção, armazenamento e transferência de óleo.

A FPSO está em operação desde outubro de 2010 e tem potencial de produção superior a 50 mil barris por dia. A Petrobras informou que acertou um aditivo ao contrato de afretamento e prestação de serviços da plataforma com as empresas Tupi Pilot MV 22 B.V. e Modec Serviços de Petróleo do Brasil Ltda, de forma a prorrogar o prazo de utilização da FPSO até 2030.

A extensão do prazo contratual viabiliza adequações para aumentar a confiabilidade e a eficiência de produção, manter a integridade da plataforma, a segurança da operação e a redução das emissões de gases do efeito estufa, causadores do aquecimento global.

“A celebração destes aditivos está aderente ao Plano de Negócios 2025-2029 e reforça o compromisso da Petrobras e de seus parceiros com a continuidade e expansão de suas operações no campo de Tupi”, afirmou a estatal em comunicado.

O consórcio que produz em Tupi afirma que o navio-plataforma será descomissionado (interrupção definitiva das operações) em 2030. De acordo com a Petrobras, o descomissionamento acontece quando as instalações de produção atingem o final de sua vida útil ou a capacidade produtiva dos campos é reduzida, tornando-os economicamente inviáveis.

Saiba como funciona uma plataforma de petróleo

Pré-sal

A entrada do Cidade Angra dos Reis em operação é considerada pela Petrobras um dos marcos na produção de petróleo do pré-sal no país.

O pré-sal são reservatórios perfurados há uma profundidade de 5 mil a 7 mil quilômetros. Para se ter uma ideia, 7 mil quilômetros é aproximadamente o ponto mais alto da Cordilheira dos Andes.

Em 2024, o pré-sal ajudou o petróleo a se tornar o principal produto de exportação do país.

De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de janeiro a novembro – último dado disponível, o país produziu 36,9 milhões de barris de petróleo por dia (Mbbl/d), sendo 71,5% originários do pré-sal. Observando apenas dados do segundo semestre, esse percentual salta para 80,3%.

 Além da Bacia de Santos, também há produção de petróleo na Bacia de Campos, litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

O consórcio de Tupi é formado pela Petrobras (67,216%), a anglo-holandesa Shell (23,024%), a portuguesa Petrogal (9,209%) e a Pré-Sal Petróleo (PPSA), que representa o governo brasileiro, que detém 0,551%.

 

Fonte: Agência Brasil

Com nova safra, governo espera redução do preço dos alimentos

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O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, disse na manhã desta quarta-feira (22) que o governo espera uma redução no preço dos alimentos a partir da safra deste ano. “Nossa expectativa é de que a safra, agora, seja muito melhor, de vários produtos, contribuindo para o barateamento dos alimentos”, disse ele, no programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Ele, no entanto, avalia que isso pode ser colocado em risco, caso o consumidor não fique atento. Para Rui Costa, é preciso ter atenção com os preços praticados. “O aumento do poder aquisitivo pode pressionar preços, uma vez que, com o aumento do consumo, o vendedor, sabendo que o consumidor está com salário maior, vai testando, aumentando preços, para ver se o consumidor se dispõe a pagar cada vez mais”, alertou o ministro.

Por isso, acrescentou, “é importante o consumidor pesquisar e pechinchar, para evitar a alta de preços. Isso é fundamental para garantir o aumento do poder aquisitivo, porque não adianta o salário subir se os preços sobem na mesma proporção”.

Prioridade

A preocupação com a alta no preço dos alimentos foi manifestada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a primeira reunião ministerial de 2025, feita na segunda-feira (20). Lula disse que baixar os preços é uma das prioridades do governo federal este ano.

Durante a entrevista, Costa lembrou que essa alta dos alimentos se deve, em parte, aos impactos climáticos que comprometeram muitas localidades produtoras de alimento, e que, com a queda na oferta e aumento da procura, devido ao aumento do poder aquisitivo, aumentaram também os preços praticados.

Explicar essas correlações está entre as estratégias a serem adotadas pelo governo federal. “Precisamos mostrar a melhora da economia e do poder aquisitivo da população, mas, também, a garantir que esses ganhos não resultem em aumento de preços”, resumiu.

A avaliação do ministro da Casa Civil é que a comunicação do governo federal sobre seus feitos precisa ser aperfeiçoada, de forma a evitar problemas que vão além daqueles danosos causados por notícias falsas.

Fake news e Pix

Conforme explicou, as políticas públicas precisam ser divulgadas com cautela, de forma a evitar dar força às notícias falsas, divulgadas por motivações políticas. “O mundo inteiro, não só o Brasil, se vê diante de um grande problema: o fortalecimento de redes sociais sem compromisso com a verdade”.

“Com isso, as notícias hoje estão carentes de credibilidade. As pessoas não sabem mais o que é verdade e o que é mentira. Por isso que, na definição de políticas públicas, o presidente reforçou que, antes de fazermos qualquer anúncio ou publicação, a gente se comunique, porque a verdade tem de chegar antes da mentira. Se a gente não comunicar antes, a mentira chega e se instala, e a gente tem de lutar muito para desmenti-la”, acrescentou.

Foi o que aconteceu, segundo ele, com a história relacionada ao Pix. No início de janeiro, o anúncio de uma medida da Receita Federal sobre monitoramento de movimentações financeiras deu margem ao surgimento de notícias falsas sobre cobrança de taxas sobre movimentações via Pix, algo que nunca foi anunciado ou cogitado pelo governo.

“Esse episódio do Pix é claro. O Pix estrutura as relações pessoais e sociais. Uma pessoa que faz o churrasco ou vai fazer compras para os amigos recebe o dinheiro deles para fazer as compras. Outros recebem para organizar bolões. O governo tem consciência disso. O Pix, portanto, nunca será utilizado como elemento para apuração de renda e cobrança de tributos. Muito menos para taxação”, garantiu o ministro.

Para Rui Costa, há má-fé por trás da forma como as fake news são divulgadas por pessoas que nunca fizeram nada por seu estado ou por seu país. “Há pessoas que se colocam na política apenas com um celular na mão, com a intenção de ‘lacrar’ e conseguir likes, sem nenhum compromisso. Fico estarrecido com isso”, disse Rui Costa.

“Às vezes, quando somos convidados para ir ao Congresso, chega um parlamentar com seu celular, faz uma pergunta naquele estilo ‘lacração’ e vai embora. Não fica nem para ouvir a resposta, porque o objetivo dele não é contribuir com o debate, nem apresentar uma sugestão para melhorar a vida das pessoas. O objetivo dele é conseguir likes nas redes sociais e, eventualmente, se reeleger e destruir a política pública”, acrescentou.

Centralização de anúncios

Para lidar com esse problema, a ideia do governo federal será a de alinhar a comunicação sobre suas políticas, explicando-as antes mesmo de serem publicadas. “Não é criar um funil que burocratize ou entrave o governo. É aperfeiçoar o modelo”, explicou.

Segundo ele, as pessoas precisam conhecer as políticas públicas que são implementadas para melhor embasar suas opiniões. Nesse sentido, o ministro defendeu o fortalecimento do papel dos veículos oficiais. “Vamos fazer com que essas informações cheguem à população. Quero encerrar a entrevista deixando um pedido, para que as pessoas nos acompanhem por nossos canais oficiais e aqui, nos canais da EBC, para não caírem no conto do vigário”, complementou.

Fonte: Agência Brasil