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Fevereiro começa com Mutirão do Emprego

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Fevereiro começa com Mutirão do Emprego
Sete empresas vão realizar as entrevistas presenciais com os interessados (Foto: Retomada)

Na próxima terça-feira, dia 4 de fevereiro, das 8h às 12h, a Central de Empregos do Governo de Goiás realizará um Mutirão do Emprego, com mais de 1.000 vagas e entrevistas com candidatos. O evento será na Central Mais Empregos, que fica na Avenida Araguaia com a Rua 15, no setor Central, em Goiânia.

No total, sete empresas vão realizar as entrevistas presenciais com os interessados, que têm chances reais de saírem contratados.
As empresas participantes são:
• Supermercado Tatico
• Frigorífico JBS
• Supermercado Bretas
• Tahto – Brasil Telecom
• Supermercado Pão de Açúcar
• Lojas Novo Mundo
• ALM Consultoria em RH

As vagas ofertadas incluem diversas funções e salários competitivos. Dentre as principais oportunidades, estão:
• Supervisor de Vendas: R$ 6.500,00 (com experiência e ensino superior na área)
• Auxiliar de Pessoal: R$ 2.500,00 (com experiência e ensino superior na área)
• Assistente de Atendimento: R$ 2.000,00 (com experiência)
• Assistente Administrativo: R$ 1.800,00 (com experiência)
• Recepcionista: R$ 1.800,00 + comissão (com experiência)
• Técnico de Eletrodomésticos: R$ 1.518,00 + comissão
• Operador de Produção: R$ 1.838,94 (sem experiência)
• Atendente de Lojas: R$ 1.580,00 + benefícios
• Atendente de Telemarketing: R$ 1.518,00 + vale transporte + vale alimentação + premiação

Emprego na palma da mão

Além das vagas abertas no Mutirão do Emprego, mais de 6 mil oportunidades estão disponíveis no aplicativo Minha Vaga!, do Governo de Goiás. A ferramenta é gratuita, fácil de baixar e roda em qualquer celular, tanto no sistema iOS como android.

Na Central Mais Empregos, os candidatos encontram orientação também para essas vagas, além de assessoria para confeccionar o currículo.

Fachada da Central Mais EmpregosFachada da Central Mais Empregos
Central Mais Empregos fica na Avenida Araguaia com a Rua 15, no Setor Central, em Goiânia

Para encaminhamento e entrevistas de emprego, os candidatos devem comparecer à Central de Atendimento Mais Empregos munidos de documento pessoal e comprovante de endereço. Este é um excelente momento para quem está em busca de novas oportunidades no mercado de trabalho.

Secretaria da Retomada – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Sabores da comida vegana são destaque de série documental na TV Brasil

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A comida vegana pode ser apetitosa assim como qualquer outra refeição. Esse é o mote do segundo programa da série documental Quero Ser Veg, produção independente apresentada pela atriz Mayana Neiva, neste sábado (1º), às 12h30, na telinha da TV Brasil.

Durante esta edição inédita do seriado, o chef Dani Lima define um cardápio com Mayana Neiva para três receitas gostosas. A apresentadora percorre uma feira para sentir o aroma das frutas e vegetais, além de escolher os ingredientes dessa lista montada para o almoço.

Dani Lima ensina receitas caprichadas. Mayana Neiva o ajuda a fazer antepasto como entrada, estrogonofe de cogumelos com grão de bico para o prato principal e mousse de maracujá como sobremesa. Ela ainda visita um restaurante para degustar doces veganos com textura suave e repletos de sabor. Também apura o paladar ao provar os picolés veganos do estabelecimento.

Com o título É Gostoso, o novo episódio da série traz o depoimento de pessoas comuns e especialistas que falam sobre as iguarias veganas. Participam do programa a professora e antropóloga Carmen Rial, o empresário Alex Fernandes, a confeitaria Crux e Prince Oliveira, que trabalha com alimentação ancestral. Os convidados relatam suas experiências e destacam os benefícios da dieta com essas delícias.

No ar às 12h30, a série Quero Ser Veg abre a nova faixa de programação da emissora pública com atrações culinárias. Logo depois, às 13h, o destaque é o Xodó de Cozinha, formato original da emissora apresentado pela chef Regina Tchelly. O programa recebe convidados para preparar receitas e conversar sobre alimentação saudável e sustentável, com uso integral dos alimentos.

Sobre a nova série documental

Em cinco episódios de 26 minutos sobre o veganismo, Quero Ser Veg destaca mitos a respeito da alimentação baseada totalmente em vegetais. A obra independente é a primeira série sobre veganismo a ser exibida em canal aberto na televisão brasileira.

Criada e produzida em Florianópolis pela Novelo Filmes, a atração dirigida por Cíntia Domit Bittar leva o público para um passeio por feiras e estabelecimentos de alimentação vegana junto com a apresentadora Mayana Neiva. A proposta é mostrar as possibilidades e os sabores que enriquecem a cozinha vegana. A série que tem janela semanal na telinha da TV Brasil foi realizada por meio do edital Prodav TVs Públicas.

Alimentação vegana com bom humor e informação

De forma leve e divertida, o seriado aborda os principais motivos alegados por quem evita aderir ao veganismo, mas flerta com a ideia. “Cada episódio fala sobre uma razão pela qual as pessoas não se tornam veganas. Vou mergulhar nessas desculpas”, revela Mayana Neiva.

As edições do programa Quero Ser Ver descomplicam a cozinha ao esclarecer dúvidas de pessoas que não fazem refeições veganas por motivos diversos: valor salgado para comer bem, dificuldade para fazer as receitas, falta de sabor; pouco nutritiva e ideia de que é apenas um modismo.

A atração oferece a oportunidade para descobrir outras formas de se relacionar com a comida e entender como é possível evitar o consumo de proteínas animais. “Acho que será uma experiência nova para uma parcela da população assistir à série bem na hora do almoço. Espero que as pessoas se sintam provocadas no bom sentido, a mudar algo”, sugere a apresentadora.

Mayana Neiva explica que a proposta é criar uma identificação com o público. “Muitas das pessoas que vão ver o programa talvez estejam num lugar parecido com o meu. Porque eu não sou vegana e me sinto nesse questionamento. Quero botar aqui o meu processo”, pontua a atriz e cantora, que completa. “Estou tentando substituir. Estou me desconstruindo devagar. Eu quero ser veg”, diz.

A apresentadora aprende a cozinhar receitas e prepara os pratos com o chef Dani Lima. Nos episódios, Mayana Neiva visita feiras para selecionar ingredientes e vai até restaurantes para apurar o paladar e experimentar iguarias. Com depoimentos de especialistas, a produção documental busca quebrar tabus ao trazer as visões e as práticas sobre o veganismo no relato de pessoas comuns.

Valorização do conteúdo independente

A série Quero Ser Veg é um dos conteúdos audiovisuais selecionados pela linha de fomento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), através do Prodav TVs Públicas.

A TV Brasil é um dos canais que mais exibem conteúdo independente nacional. Além de ser uma grande apoiadora da produção de atrações dessa natureza no mercado audiovisual do país, a emissora estimula novos realizadores.

Sobre o Prodav

O Prodav é uma parceria entre a Agência Nacional do Cinema (Ancine), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para incentivar a produção regional e independente.

A proposta é ofertar esse conteúdo para as emissoras públicas de televisão. A EBC distribui o material ao disponibilizar as obras para todos os canais de televisão do campo público que aderirem ao projeto.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.

Serviço

Quero Ser Veg – sábados, às 12h30, na TV Brasil

Fonte: Agência Brasil

Festa das Águas chega à sexta edição celebrando Iemanjá na Praça dos Orixás

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Em sua sexta edição, a Festa das Águas vai comandar as celebrações no Distrito Federal em homenagem a Iemanjá. O evento já faz parte do calendário cultural anual do Quadradinho e, desta vez, será nos dias 1º e 2 de fevereiro, data em que a orixá é celebrada em todo o país, na Praça dos Orixás. A programação para os dois dias é majoritariamente composta por mulheres e reforça a centralidade do feminino na arte, na organização e na preservação das tradições. As festividades contam com fomento do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF).

A festa vai começar às 16h de sábado (1º/2), com as feiras de Artesanato Tradicional e de Gastronomia Afro. As opções diversificadas permitem ao público vivenciar experiências nos sabores e saberes das tradições afro-brasileiras. No mesmo horário, sob a condução de Mãe Vilcilene Ty Jagun, o Espaço Erê recebe a vivência Sabedoria dos Contos Africanos e Ameríndios | Contação de Histórias para Crianças, em que a ialorixá valoriza a oralidade, a ancestralidade e a força da comunidade feminina na preservação das memórias culturais.

Ainda às 16h do primeiro dia, o Entardecer dos Ojás proporciona um momento simbólico de conexão com o sagrado. As árvores da Praça dos Orixás serão adornadas com ojás brancos, reafirmando a resistência e a força das tradições afro-brasileiras. O banho de cheiro e a defumação criam um ambiente de renovação e celebração, reforçando a importância desse ritual tradicional iniciado em Planaltina, em 2015.

Cultura e resistência

A Praça dos Orixás e a Festa de Iemanjá são inscritas nos patrimônios material e imaterial do Distrito Federal. Esses dois bens são símbolos de memória, luta e preservação das culturas afro-brasileiras e representam o encontro das tradições ancestrais com a contemporaneidade, conectando gerações e comunidades ao que há de mais profundo no sagrado.

“A importância da festa é conectar o DF, conectar Brasília com as águas, com Oxum, com Iemanjá, com esse elemento vital que são as águas doces e salgadas, o movimento. A Praça dos Orixás é um dos poucos espaços com acesso ao Lago Paranoá que é tido como a nossa praia, tanto que é carinhosamente chamada de prainha”, destaca a presidente do Instituto Rosa dos Ventos, que promove a Festa das Águas, Stéffanie Oliveira.

Programação musical

As apresentações musicais de sábado à noite serão iniciadas pelas Sambadeiras de Bimba Filhas de Biloca, trazendo o gingado ancestral para a praça, e Banda Patacori. Em seguida, o Encontro de Baque Virado com os grupos Zenga Baque Angola, Maracatu do Boiadeiro Boi Brilhante, Baque Dandalunda, Tambores do Amanhecer, Baque Mulher e Baque do Verde. Para encerrar a noite, vão se apresentar o  Samba da Tia Zélia e Letícia Fialho. Nos intervalos, a música ficará por conta do DJ Onli.

No domingo (2), as feiras e espaços seguem nos mesmos horários. A programação também começa às 16h, com o Toque Sagrado para Iemanjá e Oxum, conduzido pelo Coletivo das Yás do DF e Entorno, momento que conecta as comunidades de Candomblé e Umbanda às energias das águas e à força feminina representada pelas divindades afro-brasileiras homenageadas pelo evento.

À noite, o palco vai receber Fernanda Jacob e Ane Êoketu. O público também terá a Orquestra Alada Trovão da Mata e o grupo 7naRoda com Mariana Aydar. As pistas são conduzidas pela DJ Flávia Aguiar (DF) durante os intervalos.

Festa das Águas

→ Dias 1º e 2 de fevereiro, a partir das 16h, na Praça dos Orixás – Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre para todas as idades

Fonte: Agência Brasília

Vagas abertas para profissionais de ciência, tecnologia e inovação

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Edital para contratação de profissionais em ciência, tecnologia e inovação oferece 12 vagas, com salários de até R$ 8,3 mil (Foto: Secom)

O Governo de Goiás abriu inscrições para o processo seletivo simplificado para a contratação de 12 profissionais temporários. Os selecionados atuarão na Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e serão contratados por um período máximo de três anos, com possibilidade de prorrogação.

As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de fevereiro de 2025, exclusivamente pelo site. A taxa de inscrição é de R$ 70 para Analista de Ciência, Tecnologia e Inovação – Área II, e R$ 50 para as demais funções.

As vagas abrangem áreas estratégicas, incluindo Analista de Ciência, Tecnologia e Inovação, Analista de Empreendedorismo Inovador, Analista de Sustentabilidade e Especialista em Ambientes Inovadores.

Para se candidatar, é necessário possuir diploma de ensino superior e experiência comprovada na área de atuação, além de disponibilidade para viagens nacionais e internacionais.

O processo seletivo será composto por duas etapas: análise curricular e entrevista, ambas de caráter classificatório e eliminatório. Os resultados e convocações serão divulgados exclusivamente no portal de seleção, sendo responsabilidade dos candidatos acompanhar todas as etapas do certame.

Os profissionais contratados receberão vencimentos que variam de R$ 4,9 mil a R$ 8,3 mil, além de auxílio-alimentação no valor de R$ 500 – exceto para a função de Analista de Ciência, Tecnologia e Inovação – Área II.

Os selecionados cumprirão carga horária de 40 horas semanais e contribuirão com projetos estratégicos para o avanço da inovação e do desenvolvimento científico e tecnológico no Estado de Goiás. Para conferir o edital completo, acesse o Portal de Seleção.

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Programa de saúde mental e prevenção à violência é criado nas EFGs

Secti entrega computadores para entidade que atende pessoas com surdez

Fonte: Portal Goiás

Dengue: Saúde dá orientações diante do aumento nos casos da doença

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Dados da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) mostram que, em 2025, já foram confirmados mais de 4 mil casos de dengue, com uma morte confirmada e outras 11 em investigação. No ano anterior, Goiás enfrentou uma epidemia, com 321 mil casos confirmados e 429 mortes.

Atualmente, 15 municípios goianos encontram-se em situação de emergência devido ao aumento expressivo de casos da doença. Diante desse cenário, o Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN), unidade do governo de Goiás em Uruaçu, traz algumas orientações e reforça a importância dos cuidados em relação à dengue.

Mosquito

Durante o início do ano, período com clima quente e aumento das chuvas, há uma alta na proliferação do mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em água limpa e parada. Vale ressaltar também que a dengue é apenas a doença mais comum causada pelo mosquito, que também é vetor da Zika e Chikungunya.

“É importante nos atentarmos principalmente aos casos graves, onde há complicações e o paciente precisa acompanhar os sintomas e a evolução do quadro da doença”, reforça a Dra. Nívia Ferreira, médica infectologista do HCN, hospital administrado pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (Imed).

Sintomas e complicações da dengue

Os principais sintomas da dengue normalmente são:

  • febre alta, acompanhada de dores de cabeça e atrás dos olhos;
  • dores no corpo e nas articulações;
  • prostração;
  • fraqueza;
  • manchas vermelhas;
  • coceira na pele.

Para casos mais graves, os sinais de alerta são dores abdominais intensas, vômito constante, sangramentos, alterações neurológicas e no humor do paciente.

De acordo com a médica infectologista do HCN, é fundamental que esses sinais de alerta sejam avaliados por um médico especialista, para evitar a evolução da doença para um quadro mais grave e aliviar os sintomas sem comprometer a saúde do paciente.

Um alerta especial deve ser direcionado para pessoas com doenças crônicas, gestantes, idosos e crianças, grupos considerados mais vulneráveis aos impactos da doença, exigindo uma atenção redobrada à prevenção e ao monitoramento desses sintomas.

Prevenção e riscos da automedicação

Durante os períodos chuvosos, os focos de proliferação são ampliados, destacando a urgência de medidas preventivas para conter a expansão desses focos. Por isso, é importante limpar e verificar regularmente esses pontos que podem acumular água. Além disso, o uso de repelentes também se configura como uma prática preventiva eficaz.

Medicamentos como ácido acetilsalicílico (aspirina) e outros anti-inflamatórios, como ibuprofeno, diclofenaco e nimesulida são estritamente contraindicados em casos suspeitos de dengue.

Esses medicamentos têm propriedades anticoagulantes e podem aumentar o risco de sangramentos, o que é especialmente perigoso em casos de dengue, nos quais hemorragias são uma complicação comum.

“Alguns medicamentos são contraindicados em casos de suspeita ou confirmação da dengue, sendo importante evitarmos a automedicação. É importante também nos atentarmos às notícias falsas e estudos sem comprovação científica sobre medicamentos para tratamento da dengue, pois a dengue não possui tratamento específico por ser uma doença viral”, ressalta Brunna Rodrigues, farmacêutica do HCN.

Tratamento e vacinação

A hidratação também desempenha um papel crucial no tratamento da dengue, contribuindo significativamente para o alívio dos sintomas e a recuperação do paciente. Durante a infecção pelo vírus, a febre e os sintomas associados podem levar à desidratação, aumentando o risco de complicações.

Manter-se hidratado é importante, pois ajuda a compensar a perda de líquidos no corpo, devido à febre e aos possíveis vômitos.

O Brasil se tornou o primeiro país do mundo a disponibilizar vacinas contra a dengue no Sistema Único de Saúde (SUS). Mas apesar de já existir uma vacina para os 4 sorotipos de dengue, a conscientização da população também é fundamental, tanto para prevenção quanto para o tratamento da doença.

“É de extrema importância a avaliação e o acompanhamento de um profissional de saúde, pois a dengue pode ter complicações sérias e o risco aumenta, caso o paciente já tenha contraído a doença anteriormente”, conclui a médica infectologista do HCN.

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Goiás apresenta estratégias de combate à dengue

Caiado lança mutirão contra dengue com as prefeituras de Goiânia e Aparecida

Secretaria da Saúde – Governo de Goiás

Fonte: Portal Goiás

Piso Salarial Profissional do magistério público tem reajuste de 6,27%

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O Ministério da Educação (MEC) reajustou em 6,27% o Piso Salarial Profissional Nacional do magistério público da educação básica. O reajuste foi publicado hoje (31), no Diário Oficial da União (DOU). Com a medida, o valor mínimo definido pelo ministério para o exercício de 2025 é R$ 4.867,77 para a rede pública de todo o país, com jornada de 40 horas semanais.

O aumento está acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que ficou em 4,77% no acumulado de 2024. O reajuste também está acima da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou o ano passado em 4,83%.

O piso salarial é o valor mínimo que professores devem ganhar no Brasil. A legislação determina o reajusta anual do valor. De acordo com a norma, o piso é a base estabelecida para professores com formação em nível médio.

“Por determinação legal, o MEC calcula o reajuste do piso utilizando o mesmo percentual de crescimento do Valor Anual Mínimo por Aluno (VAF mínimo), publicado na terceira atualização do Fundeb. Para chegar a 6,27%, o MEC calculou a variação percentual entre o VAF mínimo publicado na terceira atualização do Fundeb de 2024 e de 2023”, explica o MEC.

As remunerações dos profissionais da educação básica são pagas por prefeituras e estados a partir de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), bem como de complementações da União.

“Como os salários dos professores são pagos pelas redes de ensino, cada estado e município precisa oficializar o valor por meio de norma própria”, informou a pasta.

Fonte: Agência Brasil

Em 16 anos, Estados Unidos deportam 5 milhões de imigrantes

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As promessas de campanha de Donald Trump, que anunciou que pretende deportar milhões de imigrantes, e as primeiras ações do novo presidente norte-americano acenderam um sinal de alerta para os estrangeiros que vivem ilegalmente nos Estados Unidos.

Dados do Departamento de Segurança Interna (DHS) dos Estados Unidos mostram, no entanto, que grandes números de remoções de estrangeiros do país são uma marca da política norte-americana nos últimos anos e não uma exclusividade do novo presidente.

Nos últimos 16 anos, período que inclui dois mandatos do democrata Barack Obama, o primeiro mandato de Trump (Republicano) e a gestão de Joe Biden (Democrata), as remoções de imigrantes do país chegaram a cinco milhões de pessoas.

O termo deportação parou de ser usado oficialmente nos Estados Unidos em 1996. Desde então, o governo americano passou a chamar o processo de repatriação, algo dividido em duas categorias: remoção e retorno.

A remoção é quando o imigrante está ilegalmente no território americano e é alvo de uma ordem de remoção do país. Portanto, há penalidades administrativas para ele, que pode incluir a proibição de voltar aos Estados Unidos por alguns anos.

O retorno ocorre quando o imigrante (ou mesmo um visitante) está em um ponto de fronteira e tem sua entrada negada pelos Estados Unidos ou quando ele decide deixar o país antes da emissão de uma ordem de remoção. Nesse caso, não há penalidades administrativas.

Obama

Nesse período de quatro gestões presidenciais, o maior número de remoções foi feito durante os governos de Obama, quando, em média, 380 mil imigrantes foram deportados através de ordens de remoção.

Em seus oito anos à frente da Casa Branca, Obama removeu cerca de três milhões de pessoas. Foi também durante o seu governo que houve o recorde anual de retirada forçada de imigrantes dos Estados Unidos: 432 mil em 2013.

O grande número de remoções em seus dois mandatos fez com que Obama fosse apelidado, por ativistas de direitos humanos, de Deporter-in-Chief (Deportador-chefe).

“Apesar da retórica humanista sobre o tema, a administração Obama alegou que a deportação era uma medida destinada apenas a imigrantes sem documentos de permanência e que cometeram crimes violentos. Todavia, a justificativa é questionável, inclusive pela quantidade de deportados”, afirma o professor de História da América, Roberto Moll, da Universidade Federal Fluminense (UFF), no Rio de Janeiro.

Moll explica que Obama introduziu o Deferred Action for Childhood Arrivals (Daca) [Ação diferida para chegadas na infância] em 2012, um programa que permitiu que jovens imigrantes que entraram nos Estados Unidos sem documentos de permanência obtivessem permissões de trabalho e proteção temporária contra deportação.

Trump

Sucessor de Obama, Trump assumiu o governo em 2016, com a promessa de endurecer as ações contra a imigração ilegal, inclusive com a construção de um muro na fronteira com o México. Apesar da retórica, o republicano não superou as remoções promovidas durante a gestão do antecessor.


FILE PHOTO: U.S. President Donald Trump signs documents as he issues executive orders and pardons in the Oval Office at the White House on Inauguration Day in Washington, U.S., January 20, 2025. Reuters/Carlos Barria/Proibida reprodução
FILE PHOTO: U.S. President Donald Trump signs documents as he issues executive orders and pardons in the Oval Office at the White House on Inauguration Day in Washington, U.S., January 20, 2025. Reuters/Carlos Barria/Proibida reprodução

Trump prometeu endurecer ações contra a imigração ilegal nos Estados Unidos – Reuters/Carlos Barria/Proibida reprodução

 Segundo dados dos DHS, entre os anos fiscais de 2017 a 2020 (ou seja, de outubro de 2016 a setembro de 2020), período que o país foi majoritariamente presidido por Trump, houve 1,2 milhão de remoções.

“Entretanto, o governo Trump instaurou uma política de tolerância zero, que não estabeleceu nenhum critério baseado na criminalidade. Inclusive, separou famílias de imigrantes sem documentação de permanência e aprisionou crianças. O governo Trump tentou acabar com o Daca, mas foi derrotado na Suprema Corte. Durante a pandemia de Covid-19, recorreu aos códigos de saúde pública, conhecido como Title 42, para deportar rapidamente imigrantes na fronteira, sem permitir que solicitassem asilo, alegando que a medida era necessária para conter a disseminação do vírus”, destacou Moll.

Outra medida de Trump, segundo o professor, foi a  Remain in Mexico [Permanecer no México], política de obrigar as pessoas em busca de asilo a esperar, no México, a análise do pedido e não em solo americano. “Isso gerou uma verdadeira crise na fronteira e nas cidades mexicanas de fronteira, com centenas de milhares de imigrantes acampados ou em condições precárias de espera”.

Biden

Em 2021, o partido democrata voltou ao poder, com o presidente Joe Biden. Apesar de não ter uma retórica anti-imigração tão contundente quanto Trump, o novo presidente manteve as remoções no patamar de mais de 100 mil por ano.

Sob Biden, as remoções de imigrantes cresceram ano após ano, passando de 85 mil em 2021 para 330 mil em 2024. No total, quase 700 mil pessoas foram removidas dos Estados Unidos nesses quatro anos.

No entanto, durante seus três primeiros anos à frente da Casa Branca, Biden manteve a política de barrar os imigrantes ainda na fronteira, com base em um artigo do código de saúde pública dos EUA (conhecido como Title 42). De outubro de 2020 a maio de 2023, (mês em que a deportação com base no Title 42 foi suspensa), 2,8 milhões de imigrantes foram impedidos de entrar no país.

Mas, segundo Moll, Biden trouxe avanços, entre eles a própria revogação das deportações com base nos códigos de saúde.

“O governo Biden revogou a política de deportação cassada no Title 42 e a política de Remain in México, reforçou o Daca e tentou introduzir uma reforma da política migratória que esbarrou na oposição trumpista no Congresso”, afirmou.

Mesmo antes de Obama, o número de deportações por presidentes americanos já superava os milhões. Em seus oito anos de governo (2001 a 2008), o republicano George W. Bush havia deportado cerca de dois milhões de imigrantes.

“O governo de W. Bush e os atentados terroristas de 11 de setembro trouxeram mudanças significativas para imigrantes, sobretudo aqueles sem documentos para entrar e permanecer nos Estados Unidos. Em função dos atentados, o governo W. Bush adotou políticas mais rigorosas para a imigração e incrementou a militarização da fronteira, processo que vem desde os anos 1980”, explica Roberto Moll.

Antes de Bush, Bill Clinton chegou a remover cerca de 870 mil imigrantes, um número próximo de um milhão.


Trecho de muro na fronteira entre EUA e México, em Ruby, Arizona
26/06/2024
REUTERS/Adrees Latif
Trecho de muro na fronteira entre EUA e México, em Ruby, Arizona
26/06/2024
REUTERS/Adrees Latif

Trecho de muro na fronteira entre EUA e México, em Ruby, Arizona – Reuters/Adrees Latif/proibida a reprodução

Há ainda milhões de imigrantes “retornados” dos Estados Unidos, muitos dos quais nem sequer conseguiram entrar no país porque foram barrados nos pontos de fronteira.

Mais números

De acordo com dados do DHS, foram realizados 4,1 milhões de retornos de pessoas nos últimos 16 anos, ou seja, nas eras Obama, Biden e Trump (primeiro mandato). Isso sem contar os três milhões expulsos com base no código sanitário durante a pandemia (nos mandatos de Trump e Biden). Nos 16 anos de Bush e Clinton (1993 a 2008), foram promovidos 19,7 milhões de retornos.

Para a professora da Fundação Getulio Vargas (FGV), Carla Beni, o que diferencia Trump dos outros presidentes recentes é o seu discurso, que atribui ao imigrante o rótulo de “delinquente”. “Trump é profundamente midiático, ele vai governar os Estados Unidos como se fosse um reality show”.

Segundo o coordenador do Laboratório de Análise Política Mundial (Labmundo), Rubens Duarte, a rigidez contra os imigrantes ilegais não é nova, mas o que Trump fez foi transformar a situação em uma “caça às bruxas”.

“O Trump repete incessantemente alguns absurdos como associar os imigrantes a crimes, a insanidades. A gente não pode esquecer que ele, mais de uma vez, disse que os países do Sul, principalmente os sul-americanos, estavam enviando presidiários e pessoas que estavam em manicômios para os Estados Unidos. Chegou a dizer que os níveis de violência em alguns países latino-americanos caíram porque teriam enviado os criminosos daqueles países para os Estados Unidos”, finaliza.

Fonte: Agência Brasil

Goiás investe R$ 12,4 milhões em bolsas de mestrado e doutorado

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Bolsas serão concedidas exclusivamente a alunos matriculados em programas de pós-graduação de instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos (Foto: Fapeg)

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) lançou um novo edital para concessão de bolsas de mestrado e doutorado em todas as áreas.

O programa prevê um investimento de R$ 12,48 milhões, contemplando 150 bolsas, sendo 100 para mestrado (com duração de 24 meses) e 50 para doutorado (48 meses), nos valores mensais de R$ 2,1 mil e R$ 3,1 mil, respectivamente.

De acordo com o diretor científico e de inovação da Fapeg, Cláudio Leles, o investimento busca fortalecer os programas de pós-graduação das instituições de ensino superior de Goiás, contribuindo para a formação de pesquisadores altamente qualificados e para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação (CT&I) no estado.

“Nosso objetivo é ampliar a qualificação científica em Goiás, incentivando pesquisas estratégicas que possam gerar impactos socioeconômicos e fortalecer a produção científica local”, destaca Leles.

As bolsas serão concedidas exclusivamente a alunos matriculados em programas de pós-graduação de instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos, reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

As mensalidades não serão retroativas a meses já cursados antes da implementação da bolsa. O edital 04/2025 está disponível no site da Fapeg, na aba Acesso Rápido/Editais.

A chamada pública será realizada em três etapas:

  • 1ª fase – Até o dia 12 de fevereiro, as instituições de ensino superior (IES), por meio de suas pró-reitorias de pós-graduação, devem enviar a distribuição das cotas entre seus programas de pós-graduação (PPGs) pelo e-mail gc.fapeg@goias.gov.br. As cotas de bolsas serão proporcionais ao número de cursos de mestrado e doutorado ativos e reconhecidos pela Capes em 2023.
  • 2ª fase – Os programas de pós-graduação conduzirão seus processos seletivos internos e informarão os resultados à Fapeg.
  • 3ª fase – Os pós-graduandos selecionados apresentarão a documentação necessária para formalizar a concessão da bolsa. O envio dos documentos deve ser feito pela plataforma Charles Darwin, acesse goias.gov.br/fapeg.

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Fonte: Portal Goiás

A Mudança de Postura da OMS Após a Decisão de Trump e suas consequências

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Um Novo Olhar sobre as Medidas Pandêmicas e os Efeitos no Brasil

Durante o auge da pandemia de Covid-19, a Organização Mundial da Saúde (OMS) se posicionou como a principal autoridade mundial em relação às medidas de contenção do vírus, com diretrizes que influenciaram os governos de diversos países. As recomendações de uso de máscaras, lockdowns e vacinação obrigatória foram vistas como estratégias necessárias para combater a propagação do novo coronavírus. Contudo, a postura da OMS passou a ser profundamente questionada após uma mudança drástica, especialmente após a decisão do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de cortar os recursos financeiros da organização e anunciar a retirada dos EUA da OMS em 2020. Essa mudança trouxe à tona novas reflexões sobre as políticas de saúde pública e seus efeitos nas sociedades, principalmente no Brasil.

A Retirada de Trump e a Reavaliação da OMS

Em maio de 2020, Donald Trump acusou a OMS de ser complacente com a China e de ter falhado em sua resposta inicial à pandemia. Como reação, o presidente dos EUA decidiu retirar os Estados Unidos da OMS, cortando bilhões de dólares de financiamento. Esse movimento não apenas enfraqueceu a organização, mas também provocou uma onda de críticas globais à maneira como a OMS vinha lidando com a crise sanitária. Em um momento crítico, quando a OMS deveria ter consolidado sua liderança, a decisão de Trump gerou um ponto de inflexão no discurso da organização, que passou a adotar uma postura mais cautelosa e menos categórica em relação a algumas de suas medidas.

Após a posse em sua nova eleição e a retirada de Trump, a OMS foi pressionada a reavaliar suas políticas, e Tedros Adhanom, o Diretor-Geral da organização, declarou que a OMS nunca havia imposto lockdowns, uso de máscaras ou vacinas obrigatórias. Em outras palavras, Tedros afirmou que o papel da organização era orientar os países com base nas evidências científicas disponíveis, sem ser responsável por adotar políticas impositivas. Esse novo discurso refletiu uma tentativa da OMS de distanciar-se de decisões controversas, especialmente após as críticas e as mudanças de postura internacionais.

O Impacto da Mudança no Brasil

No Brasil, essa mudança na postura da OMS foi imediatamente refletida nas decisões tomadas pelo governo federal, estados e municípios. Durante a pandemia, o governo paulista, sob o comando do governador João Doria, adotou uma série de restrições severas baseadas nas orientações da OMS. A estratégia de lockdowns rígidos, fechamento de comércios e restrições de circulação foram algumas das principais medidas implementadas, com apoio das autoridades locais, que argumentavam que essas ações eram essenciais para conter a disseminação do vírus.

No entanto, essas decisões geraram conflitos com outros governantes, como o então presidente Jair Bolsonaro, que defendia alternativas menos restritivas, como a liberdade de escolha das pessoas para lidar com a pandemia. Com o tempo, a implementação de medidas como o uso obrigatório de máscaras e a vacinação compulsória tornaram-se ainda mais polêmicas, com questionamentos sobre a eficácia dessas ações, especialmente em um momento em que a OMS já começava a rever algumas de suas orientações.

O governo de São Paulo, em um esforço para combater a “desinformação” durante a pandemia, publicou materiais que afirmavam que os discursos negacionistas estariam contribuindo para o aumento da hesitação vacinal e a baixa adesão às medidas de quarentena. Em um manual sobre desinformação, o governo paulista mencionava que discursos fraudulentos relacionados à pandemia, muitos deles em desacordo com as recomendações da OMS, poderiam comprometer a saúde pública. O material do governo de São Paulo se baseava amplamente nas orientações da OMS, considerando-as a base de verdade incontestável.

A Participação das Agências de Verificação de Fatos

Essas orientações da OMS também serviram como pilar para as agências de verificação de fatos no Brasil. Organizações como Comprova, que foram destacadas em matérias do Guia do Estudante em 2020, estavam entre as que reafirmavam que os questionamentos sobre as medidas da OMS eram infundados. A pressão para seguir o que era considerado a “ciência oficial” levou a um contexto em que qualquer desvio das orientações da OMS era tratado como “desinformação”. As redes sociais se tornaram um campo de batalha, onde as postagens que questionavam as recomendações da OMS eram frequentemente removidas, enquanto afirmações de cientistas de renome, como o virologista francês Luc Montagnier, foram descreditadas. Montagnier, por exemplo, afirmou que a vacinação em massa poderia ser responsável pela criação de novas variantes do coronavírus, o que foi amplamente negado pelas autoridades e agências de checagem de fatos, que classificaram suas declarações como “desinformação”.

A censura nas redes sociais e a pressão sobre quem ousava questionar a OMS geraram um ambiente de intolerância ao debate científico, prejudicando a liberdade de expressão e limitando a pluralidade de opiniões sobre as medidas de combate à pandemia.

A Imposição de Medidas: O Legado de Censura e Desconfiança

A decisão de Trump de cortar os recursos da OMS e a posterior mudança de postura de Thedros não devem ser vistas como simples correções ou ajustes de retórica. O impacto disso foi significativo em vários países, incluindo o Brasil, onde as imposições de lockdown, uso de máscaras, e a vacinação obrigatória afetaram diretamente a vida das pessoas, com graves consequências econômicas e sociais.

Vários estados inclusive o governo de São Paulo, que teve uma postura mais rígida em relação às medidas de contenção, também se alinhou com a OMS, refletindo um processo de centralização da autoridade nas recomendações da organização internacional. Na prática, isso significou que o direito de ir e vir de cidadãos brasileiros foi drasticamente limitado, com a imposição de multas e até prisões de pessoas que desobedeciam às normas. Comércios foram fechados, milhares de brasileiros enfrentaram dificuldades financeiras e psicológicas, e muitos questionaram se as medidas eram realmente eficazes para o controle do vírus, dado o desconhecimento inicial sobre o impacto das variantes e a eficácia da vacinação.

Essas ações, que se basearam nas orientações da OMS, foram usadas como justificativa legal para algumas das restrições mais severas, com base na alegação de que seguir as diretrizes da organização era o único caminho viável para salvar vidas. O Supremo Tribunal Federal (STF) também se alinhou a essa narrativa, adotando várias decisões que foram sustentadas pela ideia de que as orientações da OMS eram a verdade científica absoluta.

O Que Está em Jogo Agora?

Com a mudança de postura da OMS, surge uma série de questões. A primeira delas é sobre a responsabilidade das autoridades que tomaram decisões com base nas orientações da OMS, que posteriormente foram reformuladas ou questionadas. Como ficam as pessoas que tiveram suas liberdades individuais violadas? Como ficam aqueles que foram presos ou que tiveram suas empresas destruídas por decisões que se basearam em informações que, no final das contas, não foram tão infalíveis assim?

Há uma necessidade urgente de reflexão sobre as políticas públicas adotadas durante a pandemia e a responsabilidade das instituições que orientaram ou impuseram essas medidas. Com o tempo, muitos começam a perceber que as restrições impostas não foram tão necessárias como haviam sido apresentadas, e as agências de verificação de fatos que atuaram como guardas da verdade têm agora que lidar com as consequências de terem seguido cegamente as orientações de uma organização internacional que, como demonstrado, não tinha todas as respostas.

A Necessidade de Reparação

É crucial que a sociedade, o governo federal, e as instituições envolvidas revelem o que aconteceu de fato. As vítimas das políticas restritivas merecem uma reparação pelos danos que sofreram, especialmente no Brasil, onde decisões baseadas nas orientações da OMS causaram danos irreparáveis a indivíduos e empresas.

No fim, a pandemia trouxe à tona a necessidade de proteger a liberdade individual, permitindo que as pessoas tomem decisões informadas sobre suas próprias vidas. A liberdade de expressão, a pluralidade de opiniões e o debate científico devem ser respeitados, pois são fundamentais para que a sociedade possa aprender com seus erros e buscar alternativas mais eficazes e menos prejudiciais para o futuro.

 

Prazo para empresa excluída do Simples regularizar situação acaba hoje

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Microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas empresas excluídas do Simples Nacional têm até hoje (31) para optar novamente e continuar com os benefícios do regime simplificado.

O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado e simplificado, que unifica tributos federais, estaduais e municipais para MEIs e empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.

Segundo a Receita Federal, a opção está disponível para contribuintes excluídos do Simples Nacional em 2024 e que desejam retornar ao regime, incluindo os que não regularizaram débitos vinculados aos Termos de Exclusão enviados entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro.

No total, 1.876.334 contribuintes receberam o termo e regularizaram débitos no prazo previsto na legislação, segundo a autarquia. Eles continuarão no regime do Simples de forma automática. Não é necessário, portanto, renovar a opção.

Já os 1,5 milhão de contribuintes que não regularizaram sua situação começaram a ser excluídos do regime no dia 1º de janeiro. Para que esses CNPJs possam reingressar no regime são oferecidas diversas opções para sua regularização, incluindo parcelamento e transação.

A Receita esclarece ainda que a exclusão não significa o fechamento do negócio, que poderá continuar operando e emitindo notas fiscais, mas deixa de contar com as vantagens do regime tributário simplificado.

Consulta

Para saber se será excluído ou não do Simples Nacional, o contribuinte deve acessar a aba Consulta Optantes no portal da Simples Nacional. “Entretanto, imprescindível observar que o CNPJ – para ingressar ou reingressar no Simples – deve estar em regularidade com as administrações tributárias da União, estados, Distrito Federal e municípios”, esclareceu a Receita Federal.

No portal, é possível retirar o relatório de pendências fiscais; realizar o pagamento à vista ou parcelar os débitos e pagar a primeira parcela, conforme as condições oferecidas pela Receita Federal.

“Quem tem débitos inscritos na Dívida Ativa da União pode usar o Portal Regularize (https://www.gov.br/pgfn/pt-br/servicos/orientacoes-contribuintes/acordo-de-transacao/edital-pgdau-7-2024/transacao-conforme-a-capacidade-de-pagamento-para-debitos-do-simples-nacional) da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para fazer a regularização com descontos de 100% nos juros e multas e parcelamento em até 133 vezes”, informou a Receita.

Após regularizar as pendências, a solicitação de reenquadramento no Simples Nacional deve ser feita diretamente no portal do Simples Nacional.

Dados da Receita Federal mostram que, atualmente, 23,4 milhões de contribuintes são abrangidos pelo Simples Nacional, sendo 16 milhões microempreendedores individuais (MEI).

A Receita projeta – até 31 de janeiro – um número de pedidos formulados compatível com os anos anteriores – em torno de 1,2 milhão de contribuintes.

Fonte: Agência Brasil